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Saúde

Saúde

Hospital Moinhos de Vento terá nova Emergência Pediátrica

Por Gabrielle Pacheco 06/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Mais um importante passo será dado pelo Hospital Moinhos de Vento em 2019: a construção da nova Emergência Pediátrica Elone Schneider Vontobel. O protocolo de intenções, que oficializa a doação filantrópica para o empreendimento, foi assinado na última quinta-feira, 31/01 .

Ocupando uma área de 500 m² no bloco A da instituição, o nome da unidade será uma homenagem à esposa de João, fundador do grupo Vonpar, e mãe de Ricardo e Rodrigo Vontobel. Os empresários doarão R$ 12 milhões para o projeto. De acordo com o superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, a iniciativa vai ampliar e qualificar o pronto-atendimento do hospital, elevando, assim, o patamar de saúde em Porto Alegre.

“Esta é a concretização do melhor sentido da palavra ‘filantropia’, que representa amor à humanidade. Todo o ambiente foi planejado para atender o paciente grave com mais atenção e rapidez, seguindo o padrão de todas as obras realizadas nos últimos cinco anos”, destacou Mohamed Parrini.

Presidente do Conselho de Administração do Hospital Moinhos de Vento, Eduardo Bier considerou a assinatura mais um importante reconhecimento ao trabalho realizado pela instituição. “A parceria vem para fortalecer ainda mais o nosso propósito de cuidar de vidas. Assim como o Moinhos de Vento, a família Vontobel tem orgulho da sua trajetória e está engajada na busca e no compromisso com uma sociedade melhor e mais desenvolvida”, afirmou Eduardo Bier.

Atendimento ágil e integrado

Infraestrutura completa, tecnologia de ponta, ambientes arejados e visualmente adaptados, aliando o lúdico ao funcional, compõem as principais características do novo serviço. Com o início das atividades previsto para o final do mês de abril, o local está sendo planejado para oferecer atendimento ágil e integrado às crianças e familiares. “Será um espaço de referência na linha de cuidados pediátricos na nossa cidade, que há 15 anos não inaugura um serviço de emergência pediátrica. Queremos que seja um modelo de excelência”, afirma o Chefe do Serviço de Pediatria, João Mafalda Krauzer.

“Desde sempre apoiamos questões sociais e de interesse da nossa comunidade. A doação para a nova Emergência Pediátrica possibilitará que o Hospital Moinhos de Vento atenda com excelência às crianças, em um ambiente pensado e planejado para elas. Além disso, é uma justa homenagem que prestamos à nossa mãe, que tanto contribuiu para os negócios de nossa família, possibilitando ações como esta”, destacou Rodrigo Vontobel.

Elone Schneider Vontobel demonstrou gratidão ao concretizar ainda mais a ligação com a instituição. “Fico feliz em participar deste processo, pois vejo alcançada a realização de um sonho capaz de ajudar muitas crianças”, salientou Elone.

Exemplo americano

Com a nova emergência pediátrica, o Moinhos segue expandindo no Brasil a tradição da filantropia, muito difundida nos Estados Unidos. A inspiração vem da própria Johns Hopkins, instituição à qual o Moinhos de Vento é afiliado desde 2013. O hospital mantém diversas parcerias para transferência de conhecimento sobre educação médica, pesquisa e assistência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2019 0 Comentários 772 Visualizações
CidadesSaúde

Paralisação de trabalho do Estado prejudica entrega de medicamentos em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 25/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Devido a problemas na elaboração de roteiro de entregas de medicamentos, de responsabilidade do Estado, para as prefeituras, cerca de 75% dos itens que deveriam chegar à Farmácia do Estado que funciona dentro da Farmácia Comunitária do Município, não foram entregues.

