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Business

Abicalçados se reúne com governos do Ceará e da Bahia

Por Jonathan da Silva 24/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) se reuniu com empresários e os governos estaduais do Ceará e da Bahia, respectivamente, nos dias 18 e 19 de junho. Os encontros ocorreram nas sedes dos poderes executivos destes estados e tiveram como objetivo apresentar as principais demandas do setor para as duas unidades federativas, que estão entre os maiores produtores, empregadores e exportadores da indústria calçadista do Brasil.

Com o emprego direto de mais de 288 mil pessoas em cerca de 600 cidades brasileiras, a indústria calçadista brasileira é a maior do ocidente, com uma produção estimada em mais de 865 milhões de pares. No entanto, de acordo com a Abicalçados, o setor vem perdendo competitividade em função dos custos produtivos acumulados no chamado “Custo Brasil” e da concorrência dos players asiáticos. “Já fomos o terceiro maior produtor de calçados do mundo, hoje estamos na quinta posição. E, quando falamos de exportações, estamos perdendo ainda mais espaço em função dos nossos grandes custos produtivos”, pontua o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que há cerca de duas décadas, 35% da produção nacional era exportada e hoje apenas 14% dessa mesma produção é destinada ao mercado internacional.

Concorrência considerada desleal

No mercado interno, para Ferreira, o problema tem sido o que ele define como crescente “Custo Brasil”, estimado em mais de R$ 1,7 trilhão por ano, além da “invasão” de calçados asiáticos no varejo. Os países da Ásia, segundo o dirigente, são países com baixa ratificação das convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), tratados internacionais que definem padrões e pisos mínimos a serem observados e cumpridos por todos os países que os ratificam. “Os três maiores players asiáticos, China, Vietnã e Indonésia, por exemplo, não ratificaram convenções importantes relacionadas a jornadas de trabalho, salários ou políticas sociais. Então, é uma concorrência desleal não somente com a indústria brasileira, mas com todas as melhores práticas de ESG”, avalia Ferreira.

Pleitos

Entre os pleitos levados aos governos cearense e baiano, o presidente-executivo da Abicalçados lista a necessidade de manutenção e ampliação do direito antidumping aplicado contra o calçado chinês, hoje em US$ 10,22 por par. “Porém, mesmo com a aplicação, três grandes grupos chineses, que respondem por quase metade dos calçados chineses que entram no Brasil, ficaram isentos. Ou seja, continuam exportando produtos com dumping – preços abaixo dos praticados no mercado – para o Brasil sem qualquer sobretaxa”, salienta Ferreira. O dirigente também lista a importância da manutenção da tarifa de importação de 35%, a inclusão do Vietnã e Indonésia no direito antidumping, a maior taxação das plataformas internacionais de e-commerce em remessas de até US$ 50, entre outros pontos.

Força dos mercados

Com a maior produção de calçados do Brasil e a segunda maior exportação, em volume, o Ceará tem neste setor uma importante base da sua economia. Atualmente, a indústria calçadista cearense gera 64,7 mil empregos diretos e é a que mais emprega no âmbito da Indústria de Transformação no estado. Já a indústria de calçados na Bahia emprega, diretamente, 39,6 mil pessoas, e é a quinta maior produtora do setor no Brasil, sendo a quarta principal exportadora, em volume.

Abicalçados e governo cearense se reuniram

Sensibilização

Em ambas as reuniões, Ferreira destacou a sensibilização dos poderes executivos, que colocaram suas bancadas nas câmaras estadual e federal à disposição para auxiliar nas pautas do setor calçadista brasileiro. “Foram encontros bastante produtivos, no sentido de que as equipes entenderam a importância do nosso setor no âmbito econômico e social brasileiro”, salientou o dirigente.

Na reunião com o governo do Ceará, participaram o governador do estado, Elmano de Freitas (PT), o senador Júlio Ventura (PDT), o presidente Ferreira e os empresários calçadistas Pedro Grendene (Vulcabras) e Vilson Hermes (Grupo Dass). Já na Bahia, estiveram presentes o governador Jerônimo Rodrigues (PT), os secretários estaduais Manoel Vitório (Fazenda), Angelo Almeida (Desenvolvimento Econômico) e Afonso Florence (Casa Civil), além de Ferreira e os empresários Grendene e Hermes.

