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Variedades

Ciclo de Conscientização sobre produção de tabaco reúne 880 pessoas no RS

Por Jonathan da Silva 24/07/2025
Por Jonathan da Silva

Os dois primeiros seminários do 15º Ciclo de Conscientização sobre saúde e segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente reuniram 880 participantes nos dias 22 e 23 de julho, nos municípios de Gramado Xavier e Vale do Sol, no Rio Grande do Sul. Promovido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e por empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o evento terá continuidade nos estados do Paraná e de Santa Catarina a partir da próxima semana.

Realizado anualmente desde 2009, o Ciclo já passou por mais de 70 municípios e impactou diretamente 36 mil produtores de tabaco com orientações sobre produção sustentável. A iniciativa é voltada a produtores de tabaco, agentes de saúde, educadores, conselheiros tutelares e lideranças locais, com foco em temas como trabalho decente no campo, uso seguro de defensivos agrícolas, cuidados durante a colheita e, principalmente, proteção da infância e da adolescência nas propriedades rurais.

Orientações sobre legislação e sustentabilidade

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, afirmou que o ciclo tem como objetivo reforçar as orientações repassadas pelas empresas aos seus produtores integrados, com o propósito de cumprir a legislação e atender às exigências de clientes internacionais. “Seguimos alinhados com a representação dos produtores para manter a produção sustentável que, junto com a qualidade do nosso produto, fez do Brasil o maior exportador de tabaco dos últimos 30 anos”, destacou o dirigente.

Durante os encontros, os temas foram apresentados de forma lúdica e interativa por meio do podcast encenado “Vida no Campo”, da Companhia de Teatro Espaço Camarim. A proposta buscou transformar conteúdos técnicos em informações acessíveis aos participantes, majoritariamente produtores de tabaco.

Trabalhador dedicado

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, enfatizou a postura do trabalhador do setor. “O fumicultor, quando convocado, ele se apresenta e está sempre aberto para aprender, para, cada vez mais, melhorar a sua propriedade. É na casa do produtor que começa a qualidade do tabaco brasileiro. Mas, qualidade não é somente a folha do tabaco cultivada com todos os cuidados; mas também, é a responsabilidade com as crianças e adolescentes e sua educação, com os cuidados com a saúde e segurança do produtor e sua família e com o trabalho decente. E estes ciclos são fundamentais para nos trazer as informações que fazem da cadeia produtiva do tabaco tão organizada”, comentou Drescher.

Próximos encontros

  • 29 de julho, 8h – Ipiranga-PR | Local: Clube Asdecope
  • 30 de julho, 8h – Imbituva-PR | Local: Centro de Eventos Rufinos
  • 31 de julho, 8h – Irineópolis-SC | Local: Sociedade Recreativa e Cultural de Irineópolis
  • 1º de agosto, 8h – Mafra-SC | Local: Espaço Álamos

O que é o SindiTabaco

Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) está sediado em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. A entidade representa a indústria do setor em todo o território nacional, exceto nos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Com 14 empresas associadas, o SindiTabaco concentra suas ações especialmente na Região Sul do País, responsável por 94% da produção nacional de tabaco, envolvendo cerca de 626 mil pessoas em 509 municípios. Mais detalhes estão disponíveis em sinditabaco.com.br.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2025 0 Comentários 250 Visualizações
Política

Mobilização em Brasília defende cadeia produtiva do tabaco antes da COP-11

Por Jonathan da Silva 09/07/2025
Por Jonathan da Silva

A cadeia produtiva do tabaco reuniu lideranças políticas, produtores e entidades do setor na manhã desta quarta-feira (9), em uma audiência pública no Auditório Freitas Nobre, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O encontro, promovido pela Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), teve como objetivo defender a importância econômica, social e cultural do cultivo e articular uma posição equilibrada da delegação brasileira durante a 11ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (COP-11), que ocorrerá em novembro, em Genebra, na Suíça.

O presidente da Amprotabaco, Gilson Becker, afirmou que o movimento busca o reconhecimento do papel estratégico da cultura do tabaco na economia rural e a descriminalização da atividade. “Estamos falando de uma produção que viabiliza a permanência das famílias no campo. A presença maciça de entidades, prefeitos, vereadores e deputados comprova a força da nossa pauta”, ressaltou Becker.

