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Saúde

Saúde

UTI Covid-19 do Hospital de Canela é homologada

Por Gabrielle Pacheco 31/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital de Caridade de Canela (HCC) recebeu a homologação do Governo do Estado para o funcionamento da UTI Covid-19. Com a equipe médica definida, o treinamento dos profissionais deve iniciar na próxima segunda-feira (3). Além de habilitar os cinco leitos de UTI Covid-19, a comissão de intervenção do HCC criou novos leitos de suporte ventilatório e de enfermaria. Ao todo, serão 20 leitos específicos para tratamento de covid-19.

O interventor do HCC, Luiz Cláudio da Silva, explica que a contratação da equipe precisou ser realizada apenas após a habilitação dos leitos. “Estamos com a equipe definida. Não podíamos contratar antes de ter a certeza da homologação dos leitos. Teremos profissionais experientes que irão contribuir com os mais jovens no atendimento da UTI. Após o treinamento, iremos colocar o serviço em operação. Nossa UTI Covid será realidade na próxima semana”, afirma Silva.

Conforme o médico Maicon Antonio Carraro, o HCC ampliou o número de leitos para dar conta da demanda. Passou de oito para 20 leitos específicos para covid-19. Atualmente, o HCC está com 10 casos confirmados ou suspeitos da doença.

“Temos os leitos na tenda e uma ala nova destinada aos pacientes infectados por coronavírus. O número de casos cresceu, mas a proporção de novos leitos supera a ocupação.”

O boletim epidemiológico da última quarta-feira, 29, contabilizou 16 casos de pacientes internados com covid-19 ou suspeitos. Importante frisar que 10 estão no HCC e os outros em hospitais de cidades da região. “Estamos avaliando alternativas para sempre que necessário suprir a demanda de atendimentos. O número de leitos cresceu muito mais do que a demanda de internações”, conclui o médico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2020 0 Comentários 632 Visualizações
Saúde

Porto Alegre terá centro inédito na América Latina para atendimento a doenças raras

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O coronavírus colocou países em alerta, impôs quarentena e causa medo. Pouco se sabe sobre ele, ainda não há vacina aprovada, e os tratamentos são experimentais. Porém, enquanto cientistas e médicos do mundo inteiro colocam a Covid-19 no centro das atenções, milhares de outras doenças raras também possuem diagnóstico difícil e tratamento restritos e caríssimos.

Viver com esse tipo de condição não é nada incomum: é a realidade de 13 milhões de brasileiros, segundo levantamento do Ministério da Saúde. O geneticista Roberto Giugliani explica que as doenças raras contemplam 8 mil patologias catalogadas no mundo. Atingem no máximo quatro em cada 6 mil pessoas, sendo 72% delas com origem genética.

“O desafio talvez seja maior do que enfrentar o novo coronavírus, mas pouco se fala no assunto.”

Segundo o médico, os estudos mostram que o tempo entre o início dos sintomas e o diagnóstico das doenças raras é de mais de quatro anos, na maioria dos casos, podendo chegar a 20 anos. “Muitas vezes, esse período é decisivo, seja para evitar sequelas, seja para salvar a vida do paciente”, destaca.

A Casa dos Raros

Giugliani é um dos idealizadores da Casa dos Raros, iniciativa inédita na América Latina que deve ampliar o acesso ao diagnóstico rápido e preciso, garantir tratamento e fomentar as pesquisas. O Centro de Atendimento Integral e Treinamento em Doenças Raras está sendo construído em Porto Alegre pelo Instituto Genética para Todos e pela Casa Hunter, organizações da sociedade civil que desenvolvem projetos nessa área.

As obras iniciaram neste mês, e os trabalhos devem ser concluídos até o final de 2021. O local, no número 722 da Rua São Manoel, terá 1.600 metros quadrados. Serão duas torres com quatro pavimentos e estrutura de consultórios, dois laboratórios (um para diagnóstico, outro para produção de terapias avançadas), salas para os mais variados tipos de tratamentos, além de espaço para eventos e treinamento de profissionais.

