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Saúde

Saúde

Hospital Universitário de Canoas busca credenciamento do CRAI no Programa Assistir

Por Marina Klein Telles 23/03/2023
Por Marina Klein Telles

Em Canoas, o Centro de Referência no Atendimento Infantojuvenil (CRAI) é um serviço que funciona no Hospital Universitário de Canoas (HU). Na quarta-feira, dia 22 de março, a direção do HU se reuniu com representantes da Secretaria Estadual da Saúde e da Secretaria Municipal da Saúde. O objetivo do encontro foi apresentar um panorama do serviço e buscar o credenciamento do CRAI Canoas junto ao Programa Assistir do Governo do Estado.

“Entre as violências atendidas pelo CRAI estão: sexual, física, psicológica, negligência, autoprovocada, alienação parental e bullying”, explica a assistente social. Os dados foram apresentados para a psicóloga que atua na Política Estadual de Atenção Integral à Saúde de Crianças e Adolescentes, da Secretaria Estadual da Saúde, Rosângela Machado Moreira, e para a secretária adjunta de Saúde de Canoas, Denise de Mello da Silva.

Durante o encontro, a assistente social do CRAI do HU, Rita da Cruz, apresentou um histórico e índices de atendimentos, com ênfase para o período de 2022 e 2023. Ano passado, o serviço registrou 1.001 atendimentos, sendo 586 deles envolvendo crianças ou adolescentes do sexo feminino e 415 do sexo masculino. Deste total, 313 atendimentos foram por violência sexual, 220 física, 144 psicológica, entre outras causas como maus-tratos, negligência, inconclusiva ou não identificada.

Nos primeiros meses deste ano, o CRAI do HU já contabiliza 156 atendimentos, sendo 53% envolvendo pacientes do sexo feminino e 47% do sexo masculino.

A diretora-geral do HU, Ana Paula Macedo, destaca que a apresentação do serviço do CRAI busca a habilitação junto ao Programa Assistir para garantir o repasse mensal de aproximadamente R$30 mil. “Com isso, o serviço deixará de ser custeado apenas pela Prefeitura e conseguiremos ampliar a equipe e qualificar o serviço, com possibilidade de regionalizar o atendimento”, salienta.

Foto: Leonardo Pereira/divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2023 0 Comentários 589 Visualizações
Saúde

Santa Cruz do Sul conquista Selo Prata no Programa Rede Bem Cuidar

Por Marina Klein Telles 22/03/2023
Por Marina Klein Telles

Certificada no ano passado com o Selo Bronze, a Secretaria Municipal de Saúde de Santa Cruz do Sul avançou mais uma etapa dentro do Programa Rede Bem Cuidar com a conquista do Selo Prata. A iniciativa, voltada ao publico idoso, é desenvolvida pelo Programa Estadual de Incentivos para Atenção Primária à Saúde (PIAPS).

O reconhecimento foi entregue na manhã da última terça-feira, 21, pelo governador Eduardo Leite e a secretária estadual de Saúde, Arita Bergmann, aos profissionais que atuam na ESF Faxinal, no Bairro Faxinal Menino Deus, unidade de saúde que integra a ação. A prefeita Helena Hermany e a secretária municipal de Saúde, Daniela Dumke, também participaram do ato.

Para avançar na certificação, o atendimento na ESF Faxinal passou por um novo ciclo de avaliações de indicadores que comprovam uma atenção acolhedora, inclusiva, eficiente e humanizada aos usuários idosos.

Foto: Gustavo Mansur/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/03/2023 0 Comentários 717 Visualizações
Saúde

Fonoaudiologia realiza sensibilização sobre a Disfagia

Por Marina Klein Telles 21/03/2023
Por Marina Klein Telles

Em alusão do Dia Nacional de Atenção à Disfagia, a Equipe de Fonoaudiologia do Hospital Universitário de Canoas (HU) realizou visita de orientação com distribuição de material informativo para técnicos de enfermagem e familiares de pacientes. A conscientização, realizada na segunda-feira, dia 20 de março, contou com a parceria dos Residentes do curso de Fonoaudiologia da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra Canoas).

