Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Após empatar série, União Corinthians encara o Flamengo de novo...
União Corinthians é eliminado pelo Flamengo no NBB
Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em...
Fashion Experience, a passarela onde tudo começa: Calçados Beira Rio...
Campo Bom testa materiais para pavimentação de ruas
Encontro em Porto Alegre reúne lideranças em formação sobre tomada...
Bolinho de aipim gigante é preparado em festa municipal de...
Parque do Caracol anuncia parceria com Laura Bier
Abandono de cães mobiliza resgate em Lomba Grande
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Categoria

Saúde

Saúde

Palestra em alusão ao Novembro Azul recebe urologista Cláudio Teloken

Por Gabrielle Pacheco 12/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Nesta terça-feira, 13 de novembro, o Diretório Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Feevale, em parceria com a coordenação da graduação, promove a palestra Um toque pela vida. A atividade acontece em alusão ao Novembro Azul, mês em que se realizam ações para sensibilizar as comunidades na prevenção ao câncer de próstata. O evento se inicia às 19h, no auditório do prédio Azul, no Câmpus II da Universidade Feevale (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo).

O ministrante é Cláudio Teloken, médico urologista graduado em Medicina pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), doutor pela Wayne State University, Detroit, MI (USA) e pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Fellowship na Cleveland Clinic, Cleveland, OH (USA). Professor da UFCSPA, é chefe do programa de Residência Médica em Urologia e responsável pela disciplina de Urologia da mesma Instituição. Para participar do evento, basta doar 1kg de alimento não perecível, roupas, calçados, brinquedos ou livros infantis. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail [email protected].

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/11/2018 0 Comentários 647 Visualizações
Saúde

Campanha Melhor Idade Livre de Quedas é lançada pela Prefeitura

Por Gabrielle Pacheco 10/10/2018
Por Gabrielle Pacheco

Para evitar possíveis acidentes domésticos, a aposentada Ana Maria Lopes, de 64 anos, já toma providências em sua residência. “Na minha casa não tem tapetes e no banheiro tenho uma barra de ferro pra me apoiar. Fico com medo de cair”, declara. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde (Sesa), as quedas de pessoas idosas são muito comuns.

Com o objetivo de alertar a população idosa sobre a importância de manter a casa segura e com o menor risco possível de acidentes domésticos, foi lançado, na tarde desta sexta-feira, 5, a Campanha Publicitária Melhor Idade Livre de Quedas. O ato de lançamento ocorreu no Ambulatório do Idoso, Hipertenso e Diabético, localizado na Rua Ernesto Alves, 1298.

Os idealizadores da campanha, enfermeira Josiane Gass, e o coordenador do Ambulatório do Idoso, Alexandre Butzke, explicaram os motivos da iniciativa. “A ideia surgiu depois que constatamos o alto índice de idosos que se machucam por não terem cuidados básicos em casa”, conta Josiane.

Um manual contendo informações sobre medidas que podem ser tomadas será distribuído pelos 136 agentes comunitários de saúde da Prefeitura. Cuidados como utilizar tapetes emborrachados, deixar o caminho livre e sem objetos espalhados pelo chão, utilizar armários fixos e boa iluminação estão entre as orientações.

A população idosa em Santa Cruz do Sul está em cerca de 17 mil. De acordo com o secretário de Saúde, Régis de Oliveira Júnior, após análise do perfil dos pacientes que esperam por uma cirurgia na área de traumatologia, foi considerado que, dos 350 pacientes, 26% tem mais de 60 anos. Na tentativa de evitar as quedas das pessoas da terceira idade, a Prefeitura lançou a Campanha Melhor Idade Livre de Quedas. “Precisamos alertar as pessoas de que é importante tomar alguns cuidados na prevenção de quedas e acidentes. Os números são preocupantes. Queremos garantir qualidade de vida aos idosos”, afirmou.

Na ocasião, os participantes do projeto Envelhecer Sorrindo expuseram seus trabalhos artesanais e de memória desenvolvidos nas oficinas. O Ambulatório atende cerca de 700 idosos por mês. No local são oferecidos serviços com vários profissionais, como psicólogo, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogo, nutricionista, assistente social e fisioterapeuta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2018 0 Comentários 463 Visualizações
Saúde

Sentir dor não é normal

Por Gabrielle Pacheco 28/09/2018
Por Gabrielle Pacheco

Dores são mecanismos de defesa do corpo humano. São avisos de que algo não está bem no nosso organismo e funcionam como um alerta de doenças. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as dores atingem 42% da população mundial, com incidência de mais de 51% em idosos. São muito mais comuns do que se imagina: 92% das pessoas sente ao menos uma vez na vida. A despeito de ser algo comum, não é normal sentir dor, e deve ser tratada como um alarme, não como um incômodo habitual, frequente, forte e sem causa aparente.

