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ABPA

Business

ABPA & ApexBrasil promovem exportações na Gulfood

Por Ester Ellwanger 10/02/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoverá uma grande ação de imagem e promoção das exportações durante a Gulfood Dubai 2022, maior feira mundial voltada para o mercado de alimentos halal (que segue os preceitos islâmicos), prevista entre os dias 13 e 17 de fevereiro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Gestora das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork, a ABPA levará para o evento 20 agroindústrias produtoras e exportadoras do setor. São elas: Agro Araçá, Aurora Alimentos, Avenorte, Bello Alimentos, C. Vale, Coasul, Copacol, Granja Faria, Gtfoods, Jaguafrangos, Lar Agroindustrial, Netto, Pamplona, Pif Paf, Rivelli Alimentos, Somave, SSA, Vibra, Villa Germania e Zanchetta.

 

Degustação

Além de encontros de negócios com importadores de todo o mundo, a iniciativa liderada pela ABPA contará com uma degustação especial, com ingredientes brasileiros em omeletes e em pratos típicos da culinária árabe — como o shawarma.

E a ação na Gulfood 2022 terá novidade: além do tradicional shawarma de frango, haverá uma versão do prato à base de carne de pato — segmento nacional que participa, pela primeira vez, do espaço organizado pela ABPA em Dubai.

Atendendo aos protocolos estabelecidos para a realização de eventos em meio à pandemia, a promoção dos atributos dos produtos brasileiros será realizada por meio de arquivos digitalizados, apresentados aos visitantes por QRCode. São materiais eletrônicos que destacam diferenciais dos produtos brasileiros como qualidade, status sanitário e sustentabilidade, além dos contatos das empresas exportadoras.

“A Gulfood marca o início de um calendário de ações anuais voltadas para o reforço às parcerias e às exportações brasileiras. Embora focada no mercado halal, a feira é global e alcança clientes dos nossos setores em todo o mundo. Nesta edição, trabalharemos com um novo produto, a carne de pato, que reforçará a já consolidada participação das agroindústrias de aves e ovos em atributos que diferenciam o Brasil como líder mundial nas exportações avícolas”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2022 0 Comentários 663 Visualizações
Business

Exportações de carne suína aumentam 18,2% em janeiro

Por Ester Ellwanger 09/02/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 74,6 mil toneladas em janeiro, o que supera em 18,2% os embarques registrados no mesmo período de 2021, com 63,1 mil toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

As vendas internacionais do primeiro mês de 2022 geraram receita de US$ 160,7 milhões, saldo 9,7% superior ao total obtido em janeiro do ano anterior, com US$ 146,5 milhões.

“O bom ritmo dos embarques em janeiro ajudou a reduzir a pressão sobre os custos de produção, que têm impactado severamente a atividade, frente à soma de custos que seguem em alta este ano, como o milho, a soja, embalagens e outros itens. O setor está reforçando o trabalho institucional com campanhas e ações em feiras para ampliar ainda mais as vendas internacionais”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Entre os mercados importadores de carne suína, a China segue como principal destino, com 31,4 mil toneladas importadas em janeiro (-3,5%). Outros destaques são Filipinas, com 4,4 mil toneladas (+569,2%), Argentina, com 4,1 mil toneladas (+58,8%), Singapura, com 3,4 mil toneladas (+40,2%), Uruguai, com 3 mil toneladas (+4,1%), Japão, com 2,1 mil toneladas (+216,7%) e Rússia, com 1,6 mil toneladas (no caso do mercado russo, não há registros comparativos em relação a janeiro de 2021).

