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Categoria

Saúde

Saúde

HU de Canoas realiza três dias de palestras sobre a saúde da mulher

Por Marina Klein Telles 28/03/2023
Por Marina Klein Telles

Neste mês de março, o Hospital Universitário de Canoas (HU) promoveu diferentes atividades alusivas ao Mês da Mulher. De 28 a 30 de março, ocorre um ciclo de palestras e bate-papos na instituição. A programação, voltada presencialmente para colaboradoras da casa de saúde, também terá transmissão online para o público externo acompanhar. Interessados podem acessar o link que será disponibilizado nos stories da página do HU no Instagram: @hucanoasoficial.

Nesta terça-feira (28), o HU vai promover a palestra “Mulher Trans”, com a psicóloga Luisa Susin dos Santos e com a assistente social, Gabriela Machado da Silva, ambas do Programa LGBTQIA+, da Prefeitura de Canoas. Além disso, acontece uma Roda de Conversa sobre “A importância da Alimentação Saudável para as Mulheres”. O tema será abordado pela nutricionista Daiane Vogel do Carmo Pansera.

“A programação do Mês da Mulher foi pensada por diferentes setores do Hospital Universitário de Canoas. A ideia foi planejar de forma integrada ações voltadas para as colaboradoras e também para a população interessada em acompanhar as palestras online”, destaca a biomédica e coordenadora da Patologia do HU, Rosane de Lima.

As palestras terão transmissão online via Meet. Os links vão estar no QR Code, disponível no Instagram do HU (@hucanoasoficial). Confira as próximas atividades da programação do Mês da Mulher do HU no site da Prefeitura de Canoas. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2023 0 Comentários 527 Visualizações
Saúde

Unimed Vale do Sinos recebe tecnologia de R$ 12 milhões para cirurgia robótica

Por Marcel Vogt 28/03/2023
Por Marcel Vogt

A Unimed Vale do Sinos está em processo de implementação da cirurgia robótica no seu Complexo Hospitalar, em Novo Hamburgo. Nesta segunda-feira (20), a cooperativa recebeu o robô cirúrgico da Vinci®X, mediante o investimento de R$ 12 milhões de reais, e tornou-se a primeira Unimed do Rio Grande do Sul e o primeiro hospital do interior a possuir a tecnologia para procedimentos.

Instalamos em novembro um simulador, que permite criar a experiência de forma realista e desenvolver as habilidades do cirurgião e equipes, com métricas de desempenho.

A cirurgia robótica é um procedimento minimamente invasivo, realizado por pequenos portais, ao invés de grandes incisões. Por meio destes pequenos orifícios são inseridos instrumentos e uma câmera dentro do corpo do paciente, que acoplados aos braços robóticos, são controlados pelo cirurgião, por meio de uma mesa de comandos. “A tecnologia permite benefícios para todos os envolvidos. Os pacientes têm menos dor pós-operatória, menos sangramento, uma recuperação mais rápida, menos tempo de internação, menores complicações intra e pós-operatórias. Já os médicos possuem melhor acesso à anatomia alvo, melhor visão por meio de alta definição no sistema 3D, além de instrumentos com articulações que permitem a realização de movimentos ainda mais amplos que os de braço humano, gerando melhor precisão cirúrgica e eficiência”, relatou o presidente da Unimed Vale do Sinos, Luis Carlos Melo.

O sistema pode ser utilizado em ampla gama de procedimentos, dos menos aos mais complexos, como, por exemplo, oncológicos, abrangendo diversas especialidades, tais como: Ginecologia, Urologia, Cirurgia Geral, Bariátrica, Colorretal, entre outras. “Os treinamentos internos estão acontecendo desde o ano passado com mais de 70 profissionais, entre médicos e equipe técnica. Instalamos em novembro um simulador, que permite criar a experiência de forma realista e desenvolver as habilidades do cirurgião e equipes, com métricas de desempenho”, complementou Melo.

