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abicalçados

Business

Abicalçados revisa previsão de crescimento do setor calçadista para até 3,2%

Por Jonathan da Silva 09/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) revisou sua previsão de crescimento para o setor calçadista em 2024, com projeções de aumento entre 1,9% e 3,2% na produção, que deve alcançar entre 882 milhões e 893 milhões de pares. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9), durante o evento on-line “Análise de Cenários”, conduzido pela coordenadora de Inteligência de Mercado da entidade, Priscila Linck, e pelo doutor em economia Marcos Lélis.

Durante o evento, Lélis traçou um panorama econômico global e nacional. O economista mencionou que, apesar da recuperação econômica nos Estados Unidos, Japão e Europa, um mercado importante para o calçado brasileiro, a Argentina, enfrentou uma queda de 1,7% no segundo trimestre de 2024.  “Tratando do PIB brasileiro, crescemos 3,3% no segundo trimestre, número acima do esperado. O resultado foi impactado pela associação entre os aumentos do consumo das famílias e dos investimentos”, ressaltou Lélis, acrescentando que a demanda interna tem crescido mais do que o PIB.

Priscila destacou o impacto da concorrência internacional, especialmente da China, no mercado de exportações brasileiro. Segundo ela, entre janeiro e setembro de 2024, as exportações de calçados do Brasil caíram 21% em número de pares. Para 2025, a projeção é de uma estabilização das exportações, com variação de -1,9% a 0,2%. “O Brasil vem perdendo participação para os asiáticos no mercado internacional, principalmente para Vietnã, Indonésia e China”, comentou a coordenadora.

No mercado interno, que absorve mais de 85% das vendas do setor, a produção de calçados cresceu 4,4% até agosto de 2024, recuperando os níveis pré-pandemia de 2019. Para 2025, a Abicalçados projeta um crescimento entre 1,1% e 1,9%, com a produção entre 897 milhões e 904 milhões de pares, sendo mais de 89% destinados ao mercado interno.

O evento “Análise de Cenários” também foi realizado presencialmente em polos calçadistas como Franca, Jaú e Birigui, em São Paulo, e contou com o patrocínio do grupo FCC e apoio da ApexBrasil, MDIC, Sindifranca, Sindicalçados Jaú e Sinbi.

Principais dados e projeções do Análise de Cenários

  • Produção de calçados em pares (consolidada): +4,4% de janeiro a agosto no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Exportações de calçados em pares (consolidada): -21% de janeiro a setembro no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Consumo aparente em pares (consolidado): +9,4% de janeiro a setembro no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Produção de calçados 2024 em pares (projeção): Entre +1,9% e +3,2% (882 milhões de pares e 893 milhões de pares);
  • Produção de calçados 2025 em pares (projeção): Entre +1,1% e +1,9% (897 milhões de pares e 904 milhões de pares);
  • Exportações de calçados 2024 em pares (projeção): Entre -19,2% e -14,5% (95,6 milhões de pares e 101,2 milhões de pares);
  • Exportações de calçados 2025 em pares (projeção): Entre -1,9% e +0,2% (96,5 milhões de pares e 98,6 milhões de pares).
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2024 0 Comentários 602 Visualizações
Variedades

Conexão Origem Sustentável debate práticas de ESG na cadeia do calçado

Por Jonathan da Silva 07/10/2024
Por Jonathan da Silva

A primeira edição do Conexão Origem Sustentável, evento organizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), será realizada no dia 15 de outubro no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara. O evento tem como objetivo debater práticas de ESG (ambiental, social e de governança) na cadeia produtiva do calçado, incorporando ações sustentáveis como reutilização de materiais e neutralização das emissões de carbono.

O gerente de Marketing e Estratégia da Abicalçados, Cristian Schlindwein, afirmou que o evento busca não apenas promover discussões relevantes para o setor, mas também adotar práticas sustentáveis na sua execução. “O Conexão Origem Sustentável assume o compromisso de ser referência em eventos com práticas sustentáveis, conduzindo de forma limpa e com o menor impacto possível”, declarou Schlindwein.