“O ano começou aquecido para as exportações de carne suína do Brasil, que aumentaram a sua presença em mercados estratégicos para o setor, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Há expectativa de incremento das vendas, também, para o Leste Europeu”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Neste primeiro mês de 2022, as exportações gaúchas de carne suína registraram queda em volume e receita, no comparativo com o mesmo período de 2021. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 15,69 mil toneladas em janeiro deste ano. Resultado 16,02% inferior ao registrado no ano anterior, quando foram exportadas 18,68 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior alcançou US$ 33,86 milhões, 26,92% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram negociados US$ 46,33 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2022 0 Comentários 571 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 19,7% em janeiro

Por Ester Ellwanger 08/02/2022
Por Ester Ellwanger

Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostra que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 349,1 mil toneladas, volume que supera em 19,7% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, com 291,6 mil toneladas.

O resultado das vendas de carne de frango no primeiro mês deste ano chegou a US$ 616,9 milhões, número 42% superior ao registrado em janeiro de 2021, com US$ 434,4 milhões.

Conforme avaliação do presidente da ABPA, Ricardo Santin, o mercado internacional de produtos avícolas têm enfrentado a forte pressão da alta dos custos dos insumos, o que é refletido nos preços mais elevados.

“A elevação dos preços da proteína é um fenômeno global. O preço médio das exportações brasileiras neste mês foi 18,6% superior, o que ajudou a diminuir a forte pressão gerada pelos custos do milho e da soja, além de outros insumos que encareceram no mercado brasileiro. O ponto positivo é que, mesmo diante do preço mais caro, a carne de frango brasileira segue fortemente demandada graças a atributos como a qualidade dos produtos e o fato do Brasil ser o único grande exportador livre de Influenza Aviária”, detalha Santin.

 

Principais mercados

A China, maior importadora da carne de frango do Brasil, incrementou suas compras em 4,6%, com 48,3 mil toneladas em janeiro. O grande destaque, entretanto, é o segundo principal importador, posto assumido pelos Emirados Árabes Unidos que, em janeiro, importou 42,8 mil toneladas, número 96,6% maior do que o registrado no primeiro mês do ano passado.

Outro mercado que aumentou as importações é a União Europeia 53,5%, com 18,1 mil toneladas. Também foram destaques as Filipinas, com 11,4 mil toneladas (+339,4%), Coreia do Sul, com 10 mil toneladas (+94%) e Rússia, com 9,2% (100%).

Carne de frango

“A questão sanitária também está ditando o comportamento do mercado internacional para o Brasil. Países da Europa, Ásia e África vem enfrentando focos da enfermidade e há uma situação crítica instalada, em especial, em nações da União Europeia. Neste quadro, o fato de nunca termos registrado Influenza Aviária no país tem sido um diferencial competitivo, reforçando a posição brasileira como porto seguro para a demanda mundial de carne de frango”, avalia Luís Rua, diretor de Mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

O Estado acompanhou a tendência nacional e registrou crescimento tanto em volume quanto em receita nas exportações de aves em janeiro de 2022.

Os embarques gaúchos alcançaram 51,59 mil toneladas, alta de 16,88% em relação ao volume exportado no mesmo período do ano anterior, que registrou 44,14 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações somou US$ 88,87 milhões. O número é 33,09% superior ao obtido no primeiro mês do ano passado, quando o resultado foi de US$ 66,77 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/02/2022 0 Comentários 554 Visualizações
Business

ABPA e ApexBrasil promovem proteína animal do Brasil em Moscou

Por Stephany Foscarini 01/02/2022
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) realizarão a partir de hoje uma ampla campanha de promoção da carne suína e da carne de frango do Brasil em Moscou (Rússia).

A campanha acontecerá durante todo o mês de fevereiro em outdoors, relógios de rua, pontos de ônibus, entre outros, instalados na área turística de Moscou, ao redor do Centro de Exposições e da famosa Praça Vermelha. Ao todo, são 69 pontos de publicidade na região central da cidade.

Realizada pela agência CAP Amazon e com a mensagem “Quality you can trust – a long—term partnership” (na tradução livre, “Qualidade que você pode confiar – uma parceria de longo prazo”), a ação acontecerá em paralelo a um período de forte presença brasileira na capital russa, com a participação na Prodexpo — feira de alimentos que acontecerá de 9 a 11 de fevereiro — e a missão presidencial do Brasil à Rússia.