“A dor é considerada crônica quando é contínua e dura mais de três meses”, explica o neurologista José Geraldo Speciali, membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).

Essas dores podem ter origem neuropática, causadas por lesões no nervo; ou dores nociceptivas, decorrentes de estímulos nocivos em tecidos do corpo, como, por exemplo, uma tendinite. O mapa da dor crônica no Brasil, aponta que as três dores mais recorrentes são as que atingem as costas (lombalgia), de cabeça (enxaqueca) e dores relacionadas ao câncer. “De acordo com um estudo feito recentemente no Canadá, somam-se a elas a dor na nuca e no quadril. As dores crônicas aparecem, de maneira geral, entre as primeiras doenças mais prevalentes na população”, conta o neurologista.

Ainda de acordo com o estudo, as dores são mais comuns nas mulheres do que nos homens. Isso porque os hormônios femininos como o estrógeno facilitam a ocorrência de dor. Então, as mulheres são mais cuidadosas com a sua saúde do que os homens e procuram auxílio médico mais precoce e frequentemente.

As doenças crônicas normalmente têm tratamento. O ideal, nesses casos, é que a causa da dor seja descoberta e tratada. “Essas dores, em geral, devem ser tratadas por equipes multidisciplinares, envolvendo médicos, fisioterapeutas e psicólogos, já que não é suficiente receitar apenas uma medicação. É uma dor rebelde, resistente e que causa grande sofrimento”, explica Speciali.

Para o neurologista, além conscientizar a população que ninguém deve sentir dor sem tratamento específico, é importante esclarecer aos demais médicos que essas dores existem. “Às vezes, o médico não dá muita importância para a dor crônica porque elas não aparecem nos exames, então o objetivo é conscientizá-los de que dor crônica pode existir na ausência de doenças demonstráveis”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/09/2018 0 Comentários 730 Visualizações
Saúde

Todos contra poliomielite e o sarampo

Por Gabrielle Pacheco 23/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

Para este ano, a meta do Rio Grande do Sul é imunizar 554 mil crianças contra a poliomielite, também conhecida como paralisia infantil ou pólio, e o sarampo. Para esse público-alvo ser alcançado instituições de saúde do Estado e do Brasil contam com parceiros como os Rotary Clubes de Novo Hamburgo. “O que nos preocupa é o relaxamento na vacinação por parte das famílias devido a erradicação da poliomielite no País”, destaca o governador distrital do Rotary Internacional-D4670, Ilo Vile Coutinho.
As erradicações as quais Coutinho se refere é sobre a poliomielite, que o último caso registrado no Estado foi em 1983 e em questão de abrangência nacional, o sarampo havia tido sua última aparição registrada em 2015. Contudo, este ano, o sarampo teve novos casos na região Norte do país.

Rotary Clubes e suas ações

O governador Coutinho, do Distrito D670 do Rotary Club, destacou em visita a revista Expansão, que o clube está empenhado em auxiliar na divulgação da campanha de vacinação das secretarias municipais de saúde das cidades nas quais está presente. A campanha de vacinação tem duração até 31 de agosto para crianças de 1 a 5 anos.
Em caso de dúvidas ou até mesmo para realizar a vacinação, o cidadão deve comparecer com carteira de vacinação a uma unidade de atendimento de saúde. A faixa etária atendida é de 12 meses a 49 anos. Vale ressaltar que a vacina contra sarampo é tríplice viral, pois age contra rubéola e caxumba.

Foto: Divulgação
23/08/2018 0 Comentários 501 Visualizações
Saúde

Serra Gaúcha deve receber mais de 1800 profissionais da cardiologia

Por Gabrielle Pacheco 15/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

Prevenção é um dos destaques do Congresso da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul. Na abertura dos temas, diferentes painéis abordarão questões importantes ao cuidado e à promoção a saúde. O evento, que inicia na próxima quinta-feira, dia 16, no Wish Serrano, em Gramado, espera mais de 1800 participantes, entre médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas e educadores físicos. Na abertura, Fabricio Carpinejar dá as boas vindas e comenta sobre o recente lançamento: “Cuide dos pais antes que seja tarde”.

