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Cabanha Nova Esperança conquista tricampeonato na Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Cabanha Nova Esperança, de Glorinha, conquistou o campeonato das raças Pardo Suíço e Pardo Brasil durante a Expointer 2026, na tarde desta segunda-feira (31), em Esteio. O resultado garantiu ao pecuarista Flávio Tusinho o tricampeonato na feira. A competição é promovida pela Associação Gaúcha de Criadores de Gado Pardo Suíço (AGPS) e busca valorizar os criatórios participantes da exposição.

Na raça Pardo Suíço, o título de Grande Campeão ficou com o touro de tatuagem TAT 296, do box 1824. Entre as fêmeas, a Grande Campeã foi a exemplar de tatuagem TAT 266, do box 1828.

No campeonato da raça Pardo Brasil, o título de Grande Campeã foi conquistado pela fêmea de tatuagem TAT 406, do box 1702. Os julgamentos deste ano ficaram a cargo do inspetor técnico Romeu Luiz Carniel.

Tricampeonato na Expointer

Ao comentar a conquista pelo terceiro ano consecutivo, o pecuarista Flávio Tusinho destacou a participação dos exemplares da propriedade nos julgamentos. “Essa foi mais uma edição da Expointer que mostrou a força do Pardo Brasil e do Pardo Suíço na pecuária gaúcha. É uma honra carregar o título de campeão pelo terceiro ano consecutivo e poder trazer para esse grande evento os melhores exemplares que temos em nossa propriedade”, afirmou Tusinho.

Foto: Ana Fernanda Pereira/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 56 Visualizações
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Recalada conquista Grande Campeonato de Curral na Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Cabanha Recalada, de Capão do Leão, conquistou o Grande Campeonato de Curral durante o julgamento da raça Angus na Expointer 2026, nesta terça-feira (1º). A vitória veio com o Lote 86, Recalada 721 Iconic 290, de tatuagem 721, eleito Grande Campeão Touro na categoria Curral.

A vitória foi acompanhada em pista por Fábio Ruivo, que destacou a importância do resultado diante do volume recorde de animais inscritos na edição deste ano da Expointer. “Especialmente nesta edição da Expointer, com recorde absoluto de animais participantes, essa vitória se torna ainda mais importante e relevante. É o reconhecimento de um trabalho de muitos anos, feito com dedicação e foco”, destacou Ruivo.

Ruivo também afirmou que a conquista é resultado de um trabalho desenvolvido pela cabanha ao longo dos anos e apontou a dedicação e o foco como elementos desse processo. “A gente sabe da dificuldade que é chegar até aqui, do trabalho e da dedicação de tantas cabanhas e também do volume e da qualidade dos animais Angus selecionados. Então é uma vitória importante”, pontuou o representante da cabanha.

Foto: Gabriel Olivera/TAT 721/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 56 Visualizações
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Expointer marca entrada da Agrária no mercado gaúcho de nutrição animal

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Expointer 2026 marca a entrada oficial da Agrária no mercado de nutrição animal do Rio Grande do Sul. A cooperativa agroindustrial, sediada em Guarapuava-PR, apresentará suas linhas de rações para bovinos de leite, bovinos de corte e equinos durante a feira, em Esteio, iniciando uma nova etapa de expansão comercial. O lançamento ocorrerá nesta quarta-feira, 2 de setembro, com jantar às 19h, na Casa da GS Remates, no Parque de Exposições Assis Brasil. A iniciativa amplia a atuação da cooperativa no estado, onde a empresa já lidera o mercado de malte, matéria-prima utilizada pela indústria cervejeira.

Para a entrada no segmento, a Agrária levará um portfólio com 48 diferentes composições de rações. Entre os diferenciais apresentados pela cooperativa está o conceito de fórmula sem eventuais substitutivos na linha destinada a equinos.

Segundo a empresa, a proposta é manter a composição nutricional padronizada, sem substituição de matérias-primas em função de oscilações de preço ou de disponibilidade no mercado. Toda a matéria-prima passa pelo mesmo processo de controle de qualidade dos alimentos processados pela Agrária, produzidos no estado do Paraná pelos cooperados.

A manutenção da composição busca proporcionar maior previsibilidade ao produtor e estabilidade na dieta fornecida aos animais. “Nosso diferencial está na segurança de entregar aquilo que está especificado na composição. O produtor sabe o que está levando para alimentar seus cavalos e consegue trabalhar com maior segurança no manejo nutricional”, explica o representante comercial da Agrária no Rio Grande do Sul, Marcelo Peña.

Lançamento na Expointer

O lançamento oficial das linhas de rações será realizado em 2 de setembro, às 19h, durante jantar na Casa da GS Remates, localizada dentro do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

O que é a Agrária

Fundada em 1951, a Agrária tem sede no distrito de Entre Rios, em Guarapuava, e reúne atividades que vão da pesquisa agropecuária à industrialização. Em 2025, a cooperativa registrou faturamento de R$ 8,1 bilhões, segundo dados da própria empresa. Atualmente, a Agrária reúne 780 produtores cooperados, responsáveis pelo cultivo de mais de 160 mil hectares.

Foto: Marcelo Peña/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 76 Visualizações
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Vaca da Granja Ferraboli vence concurso leiteiro da Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A vaca holandesa Festleite P. Ferraboli 407 Supersite, da Granja Ferraboli, de Anta Gorda, venceu novamente o concurso leiteiro da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) na 49ª Expointer. O resultado foi anunciado nesta terça-feira (1º), durante o tradicional Banho de Leite, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O animal produziu 85,27 quilos de leite em um dia e ampliou o histórico de títulos da propriedade, que também tem vitórias na Fenasul e na Expointer e um recorde estadual.

Banho de Leite reúne vencedores

O Banho de Leite marcou a celebração dos vencedores do concurso leiteiro da Gadolando. Para o presidente da entidade, Marcos Tang, a atividade representa a capacidade produtiva dos animais participantes e o trabalho das famílias produtoras.

De acordo com Tang, os exemplares avaliados apresentam características morfológicas adequadas, bons úberes e alta produção. O dirigente também destacou as dificuldades enfrentadas pelos produtores de leite para manter a atividade. “O produtor de leite está aí, sol e chuva, com preço que baixa, brigando daqui, brigando dali, mas ele adora, ama essa função e nos abrilhanta com essa maravilha desses animais, mostrando produtividade”, destacou o dirigente.

Durante o Banho de Leite, a Gadolando também participou de uma ação solidária em parceria com o Sindilat e outros representantes do setor. A iniciativa resultou na doação simbólica de mil litros de leite para entidades assistenciais.

Vaca Jovem produz 93,10 quilos

A campeã na categoria Vaca Jovem foi Cotribá GR. Bruchez 110 Tribute, da Granja Bruchez, de Barão, exposta por Marcelo Bruchez e/ou Grasiela Weber. A vaca holandesa produziu 93,10 quilos de leite em um dia.

O produtor de leite e proprietário da Vaca Jovem campeã, Marcelo Bruchez, afirmou que não esperava atingir a produção registrada na competição. “Eu achei que não ia chegar a tanto assim. Achei que ia dar uns 80 litros”, expressou Bruchez. O animal ultrapassou os 90 litros e se aproximou da produção registrada pelo campeão do concurso no ano anterior. “Fiquei muito contente”, completou o produtor.

Trajetória da campeã adulta

A campeã na categoria Vaca Adulta foi Festleite P. Ferraboli 407 Supersite, dos expositores Paulo Diogo e Diego Ferraboli, da Granja Ferraboli, de Anta Gorda. O animal produziu 85,27 quilos de leite em um dia.

O produtor Paulo Ferraboli, da Granja Ferraboli, reforçou que o resultado amplia o histórico da propriedade na Expointer e em outras competições. Ferraboli também expressou que os resultados obtidos nos concursos vêm em um contexto de dificuldades para a produção de leite, principalmente em relação aos custos. “É uma paixão, é um esporte. É bastante trabalho, a gente trabalha bastante”, afirmou o empresário.

Segundo Ferraboli, a situação financeira dos produtores é preocupante devido à relação entre o preço recebido pelo leite e os custos da atividade. “Hoje, 99% ou 100% estão endividados, porque um litro de leite não cobre o custo. Agora subiu um pouco, mas já existe expectativa de baixa para o mês que vem”, pontuou o produtor, que também relacionou a participação em concursos ao circuito de competições e ao incentivo para a continuidade da atividade, apesar das dificuldades financeiras enfrentadas pelo setor.