Fotos: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2024 0 Comentários 447 Visualizações
Business

Expo Riva Schuh deve gerar US$ 19,8 milhões a marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com os negócios alinhavados durante a feira, a edição de verão da italiana Expo Riva Schuh deve gerar a comercialização de 1,3 milhão de pares de sapato e a geração de US$ 19,8 milhões para 49 marcas brasileiras presentes no evento, realizado de 15 a 18 de junho em Riva del Garda. Apenas durante a mostra, já foram comercializados 273,7 mil pares, que geraram mais de US$ 3,2 milhões para as empresas do setor calçadista brasileiro.

A participação do país na feira italiana foi promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

O Brasil, maior produtor de calçados do ocidente, foi destaque nesta edição por ter levado as tradicionais cores do país, verde, amarelo e azul, para todas as escadas do pavilhão da mostra. A coordenadora de negócios da Abicalçados, Paola Pontin, avalia que a indústria calçadista brasileira mostrou a sua diversidade, em tipo de produto e segmento, bem como no trabalho tanto com marca própria quanto em private label (com marca do cliente). “Por isso, conseguimos notar diferentes reações no que tange aos mercados já trabalhados, abertura de clientes e busca por novas oportunidades de negócios. Ainda assim, a maioria das empresas reportou resultados positivos”, pontua Paola.

Uma das empresas que fecharam pedidos de amostra e produção durante a feira foi a Calçados Bottero, de Parobé. “Nessa edição tivemos a manutenção de mercados com os quais já trabalhamos. Os compradores sabem que não podem errar e estão sendo certeiros nas compras de produtos. Durante os últimos quatro dias, atendemos compradores de diversos países, com destaque para Inglaterra, Bulgária, Taiwan, Polônia e Grécia”, afirma a gerente de exportações da Bottero, Paulina Klein. “Todo esse primeiro trabalho de distribuição é feito nesta feira”, explica Paulina.

A visitação da América do Sul na 101ª edição da feira também foi destacada pela gerente geral da Expo Riva Schuh, Gianpaola Pedretti. “Encerramos essa edição contentes com o retorno de ‘buyers’ da América Latina e da Europa, principalmente os alemães, considerando que o mercado europeu ainda sente dificuldades. O Brasil, mais uma vez, esteve presente com as melhores empresas do país expondo e representando as regiões produtoras de calçados e utilizando a feira como uma ferramenta útil de vendas, o que para nós é um sinal muito importante. Assim como o da presença de todas as empresas expositoras do Rio Grande do Sul”, pontua Gianpaola.

Nesta edição, participaram do evento com o apoio do Brazilian Footwear as marcas Actvitta, ADG Export, Ala, Andacco, Arezzo, Awana Group, Azaleia, Beira Rio, Bibi, Boaonda, BR Sport, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Copacabana, Democrata, Eléia, Grendha, GVD International, Hello Kitty, Itapuã, Jorge Bischoff, Klin, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Madeira Brasil, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, New Face, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Polo Go, Ramarim, Schutz, Stéphanie Classic, Valentina, Variettá, Werner, West Coast, WorldColors Brasil, Zatz e Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 484 Visualizações
Business

Agora na categoria diamante, Killing é recertificada no programa Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 18/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Killing S.A. Tintas e Adesivos recebeu a recertificação de Origem Sustentável, única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista, concedida em parceria pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A empresa gaúcha passou da categoria ouro para a diamante, nível mais alto da iniciativa. O reconhecimento foi entregue ao CEO Milton Killing na sexta-feira (14) pelo presidente e pela superintendente da Assintecal, Gerson Luis Berwanger e Silvana Dilly, e pelo presidente executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Antes mesmo de se falar em sustentabilidade, a Killing já era uma empresa comprometida com as ações sociais e ambientais. Nesses mais de 60 anos, aprimoramos essas práticas em uma evolução que deve ser contínua. Esse reconhecimento, com o Selo Origem Sustentável Diamante, demonstra que estamos no caminho certo”, afirma Milton Killing.

