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agronegócios

Business

Genética bubalina gaúcha chega ao Amapá a partir de negócio na Expointer

Por Ester Ellwanger 10/09/2026
Por Ester Ellwanger

A Fazenda Panorama, de Camaquã, fechou durante a 49ª Expointer uma negociação de búfalos com destino ao Amapá, levando genética produzida no Rio Grande do Sul ao Norte do país. A propriedade também já comercializou animais para outros estados brasileiros e realizou exportações para Argentina e Uruguai a partir de contatos feitos na exposição.

A comercialização integra os negócios gerados pela presença da bubalinocultura gaúcha na feira, que contou com a participação da Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu). A exposição também funcionou como ponto de contato entre criadores e compradores interessados em animais que nem sempre estão presentes no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

O titular da Fazenda Panorama, Delfino Beck Barbosa, afirma que parte das negociações começa durante a Expointer e é concluída posteriormente. “A Expointer é uma vitrine. Nem sempre se vende muito aqui, mas já exportamos animais para Argentina e Uruguai e vendemos para diferentes estados brasileiros a partir de contatos feitos na feira”, relata.

O negócio com o Amapá envolveu animais que estavam fora do parque de exposições. Barbosa explica que esse tipo de operação permite que compradores conheçam durante a feira os criatórios e a genética disponível para, depois, definirem os animais que serão adquiridos.

Para o produtor, o desempenho comercial registrado em 2026 indica continuidade da procura por búfalos. “É um ano excepcional. Pelas informações que temos, acredito que este ano ainda será bom e que o ano que vem também deve ser muito bom”, avalia Barbosa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

10/09/2026 0 Comentários 20 Visualizações
Business

Be8 estreia casa na Expointer e apresenta avanços da nova planta de etanol e glúten

Por Ester Ellwanger 02/09/2026
Por Ester Ellwanger

A Be8, empresa brasileira nascida em Passo Fundo e a maior produtora de biodiesel do país, tem, pela primeira vez, uma casa própria na Expointer, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O espaço é a base da companhia para uma agenda de relacionamento e geração de negócios.

O principal destaque é o trabalho de fomento da cadeia de cereais, desenvolvido para garantir matéria-prima ao novo complexo industrial de etanol e glúten construído em Passo Fundo. A cidade terá a primeira grande biorrefinaria de etanol de cereais e a primeira planta de glúten vital em escala industrial do Brasil, capaz de processar 525 mil toneladas de grãos por ano e produzir até 210 milhões de litros de etanol. O projeto ainda vai gerar empregos e criar uma nova demanda estruturante para os cereais gaúchos, além de reduzir a dependência do Rio Grande do Sul em relação ao etanol importado de outras regiões.

Em um cenário de pressão sobre a rentabilidade do produtor no Rio Grande do Sul, a Be8 transforma desafios em oportunidades ao dar destaque a este cultivo. Criar uma nova demanda industrial por meio do projeto de etanol e glúten, agregando valor à produção, diversificando receitas, maximizando resultados e fortalecendo toda a cadeia produtiva.

Reforçando seu compromisso com a cadeia do agronegócio, a Be8 também produzirá DDGs, disponibilizando aos pecuaristas uma alternativa de alta qualidade e elevado valor nutricional para a alimentação animal.

 

Casa Be8

A Casa Be8 também apresentará soluções para a descarbonização das operações do agronegócio, com destaque para o Be8 BeVant®️, biocombustível renovável que pode substituir integralmente o diesel convencional nos motores atualmente em operação sem exigir investimento ou mudança na engenharia, com garantia da redução de emissões de GEE em 99%, calculadas de acordo com a metodologia do GHG Protocol.

“Ter uma casa própria na Expointer representa estar ainda mais perto do produtor. Nosso principal compromisso é construir, junto com o campo, uma nova cadeia para o trigo e outros cereais, garantindo demanda, destino industrial e oportunidades de comercialização. Esse movimento deve gerar mais negócios, renda, empregos e desenvolvimento para a economia regional. Ao mesmo tempo, mostraremos que já existe uma solução desenvolvida no Rio Grande do Sul capaz de iniciar agora a descarbonização das operações que dependem de motores a diesel convencional”, afirma Erasmo Carlos Battistella, presidente da Be8. A conclusão das obras está prevista para o final de 2026, com início das operações projetado para início de 2027.