Conforme a coordenadora da Fonoaudiologia do HU, Rejane Bergmann, a disfagia é a dificuldade de engolir alimentos, líquidos e até mesmo saliva no trajeto entre a boca e o estômago. “Esse distúrbio pode ocorrer tanto em crianças quanto em adultos e idosos. Caso não tratado, pode causar desidratação, desnutrição e pneumonia, o que leva a um aumento da mortalidade”, alerta a profissional.

A fonoaudióloga Danielle de Azevedo e a Residente em Fonoaudiologia Bruna de Borba Pereira, realizaram a sensibilização sobre a data para alguns familiares de pacientes que aguardavam no saguão do HU. Elas esclareceram também que é o profissional fonoaudiólogo que tem a habilidade de fazer o diagnóstico e reabilitar os pacientes com distúrbios de deglutição. Pela manhã, a sensibilização foi feita pelas fonoaudiólogas Karen dos Passos e Luana Lauxen.

Moradora do Município de Brochier, Ivone Wilke, 55 anos, foi uma das familiares abordadas pela conscientização do Dia Nacional de Atenção à Disfagia. “Meu neto de 10 anos está se recuperando após cair de uma cascata. Estamos justamente naquela fase que ele está reaprendendo a falar e a comer bem os alimentos”, contou a avó de Bryan, internado no HU desde o dia 11 de março.

Sinais que podem indicar à Disfagia

Tosse, engasgos (afogar-se);
Alterações na voz depois de engolir;
Falta de ar;
Saída de alimento para fora da boca;
Sensação de algo preso na garganta;
Muita demora para se alimentar

Pacientes com risco

Idosos
Traqueostomizados
Doenças Neurológicas
Doenças Pulmonares
Câncer e cirurgias de cabeça e pescoço
Intubação prolongada ou recorrente

Foto: Leonardo Pereira/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2023 0 Comentários 881 Visualizações
Saúde

6 dicas para retomar o seu controle emocional

Por Marina Klein Telles 20/03/2023
Por Marina Klein Telles

Uma pesquisa sobre intolerância, realizada pelo Instituto Ipsos em 27 países, aponta o Brasil como 7º país mais intolerante. Cerca de 84% dos brasileiros veem o país dividido e 62% percebem mais intolerância hoje do que há 10 anos. Já a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) representou o Brasil na pesquisa Adaptação social em estresse na pandemia de Covid-19: um estudo transcultural, que reuniu 24 países de quatro continentes.

A pesquisa observou temas como ansiedade, empatia, estresse, suporte e comportamentos sociais e culturais entre os vários países. As 15.375 respostas mostraram que os brasileiros estão entre os mais estressados, comparados às pessoas de outros países. Entre as principais causas, destacam-se baixo nível de empatia, grande desgaste emocional pessoal, sofrimento e aumento do individualismo.

“Não à toa, temos visto com frequência pessoas perdendo o controle facilmente, apresentando reações desmedidas e, inclusive, tendo explosões de raiva por motivos banais”, afirma Danielle H. Admoni, psiquiatra geral, preceptora na residência da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM) e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

Como saber se estou fora do meu controle emocional?

O desequilíbrio emocional é caracterizado por alterações frequentes e inesperadas de humor e pela facilidade em “sair do eixo” diante de acontecimentos negativos, sobrecarga e situações de imprevisto.

Segundo Danielle Admoni, pessoas emocionalmente instáveis não conseguem lidar com as adversidades da vida com serenidade. Ao encarar momentos que possam parecer normais aos olhos de qualquer pessoa, esses indivíduos apresentam uma irritabilidade desnecessária e fora do comum.