O aparelho irá integrar o bloco cirúrgico, localizado na Torre II do Complexo Hospitalar da Unimed Vale dos Sinos. O local é composto ainda pela Torre I, que foi inaugurada neste mês de março, após um processo de modernização da estrutura, e abriga o Centro Obstétrico; por um edifício garagem; e pelo Hospital Unimed, de São Leopoldo. O hospital, que será referência para área materno-infantil, hemodiálise, hemodinâmica, endoscopia e oncologia, passou por um processo de reestruturação com foco na modernização e conta com equipamentos e tecnologia de ponta para atendimento da população gaúcha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2023 0 Comentários 821 Visualizações
Saúde

Veja como funciona o protocolo de atendimento a animais silvestres

Por Marina Klein Telles 27/03/2023
Por Marina Klein Telles

Mico-prego, gambá-de-orelha branca, morcego insetívoro, tucano-de-bico verde, cágado-tigre-d’água são alguns dos animais que compõem a fauna silvestre de Santa Cruz do Sul. Eles são responsáveis por manter estável o meio ambiente que habitam, desempenhando importante função ecológica, dispersando sementes, polinizando, contribuindo para a regulação de pragas, aplicações medicinais, econômicas e tecnológicas.

De acordo com a bióloga da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMASS), Daiane Geiger, a secretaria realiza o trabalho desde 2009, de proteger as mais de 250 espécies nativas, proporcionando a educação ambiental. Segundo ela, os conflitos mais comuns estão na convivência entre animais selvagens e domésticos, onde agressão por desconhecimento da espécie, medo e a destruição são muito frequentes.

Então, é recomendado que se tome algumas ações, como separar cães e gatos da fauna silvestre, ter paciência até que o animal saia espontaneamente (até 48h) ou seja removido do espaço (se autorizado), dar livre acesso ao animal (abrir portões, portas, janelas), desligar luzes, além de usar de ruídos ou jatos de água para espantar as presenças indesejadas.

É muito importante pontuar que os animais silvestres são protegidos por lei, livres para circular em todo território nacional (inclusive imóveis privados) e são propriedade do Estado. As autoridades somente intervêm havendo motivação legal como animal ferido, desorientado, sem condições de partir, risco para a vida do animal ou de pessoas, convivência impossível, etc.

Nesses casos a SEMASS pode ser procurada, mas a Patrulha Ambiental (PATRAM), Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA-RS), Bombeiros e IBAMA também estão legalmente autorizados a atender chamados. Veterinários também podem ser procurados para atendimento particular, desde que contatem o órgão ambiental. A adoção de animais silvestres é proibida, pois eles devem permanecer livres.

O cidadão encontra orientação para todo tipo de situação envolvendo animais silvestres no Portal da SEMASS. Para registro de ocorrência, a SEMASS disponibiliza um formulário para solicitação de atendimento, em casos de ferimento, desorientação ou para retirada do animal em espaço de convívio. O formulário pode ser acessado pelo link: http://portal.sysnova.com.br/Index.aspx?pmid=397

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2023 0 Comentários 707 Visualizações
Saúde

HU de Canoas reforça cuidados no controle da Tuberculose

Por Marina Klein Telles 27/03/2023
Por Marina Klein Telles

Referência em Canoas e integrante do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, o Laboratório do Hospital Universitário de Canoas apresenta relatório quantitativo de testes realizados nos últimos dois anos. Neste 24 de março, Dia Mundial de Combate à Tuberculose, a biomédica Joana Morez Silvestri, que atua há cinco anos no HU, alerta que apesar de ser considerada uma doença do passado, a tuberculose continua presente na população e, de acordo com o relatório da Organização Mundial da Saúde de 2021, durante a pandemia da Covid-19 as mortes pela doença aumentaram.

A tuberculose é um grave problema de saúde pública no Brasil e afeta anualmente cerca de 70 mil pessoas. É uma doença infecciosa e transmissível, causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis.

Responsável por detectar casos novos, monitorar a evolução do tratamento, realizar a vigilância da tuberculose sensível ou resistente aos fármacos e documentar a cura, no fim do tratamento, o Laboratório de Análises Clínicas do HU atende 14 Unidades de Saúde de Canoas juntamente com o Serviço de Tisiologia, além do Complexo Penitenciário de Canoas, o Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC) e do próprio Hospital Universitário de Canoas. A expectativa é expandir o serviço ao longo de 2023.

Conforme relatório dos dados coletados, em 2021, foi processado o total de 998 amostras, destas, 292 positivaram para tuberculose (representando 29,25% das amostras). Em 2022, foi realizado o total de 1.236 testes, destes, 260 positivaram para tuberculose (representando 21,0% das amostras processadas).