 

Fomento começa antes da porteira

A ligação da Be8 com o produtor começa muito antes da entrada dos grãos na indústria. Para viabilizar o abastecimento da nova planta de etanol, a companhia vem estruturando uma rede de fomento que envolve produtores, cooperativas, empresas de genética, multiplicadores de sementes, assistência técnica e contratos de comercialização.

Com destaque para o trigo, a Be8 já possui contratos em mais de 40 mil hectares na região, considerando áreas implantadas, em desenvolvimento vegetativo e reprodutivo. O movimento é parte da construção de uma cadeia capaz de oferecer ao produtor maior previsibilidade para investir no trigo e garantir matéria-prima com as características exigidas pela indústria.

Um dos pilares dessa iniciativa é o acesso a sementes de genética avançada. Em parceria com a GDM – Biotrigo Genética, a Be8 foi licenciada a cultivar o BS Etanol 8, desenvolvida com altos teores de amido e proteína, características estratégicas para maximizar a eficiência industrial na produção de etanol e glúten. O programa também contempla cultivares que combinam elevado potencial produtivo, resistência a doenças e qualidade industrial. Destaque também para a parceria comercial firmada com a OR Genética para a cultivar ORS Selvagem, ampliando o portfólio de materiais disponíveis aos produtores e a parceria com a Embrapa para desenvolvimento do triticale.

As parcerias com cooperativas, cerealistas e produtores permitem orientar o manejo das lavouras e organizar a recepção e a comercialização dos grãos. Dessa forma, a Be8 busca construir uma cadeia completa: da escolha da cultivar ao acompanhamento técnico, passando pelo plantio, pela compra da produção e pela transformação industrial do cereal.

A demanda adicional poderá ampliar em cerca de 20% o mercado de trigo no Rio Grande do Sul, criando um destino permanente para a produção e estimulando o aproveitamento econômico das áreas agrícolas durante o inverno.

 

Be8 BeVant®️ já atende mais de 100 clientes

Outro destaque da Casa Be8 será o Be8 BeVant®️, biocombustível desenvolvido para a descarbonização imediata de motores do ciclo diesel. O produto pode ser utilizado de forma 100% pura em caminhões, ônibus, máquinas agrícolas, equipamentos de mineração, geradores, locomotivas e embarcações, sem necessidade de adaptações nos motores ou de investimentos em uma nova infraestrutura de abastecimento.

O Be8 BeVant®️ mantém desempenho operacional equivalente ao diesel convencional e proporciona redução de 99% das emissões de gases de efeito estufa, considerando a avaliação do tanque à roda.

O produto já atende mais de 100 clientes no Brasil, em segmentos como agronegócio, mineração, transporte de passageiros e cargas, geração de energia e operações marítimas e ferroviárias.

 

Qualidade e desempenho validados

A produção e a comercialização do Be8 BeVant®️ são autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e o produto e seu processo de fabricação contam com patente de invenção concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Durante seu desenvolvimento, o biocombustível passou por testes de bancada e provas de conceito, com validações realizadas por empresas como Mahle, fornecedora de componentes automotivos; FPT Industrial, fabricante de motores a diesel; e Brazil Motorsport.

Na Europa, a qualidade do produto foi atestada pela SGS, empresa global de certificação de combustíveis e parceira técnica da Be8, após análises laboratoriais comparativas com outros 20 biocombustíveis. Em testes realizados com um caminhão Mercedes-Benz Actros no campo de provas da Daimler Truck, na Alemanha, o Be8 BeVant®️ apresentou desempenho equivalente ao diesel convencional utilizado no mercado europeu.

No Brasil, a Rota Sustentável COP30 colocou o biocombustível à prova em caminhões e ônibus Mercedes-Benz durante mais de 4 mil quilômetros entre Passo Fundo e Belém. As medições, realizadas pelo Instituto Mauá de Tecnologia, apontaram redução de 99% nas emissões de gases de efeito estufa, mantendo a performance dos veículos.

