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Saúde

Saúde

Decreto de emergência estadual é emitido devido ao aumento dos casos de doenças respiratórias em crianças

Por Marcel Vogt 07/07/2023
Por Marcel Vogt

O governo do Rio Grande do Sul decretou situação de emergência devido ao aumento significativo dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças. No estado, houve um aumento de 32% nas hospitalizações deste público desde o início do ano, em comparação com o mesmo período de 2022.

Ainda segundo o estado, a maior parte destes casos são causados pelo vírus da gripe. Em Campo Bom, a estimativa é de que haja 4.426 crianças de 0 a 5 anos, das quais apenas 2.124 foram vacinadas contra o vírus Influenza A e B. Esse número gera uma taxa de vacinação de 48%, abaixo do ideal de cobertura.

O prefeito Luciano Orsi destaca que, desde maio, a vacinação contra a gripe está disponível para todos os públicos, a partir dos seis meses de idade. A vacina é aplicada em qualquer uma das unidades de saúde do município.

Para se vacinar, basta ir até a unidade do seu bairro. O horário de funcionamento dos postos é de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 16h30. No Centro Materno Infantil, o atendimento vai até às 18h, e na UBS Paulista, até às 21h30.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2023 0 Comentários 516 Visualizações
Saúde

Trensurb mantém ação de divulgação da atuação dos narcóticos anônimos

Por Marcel Vogt 06/07/2023
Por Marcel Vogt

Desde o início de junho, a Trensurb veicula, nos monitores do Canal Você, presentes em trens e estações, vídeo divulgando a atuação e canais de contato da organização Narcóticos Anônimos (NA). Com divulgação inicialmente prevista pelo período de um mês, o material teve sua exibição nos monitores do metrô prorrogada até o fim de julho. Além disso, o vídeo também já foi destaque nos perfis da empresa nas redes sociais. O NA é uma associação internacional comunitária de adictos em recuperação com mais de 70 mil reuniões semanais em 144 países por todo o mundo.

Antes de chegar à NA, eu usava todos os dias, fiz coisas horríveis para manter meu vício, abandonei meu filho, minha família me encontrou nas ruas. Vimos uma placa de NA e entramos em contato. Fui à reunião e continuei voltando e hoje estou limpa há cinco anos.

Coordenador estadual de relações públicas do NA, Adriano (nome fictício), conta que a organização “tem se desenvolvido bem no período pós-pandemia, depois de termos todas nossas reuniões fechadas, hoje temos 111 grupos em 72 cidades do Rio Grande do Sul, abrangendo mais de 80% da população do estado. Muito do nosso crescimento devemos às parcerias com os governos e empresas públicas. Ações como as feitas com a Trensurb têm possibilitado a muitas pessoas envolvidas com o uso de drogas e álcool encontrar uma nova maneira de viver e se recuperar nas salas de NA. Com o enorme alcance que a Trensurb nos proporciona, mais e mais pessoas têm chegado às nossas salas”.

Isabela (nome fictício) compartilha sua experiência com a associação: “Antes de chegar à NA, eu usava todos os dias, fiz coisas horríveis para manter meu vício, abandonei meu filho, minha família me encontrou nas ruas. Eu não aguentava mais usar, mas não conseguia parar. Vimos uma placa de NA e entramos em contato. Fui à reunião e, ao ouvir os outros, percebi que não era só eu que tinha o problema, outras pessoas também sofriam do mesmo problema que eu. Continuei voltando e hoje estou limpa há cinco anos”.

É possível entrar em contato com o NA por meio das linhas de ajuda (51) 3333-3550 e (51) 99633-3550. Ambas aceitam ligações telefônicas e mensagens via WhatsApp.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2023 0 Comentários 504 Visualizações
Saúde

Quase 50 agentes da saúde concluíram curso técnico da UFRGS e Governo Federal

Por Marcel Vogt 05/07/2023
Por Marcel Vogt

Para melhorar cada vez mais a saúde pública de Campo Bom, parte do trabalho da Prefeitura passa pela determinação dos profissionais dos postos dos bairros. Isso não falta por aqui. Nesta segunda-feira (3), 47 agentes comunitários de saúde e de combate às endemias concluíram curso técnico de 1.275 horas, oferecido pela UFRGS e Ministério da Saúde, para aprimorar ainda mais o atendimento aos campo-bonenses.