Dessa forma, a gerência da Farmácia Comunitária pede a compreensão dos usuários que contariam com os remédios a partir desta quinta-feira. “É um problema sério que foge do nosso controle”, afirma a gerente da Farmácia Comunitária de Novo Hamburgo, Janice Rhoden. Não há previsão para a chegada dos medicamentos por que o atraso na elaboração do roteiro se deve à paralisação dos funcionários, que atuam em empresa terceirizada pelo Estado, sem data para terminar.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/01/2019 0 Comentários 561 Visualizações
BusinessSaúde

Saúde suplementar impulsiona criação de empregos no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 23/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A cadeia de saúde suplementar tem impulsionado a economia e a criação de empregos no Brasil e já responde por 8,1% da força de trabalho no País. De acordo com o Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar, aferido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o número de postos de trabalho formal no setor cresceu 3,4% na comparação entre novembro de 2018 e o mesmo mês do ano anterior. O que significa um aumento de 116,5 mil vagas. No mesmo período, o total de empregos formais no Brasil teve avanço de apenas 1%.

Olhando para o saldo de empregados, a diferença entre o total de contratados e o de demitidos, a cadeia da saúde suplementar fechou novembro de 2018 com 12,1 mil novos postos de trabalho. O que corresponde a 20,6% do saldo de 58,7 mil empregos registrado no Brasil.

Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, aponta que regionalmente a criação de empregos ainda está bastante concentrada na Região Sudeste do País, que responde por 47,4% (5,7 mil) do saldo de empregos formais do setor em novembro de 2018. Contudo, ele destaca que outras regiões têm registrado importantes resultados. “Temos visto um fortalecimento expressivo do mercado no Centro-Oeste, com 1,5 mil novos postos de trabalho. Isso em um período em que a região encerrou 7,5 mil empregos formais no total da economia”, analisa.

Na mesma linha, a cadeia de saúde registrou saldo positivo de 234 empregos no Norte enquanto, no total da economia, foram fechados 932 postos de trabalho. “Ainda que os números sejam mais ‘modestos’ do que os registrados em outras regiões, fica evidente que o setor está contratando em ritmo superior à média nacional. O que indica que o mercado está se preparando para voltar a crescer”, pondera Carneiro.

Os dados da edição mais recente do boletim já estão presentes no IESSdata, plataforma que fornece os números mais atuais do setor de saúde suplementar e da economia brasileira.

Sobre o IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/01/2019 0 Comentários 532 Visualizações
Saúde

Janeiro branco: precisamos falar sobre a depressão pós-parto

Por Gabrielle Pacheco 15/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Janeiro Branco é o termo utilizado para chamar atenção à campanha de cuidados com a saúde mental e promoção de atividades ligadas ao tema. Uma das questões mais presentes na vida da mulher, relacionadas à saúde mental, é a depressão pós-parto. “Em geral, não se fala muito sobre o assunto, por desconhecimento e até preconceito.

Depressão pós-parto é um quadro depressivo que se apresenta na mulher imediatamente após o parto ou até um ano depois deste momento. Os sintomas são caracterizados como tristeza, apatia, desalento e pode ou não ocorrer a rejeição ao bebê.

As causas fisiológicas mais comuns do quadro depressivo pós-parto são as alterações hormonais bruscas que ocorrem com a mulher. Mas, existem casos que são apenas emocionais, principalmente nas pacientes que já apresentaram alguma depressão antes ou durante a gravidez ou naquelas que, por fatores diversos, como idade (muito novas ou mais velhas), condição sócio-econômica-cultural. “Uma paciente em condição financeira prejudicada ou de família desestruturada pode apresentar depressão pós-parto sem causas fisiológicas, sendo um estado puramente emocional. De qualquer maneira, seja o problema físico ou emocional, ele deve ser tratado imediatamente”, alerta a Dra. Mariana Rosário, ginecologista, obstetra e mastologista.

Ela explica que a depressão pós-parto pode ter, como uma das principais características, a rejeição ao bebê, mas, pode se apresentar em níveis diferentes. “Existe um quadro chamado de Baby Blues, caracterizado por melancolia, sensibilidade amplificada e insegurança que chegam de repente, mas, que não causam tristeza no puerpério. Esse quadro tende a passar logo, sem a necessidade de intervenção médica. Mas, se os sintomas perdurarem mais do que 30 dias ou forem muito intensos, é importante procurar o médico. Consideramos um sintoma clássico da depressão instalada a rejeição ao bebê, mas, o diagnóstico só pode ser realizado pelo ginecologista ou psiquiatra e tratado por ambos”, explica Mariana.