O secretário estadual da Agricultura do Rio Grande do Sul, Edivilson Brum, destacou que o estado terá participação na delegação oficial do Brasil na COP-11. “O Governo do Estado estará presente na delegação brasileira na COP-11. Nosso interesse é deixar esta cadeia viva. São mais de 60% dos municípios do nosso estado que dependem da agricultura, e boa parte vive do tabaco”, afirmou Brum.

Desafios e impactos econômicos

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, defendeu ações mais efetivas para contrapor a narrativa contrária ao setor. “É preciso reagir à narrativa anti-tabaco, que hoje tem mais força. Temos 509 municípios e precisamos transformar esse potencial em um fórum positivo do setor. Reclamar menos e fazer mais”, pontuou Thesing.

O presidente da Câmara Setorial do Tabaco, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Romeu Schneider, avaliou que a cadeia produtiva perdeu espaço nos debates internacionais. “A Convenção-Quadro nunca nos ouviu. É preciso lembrar que, mesmo com ela em vigor desde 2005, o número de consumidores aumentou”, afirmou Schneider, que também é vice-presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

O diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Edimilson Alves, ressaltou os impactos fiscais do contrabando. “O governo federal perdeu mais de R$ 100 bilhões em arrecadação de impostos nos últimos 10 anos com o cigarro contrabandeado. Esta união precisa continuar e ser ampliada para justamente combater esta situação”, expressou Alves.

Projeto de Lei sobre relevância do tabaco

Durante a audiência, o deputado estadual Marcus Vinícius (PP) apresentou a minuta de um Projeto de Lei que reconhece o tabaco como atividade de relevante interesse econômico, social e cultural nos municípios. A proposta prevê que a cultura seja considerada estratégica no planejamento público e garanta políticas de crédito, assistência técnica e valorização das famílias produtoras. O texto também propõe incentivo à formação de parcerias com cooperativas, sindicatos, associações e instituições de pesquisa.

Presenças no encontro

O evento contou com a participação dos deputados estaduais Marcus Vinícius e Airton Artus (RS) e Anibelli Neto (PR), e dos deputados federais Alceu Moreira, Heitor Schuch, Rafael Pezenti, Sérgio Souza, Covatti Filho, Lucas Redecker e Afonso Hamm. Também estiveram presentes prefeitos, vereadores, lideranças rurais e representantes de entidades do setor.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2025 0 Comentários 323 Visualizações
Variedades

Tabaco gera renda até 700% maior por hectare em comparação com soja e milho

Por Jonathan da Silva 02/07/2025
Por Jonathan da Silva

A produção de tabaco continua sendo uma das atividades agrícolas de maior retorno econômico por hectare na região sul do Brasil, especialmente nas pequenas propriedades familiares. De acordo com levantamento da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), com base em dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o rendimento médio por hectare de tabaco chega a R$ 45.989,85 — valor até 700% superior ao registrado na soja (R$ 5.755,88) e 556,3% maior que o obtido com o milho (R$ 7.008,80).

Para alcançar o mesmo nível de renda de um hectare de tabaco, um produtor precisaria cultivar 7,99 hectares de soja ou 6,56 hectares de milho. A diferença na rentabilidade, segundo a Afubra, tem possibilitado a adoção de tecnologias no campo, a diversificação das culturas e investimentos em melhorias nas propriedades rurais.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, destacou a relevância da cultura para a economia das pequenas propriedades. “É por meio do tabaco que os produtores garantem renda para manter suas famílias com dignidade e conseguem permanecer na atividade agrícola mesmo com pequenas áreas de terra”, afirmou Thesing.

Dados de área e produção

Ainda segundo a Afubra, a cultura do tabaco ocupa atualmente cerca de 310 mil hectares nos estados do sul, com produção superior a 696 mil toneladas, gerando R$ 14,3 bilhões em renda para os produtores. Em comparação, a soja ocupa 13.535.700 hectares na mesma região, com produção de 38.954.900 toneladas e renda total de R$ 77,9 bilhões. Já o milho é cultivado em 3.988.600 hectares, com produção de 27.955.300 toneladas e faturamento de R$ 27,9 bilhões.