“A pessoa deixa as emoções falarem mais alto do que a razão e toma atitudes que seriam moralmente questionáveis, como arrumar briga no trânsito. Pode haver episódios de raiva que resultem até em agressão física”, alerta a psicóloga Monica Machado, fundadora da Clínica Ame.C e pós-graduada em Psicanálise e Saúde Mental pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.

Em resposta ao emocional, o corpo se manifesta, apresentando sinais como dificuldade de concentração, foco e raciocínio; sintomas físicos, como dores de cabeça, dores musculares e problemas gastrointestinais; insônia e dificuldade para dormir, mesmo estando com sono.

Para a psiquiatra Danielle, estes comportamentos são uma forma inconsciente e irracional de pôr para fora os medos, as preocupações e os problemas que a pessoa não consegue verbalizar ou expor de uma maneira que lhe traga respostas e soluções. “Um indivíduo que está com exaustão mental, passando por conflitos que vão além do seu limite emocional, não consegue guardar tudo para si mesmo o tempo todo. Se ele não tiver um meio de exteriorizar esta carga, ela se torna uma bomba-relógio, podendo explodir a qualquer momento”, diz a psiquiatra.

Recuperando o equilíbrio emocional

De acordo com Danielle Admoni, as emoções estão presentes em todas as situações da vida e, quando elas estão em desarmonia, é preciso buscar meios para reorganizá-las. Feito isso, será possível enfrentar as crises e os desafios de modo racional. Confira as dicas das especialistas:

1. Busque a origem do problema
Avalie o que está causando o seu desequilíbrio emocional. Excesso de trabalho? Crise no casamento? Problemas financeiros? Chegue na raiz de cada problema e encontre alternativas para resolve-los. “Mesmo que não haja conclusões imediatas, só o fato de encarar o problema de frente e persistir na solução, fará você entrar novamente no eixo”, diz a psicóloga Monica Machado.

2. Jamais duvide de si mesmo
Não associe os problemas com o seu potencial e suas qualidades, pois isso irá te colocar para baixo, afetando sua autoestima e autoconfiança. Todo mundo tem problemas, mas o que vai te definir é sua determinação e resiliência para superá-los. Encontre nas suas realizações a força necessária para se equilibrar.

3. Esteja no controle das suas emoções
Cuidado para não projetar e descontar seus problemas nas pessoas. Faça o possível para controlar a raiva, tristeza ou qualquer outro sentimento que te levem a reações agressivas por impulso. “Ao perceber que está sendo dominado por uma emoção negativa, o ideal é se afastar e buscar formas de se recompor”, pontua Monica Machado.

4. Mexa o corpo
A prática sistemática do exercício físico está associada à ausência ou a poucos sintomas de ansiedade. Segundo Danielle Admoni, durante o exercício físico, o corpo libera hormônios e neurotransmissores, como serotonina, noradrenalina, endorfina e dopamina; que regulam o bem-estar, o humor, a memória, a concentração e o estresse.

“Além disso, o aumento da frequência cardíaca melhora o fluxo de sangue para o cérebro e estimula o sistema nervoso central, promovendo benefícios cognitivos, o que inclui a melhoria do raciocínio, da memória e até da facilidade em lidar com eventos estressores”, relata a psiquiatra.

5. Apenas respire
Dependendo do nível de ansiedade, a respiração fica mais superficial, com aumento da frequência e diminuição da profundidade. “Isso altera o tônus muscular da cadeia respiratória, responsável por várias reações do corpo ao estresse. Ao praticar a respiração de forma correta, é possível regular o sistema nervoso e diminuir os sintomas físicos e emocionais”, afirma Admoni.

Uma das técnicas é a chamada respiração quadrada, que requer uma pausa de quatro segundos a cada respiração e inspiração. Inspire lentamente pelo nariz contando até quatro, pause por 4 segundos, expire pela boca contando até quatro e pause por mais 4 segundos.