Entre 10% e 15% das mulheres passam pela depressão pós-parto. A duração do quadro depende muito da resposta da paciente à medicação. “Algumas melhoram imediatamente, mas, em casos graves, exige-se até mesmo a internação. O tratamento é feito com medicação e terapia”, ensina.

Mariana Rosário entende que o apoio familiar é fundamental nos casos depressivos no puerpério. “É preciso entender que a mulher não escolheu estar nesta situação. Ela precisa de carinho e compreensão para superar o momento – e julgamentos só pioram a depressão”, diz a médica.

Ela finaliza tranquilizando as gestantes: “Não é preciso ter medo de uma depressão aparecer, porque existe tratamento para o problema. Fazer um pré-natal completo, ter uma gravidez tranquila, cuidando da saúde e praticando atividade física são as melhores formas de prevenir-se do problema, mas, se ele se manifestar, procure imediatamente apoio médico”.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/01/2019 0 Comentários 822 Visualizações
BusinessSaúde

3 startups brasileiras que revigoram o setor da Saúde

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Do transporte ao varejo,o uso da tecnologia é uma realidade em diversos setores. Cada vez mais, plataformas e aplicativos são criados com a proposta de melhorar o acesso aos vários tipos de serviços que o mercado oferece. No caso da Saúde não é diferente. Em meio à crise dos convênios médicos, que praticam preços elevados e impõem uma série de regras ao consumidor, diversas startups têm surgido prometendo valores mais justos, além de modernizar o atendimento clínico.

Segundo a ANS, os planos de saúde perderam mais de 3 milhões de clientes nos últimos 4 anos no País. Os números, apesar de preocupantes, podem significar o surgimento de soluções para os problemas do setor. Pensando nisso, separamos abaixo 3 startups brasileiras que foram criadas recentemente com o objetivo de reinventar a saúde no Brasil. Confira:

Cuidas

A Cuidas conecta empresas com médicos de família para atendimentos no próprio local de trabalho. Fundada este ano por Matheus Silva (CEO), João Henrique Vogel (CFOO) e Deborah Alves (CTO), a startup oferece um serviço de saúde por assinatura diretamente para o mundo corporativo, promovendo otimização de tempo e redução de custos para as empresas clientes e focando no tratamento integral de cada um dos colaboradores das empresas.
Através da plataforma da Cuidas, o paciente e o médico têm acesso ao agendamento de consultas, bem como aos dados de saúde e histórico do paciente. Tudo isso oferecido dentro do ambiente de trabalho, conectando os colaboradores aos melhores médicos de família do mercado, para um tratamento de cuidados primários personalizado, integral e focado nas individualidades do paciente e não na doença.

Teldoctor

A Teldoctor é uma empresa de Telemedicina voltada, exclusivamente, para a medicina à distância. Por meio de Inteligência Artificial e médicos disponíveis 24h, a empresa consegue viabilizar até 150 mil atendimentos por mês. A proposta da plataforma é oferecer um primeiro atendimento aos pacientes que necessitam de prescrição de exames, conduta ou medicamento de baixo risco.
Por meio de um desktop ou um celular o usuário acessa o site da empresa e preenche uma ficha clínica. Essas informações são organizadas pela Inteligência Artificial, que direciona o paciente, em questão de minutos, ao médico responsável por aquela especialidade. Após a análise do médico, o paciente recebe as orientações e prescrições necessárias para o seu caso.