De acordo com Berwanger, ter uma empresa como a Killing entre as certificadas no nível máximo do Origem Sustentável é uma satisfação para a entidade. “A Killing, cada vez mais, se torna uma referência para a cadeia produtiva do calçado. Certamente, é uma empresa que ajuda a tornar o mundo mais sustentável”, avalia o presidente da Assintecal.

O Origem Sustentável segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como Senai, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Atualmente, mais de 90 empresas de calçados e componentes, que respondem por mais de 45% da produção nacional do setor, estão certificadas ou em processo de certificação.

Práticas sustentáveis

Entre as iniciativas da Killing estão ações ambientais como o uso de água e o cuidado com a geração de efluentes e a destinação de resíduos sólidos, além de adoção de energias renováveis e o monitoramento da qualidade do ar. Desde 2019, por exemplo, a Killing deixou de emitir o equivalente a 993 toneladas de dióxido de carbono. Em 2023, a empresa também distribuiu 350 mudas de árvores nativas para os colaboradores plantarem em suas casas.

O engajamento social também é destaque com ações como o já tradicional evento “Meio Frango Simplesmente Juntos”, que desde 2017 mobiliza colaboradores e comunidade, com preparo, venda e distribuição de kits de meio frango, salada e pão, com arrecadação totalmente destinada a entidades sociais da região de Novo Hamburgo. A Killing também promove, através de instituições, a doação de tintas para pintura de escolas, museus e outros espaços públicos; e prepara novas doações para este ano, para atender escolas e hospitais, das cidades atingidas pelas enchentes de maio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2024 0 Comentários 433 Visualizações
Business

Empresas calçadistas poderão manter créditos presumidos de ICMS fora do PIS/Cofins

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

A liminar que assegura que as empresas do setor calçadista terão o direito de excluir créditos presumidos de ICMS do recolhimento do PIS e Cofins foi deferida pelo poder judiciário. A decisão foi comunicada pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A medida pode gerar mais de R$ 100 milhões de economia para as empresas.

A coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, explica que, a partir de agora, empresas associadas à entidade poderão manter de fora da contribuição do PIS Cofins seus créditos presumidos de ICMS recebidos nos estados. “A depender do porte da empresa, a economia pode ultrapassar R$ 110 milhões por ano”, explica a especialista.

Essa é a segunda liminar em menos de um mês concedida por ação da Abicalçados em prol das empresas associadas. A primeira havia sido a exclusão dos créditos presumidos de ICMS da base de cálculo do IRPJ e CSLL. Ambos os Mandados de Segurança Coletivo exitosos foram patrocinados pela Biason Advocacia.

Mais informações sobre a medida e suas consequências podem ser obtidas pelo e-mail suely@abicalcados.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 399 Visualizações
Business

Indústria calçadista criou 7,7 mil vagas de emprego no primeiro quadrimestre

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista gerou 7,7 mil postos de trabalho durante o primeiro quadrimestre de 2024 de acordo com dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). 1,13 mil vagas foram criadas em abril. Com o resultado, o setor encerrou os quatro primeiros meses empregando diretamente 288,28 mil pessoas, número que representa 4,9% de redução em relação ao registro de abril de 2023.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que existe uma retomada em curso, principalmente em função da melhora das vendas no mercado doméstico. “Devemos encerrar o ano com crescimento entre 2,2% e 3,8% no consumo interno de calçados. Com isso, a atividade deve registrar incremento produtivo entre 0,9% e 2,2% em 2024. Tivemos bons resultados na feira BFShow, no final de maio, e estamos otimistas para as vendas na segunda parte do ano”, ressalta Ferreira.

De acordo com o dirigente, embora não tenha sido com a taxação esperada pelo setor, a retomada do imposto de importação para remessas de até US$ 50 do e-commerce internacional, em 20%, deve ajudar na produção nacional, refletindo também no nível de emprego. “Também temos a manutenção da desoneração da folha de pagamentos para 2024, o que foi uma conquista importante”, acrescenta o executivo.