A vaca adulta campeã acumula títulos em concursos leiteiros. Em 2013, venceu a Fenasul e a Expointer. Em 2023, voltou a conquistar as duas competições e repetiu o resultado em 2024. Ao longo da trajetória, o animal também chegou a estabelecer um recorde estadual. Com a vitória de 2026, a Festleite P. Ferraboli 407 Supersite amplia o histórico de resultados da Granja Ferraboli na Expointer.

Sucessão familiar

A continuidade da produção na Granja Ferraboli também envolve a participação da nova geração da família. Segundo Paulo Ferraboli, os filhos decidiram permanecer na atividade, tanto na produção de leite quanto na lavoura. “Tivemos os filhos e, teimosos, quiseram ficar lá”, brincou o produtor.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 56 Visualizações
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Assado de búfalo atrai atenção de visitantes na Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu) realizou o quarto assado de uma carcaça inteira de búfalo nesta terça-feira (1º), durante a 49ª Expointer, no Parque Assis Brasil, em Esteio. A ação gastronômica utilizou um animal jovem da raça Murrah, com 230 quilos, preparado na brasa e servido aos visitantes ao longo do dia. A iniciativa buscou aproximar os consumidores da produção bubalina, reduzir a resistência à carne de búfalo e ampliar o conhecimento sobre os cortes e as formas de preparo.

A carcaça foi abatida na última quinta-feira (27) pelo frigorífico Belmonte, parceiro da Ascribu. Durante o evento, centenas de visitantes acompanharam a preparação e participaram da degustação da carne.

De acordo com o vice-presidente da Ascribu, Raphael Gonçalves, a realização da atividade faz parte da estratégia da entidade para ampliar o consumo da proteína bubalina entre os gaúchos. “Vencer cada vez mais o preconceito que as pessoas possam ter com a carne de búfalo. Hoje nós temos participado de muitos eventos para além da Expointer justamente para proporcionar uma experiência completa sobre o preparo e consumo da proteína”, ressaltou Gonçalves.

Cortes

Segundo a Ascribu, os cortes da carne de búfalo são semelhantes aos encontrados na carne bovina, incluindo picanha, alcatra, assado de tira e costela. A entidade também destaca que a carne bubalina possui menor teor de gordura em comparação com a carne bovina tradicional.

Em Porto Alegre, cinco lojas comercializam carne de búfalo. A associação também passou a contar, nesta edição da Expointer, com um espaço próprio para a comercialização de produtos bubalinos.

O local reúne carnes e derivados, incluindo laticínios. A empresa responsável pelos produtos possui o selo de pureza da Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB), utilizado para identificar produtos elaborados exclusivamente com leite de búfala.

Foto: Stéphany Franco/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 55 Visualizações
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Aliança Láctea debate sanidade e competitividade na Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Aliança Láctea Sul-Brasileira (ALSB) debateu medidas relacionadas à sanidade animal, competitividade e ampliação da presença do setor lácteo brasileiro no mercado internacional na manhã desta terça-feira (1º), durante a Expointer, em Esteio. A reunião reuniu representantes da cadeia produtiva para discutir ações que permitam aos estados produtores avançar nas exportações, além de mecanismos de proteção e sustentabilidade diante de negociações comerciais e custos de distribuição. O encontro também marcou os 12 anos de criação da entidade, que reúne lideranças públicas e privadas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Durante a reunião, o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, defendeu avanços nas garantias de sanidade animal para que os estados produtores vinculados à Aliança Láctea possam acessar mercados internacionais. Ele citou como referência os resultados obtidos por outros segmentos de proteínas animais, como ovos e carnes. “Precisamos avançar junto ao governo federal no sentido de agilizar liberação, mesmo que seja de forma regionalizada, para conseguir embarcar nossos produtos para fora, buscando nichos de mercado que estão se abrindo na Ásia, por exemplo, e que estão sedentos por comida e que agregam grandes poulações”, expressou o dirigente.

Para Palharini, a abertura de novos mercados pode contribuir para ampliar as alternativas de comercialização dos produtos lácteos brasileiros, especialmente diante das oportunidades identificadas em países asiáticos.

Integração da cadeia produtiva

O 1º vice-presidente da Aliança Láctea Sul-Brasileira, Alexandre Guerra, destacou que o desenvolvimento do setor depende da construção conjunta de soluções e do fortalecimento dos diferentes elos da cadeia produtiva. “São caminhos que a gente vai debatendo e temos visto que estamos avançando. Temos que trabalhar pensando no conjunto, desde os pequenos, médios e grandes, da indústria e do campo, porque sempre repetimos que precisamos estar todos fortes e unidos. Somos interdependentes e todos são importantes”, ponderou o dirigente.