O que é o SindiTabaco

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) foi fundado em 24 de junho de 1947 e tem sede em Santa Cruz do Sul (RS), no Vale do Rio Pardo. A entidade representa 14 empresas associadas e atua principalmente na Região Sul, que concentra 94% da produção nacional de tabaco, envolvendo cerca de 626 mil pessoas no meio rural em 509 municípios. Mais informações estão disponíveis em sinditabaco.com.br.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2025 0 Comentários 431 Visualizações
Política

Projeto de lei reconhece fumicultura como atividade de interesse econômico no RS

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) receberá na próxima segunda-feira, 2 de junho, a apresentação do Projeto de Lei 177/2025, que reconhece a fumicultura como atividade de relevante interesse social, econômico e cultural no estado. A proposta, de autoria do deputado estadual Marcus Vinícius (PP), leva o nome de “Lei Harry Antonio Werner”, em homenagem ao fundador e primeiro presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

O ato simbólico de apresentação ocorrerá na Sala Maurício Cardoso, com a presença da diretoria da Afubra, de familiares de Harry Antonio Werner e de autoridades. O projeto estabelece que a fumicultura deve ser considerada uma atividade agrícola, abrangendo desde a produção de mudas até a exportação, e reconhecida como estratégica para o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul.

Homenagem à trajetória de Harry Antonio Werner

De acordo com o presidente da Afubra, Marcilio Drescher, dar o nome do fundador da entidade à lei é motivo de alegria. “Harry foi um visionário que, há 70 anos, idealizou uma entidade que busca a valorização e defesa do fumicultor. E a Afubra vem cumprindo com o estabelecido pelos fundadores e com seu compromisso com os associados. O fumicultor é integrante importante da cadeia produtiva do tabaco, que é uma atividade legal e de grande importância para o Brasil”, afirmou Drescher.

O ex-presidente da Afubra, Benício Albano Werner, filho de Harry, destacou a importância do reconhecimento. “Para nós, familiares, está sendo uma alegria essa homenagem, pois é mais um reconhecimento pela trajetória que o pai desenvolveu em defesa dos produtores de tabaco”, comentou Werner Filho.

Principais pontos do projeto

Entre as proposições do Projeto de Lei 177/2025 estão:

  • Declarar a fumicultura como atividade de relevante interesse social, econômico e cultural no Rio Grande do Sul, denominada “Lei Harry Antonio Werner”;
  • Reconhecer a fumicultura como atividade agrícola, compreendendo etapas como produção de mudas, plantio, manejo, colheita, cura das folhas, beneficiamento, industrialização, comercialização e exportação;
  • Determinar que a atividade deve ser considerada estratégica para o desenvolvimento regional, a geração de emprego e renda, e a dinamização das economias locais, especialmente em pequenas propriedades rurais;
  • Estabelecer que os órgãos da administração pública estadual devem incluir a fumicultura nos instrumentos de planejamento e execução de políticas públicas voltadas ao setor primário, com foco na valorização da agricultura familiar, do cooperativismo e do associativismo rural;
  • Permitir que a atividade seja contemplada por políticas públicas estaduais;
  • Fomentar a cadeia produtiva do tabaco por meio de programas de incentivo à inovação tecnológica, valorização dos mercados interno e externo, estímulo à organização cooperativa e associativa, acesso à infraestrutura e recursos financeiros, além de promover capacitação dos produtores em boas práticas agrícolas e gestão eficiente;
  • Autorizar a administração pública a celebrar convênios e acordos de cooperação técnica e institucional com entidades representativas, sindicais, associativas e organismos não governamentais nacionais e internacionais ligados ao setor.

Quem foi Harry Antonio Werner

Harry Antonio Werner nasceu em 28 de janeiro de 1924, na localidade de Linha Formosa, que na época pertencia a Santa Cruz do Sul e atualmente faz parte do município de Vale do Sol. Era filho de Albano Werner e Rosalina Werner. Casou-se em 7 de setembro de 1945 com Helena Paulina Werner, com quem teve dez filhos.

Foi sócio fundador e primeiro presidente da Afubra, cargo que exerceu de 1955 a 1957, e depois em sucessivos mandatos até 1969, retornando à presidência entre 1975 e 1983. Também foi presidente do Conselho Deliberativo da entidade em 1987. No campo político, foi vereador em Santa Cruz do Sul entre 1960 e 1963, chegando a presidir a Câmara Municipal em 1963.

Werner faleceu em 9 de dezembro de 1988, aos 64 anos.