Amparo Saúde

A Amparo Saúde é o primeiro centro de saúde por assinatura do País. A empresa investe em tecnologia para ocupar uma função cada vez mais importante na gestão de saúde. A empresa conta com prontuário eletrônico, equipamentos point of care e planeja construir uma extensa base de dados que, com ajuda de algoritmos, será usada para a medicina preditiva.
Outro ponto que vale destacar é o uso da tecnologia na comunicação entre paciente e médico. O profissional é responsável por acompanhar de perto a rotina do paciente e, junto a uma equipe de enfermagem, integra grupos em aplicativos de mensagem, à disposição do paciente em horário comercial. Ou seja, por meio da tecnologia, o paciente recebe acompanhamento de longo prazo, de um médico dedicado, como os tradicionais “médicos de família”.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/01/2019 0 Comentários 818 Visualizações
CidadesSaúde

Hospital Moinhos de Vento integra parceria para reestruturar gestão hospitalar em Canoas

Por Gabrielle Pacheco 08/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Hospital Sírio Libanês, a partir de mais um projeto do Proadi-SUS, será responsável pela consultoria que vai propor soluções para reestruturar a gestão do Hospital Universitário da Ulbra, em Canoas. O anúncio foi feito pelo prefeito Luiz Carlos Busato ontem, 7, na própria instituição da universidade.

Para o gestor municipal, a experiência de instituições reconhecidas nacionalmente será fundamental para diagnosticar e implementar as melhorias necessárias. “Essa iniciativa marca uma nova fase para os serviços de saúde no município.”

Presente na solenidade, o Superintendente Executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, destacou o papel social da parceria. “Nós estamos atendendo uma demanda do Ministério da Saúde. É uma forma de reafirmar nosso compromisso com a sociedade ao compartilhar expertise em gestão. Será um trabalho conjunto, de união de forças, para auxiliar na qualificação dos serviços”, apontou, acompanhado do Superintendente de Educação e Responsabilidade Social do Hospital Moinhos de Vento, Luciano Hammes.

Desenvolvimento do SUS
Tanto o Hospital Moinhos de Vento como o Sírio Libanês integram o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS), do Governo Federal. A iniciativa garante a aplicação de 100% das isenções fiscais dessas instituições de excelência em projetos de interesse do Ministério da Saúde que promovam a melhoria dos serviços prestados à população. “Nós chamamos isso de um imposto com endereço, porque você vê a aplicação do recurso. Somos agentes de execução de políticas públicas”, assinalou o diretor executivo do Hospital Sírio Libanês, Fernando Torelly, ao lembrar que o grande desafio é fazer a gestão de todos os processos e ampliar a eficiência.

A consultoria tem prazo inicial de seis meses, período em que serão disponibilizados cinco consultores com dedicação exclusiva ao projeto. Os profissionais darão suporte nos diagnósticos técnicos globais de governança e nas oportunidades de gestão. Além disso, soluções de curto prazo e ações que possam subsidiar a tomada de decisão da prefeitura serão propostas simultaneamente.

Foto: Divulgação/Julia Machado | Fonte: Assessoria
08/01/2019 0 Comentários 449 Visualizações
Saúde

Butantan irá compartilhar tecnologia e conhecimento científico no desenvolvimento da vacina contra dengue

Por Gabrielle Pacheco 13/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Instituto Butantan, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e um dos principais centros de pesquisa do mundo e a farmacêutica americana Merck & Co. Inc., Kenilworth, NJ., USA, (conhecida fora dos EUA e Canadá por MSD) uma das líderes no mercado global, assinam um acordo inédito de colaboração tecnológica e em pesquisa clínica no desenvolvimento de suas vacinas contra a dengue. Com o acordo, o Butantan poderá receber até US$ 101 milhões dólares, que serão investidos em pesquisa e na produção de vacinas pelo Instituto.

O acordo pioneiro fará com que as instituições compartilhem informações sobre suas pesquisas clínicas e fortaleçam seus programas contra a dengue. As vacinas contra a dengue em desenvolvimento pelo Butantan e pela MSD visam proteger contra os quatro tipos da doença. A vacina do Butantan já está no final da fase 3 de ensaios clínicos.

A troca de conhecimentos entre as duas partes deve agilizar e aperfeiçoar o processo de avaliação de eficácia e segurança de ambas as formulações imunobiológicas, uma vez que a prevalência de tipos de dengue é diferente no Brasil e nos EUA e, por isso, os estudos podem ser complementares.

