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Acist-SL

Variedades

Acist-SL comunica o falecimento de Silvino Geremia

Por Marina Klein Telles 22/02/2024
Por Marina Klein Telles

Com muito pesar, a Acist-SL comunica o falecimento de Silvino Geremia, sócio-fundador e presidente do Conselho Administrativo da Higra e que presidiu a Associação na gestão de 1988 a 1990. A despedida acontecerá nesta quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024.

O velório inicia às 8h e o Cerimonial às 17h, no Crematório e Cemitério Ecumênico Cristo Rei, em São Leopoldo/RS. Silvino Geremia deixa um legado focado no empreendedorismo, na inovação e no amplo olhar sobre a comunidade. Era considerado mais que um empresário de sucesso, como também um amigo, um parceiro e um incentivador inesquecível.

Foi o idealizador das bombas anfíbias e submeras Higra para a captação de fluidos em águas subterrâneas, cuja tecnologia 100% brasileira é utilizada nas três Américas, Ásia, Oceania e África. São mais de oito mil equipamentos HIGRA em todo mundo que captam água, para irrigação, processo industriais e drenagem de alagamentos urbanos.

Tornou-se nacionalmente conhecido quando, em 1996, publicou um artigo na Revista Exame dizendo-se um “Fora da Lei”, em forma de protesto pela multa por pagar a escola para seus funcionários.

Na Acist-SL, a gestão de Silvino Geremia ocorreu na época da abertura democrática, com forte atuação na defesa da livre iniciativa. Ele coordenou a abertura de um canal de comunicação com todos os partidos políticos para ouvir todas as propostas. Com a vinda da Trensurb para a cidade, Silvino Geremia comandou na Acist-SL a campanha para que o projeto fosse subterrâneo ou aéreo, para evitar a divisão como a que aconteceu entre Canoas, Esteio e Sapucaia.

Como o sistema de telefonia ainda era estatal, ele atuou para arrecadar recursos para comprar um terreno para a CRT e trazer uma central telefônica para o bairro Scharlau. Assim, as empresas localizadas na Zona Norte passaram a ter mais linhas de comunicação.

Sua gestão concluiu o projeto do seu antecessor para a construção de uma nova subestação de energia elétrica com recursos totais das empresas, que posteriormente foi doada à CEEE. Esta ação permitiu a conclusão do Distrito Industrial do Bairro São Borja.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/02/2024 0 Comentários 489 Visualizações
Cidades

Acist-SL e poder público municipal têm reunião sobre andamento das revitalizações

Por Marina Klein Telles 14/02/2024
Por Marina Klein Telles

Na última quinta-feira, 8, dirigentes da Acist-SL estiveram reunidos com representantes da Prefeitura Municipal para tratar do andamento da revitalização da Rua Independência. O objetivo foi solicitar mais informações sobre o cronograma e o desenvolvimento da obra, uma vez que empreendedores locais estão sendo prejudicados,  explicou Daniel Klafke, presidente da Associação. “A comunicação da prefeitura com a sociedade pode ser aprimorada, apresentando todas as etapas da obra e suas respectivas ramificações”, ressaltou.

Ele esteve acompanhado pelo vice-presidente de Comércio, Daniel Egewarth, e pelos diretores Felipe Feldmann (Comércio), Madeleine Hilbk (Relações Governamentais) e Marco Aurélio Zang (Transportes). Também participaram da reunião Walter Seewald e Olinto Menegon, respectivamente presidente do Sindilojas São Leopoldo e da CDL-São Leopoldo).

Foram recebidos pelos secretários Nelson Spolaor (Gestão e Governo), Juliano Maciel (Desenvolvimento Econômico, Tecnológico e de Turismo) e Fernando Menezes (Orçamento Participativo) e pela equipe técnica que coordena a obra. Segundo Spolaor.

Felipe Feldmann questionou sobre a meta de conclusão da obra e sobre a abertura e fechamento das quadras. “O tempo previsto está maior e também houve encurtamento das calçadas, impedindo o deslocamento dos transeuntes no passeio público, inclusive de cadeirantes”, apontou.

Daniel Klafke ressaltou a necessidade de mais agilidade na comunicação do andamento do projeto, facilitando a compreensão das pessoas sobre o mesmo. Ele acrescenta que muitos consumidores estão desistindo de vir para o Centro, o que está causando a queda de vendas e de faturamento do comércio. “Nosso receio é com o fechamento de empresas e demissão de funcionários”.

