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Saúde

Saúde

ABRH-RS promove 1º Fórum de Saúde Mental sobre bem-estar nas organizações

Por Marina Klein Telles 12/04/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira de Recursos Humanos seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS) promove o 1º Fórum de Saúde Mental, no dia 4 de maio, e as inscrições para o encontro estão abertas. O tema do evento será: O bem-estar na agenda estratégica das organizações. Dentre os principais nomes que irão palestrar estão a fundadora e CHO do Instituto Feliciência, Carla Furtado, e a fundadora da 3Up talentos e coach executiva, Kátia Magni.

O conteúdo é voltado para profissionais das áreas de desenvolvimento humano, gestores em geral, médicos do trabalho, técnicos de segurança do trabalho, engenheiros de segurança do trabalho e empresários. “Para a ABRH-RS, a preocupação com a saúde mental dos colaboradores está diretamente relacionada ao desenvolvimento de pessoas nas organizações e ao papel do profissional de Recursos Humanos, bem como do estilo de liderança dos gestores”, explica o presidente da ABRH-RS, Pedro Fagherazzi.

Para promover reflexões sobre o gerenciamento das emoções no ambiente de trabalho, sinais de uma possível Síndrome de Burnout, ações positivas para melhorar a qualidade de vida no trabalho e gerar melhores resultados, a ABRH-RS trará palestrantes e especialistas de renome nacional. “Acreditamos que cuidar da saúde mental dos colaboradores é essencial para garantir um ambiente de trabalho saudável e produtivo”, enfatiza Fagherazzi.

Na programação estarão presentes o consultor em T&D na Jober, Alexandre Eberle Alves, que falará sobre “A saúde mental e os comportamentos de risco no trabalho”, após a fundadora da 3Up talentos e coach executiva, Kátia Magni, que abordará a “Imunidade Emocional”. A fundadora e CHO do Instituto Feliciência, Carla Furtado, irá encerrar o Fórum falando sobre “Cultura da segurança psicológica”. Diversos outros convidados, referências em saúde mental e engajamento no ambiente de trabalho, irão palestrar no evento.

*Na imagem de destaque Carla Furtado, fundadora e CHO do Instituto Feliciência.

Sobre a ABRH-RS

Referência nacional entre as seccionais da ABRH Nacional, a Associação Brasileira de Recursos Humanos – RS acumula 50 anos de atividades no Rio Grande do Sul. Com mais de mil associados entre pessoas jurídicas e físicas, a entidade atua com foco na capacitação e qualificação profissional de profissionais das áreas de gestão e pessoas. Abrange todas as questões que integram a gestão e o desenvolvimento de pessoas a partir da disseminação do conhecimento.

Serviço

O que: 1º Fórum de Saúde Mental da ABRH-RS
Quando: 4 de maio, das 8h30 às 17 horas
Onde: Teatro da PUCRS – Av. Ipiranga, 6611, Prédio 40, Porto Alegre-RS
Inscrição pelo link https://extranet.abrhrs.org.br/apps/inscricao/web/index.php?r=site%2Flogin&ite=558

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2023 0 Comentários 760 Visualizações
Saúde

Sesc/RS discute ideias e ações no Dia Mundial da Saúde

Por Marina Klein Telles 06/04/2023
Por Marina Klein Telles

Na manhã de quarta-feira (05), o Sesc/RS promoveu um evento híbrido para discutir ideias e ações inspiradas na campanha “Saúde para Todos”, da Organização Mundial da Saúde (OMS). A ação é alusiva ao Dia Mundial da Saúde, que é comemorado no dia 7 de abril. O talkshow, sediado no espaço do Lab Fecomércio-RS, foi transmitido pelo canal da Fecomércio-RS no YouTube.

O evento contou com presença das convidadas Patrícia Palermo, economista da Fecomércio-RS, Tani Raineri, epidemiologista e diretora do Centro Estadual de Vigilância em Saúde/CEVS/SES-RS e Lizandra Gamba, coordenadora técnica de RH e responsável pelo projeto Vida em Equilíbrio, com mediação da jornalista Laura Medina.