6. Descubra-se na terapia
O caminho para lidar com o desequilíbrio emocional é o autoconhecimento, que pode ser aprofundado por meio da terapia. De acordo com Monica Machado, ao se conhecer melhor, entender seus gatilhos, conflitos internos e padrões de comportamento, você estará mais preparado para equilibrar suas emoções e, consequentemente, suas atitudes.

“Vale lembrar que quem sofre com a instabilidade emocional tende a acreditar que se trata apenas de uma ‘personalidade forte’ ou da característica de sentir as emoções de forma mais intensa. No entanto, em muitos casos, esse desequilíbrio emocional pode indicar transtornos de personalidade e de humor que nunca foram diagnosticados. Daí a importância de uma avaliação detalhada para o tratamento adequado”, finaliza Danielle Admoni.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2023 0 Comentários 859 Visualizações
Saúde

Secretaria da Saúde alerta população a bons hábitos de higiene bucal

Por Marina Klein Telles 20/03/2023
Por Marina Klein Telles

No Dia Mundial da Saúde Bucal, celebrado em 20 de março, a Secretaria da Saúde (SES) promove alerta a população para a importância dos bons hábitos de higiene bucal, alimentação saudável e visitas frequentes ao cirurgião-dentista para redução dos índices de cárie, doenças periodontais e perdas dentárias.

A data foi instituída pela Federação Dentária Internacional (FDI) e lançada oficialmente em 2007. Neste ano, a campanha dá continuidade ao tema escolhido para o período 2021-2023 – Tenha orgulho da sua boca.

A coordenadora da divisão de Saúde Bucal da SES, Tatiana Lafin, assinala que o cuidado com os dentes, gengiva e mucosa bucal tem papel crucial na capacidade de realizar atividades diversas, como mastigar, deglutir e articular palavras. Além disso, manter a saúde bucal em dia também melhora a autoestima e a confiança das pessoas.

“A cárie é uma doença infecciosa. É considerada a doença mais comum nos seres humanos e precisa ser controlada”, afirma Tatiana. O controle é feito pela correta higienização dos dentes e da gengiva. “Todas as vezes que nos alimentamos devemos escovar os dentes e, sempre que possível, usar o fio dental. Depois dos intestinos, a boca é a cavidade com o maior número de bactérias”, explica a coordenadora.

Riscos de doenças

Algumas das doenças bucais mais comuns são a periodontite e a gengivite, que ocorrem pela má higiene bucal e causam sangramento gengival. Estão relacionadas a doenças sistêmicas, como diabetes, com interferência mútua, ou seja, a piora na saúde gengival pode aumentar a glicemia.

Além disso, doenças cardiovasculares, como aterosclerose e endocardite bacteriana, também estão relacionadas a periodontites. Para as gestantes, é importante realizar o pré-natal odontológico, pois a periodontite também está ligada a partos prematuros e a nascimentos de bebês com baixo peso.

O câncer bucal tem alta prevalência na população, sendo um dos tipos mais comuns. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil está na terceira posição do ranking. Se diagnosticado no início, há grandes chances de cura (cerca de 80%), sem deixar sequelas. As causas são multifatoriais, como tabagismo, álcool, alimentação, má higiene bucal, traumas na boca, entre outras.

Importância da escovação

O dentista deve ensinar a forma correta de escovação, assim como recomendar a escova ideal para o paciente. Existem vários tipos de escova no mercado e, na maioria das vezes, a orientação é usar escovas de cabeça pequena e cerdas macias.

Quanto aos enxaguantes bucais, assim como todo medicamento, também possuem efeitos colaterais e apenas profissionais capacitados estão aptos para recomendar a utilização do produto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2023 0 Comentários 552 Visualizações
Saúde

Simulação de incêndio mobiliza forças da saúde e segurança em Porto Alegre

Por Marina Klein Telles 20/03/2023
Por Marina Klein Telles

Um incêndio em um grande hospital de Porto Alegre deixou 41 vítimas, entre mortos e feridos. Pacientes são deslocados para outras unidades de saúde, enquanto o combate às chamas envolve uma enorme operação do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, Defesa Civil, forças de segurança e sistema hospitalar — e até um helicóptero do Batalhão de Aviação da Brigada Militar foi utilizado. Esse foi o cenário da simulação pensada para preparar e testar a reação da cidade caso um desastre dessa magnitude acontecesse.