Uma das principais iniciativas do evento será a neutralização das emissões de carbono. Segundo o gerente, o mapeamento das emissões será realizado em parceria com a empresa Ecovalor, que fará o inventário das fontes de CO2 e adquirirá créditos de carbono certificados pela ONU para compensar o impacto ambiental. O diretor comercial da Ecovalor, Othavio Laube, explicou que as emissões estimadas para um evento desse porte variam entre 300 e 400 toneladas de CO2. “Realizamos o inventário em três escopos: emissão interna, levantando toda a geração de resíduos, energia elétrica utilizada e deslocamento dos participantes. Após esse levantamento, iremos adquirir créditos certificados pela ONU para neutralização completa das emissões”, comentou Laube.

Além da neutralização de carbono, o evento vai promover o reuso e reciclagem de materiais utilizados na organização. A separação de resíduos será incentivada entre os participantes para conscientizar sobre a importância da gestão de lixo. No campo dos negócios, o evento contará com uma exposição de materiais sustentáveis e inovadores, com curadoria da consultora do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Julia Webber. A exposição visa fomentar práticas eco-responsáveis no setor calçadista.

O evento também terá uma ação social com arrecadação de alimentos para a Horta Comunitária Joanna de Ângelis, que atende famílias carentes de Novo Hamburgo. O presidente da entidade, Gilmar Dalla Roza, destacou a importância da iniciativa, especialmente após as enchentes que afetaram a região em maio, quando a horta precisou utilizar grande parte de seus estoques para ajudar as famílias atingidas.

O Conexão Origem Sustentável oferecerá palestras sobre práticas ESG em diferentes setores econômicos. Os ingressos são gratuitos para empresas certificadas ou em processo de certificação pelo programa Origem Sustentável, com preços a partir de R$ 75 para outras empresas associadas e R$ 150 para o público geral.

Programação de palestras

  • 13h30min – Credenciamento
  • 14h – Abertura oficial
  • 14h10min – Palestra Panorama do ESG para o mercado e consumo, com Mosaiclab | Ricardo Duarte Contrera
  • 14h50min – Palestra Tramontina: Liderança e Ação para um futuro sustentável | Lizandra Rostellato Marin
  • 15h30min – Palestra Fruki: Compromisso sustentável | Fabíola Eggers e Elias Neto
  • 16h10min – Palestra Suzano: Sustentabilidade e cadeia de valor – desafios e oportunidades | Francisco Rollo
  • 16h50min – Palestra C&A: Agilidade, modernização no mercado e monitoramento da cadeia de fornecedores | Kelly M. Braz
  • 17h30min – Painel Sustentabilidade como Diferencial Competitivo | com empresas certificadas nível Diamante pelo Origem Sustentável: Grendene (Carlos André Carvalho), Box Print (Marco Schmitt), Cipatex (William Marcelo Nicolau), Ambiente Verde (Alberto Luiz Wanner) e S2 Holding (Thomas Simon).
  • 18h10min – Coquetel de networking
  • 20h – Encerramento do evento
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2024 0 Comentários 489 Visualizações
Variedades

Evento Conexão Origem Sustentável terá palestras de cases de ESG

Por Jonathan da Silva 01/10/2024
Por Jonathan da Silva

O evento Conexão Origem Sustentável, organizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), terá palestras de grandes empresas sobre práticas de ESG. O encontro ocorrerá no dia 15 de outubro, no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara.

Entre os cases confirmados estão Tramontina, Suzano, C&A, Fruki e Mosaiclab. O evento contará com cinco palestras, um painel sobre o programa Origem Sustentável, que certifica práticas ESG na cadeia produtiva do calçado, e um coquetel de networking. O sócio-fundador do Mosaiclab, Ricardo Contrera, conduzirá a palestra “Panorama do ESG para o mercado e consumo”, onde apresentará como marcas e o varejo estão se posicionando em relação ao tema e trará insights sobre o consumidor.

A gerente de Sustentabilidade da Tramontina, Lizandra Rostellato Marin, apresentará a palestra “Liderança e ação para um futuro sustentável”, discutindo a história da marca em relação à sustentabilidade. A palestra “Compromisso sustentável” será conduzida por Fabíola Eggers, da Fruki, e Elias Neto, da Ecovalor, e abordará os desafios enfrentados na jornada de sustentabilidade da empresa.