Além das pautas iniciais, a conversa contou com perguntas do público, abordando temas como saúde mental. “Cuidar da saúde dá trabalho, mas cuidar da doença dá muito mais. Precisamos tornar nossos ambientes de trabalho mais leves e promover a melhoria da saúde mental através das nossas ações”, destacou Patrícia.

Outro tema que surgiu foi o Marco Legal do Saneamento, que tem como objetivo garantir saneamento básico e água potável para todos até 2033. “A Organização Mundial da Saúde diz que a água potável é uma das principais medidas de promoção da saúde que mudou o cenário do mundo”, pontuou Tani ao ressaltar a importância do trabalho em conjunto aos órgãos públicos na busca desses objetivos.

A iniciativa do Sesc/RS de abrir espaço para a discussão desses temas foi elogiada pelas convidadas, que também destacaram iniciativas de promoção da saúde como o programa Maturidade Ativa e o Mesa Brasil. “É importante esse entendimento de promover a saúde como algo amplo. Essa preocupação está na essência, na cultura, inclusive através da educação”, apontou Lizandra.

A promoção da saúde compreende um conceito ampliado, que supera a ausência de doenças e é ressignificado a partir de elementos que constituem as condições objetivas de vida, ou seja, o que é fundamental para garantir o exercício do viver. Ademais, trata sobre mudanças nas situações dos indivíduos e de seus ambientes, através de abordagens positivas, multidimensionais e participativas.

O evento foi promovido pelo projeto Saúde para a Felicidade, da Gerência de Assistência e Saúde (GEAS) do Sesc/RS, e pelo projeto Vida e Equilíbrio, do Núcleo de Recursos Humanos do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac. A atividade faz parte da concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), firmados pelo Sistema como prática regular na instituição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2023 0 Comentários 540 Visualizações
Saúde

Complexo Hospitalar da Unimed realiza primeira cirurgia robótica em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 05/04/2023
Por Marina Klein Telles

O Complexo Hospitalar da Unimed Vale do Sinos realizou em 5 de abril, a primeira cirurgia robótica da Região. O procedimento foi realizado em um paciente de 70 anos, para o tratamento de câncer de próstata, na qual é retirada toda a glândula e alguns tecidos à sua volta, incluindo as vesículas seminais. A operação levou cerca de 3 horas para ser concluída e estiveram presentes para o procedimento 11 profissionais, entre médicos e técnicos.

A cirurgia robótica permite benefícios para todos os envolvidos.

A cooperativa recebeu o robô cirúrgico Da Vinci®X no final de março e o valor total do investimento em tecnologia, equipamentos e capacitação foi de 12 milhões de reais. O médico responsável pelo primeiro procedimento robótico foi o Dr. Lucas Lampert.

Na inauguração da plataforma, que antecedeu a realização do procedimento, Luis Carlos Melo, presidente da Unimed Vale do Sinos, falou sobre a importância de trazer a tecnologia para o Vale do Sinos, destacando que “a cirurgia robótica permite benefícios para todos os envolvidos. Os pacientes têm menos dor pós-operatória, menos sangramento, uma recuperação mais rápida, menos tempo de internação, menores complicações intra e pós-operatórias”.

Dr. Lucas Lampert, responsável por realizar a primeira cirurgia robótica no complexo.

Mais segurança e bem-estar

No caso da prostatectomia robótica, o paciente sofre brevemente com incontinência urinária – que é a incapacidade de controlar a bexiga – fazendo-se o uso de sonda, mas logo retorna o controle do sistema urinário, já no caso da cirurgia tradicional, poderia levar semanas ou, em casos mais graves, não retornar.

O Dr. Lucas Lampert, responsável pelo procedimento, explica que o mesmo é muito delicado pois lida não apenas com uma questão de saúde – a remoção de um câncer -, mas também afeta o emocional do paciente, por conta do alto risco de disfunção sexual pós cirúrgico. “Esse diagnóstico vai além de uma questão de saúde, ela mexe com a masculinidade do paciente. Com o novo método, temos mais segurança e precisão na hora de realizar as incisões, diminuindo os riscos de afetar certos nervos e tecidos que causariam a disfunção sexual e a incontinência urinária caso removidos”, avalia.