O objetivo é fortalecer as marcas internacionais Brazilian Chicken e Brazilian Pork em um momento estratégico para o setor. Recentemente, a Rússia anunciou a liberação de uma cota de 100 mil toneladas para importação de carne suína e há expectativa de que os exportadores brasileiros enviem volumes expressivos para o mercado do Leste Europeu.

Ao mesmo tempo, os exportadores brasileiros também buscam expandir a participação da carne de frango no mercado russo, que já é um dos principais destinos da proteína animal do Brasil.

Hoje, a Rússia está entre os 10 maiores importadores da carne de frango do Brasil, com 105,9 mil toneladas embarcadas em 2021 (equivalente a 2,4% do total), uma receita de US$ 167,3 milhões no período. A Rússia também se destaca entre os destinos de carne suína, com 9,2 mil toneladas importadas no ano passado (equivalente a 0,8% do total), com receita de US$ 23,8 milhões.

“Será um momento oportuno para destacar a imagem internacional da carne de frango e da carne suína do Brasil. Vamos valorizar atributos e a parceria que construímos ao longo destes anos, reforçando nossa posição como parceiro estratégico pela segurança alimentar da nação do Leste Europeu”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/02/2022 0 Comentários 746 Visualizações
Variedades

Grupo de Prevenção à Peste Suína Africana expande atuação pelas Américas

Por Ester Ellwanger 13/01/2022
Por Ester Ellwanger

O grupo formado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) e outras 20 organizações nacionais de 18 países da América Latina para traçar estratégias de prevenção à Peste Suína Africana (PSA) ganhou esta semana um importante reforço: a National Pork Producers Council (NPPC), entidade representativa da suinocultura dos Estados Unidos, passou a integrar o comitê continental de crise.

Com o reforço da NPPC, o grupo deverá fortalecer a integração e o alinhamento dos trabalhos para a prevenção à entrada da enfermidade na área continental das Américas.

Atualmente, há registros de PSA no Haiti e na República Dominicana, localizados na Ilha de Hispaniola. Assim como o Brasil e outras nações do continente, os Estados Unidos vem apoiando os dois países no trabalho para a erradicação dos focos.

 

 

Com a adesão da NPPC, o grupo – antes Prevenção PPA Latam – passa a se chamar “Prevenção PPA América” em alusão à campanha de prevenção da Peste Porcina Africana (PSA em espanhol) em todo o continente americano.

“As recentes ocorrências da enfermidade em países da Europa, Ásia, África e da ilha de Hispaniola evidenciam a importância do trabalho de prevenção que já está em curso nos diversos países das Américas. A manutenção do status sanitário do continente é prioritária, e todas as organizações estão empenhadas neste propósito”, detalha Sulivan Alves, diretora técnica da ABPA, uma das idealizadoras do grupo.

A entrada da NPPC foi aprovada pelo grupo durante a segunda quinzena de dezembro. O comitê “Prevenção PPA América” tem discutido novas ações para a agenda estratégica para 2022, na prevenção à enfermidade.

Com isso, agora o grupo passou a contar com os seguintes países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguai, Perú, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

13/01/2022 0 Comentários 478 Visualizações
Business

Exportações de carne suína alcançam 1,13 milhão de toneladas em 2021

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram em 2021 com total de 1,13 milhão de toneladas. É o maior resultado já alcançado pelos exportadores brasileiros em um único ano e supera em 11% o volume exportado em 2020 (antigo recorde), com 1,02 milhão de toneladas.

A receita cambial das vendas de 2021 chegou a US$ 2,641 bilhões, resultado 16,4% maior que o alcançado em 2020, com US$ 2,270 bilhões.

Em dezembro, as exportações do setor totalizaram 89,7 mil toneladas, volume 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2020, com 83,6 mil toneladas. Em receita, a alta chega a 0,9%, com US$ 191,53 milhões no último mês do ano passado, contra US$ 189,88 milhões em 2020.