“A tecnologia e os avanços da medicina têm nos permitido – cada vez mais – a evitar problemas futuros. A prevenção da saúde é pauta permanente na Socergs”, comenta o presidente da Sociedade, Daniel Souto Silveira.

O futuro da medicina, que também figura entre os principais temas da edição de 2018, reforça a importante e significativa participação das ligas acadêmicas. Neste ano, será realizado o I Encontro das Ligas Acadêmicas de Cardiologia. A ideia é abordar as bases e atualidade das evidências científicas mais destacadas nas três síndromes clínicas cardiovasculares principais: a isquêmica, a congestiva e a arrítmica. A atividade interativa será disponibilizada com a discussão de casos clínicos do mundo real, coordenada por nomes destacados da SOCERGS e especialmente escolhidos para este tipo de função.

Meia Maratona SOCERGS Gramado

A edição deste ano conta com uma novidade, na mesma sintonia de que para manter a saúde do coração em dia, exercitar-se ainda é um dos principais meios. A Meia Maratona SOCERGS Gramado. O evento acontecerá no domingo, dia 19 de agosto, com largada prevista para às 9h, na ExpoGramado, na Serra Gaúcha. A primeira edição terá três trajetos: 4 Km | 11 km | 21 km.

“Estamos em constante busca de inovação e encontramos na corrida uma forma de ressaltar o quanto é necessário cuidarmos da saúde do corpo 0para manter a saúde do coração”, comenta o presidente da SOCERGS, Daniel Souto Silveira. A premiação será dividida em cinco faixas de idade (18 a 28; 29 a 39; 40 a 50; 51 a 61; acima de 61), feminino, masculino e também por trajeto percorrido.

A programação completa do Congresso está disponível no site da Socergs . O evento conta com o apoio da Prefeitura de Gramado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/08/2018 0 Comentários 542 Visualizações
Saúde

77% das queimaduras acontecem em ambientes domésticos

Por Gabrielle Pacheco 09/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

Uma das piores e mais doloridas lesões da pele, a queimadura, pode colocar em risco a vida de qualquer pessoa se não houver a atenção necessária durante seu tratamento. Mas o dado mais preocupante é que a maioria dos acidentes acontece em ambientes domésticos. “São 77% do total das ocorrências”, afirma Luiz Philipe Molina Vana, cirurgião plástico e presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ).

De acordo com o especialista, cerca de 40% desses eventos ocorrem com crianças de até 10 anos de idade. “Uma informação importante que devemos levar em consideração no sentido de alertar as pessoas é que, normalmente, os acidentes acontecem na cozinha”, destaca. As regiões do corpo mais atingidas são os membros superiores, o tronco e a face.

O médico lembra ainda que a principal causa das queimaduras é o fogo em si, corresponde a 40%, especialmente pelo uso do álcool para faxina doméstica e como acendedor de churrasqueira. “As pessoas têm um hábito muito equivocado em relação à utilização do produto”, explica Molina.

As queimaduras podem ser classificadas em duas fases: a aguda, que ocorre logo após o evento, quando o paciente apresenta feridas abertas; e a de sequelas, na qual as lesões na pele já foram fechadas, mas deixam marcas e cicatrizes. Os tratamentos, de maneira geral, costumam ser prolongados uma vez que envolvem troca de curativos diária e, em muitos casos, até intervenção cirúrgica.

Segundo o médico, a profundidade e a extensão da lesão é que vão apontar qual é a gravidade e definir o tipo de terapia mais adequado. “As queimaduras não são iguais, por isso é importante observar a combinação desses dois aspectos”.

Primeiros socorros e tratamentos

Assim que o acidente ocorre é preciso procurar um profissional de saúde o mais rápido possível. “A pessoa queimada deve lavar a área atingida com água abundante, cobrir com um tecido limpo, tirar relógios, anéis e outros acessórios e se dirigir imediatamente ao pronto-atendimento. É essencial que ela não aplique nada na pele, pois o uso de pomadas e outros tópicos semelhantes atrapalham o diagnóstico”, ressalta o cirurgião.

A queimadura mais profunda exige cuidado especial para que não haja complicações futuras. Nesse caso, o tipo mais comum de tratamento é o que pode ser chamado de suporte, onde são utilizados curativos que ajudam a impedir infecções e o enxerto de pele.