Segundo a biomédica, a principal forma de prevenção da tuberculose é a vacina BCG, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante deve ser aplicado nas crianças logo ao nascer ou, no máximo, antes dos 5 anos de idade. Além disso, para prevenir a doença é importante evitar ambientes lotados, fechados e com pouca ventilação como também o contato prolongado com pacientes diagnosticados com tuberculose.

“A tuberculose é um grave problema de saúde pública no Brasil e afeta anualmente cerca de 70 mil pessoas. É uma doença infecciosa e transmissível, causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis. Afeta, principalmente, os pulmões, mas pode acometer outros órgãos também”, explica a biomédica.

Sintomas e tratamento

O principal sintoma da tuberculose pulmonar é a tosse que pode ser seca ou com produção de secreção, por isso, recomenda-se que toda pessoa com sintomas respiratórios por mais de três semanas seja investigada para tuberculose. “A transmissão da doença acontece por via respiratória, pela eliminação de aerossóis produzidos pela fala, espirro ou tosse. O tratamento para tuberculose sem complicações tem duração mínima de seis meses e, por ser um tratamento longo, muitas vezes não tem boa adesão dos pacientes, o que pode causar uma reinfecção ou fazer com que a bactéria desenvolva resistência aos antibióticos utilizados”, aponta Joana.

O coordenador do Laboratório de Análises Clínicas do HU, Cláudio Saucedo, frisa que o serviço laboratorial opera com certificado de Excelência, emitido anualmente com selo do PNCQ. Além disso, destaca que o hospital conta com ótimo suporte tecnológico que permite mais rapidez e precisão nos processos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2023 0 Comentários 813 Visualizações
Saúde

Semana do Bem-Estar Animal: Monitoramento de zoonoses

Por Marina Klein Telles 27/03/2023
Por Marina Klein Telles

Zelar pelo bem-estar animal também é cuidar da saúde humana. Por isso, uma das tarefas do Departamento de Vigilância e Ações em Saúde da Prefeitura de Santa Cruz do Sul é orientar a população sobre como prevenir as zoonoses, doenças que são transmitidas de animais para pessoas. Elas podem acometer tanto animais domésticos como silvestres. Por isso, é preciso estar atento a comportamentos incomuns e sintomas, além de adotar medidas para se proteger do contágio por qualquer um desses vetores.

Conforme a médica veterinária do Departamento de Vigilância, Daniela Klafke, no que se refere a zoonoses, o setor atua no monitoramento das situações registradas no município e na orientação à população sobre como proceder. Além disso, cabe a Daniela a capacitação de profissionais como médicos veterinários, enfermeiros e médicos para lidar com esses casos.

Com o apoio de agentes de combate a endemias e comunitários de saúde, são realizadas palestras em escolas e comunidades do interior para a difusão do tema. “É a maneira que temos de chegar à população e orientar sobre essas doenças”, avalia.
São diversas as situações em que o ser humano pode acabar contaminado. É preciso prestar atenção aos sintomas e procurar atendimento médico logo que o acidente acontecer. No que diz respeito a zoonoses, algumas doenças são mais preocupantes.

Raiva

A raiva pode ser transmitida pela mordida ou arranhões de diversos animais, como cães e gatos, mas também morcegos, bovinos, suínos, caprinos e equinos. Diante de qualquer caso, a ação imediata é procurar a unidade de saúde mais próxima para a adoção de medidas profiláticas. Manter todos os animais vacinados contra a raiva também é importante para a prevenção da doença entre eles.

A esporotricose também pode ser transmitida de gatos para humanos, através de arranhões, mordidas ou contato direto com a pele lesionada do animal. É causada por um fungo, podendo também ser transmitida por meio de materiais contaminados, como farpas ou espinhos. A veterinária recomenda atenção especial a gatos e pessoas com feridas que não saram. Os felinos devem ser conduzidos a médicos veterinários e os seres humanos devem procurar o Departamento de Vigilância para orientações.

Ratos e morcegos

O departamento também recebe vários questionamentos sobre como proceder com ratos e morcegos. No caso de infestação por roedores, o recomendado é que seja contratada empresa de controle de pragas e vetores para lidar com a situação. Quando há a identificação de paciente contaminado por leptospirose, há a investigação do caso.