A Suzano será representada por Francisco Martins Rollo, que apresentará “Sustentabilidade e cadeia de valor – desafios e oportunidades”, compartilhando lições aprendidas em sua jornada de sustentabilidade. A palestra da C&A, “Agilidade, modernização no mercado e monitoramento da cadeia de fornecedores”, será conduzida por Kelly M. Braz, que abordará a importância da agilidade em práticas sustentáveis.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, afirmou que o evento foi criado para ser um “ponto de encontro” para discutir práticas ESG na cadeia produtiva do calçado. Os ingressos são gratuitos para empresas certificadas ou em processo de certificação pelo Origem Sustentável, enquanto empresas associadas pagam R$ 75 e o público geral R$ 150. Mais informações e ingressos estão disponíveis no site do evento.

Programação

  • 13h30min – Credenciamento
  • 14h – Abertura oficial
  • 14h10min – Palestra Panorama do ESG para o mercado e consumo, com Mosaiclab | Ricardo Duarte Contrera
  • 14h50min – Palestra Tramontina: Liderança e Ação para um futuro sustentável | Lizandra Rostellato Marin
  • 15h30min – Palestra Fruki: Compromisso sustentável | Fabíola Eggers e Elias Neto
  • 16h10min – Palestra Suzano: Sustentabilidade e cadeia de valor – desafios e oportunidades | Francisco Rollo
  • 16h50min – Palestra C&A: Agilidade, modernização no mercado e monitoramento da cadeia de fornecedores | Kelly M. Braz
  • 17h30min – Painel Sustentabilidade como Diferencial Competitivo | com empresas certificadas nível Diamante pelo Origem Sustentável: Grendene (Carlos André Carvalho), Box Print (Marco Schmitt), Cipatex (William Marcelo Nicolau), Ambiente Verde (Alberto Luiz Wanner) e S2 Holding (Thomas Simon).
  • 18h10min – Coquetel de networking
    20h – Encerramento do evento
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2024 0 Comentários 408 Visualizações
Business

Feiras nos EUA devem gerar US$ 3,9 milhões para calçadistas brasileiros

Por Jonathan da Silva 27/09/2024
Por Jonathan da Silva

As feiras Magic Las Vegas e Magic Nova Iorque, realizadas em agosto e setembro nos Estados Unidos, devem gerar mais de US$ 3,9 milhões em negócios para 11 marcas brasileiras de calçados. O valor inclui negócios realizados durante os eventos e acordos alinhavados que serão concretizados posteriormente. A participação das empresas brasileiras foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações do setor, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A responsável pelo departamento de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, comentou sobre a recuperação do mercado norte-americano após um início de ano fraco. “O fato foi refletido nos eventos, que geraram mais de 140 visitas de players do mercado dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e países da América Latina. No total, devem ser comercializados mais de 90 mil pares de calçados brasileiros”, afirmou Carla.

Os Estados Unidos, maior mercado consumidor de calçados do mundo em valores, continuam sendo o principal destino dos calçados brasileiros. Segundo dados da Abicalçados, entre janeiro e agosto de 2024, foram exportados cerca de 7 milhões de pares para o mercado norte-americano, um volume 5% menor do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

As marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participaram da Magic Las Vegas com o apoio do Brazilian Footwear. Na Magic Nova Iorque, o programa apoiou as marcas Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BRsport e Carrano.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2024 0 Comentários 327 Visualizações
Business

Abicalçados lança campanha contra pirataria no setor calçadista

Por Jonathan da Silva 24/09/2024
Por Jonathan da Silva

Diante do avanço da pirataria no setor calçadista, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) criou uma campanha de combate ao problema, denominada “Pirataria no Brasil, não! Calçado só original”. O dado mais recente do prejuízo estimado para a indústria e para o erário público causados pela pirataria é de 2022, quando o mercado ilegal causou ao Brasil um ônus de mais de R$ 453 bilhões conforme a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O valor do impacto causado pela ilegalidade supera, por exemplo, o PIB do estado de Santa Catarina. Do montante, a maior parte refere-se aos prejuízos diretos com os impostos que deixaram de ser arrecadados, cerca de R$ 136 bilhões, e com as perdas registradas considerando 15 setores econômicos, de R$ 297 bilhões.