Por estar em um estágio mais adiantado do desenvolvimento de sua vacina, o Instituto Butantan receberá um pagamento antecipado de US$ 26 milhões por parte da MSD e poderá receber ainda mais US$ 75 milhões com a conquista de marcos relacionados ao desenvolvimento e à comercialização da vacina experimental da MSD, além de royalties sobre as vendas. O Instituto Butantan continuará responsável pela fabricação e comercialização de sua vacina no Brasil.

“É uma ótima notícia para o país. Prova que o Butantan atingiu um nível de excelência internacional no desenvolvimento de vacinas de interesse global. Essa é a primeira transferência com esse perfil feita entre um instituto brasileiro e uma empresa farmacêutica global no desenvolvimento de uma vacina. Com os aportes financeiros, poderemos investir ainda mais em produção de vacinas e em pesquisa. Quem ganha é a saúde da população”, afirma Dimas Tadeu Covas, diretor do Instituto Butantan.

“Este acordo fornece à MSD acesso a dados para informar nosso programa de desenvolvimento precoce de vacina contra a dengue e reflete o tremendo progresso que cientistas e médicos do Instituto Butantan fizeram até agora”, disse o Dr. Roger M. Perlmutter, presidente global de pesquisa clínica da MSD. “Nossa colaboração com o Butantan demonstra o compromisso de ambas as partes em fazer o máximo para desenvolver novas vacinas para ajudar a proteger as populações em risco contra a dengue, especialmente aquelas que vivem em países em desenvolvimento em todo o mundo”.

O Instituto Butantan e a MSD licenciaram direitos dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH) para o desenvolvimento de vacinas tetravalentes atenuadas vivas (LATV). Com o acordo, o Butantan irá disponibilizar para a farmacêutica o acesso às informações sobre os ensaios clínicos já em curso, pelos quais receberá investimento, até que ambos os parceiros cheguem a um nivelamento de seus ensaios clínicos. Deste ponto em diante a colaboração se dará livremente, ainda que cada um dos parceiros venha a produzir sua própria vacina.

O Instituto Butantan já havia conquistado, em maio deste ano, patente nos Estados Unidos para o processo de produção da vacina da dengue. A conquista garantiu visibilidade internacional ao projeto e à tecnologia desenvolvida no Brasil a partir da cepa dos institutos de saúde (NIH), dos EUA. A patente foi concedida pelo Escritório Americano de Patentes e Marcas (Uspto).

Desde o início, o projeto para a vacina contra a dengue teve investimento total de R$ 224 milhões oriundos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Fundação Butantan e Ministério da Saúde.

A vacina desenvolvida no Instituto Butantan é uma grande aposta da saúde em nível mundial, visto que ela está sendo desenvolvida para prevenir os quatro subtipos do vírus da dengue (1,2,3 e 4), deverá ser indicada para pessoas de 2 a 59 anos e deve funcionar também para aqueles que não tiveram a doença anteriormente. A vacina está na 3ª fase do estudo clínico, na qual é testada em humanos.

Assim que concluída esta fase, haverá um pedido de registro à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Somente após a obtenção do registro, ela poderá ser disponibilizada à população. A fase 3 do estudo clínico começou em 2016 e está sendo realizada em 14 centros de pesquisa clínica, distribuídos em cinco regiões do país e envolverá, até o seu final, 17 mil voluntários.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/12/2018 0 Comentários 561 Visualizações
Saúde

AMRIGS manifesta preocupação com possíveis irregularidades em recursos na saúde

Por Gabrielle Pacheco 07/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) recebeu com preocupação a notícia da denúncia de irregularidades que envolvem o montante de R$ 1 bilhão na gestão da saúde de Canoas. O efeito direto dá-se na administração dos hospitais Universitário (HU), de Pronto Socorro de Canoas (HPSC), duas unidades de pronto atendimento e quatro de atendimento psicossocial. A entidade médica acredita que isso gere um enorme prejuízo no atendimento à população uma vez que os serviços atendem a uma grande parte da população de Canoas e região.