Em situações em que morcegos são encontrados mortos ou caídos no chão, a vigilância pode ser comunicada para providenciar a análise de contaminação pela raiva. A veterinária Daniela salienta que os morcegos não devem ser mortos. “Eles comem muitos insetos, entre eles, o mosquito da dengue”, explica. Além disso, matar morcegos é considerado crime ambiental sujeito a multa. Quando constatada a presença do animal dentro do imóvel, é recomendada a contratação de empresa especializada para providenciar o seu desalojamento.

Febre amarela

Outro alvo de atenção é a febre amarela. Ela é transmitida por mosquitos, e atinge tanto macacos como seres humanos. Por isso, é importante que a população, ao se deparar com macacos mortos, acione o departamento municipal para que proceda a coleta de material para análise. Se o óbito do animal foi ocasionado por febre amarela, a vigilância inicia ação de vacinação preventiva da população contra a doença no entorno do local do incidente.
Para mais informações, o telefone do Departamento de Vigilância e Ações em Saúde da sua região.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

27/03/2023 0 Comentários 523 Visualizações
Saúde

Feevale e Liga Feminina de Combate ao Câncer alinham próximas ações

Por Marina Klein Telles 23/03/2023
Por Marina Klein Telles

Os cerca de 450 pacientes com cadastro ativo junto à Liga Feminina de Combate ao Câncer de Novo Hamburgo terão acesso, em breve, a um atendimento integral de saúde, oferecido pela Universidade Feevale. A parceria entre a Instituição e a entidade foi ampliada no final do ano passado, e agora, novos atendimentos devem se iniciar. O escopo de ações foi alinhado em reunião que aconteceu na segunda-feira, 20, no Centro Integrado de Especialidades em Saúde (Cies), oportunidade em que integrantes da Liga puderam conhecer a estrutura e os espaços onde seus pacientes serão atendidos.

Atividades de orientação sobre a prevenção e o diagnóstico do câncer, que já são realizadas pela Feevale, devem se intensificar através de palestras em empresas, indústrias e escolas – abordando principalmente os cânceres de maior incidência no município, como os do sistema reprodutor feminino, de cabeça e pescoço, de intestino, de mama e de próstata.

Outra necessidade observada pela Liga é a de atendimentos domiciliares para pacientes acamados ou com dificuldade de locomoção. Portanto, a partir de abril, acadêmicos do curso de Enfermagem devem promover, semanalmente, visitas domiciliares assistenciais, a fim de atender não apenas o paciente em situação de vulnerabilidade, mas também seus familiares, sanando dúvidas e oferecendo orientações de cuidado com a saúde.

A colaboração entre a Feevale e a Liga prevê, ainda, consultas de enfermagem com avaliação completa da saúde do paciente com câncer e do familiar que presta apoio a ele. Todas as segundas-feiras, de manhã e à tarde, no Cies, pacientes encaminhados pela Liga terão acesso a atendimentos, cuidados físicos e orientações, com possibilidade de encaminhamento para serviços de nutrição, fisioterapia, odontologia, educação física e até medicina – com atendimento nas diferentes especialidades, que poderão ser ampliadas para a psiquiatria. Todos esses serviços serão prestados por alunos supervisionados por seus professores.

A diretora do Instituto de Ciências da Saúde (ICS) da Feevale, Caren Mello Guimarães, explica que a ampliação desta parceria deve beneficiar tanto os pacientes atendidos pela Liga quanto os alunos dos cursos da área da saúde. “A iniciativa oportunizará um atendimento interdisciplinar aos pacientes oncológicos por meio de cuidado integral, e ofertará aos estudantes variados conhecimentos para atuarem de forma integrada para a promoção do cuidado e a prevenção dos agravos aos pacientes oncológicos”, pontua.

A assistente social da Liga, Vera Lúcia Flores, afirma que a expectativa com a parceria é de conseguir atender em sua totalidade as necessidades dos pacientes vinculados à entidade. “Poderemos dar mais amplitude à nossa rede de atendimento e oferecer um cuidado mais completo, mais integral”, avalia.

Também participaram da reunião, representando a Universidade Feevale, a coordenadora do curso de Enfermagem, Maristela Peixoto, e a coordenadora do Cies, Paula Tonello. Representando a Liga, além de Vera, estiveram a coordenadora do departamento Educacional da entidade, Sara Metz Schmidt, e a coordenadora do departamento Assistencial, Derci Ivonete Trierweiler Cargnin.

