Pesquisadora da Feevale integra rede internacional sobre infâncias e adolescências

Por Ester Ellwanger

Percebendo o crescimento dos estudos sobre a relação das crianças e dos adolescentes com a mídia, pesquisadoras de oito estados do Brasil e de Portugal criaram a Rede de Pesquisa em Comunicação, Infâncias e Adolescências (Recria). A iniciativa busca fomentar, a partir do olhar da comunicação, estudos, formações e atividades de extensão sobre modos como os mais jovens são representados pela mídia e sobre os usos que fazem dos diversos suportes e linguagens midiáticas. A professora dos Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social e Processos e Manifestações Culturais da Universidade Feevale, Sarai Schmidt, é uma das fundadoras da Recria.

A professora Sarai, pesquisadora e líder do Grupo de Pesquisa Criança na Mídia: Núcleo de Estudos em Comunicação, Educação e Cultura, destaca a importância desse trabalho em rede de colaboração entre as universidades: “A Feevale ter esse espaço de reconhecimento como uma das fundadoras desta Rede com inserção internacional é uma oportunidade de trocas muito significativa”, afirma. A Recria se organiza a partir de laboratórios e grupos de pesquisa distribuídos pelo país e, também, internacionais, que acolhem e realizam investigações diretamente relacionadas às interseções entre infância, adolescência e comunicação, com o olhar para a realidade brasileira, além de pesquisadores colaboradores de outras instituições.

Sarai aponta para a valorização do trabalho coletivo realizado na Feevale por meio do Grupo Criança na Mídia, que tem uma trajetória reconhecida na pesquisa articulada à extensão e ao ensino. “Temos investido muito nos esforços acadêmicos na solidificação de um trabalho com impacto científico reconhecido e inserção social na comunidade, colocando em pauta e problematizando a relação da Comunicação e as múltiplas infâncias”, destaca.

A Recria possui três eixos de atuação, desenvolvendo ações no Brasil e, também, estabelecendo intercâmbio com países ibero-americanos e da lusofonia africana: a articulação entre pesquisadores, o estabelecimento de projetos de investigação e extensão conjuntos e a organização de eventos e de publicações.  A rede se articula a partir da atuação de laboratórios e grupos de pesquisa, nos quais atuam suas fundadoras, seus orientandos e orientandas e demais pesquisadores. É possível acompanhar as atividades no site https://rederecria.com.br/.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

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