A combinação de uso comercial, avaliações laboratoriais e testes em condições reais de operação reforça a segurança, a qualidade e a capacidade do Be8 BeVant®️ de contribuir imediatamente para a transição energética.

 

 Certificações

A Be8 responde por cerca de 13% do mercado nacional de biodiesel e tem seis unidades industriais, com capacidade instalada de 1,71 bilhão de litros por ano. As operações contam com certificação RenovaBio, ISCC EU — que comprova critérios de sustentabilidade e permite a comercialização de biocombustíveis na Europa — e registros da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) no programa Renewable Fuel Standard.

A companhia foi a primeira empresa de biocombustíveis da América do Sul a conquistar a certificação CARB, da Califórnia, enquanto seus laboratórios de Passo Fundo (RS) e Marialva (PR) são acreditados pelo Inmetro conforme a norma internacional ABNT NBR ISO/IEC 17025, reforçando a confiabilidade técnica e a qualidade do biodiesel produzido.

 

Sobre a Be8

Fundada em 2005 a Be8 é uma empresa brasileira de energias renováveis que implementa novas matrizes energéticas por meio de um ecossistema circular de inovação. Com sede em Passo Fundo (RS), a companhia possui unidades produtivas no Brasil, no Paraguai e na Suíça, além de escritórios de negócios no Brasil e no exterior. Seu portfólio reúne biodiesel, Be8 BeVant®️, etanol, produtos para alimentação humana e animal e outras soluções voltadas à descarbonização.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/09/2026 0 Comentários 49 Visualizações
Business

Medida provisória sobre renegociação de dívidas exige atenção a contratos e prazos

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

A Medida Provisória nº 1.376, de 15 de julho de 2026, criou linhas de crédito para liquidação ou amortização de operações de crédito rural e de Cédulas de Produto Rural (CPR). A medida atende produtores rurais e cooperativas de produção agropecuária, com prazo de 120 dias para as contratações.

Antes de procurar a instituição financeira, o produtor deve separar os contratos e verificar a finalidade, a data e a situação de cada operação. “A medida estabelece critérios diferentes conforme o tipo de financiamento e o percentual de perdas da produção e da renda, por isso a análise precisa ser detalhada”, orienta o advogado da HBS Advogados, Frederico Buss.

Poderão ser enquadradas operações de custeio, comercialização e industrialização renegociadas ou prorrogadas até 31 de maio de 2026, desde que estejam adimplentes na contratação da nova linha. Também entram contratos dessas modalidades firmados até 31 de dezembro de 2025 que ficaram inadimplentes a partir de 1º de janeiro de 2024 e permaneciam nessa situação em 31 de maio de 2026. Parcelas de investimentos vencidas ou com vencimento entre 1º de janeiro de 2024 e 31 de dezembro de 2026, originadas de operações contratadas até 31 de dezembro de 2025 também poderão ser incluídas.

Nas condições gerais, o produtor deverá comprovar perdas em duas ou mais safras entre 2019 e 2025, provocadas por eventos climáticos ou pela redução dos preços dos produtos agropecuários. A queda mínima exigida é de 30% da renda bruta, comprovada por laudo técnico emitido por profissional habilitado.

Os limites são de R$ 400 mil para beneficiários do Pronaf, R$ 2 milhões para o Pronamp e R$ 4 milhões para os demais produtores, com juros de 6%, 9% e 12% ao ano, respectivamente. O pagamento poderá ser feito em até oito anos, com a primeira parcela dois anos depois da contratação e cobrança de juros durante a carência.

Para quem comprovar perdas em três ou mais safras e redução mínima de 40% da renda, os limites sobem para R$ 500 mil no Pronaf, R$ 2,5 milhões no Pronamp e R$ 8 milhões para os demais produtores. As taxas serão de 5%, 8% e 11% ao ano, com prazo de até dez anos.