“Muitas unidades de saúde especializadas do Brasil já têm acesso a inovações avançadas de tratamento, como, por exemplo, curativos de alta tecnologia que ajudam e aceleram o fechamento da ferida e amenizam as cicatrizes”, diz Molina, ressaltando que toda queimadura pode se complicar, por isso a agilidade na busca por tratamento faz diferença. “A população precisa estar mais atenta aos perigos tanto no ambiente doméstico quanto no profissional. As queimaduras geram sequelas estéticas e psicológicas, contribuindo para o “bulliyng” infantil e outros traumas”, conclui.

Conscientização: o tempo não cicatriza

Promover a conscientização é um dos motivos da união de sete organizações, entre sociedades médicas, como a SBQ, e de enfermagem e associação de pacientes, com apoio da ACELITY, na campanha O Tempo Não Cicatriza. Para feridas complexas, o tratamento é o melhor remédio no Brasil. A iniciativa espera informar a população sobre feridas complexas e seus riscos, levando as pessoas a procurarem um profissional da saúde que possa avaliar a utilização de tratamentos mais adequados. As opções terapêuticas variam de acordo com o tipo de lesão e com a região do corpo em que estão localizadas.

A campanha é promovida pelas sociedades brasileiras de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), de Queimaduras (SBQ), de Tratamento Avançado de Feridas (SOBRATAFE), a de Atendimento Interligado ao Traumatizado (SBAIT); de Estomaterapia (SOBEST) e a de Enfermagem em Dermatológica (SOBENDE), e a Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD).

Atualmente, estão disponíveis no País soluções inovadoras como curativos avançados com propriedades antimicrobiana, antiodor, regenerativa ou hidratante, que contribuem para a cicatrização. Também existem tecnologias hospitalares e domiciliares, como o sistema de pressão negativa, que utiliza a pressão controlada e localizada sobre a lesão por meio de um curativo de espuma coberto por uma película e ligado a um sistema de drenagem, as novas tecnologias aceleram o tempo de cicatrização de feridas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/08/2018 0 Comentários 837 Visualizações
Saúde

Novos estagiários da Feevale ingressarão no Hospital e unidades gerenciadas pela FSNH

Por Gabrielle Pacheco 02/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

A hora de colocar em prática o aprendizado de anos na faculdade chegou para mais 200 estudantes da Feevale que serão inseridos no mercado de trabalho neste semestre e viverão no dia a dia a decisão da escolha de suas profissões. Na última terça-feira, 31, a direção e coordenadores da Fundação Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) apresentaram a estrutura e as ações que serão desenvolvidas durante o estágio de seis meses no Hospital Municipal, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Saúde da Família (USFs) para os futuros profissionais de Biomedicina, Nutrição, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Quiropraxia. A Integração, como é chamada, foi realizada para duas turmas, na parte da manhã e tarde, no auditório do prédio Azul da instituição de ensino.

A partir da próxima semana, 50 dos 200 estudantes vão integrar a equipe da FSNH, onde vão aprimorar o conhecimento, agregar experiência ao currículo e também o intercâmbio de novas ideias, conceitos, planos e estratégias. “A Integração é o momento de mostrarmos a instituição, que proporciona um campo fértil para aprendizagem, preparando cada um a assumir um papel de protagonista e profissional qualificado”, afirma o diretor-presidente da FSNH, Rafaga Nunes Fontoura, acrescentando que hoje a rede faz uma média de 20 mil atendimentos por mês e o Hospital Municipal, com foco em urgência e emergência, registra em torno de 1.000 internações mensais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/08/2018 0 Comentários 530 Visualizações
Saúde

Projeto facilita diagnóstico e tratamento de câncer de mama em Porto Alegre

Por Gabrielle Pacheco 02/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

Contribuir para a melhoria na qualidade do acesso ao diagnóstico, ao tratamento e à rede de atenção da saúde pública para as pacientes com câncer de mama na rede pública de saúde: esse é o objetivo do Navegadores, um projeto da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) que terá início em 2 de agosto, em Porto Alegre/RS.

Com o projeto, mulheres com suspeita de câncer de mama que vão realizar o processo de diagnóstico e tratamento no SUS ou mulheres que já detectaram a doença e estão em tratamento na rede pública serão acompanhadas por assistentes sociais, as Navegadoras, para garantir que sejam orientadas com informações complementares e tenham acesso ágil aos serviços de saúde, de forma individualizada.

O projeto, que atenderá 50 mulheres, é gratuito e será realizado em Unidades de Saúde (US) da Restinga e Extremo Sul. Para participar, é preciso se inscrever diretamente com as assistentes sociais do projeto via telefone, e-mail ou presencialmente nas unidades de saúde nas datas e horários indicados. As vagas estarão abertas até serem totalmente preenchidas.