Estados

De acordo com os dados, o maior empregador do setor calçadista no Brasil continua sendo o Rio Grande do Sul, que tem cerca de um terço da mão de obra da atividade no país. Nos primeiros quatro meses do ano, a indústria gaúcha de calçados gerou mais de 3 mil novos postos de trabalho, encerrando o período com 87,3 mil empregos diretos na atividade, o que representa 3,5% a menos do que no mesmo período do ano passado.

O segundo estado que mais emprega no setor também segue sendo o Ceará. Entre janeiro e abril, as fábricas cearenses de calçados perderam 434 postos, encerrando o mês quatro com 64,72 mil empregos diretos na atividade, 3,4% menos do que no mesmo período do ano passado.

O terceiro maior empregador da atividade no Brasil foi a Bahia, que nos primeiros quatro meses do ano perdeu 117 postos no setor. Com o resultado, as fábricas baianas encerraram abril com 39,62 mil empregos diretos, 9,1% menos do que no mesmo mês de 2023.

Com a criação de 2,82 mil empregos nos quatro primeiros meses do ano, São Paulo encerrou o período com 32,63 mil postos de trabalho na atividade, 5,2% menos do que no intervalo correspondente de 2023.

Rio Grande do Sul

Embora os resultados sejam positivos, Ferreira alerta que o mês de maio foi de “instabilidade” para a indústria gaúcha, que responde por 24% da produção nacional do setor. Durante todo o mês, o setor foi atingido pelas enchentes que assolaram o estado. Segundo o executivo, para mitigar o problema, a entidade está solicitando para que sejam liberados o quanto antes os créditos para as empresas atingidas, visando honrar seus compromissos com folha de pagamentos e fornecedores.

Os dados completos do estudo da Abicalçados podem ser conferidos no link.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 333 Visualizações
Business

Expo Riva Schuh gera boas expectativas para exportações no segundo semestre

Por Marina Klein Telles 10/06/2024
Por Marina Klein Telles

A Expo Riva Schuh, uma das maiores feiras de calçados do mundo, abre o calendário de mostras comerciais do segundo semestre. A participação brasileira no evento que acontece nos dias 15 a 18 de junho, está, mais uma vez, confirmada com o apoio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). No total, serão 49 marcas, que farão negócios com compradores dos principais players de mais de 100 países.

Segundo Paola Pontin, coordenadora de Negócios da Abicalçados, por ser a primeira mostra que apresenta as coleções de Primavera-Verão no exterior, a Expo Riva Schuh costuma balizar as expectativas para os demais eventos do calendário do Brazilian Footwear. “A edição de junho, especificamente, apresenta coleções que respondem por mais de 70% das vendas da indústria calçadista brasileira, por isso a expectativa é sempre bastante positiva”, projeta.

Marcas gaúchas

Outro destaque da participação nacional na Expo Riva Schuh é a presença de marcas gaúchas, muitas delas atingidas pelas enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em maio. Segundo Paola, das 49 marcas confirmadas, 37 são do Estado. “As empresas gaúchas, desde o princípio da catástrofe climática, vêm demonstrando grande resiliência. Na BFSHOW, ocorrida em maio, já fizeram ótimos negócios, e agora partem para mais uma empreitada importante em busca de manter a performance positiva e gerar negócios que garantirão empregos de milhares de pessoas ao longo de 2024”, avalia a coordenadora.

Estão confirmadas na feira, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Actvitta, ADG Export, Ala, Andacco, Arezzo, Awana Group, Azaleia, Beira Rio, Bibi, Boaonda, BR Sport, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Copacabana, Democrata, Eléia, Grendha, GVD International, Hello Kitty, Itapuã, Jorge Bischoff, Klin, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Madeira Brasil, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, New Face, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Polo Go, Ramarim, Schutz, Stéphanie Classic, Valentina, Variettá, Werner, West Coast, WorldColors Brasil, Zatz e Zaxy.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 300 Visualizações
Business

Aprovada taxação de 20% em importações abaixo de U$ 50

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de terça-feira (28), projeto que volta a tributar as remessas de até US$ 50 das plataformas internacionais de e-commerce. Para a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), embora o imposto de importação estabelecido, de 20%, ajude a estabelecer melhores condições de isonomia tributária com a indústria nacional, não resolve o problema da concorrência desleal no setor. O projeto, agora, vai para o Senado Federal e posteriormente para a sanção presidencial.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que a alíquota de 20% é fruto de acordo entre o Congresso Nacional e o executivo e é um “meio termo” entre o solicitado pela indústria nacional e a isenção total estabelecida pelo Governo Federal. “Alertamos, desde o princípio, que a alíquota zero para as plataformas internacionais de e-commerce estava exportando empregos brasileiros, principalmente para a Ásia, origem de grande parte das remessas enviadas ao Brasil. Não tem cabimento a indústria nacional pagar impostos em cascata e concorrer com importações que entram sem tributação federal”, comenta o dirigente. Segundo ele, a isenção das plataformas coloca em risco milhares de empregos gerados pela indústria calçadista brasileira diante de uma concorrência absolutamente desleal. “Mais do que isso, precisamos conscientizar a sociedade de que de nada adianta poder comprar nas plataformas sem impostos se não existe emprego”, acrescenta.

Ferreira destaca o esforço do Congresso Nacional, especialmente do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que entendeu a urgência de se retomar a taxação das compras internacionais realizadas via plataformas. “A indústria calçadista brasileira é produtiva, tem qualidade e sustentabilidade, mas precisa de condições mínimas para concorrer em par de igualdade com grandes players internacionais. A alíquota de 20%, neste contexto, resolve parte do problema”, conclui o executivo.

Entenda

Foi publicada no Diário Oficial da União do dia 30 de junho de 2023 a Portaria MF nº 612/2023, que alterou a Portaria MF nº 156/1999 para modificar as regras de tributação das compras internacionais realizadas por meio de empresas de comércio eletrônico. As novas regras entraram em vigor a partir do dia 1º de agosto de 2023. Uma das alterações foi a redução da alíquota do Imposto de Importação para 0% em compras on-line de até US$ 50, mesmo quando o remetente for pessoa jurídica. Após grande mobilização da indústria nacional diante do desequilíbrio concorrencial gerado, a retomada da taxação foi incluída no projeto de lei que cria o Mover (Programa Mobilidade Verde e Inovação), programa do Governo para a descarbonização do setor automotivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 437 Visualizações
Business

Exportações de calçados caem 26,7% no quadrimestre

Por Marina Klein Telles 15/05/2024
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que as exportações de calçados seguiram em declínio no mês de abril, quando foram embarcados 7,9 milhões de pares por US$ 90,7 milhões, quedas de 22,8% e 18,8%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2023. Já no acumulado do quadrimestre, as exportações somaram 35,6 milhões de pares e US$ 344 milhões, quedas tanto em pares (-26,7%) quanto em valores (-21,8%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a queda está dentro das estimativas da entidade e que o setor espera uma melhora ao longo do segundo semestre. “A economia internacional ainda está bastante instável, principalmente em países da América Latina, que são alguns dos nossos principais destinos. Ao longo da segunda parte do ano, devemos registrar uma melhora, pois iniciam as vendas das coleções de Verão, as mais rentáveis para a indústria nacional”, avalia o dirigente, ressaltando que a estimativa da Abicalçados é de que a exportação caia entre 6% e 9% em 2024, em volume.

O principal destino dos calçados brasileiros no exterior segue sendo os Estados Unidos. Nos quatro primeiros meses do ano, a indústria nacional embarcou para lá 3,47 milhões de pares, que geraram US$ 71,9 milhões, quedas de 9,7% em volume e de 4,3% em receita na relação com o mesmo ínterim de 2023. A boa notícia é de que o preço médio do produto embarcado para os Estados Unidos teve um aumento de 6% no período (para US$ 20,70) em relação ao ano passado, o que indica que a indústria está embarcando calçados com maior valor agregado para o varejo norte-americano.

Em grave crise  econômica, a Argentina segue sendo o segundo destino do calçado brasileiro no exterior. Entre janeiro e abril, foram embarcados para o país vizinho 3 milhões de pares por US$ 62 milhões, quedas de 39,2% e de 24,9%, respectivamente, ante o mesmo intervalo de 2023. A boa notícia, assim como aconteceu com o produto embarcado para os Estados Unidos, é o aumento do preço médio do calçado, de 23,5% (para US$ 20,52).

No terceiro posto entre os destinos do produto verde-amarelo no exterior aparece a Espanha. No período, os espanhóis importaram 5,55 milhões de pares brasileiros por US$ 14,2 milhões, quedas de 26,2% e 25,8%, respectivamente, ante o mesmo período de 2023.

Estados exportadores

O maior exportador de calçados do Brasil segue sendo o Rio Grande do Sul. No quadrimestre, as fábricas gaúchas embarcaram 11,1 milhões de pares, que geraram US$ 168,53 milhões, quedas tanto em volume (-16,2%) quanto em receita (-13,4%) em relação ao mesmo período de 2023.

O segundo exportador do País no quadrimestre foi o Ceará, de onde partiram 12 milhões de pares por US$ 77,25 milhões, quedas de 22,4% em volume e de 26,3% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

São Paulo fecha o ranking dos três primeiros exportadores de calçados do Brasil. Nos quatro primeiros meses do ano, as fábricas paulistas embarcaram 1,9 milhão de pares por US$ 30,37 milhões, quedas de 34,6% e 27,1%, respectivamente, ante o mesmo período de 2023.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 321 Visualizações
Business

Varejo latino-americano do calçado é um dos temas do Foro del Calzado

Por Marina Klein Telles 14/05/2024
Por Marina Klein Telles

Promovido, nesta edição, pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a 26ª edição do Foro Latinoamericano del Calzado trará como destaque a produção e o varejo de calçados na América Latina. Segunda maior região produtora de calçados no mundo, somando mais de 1,5 bilhão de pares produzidos por ano, a América Latina, além de centro produtor, é um importante centro de consumo de calçados. O tema será pauta central de palestras que serão realizadas no evento, dia 20 de maio, em São Paulo/SP.

Entre os destaques da programação de palestras estão os cases de algumas das maiores redes de varejo do Brasil, Colômbia e Peru. Juntos, os grupos somam mais de 280 lojas nos seus respectivos países. O Grupo Oscar, por exemplo, que conta com 180 lojas em todo o Brasil, será apresentado pelo seu diretor de Compras e Comercial, Naiche Van der Poel. Graduado em Economia e Mestre em Varejo, o executivo falará sobre a sua trajetória e também sobre a história e estratégia do grupo varejista.

Um dos maiores grupos de varejo colombiano, o grupo Mario Hernandez, que soma mais de 60 lojas no País, também será apresentado com palestra de seu diretor Lorenzo Hernández, filho do fundador da empresa, Mario Hernandez. Na oportunidade, o executivo falará sobre a história do tradicional grupo varejista, as oportunidades para o setor na Colômbia, ambiente de negócios no país vizinho, entre outros temas.

O terceiro case de varejo apresentado no Foro é do grupo Julia y Tornero, que tem 46 lojas no Chile. Na oportunidade, o gerente geral da empresa, Jorge Tornero, falará sobre o case do grupo e as oportunidades de crescimento em um mercado relevante para o calçado na América Latina.

Além dos cases de varejo internacional, palestras como “Oportunidades para o calçado na América Latina”, “Marcas fortes e o futuro do varejo”, Pesquisa de comportamento e moda do Inspiramais e “Now & Then – A realidade e as principais tendências da temporada 2024/25”, além de paineis e debates de lideranças das câmaras de calçados da América Latina fazem parte da programação (veja abaixo).