Guerra também chamou atenção para o crescimento de segmentos como o de queijos e defendeu a ampliação de estímulos ao consumo. Outro ponto abordado pelo dirigente foi a distribuição da produção brasileira, especialmente diante dos impactos de novas tarifas que aumentam os custos de transporte de produtos da região Sul para o centro do país.

Sustentabilidade no setor

As negociações comerciais também estiveram entre os assuntos discutidos no encontro. O secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, destacou a necessidade de criação de mecanismos que ampliem a proteção e a sustentabilidade da cadeia láctea diante de possíveis impactos das relações comerciais internacionais. Entre os temas citados está o acordo entre o Mercosul e a União Europeia. “Existe uma preocupação com a criação de salvaguardas para produtos brasileiros, e o setor lácteo está inserido nesse debate, assim como outros segmentos, como vinhos e azeite de oliva”, afirmou Palharini.

Segundo o dirigente, a busca por competitividade também passa pela criação de mecanismos específicos para o setor. “Precisamos buscar mecanismos e instrumentos que contribuam para a proteção e a sustentabilidade da cadeia. A discussão sobre comercialização futura, por exemplo, é um dos temas que começam a ganhar espaço e que certamente estará presente nas nossas próximas reuniões”, completou Palharini.

12 anos da Aliança Láctea

A reunião realizada durante a Expointer também marcou os 12 anos da Aliança Láctea Sul-Brasileira. A entidade foi fundada durante a própria Expointer, que serviu como espaço para o encontro das lideranças do setor. A Aliança Láctea Sul-Brasileira é um fórum público-privado que reúne lideranças e entidades dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Foto: Gisele Ortolan/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 51 Visualizações
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Ciro Vives assume gerência de marketing do Sebrae RS

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

Ciro Vives é o novo gerente de marketing do Sebrae RS. O administrador assume a função após oito anos à frente da Gerência da Regional Sul da instituição, período em que liderou iniciativas voltadas ao fomento aos pequenos negócios, à articulação com ecossistemas locais e à formação de parcerias com os setores público e privado. Na nova posição, Vives passa a coordenar as estratégias de comunicação e posicionamento do Sebrae RS, com o objetivo de aproximar as soluções da instituição dos empreendedores gaúchos e fortalecer a atuação da marca no desenvolvimento econômico do estado.

Antes de assumir a Gerência de Marketing, Vives atuou por oito anos como gerente da Regional Sul do Sebrae RS. Durante esse período, esteve à frente de iniciativas estratégicas relacionadas ao desenvolvimento de pequenos negócios, à articulação com ecossistemas locais e à construção de parcerias com o poder público e empresas privadas.

O novo gerente é formado em Administração de Empresas e possui experiência em projetos corporativos e comerciais. Também tem MBAs em Gestão Empresarial, Inovação e Negócios Digitais.

Objetivos do novo gerente

Ao assumir a nova função, Vives afirma que pretende trabalhar a partir de uma estrutura de liderança baseada na integração e na colaboração entre as áreas da instituição. “Eu acredito que tenha mais de uma premissa, as principais que eu acredito é a comunicação integrada e ágil, voltada à transparência, à disseminação de informação entre áreas e regionais”, aponta o novo gerente.

Vives também destaca a necessidade de utilizar os recursos da instituição de forma integrada e de ampliar o posicionamento do Sebrae RS na área de empreendedorismo. “Obviamente, tão importante quanto, é elevar a marca do Sebrae RS como uma referência estadual e nacional em empreendedorismo, fortalecendo o papel da marca como autoridade no que se refere ao empreendedorismo”, ressalta o novo gerente.

Na nova posição, Vives será responsável pela coordenação das estratégias de comunicação e posicionamento do Sebrae RS. A atuação deverá contribuir para aproximar as soluções oferecidas pela instituição dos empreendedores do Rio Grande do Sul e para fortalecer a marca no suporte ao desenvolvimento econômico do estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 46 Visualizações
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Tramontina recebe prêmio Campeãs da Inovação

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Tramontina figurou na 10ª posição no ranking das empresas mais inovadoras do Sul do Brasil na edição 2026 do prêmio Campeãs da Inovação, promovido pela Revista Amanhã. O reconhecimento foi concedido no dia 13 de agosto, no Tecnopuc, em Porto Alegre, e teve como base o case Guru ThermoGuide, produto lançado pela empresa em 2025. A premiação é realizada há duas décadas pelo Grupo Amanhã, com apoio técnico e análise do IXL Center, de Cambridge, nos Estados Unidos, e reconhece empresas e instituições pelo desenvolvimento de soluções inovadoras.