Extremo Sul

Assistente Social – Navegadora
[email protected]
Telefone: (51) 99118-3616

Restinga

Assistente Social – Navegadora
[email protected]
Telefone: (51) 99113-3017

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/08/2018 0 Comentários 508 Visualizações
Saúde

Baixa procura por vacinação pode agravar índices de mortalidade infantil

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

Os pediatras estão preocupados com a diminuição dos serviços prestados, como as imunizações, que têm apresentado um índice abaixo do esperado em diversas cidades do Brasil e do Rio Grande do Sul. Esta situação, de acordo com pediatra da Sociedade de Pediatria do estado (SPRS) Érico Faustini pode prejudicar o trabalho histórico que tem sido feito para a redução dos índices de mortalidade infantil. No ano passado, de acordo com o especialista, o RS atingiu, de forma pioneira, a estatística de um dígito, 9,97 a cada mil nascidos vivos.

“Não vemos muita motivação em termos de divulgação e, às vezes, falta vacina também. Observamos a volta de muitas doenças que já estavam controladas, colocando em risco a vida das crianças, que podem morrer pelas mesmas” – destaca o pediatra.

Enquanto a estatística de mortalidade infantil apresentou um pequeno acréscimo em outros estados, o desafio dos gaúchos é manter o índice histórico alcançado e tentar reduzi-lo ainda mais, como demonstram os resultados parciais de 2018.

“O Rio Grande do Sul vem apresentando uma queda significativa nos últimos quinze anos, resultado de ações específicas e constante combate à mortalidade infantil. Entre elas, identificação e apuração das causas de óbitos; melhorias na assistência perinatal, pré-natal e na hora do parto. Este último faz parte da regionalização do parto, que ofereceu maior segurança à gestante e ao bebê” – explica Faustini.

O investimento em UTI’s neonatais e o acompanhamento de crianças prematuras também garantiram os resultados positivos, de acordo com o médico.

Por enquanto, as principais causas de óbito no Rio Grande do Sul são as afecções do período perinatal, que se originam na gravidez e podem afetar o feto, como diabete ou hipertensão, e infecções como sífilis e urinária, que podem desencadear parto prematuro.

Em maio, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou uma notícia alertando sobre os reflexos do cenário econômico na saúde e nas medidas tomadas pela redução da mortalidade infantil no país.

Fonte: Assessoria | Foto: Reprodução
17/07/2018 0 Comentários 1,3K Visualizações
SaúdeVariedades

FIRJAN: RS tem o mais alto desenvolvimento em saúde

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) 2018, divulgado nesta sexta-feira (29/6), revela que 99% das cidades gaúchas (485 dos 490 municípios avaliados) têm nível de desenvolvimento alto ou moderado. Entre as 100 melhores de todo o país, 18 são do Rio Grande do Sul, este valor só é superado pelo estado de São Paulo. Além disso, o estado não tem município com baixo desenvolvimento.
O estado se destaca por ser o que reúne, proporcionalmente, mais municípios com nível de excelência em Saúde: 84,9% (ou 421 cidades).

O Rio Grande do Sul responde por sete dos dez melhores municípios do país neste quesito. Apesar disso, o cenário evolutivo frente a 2015 foi dividido: 53% dos municípios avançaram, devido principalmente à melhora no percentual de 7 ou mais consultas pré-natais por nascidos vivos; enquanto 47% recuaram, direcionados pelo maior percentual de óbitos por causas mal definidas.
Criado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) para acompanhar o desenvolvimento socioeconômico do país, o IFDM avalia as condições de Educação, Saúde, Emprego e Renda de todos os municípios brasileiros. Em sua nova edição – com base em dados oficiais de 2016, últimos disponíveis – o estudo mostra que a crise econômica, iniciada em 2014 e causou forte recessão no país, fez com que o nível socioeconômico das cidades brasileiras retrocedesse três anos.

O índice monitora todas as cidades brasileiras e a avaliação varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o seu desenvolvimento. Cada uma delas é classificada em uma das quatro categorias do estudo: baixo desenvolvimento (de 0 a 0,4), desenvolvimento regular (0,4 a 0,6), desenvolvimento moderado (de 0,6 a 0,8) e alto desenvolvimento (0,8 a 1). O índice avalia conquistas e desafios socioeconômicos de competência municipal: manutenção de ambiente de negócios propício à geração local de emprego e renda, educação infantil e fundamental, e atenção básica em saúde.