Madeleine Hilbk apontou ainda que é necessário criar um projeto de compensação para os comerciantes da rua. “Os custos são muito altos e com a perda de movimento, muitos não sobreviverão ao tempo da obra”, lamenta.

Nelson Spolaor agradeceu pela oportunidade de explicar sobre os atrasos ocorridos inicialmente, e que está sendo avaliada a melhor forma de comunicação do andamento das obras junto à população.

Ficou esclarecido que não será cumprido o projeto inicial de revitalizar duas quadras por vez e sim várias consecutivamente. Esta proposta havia sido acertada pela prefeitura e as entidades na época do lançamento do projeto.

Segundo Spolaor, a conclusão está prevista para fevereiro de 2025 (16 meses), com expectativa de antecipar dezembro deste ano. Ele explicou que ao escavar a primeira quadra, houve rompimento de tubulações. Apesar das equipes técnicas acompanharem, a rua é muita antiga e não há documentação sobre o que realmente foi feito nela nestes anos todos. “Também estamos em contato com a Sulgás e as empresas de telefonia e lógica para que auxiliem neste processo”, comentou. Ele estima que a partir das próximas quadras – duas já estão em fase final – o trabalho será mais rápido.

Ele apontou que as obras das ruas transversais – com a Rua Brasil e Osvaldo Aranha também são importantes, porque têm relação com a Rua Independência. “Elas geram transtorno, mas são necessárias”

Sobre o encurtamento do passeio público, o projeto original teve que ser alterado devido às normas técnicas da RGE. “Tivemos inclusive que alterar a quadra da Câmara de Vereadores, que não estava prevista no projeto original”. explicou. Spolaor comentou que também haverá uma reunião com diversos órgãos públicos para avaliar a criação de um pacote de incentivos para os empreendimentos, de forma a compensar os prejuízos.

Daniel Klafke avaliou que o encontro foi importante para esclarecer os pontos de dúvidas apresentados pela associação, que continuará acompanhando o desenvolvimento das obras. A ACIST-SL integra o Comitê Popular de Acompanhamento da Obra de Revitalização da Rua Independência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2024 0 Comentários 545 Visualizações
Variedades

Acist-SL recebe novo comandante do 25º BPM

Por Marina Klein Telles 08/02/2024
Por Marina Klein Telles

Na última terça-feira, 6, o presidente da Acist-SL. Daniel Klafke e o diretor de Segurança Pública, Rogério Daniel da Silva, receberam o tenente-coronel Flori Chesani Jr, que no início de fevereiro assumiu o comando do 25º Batalhão de Polícia Militar de São Leopoldo. Ele esteve acompanhado pelo subcomandante, major Juliano Antônio Giboski. Também participaram do encontro Wagner de Lima Machado, presidente da Assemplife; Walter Seewald, presidente do Sindilojas São Leopoldo e José Derdi, vice-presidente da CDL São Leopoldo.

Chesani substitui o também tenente-coronel, Alexsandro do Nascimento Goi, que estava à frente do 25º BPM desde fevereiro de 2022 e que agora comanda o 24º BPM de Alvorada. Antes de ser transferido para o Vale do Sinos, Chesani Júnior atuava como subcomandante do 12º BPM, de Caxias do Sul. Esta será sua primeira experiência fora da Serra gaúcha.

Daniel Klafke agradeceu a presença do novo comandante, reiterando que a Associação está de portas abertas para contribuir nas demandas do Batalhão, assim como vem ocorrendo há muitos anos. Flori Chesani ressaltou que a integração com as entidades locais será uma das prioridades da sua gestão e a visita à Acist-SL corrobora este projeto. “Já observei que as associações colocam São Leopoldo em um patamar muito elevado, pois representam a força produtiva da cidade, que gera empregos e renda”, assinalou. Klafke também comentou que a entidade vem gestionando ações relativas ao conceito de Cidade Inteligente, onde os sistemas de Segurança Pública se unem para gerar mais segurança aos cidadãos a partir da tecnologia e da inovação. “Com certeza seremos parceiros para realizar esta integração”, disse Chesani.

Rogério Daniel da Silva, que também é presidente do Consepro, reiterou que a Acist-SL tem colaborado ativamente para o aparelhamento dos órgãos de Segurança Pública, a exemplo da campanha para os empresários aderirem ao PISEG (Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública) e que rendeu a entrega de veículos tanto para a Brigada Militar como para a Polícia Civil. O apoio à transferência do Batalhão para a sua sede atual também contou com a adesão da Associação.