O reconhecimento recebido pela Tramontina foi representado pelo coordenador de Vendas, Cristian Ribeiro Amancio, e pela desenvolvedora de Mercado, Gabriela Soares Machado.

Guru ThermoGuide

Lançado em 2025, o Guru ThermoGuide já havia recebido, no mesmo ano, reconhecimentos no Brasil Design Award e no Good Design Award. O produto é voltado a ambientes planejados e possui quatro áreas de cocção, sendo duas delas com controle preciso de temperatura.

O equipamento também conta com um aplicativo exclusivo que orienta o usuário no preparo dos alimentos por meio de vídeos e textos. O Guru ThermoGuide é uma evolução do Guru Smart Gourmet, que também já recebeu premiações.

A diretora de Marketing da Tramontina, Rosane Fantinelli, afirmou que o reconhecimento representa um incentivo para a empresa. “Receber o reconhecimento em um tradicional prêmio do Sul do país é um grande motivador. A inovação e a qualidade estão presentes em cada processo que realizamos, e distinções como esta só nos motivam a seguir entregando aos consumidores cada vez mais excelência”, destacou Rosane.

Ranking de inovação

A iniciativa Campeãs da Inovação é realizada há 20 anos e é apresentada como uma pesquisa sobre inovação empresarial no Brasil. Nesta edição, o levantamento gerou uma lista principal com 80 empresas e instituições classificadas, além de outras 26 organizações distribuídas em seis categorias especiais.

No ranking geral, 43 representantes são do Rio Grande do Sul, 23 de Santa Catarina e 14 do Paraná. Entre as 26 classificadas nas seis categorias especiais, 13 são gaúchas, 11 são paranaenses e duas são catarinenses.

Porto Alegre, com 14 empresas, e Curitiba, com 13, são as cidades com maior número de representantes no ranking.

Estrutura da Tramontina

Fundada em 1911, a Tramontina é uma empresa brasileira que possui mais de 22 mil itens em seu portfólio. A companhia mantém oito unidades fabris, sendo seis no Rio Grande do Sul, uma em Pernambuco e uma na Índia.

Atualmente, a empresa conta com mais de 10 mil funcionários e exporta produtos com a marca Tramontina para mais de 120 países. O portfólio inclui utensílios e equipamentos para cozinha, porcelanas, eletros, ferramentas para agricultura, jardinagem, manutenção industrial e automotiva, construção civil, materiais elétricos, veículos utilitários elétricos e móveis de madeira e plástico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 80 Visualizações
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Mês Farroupilha movimenta R$ 652,8 milhões no RS

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

O mês Farroupilha movimenta uma estimativa de R$ 652,8 milhões na economia do Rio Grande do Sul, de acordo com pesquisa realizada pelo economista e professor da Universidade Feevale, José Antonio Ribeiro de Moura. O levantamento considera despesas, investimentos e atividades relacionadas ao tradicionalismo durante o período, incluindo alimentação, manutenção e transporte de animais, indumentárias, eventos, shows, produtos culturais, erva-mate, cutelaria, combustível e promoção das festividades. O estudo aponta que os recursos são distribuídos entre diferentes setores, como comércio, serviços, produção cultural, turismo, alimentação e transporte, além de investimentos públicos e privados.

Entre os principais componentes analisados está o consumo de churrasco, responsável por uma movimentação estimada em R$ 182,67 milhões. Desse total, R$ 140,62 milhões correspondem à carne e R$ 42,05 milhões ao carvão. A estimativa considera o consumo durante a Semana Farroupilha no estado e a Expointer, realizada no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

A aquisição de itens relacionados à cultura gaúcha também representa uma parcela da movimentação. O estudo estima em R$ 46,51 milhões os gastos com produtos como chapéus, lenços, guaiacas, bombachas, botas, vestidos, sapatilhas, alpargatas e ponchos.

A cadeia ligada aos animais e às atividades campeiras registra R$ 31,25 milhões em gastos com alimentação, hotelaria, transporte e encilhas. Já os investimentos em indumentárias e laços dos laçadores somam R$ 5,58 milhões, sendo R$ 2,46 milhões em indumentárias e R$ 3,12 milhões em laços.

Indústria cultural

Os shows e atrações de música gaúcha representam, segundo a pesquisa, R$ 36,8 milhões. Outros gastos relacionados à cultura tradicionalista, incluindo mídia de músicas gaúchas, bailes, cursos, acampamentos e produtos artesanais, chegam a R$ 43,6 milhões.

Entre os produtos diretamente associados aos hábitos tradicionalistas, a erva-mate movimenta cerca de R$ 61,5 milhões, enquanto a cutelaria representa aproximadamente R$ 16 milhões.

O deslocamento do público para as atividades também é considerado no levantamento. Os gastos estimados com combustível chegam a R$ 8,84 milhões.

Investimentos em eventos

A realização das festividades tradicionalistas envolve investimentos de diferentes agentes. Os Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) respondem por R$ 44,22 milhões destinados à promoção dos eventos. Os municípios, por sua vez, destinam R$ 172,21 milhões para a realização das atividades.

A condução da Chama Crioula e a promoção dos eventos das Regiões Tradicionalistas representam outros R$ 3,60 milhões.

Múltiplos setores

Para o professor da Universidade Feevale, José Antonio Ribeiro de Moura, os números mostram que o tradicionalismo também possui uma dimensão econômica que envolve diferentes setores. “O tradicionalismo é frequentemente associado à cultura e à identidade, mas também existe uma dimensão econômica muito significativa. Quando observamos os gastos com alimentação, vestuário, transporte, eventos, música, produtos culturais e serviços, percebemos que existe uma extensa cadeia produtiva associada às manifestações tradicionalistas”, destaca Ribeiro de Moura.

Segundo o pesquisador, o impacto não está concentrado em uma única atividade, mas é distribuído entre comércio, prestação de serviços, produção cultural, turismo, alimentação, transporte e investimentos públicos e privados. “O mês Farroupilha transcende a preservação histórica e se consolida como um poderoso motor econômico, responsável por injetar mais de R$ 652 milhões na economia gaúcha. Esse volume expressivo de recursos irriga uma cadeia produtiva vasta e descentralizada, sustentando milhares de famílias, trabalhadores autônomos e pequenos negócios em diversas regiões”, afirma o professor.

Comparação com exportações

O estudo também compara a movimentação estimada durante o mês Farroupilha com indicadores de outros setores da economia do Rio Grande do Sul. Conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o setor calçadista gaúcho exportou aproximadamente R$ 240 milhões em setembro de 2025.

Considerando o ritmo de exportações registrado naquele mês, os R$ 652,8 milhões estimados para o mês Farroupilha equivalem a cerca de 2,7 meses de exportações de calçados do Rio Grande do Sul.

Na comparação com outros segmentos, a movimentação associada ao tradicionalismo no período corresponde ainda a 57,8% das exportações de fumo, segundo dados do Comex Sat-MDIC, e a 53,65% das exportações de carnes, conforme o Boletim Indicadores do Agronegócio do RS, considerando os indicadores utilizados no levantamento.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 65 Visualizações
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Federarroz recomenda cautela na próxima safra de arroz

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) lançou a 37ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas nesta terça-feira (1º), durante a 49ª Expointer. A abertura será realizada de 16 a 18 de fevereiro de 2027, na Estação Terras Baixas Clima Temperado, em Capão do Leão. O evento deverá reunir cerca de 25 mil visitantes e terá entre os principais temas os preços e estoques de arroz, custos financeiros, educação financeira, exportações e redução dos custos de produção. Durante o lançamento, o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, alertou que os estoques de passagem ainda estão elevados e recomendou cautela aos produtores na definição dos investimentos para a próxima safra.

O lançamento oficial ocorreu no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a 49ª Expointer, que segue até domingo, 6 de setembro.

Ao apresentar as expectativas para a próxima edição, o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, destacou o evento como espaço de atualização e troca de informações entre produtores, pesquisadores, empresas e demais integrantes da cadeia produtiva. Segundo ele, a intenção é ampliar a participação do público e o acesso a informações sobre tecnologias, mercado e gestão das propriedades. “Isso é muito importante para os produtores, ter essa troca de informação, sair de suas propriedades para que consigam entender o que está acontecendo nas novas tecnologias e no mercado e voltem para casa com maior robustez de informações para tocar os seus negócios”, afirmou Dias Nunes.