De acordo com a Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional (GITOC), o impacto da produção e distribuição de produtos falsificados é também global, mas há destaque para alguns países, entre eles o Brasil. Em 2022, o Índice Global de Crime Organizado colocou o Brasil na 171ª posição em ranking composto por 193 países em relação ao comércio de produtos falsificados. Na América do Sul, o país só fica em posição mais positiva do que Colômbia, Paraguai e Peru.

A campanha

Entidade oficial do setor calçadista, a Abicalçados irá trabalhar na nova campanha com diversas searas. Uma delas é posicionar a entidade junto aos seus associados, órgãos públicos e sociedade no geral sobre a importância do combate à pirataria e à falsificação de calçados. No pilar da informação, a iniciativa buscará levantar dados daqueles que operam sem regulamentação e padronização dos seus produtos no mercado brasileiro. “As informações de calçados falsificados serão recebidas por meio do e-mail pirataria@abicalcados.com.br. Após uma breve apuração, enviaremos essa comunicação aos órgãos de segurança competentes para que apreendam as mercadorias”, detalha a coordenadora da Assessoria Jurídica da entidade, Suély Mühl.

No pilar da integração, a Abicalçados realizará uma aproximação com os diversos atores que compõem o sistema de proteção e prevenção contra fraudes e falsificações, e deste modo servirá de interface entre órgãos fiscalizadores e empresas detentoras das marcas falsificadas.

Suély destaca que, atualmente, não é possível mensurar o impacto financeiro e social da pirataria no setor, mas que “a sensação é de um volume vultuoso”. “Não há dados disponibilizados pelo governo que possam ser compilados para uma ação concreta. As ações são esparsas, sem vínculo entre os órgãos. O Brasil precisa aperfeiçoar seus mecanismos institucionais e interinstitucionais de combate à pirataria e ao crime contra a propriedade imaterial”, comenta a advogada.

A coordenadora ressalta que os impactos não ocorrem somente para as empresas, mas também para toda a sociedade. “A pirataria gera sonegação fiscal, trabalho ilegal e riscos à saúde e segurança dos consumidores, impactando a sociedade de forma generalizada. Os produtos pirateados, na grande maioria, não costumam oferecer a mesma qualidade do produto original, sendo prejudiciais à saúde. A pirataria gera desemprego e é uma prática desleal com as empresas que pagam seus impostos”, salienta Suély.

Recentemente, a Abicalçados foi convidada para integrar o recém criado Grupo de Trabalho (GT) para o Combate ao Brasil Ilegal, uma iniciativa conjunta entre a CNI e Federações das Indústrias de todo o país. Farão parte do grupo, em que serão discutidos os problemas e soluções à pirataria, representantes do Governo Federal e do setor produtivo.

Prejuízos

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, conta que os calçados falsificados produzidos no Brasil são desenvolvidos em galpões e estruturas clandestinas, com mão de obra informal, por trabalhadores que se submetem a trabalhos fora das regras celetistas e sem a segurança necessária, com a falsa esperança de melhores ganhos, visto que desconhecem os seus direitos trabalhistas. “Por outro lado, boa parte dos produtos piratas também são importados de países que possuem baixo nível de ratificação de padrões internacionais de trabalho estabelecidos nas Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT)”, comenta o executivo.

Segundo o dirigente, enquanto o fabricante nacional segue padrões internacionais de trabalho, se adequa a uma agenda ambiental e cumpre com todos os requisitos legais e tributários exigidos, os países, especialmente asiáticos, comercializam produtos falsificados no Brasil sem o pagamento dos impostos, com preços abaixo dos praticados no mercado e sem respeitar as convenções da OIT e os mais básicos conceitos de sustentabilidade. “Além de ser uma concorrência desleal com o calçado nacional, esses produtos trazem problemas para o meio ambiente e direitos humanos, e ainda retiram empregos do país”, conclui Ferreira.