O urologista Marlon Fiorentini, também presente na coletiva, explicou sobre o funcionamento e operacionalização da Da Vinci®X e a importância do processo de inovação aliado à busca pelo bem-estar humano e mais qualidade na saúde. Ao vivo, durantes os primeiros minutos do procedimento, o coordenador do Programa de Medicina Robótica da Unimed Vale Do Sinos, André Berger, explicou sobre o posicionamento do paciente e o funcionamento da máquina, na qual o Dr. Lampert se posicionou e controlava os braços robóticos a partir de uma espécie de “joystick”, como descrito por Berger.

Sobre a Da Vinci®X System

A plataforma pode ser utilizada em diversos procedimentos dos menos aos mais complexos, como casos de oncologia que necessitam de intervenção cirúrgica. Dentre as especialidades para as quais a Da Vinci mais pode ser utilizada estão: Ginecologia, Urologia, Cirurgia Geral, Bariátrica, Colorretal, entre outras. Ela funciona de forma remota, com o cirurgião operando a máquina à distância por meio de braços mecânicos que, além de micro tesouras, bisturis e cauterizadores, possuem câmeras em alta resolução que permitem melhor visualização ao longo dos procedimentos.

Demais profissionais, como técnicos de enfermagem, anestesista e outros cirurgiões assistentes, acompanham o procedimento através de diversas telas espalhadas na sala. O sistema ainda recebe suporte de um engenheiro em computação que fica a postos em caso de necessidade. O equipamento de ponta é atualmente produzido na Califórnia-EUA, e é considerado modelo de última geração no cenário mundial.

Fotos: Marina Klein Telles/Expansão
05/04/2023 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga adquire novo equipamento intensificador de imagem para centro cirúrgico

Por Marcel Vogt 04/04/2023
Por Marcel Vogt

O hospital de Sapiranga adquiriu um novo equipamento que promete intensificar as imagens nos procedimentos cirúrgicos. O arco cirúrgico é um equipamento de radiologia digital, será utilizado em exames que necessitam de imagem durante a realização do procedimento. Ele é composto por um emissor de raios-X e um receptor de imagem digital, que captura as imagens em tempo real. Dessa forma, o médico pode visualizar com precisão o local onde está realizando o procedimento, orientando suas ações com maior precisão.

O Hospital Sapiranga sempre busca investir em tecnologia e inovação para oferecer o melhor atendimento aos seus pacientes.

O novo equipamento adquirido pelo Hospital Sapiranga possui tecnologia de última geração, com alta resolução e qualidade de imagem. Além disso, são ágeis e práticos de manusear, permitindo que os procedimentos sejam realizados com maior rapidez e eficácia.

“O Hospital Sapiranga sempre busca investir em tecnologia e inovação para oferecer o melhor atendimento aos seus pacientes. Com a aquisição do novo equipamento, temos certeza de que poderemos oferecer ainda mais qualidade e segurança em nossos procedimentos cirúrgicos”, afirmou a diretora do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann.

Entre os principais benefícios da utilização dos arcos cirúrgicos estão a redução do tempo de cirurgia, a diminuição do risco de complicações, a melhora da qualidade dos resultados e a redução do tempo de recuperação do paciente. Isso se deve à capacidade do equipamento de fornecer imagens de alta qualidade em tempo real, permitindo que o médico visualize com precisão as estruturas anatômicas e realize procedimentos cada vez mais precisos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2023 0 Comentários 822 Visualizações
Saúde

Unimed Nordeste-RS define diretoria para o biênio 2023-2024

Por Marcel Vogt 04/04/2023
Por Marcel Vogt

Com mais de 420 mil beneficiários, considerando todos os produtos, e detentora de mais de 55% do mercado de planos de saúde em 17 municípios da Serra Gaúcha, a Unimed Nordeste-RS elegeu a diretoria para o biênio 2023-2024. Neste período, presidirá a cooperativa o Dr. André Germano Leite, tendo como vice o Dr. Walter Praetzel Porto. A definição ocorreu na noite de 27 de março.