“As exportações foram um importante instrumento ao longo do ano de 2021 para minimizar os impactos da histórica alta dos custos de produção. A Ásia continua sendo a principal região compradora de nossa carne suína e deverá permanecer em 2022 como nosso principal parceiro. A Rússia também deverá ser novamente um importante parceiro para o Brasil neste ano que se inicia,” avalia Ricardo Santin, presidente da Abpa.

 

Principais mercados

Principal destino das exportações em 2021, as vendas de carne suína para a China totalizaram 533,7 mil toneladas, volume 3,9% maior que o realizado em 2020. Outros destaques foram Chile, com 61 mil toneladas (+39,2%), Vietnã, com 44,9 mil toneladas (+11,4%), Argentina, com 37,8 mil toneladas (+97,5%) e Filipinas, com 33,4 mil toneladas (+321,5%).

 

“O status sanitário privilegiado e a confiança dos quase 100 países para os quais exportamos carne suína em 2021 sugerem um 2022 com boas expectativas para as exportações do setor, ainda mais em um cenário em que diversos países concorrentes do Brasil no cenário internacional enfrentam problemas com a peste suína africana e com outros fatores de produção”, analisa Santin.

 

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne suína em 2021 seguiram a tendência nacional e superaram em 14,67% o volume exportado em 2020. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 299,66 mil toneladas nos doze meses do ano passado. No ano anterior, foram exportadas 261,32 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior em 2021 alcançou os US$ 713,55 milhões, 13,39% maior que o registrado em 2020, quando foram negociados US$ 629,29 milhões.

Em dezembro, o Rio Grande do Sul embarcou 22,14 mil toneladas. O desempenho foi 0,07% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 22,13 mil toneladas. A receita foi de US$ 47,52 milhões, 8,27% menor em relação aos US$ 51,81 milhões do último mês do ano anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 618 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 9% em 2021

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

As vendas de carne de frango para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 4,6 milhões de toneladas em 2021, maior volume já registrado pelo setor em um único ano, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Segundo o levantamento, o número superou em 9% o total exportado pelo Brasil em 2020, quando foram embarcadas 4,23 milhões de toneladas.

Em receita, houve elevação de 25,7%, com US$ 7,66 bilhões registrados ao longo dos 12 meses de 2021, contra US$ 6,09 bilhões em 2020.

Considerando apenas o mês de dezembro, as exportações de carne de frango totalizaram 411 mil toneladas, número 7,7% superior ao registrado no último mês de 2020, com 381,7 mil toneladas. Em receita, houve elevação de 29,9%, com US$ 718,9 milhões registrados em dezembro de 2021, contra US$ 533,3 milhões no ano anterior.

“O impulso das exportações foi essencial para reduzir os impactos causados pela elevação nos custos de produção, representada pela alta histórica do milho e da soja, principais insumos de produção da carne de frango. Apesar de uma uma leve redução nas importações, a China se mantém como o principal destino das exportações do setor e deve se manter no posto durante o próximo ano. Outros importantes parceiros comerciais como o Japão e os Emirados Árabes Unidos também devem se manter entre os maiores compradores”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Os mercados da Ásia, da África e da Europa mantiveram a alta das exportações brasileiras no ano passado.

Principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, a Ásia importou 1,64 milhão de toneladas nos 12 meses de 2021, resultado 0,5% superior ao registrado no mesmo período de 2020. A China continua como principal importador (com 14,3% do total) e importou 640 mil toneladas (-4,86%). Outros destaques da região foram Japão e Filipinas, que importaram, respectivamente, 448,9 mil toneladas (+9,35%) e 168 mil toneladas (+180%).

Já para a África foram destinadas 662,3 mil toneladas ao longo do ano, resultado 19,2% maior em relação a 2020. Um dos destaques foi a África do Sul, com 297 mil toneladas (+13,39%).