O Projeto Saúde com Agente contou com o apoio da Administração Municipal, de forma que as aulas teóricas foram on-line e as práticas nas unidades de saúde. “Oferecemos a todos os agentes a oportunidade de realização da capacitação e a adesão foi massiva, mostrando o comprometimento dos nossos profissionais em se atualizar e qualificar para atender à população”, observa o prefeito Luciano Orsi.

O curso teve início em agosto de 2022 e foi totalmente gratuito para os agentes. “A partir de agora, eles estão capacitados para realizar diagnósticos ainda mais precisos dos pacientes do bairro, o que a nível de Município, pelo número de agentes formados, significa uma melhora significativa na qualidade da saúde pública”, destaca a secretária municipal de Saúde, Drª. Suzana Ambros Pereira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2023 0 Comentários 524 Visualizações
Saúde

Liga Feminina de Combate ao Câncer comunica alteração na diretoria

Por Marina Klein Telles 05/07/2023
Por Marina Klein Telles

Buscando sempre a melhoria nos processos, em benefício das ações em prol dos pacientes oncológicos assistidos pela organização, a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Novo Hamburgo, realizou alteração no quadro da diretoria da entidade, a fim de realinhar compromissos e tarefas para o melhor andamento das atividades.

Regina Dau, no cargo de presidente há 8 anos e meio, nomeou como presidente a vice, Rúbia Fauth, até o fim deste mandato, em dezembro de 2024. Regina segue atuante junto à Liga NH, à frente da luta pela volta da Oncologia SUS, administração, projetos, entre outros compromissos, assumindo o cargo de Diretora Executiva.

Rúbia Fauth, atuante na entidade há 27 anos, assume a presidência da Liga NH a partir do segundo semestre. Virginia Engel, ativa na Liga NH há 23 anos, segue como vice-presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2023 0 Comentários 561 Visualizações
Saúde

Cirurgia inédita no RS é realizada no Hospital do Círculo em Caxias do Sul

Por Marina Klein Telles 05/07/2023
Por Marina Klein Telles

Uma cirurgia inédita no Rio Grande do Sul (RS) foi realizada no sábado (1º) no Hospital do Círculo, em Caxias do Sul. A operação consistiu na colocação de um dispositivo para redução de perdas de urina em um paciente de 67 anos. Embora o procedimento seja bem consolidado na medicina, a novidade é o aparelho usado. Trata-se de um esfíncter artificial desenvolvido por uma empresa argentina e batizado de VICTO.

Esse dispositivo está liberado no Brasil desde o final de 2022, após análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No entanto, no mundo, é usado desde 2018. O que o difere do principal concorrente, feito por uma empresa norte-americana, é que o VICTO é pré-conectado. Isso significa que o médico não precisa unir as peças no momento da cirurgia em um trabalho milimétrico, como no caso anterior. Portanto, o profissional consegue reduzir o tempo de operação, que fica em torno de uma hora.

A médica Virgínia Müller, organizadora da cirurgia, explica que esse período mais curto implica em diminuição do risco de infecção no paciente. Segundo a urologista, a cirurgia é reconhecida pela eficiência na contenção das perdas urinárias. No caso desse paciente, ele passou a sofrer com essa condição após uma retirada de próstata e sessões de radioterapia realizadas em 2020.

A urologista conta que a taxa de incontinência urinária após prostatectomia radical é de 10% a 50%, podendo ser ainda maior quando associada à radioterapia posterior. Virgínia salienta que essa situação prejudica o bem-estar e a sociabilidade dos pacientes, que se sentem retraídos da convivência por causa do risco de perdas urinárias. “Vai melhorar muito a qualidade de vida e o potencial de trabalho do paciente. É importante para ele conseguir manter a funcionalidade dele. Trata-se de um paciente jovem, que precisa dessa intervenção para melhorar o conforto após o tratamento oncológico”, afirma.

Com a cirurgia, a estimativa é de que o problema seja reduzido de 60% a 80%. O VICTO será ativado após a cicatrização da área cortada, o que deve ocorrer em cerca de 40 dias. O diretor técnico médico do Hospital do Círculo, Renato Luiz Calloni, ressalta que o uso dessa tecnologia mais recente demonstra a preocupação da entidade em oferecer os melhores resultados aos pacientes: “Essa é uma técnica já consagrada e que vem apresentando bons resultados no controle da incontinência. Trata-se de um tratamento que vem auxiliar uma situação incômoda e, muitas vezes, com repercussões na vida social e psicológica que os pacientes enfrentam no decurso do tratamento”.

Aula

O cirurgião urologista Luís Gustavo Morato de Toledo, que ensina o uso do esfíncter artificial (VICTO) no Brasil, veio de São Paulo para indicar como fazer a colocação do dispositivo. No primeiro momento, no auditório do Círculo, foi apresentada uma aula aos médicos urologistas. Também durante essa apresentação, o urologista Luís Alberto Zanettini trouxe os detalhes do caso clínico, com a intermediação do médico Márcio Araldi. A cirurgia foi realizada pela urologista Virgínia Müller, com Ivanês Tomazzoni como médico auxiliar.

Foto: Paulo Tonietto/divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2023 0 Comentários 499 Visualizações
Saúde

Mapa tem nova legislação para prevenção, controle e erradicação do mormo no Brasil

Por Marcel Vogt 04/07/2023
Por Marcel Vogt

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou nesta segunda-feira (03), a Portaria nº 593 que traz as novas diretrizes gerais para prevenção, controle e erradicação do mormo no território nacional, no âmbito do Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos (PNSE). A nova norma altera e revoga artigos da Instrução Normativa nº 06/2018.

“A revisão das diretrizes busca ajustar a definição de caso para mormo com o que é disposto no Código Sanitário para os Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Além de trazer alteração na estratégia de vigilância para detecção de animais infectados”, destaca o diretor do Departamento de Saúde Animal, Eduardo de Azevedo.

O mormo é uma enfermidade infecciosa causada pela bactéria Burkholderia mallei, que afeta principalmente equídeos, e está na lista de doenças de notificação obrigatória da OMSA. O período de incubação da doença varia de alguns dias a vários meses e a principal forma de infecção é através da ingestão de água ou alimento contaminado. É considerada uma doença ocupacional rara em seres humanos.

As novas medidas destacam a importância das ações de educação, conscientização e comunicação de risco em saúde equina e que, para serem exitosas, dependem da sensibilização e participação ativa dos criadores por meio de medidas efetivas de boas práticas de manejo na equideocultura.

“As alterações reduzem a ocorrência de falsos positivos no protocolo de diagnóstico dentro do contexto epidemiológico em que os testes são aplicados, sem que haja a ampliação do risco de disseminação para outros animais ou para os humanos”, ressalta Fernando Ferreira, professor da USP e coordenador-geral de Prevenção e Vigilância em Saúde Animal.

Paralelamente às novas diretrizes, o Mapa também está promovendo uma revisão das estratégias de vigilância epidemiológica e avaliando as ferramentas de diagnóstico disponíveis com o objetivo de redesenhar o programa de controle e prevenção do Mormo com a participação de todas as partes interessadas.

O Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos (PNSE) foi instituído no âmbito do Mapa pela Instrução Normativa n˚ 17/2008, com o objetivo de fortalecer o complexo do agronegócio dos equídeos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2023 0 Comentários 498 Visualizações
Saúde

Crise na Saúde em Canoas afeta montenegrinos

Por Marcel Vogt 30/06/2023
Por Marcel Vogt

A crise no sistema de saúde de Canoas, onde os hospitais enfrentam grandes dificuldades por falta de repasses da Prefeitura, produz efeitos colaterais sobre os montenegrinos e moradores de outros municípios do Vale do Caí. É que o atendimento em diversas especialidades médicas, incluindo exames, consultas e cirurgias, têm a cidade vizinha como referência. Sem dinheiro, os hospitais não recebem os pacientes, que acabam esperando vários meses por procedimentos urgentes.

Na tarde desta quinta-feira, dia 29, prefeitos e secretários de saúde vinculados à Associação dos Municípios do Vale do Caí (Amvarc) reuniram-se com o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, em busca de soluções imediatas. A coordenadora regional de Saúde, Ane Natal, também compareceu. Ao argumento da falta de recursos, os secretários destacaram que o Estado e a União repassam a Canoas verbas para atender as cidades da região na Média e na Alta Complexidade.

O prefeito Gustavo Zanatta esteve na reunião, acompanhado da secretária municipal de Saúde, Andreia Coitinho da Costa. Ele ressalta que os problemas enfrentados por Canoas na gestão da Saúde afetam diretamente a população da região. “Hoje estamos com uma demanda reprimida imensa de pessoas que necessitam desses atendimentos”, lamenta.

As áreas em que são registrados os maiores problemas são Traumatologia, Ortopedia de alta complexidade, Neurologia, Cardiologia, Neurocirurgia, Cirurgia Vascular, Ortopedia Pediátrica, Gestação de alto risco, Ortopedia de coluna, Ortopedia de joelho, Ortopedia de mão, entre outras. “Só na área de Cirurgia Vascular, nossa demanda reprimida é de 266 pacientes e estamos conseguindo agendar apenas um por mês. Já na Ortopedia Pediátrica, em junho, não tivemos disponibilidade de nenhum agendamento”, revela a secretária Andreia.

Como resultado do encontro, foi criado um grupo de trabalho, composto pela equipe da Secretaria de Saúde de Canoas e três secretários de Saúde da região da Amvarc. Andreia é uma das integrantes. O objetivo é participar da pactuação de medidas que visam minimizar os problemas para os usuários. A primeira reunião será quinta-feira, em Canoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2023 0 Comentários 431 Visualizações
Saúde

Terceiro piso do Anexo 2 do hospital municipal recebe concretagem

Por Marcel Vogt 27/06/2023
Por Marcel Vogt

Menos de dois meses após a concretagem do segundo piso do Anexo 2 do Hospital Municipal de Novo Hamburgo, a lage do terceiro piso está sendo concretada nesta terça-feira (27). O prédio terá cinco andares e representa um investimento de mais de R$ 23 milhões. “É a maior ampliação da história de nosso hospital, que irá transformar nossa estrutura de atendimento 100% SUS”, destaca a prefeita Fátima Daudt.

Quem acompanha a construção dos quartos e alas do hospital vê o cenário se transformar a cada dia. Segundo a engenheira responsável pela obra, Valdirene Silva, o cronograma está indo conforme o esperado. “Nos últimos dois meses foi possível acompanhar a construção de três pavimentos. Está indo bem rápido. A estrutura já ultrapassa o telhado dos prédios existentes”, comenta a colaboradora Mary Santos.

O próximo passo, que deverá começar em duas semanas (tempo necessário para o processo de cura do concreto), é erguer os pilares e as vigas do quarto pavimento, com posterior concretagem do piso, e assim sucessivamente. A previsão de conclusão é final de 2024.

A obra

O Anexo 2 é composto de um prédio de cinco andares e mais de 5,1 mil metros quadrados de área construída. Cada um dos pavimentos terá aproximadamente 1,03 mil metros quadrados, com todos os ambientes de apoio necessários aos serviços para conforto de pacientes, acompanhantes e profissionais.

Além da ampliação de 82 leitos e implantação de serviços como endoscopia e centro de diagnóstico por imagem, a nova área contará também com seis salas cirúrgicas, aumentando em 150% este tipo de ambiente. Já foram realizados o estaqueamento, blocos de fundação, vigas de baldrame e pilares do térreo, primeiro e segundo andares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2023 0 Comentários 482 Visualizações
Saúde

VigiaSUS aponta discrepâncias na classificação de risco de pacientes com câncer de próstata

Por Marina Klein Telles 27/06/2023
Por Marina Klein Telles

Tumor mais incidente nos homens brasileiros, o câncer de próstata muitas vezes leva os pacientes a tratamentos agressivos, como cirurgia e radioterapia. Contudo, nem todos têm necessidade de passar por procedimentos radicais. É o caso de alguns indivíduos com a doença de baixo risco, elegíveis a um acompanhamento assistencial chamado de vigilância ativa. A análise dessa estratégia de monitoramento é o foco de estudo do projeto VigiaSUS, iniciativa do Hospital Moinhos de Vento por meio do Programa de Apoio a Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Dados preliminares do trabalho mostraram que a taxa de reclassificação de risco dos pacientes está acima do que consta na literatura. A divulgação foi feita durante o Conexão Proadi de junho, realizado na quinta-feira (22) no Hospital Moinhos de Vento.

Para ser elegível ao VigiaSUS, é preciso ter diagnóstico de adenocarcinoma de próstata realizado nos últimos 12 meses, com doença localizada, exame de PSA menor que 10 ng/ml e biópsia prostática com Escore de Gleason menor ou igual a 6. Dos 87 pacientes incluídos no estudo, 61 tiveram as amostras revisadas – outras 26 ainda passarão por esse processo. Desse total, 16 não preencheram os requisitos da pesquisa e foram reclassificados, ou seja, mudaram o Escore. Portanto, neste momento, 45 homens estão recebendo o acompanhamento com vigilância ativa.

Segundo a pesquisadora Juliana Beust de Lima, o índice de reclassificação de pacientes do Escore de Gleason 6 para 7, que significa risco intermediário do tumor, trouxe informações inéditas. “Dados da literatura mostram que é comum que haja essa discrepância nos diagnósticos na faixa de 7%. Porém, a taxa do nosso estudo é de mais de 26%, o que chama a atenção para como estão sendo feitas as revisões e como os laudos estão sendo emitidos no SUS”, destacou.

Estratégia é subutilizada no SUS

A vigilância ativa é uma estratégia de observação vigilante, com realização de exames periódicos no paciente envolvendo toque retal, teste PSA, biópsias e ressonância multiparamétrica de próstata. Durante esse acompanhamento, explica o pesquisador e oncologista do Hospital Moinhos de Vento Jeziel Basso, o paciente só vai passar por um tratamento radical em caso de alterações desses testes.

“Desde 2000, há uma tendência mundial do aumento da vigilância ativa. Estima-se que, em pacientes acima de 70 anos, o uso dessa estratégia chegue a 76,2%. No Brasil, não há dados sobre essa prática, no entanto, acredita-se que ela seja subutilizada, principalmente no SUS”.

Como vantagens dessa abordagem, destacam-se a menor exposição do paciente a tratamentos agressivos e desnecessários, melhora na qualidade de vida desses indivíduos, diminuição das filas de espera para procedimentos e redução de custos. O encontro também mostrou como está sendo conduzido o levantamento de impacto econômico dessa estratégia, como a ressonância magnética multiparamétrica é utilizada no diagnóstico e quais são as características da doença do ponto de vista morfológico e de imuno-histoquímica.

Virtualmente, a consultora técnica científica do Ministério da Saúde Clênia dos Santos Azevedo, que atua na coordenação da gestão de pesquisa do Departamento de Ciência e Tecnologia, ressaltou a importância do projeto para o SUS. “Sabemos que o rastreamento é um tema controverso dentro do câncer de próstata, pois pode levar a um sobrediagnóstico em 20% a 40% dos casos, então, acredito que o VigiaSUS vai ser um instrumento importante para trazer novas evidências para esclarecer um pouco mais essa questão. A vigilância ativa já é uma abordagem validada para câncer de baixo risco. Nossa necessidade com o projeto é fazer mapeamento da evolução de critérios de inclusão e gatilhos de intervenção dentro do contexto brasileiro”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2023 0 Comentários 485 Visualizações
Saúde

Sidney Magal tem AVC e cardiologistas alertas sobre os riscos da hipertensão arterial

Por Marina Klein Telles 26/06/2023
Por Marina Klein Telles

Recentemente, o cantor Sidney Magal ficou internado por cerca de dez dias depois de um acidente vascular cerebral (AVC), resultado de um quadro de hipertensão arterial. Vários estudos corroboram que a hipertensão arterial é um fator de risco importante para o desenvolvimento de um acidente vascular cerebral (AVC).

Segundo a cardiologista do Hospital Icaraí, Bruna Miliosse, existem outros fatores de risco de grande importância para desenvolver o AVC, como o diabetes, a dislipidemia (quando as taxas de colesterol estão altas no sangue) e o tabagismo. “Condições bastante prevalentes da população brasileira, mas que podem e devem ser tratadas e controladas”, explica a médica.

Dentre os sintomas do AVC, podemos citar: dor de cabeça intensa, alterações motoras (perda de força nos braços e/ou pernas), alteração de equilíbrio, alteração na fala e na visão, confusão, desmaios, alteração na mímica facial, dentre outros. Bruna alerta que a prevenção começa com mudanças no estilo de vida que incluem desde modificações na alimentação (consumo de frutas, verduras e legumes regularmente, evitar produtos ultraprocessados ou que sejam ricos em sal) até a prática de exercícios físicos regulares, como a caminhada, a corrida na praia, a natação, a hidroginástica etc. “Ou seja, ao que a pessoa mais se adaptar. A ideia mais importante é que devemos fugir de uma vida sedentária”, pontua.

O AVC pode acometer áreas diferentes do nosso cérebro, assim como o tamanho da área acometida pode ser diferente de pessoa para pessoa. “Por isso, algumas pessoas podem ficar com sequelas e outras não. Porém, quem apresenta AVC que acomete uma área muito nobre do cérebro ou muito grande, pode ter sequelas irreversíveis e que podem afetar sua qualidade de vida. Por isso, a prevenção dessa doença é tão importante”, finaliza a cardiologista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2023 0 Comentários 533 Visualizações
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