Foto: Afubra/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 332 Visualizações
Variedades

Câmara Setorial do tabaco cria grupo para discutir COP 11 com governo

Por Jonathan da Silva 11/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco oficializou, nesta quinta-feira (10), a criação de um grupo de trabalho para dialogar com o governo federal sobre a 11ª Conferência das Partes (COP 11), evento que será realizada em novembro deste, em Genebra, na Suíça. O encontro para a exposição da demanda aconteceu em Cachoeira, na Bahia, durante a 75ª reunião da Câmara. O objetivo, segundo a entidade, é garantir a participação ativa dos produtores de tabaco nas discussões sobre regulação do setor.

O deputado federal Rafael Pezenti (MDB) esteve presente e comentou seu projeto de lei que altera a composição da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq). “Atualmente, a Conicq tem 16 membros e nenhum deles defende efetivamente os produtores de tabaco. Buscamos assento para essa representação e queremos provocar essa discussão. Participei de uma COP, no Panamá, e foi uma humilhação, uma vergonha. Mesmo com a procuração do povo, como deputado federal, não pude acompanhar uma sessão bancada com o dinheiro público”, afirmou o parlamentar.

Safra 2024/2025

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, apresentou dados sobre a safra 2024/2025. Segundo o dirigente, 30% da safra já foi comercializada e a estimativa é de produção em torno de 700 mil toneladas. “Não se trata de uma super safra, mas sim de uma safra normal, que considera a recuperação da produtividade perdida na safra anterior e o aumento previsto da área plantada, em torno de 10%”, comentou Drescher.

Comércio exterior

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, apresentou os resultados de exportação de 2024 e a expectativa para 2025. “Fechamos 2024 com um resultado extremamente satisfatório. Só não batemos o recorde em dólares por questões logísticas, mas o tabaco terminou o ano como o segundo produto na pauta de exportações do Rio Grande do Sul, atrás somente do complexo soja”, afirmou Thesing.

Segundo o dirigente da entidade, uma pesquisa da Deloitte estima que os embarques em 2025 devem crescer entre 10% e 15% em dólares e volume. Entre janeiro e março, o Brasil exportou 104 mil toneladas e US$ 744 milhões, -1,78% e +12,85% respectivamente, comparado a 2024. Os principais destinos foram China, Bélgica, Indonésia, Estados Unidos e Emirados Árabes.

Projetos e iniciativas no setor

Thesing também apresentou o Projeto Solo Protegido, parceria do SindiTabaco com a Embrapa. “O projeto terá duração de cinco anos e visa avanços na produção sustentável e ampliação das boas práticas agrícolas, bem como a mensuração do carbono no solo em áreas produtoras de tabaco”, informou o presidente. Além disso, o dirigente anunciou o programa “Tabaco é Agro – Diversificação das Propriedades”, para incentivar a diversificação da produção nas propriedades rurais.

Impactos da reforma tributária

O executivo da Abifumo, Edmilson Alves, abordou os impactos da reforma tributária no setor. “Estamos aguardando a questão da alíquota. Não cabe mais aumentar, isso dá margem ao contrabando e ao descaminho. Esperamos que o setor não seja ainda mais prejudicado, considerando o tamanho do mercado ilegal já existente”, salientou Alves.

Encerramento

O encontro foi finalizado com a apresentação de João Nicanildo Bastos dos Santos, do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, que discutiu sobre “Regeneração do Solo e Oportunidades de Créditos de Carbono como Mitigador de Riscos na Cadeia Produtiva do Tabaco”.

Próximos encontros

As próximas reuniões da Câmara Setorial estão previstas para 16 de julho, em Brasília, e 2 de setembro, durante a Expointer, em Esteio.

Foto: Banco de Imagens/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2025 0 Comentários 362 Visualizações
Variedades

Seminário sobre turismo rural na Expoagro Afubra reúne mais de 250 participantes

Por Jonathan da Silva 27/03/2025
Por Jonathan da Silva

A 15ª edição do Seminário Regional de Turismo Rural reuniu mais de 250 participantes na Expoagro Afubra, em Rio Pardo, na manhã desta quinta-feira (27). Promovido pela Associação de Turismo da Região do Vale do Rio Pardo (Aturvarp), o evento teve como objetivo o compartilhamento de experiências e informações entre empreendimentos rurais voltados ao turismo, contando com a participação de representantes de 38 municípios do Rio Grande do Sul.