Esse foi o roteiro de um simulado de desastre ocorrido neste domingo (19), em Porto Alegre. A operação, organizada pelo Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (SINDIHOSPA), envolveu mais de 100 pessoas na representação de um incêndio no Hospital Moinhos de Vento. Foi a terceira iniciativa realizada pela entidade, num trabalho que vinha sendo planejado desde o ano passado e se estendeu ao longo de várias horas.

Na atividade, foi simulado um incêndio no bloco 15 do Moinhos, que afetou os quatro andares da edificação e gerou uma grande quantidade de fumaça. Alunos do curso de Enfermagem da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da PUCRS e da Liga Acadêmica de Urgência e Emergência da Faculdade Factum representaram as dezenas de vítimas, enquanto estudantes da UFRGS foram as sombras, acompanhando o processo e verificando a agilidade de cada etapa.

O atendimento começou no próprio hospital, com o deslocamento dos pacientes para outras instituições da rede da capital, com atuação do SAMU e da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil também participaram do evento, reproduzindo o combate ao fogo e rescaldo dos danos, enquanto o Instituto Geral de Perícias lidou com as fatalidades.

“Porto Alegre tem uma rede de saúde ampla, de alta qualidade e, sobretudo, solidária, como já mostrou em outras situações parecidas, mas de menor magnitude. Com simulações como essa, reforçamos a capacidade dos setores de saúde e segurança para responder à altura a eventos semelhantes, evitando a perda de muitas vidas”, enfatiza o presidente do SINDIHOSPA, Henri Siegert Chazan.

Na avaliação do comandante do 1º Batalhão de Bombeiros Militar, tenente-coronel Marcelo Carvalho Soares, todo evento simulado é extremamente importante pela forma como ele prepara as equipes. “Não é somente aferir, mas até mesmo mudar procedimentos, comportamento das guarnições e fazer com que tenhamos uma condição mais próxima da realidade”, esclareceu.

Longa preparação

A preparação para o simulado deste domingo começou em 2022, com mais de uma centena de profissionais do Sindicato, Hospital Moinhos e forças da saúde e segurança, para que tudo ocorresse, dentro do possível, como um desastre real.

Os bombeiros foram deslocados para agir como se um incêndio estivesse acontecendo. Ambulâncias do SAMU e das empresas Transul, Ecco Salva, Unimed e SulVida levaram as “vítimas” para atendimento em oito hospitais: Clínicas, Mãe de Deus, Cristo Redentor, Divina Providência, Independência, Ernesto Dornelles, São Lucas da PUCRS e Santa Casa, além do próprio Moinhos. Os estudantes receberam ainda maquiagem para representar ferimentos causados pelo fogo e fumaça.

Ao longo do dia, um trecho da rua Doutor Vale também foi bloqueado para garantir a execução dos trabalhos — e os vizinhos da região foram previamente alertados, para não se assustarem com a movimentação. A operação não afetou o funcionamento do Hospital Moinhos, que atendeu normalmente os pacientes internados e, também, no serviço de Emergência.

Fotos: Leonardo Lenskij/divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2023 0 Comentários 653 Visualizações
Saúde

Projeto Quintal da Dengue ensina crianças da Apae

Por Marina Klein Telles 17/03/2023
Por Marina Klein Telles

Frequentadores da Apae de Santa Cruz do Sul estão recebendo instruções sobre como combater o mosquito Aedes aegypti. A equipe de Vigilância Sanitária da Prefeitura de Santa Cruz do Sul levou até a instituição mais uma edição do Quintal da Dengue, na manhã de quinta-feira (16).