A medida não inclui dívidas inscritas na Dívida Ativa da União, operações com recursos do Fundo Social, contratos fora do sistema financeiro e determinadas operações vinculadas à Medida Provisória nº 1.314/2025. Também prevê linha complementar para valores acima dos limites, prorrogação de parcelas de operações adimplentes por até 30 dias e nova operação para liquidação ou amortização de CPRs com liquidação financeira.

Buss recomenda que o produtor reúna contratos, documentos sobre a situação das dívidas e os laudos que comprovam as perdas para então formalizar o pedido. “A MP ainda será regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional, porém, o prazo é limitado e o enquadramento depende da adequada documentação, por isso a organização deve começar pela identificação das operações que atendem às condições da medida”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

17/07/2026 0 Comentários 152 Visualizações
Business

Exportações de carne suína totalizaram 93,5 mil toneladas em junho

Por Ester Ellwanger 06/07/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 93,5 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 14% menor que o registrado no mesmo período de 2021, com 108,8 mil toneladas.

As vendas internacionais do setor geraram receita de US$ 219,1 milhões em junho, valor 18,9% menor que o registrado no sexto mês do ano passado, com US$ 270,2 milhões.

No semestre, as exportações de carne suína totalizaram 510,2 mil toneladas, 9,3% inferior ao acumulado nos primeiros seis meses de 2021, com 562,7 mil toneladas.

A receita acumulada este ano alcançou US$ 1,115 bilhão, número 17,4% inferior ao registrado no primeiro semestre do ano passado, com US$ 1,349 bilhão.

“Após o desempenho ocorrido em 2021, vemos as exportações de carne suína manterem patamares de estabilidade nos últimos meses, com volumes superiores ao período anterior às crises sanitárias de Peste Suína Africana em importantes nações produtoras. Os novos patamares de exportações mantidos pelo Brasil neste primeiro semestre estão 230 mil toneladas maiores que o desempenho registrado em 2018, período anterior aos efeitos da enfermidade”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

 

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações de carne suína estão a China, com 37,2 mil toneladas (-36,7%), Filipinas, com 9,4 mil toneladas (+229,2%), Hong Kong, com 7,9 mil toneladas (-5,9%), e Vietnã, com 4,3 mil toneladas (+14,9%).

“As nações asiáticas seguem protagonistas entre os destinos das exportações brasileiras de carne suína. Há tendência de alta nas vendas no médio prazo, face ao incremento contínuo do consumo de proteína animal nesta região. Exemplo disso são as Filipinas, que neste mês ganharam forte presença nos dados dos embarques, assumindo o segundo posto. O Brasil tem se posicionado como parceiro estável e confiável para atender esta demanda adicional da Ásia”, destaca Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Mesma situação registrou o Estado, que acompanhou a tendência nacional e registrou desaceleração tanto em volume quanto em receita nas exportações de carne suína neste primeiro semestre de 2022.

As exportações alcançaram 114,57 mil toneladas, volume 25,44% menor em relação aos embarques registrados no mesmo período de 2021, que foram de 153,67 mil toneladas.

O saldo em dólares nos primeiros seis meses deste ano chegou a quase US$ 250 milhões. A receita acumulada foi de US$ 249,76 milhões, valor 34,77% inferior ao obtido entre janeiro e junho do ano passado, quando resultou em US$ 382,88 milhões.

Os embarques gaúchos em março registraram 22,10 mil toneladas, tamanho 27,14% menor em relação ao exportado no mesmo período do ano anterior, que foi de 30,34 mil toneladas. As vendas foram de US$ 51,73 milhões. O valor é 33,61% menor que o obtido no sexto mês de 2021, que foi de US$ 77,93 milhões.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

06/07/2022 0 Comentários 647 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 8,8% em junho

Por Ester Ellwanger 06/07/2022
Por Ester Ellwanger

Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostra que as exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 432,5 mil toneladas em junho, volume que supera em 8,8% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 397,4 mil toneladas.