O presidente da Aturvarp, Djalmar Ernani Marquardt, destacou que o seminário busca ampliar o conhecimento dos participantes sobre a atuação no turismo rural. “Para esta troca de informações e experiências, contamos com exemplos e conhecimento de regiões distintas. É uma grande oportunidade de aprendizado na prática do turismo rural”, afirmou Marquardt.

Um dos casos apresentados foi o da Associação de Turismo Rural de Santa Cruz do Sul. O presidente da entidade, Alexandre Guedes da Luz, do Sítio Thomas Ecke, ressaltou a importância de uma representação coletiva para fortalecer o setor. “A atuação no turismo rural impacta em vários desafios, exigências e formação. Isso tudo torna-se mais fácil quando desenvolvido de forma coletiva”, comentou Ecke.

Também foram apresentados os empreendimentos Sítio Pedagógico Paraíso, da proprietária Leila Stacke, e o Sítio Kajives, representado pelo casal José e Isabel Stoelben, ambos localizados em Rio Pardinho, interior de Santa Cruz do Sul.

Turismo rural em Novo Hamburgo

O mestre em turismo Deivid Schu apresentou o roteiro Caminhos de Lomba Grande, em Novo Hamburgo, que envolve dezenas de empreendimentos rurais na região. Segundo ele, a organização do setor modificou a realidade local e aumentou o fluxo de visitantes. “Hoje Novo Hamburgo recebe cerca de 4 mil visitantes por semana, e uma grande parte disso está ligada ao turismo rural”, afirmou Schu.

O especialista também ressaltou que o sucesso do turismo rural depende do engajamento coletivo. “O turismo promove uma sinergia nos ambientes onde ele está, mas depende da adesão e da participação coletiva para que alcance essa unidade”, completou Schu.

Apoio ao evento

O 15º Seminário Regional de Turismo Rural contou com o patrocínio do Serviço Nacional de Aprendizado Rural (Senar) e o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), da Emater/RS-Ascar, da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), do Sicredi Vale do Rio Pardo e da Secretaria Estadual de Turismo.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2025 0 Comentários 270 Visualizações
Variedades

Emater/RS-Ascar debate manejo da erva-mate na Expoagro Afubra 2025

Por Jonathan da Silva 27/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Espaço Casa da Emater na Expoagro Afubra 2025 recebe, de 25 a 28 de março, palestras e demonstrações sobre manejo e tratos culturais da erva-mate. A iniciativa tem como objetivo discutir práticas agrícolas inovadoras, técnicas de adubação química e orgânica e estratégias de controle biológico da broca da erva-mate.

O extensionista rural da Emater/RS-Ascar, Rudinei Pinheiro Medeiros, explicou que os visitantes podem conhecer diferentes formas de adubação e os períodos mais adequados para aplicação, visando à saúde e produtividade dos ervais. Também são abordadas a utilização de plantas de cobertura no inverno e no verão para auxiliar no manejo sustentável da cultura.

Outro tema em destaque é o impacto da broca da erva-mate e as estratégias de controle biológico para preservação dos ervais. Além disso, a importância do porongo para a cultura, sociedade e economia também está presente, com a participação de produtores demonstrando o processo de fabricação de cuias. “A cultura do porongo é também apresentada em áreas plantadas entre as linhas de ervais, permitindo que os agricultores conheçam essa nova cultura”, afirmou Medeiros.

Qualidade e segurança no trabalho

O evento também apresenta o programa de Qualidade e Valorização da Erva-Mate, desenvolvido pela Emater/RS-Ascar em parceria com o Governo do Estado. A iniciativa promove boas práticas agrícolas e de fabricação, destacando as melhores técnicas de colheita para garantir a renovação e produtividade dos ervais.

Além disso, são apresentados equipamentos de proteção individual (EPIs) e orientações sobre o manejo seguro das ferramentas utilizadas na colheita. O público também recebe informações sobre a importância da higiene e da qualidade da erva-mate para atender aos padrões exigidos pela indústria.

Foto: Mateus de Oliveira/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2025 0 Comentários 421 Visualizações
Variedades

Seminário discute eficiência energética e premia escola vencedora na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 27/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Seminário de Energias Renováveis – Tecnologias Emergentes para o Homem do Campo reuniu escolas na 23ª Expoagro Afubra, nesta quinta-feira (27), na Arena Energia Verde, em Rio Pardo. Durante o evento, que abordou a eficiência energética nas escolas, foram apresentados relatos de instituições vencedoras em edições anteriores e anunciada a campeã do Projeto Eficiência Energética na Escola 2024/25.