Para a União Europeia foram exportadas 193,2 mil toneladas em 2021, volume 13,23% superior ao realizado no mesmo período de 2020. Para os países Extra-UE foram embarcadas no ano passado 243 mil toneladas, número 20,5% maior em relação ao efetivado no mesmo período de 2020. A Rússia é o destaque da região, com 105,9 mil toneladas (+26,24%). Outro destaque foi o Reino Unido, que importou 92,7 mil toneladas (+14%).

Para o Oriente Médio foram exportadas 1,33 milhão de toneladas nos 12 meses de 2021, número 0,3% menor em relação ao mesmo período de 2020. Emirados Árabes, Arábia Saudita e o Iêmen importaram, respectivamente, 389,5 mil toneladas (+28,54%). 353,5 mil toneladas (-24,4%) e 111,9 mil toneladas (-0,5%).

Por fim, para os países da América foram embarcadas 394,4 mil toneladas em 2021, número 75,2% maior em relação ao efetivado no ano interior.

“Em um ano de retorno paulatino da atividade econômica em várias partes do mundo, o setor demonstrou ser um parceiro confiável para a segurança alimentar de vários países. Estar presente em mais de 140 mercados exige sempre o melhor das empresas do setor e para 2022 temos expectativas de continuar crescendo nossa participação no share mundial de exportações de carne de frango, ainda mais com os problemas sanitários que muitos de nossos competidores vêm enfrentando”, avalia Santin.

 

Rio Grande do Sul

Em 2021, o Estado registrou altas históricas de exportação de carne de frango, tanto em volume quanto em receita.

O saldo em dólares das exportações finalizou o ano em US$ 1,176 bilhões. O número é 27,78% superior ao obtido em 2020, quando o resultado foi de US$ 920,93 milhões. Já os embarques alcançaram 705,94 mil toneladas, alta de 4,04% em relação ao volume exportado no ano anterior, que foi de 678,53 mil toneladas.

Em dezembro, a receita dos embarques alcançou US$ 101,94 milhões, 18,43% a mais que o registrado no mesmo período de 2020, quando obteve US$ 86,08 milhões. O volume, porém, foi 0,85% inferior, passando de 60,60 mil toneladas no ano passado para 60,09 mil toneladas no último mês de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 985 Visualizações
Business

Exportações de ovos crescem 81,5% em 2021

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

As vendas de ovos para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 11,3 mil toneladas em 2021, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa). Segundo o levantamento, o número superou em 81,5% o total exportado pelo Brasil em 2020, quando foram embarcadas 6,2 mil toneladas.

Em receita, houve elevação de 80%, com US$ 18 milhões registrados ao longo dos 12 meses de 2021, contra US$ 10 milhões em 2020.

Considerando apenas o mês de dezembro, as exportações de ovos totalizaram 2,49 mil toneladas, número 72,8% superior ao registrado no último mês de 2020, com 1,44 mil toneladas. Em receita, houve elevação de 102,6%, com US$ 3,99 milhões registrados em dezembro de 2021, contra US$ 1,97 milhões no ano anterior.

Principais destinos

Os Emirados Árabes Unidos seguem como principal destino das exportações, com 4,406 mil toneladas exportadas entre janeiro e setembro, volume 367,7% maior em relação ao mesmo período do ano passado, com 942 toneladas. Em seguida estão Japão, com 649 toneladas (+185,8%) e Omã, com 271 toneladas.