Estoques e preços

A rentabilidade da atividade orizícola deverá estar entre os principais assuntos da 37ª Abertura Oficial da Colheita. Segundo o presidente da Federarroz, os produtores precisam acompanhar não apenas o comportamento dos preços, mas também os estoques e as condições do mercado antes de definir os investimentos para a próxima safra.

Nunes afirmou que a produção precisa estar alinhada à capacidade de absorção do mercado e observou que o setor ainda enfrenta estoques elevados de passagem. Embora espere uma recuperação das cotações, o dirigente defendeu cautela. “Nós esperamos que o preço seja remunerador”, ponderou o dirigente.

Não podemos ter euforia porque os estoques de passagem ainda são altos”, alertou Denis Dias Nunes.

O presidente da entidade também destacou que muitos produtores terão compromissos financeiros significativos no próximo ano, mesmo diante de eventuais medidas de renegociação de dívidas. Para ele, a expectativa é de uma correção positiva do mercado, mas as decisões de investimento precisam considerar os riscos existentes.

Gestão financeira

A questão financeira também deverá integrar a programação do evento. Dias Nunes afirmou que o custo elevado do dinheiro reduz a capacidade de investimento e pode afetar a rentabilidade das empresas rurais. “Quando o dinheiro está custando muito alto, não temos capacidade de investimento”, afirmou o dirigente.

Nesse contexto, o dirigente defendeu que a entidade amplie a orientação aos produtores sobre gestão financeira e educação financeira, para que possam avaliar custos, investimentos e riscos antes de cada safra. “Essa parte financeira cada vez mais nós temos que orientar e temos que educar os produtores”, enfatizou Dias Nunes.

Busca por novos mercados

As exportações também foram apontadas como parte das estratégias para ampliar a rentabilidade da cadeia produtiva. O presidente da Federarroz defendeu a abertura de novos mercados internacionais para o arroz brasileiro e afirmou que o aumento das vendas externas pode contribuir para gerar mais riqueza e fortalecer o setor. “É preciso exportar mais, conquistar novos mercados”, afirmou Dias Nunes. O dirigente também ponderou que o desempenho das exportações também dependerá das condições do mercado internacional e do comportamento da produção no Hemisfério Norte.

Atuação conjunta

A atuação conjunta entre instituições e produtores para enfrentar os desafios da cadeia orizícola foi destacada pelo chefe-Geral da Embrapa Clima Temperado, Eduardo Ferreira Dutra. A próxima edição do evento deverá dar continuidade à parceria entre Embrapa, Federarroz e Senar.

Segundo Dutra, existe a perspectiva de formalização de um acordo de cooperação técnica para garantir a realização da Abertura Oficial da Colheita na Estação Experimental Terras Baixas (ETB) pelos próximos dez anos. “Isso nos dá previsibilidade e tranquilidade para podermos fazer as programações. A cada ano, o evento recebe mais participantes e expositores, e isso tem sido significativo”, afirmou o chefe-geral da entidade.

Dutra também destacou que as pesquisas desenvolvidas pela Embrapa buscam respostas aos impactos das mudanças climáticas e à necessidade de reduzir os custos de produção. Entre as prioridades estão o desenvolvimento de cultivares resistentes à brusone e a disponibilização de bioinsumos.

Importância da orizicultura

O superintendente do Senar-RS, Eduardo Condorelli, deu ênfase a participação da orizicultura gaúcha na agricultura do estado. Segundo o dirigente, o setor é referência para a agricultura estadual em razão da atuação dos produtores nas áreas de inovação, trabalho e persistência. “É sempre importante que nós possamos ter a orizicultura como destaque na nossa sociedade, porque ela é um dos faróis para toda a agricultura que é feita no Rio Grande do Sul”, afirmou Condorelli.

O superintendente também abordou a complexidade da atividade rural e a necessidade de ampliar o conhecimento e a capacidade de análise dos produtores diante dos desafios econômicos. “Se a agricultura e a pecuária deste país no século passado foram feitas com muita coragem, muita força física e até uma pitada de inconsequência, hoje, além de muitíssimo mais coragem, alguma pitada de inconsequência e um pouco menos de força física, ela precisa de muito mais inteligência”, concluiu Condorelli.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 64 Visualizações
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Edição 309 | Agosto 2026

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