Ele também reiterou o convite para que o novo comandante participe da apresentação do Boletim Trimestral Socioeconômico que acontecerá no dia 23 de fevereiro, quando serão mostrados os dados mais recentes sobre a Segurança Pública de São Leopoldo.

Desde outubro de 2023, a sede do 25º BPM está localizada no antigo complexo de prédios do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), na Avenida Theodomiro Porto da Fonseca, 706, no Centro. Dentre os desafios em relação ao novo endereço, estão a busca por recursos financeiros para as melhorias necessárias e também ao estímulo de pertencimento junto à comunidade. “A sede do Batalhão mudou muitas vezes e muitas pessoas nem sabem onde a BM está. Vamos atuar para que esta percepção mude e que a comunidade saiba onde está a casa da Brigada”, apontou.

Feitoria

Entre as mudanças que deverão ser feitas na estrutura do 25º BPM pelo novo comandante está a transferência da Companhia da Feitoria para a sede do Batalhão, no Centro. O presidente da Assemplife, Wagner de Lima Machado, externou a preocupação com esta mudança, uma vez que a segurança do bairro melhorou muito com a presença da Brigada. Chesani explicou que haverá uma base da BM no local que garantirá o pronto atendimento aos moradores.

A unificação de endereço tem o objetivo de integrar mais os policiais. Na sede, após todas as reformas, o quartel terá auditório com capacidade para 350 pessoas, salas de reuniões e de instrução, academia, linha de tiro, refeitório e alojamentos.

Chesani comentou que é natural de Cruz Alta, tem 45 anos e  27 anos de atuação na Brigada Militar. Formado pela Universidade de Caxias do Sul, é mestre em Direito. Participou de diversas especializações e cursos, dentre eles o de polícia comunitária, feito em 2015 em Tóquio, no Japão. Foi comandante de companhia, chefe de agência regional de inteligência e chefe da Assessoria de Recursos Humanos.

Foto: Elizabeth Renz/divulgação | Fonte: Assessoria
08/02/2024 0 Comentários 541 Visualizações
Cidades

Acist-SL se reúne com presidente da Câmara de Vereadores de São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 31/01/2024
Por Jonathan da Silva

O presidente da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Tecnologia de São Leopoldo (Acist-SL), Daniel Klafke, se reuniu com Iara Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Vereadores de São Leopoldo, para colocar a entidade à disposição do Legislativo Municipal para discutir e buscar soluções para valorizar o Município. O encontro foi nesta terça-feira (30) e o presidente esteve acompanhado da diretora de Relações Governamentais, Madeleine Hilbk, da diretora de Cultura e Turismo, Ingrid Marxen, e do diretor de Segurança Pública, Rogério Daniel da Silva.

Inovação

Dentre os temas tratados, Klafke destacou que São Leopoldo pode ampliar seu conceito de Cidade Inovadora, utilizando os princípios da Lei da Inovação (Lei 10.973), que estabelece condições para o fomento à pesquisa científica e tecnológica, à inovação e à transferência de tecnologia entre universidades, institutos de pesquisa e o setor produtivo. “Esta iniciativa não diz respeito somente a empresas de tecnologia e sim a todos os negócios, sejam antigos ou atuais, gerando um ecossistema de inovação”, comentou o presidente.

Klafke explicou para a vereadora que São Leopoldo pode aderir ao Sandbox Regulatório, um ambiente regulatório experimental em que o órgão regulador permite a uma ou mais empresas operar com regras diferentes das demais por um período de tempo determinado para possibilitar o teste de alguma inovação. “Essa exceção é criada para que as empresas testem inovações que não poderiam ser testadas sem a alteração das regras. Por exemplo, o desenvolvimento de algum aplicativo que auxilie a mobilidade urbana, dentre outros”, declarou o presidente. Por meio do Sandbox Regulatório, a empresa teria alguma isenção por tempo determinado para realizar os testes de aplicação.

Rua Independência

A revitalização da Rua Independência também recebeu destaque na reunião com a líder da Câmara de Vereadores. Daniel Klafke afirmou que o setor de comércio tem sido seriamente afetado pela obra e que medidas compensatórias devem ser tomadas, como redução tributária. “A queda do movimento irá gerar demissões e o fechamento de lojas”, enfatizou Klafke.