“O setor de ovos tem intensificado sua participação no mercado internacional, ampliando estratégias de promoção internacional por meio da marca setorial Brazilian Egg. A principal aposta está nos Emirados Árabes Unidos, que é justamente onde há forte retomada das atividades. Ao mesmo tempo, o setor busca, com isto, reduzir os danosos impactos dos custos elevados de produção, que ainda penalizam toda a cadeia produtiva”, analisa Ricardo Santin, presidente da Abpa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2022 0 Comentários 741 Visualizações
Business

Network será foco do Aves & Suínos 360º – Summit 2022

Por Ester Ellwanger 20/12/2021
Por Ester Ellwanger

O evento Aves & Suínos 360º – Summit 2022, que será realizado nos dias 17 e 18 de fevereiro de 2022, no Hotel Pullman Vila Olímpia, em São Paulo, contará com um time de palestrantes que abordará temas como as novas tecnologias na produção e comercialização, visão de investimentos e perfil do consumidor com o objetivo de unir os mercados de avicultura e suinocultura por meio do network. A conferência será 100% presencial.

O primeiro dia de palestras terá temas focados em mercado, política e economia. A abertura da conferência será realizada pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa), Ricardo Santin. Na sequência, investidores e agro será assunto abordado pelo Equity Research da XP Investimentos, Leonardo Alencar. A temática principal deste painel será voltada para as expectativas do setor de aves e suínos para o próximo ano.


Após a palestra de Alencar, o professor sênior de Agronegócio no Insper e coordenador do Insper Agro Global, Marcos S. Jank, falará sobre “Agro Global 2022 – O que esperar do mercado nacional e internacional?”. O dia será finalizado com o consultor e membro do Comitê de Assessoria Externa da Embrapa, Alexandre Mendonça de Barros, que dará um panorama dos mercados de grãos, avicultura e suinocultura.

No dia 18, os painéis serão focados nos setores de aves, suínos e “Go to Market”. A programação conta com as temáticas Gestão de Risco & Viabilização”, com a diretora da KPMG Consultoria Giovana Araújo, “Recursos Humanos – Novo Olhar para dentro da Granja”, com a consultora e engenheira agrônoma, Kali Siminioni, “Mercado Consumidor/Impacto Tecnológico, com o executivo do setor, José Antonio Ribas Jr. Participa também deste dia, o diretor global da Cargill (Nutrição animal), Antônio Mário Penz Jr, que abordará o tema “Perspectiva dos Desafios de Sustentabilidade e Mudanças Climáticas”. Para fechar o último dia do evento, os palestrantes participarão de uma mesa redonda.

Inscrições

Quando: até 05 de janeiro (com desconto)
Onde: no site do evento

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/12/2021 0 Comentários 938 Visualizações
Business

Abpa comemora novas habilitações de plantas de carne suína para a Rússia

Por Ester Ellwanger 25/11/2021
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) comemorou o anúncio feito pelo Rosselkhoznadzor (órgão sanitário da Rússia) da habilitação de nove unidades exportadoras de carne suína para a Rússia, aumentando de quatro para treze o número de plantas habilitadas para o mercado.

O anúncio acontece dias após a missão a Moscou, liderada pela Ministra da Agricultura do Brasil, Tereza Cristina, e ao comunicado feito pelo governo russo sobre o estabelecimento de uma cota temporária de 100 mil toneladas de carne suína.
Pelas estimativas da Abpa, considerando o atual preço médio de importações para o mercado russo, a cota disponibilizada tem potencial de geração de exportações de mais US$ 200 milhões – considerando, entretanto, que a cota pode ser acessada por todas as nações habilitadas a abastecer o mercado russo.

De acordo com o presidente da Abpa, Ricardo Santin, a reabilitação das plantas é um reconhecimento ao trabalho de excelência em qualidade e sanidade aplicado pela suinocultura do Brasil.

“A Rússia vem incrementando a importação de carne suína do Brasil este ano. Enquanto em 2020 as exportações ficaram em apenas 100 toneladas nos 10 primeiros meses, em 2021 os embarques alcançaram até aqui 3,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 10,3 milhões. Com a expansão do número de plantas e a cota oportunizada pelo governo russo, esperamos um crescimento ainda mais expressivo nos próximos anos. Esta é mais uma ampliação de mercado que resultou diretamente do trabalho liderado pela Ministra Tereza Cristina e sua equipe”, avalia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/11/2021 0 Comentários 500 Visualizações
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