Em receita, as vendas de junho totalizaram US$ 951,7 milhões, desempenho 46,3% maior que o realizado no sexto mês de 2021, com US$ 650,6 milhões.  As exportações totais registradas ao longo do primeiro semestre alcançaram 2,423 milhões de toneladas, volume 8% superior ao registrado nos seis primeiros meses de 2021, com 2,244 milhões de toneladas. Em receita, a alta do semestre é de 36%, com US$ 4,728 bilhões em 2022, contra US$ 3,476 bilhões em 2021.

“A inflação global dos alimentos e os efeitos dos custos de produção, assim como as consequências para o comércio internacional dos inúmeros focos de influenza aviária em várias partes do mundo, tiveram influência direta no resultado das exportações brasileiras de carne de frango de junho. Os mercados internacionais enfrentam dificuldades para manter os níveis das produções locais. Como contramedidas, demandam volumes junto a parceiros confiáveis, sanitariamente seguros e estáveis, como o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

No ranking dos principais destinos de junho, destaque para a China, com 46,5 mil toneladas (-18%), Arábia Saudita, com 39 mil toneladas (+69%), Japão, com 37,1 mil toneladas (+3%), Emirados Árabes Unidos, com 35,6 mil toneladas (+18%), Filipinas, com 21,1 mil toneladas (+9%), e Coreia do Sul, com 18,4 mil toneladas (+67%).

“A maior parte dos nossos principais clientes internacionais vêm aumentando o volume das compras. Neste contexto, destacam-se mercados do Oriente Médio, como a Arábia Saudita, que recentemente reabilitou parcialmente plantas brasileiras, tendo voltado inclusive a comprar volumes de patamares históricos. Também foram relevantes as altas de determinados mercados da Ásia, como as Filipinas e a Coreia do Sul, que assumiram, respectivamente, o quinto e o sexto postos entre os principais importadores de junho. Além disso, o preço médio obtido com as exportações também vêm evoluindo nos últimos meses, dentro de um contexto de necessidade em função dos custos de produção”, avalia Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

06/07/2022 0 Comentários 720 Visualizações
Business

SIAVS promove imersão na sustentabilidade do setor com espaço multissensorial

Por Ester Ellwanger 05/07/2022
Por Ester Ellwanger

A sustentabilidade na avicultura e na suinocultura do Brasil estarão em evidência em um espaço multissensorial instalado em meio ao Salão Internacional da Avicultura e da Suinocultura (SIAVS), maior evento dos setores no país, que será realizado entre os dias 9 e 11 de agosto no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).

Com o objetivo de promover uma imersão na cadeia produtiva, o SIAVS Experience — nome dado ao espaço — contará com uma área de mais de 70 metros quadrados destinados exclusivamente para a experiência.

Serão diversas telas imensas de LED em um labirinto com jogos de espelhos, além de uma sala com projeção mapeada que promove ilusão de ótica em três dimensões. A experiência é completa pela sonorização e pelo cheiro de terra molhada, que é liberado estrategicamente por odorizadores espalhados pelo espaço.

A experiência será pautada por apresentações sobre os setores, a produção de alta qualidade, o papel do país como parceiro pela segurança alimentar e a importância da superação das barreiras para a produção e distribuição de alimentos no mundo, além da campanha internacional de sustentabilidade mantida pela ABPA — com o tema “Good Food for the People and the Planet”, ou “Boa Comida para as Pessoas e o Planeta”.

“Além de negócios e geração de conhecimento, o SIAVS é uma grande vitrine do nosso setor para o mundo. É uma oportunidade única para compartilharmos valores e informações importantes sobre as características que fazem de nossa cadeia produtiva sustentável e estratégica para a segurança alimentar global”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O SIAVS

Principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil, o SIAVS 2022 será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivos e legislativos nacionais, e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2022 0 Comentários 759 Visualizações
Business

Setor de bubalinos confirma presença no SIAVS Multiproteínas

Por Ester Ellwanger 04/07/2022
Por Ester Ellwanger

Após a adesão dos setores de peixes de cultivo e de bovinos de corte e de leite, o SIAVS Multiproteínas (9 a 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo-SP) passou a contar, também, com a cadeia produtiva de búfalos do Brasil. Representação nacional dos produtores de bubalinos, a Associação Brasileira de Criadores de Búfalo (ABCB) confirmou participação na exposição comercial do SIAVS.