As integrantes da entidade alertam que, apesar de o número de pacientes com câncer ter aumentado significativamente nos últimos anos, os novos cadastramentos junto à Liga diminuíram, principalmente em razão da falta de conhecimento sobre o trabalho realizado. Elas lembram que não apenas mulheres com câncer de mama podem procurar a organização, mas qualquer paciente com algum tipo de câncer, de baixa renda, que more em Novo Hamburgo. Mais informações podem ser obtidas por telefone (51 3036-1590) ou WhatsApp (51 99108-3518 e 51 99986-0222).

Foto: Andrieli Siqueira/divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2023 0 Comentários 520 Visualizações
Saúde

Hospital Universitário de Canoas busca credenciamento do CRAI no Programa Assistir

Por Marina Klein Telles 23/03/2023
Por Marina Klein Telles

Em Canoas, o Centro de Referência no Atendimento Infantojuvenil (CRAI) é um serviço que funciona no Hospital Universitário de Canoas (HU). Na quarta-feira, dia 22 de março, a direção do HU se reuniu com representantes da Secretaria Estadual da Saúde e da Secretaria Municipal da Saúde. O objetivo do encontro foi apresentar um panorama do serviço e buscar o credenciamento do CRAI Canoas junto ao Programa Assistir do Governo do Estado.

“Entre as violências atendidas pelo CRAI estão: sexual, física, psicológica, negligência, autoprovocada, alienação parental e bullying”, explica a assistente social. Os dados foram apresentados para a psicóloga que atua na Política Estadual de Atenção Integral à Saúde de Crianças e Adolescentes, da Secretaria Estadual da Saúde, Rosângela Machado Moreira, e para a secretária adjunta de Saúde de Canoas, Denise de Mello da Silva.

Durante o encontro, a assistente social do CRAI do HU, Rita da Cruz, apresentou um histórico e índices de atendimentos, com ênfase para o período de 2022 e 2023. Ano passado, o serviço registrou 1.001 atendimentos, sendo 586 deles envolvendo crianças ou adolescentes do sexo feminino e 415 do sexo masculino. Deste total, 313 atendimentos foram por violência sexual, 220 física, 144 psicológica, entre outras causas como maus-tratos, negligência, inconclusiva ou não identificada.

Nos primeiros meses deste ano, o CRAI do HU já contabiliza 156 atendimentos, sendo 53% envolvendo pacientes do sexo feminino e 47% do sexo masculino.

A diretora-geral do HU, Ana Paula Macedo, destaca que a apresentação do serviço do CRAI busca a habilitação junto ao Programa Assistir para garantir o repasse mensal de aproximadamente R$30 mil. “Com isso, o serviço deixará de ser custeado apenas pela Prefeitura e conseguiremos ampliar a equipe e qualificar o serviço, com possibilidade de regionalizar o atendimento”, salienta.

Foto: Leonardo Pereira/divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2023 0 Comentários 551 Visualizações
Saúde

Santa Cruz do Sul conquista Selo Prata no Programa Rede Bem Cuidar

Por Marina Klein Telles 22/03/2023
Por Marina Klein Telles

Certificada no ano passado com o Selo Bronze, a Secretaria Municipal de Saúde de Santa Cruz do Sul avançou mais uma etapa dentro do Programa Rede Bem Cuidar com a conquista do Selo Prata. A iniciativa, voltada ao publico idoso, é desenvolvida pelo Programa Estadual de Incentivos para Atenção Primária à Saúde (PIAPS).

O reconhecimento foi entregue na manhã da última terça-feira, 21, pelo governador Eduardo Leite e a secretária estadual de Saúde, Arita Bergmann, aos profissionais que atuam na ESF Faxinal, no Bairro Faxinal Menino Deus, unidade de saúde que integra a ação. A prefeita Helena Hermany e a secretária municipal de Saúde, Daniela Dumke, também participaram do ato.

Para avançar na certificação, o atendimento na ESF Faxinal passou por um novo ciclo de avaliações de indicadores que comprovam uma atenção acolhedora, inclusiva, eficiente e humanizada aos usuários idosos.

Foto: Gustavo Mansur/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/03/2023 0 Comentários 635 Visualizações
Saúde

Fonoaudiologia realiza sensibilização sobre a Disfagia

Por Marina Klein Telles 21/03/2023
Por Marina Klein Telles

Em alusão do Dia Nacional de Atenção à Disfagia, a Equipe de Fonoaudiologia do Hospital Universitário de Canoas (HU) realizou visita de orientação com distribuição de material informativo para técnicos de enfermagem e familiares de pacientes. A conscientização, realizada na segunda-feira, dia 20 de março, contou com a parceria dos Residentes do curso de Fonoaudiologia da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra Canoas).

Conforme a coordenadora da Fonoaudiologia do HU, Rejane Bergmann, a disfagia é a dificuldade de engolir alimentos, líquidos e até mesmo saliva no trajeto entre a boca e o estômago. “Esse distúrbio pode ocorrer tanto em crianças quanto em adultos e idosos. Caso não tratado, pode causar desidratação, desnutrição e pneumonia, o que leva a um aumento da mortalidade”, alerta a profissional.

A fonoaudióloga Danielle de Azevedo e a Residente em Fonoaudiologia Bruna de Borba Pereira, realizaram a sensibilização sobre a data para alguns familiares de pacientes que aguardavam no saguão do HU. Elas esclareceram também que é o profissional fonoaudiólogo que tem a habilidade de fazer o diagnóstico e reabilitar os pacientes com distúrbios de deglutição. Pela manhã, a sensibilização foi feita pelas fonoaudiólogas Karen dos Passos e Luana Lauxen.

Moradora do Município de Brochier, Ivone Wilke, 55 anos, foi uma das familiares abordadas pela conscientização do Dia Nacional de Atenção à Disfagia. “Meu neto de 10 anos está se recuperando após cair de uma cascata. Estamos justamente naquela fase que ele está reaprendendo a falar e a comer bem os alimentos”, contou a avó de Bryan, internado no HU desde o dia 11 de março.

Sinais que podem indicar à Disfagia

Tosse, engasgos (afogar-se);
Alterações na voz depois de engolir;
Falta de ar;
Saída de alimento para fora da boca;
Sensação de algo preso na garganta;
Muita demora para se alimentar

Pacientes com risco

Idosos
Traqueostomizados
Doenças Neurológicas
Doenças Pulmonares
Câncer e cirurgias de cabeça e pescoço
Intubação prolongada ou recorrente

Foto: Leonardo Pereira/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2023 0 Comentários 832 Visualizações
Saúde

6 dicas para retomar o seu controle emocional

Por Marina Klein Telles 20/03/2023
Por Marina Klein Telles

Uma pesquisa sobre intolerância, realizada pelo Instituto Ipsos em 27 países, aponta o Brasil como 7º país mais intolerante. Cerca de 84% dos brasileiros veem o país dividido e 62% percebem mais intolerância hoje do que há 10 anos. Já a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) representou o Brasil na pesquisa Adaptação social em estresse na pandemia de Covid-19: um estudo transcultural, que reuniu 24 países de quatro continentes.

A pesquisa observou temas como ansiedade, empatia, estresse, suporte e comportamentos sociais e culturais entre os vários países. As 15.375 respostas mostraram que os brasileiros estão entre os mais estressados, comparados às pessoas de outros países. Entre as principais causas, destacam-se baixo nível de empatia, grande desgaste emocional pessoal, sofrimento e aumento do individualismo.

“Não à toa, temos visto com frequência pessoas perdendo o controle facilmente, apresentando reações desmedidas e, inclusive, tendo explosões de raiva por motivos banais”, afirma Danielle H. Admoni, psiquiatra geral, preceptora na residência da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM) e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

Como saber se estou fora do meu controle emocional?

O desequilíbrio emocional é caracterizado por alterações frequentes e inesperadas de humor e pela facilidade em “sair do eixo” diante de acontecimentos negativos, sobrecarga e situações de imprevisto.

Segundo Danielle Admoni, pessoas emocionalmente instáveis não conseguem lidar com as adversidades da vida com serenidade. Ao encarar momentos que possam parecer normais aos olhos de qualquer pessoa, esses indivíduos apresentam uma irritabilidade desnecessária e fora do comum.

“A pessoa deixa as emoções falarem mais alto do que a razão e toma atitudes que seriam moralmente questionáveis, como arrumar briga no trânsito. Pode haver episódios de raiva que resultem até em agressão física”, alerta a psicóloga Monica Machado, fundadora da Clínica Ame.C e pós-graduada em Psicanálise e Saúde Mental pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.