Madeleine Hilbk complementou que este é um momento para acolher o empresariado que está passando por muitas dificuldades e evitar a desocupação dos imóveis. Rogério Daniel da Silva acrescentou que é necessário ajudar todos os ocupantes da Rua Independência, não somente quadra a quadra. “O pacote de ajuda precisa ser amplo”, reforçou Klafke.

Ingrid Marxen, diretora de Cultura e Turismo, recordou que é necessário haver um calendário definido para a execução e conclusão da obra, tendo em vista que em seis meses será celebrado o Bicentenário da Imigração Alemã em São Leopoldo e que haverá um grande fluxo de pessoas transitando no centro da cidade.

Videomonitoramento em Ferro Velhos

O diretor de Segurança Pública da Acist-SL, Rogério Daniel da Silva, solicitou apoio para a elaboração e aprovação de uma lei que exija a instalação de sistemas de monitoramento eletrônico em atividades comerciais relacionadas ao desmanche de veículos, fundições, galpões de reciclagem e compra ou venda de sucata, peças novas e usadas de veículos automotores. A intenção é fortalecer o combate aos crimes de furto e receptação. “São Leopoldo tem elevados índices de furtos, sendo que grande parte deles é de fios e de peças de metal”, ressaltou o diretor. Em resposta, Iara Cardoso destacou que já existe um projeto de lei municipal, mas que o Executivo Municipal deve ser o proponente, por dever regulatório.

Relacionamento

Madeleine Hilbk, diretora de Relações Governamentais da Acist-SL, lamentou o fato de que a nova sede da Câmara de Vereadores não será mais no Bairro Rio do Sinos. De acordo com ela, esta iniciativa contribuiria para a revitalização do local, que abriga muita história e merece maior integração à cidade. Madeleine destacou também que a Associação está aberta para conversar com todos os vereadores da cidade. “Estamos avaliando retomar ações de integração, como o Café com Vereadores que fizemos em gestões anteriores. Seriam momentos para debatermos um assunto de relevância a cada edição, levando sugestões sobre sua execução”, afirmou a diretora.

Iara Cardoso também convidou a Acist-SL a ocupar a tribuna da Câmara de Vereadores, nas reuniões plenárias que acontecem mensalmente. “Será uma grande oportunidade para que possamos ouvir as demandas do setor produtivo”, sinalizou a presidente da Câmara de Vereadores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/01/2024 0 Comentários 490 Visualizações
Business

Acist-SL avalia o plano Nova Indústria Brasil

Por Marina Klein Telles 26/01/2024
Por Marina Klein Telles

O Governo Federal aprovou, na última segunda-feira (22), um plano de ações para estimular o desenvolvimento do setor industrial brasileiro. Chamado Nova Indústria Brasil (NIB), o programa envolve seis missões para estimular o desenvolvimento do país por meio de estímulos à inovação e à sustentabilidade em áreas estratégicas para investimento. As ações irão até 2033.

Para o vice-presidente de Indústria da Acist-SL, Carlos Reis, as ações apresentadas pelo governo federal são genéricas. “Para quem vive o dia a dia, as questões são bem mais complexas, pois vivemos num regime controlador, cheio de regras e exigências, muitas vezes ultrapassadas, que tornam oneroso o processo industrial”, aponta, exemplificando que as obrigações tributárias e fiscais representam um enorme custo e muitas vezes tornam-se um passivo para as empresas.

Outro ponto destacado pelo dirigente é a falta de mão de obra qualificada na base da pirâmide. “O sucateamento das escolas técnicas resultou na diminuição do interesse dos jovens pelos cursos profissionalizantes. Atualmente, há uma grande procura e interesse pelas áreas de tecnologia e marketing. Eu acredito, no entanto, que a indústria é algo extremamente necessário para que toda a cadeia seja impactada e rentável”, ressalta.

Muitos dos pontos apresentados pelo governo não são novidade, diz Reis. Ele observa que grande parte das indústrias tem dificuldade de romper as barreiras dos problemas cotidianos para então, virar a chave e mudar o rumo do próprio negócio. “O processo de desindustrialização no Brasil já está em curso há no mínimo duas ou três décadas Muitos pequenos negócios não conseguem sequer obter créditos e incentivos dado às dificuldades de acesso. É extremamente importante falarmos em atualização dos parques fabris para que a indústria 4.0 torne-se uma realidade, uma vez que grande parcela das empresas ainda não passou da 2.0”, pondera.