Receita fechando o cerco no RS

A Receita Estadual do Rio Grande do Sul tem atuado pela mitigação da pirataria de calçados no estado. O auditor e delegado na 4ª Delegacia Regional de Novo Hamburgo, Alcides Seiji Yano, revela que o crime da pirataria é difícil de ser combatido, pois as articulações se transformam ao longo do tempo. “Antes da pandemia de Covid-19, as vendas de produtos piratas se davam, sobretudo, em feiras itinerantes. Depois, passou a ter foco em pequenos comércios”, detalha Yano. Outra mudança, segundo o auditor, é que o Brasil deixou de ser um receptador de mercadorias ilegais contrabandeadas para se tornar um fabricante e distribuidor desses produtos, exportando até mesmo para outros países.

O delegado conta que, por ano, entram somente no Rio Grande do Sul mais de 2 milhões de pares de calçados falsificados, mais de 90% deles provenientes de Minas Gerais. “São fabricantes de características diferentes, com produtos que variam em qualidade desde falsificações facilmente identificáveis até produtos muito semelhantes com o calçado original”, explica Yano.

Para facilitar a apreensão dos produtos, o auditor conta que a Receita tem trabalhado com uma maior integração com os agentes de interesse, entre eles a Polícia Civil e as empresas envolvidas. Outro ponto do modus operandi do órgão tem sido a interceptação do produto antes da sua pulverização nos pequenos comércios. “Estamos envidando esforços para integrar nossos agentes locais, Receita Estadual, Polícia Civil do Rio Grande do Sul e os representantes das marcas para que consigamos interceptar o maior volume de carga possível e quem sabe inviabilizar este comércio ilegal. No futuro, entendo que seria desejável e até possível uma integração da Polícia Civil do Rio Grande do Sul com Minas Gerais, visando coibir esta ilegalidade na sua origem”, avalia o delegado.

Quando uma marca tem seus produtos falsificados, Yano orienta que busque, em primeiro lugar, a Polícia Civil, para proceder com a apreensão dos produtos. Segundo ele, a Receita funciona mais como um serviço de inteligência, utilizando os dados provenientes de notas fiscais. “Os produtos vêm com NF, mas são notas de 10, 20 reais por tênis de marcas renomadas, por exemplo. Aí conseguimos articular com a Polícia a interceptação. Mas o caminho, no primeiro momento, deve ser a polícia”, aconselha o auditor.

Características da pirataria de calçados

  • As marcas mais falsificadas são as de calçados esportivos;
  • A distribuição se dá, sobretudo, em pequenos comércios ou mesmo via pessoas físicas, que compram volumes de produtos e vendem no chamado “porta a porta”;
  • Hoje, a maior distribuição dos produtos piratas se dá no ambiente físico, não digital;
  • Anos atrás, o Brasil era um receptador de mercadorias falsificadas via contrabando. Atualmente, distribui mercadorias ilegais fabricadas em solo nacional, inclusive para países vizinhos;
  • Identificado o produto pirata sendo comercializado, a empresa deve acionar, primeiramente, a Polícia Civil do seu estado.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2024 0 Comentários 427 Visualizações
Business

Feira calçadista italiana gera mais de US$ 26 milhões para marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 18/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Brasil encerrou mais uma participação na feira italiana Micam Milano com o saldo de US$ 26,2 milhões em negócios, entre os já fechados e os alinhavados conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Terceira maior delegação internacional do evento, o país esteve representado por 78 marcas, com participação promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados da entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Mais de 1,25 mil compradores de todo o mundo investiram nas empresas brasileiras.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a feira superou as expectativas dos expositores. “Apesar da retração de consumo na Europa, os nossos expositores tiveram três dias de bons negócios, que irão auxiliar o crescimento da participação do Brasil no mercado internacional”, destaca Ferreira. O dirigente salienta, ainda, que os resultados confirmam as expectativas positivas para a BFSHOW, que ocorre de 11 a 13 de novembro, em São Paulo.

Em sua primeira participação pelo Brazilian Footwear, a marca Melissa teve resultados considerados positivos. “Foram três dias muito intensos, recebendo clientes e prospects qualificados. Os compradores vieram para conhecer a marca e também para relembrar, pois as pessoas nutrem uma nostalgia pela Melissa, que faz parte da história de muitas meninas”, relata a analista Comercial de Exportação da Melissa, Fernanda de Cassia Krummenauer.