Com um espaço exclusivo no evento, a ABCB apresentará os atributos do búfalo, um animal de tripla aptidão (carne, leite e tração). Neste sentido, a associação realizará uma mostra e degustação com diversos produtos derivados de leite, como queijos de búfala.

A ação também focará na divulgação do programa Selo de Pureza ABCB, que atesta que o produto lácteo é composto em 100% por leite de búfalas, sem adição de outros animais. O selo foi criado nos anos 2000 e, desde então, houve aumento de 549% no volume de leite captado pelos participantes do programa, conforme estimativas da associação.

A amostra também contará com o leite com a betacaseína A2A2, que não causa reações inflamatórias no organismo que provocam a má digestão e fermentação. Uma das vantagens do leite da búfala é a presença de vitamina A prontamente disponível, além de ofertar o dobro da partícula CLA (ácido linoleico), que é uma substância anticancerígena.

Outra vantagem dos bubalinos está na carne, com bons atributos para a saúde, já que possui 40% menos colesterol, 55% menos calorias e 12 vezes menos gorduras.

“Estamos realizando uma forte divulgação dos produtos bubalinos em todo o Brasil. Queremos mostrar a importância do Selo de Pureza, uma certificação da ABCB que garante ao varejo e ao consumidor final a qualidade e origem 100% do leite de búfala, como compromisso da ABCB”, ressalta Desireé Hastenpflug Möller, presidente da Ascribu (Associação Sulina de Criadores de Búfalos) e conselheira fiscal da ABCB, além de médica veterinária e criadora de búfalos.

 

O SIAVS

Principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil, o SIAVS 2022 será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivos e legislativos nacionais, e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

04/07/2022 0 Comentários 590 Visualizações
Business

Setor do tabaco representado no Enai 2022 

Por Ester Ellwanger 28/06/2022
Por Ester Ellwanger

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, participa, nos dias 29 e 30 de junho, do Encontro Nacional da Indústria, o Enai 2022. Schünke integra a comissão de diretores da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) que participam do evento realizado anualmente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A programação inicia no dia 29 de junho, com o evento Diálogo da Indústria com os Pré-Candidatos à Presidência da República, um encontro entre os presidenciáveis e os dirigentes do setor industrial, quando a CNI apresentará aos presidenciáveis as propostas da indústria para as eleições 2022. Os pré-candidatos terão a oportunidade de debater os estudos elaborados pela CNI e apresentar medidas que adotarão em seus governos para aumentar a produtividade das empresas e estimular o crescimento sustentado da economia brasileira.

“Temos sempre uma grande expectativa em relação ao Enai, especialmente em um ano eleitoral. Será um momento de reflexão sobre os rumos que queremos para o País e qual plano de governo pode promover políticas que desamarrem a indústria de uma série de entraves burocráticos e que resolvam questões tributárias que se arrastam há muitos anos, dificultando a competitividade de alguns setores, como é o caso do tabaco”, avalia Schünke.

Já no dia 30 de junho serão realizados debates sobre temas que impactam a indústria, tais como: Inovação e Indústria 4.0, Economia de Baixo Carbono, Reformulação das Cadeias globais de valor e integração internacional, A volta da Política Industrial, Educação: juventude e empregabilidade e Capitalismo de stakeholders e ESG.

 

Indústria do Tabaco

O Brasil é hoje o segundo maior produtor de tabaco do mundo e o maior exportador já há 29 anos, respondendo por 21% dos negócios no mundo. A indústria de tabaco do Sul do Brasil está entre as mais sofisticadas do gênero, utilizando modernos conceitos de produção e equipamentos de industrialização de última geração. Os municípios de Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul, concentram o maior número de empresas, constituindo o maior complexo de processamento de tabaco do mundo.