Soluções – Para que o plano governamental dê certo, na avaliação do vice-presidente de Indústria, é muito importante a participação das entidades. “Acredito que as entidades têm um papel importante na busca por soluções para parte destes problemas. Por meio da aproximação com outras entidades ou agentes públicos,  onde possamos propor mudanças, é possível fazer o exercício para pensar alternativas a curto, médio e longo prazo”.

Como exemplo da importância desta integração, Reis cita o caso recente da ponte construída em Nova Roma do Sul. A união entre a iniciativa privada e uma associação arrecadou recursos e executou a obra num tempo muito menor que o estimado pelo Estado, além do valor muito abaixo do orçamento previsto. “Penso que este caso deve servir como exemplo,  não para que os papéis se invertam, pois o papel do Estado segue sendo importantíssimo, mas para que, com a união dos esforços e a pluralidade de ideias, possamos encontrar soluções que impactam a toda a sociedade”, conclui.

Sobre o NIB

A nova política tem seis missões relacionadas à ampliação da autonomia, à transição ecológica e à modernização do parque industrial brasileiro. Entre os setores que receberão atenção estão a agroindústria, a saúde, a infraestrutura urbana, a tecnologia da informação, a bioeconomia e a defesa. A maior parte dos recursos, R$ 300 bilhões, virá de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

As metas estão agrupadas em seis missões, cada qual com seus objetivos. A primeira – cadeias agroindustriais – pretende garantir segurança alimentar e nutricional da população brasileira. A meta é chegar à próxima década com 70% dos estabelecimentos de agricultura familiar mecanizados. Atualmente, este percentual está em 18%, segundo o governo. Além disso, 95% dessas máquinas devem ser produzidas nacionalmente, o que envolverá a fabricação de equipamentos para agricultura de precisão, máquinas agrícolas para a grande produção, ampliação e otimização da capacidade produtiva da agricultura familiar “para a produção de alimentos saudáveis”, explicou o Planalto.

– aumentar para 50% participação da agroindústria no PIB agropecuário;
– alcançar 70% de mecanização na agricultura familiar;
– fornecer pelo menos 95% de máquinas e equipamentos nacionais para agricultura familiar.”

O segundo grupo de missões é o da área da saúde, e tem como meta ampliar de 42% para 70% a participação da produção no país, no âmbito das aquisições de medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos, entre outros. A expectativa é de o Sistema Único de Saúde (SUS) seja fortalecido.

O terceiro grupo de missões – bem-estar das pessoas nas cidades – envolve as áreas de infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis. Ele tem como metas reduzir em 20% o tempo de deslocamento das pessoas de casa para o trabalho. Atualmente esse tempo é, em média, de 4,8 horas semanais no país, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE. Além disso, pretende ampliar em 25 pontos percentuais a participação da produção brasileira na cadeia da indústria do transporte público sustentável. Atualmente, essa participação está em 59% da cadeia de ônibus elétricos, por exemplo.

– diminuir em 20% o tempo de deslocamento de casa para trabalho;
– aumentar em 25 pontos percentuais adensamento produtivo (diminuição da dependência de produtos importados) na cadeia de transporte público sustentável.

A transformação digital é o foco do quarto grupo de missões, e tem como meta tornar a indústria mais moderna e disruptiva. Atualmente, 23,5% das empresas industriais estão digitalizadas. A meta é ampliar para 90%, e triplicar a participação da produção nacional nos segmentos de novas tecnologias. Serão priorizados investimentos na indústria 4.0 [quarta revolução industrial, que abrange inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem] e no desenvolvimento de produtos digitais e na produção nacional de semicondutores, entre outros.

– digitalizar 90% das indústrias brasileiras;
– triplicar participação da produção nacional no segmento de novas tecnologias.

O quinto grupo de missões será focado na bioeconomia, descarbonização e transição e segurança energéticas. A meta é ampliar em 50% a participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes. Atualmente os combustíveis verdes representam 21,4% dessa matriz. O governo pretende reduzir em 30% a emissão de carbono da indústria nacional, que está em 107 milhões de toneladas de CO2 por trilhão de dólares produzido.

– cortar em 30% emissão de gás carbônico por valor adicionado do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria;
– elevar em 50% participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes;
– aumentar uso tecnológico e sustentável da biodiversidade pela indústria em 1% ao ano.

Já o sexto grupo de missões abrange a área da defesa. O plano pretende “alcançar a autonomia na produção de 50% das tecnologias críticas de maneira a fortalecer a soberania nacional”. Para tanto, priorizará “ações voltadas ao desenvolvimento de energia nuclear, sistemas de comunicação e sensoriamento, de propulsão e veículos autônomos e remotamente controlados”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2024 0 Comentários 611 Visualizações
Business

Gestão 2024/2025 da Acist-SL toma posse

Por Marina Klein Telles 18/01/2024
Por Marina Klein Telles

Na quarta-feira, 17, a Acist-SL reuniu associados, autoridades e imprensa, para a posse das diretorias Executiva e Ampliada, do Conselho Fiscal e dos coordenadores dos Núcleos do Programa Empreender; que integram a gestão da entidade no período de 2024 a 2025. A liderança será feita por Daniel Klafke, que recebeu o cargo de Felipe Feldmann.

A mesa solene foi composta por Daniel Klafke, Felipe Feldmann, Jaqueline Hoffler, diretora do Foro de São Leopoldo, Siegfried Koelln, presidente do conselho consultivo da Acist-SL, Juliano Maciel, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Turístico e Tecnológico Juliano Maciel e Rodrigo Souza da Costa, presidente da Federasul. “Agradeço muito a oportunidade e a confiança que foi depositada em mim. Espero trabalhar para uma gestão com a mesma qualidade dos meus antecessores, visando aumentar e agregar valor para os associados”, assinalou Klafke no seu discurso.

Ele destacou que entende que o associativismo e a cooperação entre as empresas constroem uma comunidade empresarial mais robusta, resiliente e com mais representatividade no mercado. “Eu acredito que um mercado livre é o único instrumento que gera inclusão social de maneira escalável e sustentável”.

A Tecnologia também foi apontada durante seu discurso. “As ações junto ao ambiente de inovação localizado junto ao Parque Tecnológico serão continuadas e ampliadas. Temos casos práticos da importância da aproximação promovida na gestão anterior entre empresas locais, que não conheciam o Parque e que agora estão executando projetos de desenvolvimento em parceria. Iremos estimular essa conexão ainda mais”.

Klafke destacou que 2024 é um ano de vários acontecimentos na cidade. Uma delas são as eleições municipais. “Por norma estatutária, a Acist-SL não pode ter posicionamento partidário, mas apoia posições que sustentam a liberdade econômica e a desburocratização e vai se manifestar quando estes valores forem atingidos”.

Os 200 da Imigração Alemã no Brasil também será pauta importante para a nova gestão da ACIST-SL. “Precisamos mostrar para as novas gerações a importância do legado destas 39 pessoas que ficaram alojadas aqui, tão perto de nós (no bairro Feitoria). Mostrar que seu exemplo de coragem, ousadia e trabalho duro são os mesmos requisitos para uma mentalidade empreendedora e para a geração de prosperidade”, declarou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2024 0 Comentários 572 Visualizações
Variedades

Eleita gestão para o biênio 2024-2025 da Acist-SL

Por Marina Klein Telles 15/12/2023
Por Marina Klein Telles

Em um ato solene, a chapa liderada pelo empresário Daniel Klafke foi eleita para a gestão 2024/2025 da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Tecnologia de São Leopoldo. O pleito aconteceu por aclamação na quarta-feira, 13, no auditório da Entidade. “Estou honrado com o convite feito pelo Felipe, primeiro para compor a sua gestão e agora, para a presidência desta entidade que representa tanto para São Leopoldo”, destacou. Klafke, que atuou como vice-presidente de Tecnologia. Ele apontou que serão muitos os desafios institucionais, como acompanhar as eleições municipais, os preparativos para as celebrações do Bicentenário da Imigração Alemã e as obras de revitalização no centro e nos bairros.

Em nível interno, ele adianta que os integrantes da diretoria serão convidados para uma atualização do Planejamento Estratégico, com o objetivo de focar ainda mais no objetivo principal da Associação, que é o fortalecimento das empresas associadas. “Uma associação é um organismo vivo, no qual as pessoas mudam, assim como o mercado e as demandas”, assinala.

O atual presidente, Felipe Feldmann, destacou o apoio que recebeu ao longo da sua gestão pela diretoria sempre atuante e presente nas mais diversas áreas e eventos. “Tivemos grande representatividade junto aos associados, demais entidades e poder público. Esta é uma tarefa contínua e podem contar comigo para continuar colaborando”, disse. Feldmann, que transmite o cargo em janeiro de 2024, passará a ser o presidente do Conselho Consultivo, formado pelos ex-presidentes, cargo hoje ocupado por Siegfried Koelln.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2023 0 Comentários 586 Visualizações
Business

Momento do Empreendedor: O choque de realidade da Reforma Tributária

Por Marina Klein Telles 08/12/2023
Por Marina Klein Telles

A simplificação do processo tributário, que viria por um único imposto – o IVA – caiu por terra, pois os cinco impostos atuais darão lugar a outros cinco. Se hoje as empresas têm que contribuir com PIS, Cofins e IPI (competência federal) e ICMS e ISS, de competências estadual e municipal, com a nova proposta passariam a pagar o Novo IBS – imposto a ser cobrado no local de consumo dos bens e serviços, com desconto do tributo pago em fases anteriores da produção; o Imposto dual – o IBS terá uma parcela gerida pela União e outra por estados e municípios; o Imposto seletivo – que será uma espécie de sobretaxa sobre produtos e serviços que prejudiquem a saúde ou o meio ambiente; a Alíquotas do IBS – haverá uma alíquota padrão e outra diferenciada para atender setores como o da saúde. Isso porque esses setores não têm muitas etapas, como a indústria.

“Minha mensagem é realista e por isso, tende a ser negativa para o futuro”. A frase é do vice-presidente Jurídico da Federasul, Milton Terra Machado, palestrante do Momento do Empreendedor promovido pela Acist-SL na quinta-feira, 7 de dezembro. Ele refere-se às mudanças propostas pela Reforma Tributária. “As promessas contidas no projeto inicial tendem a não se concretizar”, lamentou, explicando que os pilares que sustentam o projeto não acompanham as diretrizes para um modelo realmente eficiente.

Haverá também o regime de Exceções, pelo qual a Zona Franca de Manaus e o Simples manteriam as regras atuais. E alguns setores teriam regimes fiscais específicos: operações com bens imóveis, serviços financeiros, seguros, cooperativas, combustíveis e lubrificantes. Também haverá a Alíquota zero de CBS (Cesta básica nacional, medicamentos para doenças graves, serviços de ensino superior (Prouni) e a Alíquota zero de IBS e CBS, para pessoas físicas que desempenhem atividades agropecuárias, pesqueiras, florestais e extrativistas vegetais in natura. Já no caso de produtor rural pessoa física, a isenção de IBS e CBS vale para quem tem receita anual de até R$ 2 milhões.

A não cumulatividade plena – prevista na Reforma, pela qual seria garantido ao contribuinte o creditamento do tributo sobre todas as aquisições de bens, materiais ou imateriais, inclusive direitos, e serviços – não está garantida porque depende de leis complementares que ainda estão em discussão.

“Infelizmente, uma das grandes expectativas da Reforma Tributária, que seria acabar com a guerra fiscal entre Estados e Municípios, tende a piorar”, observa Machado, que também é especialista em Direito Tributário. A arrecadação do ICMS é uma das mais importantes para os Estados e, com a implementação da RT, a alíquota do imposto estará contida no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) , que também conterá as arrecadações do Imposto Sobre Serviços (ISS).

Diante desse cenário, ele explica que na intenção de manter suas arrecadações, alguns Estados, como o Rio Grande do Sul, buscam elevar suas alíquotas, o que vai gerar um grande impacto nas relações de consumo, pois eleva o valor das mercadorias e gera competição nos Estados. O Estado gaúcho, por exemplo, quer elevar para 19% a alíquota do ICMS. Atualmente, é de 17%. Os municípios, por sua vez, também poderão definir os seus próprios impostos. “São as alíquotas subnacionais, que podem acelerar as diferenças dos impostos que já existem entre as cidades”.

Machado sintetiza que o importante agora é a sociedade acompanhar as leis complementares. São elas quem vão definir as alíquotas. “Muitos estragos já estão feitos, como o aumento dos impostos para o amplo setor de serviços, que terá uma elevação brutal na sua estrutura de custos”, lamentou.

O presidente da Acist-SL, Felipe Feldmann, avaliou que este tema precisa ser amplamente debatido pela sociedade e convoca o setor produtivo a participar da manifestação em frente a Assembleia Legislativa no próximo dia 19, data da votação do Projeto de Lei em que o Governo Estadual propõe um o aumento do ICMS. “Este impacto será uma pá de cal no crescimento econômico do Estado”, disse.

Esta foi a última edição de 2023 do Momento do Empreendedor, que contou com o patrocínio da Sicredi Pioneira, Stihl, SKA, Unimed, Datwyler Brasil, Frontec e Sinodal. O apoio foi do Sebrae.

Foto: Diego da Rosa/divulgação | Fonte: Assessoria
08/12/2023 0 Comentários 562 Visualizações
Business

Atividade industrial de São Leopoldo reduziu 2% no último trimestre de 2023

Por Marina Klein Telles 04/12/2023
Por Marina Klein Telles

A redução das exportações, menor arrecadação municipal e a criação de poucas vagas de emprego fizeram com que o Nível de Atividade de São Leopoldo retraísse em 2% no terceiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2022. As informações fazem parte da 22ª edição do Boletim Socioeconômico Trimestral da ACIST-SL e foram divulgadas na sexta-feira, 1, na sede da Associação.

A apresentação foi feita pelo economista Marcos Lélis, que coordena o Núcleo de Excelência – Competitividade e Economia Internacional da Unisinos. Ele destacou que as crises geopolíticas na Europa e no Oriente Médio vêm se refletindo no desempenho dos embarques de todo o País e, em consequência, também em São Leopoldo, cuja matriz produtiva industrial exportadora é muito forte.

Conforme o levantamento, as exportações locais reduziram 12,8% no terceiro trimestre em comparação com o mesmo período de 2022. O faturamento total foi de US$ 124,5 milhões, contra os US$ 142,7 milhões. O embarque de máquinas não elétricas caiu 21,8%, enquanto o de motores de pistão caiu 56,4%. Ambos têm importante participação sobre o total do faturamento obtido com o mercado internacional: 25% e motores, 11,7%, respectivamente.

O desempenho das exportações de armas e munições, por outro lado, ficou positivo em 25% no terceiro trimestre deste ano. A participação sobre o total do faturamento é de 39,3%, o que demonstra a importância desta indústria para a arrecadação de São Leopoldo.

A geração de empregos, por sua vez, ficou positiva, mas muito abaixo da registrada no terceiro trimestre de 2022. Com um estoque de emprego estimado no município de 54.367 pessoas formalmente empregadas até setembro desde ano, a geração de empregos formais (saldo de admitidos menos desligados) no município foi de 50 vagas criadas no 3º trimestre de 2023. No mesmo período de 2022, foram 256 vagas.

Qualidade de vida – O Bloco Temático desta 22ª edição do BST foi a Percepção da Qualidade de Vida de São Leopoldo.

O conteúdo completo pode ser acessado aqui:

https://acistsl.com.br/boletim-socieconomico

O Boletim contou com o patrocínio da Sicredi Pioneira, Frontec, Talent Gestão e Treinamento e apoio do SEBRAE.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2023 0 Comentários 581 Visualizações
Esporte

Quarta edição do Pedal Seguro é transferido para 2024

Por Marina Klein Telles 17/11/2023
Por Marina Klein Telles

Devido à constante instabilidade do tempo, a quarta edição do Pedal Seguro foi transferida para o próximo ano. O evento estava agendado para este sábado, dia 18. O coordenador do Núcleo de Corretoras de Seguros, Marcony Malmacedo, ressaltou que a nova data será divulgada assim que possível. Ele lembra que a iniciativa, organizada pelo Núcleo com o apoio da ACIST-SL e SESC São Leopoldo, visa celebrar o Dia do Corretor de Seguros, bem como estimular a educação no trânsito e atividades ao ar livre.

Malmacedo explica que o Pedal Seguro é um circuito de ciclismo para todas as idades, e que tem o intuito de incentivar a prática de atividades físicas de uma forma prazerosa e saudável, unindo também a conscientização ambiental e a promoção do uso da bicicleta como meio de transporte alternativo, contribuindo para uma melhor qualidade de vida.

O evento conta com o patrocínio das empresas São Luiz Imobiliária, CCA Assessoria em Seguros, Equipe Center Funilaria e Pintura Automotiva, HDI Seguros, Miotto Centro Automotivo, NH Assessoria em Seguros, Porto e Unimed Vale do Sinos. O apoio é da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer.

Corretoras integrantes do Núcleo: Acionar Corretora de Seguros, Janice Borges Corretora de Seguros, KW Corretora de Seguros, Malmacedo Seguros, Máxima Seguros, SIC Corretora de Seguros, Univale Seguros, Valor Atual Seguros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/11/2023 0 Comentários 457 Visualizações
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