O representante do departamento de Vendas Internacionais da Opananken, Leandro Moscardini, mostrou-se satisfeito com a edição, que diz ter sido a melhor participação da empresa em sete anos. “A Micam Milano foi uma surpresa bastante positiva. Com uma melhor localização, com estande mais aberto, tivemos uma grande visitação e fizemos muitos negócios importantes, com abertura de sete novos mercados no Kuwait, Chipre, Jordânia, Grécia, Filipinas, Argélia e Arábia Saudita, além de outros prospects que podem surgir”, celebra Moscardini.

Para o representante do departamento de Exportação da Piccadilly, Gustavo Zinke Braun, a Micam Milano superou as expectativas iniciais. “Tivemos uma participação positiva, com vários novos contatos e mercados abertos em países como Alemanha, Indonésia, Jordânia e Síria”, pontua Zinke Braun.

Brasil na passarela

A moda brasileira também foi destaque na passarela da Micam Milano. Onze marcas nacionais foram selecionadas para o desfile, iniciativa que foi retomada nesta edição. Para a gerente de Exportação da Santa Lolla, Haide Sehen, essa foi uma oportunidade de reforçar o posicionamento da marca no exterior. “A visibilidade que tivemos no desfile foi muito boa, sentimos que as pessoas já nos reconhecem, nos procuram, param para conhecer melhor os nossos produtos”, destaca Haide, ao frisar que a empresa sai da Micam Milano com pedidos fechados e uma expectativa bastante positiva para a temporada. Além da Santa Lolla, participaram do desfile as marcas Maithë, Satryani, Piccadilly, Modare Ultraconforto, Voices Culture, Arezzo, Guilhermina, Perlatto, Ramarim e Schutz.

Participaram da Micam Milano, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 SOFT, Actvitta, Adrun, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Andacco, Andine, Archetti, Arezzo, Beira Rio, BR Sport, ByCool, Camminare, Campesi, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Cristófoli, Dakota , Degalls, Democrata, DiBorges, Divalesi, Ferracini, Ferricelli, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Jorge Bischoff, JotaPe, Killana, Kolosh, Kolway, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil, Maithë, Melissa, Mississipi, Modare Ultraconforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antitensor, Pegada, Perlatto, Petite Jolie, Piccadilly, Pink Cats, Ramarim, Rider, Santa Lolla, Santinelli, Satryani, Savelli, Schutz, Solis Brasil, Stéphanie Classic, Tabita, Usaflex, Valentina, Variettá, Verofatto, Vicenza, Villione, Vizzano, Voices Culture, West Coast, Wirth e Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2024 0 Comentários 325 Visualizações
Variedades

ESG será tema de novo evento anual do setor calçadista

Por Jonathan da Silva 17/09/2024
Por Jonathan da Silva

A primeira edição do evento Conexão Origem Sustentável terá como temática o avanço e os desafios das práticas ESG na cadeia calçadista brasileira. A atividade acontece no próximo dia 15 de outubro, no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara, e é uma realização conjunta da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal). A iniciativa tem o propósito de ser o ponto de encontro de lideranças e profissionais do setor para debater práticas sustentáveis na atividade.

Os ingressos para o evento são gratuitos para empresas já certificadas ou em processo de certificação no programa Origem Sustentável. As outras empresas associadas às entidades têm ingresso de R$ 75, enquanto para o público geral o valor é R$ 150.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, afirma que o evento será um novo ponto de encontro com conteúdo relevante sobre sustentabilidade. “Teremos palestra sobre o mercado ESG no Brasil e no mundo, cases de sucesso de marcas, indústrias e varejo, e, ainda, um painel com quatro empresas certificadas pelo Origem Sustentável no nível Diamante”, destaca Aline.

Segundo o gerente de Marketing e Estratégia da Abicalçados, Cristian Schlindwein, o Conexão Origem Sustentável é uma oportunidade que explorará, além dos conteúdos que serão apresentados no palco, momentos de conexão. “O evento tem esse propósito no nome e, por isso, teremos um coquetel de relacionamento e uma área de conexões com empresas, startups e fornecedores relacionados às práticas ESG e à sustentabilidade para se conectarem com o público participante”, pontua Schlindwin.