Em Santa Catarina e no Paraná, as indústrias de beneficiamento e industrialização de tabaco estão localizadas nas cidades de Rio Negro (PR) e Araranguá (SC). A renda gerada a partir da indústria é decisiva nos municípios em que atua por proporcionar, além dos 40 mil postos diretos em suas unidades industriais, diversos empregos indiretos, além da receita gerada aos 138 mil produtores integrados (R6,6 bilhões na safra 2020/21), de impostos arrecadados (R$ 14,2 bilhões anualmente) e divisas (US$ 1,4 bilhão em 2021).

 

  Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

28/06/2022 0 Comentários 781 Visualizações
Business

ABPA apresentará estudo de competitividade durante o SIAVS 2022

Por Ester Ellwanger 23/06/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apresentará um estudo de competitividade da cadeia produtiva do País durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), maior evento dos setores no Brasil, que será realizado entre os dias 9 e 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).

O estudo será apresentado em um painel previsto para o primeiro dia do evento (9), em debate comandado pelo diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, que também fará a apresentação dos principais pontos do levantamento.

“Entre os temas abordados pelo estudo estarão parâmetros de custos de produção como insumos e energia, gargalos logísticos e outros fatores, além de análises comparativas com grandes competidores globais dos setores de aves, ovos e suínos”, detalha Rua.

O painel contará com a participação de Fabrizio Panzini, da Amcham, José Roberto Goulart, da Alibem Alimentos, José Antônio Ribas Junior, da Seara Alimentos, e Bernardo Gallo, da Cobb Vantress.

Antes do painel, o estudo será oficialmente apresentado, durante a solenidade de abertura do SIAVS, pelo presidente da associação, Ricardo Santin.

“O SIAVS abordará ao longo da programação reflexões em diversas áreas para que avancemos em questões de competitividade. O estudo que apresentaremos e entregaremos ao Governo Federal na solenidade de abertura é uma diretriz que analisa, sob a perspectiva econômica, o que nos trava e o que nos coloca em vantagem no xadrez internacional, permitindo construir soluções mais assertivas para a manutenção de nossa posição como grandes produtores globais de alimentos”, avalia Santin.

O SIAVS

Principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil, o SIAVS 2022 será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços, aliás, já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivos e legislativos nacionais e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Em 2019, o evento recebeu mais de 20 mil visitantes de 50 países, com mais de 170 expositores. Nas dezenas de salas do congresso ocorreram as apresentações de mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países para 2,4 mil congressistas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

23/06/2022 0 Comentários 689 Visualizações
Business

Canadá habilita duas novas plantas brasileiras de carne suína

Por Ester Ellwanger 22/06/2022
Por Ester Ellwanger

Uma semana após autorizar as três primeiras plantas brasileiras para exportação de carne suína, as autoridades sanitárias do Canadá anunciaram a habilitação de outras duas unidades para exportar o produto, conforme informou o Ministério da Agricultura à Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Com as novas habilitações, o Brasil passa a contar com cinco plantas autorizadas para exportação de carne suína para o mercado canadense. A abertura sanitária do mercado foi consolidada em março deste ano, após anos de negociações entre as autoridades dos dois países, como resultado direto das ações do Ministério da Agricultura, da Embaixada Brasileira e da adidância agrícola brasileira em Ottawa.

 

Assim como as três primeiras autorizações, as duas novas unidades habilitadas estão localizadas no estado de Santa Catarina. São unidades da Pamplona Alimentos, de Presidente Getúlio (SC), e da Cooperativa Central Aurora, de Joaçaba (SC).

“Com as novas habilitações, esperamos que o Canadá ganhe relevância no resultado final das exportações brasileiras de carne suína, aumentando a capilaridade dos embarques deste ano com produtos de bom valor agregado, como barriga e costela, em complementaridade à produção local. Ao mesmo tempo, há expectativa que as vendas para o Canadá contribuam para a redução da forte pressão interna sobre os produtores, que enfrentam custos de produção em patamares históricos”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O Canadá é o terceiro maior exportador global de carne suína, com 1,5 milhão de toneladas em 2021. Ao mesmo tempo, o país é um importante comprador internacional, com cerca de 250 mil toneladas registradas ao longo do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

22/06/2022 0 Comentários 798 Visualizações
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