Evento

Iniciativa da Agrupación de Cámaras de Calzado de América Latina (ACCAL), o Foro, a cada ano, tem um país da região como anfitrião. A agrupação tem, entre seus membros, representantes de associações e câmaras de calçados da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, México, Nicarágua, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o objetivo do evento é promover a integração entre as entidades calçadistas da América Latina, proporcionando a troca de conhecimentos por meio de palestras com especialistas e compartilhamento de casos práticos da indústria e varejo de cada país. “A América Latina, como bloco, é a segunda maior produtora de calçados do mundo, perdendo apenas para a Ásia. É missão das entidades representativas dos países discutir meios de ampliar a competitividade do continente frente à ameaça da concorrência, por vezes desleal, de países asiáticos”, destaca o dirigente.

Ingressos limitados

O Foro é um evento com vagas limitadas e é voltado para empresários, profissionais de indústrias e lojistas de calçados, convidados, patrocinadores, autoridades governamentais e imprensa. Os ingressos estão disponíveis em lote reduzido a um investimento de R$ 350, sendo que associados da Abicalçados e lojistas convidados terão 50% de desconto mediante código promocional. Os ingressos podem ser adquiridos no link da plataforma Sympla.

O evento tem os patrocínios Ouro da Kisafix e Nofake, e patrocínio Prata do Banco do Brasil. A parceria oficial é da NürnbergMesse Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2024 0 Comentários 373 Visualizações
Business

Entidades e empresas lançam campanha para reconstruir a cadeia do setor no RS

Por Marina Klein Telles 13/05/2024
Por Marina Klein Telles

As entidades representativas da cadeia produtiva do calçado Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), em união com empresas do setor, lançaram a campanha Movimento Próximos Passos RS. O objetivo é reconstruir o ecossistema calçadista gaúcho, priorizando seu bem mais valioso: as pessoas.

Em manifesto conjunto, “o movimento destaca que a cadeia calçadista no Rio Grande do Sul não é apenas um setor econômico;  é o sustento de milhares de famílias, a base de seus sonhos e de seu futuro”. Com aproximadamente 3 mil empresas e cerca de 120 mil trabalhadores diretos, a cadeia produtiva tem papel social e econômico fundamental para o Estado. “Nos últimos dias estamos sendo testemunhas de uma tragédia sem precedentes no Rio Grande do Sul. Uma catástrofe climática que está deixando milhares de empresas e milhões de famílias devastadas. Perdemos não somente bens materiais, mas lares, documentos, recordações, amigos e familiares. Mas, em meio ao  caos e tristeza, surgiu uma força inigualável: a solidariedade do povo gaúcho e de todo Brasil, manifestada em atos voluntários e doações generosas para reconstruir vidas e renovar a esperança”, continua o manifesto.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o Movimento Próximos Passos RS é uma resposta à urgência de reconstrução da cadeia produtiva, que tem nas pessoas seu principal ativo. “Somos um setor intensivo em mão de obra. São milhares de pessoas que vivem da atividade. A reconstrução, primeiro da vida dessas pessoas, é o nosso principal objetivo com a campanha.  É a partir da dignidade e das condições de moradia das famílias que dependem da cadeia calçadista que teremos um setor inteiro restabelecido.”

Para Silvana Dilly, superintendente da Assintecal, a união das entidades e empresas que fazem parte do ecossistema do calçado será fundamental para a recuperação da atividade. “Um período de grave crise, com uma catástrofe climática como nunca vista no Rio Grande do Sul, exige medidas urgentes de auxílio. A resposta da união entre entidades e empresas não somente do Estado, mas de todo o Brasil, é igualmente histórica e irá ajudar milhares de pessoas envolvidas na produção do calçado”, diz.

Segundo o presidente-executivo do CICB, José Fernando Bello, a indústria está unida e comprometida pela recuperação do Rio Grande do Sul, com apoio às famílias atingidas, muitas das quais ligadas à produção de couro, que é uma força cultural e econômica tradicional do Estado. “As cheias impactaram a vida nesse território, mas, ao mesmo tempo, trouxeram à tona uma potência imensa de solidariedade e cooperação de empresas e pessoas. Iremos juntos superar esse desafio”, comenta o dirigente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 363 Visualizações
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