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora da Glória, de Sinimbu, foi a vencedora entre as doze participantes desta edição. A coordenadora pedagógica e professora de Matemática, Rosália Henn, destacou os desafios enfrentados durante o desenvolvimento do projeto. “Nós havíamos começado a trabalhar na elaboração quando fomos atingidos pela enchente, em maio do ano passado. Perdemos tudo. Ficamos 45 dias sem luz”, afirmou Rosália.

Apesar das dificuldades, a escola retomou as ações de incentivo à redução de energia elétrica nas salas de aula e junto às famílias. “Alguns moradores chegaram a ficar 60 dias sem energia elétrica, em nosso município, devido à tragédia climática. Se nós não nos conscientizarmos, isso tudo será ainda mais comum”, completou Rosália.

Experiências de edições anteriores

Antes do anúncio da campeã, o seminário trouxe depoimentos de escolas vencedoras de anos anteriores. Em 2021/22, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Francisco Frömming, de São Lourenço do Sul, conquistou o título. O vice-diretor e professor de Matemática, Gerson Scherdien Altenburg, explicou que as atividades foram conduzidas pelo Grupo Ambiental Natureza em Harmonia durante a pandemia. “Agora nós seguimos pensando em inovações para envolver outras turmas. Enquanto educadores e formadores de opinião, precisamos manter isso vivo em cada um”, comentou Gerson.

Já a Escola Municipal de Ensino Fundamental Martinho Lutero, também de São Lourenço do Sul, foi a vencedora da edição 2023/24. A coordenadora pedagógica Rosane Sell Rutz afirmou que a conquista reflete o potencial das escolas públicas. “Esperamos poder ser exemplo no setor da Educação e nas comunidades. Também agradecemos à Afubra por permitir que possamos manter viva a esperança no fazer diário”, salientou Rosane.

Sustentabilidade e conscientização

O coordenador pedagógico do projeto Verde é Vida, José Leon Macedo Fernandes, reforçou a importância do seminário para a promoção do desenvolvimento sustentável. “O trabalho não ficou só na teoria. Foi além e tem condições de ir ainda mais. Aqui a palavra-chave é ‘desafio’. Não se trata somente de uma competição, mas de superação”, destacou Fernandes.

O gerente do Departamento de Eficiência Energética da Afubra, Elieser do Prado Bastos, informou que mais de 3.500 alunos já foram impactados pelo projeto. “É a semente que fica. Por isso procuramos criar esse momento, dentro da Expoagro, para também falarmos sobre conscientização e empreendedorismo”, ressaltou Bastos.

A analista territorial do Sebrae/RS, Bruna Costa da Silva, destacou o papel da educação empreendedora e a importância do projeto Desafio Liga Jovem. “Empreender na escola é oportunizar vivências para que os estudantes possam se projetar no futuro”, ponderou Bruna.

Foto: Rodrigo Sales/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2025 0 Comentários 269 Visualizações
Projetos especiais

Programa Tabaco é Agro é lançado durante a Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 26/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) lançou o programa “Tabaco é Agro: Diversificação das Propriedades” nesta terça-feira (25), durante a Expoagro Afubra, em Rio Pardo. A iniciativa renova e amplia um conjunto de ações que, desde 1985, busca incentivar alternativas sustentáveis de renda para a agricultura familiar.

Segundo dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), na safra 2023/2024, o tabaco ocupou 20,5% da área média das propriedades rurais, cerca de 3 hectares, e gerou 56,3% da receita dos produtores, totalizando R$ 11,78 bilhões. A diversificação da produção resultou em uma receita de R$ 9,15 bilhões, com R$ 3,83 bilhões provenientes de culturas como milho, soja, batata-doce e hortaliças, e R$ 5,32 bilhões da criação de animais e produtos granjeiros.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, ressaltou a importância do tabaco para a economia das propriedades familiares. “O tabaco é, em muitos municípios, o alicerce da agricultura familiar, uma vez que utiliza uma pequena área com um retorno superior ao de outras culturas. Além disso, por conta da sazonalidade, permite ao produtor optar por uma segunda safra, inclusive na mesma área em que produz tabaco, fortalecendo o crescimento econômico sustentável, trazendo segurança alimentar e diversidade de renda para sua família”, afirmou Thesing.