Vale Real ultrapassa Lajeado e chega ao topo do ranking gaúcho

A boa evolução no índice Emprego e Renda, assim como nos demais critérios, fez com que o município de Vale Real (0,8807) atingisse, pela primeira vez, o topo do ranking gaúcho, deixando para trás a cidade de Lajeado (0,8789). O enorme salto de Vale Real, com uma variação de quase 10% de 2015 para 2016, fez com que o município atingisse a quarta posição do ranking nacional. Antes, a cidade não figurava em os Top 10 gaúcho.

Lajeado, que desde o início da série histórica oscila entre as duas primeiras posições, ocupa agora o segundo lugar no ranking estadual. Devido principalmente ao polo industrial de alimentos, a cidade chega a sexta posição no ranking do país. As demais posições do Top 10 são ocupadas por Campo Bom (0,8622), Mato Leitão (0,8587), Muçum (0,8559), Serafina Corrêa (0,8551), Bento Gonçalves (0,8548), Carlos Barbosa (0,8544), Gramado (0,8542) e Picada Café (0,8533).

Porto Alegre ficou na 119ª posição estadual. A cidade tem alto desenvolvimento em Saúde (0,8675) e moderado em Emprego e Renda (0,7070) e Educação (0,7666). A capital gaúcha está na 12ª colocação no ranking das capitais nacionais.

No outro extremo do ranking gaúcho, entre as dez cidades com menor IFDM do estado, a baixa pontuação no IFDM Emprego e Renda é o principal problema: seis municípios possuem baixo grau de desenvolvimento nessa vertente, enquanto os demais apresentam nível regular. Em Educação, esse grupo apresentou pontuação elevada, oito das dez cidades registraram desenvolvimento moderado e apenas duas, regular. No âmbito da Saúde, os dez municípios não destoaram do cenário estadual e apresentaram indicador ao menos moderado.

Assim, entre as 10 piores colocadas no ranking estadual estão, respectivamente, as cidades de Dilermando de Aguiar (0,6109), Multiterno (0,6061), Ubiretama (0,6059), General Câmara (0,6017), Tunas (0,6009), Santana da Boa Vista (0,5932), Três Forquilhas (0,5912), Dom Feliciano (0,5798), Charrua (0,5749) e, por último, São Valério do Sul (0,5695).

Na edição 2018 do IFDM foram avaliados 5.471 municípios, onde vive 99,5% da população brasileira. As novas cidades, para as quais ainda não existem dados, e aquelas com ausência, insuficiência ou inconsistência de informações, não fazem parte do estudo. No resultado geral, que inclui a média das notas dos três indicadores (Emprego e Renda, Saúde e Educação) foram observados apenas 431 municípios (7,9%) com alto desenvolvimento.

De acordo com o estudo, na comparação com 2015, as áreas de Educação e Saúde tiveram o menor avanço da última década e não compensaram as perdas do mercado de trabalho nos últimos anos. Assim, nesta edição o IFDM Brasil atingiu 0,6678 ponto – abaixo do nível observado em 2013.

O estudo também revela que o país continua com enormes disparidades regionais: o Sul é a região mais desenvolvida, tendo 98,8% de cidades com desenvolvimento alto ou moderado. O Sudeste e o Centro-Oeste possuem perfil semelhante. Já as regiões Norte e Nordeste têm, respectivamente, 60,2% e 50,1% dos municípios com desenvolvimento regular ou baixo. Entre todas as cidades avaliadas, Louveira, em São Paulo, conquistou 0,9006 ponto e é a mais desenvolvida do país. Florianópolis, com 0,8584, ocupa o primeiro lugar entre as capitais. No último lugar do ranking nacional, com 0,3214, está o município de Ipixuna, no Amazonas.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2018 0 Comentários 612 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 305 | Abr 2026

Entrevista | Sergio Luis Patzlaff aborda o impacto da gestão incremental para gerar resultados

Especial | ACI promove exposição fotográfica histórica em comemoração aos 99 anos de NH

Business | Reunindo política e negócios, Romeu Zema visita Calçados Beira Rio S.A.

Moda | Tricofest chega a sua 5ª edição com as principais tendência outono/inverno

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Após empatar série, União Corinthians encara o Flamengo de novo nesta segunda

  • 3

    União Corinthians é eliminado pelo Flamengo no NBB

  • 4

    Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em investimentos

  • 5

    Fashion Experience, a passarela onde tudo começa: Calçados Beira Rio S.A.

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO