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Saúde

Saúde

O Serviço de Inspeção em alimentos de origem animal

Por Marcel Vogt 05/09/2023
Por Marcel Vogt

Tão essencial quanto respirar, é o alimento que passa pelas nossas mesas todos os dias. Os de origem animal, em especial, muito consumido por gaúchos, requerem um cuidado sanitário especial, que inicia desde o seu abate até o momento em que o produto desfila pelos refrigeradores de supermercados e açougues.

Mas para que o produto esteja livre de possíveis contaminações, existem profissionais que iniciam seu trabalho de fiscalização antes mesmo do pôr do sol, em frigoríficos e abatedouros, que são os médicos veterinários da Secretaria Municipal de Agricultura (Seagri). Em Santa Cruz do Sul são cerca de 20 estabelecimentos do gênero que são monitorados periodicamente por sete profissionais da área veterinária.

É o caso de Lúcia Weiss, que desperta todos os dias às 4h da manhã para vistoriar desde o primeiro animal que aporta no Frigorífico Schender, em Rio Pardinho, por exemplo, que comercializa carne suína.  “Como fiscais, somos responsáveis por todo o andamento do abate. Antes de iniciar temos que fazer o “ante-mortem”, onde analisamos a documentação que acompanha os animais, verificamos o número de animais que aportou no frigorífico, sua procedência e inclusive a GTA (documento obrigatório para o transporte de animais””, explica a médica veterinária.

Mas o mais importante, segundo ela, é o trabalho que vem na sequência. “Se tem algum animal com problemas de saúde, de lesão, por exemplo, que tenha que ser abatido antes, ou outro que veio a óbito durante o transporte, e que precise ser feito necropsia, tudo isso é verificado”, exemplifica.

Nada passa batido na vistoria de Lúcia. “Requer muita responsabilidade, porque a gente lida com um produto que as pessoas vão consumir, e isso é muito sério”, conta. Atualmente, no Frigorífico Schender são abatidos cerca de 350 animais por dia, cerca de 6 mil ao mês.

De acordo com Sérgio Schwendler, o Serviço de Inspeção Municipal (SIM) foi fundamental para habilitar a empresa no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI), o que possibilitou aumento na comercialização dos produtos.  “O serviço de inspeção municipal nos habilitou para que conseguíssemos o SISBI, e assim podemos comercializar os produtos em todo território nacional.  O serviço de inspeção dá condições de industrializar e vender a mercadoria, porque o produto precisa ser inspecionado. Um dos valores da Schender é a qualidade dos produtos, com base nisto, o serviço de inspeção realizado pelo SIM só tem a acrescentar no nosso dia a dia”, comenta Sérgio.

Serviço de Inspeção

Ainda é madrugada quando o médico veterinário Ricardo Almeida da Costa sai de Santa Cruz do Sul para o interior, tendo como destino o Frigorífico Gassen, em Linha Nova.  Lá, Ricardo veste-se inicialmente com uniforme em tom azul, para verificar o gado no curral. É naquele setor que ele faz o trabalho, todas as manhãs, de examinar as informações de transporte e saúde. “E também se verifica se há possíveis problemas de saúde, lesões ou condições que possam afetar a segurança alimentar. Animais doentes ou com problemas são separados para avaliação mais detalhada”, explica.

Concluída a parte inicial, muda-se o uniforme para o branco, para acompanhar o processo de abate. Segundo ele, é neste processo que ele monitora ativamente as condições do local, garantindo que sejam seguidas as boas práticas.  “Após o abate, a gente faz uma inspeção minuciosa das carcaças, órgãos e outros tecidos. É verificado se há sinais de doenças ou anomalias que possam impactar a qualidade da carne e a segurança alimentar”, relata.

De acordo com o médico veterinário, ele acompanha cada etapa do processamento da carne, incluindo o corte, o empacotamento e a rotulagem, para garantir que todas as etapas estejam em conformidade com os padrões de segurança alimentar. “Após a conclusão das inspeções e confirmação de que a carne está dentro dos padrões exigidos, coloca-se as etiquetas apropriadas para a distribuição.

Registrada no SIM de Santa Cruz do Sul desde 1998, o Frigorífico Gassen, abate cerca de 350 bovinos por dia, média de 5 mil ao mês. Também, foi a primeira empresa do município a ser habilitada junto ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI), no ano de 2010, o que possibilitou aumento na comercialização dos produtos.

Laticínios Sehn

Primeiro vendendo de porta em porta, manteiga, nata, requeijão, leite, levados em uma carroça, iniciada por seu Armindo, hoje com 92 anos, e dona Ilse, de 88, até se tornar uma agroindústria que leva o sobrenome da família, Laticínios Sehn, localizada em Linha João Alves.

Desde 2010, com a agroindústria Sehn regularizada, é o microempresário João e sua esposa, Marcia, que tocam a produção, desde a ordenha de mais de 30 vacas de leite, até a confecção dos produtos para a venda, contabilizando cerca de 300 litros/dia embalados.  Quem supervisiona todo o trabalho da família no momento é o médico veterinário Juliano Gomes, da Secretaria Municipal de Agricultura, que realiza a inspeção periódica. “O principal cuidado que se observa é a questão da higiene no ambiente. Mas também observamos se a temperatura está adequada, a rotulagem, a validade dos produtos, e coletamos materiais para fazer análises regulares em laboratório, atestando que o produto está apto para ser consumido”, explicou Juliano.

A estrutura do SIM

A Secretaria de Agricultura dispõe de 7 médicos veterinários, 5 agentes de Inspeção de Produtos de Origem Animal e 1 Agente Administrativo. No total, são cerca de 20 estabelecimentos industriais, entre agroindústrias, frigoríficos e fábrica de embutidos, atendidos por esses profissionais.  De acordo com o titular da pasta, Decio Hochscheidt, o trabalho desses profissionais é fundamental para o sucesso dos estabelecimentos que trabalham com produtos de origem animal. “Temos uma equipe qualificada e que conhece bem os processos de fiscalização”, disse o secretário.

A prefeita Helena Hermany salienta a importância da diversificação no meio industrial. “Santa Cruz do Sul se tornou um município muito diverso, porque temos indústrias de vários segmentos.  Estamos sempre apoiando o pequeno, o médio e o grande empresário, porque todos geram emprego, renda e impostos para nosso município. O trabalho dos médicos veterinários que fazem a inspeção é fundamental, para garantir que tudo o que produzimos aqui tenha credibilidade, e quem sai ganhando são as empresas, oferecendo um produto com certificado de qualidade, e o município também ganha, com a geração de impostos na comercialização dos produtos”, declarou.

O Serviço de Inspeção Municipal (SIM) foi criado em 1997 e inicialmente era realizado na Secretaria municipal de Saúde, quando tinha apenas um veterinário. No ano de 2004 o Serviço passou para Secretaria Municipal de Agricultura, quando passou a se estruturar para atender de forma mais eficaz as demandas de indústrias de produtos de origem animal. O coordenador do SIM é o médico veterinário Paulo César Rutkowski.

Foto: Agência Invistanasuaimagem/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2023 0 Comentários 1,K Visualizações
Saúde

Fernando Spilki falará sobre doenças virais durante conferência africana

Por Marina Klein Telles 04/09/2023
Por Marina Klein Telles

O virologista e pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Universidade Feevale, Fernando Spilki, participará da 2ª Conferência Africana e 1ª Conferência Sul-Sul de Redução de Danos à Saúde, em Marrocos. Com o tema Saúde na África: água, ambiente e segurança alimentar, o evento será realizado de 27 a 29 de setembro, no Palácio do Congresso, em Marrakech. A atividade é promovida pelo Ministério da Saúde e Proteção Social do Marrocos e pela African Global Health Association (AGH), entre outras instituições.

Durante o evento, Spilki falará sobre Viral contaminants of water and food, and the development of viral vacines. O objetivo é demonstrar como as Américas atuam na constituição de redes de cooperação e de pesquisa em água e saúde, principalmente por meio da atuação da Rede Interamericana de Academias de Ciências (Ianas, na sigla em inglês), e como esse modelo poderia ser replicado na África. Além disso, serão demonstrados os resultados de pesquisas sobre doenças virais de veiculação hídrica.