“Saudamos a atuação do Ministério Público contra o Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (Gamp) que além de prejudicar a população com os anunciados atos de irregularidade provocaram também grandes prejuízos a classe médica e de outras áreas da saúde com atraso em salários incluindo profissionais de enfermagem, técnicos, farmacêuticos e radiologistas”, afirma o presidente da AMRIGS, Alfredo Floro Cantalice Neto.

Para o diretor de comunicação da AMRIGS, Juliano Chibiaque, os danos causados no atendimento à população são enormes, uma vez que o quadro geral no atendimento à população já é de extrema dificuldade.
“Há uma crise sem precedentes na saúde. É revoltante ver um volume tão significativo de recursos sendo usado irregularmente conforme aponta a denúncia, ao mesmo tempo em que temos um Estado quebrado financeiramente e tendo que parcelar os salários e abrir mão de investimentos que seriam importantes para saúde. Esse acontecimento reforça o que há bastante tempo afirmamos: há mão de obra disponível no Brasil e esse não é o problema, mas sim a falta de áreas físicas e em condições para que os médicos possam exercer o seu trabalho”, disse.

A terceirização da saúde em Canoas foi assinada no final de 2016 pelo então prefeito Jairo Jorge (PDT) e pelo universitário Brayan Souto Santos – à época, presidente do Gamp. Após o início da execução do contrato, surgiram suspeitas de irregularidades, conforme auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Até fevereiro deste ano, a prefeitura de Canoas identificou R$ 17,6 milhões em despesas indevidas ou não comprovadas pelo grupo. Desde maio de 2017, a prefeitura vem descontando dos repasses à entidade valores que considera gastos inadequados.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
07/12/2018 0 Comentários 516 Visualizações
CidadesSaúde

UBS Santo Afonso não abre mais nos finais de semana

Por Gabrielle Pacheco 26/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Entre as medidas de contingenciamento na área da saúde de Novo Hamburgo anunciadas nesta sexta-feira, 23, a Unidade Básica de Saúde Santo Afonso deixará de funcionar aos finais de semana, contando a partir deste sábado, 24. Com exceção das UPAS Canudos e Centro, que funcionam sete dias da semana, a UBS era a única que prestava atendimento aos sábados e domingos. Com a decisão, os profissionais poderão ser remanejados, dando suporte ao atendimento aos usuários em outras unidades, principalmente as que não contam mais com os médicos cubanos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/11/2018 0 Comentários 861 Visualizações
Saúde

Encontro gratuito aborda mitos e verdades sobre câncer de próstata

Por Gabrielle Pacheco 19/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

No próximo dia 22/11, a partir das 19h, o Hospital Mãe do Câncer Mãe de Deus realiza o Mitos e Verdades – Novembro Azul. Nesta edição, o encontro gratuito irá abordar algumas das dúvidas mais comuns da população a respeito do câncer de próstata e da radioterapia, uma das principias alternativas de tratamento contra a doença. Aberta ao público e sem necessidade de inscrições, a ação ocorrerá no auditório do Hospital Mãe de Deus – Rua José de Alencar 286, bairro Menino Deus.

Com uma hora e meia de duração, a iniciativa tem como objetivo conscientizar o público a respeito do câncer de próstata e o tratamento radioterápico. Os participantes terão a oportunidade de apresentar suas dúvidas durante o encontro ou, ainda, encaminhar antecipadamente através das mídias sociais do hospital. Para responder as questões, o encontro contará com a diretora técnica da Unidade de Radioterapia da Instituição, Dra. Andréa Barleze, o urologista Dr. Gustavo Sá, além de um dos gestores do Hospital do Câncer Mãe de Deus, Dr. Alan Azambuja.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), são estimados 68.220 novos casos em 2018 no Brasil, o que torna a doença o tipo de câncer com maior incidência entre os homens, em todas as regiões do país, sem considerar os tumores de pele não melanoma neste público. A gravidade dos números sobre a doença levou à criação da campanha Novembro Azul em todo o País para alertar sobre a importância da prevenção.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
19/11/2018 0 Comentários 544 Visualizações
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