A atividade busca, de maneira lúdica, ensinar formas de impedir a proliferação do inseto. Com a instalação de um ambiente cenográfico, simulando uma residência, são sugeridas as diversas situações onde o mosquito pode depositar seus ovos. Em clima de brincadeira, as crianças aprendem que é preciso evitar água parada e limpar recipientes como o pote de água do cachorro, por exemplo, para evitar que o Aedes surja.

“Estamos ensinando as crianças, na prática, a não deixarem o mosquito da dengue nascer. Elas também agem como multiplicadoras da informação e vão repassar os cuidados aos pais”, explica a chefe do Setor de Combate a Endemias, Juliana Hofmeister.

Conforme a coordenadora pedagógica da Apae, Sandra Kirst, a atividade contribuiu bastante para o planejamento de ensino da instituição. “Vai agregar muito ao nosso trabalho. A parceria com a Prefeitura será muito positiva”, avaliou.

A Apae inaugurou o calendário de ações em escolas do Quintal da Dengue em 2023, dentro do Programa Saúde na Escola. O projeto Quintal da Dengue teve início no ano passado e está aberto a escolas tanto da rede pública como privada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2023 0 Comentários 913 Visualizações
Saúde

HU de Canoas aborda sigilo profissional em situações de proteção à criança

Por Marina Klein Telles 17/03/2023
Por Marina Klein Telles

Com o tema O Sigilo Profissional Diante de Situações de Medidas de Proteção à Criança e ao Adolescente, explicando as diferenças na Entrega Responsável, Adoção e Termo de Guarda, o Hospital Universitário de Canoas (HU) promoveu três dias de bate-papo com a equipe multidisciplinar da UTI Neonatal. A qualificação aconteceu nos dias 14, 15 e 16 de março, na Sala de Treinamento da UTI Neonatal.

A roda de conversa foi mediada pela assistente social Shirlei Machado e a psicóloga Natália Vargas. Organizado pelo Serviço Social em parceria com a psicologia, o treinamento buscou qualificar ainda mais o processo de trabalho da equipe multidisciplinar da UTI Neonatal. 

Segundo Shirlei, o profissional da Saúde deve estar preparado para acolher os genitores, sem julgamentos, levando em conta a ética e legalidade. “O treinamento teve o objetivo também de compreender a percepção dos profissionais da UTI Neonatal e esclarecer dúvidas referente aos processos de Entrega Responsável, Adoção e Termo de Guarda”, pontuou a psicóloga Natália.

Fotos: Leonardo Pereira/divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2023 0 Comentários 604 Visualizações
Saúde

Focos de Aedes Aegypti em 2023 já ultrapassam os números de 2022

Por Marina Klein Telles 17/03/2023
Por Marina Klein Telles

A Vigilância em Saúde segue intensificando o combate ao mosquito transmissor da dengue e outras doenças. Neste ano, o primeiro caso de Dengue já foi confirmado. As equipes da Vigilância têm aplicado inseticida em vias próximas da residência deste paciente. Mas há outros indicadores que preocupam as autoridades em saúde.

Até o momento, somente em 2023, já foram encontrados 425 novos focos do mosquito Aedes Aegypti, ou seja, nos primeiros três meses o número já ultrapassou o total de focos de 2022, de 342. É fundamental que a população colabore e evite o acúmulo de objetos nos pátios e água parada, cenário propício para a proliferação do mosquito.

A rede pública conta com testes para a doença. Mas só deve procurar os postos, quem tiver sintomas, como febre alta, fraqueza extrema e manchas vermelhas na pele por pelo menos 24 horas.

Principais medidas para eliminar a formação de criadouros

– Manter as caixas-d’água bem fechadas;

– Lavar com água e sabão tonéis, galões ou depósitos de água e mantê-los bem fechados;

– Limpar e remover folhas das calhas deixando-as sempre limpas;

– Retirar água acumulada das lajes;

– Desentupir ralos e mantê-los fechados ou com telas;

– Colocar areia ou massa em cacos de vidro de muros;

– Lavar plantas que acumulam água como as bromélias duas vezes por semana;

– Preencher com serragem, cimento ou areia ocos das árvores e bambus;

– Evitar utilizar pratos nas plantas, se desejar mantê-los, colocar areia até a borda dos pratos de plantas ou xaxins;

– Tratar a água da piscina com cloro e limpá-la uma vez por semana;

– Retirar a água e lavar com sabão a bandeja externa da geladeira;

– Lavar bem o suporte para garrafões de água mineral a cada troca;

– Lavar vasilhas de animais com esponja ou bucha, sabão e água corrente, trocá-los uma vez por semana;

– Manter aquários para peixes limpos e tampados ou telados;

– Manter vasos sanitários limpos e deixar as tampas bem fechadas;

– Guardar garrafas vazias e baldes de cabeça para baixo;

– Jogar no lixo objetos que possam acumular água como: latas, tampas de garrafa, casca de ovo, copos descartáveis;

– Manter a lixeira sempre bem tampada e os sacos plásticos bem fechados;

– Fazer furos na parte inferior de lixeiras externas;

– Descartar ou encaminhar para reciclagem os pneus velhos ou furá-los e guardá-los secos e em locais cobertos.

Além disso, é recomendado o uso de repelentes para evitar o mosquito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2023 0 Comentários 578 Visualizações
Saúde

2022 registrou maior número de casos de dengue em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 13/03/2023
Por Marina Klein Telles

O projeto de Prevenção e Combate à Dengue, executado em parceria pela Universidade Feevale e a Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo, divulgou um boletim informativo sobre a densidade de casos de dengue no município em 2022.

Os primeiros casos confirmados de dengue em Novo Hamburgo, no ano passado, ocorreram na semana epidemiológica 8 (de 20 a 26 de fevereiro). Os casos subsequentes foram registrados até a semana epidemiológica 38 (de 18 a 24 de setembro). Após dois meses, o pico aconteceu na semana 17 (de 24 a 30 de abril), com o maior número de casos no município registrado, totalizando 969 pessoas com dengue. Ao longo de 26 semanas epidemiológicas, foram somados 7.155 casos da doença.

O boletim sinaliza a primeira epidemia da doença na cidade em 2022, ao mesmo tempo em que apresenta ações positivas para o combate a novos surtos. Um dos dados mais significativos, por exemplo, é que desde que o município foi considerado como infestado, o ano de 2022 foi o que registrou o maior número de casos de dengue, seguindo o padrão observado para o Estado.

Confira um resumo da dengue em Novo Hamburgo em 2022:

– Casos notificados: 8162
– Casos confirmados: 7155
– Casos descartados: 972
– Casos suspeitos em análise: 6
– Óbitos: 9

O primeiro caso de dengue foi registrado na semana 8 (de 20 a 26 de fevereiro), no bairro Santo Afonso. É possível ver, nos mapas disponibilizados, o avanço da doença – na semana 14 (de 3 a 9 de abril), já havia moradores com dengue em todas as regiões do município. Os números também demonstram que os bairros mais populosos foram os mais atingidos: Canudos e Santo Afonso sofreram o maior montante de casos.

Ações de controle

De acordo com o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Universidade Feevale, Fernando Spilki, o ano de 2022 apresentou um cenário novo, com muitos casos de dengue e o alerta de uma possível nova realidade para essa doença na região. “Assim, é igualmente relevante ter dados sobre a dinâmica dos casos encontrados, quantidade e distribuição: conhecer o passado para enfrentar os desafios do futuro”, afirma. Nesse sentido, ações foram tomadas ao longo de 2022 para enfrentamento e controle da epidemia em Novo Hamburgo.

Saiba mais

O material completo pode ser acessado no link: feev.as/634df03.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2023 0 Comentários 657 Visualizações
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