Na opinião do pró-reitor, o evento proporcionará, principalmente, a troca de informações e a oportunidade comparar a situação dos diferentes países, bem como o intercâmbio de protocolos e abordagens de pesquisa. “Também abre a possibilidade de realizarmos produções em conjunto, que sirvam como base de informações para os tomadores de decisões, ou seja, governantes e pessoas responsáveis pela regulação da qualidade da água e pelos serviços de saúde, por exemplo. É nesse sentido que pretendemos mostrar a força que a pesquisa pode ter”, explica Spilki.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2023 0 Comentários 495 Visualizações
Saúde

Esgotadas: relatório inédito mostra o que está adoecendo as mulheres

Por Marina Klein Telles 01/09/2023
Por Marina Klein Telles

A pandemia de Covid-19 foi uma das piores crises já enfrentadas no século e suas consequências ainda ressoam no cotidiano, mesmo após o fim da emergência sanitária. Para as mulheres, entretanto, que já chegaram em 2020 adoecidas, o problema se apresentou ainda mais profundo. É o que mostra o relatório Esgotadas: o empobrecimento, a sobrecarga de cuidado e o sofrimento psíquico das mulheres, desenvolvido pela ONG Think Olga – que indica que 45% das mulheres brasileiras possuem hoje um diagnóstico de ansiedade, depressão, ou outros tipos de transtornos.

A pesquisa inédita foi realizada com 1.078 mulheres, entre 18 e 65 anos, em todos os estados do país, entre 12 e 26 de maio de 2023. “A saúde mental não deve ser uma discussão limitada por fatores biológicos. Claro que existe influência deles, mas o que o relatório nos mostra é que a perspectiva de gênero e suas interseccionalidades afetam diretamente as relações sociais e, portanto, impactam diretamente no psicológico das mulheres”, explica Maíra Liguori, diretora da Think Olga

Com a proposta de entender as estruturas que impõem o sofrimento das brasileiras na atualidade, o relatório reúne dados que demonstram desde a sobrecarga de trabalho e insegurança financeira até o esgotamento mental e físico causado pela economia do cuidado, que enquadra todas as atividades relacionadas aos cuidados com a casa e com produção e manutenção da vida.

Entre as principais conclusões do relatório

Esgotadas, portanto, adoecidas – 45% das entrevistadas foram diagnosticadas com algum transtorno mental. A ansiedade, o estresse e a irritabilidade fazem parte do cotidiano de pelo menos 4 em cada 10 mulheres. As pressões estéticas e as violências de gênero também cobram seu preço: entre as entrevistadas mais jovens, 26% declararam que os padrões de beleza impostos impactam negativamente na saúde mental. Já o medo de sofrer violência é citado por 16% das respondentes;

Insatisfeitas – A situação financeira e capacidade de conciliar os diferentes aspectos da vida têm as menores notas de satisfação entre as entrevistadas. Em uma classificação de 1 à 10, a vida financeira recebeu a classificação 1.4, já para a capacidade de conciliação das diferentes áreas da vida, a nota ficou em 2.2.

Maior vulnerabilidade e maior responsabilidade – As mulheres são as únicas ou principais provedoras em 38% dos lares. Essas mulheres são, em sua maior parte, negras, da classe D e E e com mais de 55 anos de idade. Somente 11% das entrevistadas dizem não contribuir financeiramente para a manutenção de suas famílias;

Mulheres dedicam o dobro de tempo nas tarefas de cuidado – Segundo dados da Pesquisa Nacional por amostra de domicílio realizada em 2022, as mulheres gastam 21,4 horas da semana em tarefas domésticas e do cuidado, os homens usam 11 horas. Já o relatório Esgotadas mostrou que a sobrecarga de trabalho doméstico e a jornada excessiva de trabalho foi a segunda causa de descontentamento mais apontada – atrás apenas de preocupações financeiras. O trabalho de cuidado sobrecarrega principalmente as mulheres de 36 a 55 anos (57% cuidam de alguém).

Responsabilidade demais adoece – 86% das mulheres consideram ter muita carga de responsabilidades. A insatisfação entre mães solo e cuidadoras é muito superior em relação àquelas que não possuem esse tipo de responsabilidade. As cuidadoras e mães-solo também são as mais sobrecarregadas com as tarefas domésticas e de cuidado, com 51% das mães e 49% das cuidadoras apontando a situação financeira restrita como o maior impacto na saúde mental. Isso quer dizer que a sobrecarga de cuidado também é um fator de empobrecimento das mulheres ou “feminização da pobreza”.

Diante da realidade, a Think Olga também traz pontos de partida para que a sociedade civil, o setor privado e o poder público possam começar a enxergar e a atuar sobre esses problemas. Para Nana Lima, co-diretora da Think Olga, “é necessário que comecemos a entender o impacto do trabalho de cuidado e suas consequências, além de partirmos de discussões que desestigmatizem tabus sobre a saúde mental. É essencial incentivar ações do setor privado, da sociedade civil e, principalmente, do setor público para um futuro viável para as mulheres”, avalia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2023 0 Comentários 1,2K Visualizações
Saúde

Estado segue sem casos da subvariante Éris da covid-19

Por Marina Klein Telles 31/08/2023
Por Marina Klein Telles

O Rio Grande do Sul segue sem nenhum caso registrado da EG.5, subvariante da covid-19 também conhecida como Éris. O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) da Secretaria da Saúde (SES) permanece monitorando a situação por meio da vigilância genômica em todo o Estado.

Especialistas têm alertado para um possível aumento no número de casos de covid-19 no Brasil nos próximos meses, como ocorreu em mais de 50 países, com a chegada da Éris. Altamente contagiosa, a subvariante se dissemina mais rapidamente do que a variante Ômicron (da qual se origina), sem, no entanto, levar a casos mais graves. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica-a como “variante de interesse”.

No momento, o cenário da covid-19 no Estado é estável. Entre 28 e 29 de agosto, foram registrados 36 novos casos em todo o Rio Grande do Sul, sem nenhum óbito confirmado. No total, há 472 casos em acompanhamento. “O Estado tem uma vigilância genômica ativa e bastante robusta”, afirma a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica (DVE), Roberta Vanacor.

As análises genômicas são realizadas a partir de amostras genéticas obtidas em hospitalizações, casos graves, óbitos e monitoramento de síndrome gripal, avaliadas em conjunto com dados clínicos e epidemiológicos. As informações são compartilhadas com as diferentes instâncias da gestão da saúde no Estado e subsidiam as decisões sobre as medidas de controle do vírus.

Roberta ressalta que a melhor proteção em relação à Éris é a vacina contra a covid-19. Segundo o Painel de Acompanhamento Vacinal da SES, 2,1 milhões de habitantes do RS estão com a quarta dose em atraso; no caso da terceira, o número chega a 2,9 milhões de pessoas. Entre a população vacinável, a partir dos 3 anos de idade, 42% ainda não estão com o esquema vacinal completo. “A vacina continua tendo um papel fundamental na redução de casos graves e mortes pela doença. E, no caso desta nova variante, a vacina bivalente, disponível para quem tem mais de 18 anos, é a que oferece maior proteção. É preciso se vacinar e não esquecer a dose de reforço recomendada para cada faixa etária”, reforça Roberta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2023 0 Comentários 385 Visualizações
Saúde

Universidade Feevale terá hub de saúde única

Por Marina Klein Telles 30/08/2023
Por Marina Klein Telles

Impulsionar o desenvolvimento tecnológico e o crescimento econômico do Vale do Rio dos Sinos, através da criação de um hub de inovação na área de Saúde Única. Esse é o objetivo da Universidade Feevale com o Hub Onehealth, que será estabelecido na unidade de Campo Bom do Feevale Techpark. A Instituição foi contemplada no edital Parques Tecnológicos, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), que destinará R$ 14.526.427,06 em recursos ao projeto, que será a primeira incubadora tecnológica em biotecnologia e saúde única do Rio Grande do Sul.

A partir dos recursos, será construído um novo edifício na área do parque, no qual funcionarão novos e bem equipados laboratórios. Com o Hub Onehealth, será criado, dentro do ecossistema existente do Feevale Techpark, um programa de apoio e aceleração de empresas para o desenvolvimento de produtos e empresas na área de saúde e biotecnologia, integrando as áreas de Saúde Humana e Saúde Animal.

O Hub Onehealth permitirá que empresas da área de Saúde Única tenham acesso a uma infraestrutura especializada completa para pesquisa, desenvolvimento e controle de qualidade de produtos biotecnológicos e de saúde. Essa estrutura será complementar aos laboratórios já existentes no Feevale Techpark, como laboratórios de Design Factory e Saúde Única, por exemplo, e o Hospital Veterinário Feevale, que fazem parte do complexo do parque. O Hub tem como meta a prospecção de empreendimentos nascentes para o ambiente de inovação em saúde. O espaço deverá estar totalmente implementado em, até, 48 meses.

O reitor da Feevale, Cleber Prodanov, acredita que a aprovação do Hub Onehealth por parte da Finep é muito importante. “Primeiro, por ser um projeto bastante vultoso: serão quase R$ 15 milhões a serem investidos no parque tecnológico; segundo, é audacioso, por unir a saúde humana e animal, em que a pesquisa que realizamos na Universidade, as estruturas do Hospital Veterinário, da Medicina, da Medicina Veterinária e dos laboratórios, bem como as nossas empresas da saúde, vão se unir para dar um novo significado a essa nova área do parque que vamos começar a implementar a partir desse projeto”, explica.

Para Marcelo Clark Alves, presidente da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), mantenedora da Universidade Feevale, é com muita alegria e otimismo que a Instituição recebe a informação de que foi contemplada com os recursos. “Com esse fomento, instalaremos uma incubadora tecnológica em biotecnologia e saúde única inédita no Estado, que será o nosso Hub Onehealth, com projetos destinados à saúde humana e animal, e isso nos deixa muito satisfeitos e conscientes de que estamos no caminho certo”, declara.

O projeto

O edifício que abrigará o Hub Onehealth será localizado na Alameda da Inovação e terá uma área de 2.103,18 m², contando com três pavimentos, 15 salas/laboratórios, sala de administração, sala de reuniões e espaços compartilhados. O projeto considerou a utilização de recursos renováveis, como reaproveitamento de águas pluviais para os sanitários e mangueiras externas e a instalação de placas solares na cobertura para geração de energia renovável, evidenciando a sustentabilidade em sua concepção. Entre os laboratórios e serviços, o Hub Onehealth terá: laboratório de qualidade e teste de produtos biotecnológicos; laboratório de Testes NB3, com potencial de desenvolvimento de vacinas e testes rápidos; controle microbiológico em insumos e produtos biológicos; e aceleração de empreendimentos da área de saúde única.

O que é saúde única?

A saúde única (onehealth) entende a saúde humana, animal e o meio ambiente como entes indissociáveis. A pesquisa e desenvolvimento com enfoque de saúde única visa criar soluções de diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças que compreendem o elo entre saúde humana, animal e proteção ao meio ambiente, além de novos produtos e serviços.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2023 0 Comentários 455 Visualizações
Saúde

Minozzo participa da elaboração do 1º Relatório Nacional sobre Demências

Por Marina Klein Telles 29/08/2023
Por Marina Klein Telles

O curso de Medicina da Universidade Feevale terá participação na elaboração do 1º Relatório Nacional sobre Demências. Liderada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), por meio da professora Cleusa Ferri, acontece, no dia 1º de setembro, uma oficina preparatória para discutir o documento. O professor da Feevale, Leandro Minozzo, é um dos especialistas no cuidado de pessoas com Alzheimer e outras demências escolhidos, em todo o Brasil, para participar das discussões.

O encontro reunirá, durante todo o dia, em São Paulo, profissionais da área, jornalistas, cuidadores e pessoas que vivem com demência para discutir os avanços e desafios relacionados ao assunto no Brasil. O relatório, que contém dados e análises inéditas, foi realizado em parceria com o Ministério da Saúde e pretende dar um panorama atual e futuras diretrizes no campo da demência.

Para o professor Minozzo, o convite é uma honra e possibilita grande aprendizado e proximidade com pesquisadores que são referência no Brasil. “Um dos meus focos de estudo e atuação são, justamente, as políticas públicas para Alzheimer e esse evento acontece em um momento importante, de proximidade do lançamento do Plano Estadual de Cuidado Integral de Demências do RS (Pecid), no final do mês, e do avanço na tramitação do PL 4.364 na Câmara dos Deputados – que dará origem à Lei Nacional de Cuidado Integral em Alzheimer e outras Demências”, afirma.

Sobre a demência no Brasil

De acordo com dados prévios do relatório, pelo menos 1,76 milhão de brasileiros com mais de 60 anos vivem com alguma forma de demência – cuja maior parte (que pode superar os 70%) não possui o diagnóstico, o que os impede de receber o tratamento adequado. Esses são dados de 2019, e, conforme a população vai envelhecendo, a tendência é que esses números aumentem com o passar dos anos: a estimativa é que, em 2050, o total chegue a 5,5 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2023 0 Comentários 465 Visualizações
Saúde

11º Fórum Instituto Unimed/RS acontece em setembro

Por Marina Klein Telles 25/08/2023
Por Marina Klein Telles

Consolidado no cenário nacional, o Fórum Instituto Unimed/RS promove há quase duas décadas a reflexão e o diálogo sobre temas essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável. Em sua 11ª edição, marcada para 15 de setembro, no Teatro do Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, 80), alguns dos principais nomes pensantes do país estão confirmados. A programação inicia às 8h e as inscrições gratuitas podem ser feitas no: https://11-forum-instituto-unimed-rs.encontrodigital.com.br/app/11-forum-unimed/inscricao.

O Fórum, que retorna após um hiato por conta da pandemia da COVID-19, propõe colocar o enfoque dos debates no “livre pensar”, conceito que ressalta a importância de não somente acolher, mas também estimular diferentes visões e abordagens. Entre as personalidades confirmadas estão nomes como Luis Justo, CEO do Rock in Rio, o economista Eduardo Giannetti, Arthur Bender, especialista em posicionamento de marcas, a executiva Daniela Diniz, o historiador Leandro Karnal, e o pesquisador e professor, especialista em temas relacionados a novos modelos de gestão, Alexandre Pellaes.

Dia para reflexão com principais nomes críticos do país

O evento busca ser um espaço de encontro, aprendizado e colaboração, em que os líderes dos setores público e privado, médicos, acadêmicos, imprensa e visionários compartilham percepções e contribuições para moldar um novo futuro. Serão explorados temas que abrangem sociedade, inovação, sustentabilidade, economia, saúde, liderança e o futuro do trabalho. Além disso, o próprio ato de livre pensar será objeto de reflexão e análise, incentivando os participantes a explorar as implicações dessa prática para o progresso individual e coletivo.

Conforme o presidente da Unimed Federação/RS, Nilson Luiz May, o Fórum reflete o compromisso do Sistema Unimed-RS em fomentar um espaço onde a liberdade intelectual é celebrada e cultivada como um motor de transformação social. Para o diretor administrativo do Instituto Unimed/RS, Alcides Mandelli Stumpf, o ato de pensar livremente está intrinsecamente ligado à melhoria das condições de vida, das instituições e do futuro coletivo.

Completam a lista de convidados 11º Fórum do Instituto Unimed/RS o ator Henri Pagnoncelli, o jornalista e economista Luís Artur Nogueira, a jornalista e apresentadora Alice Bastos Neves, o especialista em inovação e empreendedorismo Allan Costa, o jornalista e comentarista de política e assuntos internacionais Demétrio Magnoli, e o cientista político Fernando Schuler.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2023 0 Comentários 484 Visualizações
Saúde

Hospital Veterinário Feevale passa a oferecer serviço de oncologia

Por Marcel Vogt 25/08/2023
Por Marcel Vogt

O Hospital Veterinário Feevale (Hovet), localizado no Câmpus III da Universidade Feevale, em Campo Bom, passou a ofertar o serviço de oncologia, área que se dedica ao estudo, diagnóstico, tratamento e prevenção do câncer em animais. As consultas e exames já podem ser agendados pelo telefone e WhatsApp (51) 3597-5819, das 8h às 12h e das 13h15min às 17h.

A oncologista e cirurgiã do Hovet, Pâmela Garcia de Almeida, explica que há diversos métodos de diagnóstico e tratamentos disponíveis na oncologia veterinária. “Além desses tratamentos, há terapias complementares, envolvendo controle da dor, cuidados paliativos e suporte emocional para o animal e seus tutores”, afirma, acrescentando que o tratamento mais adequado e viável para cada caso é determinado pelo veterinário, considerando o tipo de câncer, o estágio da doença, a idade e a saúde geral do animal.

Alguns métodos de diagnóstico  

– Exames físicos: o médico veterinário realiza uma avaliação clínica completa do animal, observando sinais físicos e comportamentais que possam indicar a presença de um tumor.
– Exames de imagem: são realizados para visualizar o corpo do animal e identificar anormalidades. Alguns exemplos são as radiografias e as ultrassonografias.
– Biópsias: remoção de uma amostra do tecido suspeito, que é enviada para análise laboratorial. Essa análise permite identificar se o tecido é canceroso, qual o tipo de tumor e sua gravidade.
– Exames laboratoriais: podem incluir análises de sangue, urina e fezes para avaliar a presença de substâncias ou marcadores tumorais.

Exemplos de tratamentos  

Cirurgia: remoção do tumor ou parte dele por meio de intervenção cirúrgica. A cirurgia pode ser curativa, quando é possível remover todo o tumor, ou paliativa, quando visa reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida do animal.
Quimioterapia: administração de medicamentos quimioterápicos para destruir as células cancerosas. Essa terapia pode ser utilizada como tratamento principal, adjuvante ou neoadjuvante, dependendo do tipo e estágio do câncer.
Radioterapia: uso de radiação ionizante para o tratamento do câncer. A radiação é direcionada para a região afetada pelo tumor, com o objetivo de destruir as células cancerosas. No momento, o Hovet não oferece esse serviço.
Imunoterapia: estimula o sistema imunológico do animal a reconhecer e combater as células cancerosas. No momento, o Hovet não oferece esse serviço.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2023 0 Comentários 605 Visualizações
Saúde

Comissão se junta à Liga para trazer o tratamento oncológico a Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 25/08/2023
Por Marina Klein Telles

A Comissão de Direitos Humanos (Codir) do Legislativo, representada pelos vereadores Enio Brizola (PT) e Lourdes Valim (Republicanos), acompanhou a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Novo Hamburgo em visita à oncologia do hospital Centenário, em São Leopoldo – que atende tanto pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto convênio e particular – na tarde da quinta-feira, 24. A comitiva, que busca analisar novo local para receber os pacientes em tratamento de câncer, foi recebida pelo gerente Felipe Zart Broecker. Próximos passos devem incluir reunião com a comissão estadual de saúde e a promoção de uma audiência pública na Assembleia.

A diretora-executiva da Liga, Regina Dau, e as fundadoras e voluntárias da entidade Miriam Behrend, Mariza Simon e Carmen Gerhardt acompanharam a reunião. Na ocasião, o grupo conheceu também o fundador da oncologia da cidade vizinha, Adalberto Broecker Neto.

Felipe Broecker demonstrou interesse em trazer para São Leopoldo os pacientes que tratam o câncer no Hospital Bom Jesus, em Taquara, desde maio de 2022, quando o serviço foi transferido do Hospital Regina. O gerente explicou que o caminho administrativo é via Executivo. “Não foi formalizado em nenhum momento o interesse da Prefeitura de Novo Hamburgo em firmar parceria com São Leopoldo. Mas nós temos vontade e capacidade de atender a essa demanda”, frisou.

A presidente da Liga falou sobre os benefícios de um possível acordo, uma vez que o tempo de deslocamento até a cidade do Vale do Paranhana é um dos principais problemas apontados pelos pacientes que estão em tratamento.

O vereador Enio Brizola explicou o esforço para manter o SUS oncologia na cidade, mas salientou que não encontraram sensibilidade nem no governo municipal nem no estadual para outra alternativa que não fosse levar os pacientes para Taquara. “O atendimento do Bom Jesus estava sobrecarregado e ficou ainda mais com a chegada de Novo Hamburgo. A estrutura é pequena. As pessoas passam por procedimentos complexos, como a quimioterapia, estão debilitadas e ainda precisam esperar em um local sem estrutura até todos os outros serem atendidos. E também tem a longa viagem de volta”, relatou o parlamentar.

Sobre a oncologia se instalar no Hospital Municipal, Brizola destacou que o prazo dado pelo secretário de Saúde para a entrega do prédio do Anexo 2 é outubro de 2024. O imóvel está com cerca de 35% da obra concluída, mas precisará ser equipado e passar por adequações. “Achamos difícil que o prazo seja cumprido”, refletiu. Além disso, apontou que é muito tempo para os pacientes seguirem em Taquara. “Fizemos algumas parcerias com a Universidade Feevale. Nosso gabinete foi a Brasília buscar soluções junto ao Ministério da Saúde. Uma das possibilidades é uma segunda regulação. Pediram que indicássemos outro lugar que ofertasse o serviço e eles credenciariam”, enfatizou Brizola.

Encaminhamentos

Após conhecer as instalações da oncologia Centenário, os vereadores devem marcar agora uma reunião em Porto Alegre com a comissão estadual de saúde. O objetivo é gerar uma audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa. “Temos que formalizar essa intenção da Liga, apresentá-la aos deputados, mostrar os documentos. Dessa forma, a Administração também será convocada a participar e discutir o assunto”, apontaram os integrantes da Codir.

Foto: Tatiane Lopes/divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2023 0 Comentários 488 Visualizações
Saúde

Hospital Lauro Reus agora conta com Sala Lilás e brinquedoteca

Por Marcel Vogt 25/08/2023
Por Marcel Vogt

Campo Bom deu mais um importante passo nesta quinta-feira (24), no caminho da proteção à mulher campo-bonense. Uma Sala Lilás, espaço que acolhe mulheres vítimas de violência, foi inaugurada no Hospital Lauro Reus. A iniciativa é do Gabinete da Primeira-dama Kátia Orsi, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), da vereadora Michele Closs, da Associação de Segurança e Trânsito de Campo Bom (Setran) e da Associação Hospitalar Vila Nova (AHVN), responsável pela gestão do hospital.

A sala é apenas a sétima em hospitais do RS. Junto ao espaço, vai funcionar também uma brinquedoteca, onde crianças em baixa hospitalar poderão realizar atividades lúdicas. Tudo foi arrecadado por meio de doações de parceiros e incentivadores do projeto, como empresários locais.

A primeira-dama, na inauguração, apresentou dados que mostram que a violência contra a mulher é um problema real e está perto de nós: foram 40 gaúchas vítimas de feminicídio no Estado no primeiro semestre de 2023. “O objetivo é prestar um atendimento especializado, privado, humanizado, evitando exposição em situação que a mulher já está vulnerável”, destacou Kátia. Para a secretária municipal de Saúde, Drª Suzana Ambros Pereira, iniciativas como essa tornam Campo Bom uma cidade diferente, com olhar atento a toda população.

O prefeito Luciano Orsi enfatizou o trabalho conjunto empregado na concretização do projeto, que representa o acolhimento adequado das mulheres vítimas de violência e mais uma conquista da Administração Municipal em políticas públicas de proteção à mulher. A enfermeira Marri Souza, representando a AHVN, reforçou o compromisso da equipe do hospital em seguir atendendo da melhor forma possível os campo-bonenses, neste caso as mulheres, assim como fez o guarda municipal Brendler, colocando a Setran à disposição da comunidade campo-bonense.

A cerimônia não poderia ter ocorrido numa data mais oportuna, já que agosto é o mês de combate à violência contra a mulher. Não se cale, não se omita, denuncie pelos números 180, da Central de Atendimento à Mulher, ou 153, da Guarda Municipal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2023 0 Comentários 872 Visualizações
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