Em resposta ao emocional, o corpo se manifesta, apresentando sinais como dificuldade de concentração, foco e raciocínio; sintomas físicos, como dores de cabeça, dores musculares e problemas gastrointestinais; insônia e dificuldade para dormir, mesmo estando com sono.

Para a psiquiatra Danielle, estes comportamentos são uma forma inconsciente e irracional de pôr para fora os medos, as preocupações e os problemas que a pessoa não consegue verbalizar ou expor de uma maneira que lhe traga respostas e soluções. “Um indivíduo que está com exaustão mental, passando por conflitos que vão além do seu limite emocional, não consegue guardar tudo para si mesmo o tempo todo. Se ele não tiver um meio de exteriorizar esta carga, ela se torna uma bomba-relógio, podendo explodir a qualquer momento”, diz a psiquiatra.

Recuperando o equilíbrio emocional

De acordo com Danielle Admoni, as emoções estão presentes em todas as situações da vida e, quando elas estão em desarmonia, é preciso buscar meios para reorganizá-las. Feito isso, será possível enfrentar as crises e os desafios de modo racional. Confira as dicas das especialistas:

1. Busque a origem do problema
Avalie o que está causando o seu desequilíbrio emocional. Excesso de trabalho? Crise no casamento? Problemas financeiros? Chegue na raiz de cada problema e encontre alternativas para resolve-los. “Mesmo que não haja conclusões imediatas, só o fato de encarar o problema de frente e persistir na solução, fará você entrar novamente no eixo”, diz a psicóloga Monica Machado.

2. Jamais duvide de si mesmo
Não associe os problemas com o seu potencial e suas qualidades, pois isso irá te colocar para baixo, afetando sua autoestima e autoconfiança. Todo mundo tem problemas, mas o que vai te definir é sua determinação e resiliência para superá-los. Encontre nas suas realizações a força necessária para se equilibrar.

3. Esteja no controle das suas emoções
Cuidado para não projetar e descontar seus problemas nas pessoas. Faça o possível para controlar a raiva, tristeza ou qualquer outro sentimento que te levem a reações agressivas por impulso. “Ao perceber que está sendo dominado por uma emoção negativa, o ideal é se afastar e buscar formas de se recompor”, pontua Monica Machado.

4. Mexa o corpo
A prática sistemática do exercício físico está associada à ausência ou a poucos sintomas de ansiedade. Segundo Danielle Admoni, durante o exercício físico, o corpo libera hormônios e neurotransmissores, como serotonina, noradrenalina, endorfina e dopamina; que regulam o bem-estar, o humor, a memória, a concentração e o estresse.

“Além disso, o aumento da frequência cardíaca melhora o fluxo de sangue para o cérebro e estimula o sistema nervoso central, promovendo benefícios cognitivos, o que inclui a melhoria do raciocínio, da memória e até da facilidade em lidar com eventos estressores”, relata a psiquiatra.

5. Apenas respire
Dependendo do nível de ansiedade, a respiração fica mais superficial, com aumento da frequência e diminuição da profundidade. “Isso altera o tônus muscular da cadeia respiratória, responsável por várias reações do corpo ao estresse. Ao praticar a respiração de forma correta, é possível regular o sistema nervoso e diminuir os sintomas físicos e emocionais”, afirma Admoni.

Uma das técnicas é a chamada respiração quadrada, que requer uma pausa de quatro segundos a cada respiração e inspiração. Inspire lentamente pelo nariz contando até quatro, pause por 4 segundos, expire pela boca contando até quatro e pause por mais 4 segundos.

6. Descubra-se na terapia
O caminho para lidar com o desequilíbrio emocional é o autoconhecimento, que pode ser aprofundado por meio da terapia. De acordo com Monica Machado, ao se conhecer melhor, entender seus gatilhos, conflitos internos e padrões de comportamento, você estará mais preparado para equilibrar suas emoções e, consequentemente, suas atitudes.

“Vale lembrar que quem sofre com a instabilidade emocional tende a acreditar que se trata apenas de uma ‘personalidade forte’ ou da característica de sentir as emoções de forma mais intensa. No entanto, em muitos casos, esse desequilíbrio emocional pode indicar transtornos de personalidade e de humor que nunca foram diagnosticados. Daí a importância de uma avaliação detalhada para o tratamento adequado”, finaliza Danielle Admoni.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2023 0 Comentários 822 Visualizações
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