Os ingressos para a atividade são limitados à lotação do local e podem ser adquiridos no site conexaoorigemsustentavel.org.br.

O Origem Sustentável

Criado pela Abicalçados em parceria com a Assintecal, o Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de mais de 100 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como Senai, SGS, ABNT, Intertek e Bureau Veritas. Atualmente, mais de 100 empresas do setor já são certificadas ou estão em processo de certificação. Juntas, elas respondem por mais de 50% da produção nacional de calçados. Mais detalhes estão disponíveis no site origemsustentavel.org.br.

Programação

  • 13h30min – Credenciamento
  • 14h – Abertura oficial
  • 14h10min – Palestra: Panorama do ESG para o mercado e consumo, com Mosaiclab | Ricardo Duarte Contrera
  • 14h50min – Palestra Tramontina: Sustentabilidade Transforma | Lizandra Marin
  • 15h30min – Palestra Fruki: Compromisso sustentável | Fabíola Eggers
  • 16h10min – Palestra Suzano: Sustentabilidade e cadeia de valor – desafios e oportunidades | Francisco Rollo
  • 16h50min – Palestra C&A: Agilidade, Modernização no Mercado e Monitoramento da cadeia de fornecedores | Kelly Silva
  • 17h30min – Painel Sustentabilidade como Diferencial Competitivo com empresas certificadas nível Diamante pelo Origem Sustentável: Grendene (Carlos André Carvalho), Box Print (Marco Schmitt), Cipatex (William Marcelo Nicolau), Ambiente Verde (Alberto Luiz Wanner) e S2 Holding (Thomas Simon).
  • 18h10min – Coquetel e networking
  • 20h – Encerramento do evento

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2024 0 Comentários 351 Visualizações
Business

Abicalçados se posiciona contra possível elevação da taxa de juros

Por Jonathan da Silva 16/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comunicou ter posição contrária à possibilidade de elevação da taxa básica de juros Selic nas próximas reuniões do Banco Central, que acontecem nos dias 17 e 18 de setembro. De acordo com a entidade, a o aumento traria impactos à sustentação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fragilizando a possibilidade de incrementos mais robustos ao desestimular investimentos e a demanda.

A nota da entidade afirma que “o Brasil detém, atualmente, uma das maiores taxas reais de juros do mundo, associada a uma política monetária contracionista iniciada há mais de dois anos, motivada por um cenário internacional adverso e inflação crescente”. Com a taxa Selic em 10,5% desde maio de 2024, a taxa real de juros situa-se em torno de 6,4%, patamar acima da taxa natural de juros, taxa de juros de equilíbrio, estimada pelo próprio Banco Central em 4,75%. “A elevação da taxa básica de juros trará impactos à sustentação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fragilizando a possibilidade de crescimentos mais robustos ao desestimular investimentos e a demanda que, puxada pela despesa de consumo das famílias, tem contribuído positivamente para o crescimento da economia brasileira ao longo de 2024”, continua o comunicado da Abicalçados.

A publicação da entidade calçadista avalia ainda que “o elevado patamar da taxa de juros tende a conter a demanda agregada, interrompendo o crescimento sustentado da atividade econômica no País e desestimulando os investimentos, sendo nocivo à competitividade da indústria nacional no contexto global”. Segundo a Abicalçados, no cenário internacional há um movimento de redução da taxa básica de juros em diversos países. O Banco Central Europeu, em junho, reduziu em 0,25% a taxa básica de juros, passando-a para 3,75%. Com a desaceleração da inflação acumulada em 12 meses nos Estados Unidos, há também perspectivas de que o Federal Reserve (FED) reduza a taxa de juros estadunidense na próxima semana. “Estes movimentos possibilitam cortes na Selic sem que haja redução do diferencial de juros do Brasil frente a estas economias”, diz a nota.

Ainda conforme o comunicado, há indícios de desaceleração da inflação no Brasil, visto que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou, em agosto, a primeira deflação em 14 meses, registrando queda de 0,02% no nível geral de preços. “A Abicalçados reconhece que é necessária cautela na condução da política monetária do País. Contudo, em vista do cenário atual, não vislumbra a necessidade de elevação da taxa básica de juros e manifesta sua preocupação quanto à pressão para que ocorra um aumento da Selic na próxima reunião do Banco Central”, conclui a nota.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2024 0 Comentários 320 Visualizações
Variedades

Produção de calçados cresce quase 4% até julho

Por Marina Klein Telles 16/09/2024
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base nos índices do IBGE, apontam que a produção de calçados cresceu 3,9% entre janeiro e julho no comparativo com o mesmo período do ano passado. Conforme a entidade, isso quer dizer que, nos sete meses computados, foram produzidos 500,7 milhões de pares de calçados. Este e muitos outros dados, como consumo, exportações, importações, empregos no setor, entre outros, serão divulgados e analisados durante o Análise de Cenários, evento realizado pela Abicalçados que acontece duas vezes por ano.

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, destaca que o evento tem a missão de avaliar o comportamento do mercado e realizar projeções para curto e médio prazos, auxiliando as empresas na adoção de estratégias comerciais tanto no mercado doméstico quanto no exterior. “A produção calçadista deve encerrar o ano com crescimento sustentado, principalmente, pelo mercado doméstico, mesmo com uma expectativa de gradual melhora do cenário internacional ao longo do segundo semestre”, comenta a economista.

O Análise de Cenários é um evento gratuito voltado para empresários e profissionais do setor calçadista brasileiro. A iniciativa será realizada de forma presencial em alguns dos principais polos de São Paulo – Franca, Jaú e Birigui – e no formato on-line para todos os interessados. Priscila apresentará os eventos físicos e, no on-line, ganhará a companhia do doutor em Economia e professor de pós-graduação da Unisinos, Marcos Lélis. O patrocínio é da FCC.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2024 0 Comentários 254 Visualizações
Business

Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços atende pleito calçadista

Por Jonathan da Silva 13/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Diário Oficial da União do dia 12 de setembro apresentou o Decreto 12.175, que regulamenta e define as 23 atividades econômicas do setor industrial que serão beneficiadas na primeira etapa do programa de depreciação acelerada do Governo Federal. Dentre elas, está o setor industrial calçadista, que teve seu pleito atendido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Conforme a coordenadora da Assessoria Jurídica da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Suély Mühl, em julho deste ano a entidade enviou pleito ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, sobre o tema. “A indústria calçadista tem como característica uma produção tradicionalmente intensiva em mão de obra, com o uso de máquinas, equipamentos e aparelhos, portanto seu fortalecimento com o auxílio da depreciação acelerada contribui para a geração de empregos e para o desenvolvimento econômico, industrial, ambiental e social do País”, comenta Suély.

Segundo a coordenadora, o mecanismo alinha-se ao disposto nos artigos 11 e 12 da Lei n.º 14.871/24, permitindo às empresas que dilatem o seu fluxo de caixa e reduzam os impactos com investimentos em equipamentos nos primeiros anos a partir de novas aquisições. Suély explica que o decreto estabelece um sistema de cotas. Para a preparação de couros e fabricação de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados, o limite máximo de renúncia tributária anual autorizado é de R$ 18.746.605,06 por atividade econômica (CNAE 15).

Exigências

Conforme o projeto, o MDIC poderá exigir dos beneficiários obrigações relacionadas à promoção da indústria nacional, à sustentabilidade e à agregação de valor no país. “A indústria calçadista brasileira, por ser a mais sustentável do mundo e transformar materiais de base em produtos de valor agregado, está plenamente em consonância com as exigências”, destaca a advogada, ressaltando que a cadeia produtiva do calçado possui a única certificação de práticas ESG do mundo, o Origem Sustentável.

Também coube ao MDIC, em portaria conjunta com o Ministério da Fazenda, relacionar as máquinas, os equipamentos, os aparelhos e os instrumentos que podem ser objeto do benefício.

O que é

Depreciação acelerada é um mecanismo que funciona como antecipação de receita para as empresas. Toda vez que adquire um bem de capital, o empresário pode abater seu valor nas declarações futuras de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e de Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL). Em condições normais, esse desconto é feito em até 20 anos, conforme o bem vai se depreciando Com a depreciação acelerada, o abatimento poderá ser feito em duas etapas – 50% no primeiro ano e 50% no segundo.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2024 0 Comentários 315 Visualizações
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