Novas diretrizes e apoio técnico

O programa será conduzido pelo SindiTabaco com apoio de entidades governamentais e de representação dos produtores, além dos governos estaduais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. No campo, os produtores receberão orientações sobre os benefícios da diversificação para a sustentabilidade e produtividade das lavouras.

A assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana, destacou os benefícios ambientais da estratégia. “Além da oportunidade de uma segunda fonte de renda, quando o produtor investe na diversificação ele também reduz a proliferação de pragas, doenças e ervas daninhas na propriedade, garantindo um solo saudável para a próxima safra. No caso da criação de animais, o cultivo de grãos reduz custos para o produtor, seja pelo aproveitamento residual dos fertilizantes, seja pelo aproveitamento para o trato animal”, explicou Fernanda.

Trajetória

O programa “Tabaco é Agro: Diversificação das Propriedades” representa a evolução de uma política de incentivo à diversificação iniciada há quatro décadas:

  • 1985 – Lançamento do programa “Milho e Feijão” para incentivar o cultivo de grãos após a colheita do tabaco.
  • 2014 – O SindiTabaco assume a iniciativa, ampliando sua abrangência para todo o setor no Sul do Brasil.
  • 2017 – Inclusão de forrageiras para pastagem, alterando o nome para “Programa Milho, Feijão e Pastagens após a Colheita do Tabaco”.
  • 2025 – O programa passa a se chamar “Tabaco é Agro: Diversificação das Propriedades”, reforçando o papel da diversificação na sustentação das famílias produtoras.
Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2025 0 Comentários 337 Visualizações
Variedades

Corede/VRP realiza Fórum da Diversificação na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 26/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio Pardo (Corede/VRP) realizará, nesta quarta-feira, dia 26 de março, a 15ª edição do Fórum de Diversificação de Culturas e Atividades Rurais, durante a Expoagro Afubra 2025. O evento ocorrerá no auditório central do parque, em Rincão Del Rey, Rio Pardo, a partir das 13h, e abordará estratégias para minimizar os efeitos da estiagem, além de temas como irrigação, manejo e conservação do solo e funcionamento de estações meteorológicas.

O presidente do Corede/VRP, Heitor Álvaro Petry, explicou que o Fórum busca apresentar culturas e atividades complementares ao tabaco, além de novas tecnologias voltadas às propriedades rurais. “O evento tem como objetivo trazer e debater temas que possam agregar e apresentar novas tecnologias aos agricultores e demais envolvidos na cadeia produtiva rural”, afirmou Petry.

Desde 2009, o Fórum promove debates técnicos e a troca de experiências entre especialistas e produtores. Desde 2016, o evento é coordenado pelo Corede/VRP e, anualmente, define uma temática central. Neste ano, a resiliência climática foi escolhida devido às variações extremas no clima do Rio Grande do Sul, que têm causado perdas econômicas e danos ao solo.

Serão apresentadas orientações para o cuidado e recuperação do solo, além de informações sobre irrigação e as estações meteorológicas adquiridas com recursos da Consulta Popular. Essas estações fornecerão dados importantes para agricultores e demais interessados”, destacou Heitor Petry.

Programação

O evento começará às 13h, seguido da primeira palestra às 13h30min, com o engenheiro agrônomo Josemar Parise, extensionista rural e assistente técnico regional da Emater/RS de Soledade, que abordará estratégias para minimizar os efeitos da estiagem.

Em seguida, o engenheiro agrônomo Paulo Lipp João, chefe da Divisão Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e coordenador do Programa Estadual de Irrigação, apresentará o Programa Estadual de Irrigação com subvenção aos agricultores.

Às 13h40min, o produtor Charles Waechter, de Sinimbu, relatará sua experiência no manejo e conservação do solo em sua propriedade familiar, localizada em Rio Pequeno. Ele atua no cultivo de milho e tabaco, além de culturas de subsistência.

Às 14h, os professores da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) apresentarão os projetos eleitos na Consulta Popular 2025, voltados à conservação do solo e da água e à instalação de estações meteorológicas. A professora Priscila Pacheco Mariani, doutora em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), coordenadora do curso de Agronomia da Unisc, e o professor Rafael Sobroza Becker, doutor em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), serão os responsáveis pela apresentação.

O evento será encerrado com um espaço para perguntas e debate.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2025 0 Comentários 356 Visualizações
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