A Unimed Nordeste-RS é uma das cinco maiores empresas de Caxias do Sul, com faturamento superior a R$ 1,2 bilhão (2022). Reúne atualmente mais de 1,2 mil médicos cooperados e 3 mil funcionários, sendo responsável ainda pela geração de 15 mil empregos de forma indireta, considerando todos os produtos.

“A Unimed é muito mais do que um plano de saúde. É a garantia de uma assistência médica feita por profissionais altamente qualificados, dentro da melhor infraestrutura e com uma ampla rede de cobertura em todo o país. É a tranquilidade de saber que seu bem mais precioso – sua saúde – está em ótimas mãos. Os desafios são enormes, mas com muito trabalho, responsabilidade e seriedade, iremos sobrepô-los, entregando uma percepção ainda maior de valor aos nossos clientes, aos nossos médicos cooperados e aos nossos colaboradores”, define o Dr. André Germano Leite.

O presidente acredita muito no tripé pessoas-processos-tecnologia para que seja buscado um crescimento sustentado em época de muitas incertezas econômicas e demandas cada vez maiores de um mercado que se mostra muito competitivo.

“A busca incessante de soluções inovadoras com incremento da qualidade assistencial – uma marca da Unimed – é uma obrigação da gestão moderna, já que o mercado é muito dinâmico e demanda por mudanças muito rapidamente. A automatização de processos, a transformação digital e o uso de sistemas dotados de inteligência artificial são exemplos de iniciativas que serão adotadas, mas devem contrastar com o necessário incremento do cuidado de saúde (em vez do cuidado da doença). Vamos focar em promoção de saúde e prevenção de doenças, na assistência integral à saúde, no cuidado longitudinal e acessível aos nossos clientes, auxiliando-os a manter-se saudáveis, com uma melhor qualidade de vida”, sustenta o presidente.

“Tudo indica que 2023 será um ano ainda muito difícil para nosso segmento, com índices de sinistralidade elevados. O desafio será manter a nossa excelência na qualidade dos serviços prestados – não abrimos mão disso – e controlarmos os crescentes custos assistenciais. Nosso time está preparado para oferecer aos nossos clientes o que há de melhor na assistência médica. Cuidar de nossos clientes: esse é o plano!”, projeta o presidente da Unimed Nordeste-RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2023 0 Comentários 560 Visualizações
Saúde

Capão da Canoa realiza 4ª Caminhada pelo Autismo

Por Marina Klein Telles 04/04/2023
Por Marina Klein Telles

No último domingo (02), Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a Prefeitura de Capão da Canoa, por meio da Secretaria da Saúde com o apoio do Programa de Atendimento a Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEAcolhe) e Associação de Pais e Amigos do Autista (AMA), promoveu a 4ª Caminhada pelo Autismo. O evento teve por objetivo divulgar a bandeira principal da causa: Mais informação e menos preconceito.

O percurso iniciou na frente do Centro Administrativo seguindo até o Largo do Baronda, à beira-mar. Dezenas de pessoas participaram da caminhada vestindo branco e também a camiseta do evento, que leva o símbolo do autismo.
Segundo o Secretário de Saúde, Tiarlin Abling, todos os anos a caminhada ganha mais adesão e atenção da população. “Junto com o Prefeito Amauri e nossa equipe da Saúde e do TEAcolhe buscamos dar o suporte que as famílias precisam, sempre sensibilizando a nossa comunidade e levando informações sobre o autismo”, diz.

A caminhada contou com a participação do Prefeito em Exercício, Ademar Duarte, do Secretário de Saúde, Tiarlin Abling, da Secretária de Cidadania, Trabalho e Ação Comunitária, Almeí Ceconello dos Reis, do Secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Marcelo Ramos, da Secretária de Educação, Sônia Bardini Lima, vereadores e comunidade em geral.

Ao longo do mês de abril, outras atividades de conscientização sobre o autismo serão realizadas no município.

Foto: Luiz Moraes/divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2023 0 Comentários 619 Visualizações
Saúde

Dia do Autismo lembra da importância do conhecimento sobre o transtorno e tratamento

Por Marina Klein Telles 04/04/2023
Por Marina Klein Telles

No domingo, 2 de abril, foi celebrado o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo. A data, vigente desde 2007, é de grande valor para levar à pauta as informações e orientações acerca do reconhecimento e tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de reforçar a necessidade de inclusão social e respeito a quem tem o transtorno.

Estima-se que os números de pessoas com TEA estejam aumentando em todo o Brasil, seguindo a tendência que já foi verificada nos Estados Unidos, de acordo com relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). De acordo com a última estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), seriam 2 milhões de diagnosticados com TEA dentre a população de 200 milhões de pessoas no Brasil. Ou seja, 1 % da população. Foram levantados dados acerca do Autismo no último censo do IBGE, em 2022. A divulgação dos números ainda é aguardada.

Segundo Mariana Potrich, psicóloga que atua na equipe do Centro Regional de Referência em TEA do Programa TEAcolhe, nos últimos 12 anos pesquisas apontam um aumento no número de casos, fato que acontece devido às mudanças no diagnóstico. “Hoje, o “espectro” abrange um conjunto de transtornos, como síndrome de asperger, autismo infantil, transtorno desintegrativo da infância, transtorno global do desenvolvimento, entre outros, que compõem o Transtorno do Espectro do Autismo – TEA”, explica a psicóloga.

Além dos atendimentos especializados, a psicóloga reforça também a importância da solicitação da Carteira de Identificação da Pessoa com TEA (CIPTEA), para garantia dos direitos. “Além de assegurar direitos, ela também ajuda a mapear as pessoas com TEA e as necessidades, assim políticas públicas podem ser desenvolvidas para esta população”, salientou. Ela conclui: “Porém, o mais importante é que esta pessoa possa ser olhada para além de seu diagnóstico e consiga ter uma vida plena como qualquer outro indivíduo. O respeito às diferenças é uma emergência social para todas as pessoas”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2023 0 Comentários 521 Visualizações
Saúde

Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo: Diferenças entre TEAs e deficiência auditiva

Por Marina Klein Telles 02/04/2023
Por Marina Klein Telles

O Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo é celebrado anualmente em 2 de abril e tem como objetivo difundir informações à população sobre a condição, com vistas à redução da discriminação.

Conforme o Ministério da Saúde, os Transtornos do Espectro Autista (TEAs) surgem na infância e tendem a persistir na adolescência e na vida adulta. Na maioria dos casos, eles se manifestam nos primeiros cinco anos de vida e as pessoas afetadas pela condição podem ter condições comórbidas, como epilepsia, depressão e ansiedade. Já o nível intelectual varia muito de um caso para outro, alternando de comprometimento profundo a casos com altas habilidades cognitivas.

Dr. Gilberto Ferlin, otorrinolaringologista e foniatra no Hospital Paulista, destaca que os TEAs têm como um de seus critérios diagnósticos a falha na comunicação social e explica que, embora inicialmente os sintomas apresentados possam ser parecidos, não há relação direta do transtorno com a deficiência auditiva.

“O deficiente auditivo, dependendo do grau da perda auditiva e do ambiente onde se encontra, embora não apresente falha na comunicação social, como o TEA, pode, por não ouvir, não responder a chamados e não conseguir se comunicar efetivamente. Por isso, é fundamental, antes de fechar o diagnóstico de autismo, ter um diagnóstico audiológico consistente, principalmente em crianças. Quanto menor a criança, mais importante é o diagnóstico audiológico antes de se pensar em TEA”, reitera.

O especialista pontua que, muitas vezes, os primeiros sintomas notados pelos cuidadores – não necessariamente os que primeiro aparecem -, tanto no autista como no deficiente auditivo, são muito semelhantes, como por exemplo: não responder às conversas, nem mesmo ao chamado do nome e o atraso na fala. Ambas as características devem estar presentes por volta do primeiro ano de vida e sua ausência constitui sinal de alerta para possíveis alterações no desenvolvimento infantil.

Nesse contexto, ressalta o otorrino, é fundamental que o diagnóstico audiológico seja consistente e o mais breve possível.  “Deficientes auditivos e autistas podem se confundir num primeiro olhar. Evidentemente, existem outros sintomas na comunicação social que os diferencia, como o olhar, por exemplo – embora não seja o único. Autistas podem também, ao contrário, manifestar irritação ou agressividade a determinados tipos de sons em intensidade (volume) não tão elevadas”, ressalta o médico.

A partir do diagnóstico do TEA e suas particularidades encontradas em cada indivíduo, a reabilitação, especificamente das perdas auditivas, pode seguir o padrão dos deficientes auditivos sem deixar de observar a singularidade do paciente. Num primeiro olhar, a perda auditiva pode dificultar o diagnóstico do TEA, por isso, é fundamental que o diagnóstico audiológico do paciente seja consistente e confiável. “Muitas vezes, a partir da avaliação do profissional habituado a trabalhar com desenvolvimento infantil, como o otorrino foniatra, é possível formular diagnóstico diferencial de uma ou outra alteração, pois um diagnóstico não necessariamente exclui o outro. Nesse sentido, a busca do diagnóstico etiológico auxilia, em muito, o trabalho terapêutico”, pondera.

Vale lembrar que o exame de triagem auditiva neonatal, obrigatório em maternidades no Brasil, por se tratar de exame de triagem, não exclui todas as possibilidades de déficit auditivo infantil, visto que existem condições de saúde que evoluem com perda de audição progressiva a partir do nascimento. Por isso, um profissional deve ser consultado tão logo se suspeite que possa existir dificuldade auditiva na criança. “Crianças que não tenham atenção a sons, não se assustam com barulho intensos, não balbuciam (brincam emitindo e explorando os sons da boca) no primeiro ano de vida, principalmente se estimuladas pelos cuidadores, devem ser investigadas”, finaliza Dr. Ferlin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2023 0 Comentários 713 Visualizações
Saúde

Dia Mundial da Nutrição: aumento do consumo de ultraprocessados

Por Marina Klein Telles 31/03/2023
Por Marina Klein Telles

Obesidade, diabetes e hipertensão são problemas de saúde associados ao consumo de alimentos ultraprocessados. No Dia Mundial da Nutrição, celebrado em 31 de março, são realizadas ações de conscientização e prevenção, avaliando práticas nutricionais e trazendo para o debate políticas públicas que incentivem uma melhor alimentação aos brasileiros.

Como se diz na nutrição: somos o que comemos.

No Brasil, o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados representa mais da metade do consumo alimentar da população brasileira (57,9%), conforme aponta estudo divulgado pelos Orçamentos Familiares (POF) do IBGE. Pessoas negras, indígenas, moradoras das áreas rural e das regiões Norte e Nordeste, assim como grupos com menores níveis de escolaridade e renda, são os maiores consumidores de ultraprocessados.

Processados e ultraprocessados: Qual a diferença?

De acordo com a professora do curso de Nutrição do Centro Universitário de Brasília (CEUB) Paloma Popov, o primeiro passo para resolver esse problema é entender a diferença entre alimentos minimamente processados, processados e ultraprocessados, conforme categoriza o Guia Alimentar Brasileiro. “O que difere os alimentos processados dos ultraprocessados é que estes últimos possuem a quantidade mínima de componentes alimentares. Por exemplo, o milho em casca é um alimento minimamente processado, enquanto o milho enlatado é um alimento processado. Os salgadinhos feitos de milho são um exemplo de alimento ultraprocessado”, explica.

Paloma considera que a praticidade de consumir alimentos ultraprocessados contribui significativamente para o aumento do consumo, pois as pessoas querem comer com rapidez e facilidade. Segundo ela, refeições e lanches congelados com conservantes, aromatizantes e outros aditivos não são apenas prejudiciais à saúde, mas também podem causar doenças. “Apesar da rotina corrida, o consumidor deve ler os rótulos dos alimentos processados e ultraprocessados e escolher produtos com menos ingredientes e mais reconhecíveis”, recomenda.

A saúde paga o preço

Popov explica que as consequências do consumo de alimentos ultraprocessados ao longo do tempo podem ser graves, como obesidade, sobrepeso, diabetes e hipertensão. “No passado, o Brasil enfrentou um grave problema de desnutrição, mas agora a mudança é em direção à obesidade e problemas de saúde devido aos hábitos alimentares”. Segundo a docente do CEUB, é fundamental conscientizar a população sobre os perigos do consumo de alimentos ultraprocessados e a necessidade de uma alimentação balanceada para prevenir doenças.

Uma solução simples

“Como se diz na nutrição: somos o que comemos. Infelizmente, a população está esquecendo de voltar à cozinha. Muitas vezes, a cozinha é apenas uma parte decorativa da casa, quando na verdade precisamos estimular o preparo do alimento como um cuidado, uma terapia em família. Se cozinharmos o básico, como arroz, feijão, verdura e salada, já estaremos nos ajudando e mostrando os ganhos para a saúde, como a pele, o cabelo e o intestino funcionando bem. É o mínimo que precisamos fazer. Esse é o nosso maior foco de estudo e preocupação”, finaliza Paloma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2023 0 Comentários 825 Visualizações
Saúde

Plano para Enfrentamento a Demências deve ser apresentado pelo Estado ainda em 2023

Por Marina Klein Telles 31/03/2023
Por Marina Klein Telles

O Rio Grande do Sul prepara-se para apresentar ainda no primeiro semestre de 2023 um Plano para Enfrentamento ao Alzheimer e outras Demências. O anúncio foi feito pela secretária da Saúde, Arita Bergmann, durante audiência com o deputado estadual Issur Koch e o médico geriatra e professor de Medicina, Leandro Minozzo, na quarta-feira (29). “Vamos dar vida à lei do Issur”, disse Arita ao referir-se à Lei Estadual 15.820/22, de autoria do parlamentar, que institui a Política Estadual de Enfrentamento à Doença de Alzheimer e outras Demências.

No encontro, Minozzo detalhou sua proposta para o Plano Gaúcho de Cuidado Integral em Demências, que deverá servir de base para a Secretaria da Saúde implementar sua proposta. “O Rio Grande do Sul é um dos estados com maior envelhecimento do País, com 19%. A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerentologia calcula que as demências atinjam cerca de 7% da população, ou seja, estamos falando de 126 mil a 150 gaúchos”, disse o especialista.

Com livros publicados na área, Minozzo é referência nacional no tratamento de demências e auxiliou Issur na elaboração da legislação estadual. “O serviço público de saúde, em todas as esferas, oferece assistência às famílias em situação precária, tanto no apoio emocional como na estrutura oferecida pela rede pública. Com o Plano Gaúcho de Cuidado Integral em Demências, podemos dar um passo à frente nesta questão e sermos pioneiros mais uma vez”, destacou.

Emocionado, Issur disse que ter o apoio do Estado à sua proposta era algo que valia a pena ser deputado. “Muitas vezes fazemos reuniões para tratar de problemas em Saúde, mas desta vez estamos trazendo uma solução com o Plano detalhado pelo dr. Minozzo. Fico feliz em contribuir e ter sido o agente para que esse projeto tão importante para milhares de gaúchos pudesse avançar. O Alzheimer não atinge apenas o paciente, mas toda a família que sofre ao ver seu ente querido sem a assistência necessária”, definiu.

Próximos passos

Solicitado a pedido da Secretaria Estadual de Saúde, a Comissão de Saúde e Meio Ambiente aprovou nesta quarta-feira requerimento de audiência pública para tratar do Plano Estadual de Saúde para o período 2024-2027. A intenção é promover uma discussão com gestores municipais e o Conselho Estadual de Saúde sobre as particularidades do planejamento, que contemplará, também, o combate ao Alzheimer e outras demências.

Paralelamente, o doutor Leandro Minozzo seguirá em contato com a equipe técnica da Secretaria da Saúde, auxiliando na elaboração da proposta ligada às demências.

Participaram da reunião, ainda, Marlise Fraga de Souza, diretora Adjunta do Departamento de Atenção Primária em Saúde; Gislaine Lima da Silva, chefe da Divisão das Políticas dos Ciclos de Vida; e Ana Lúcia Pires Afonso da Costa, secretária Adjunta da Secretaria Estadual da Saúde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2023 0 Comentários 498 Visualizações
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