O projeto é ousado. Entre os equipamentos, está um espectrômetro de massas em tandem, capaz de identificar moléculas que outros exames não captam e que permite identificar até 70 tipos de doenças raras. Terapia genética e tratamentos de última geração também serão oferecidos, além de contar com a expertise de equipe multidisciplinar altamente capacitada que orientará profissionais em centros remotos por meio da telemedicina.

“Além de atender os raros e seus familiares, temos de auxiliar os profissionais da área. Muitas vezes, até para os médicos é difícil identificar quando um paciente tem uma doença rara.”

O geneticista acrescenta que a Casa dos Raros de Porto Alegre será um piloto. O plano é, nos próximos anos, abrir centros com esse modelo em diversas regiões do Brasil.

Duas décadas de angústia

A gaúcha Deise Zanin, de 35 anos, é uma das pessoas que possuem doença rara. “Passei mais da metade da minha vida até aqui sem saber o que eu tinha. Fui de médico em médico, tive diagnóstico errado, de artrite reumatoide”, conta. Só aos 20 anos, ela foi diagnosticada com Mucopolissacaridose do tipo 1. À época, o Brasil não tinha tratamento para isso.

“Receber esse diagnóstico foi bem importante, mas ao mesmo tempo assustador.”

Mas Deise teve sorte: foi convidada a participar de um estudo para testar uma terapia de reposição enzimática. Desde então, ela recebe aplicações da enzima que ela não produz. São sessões de quatro horas, a cada quinze dias. Ela depende da rotina médica, consultas, equipe multiprofissional e idas ao hospital para o tratamento, além de conviver com limitações físicas às quais precisou se adaptar.

Hoje, ela preside o instituto Atlas Biossocial, uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atende pessoas com doenças raras, graves e crônicas. Deise está otimista com o projeto da Casa dos Raros e avalia que a iniciativa pode mudar a vida de muitas pessoas. “A assistência aos raros no Brasil avançou nos últimos anos, mas ainda é limitada e está longe do ideal. A gente precisa de políticas públicas e investimentos no setor de saúde que assegurem o diagnóstico precoce e protocolos clínicos de diretrizes terapêuticas para agilizar, ampliar e melhorar a distribuição dos medicamentos e o tratamento multiprofissional. Isso é essencial para garantir um direito básico a esses pacientes: viver. E viver com qualidade de vida”, conclui Deise.

Atendimento para todos

A Casa dos Raros estará à disposição de todos os pacientes que precisarem de atendimento, seja particular, por convênio e também quem não tem condições. Roberto Giugliani ressalta que o modelo está em definição.

“Ainda estamos desenhando esse fluxo. Mas ninguém ficará sem atendimento porque o nosso objetivo é justamente ampliar o acesso ao diagnóstico e tratamento.”

O atendimento na Casa dos Raros iniciará com uma entrevista com equipe multidisciplinar. Depois, será feito o encaminhamento para o diagnóstico. Com o resultado, os raros serão orientados sobre o tratamento, preferencialmente em centros de referência. Os médicos responsáveis por esses pacientes receberão treinamento e o suporte para lidar com cada caso.

Saiba mais

Doenças raras são definidas pela prevalência. No Brasil, são aquelas que atingem 65 pessoas em cada grupo de 100 mil habitantes. Ao todo, 72% são genéticas. As 28% restantes são formas raras de câncer, doenças infecciosas raras e condições imunológicas ou endócrinas. Na maioria das vezes, os sintomas iniciam na infância (80%), mas os pacientes demoram a ser diagnosticados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 592 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos utiliza metodologia da Johns Hopkins em laudos para diagnóstico de câncer

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma nova oportunidade de cooperação científica entre médicos do Hospital Moinhos de Vento e da Johns Hopkins Medicine está em andamento há cerca de um mês. Equipes dos serviços de Radiologia e da Medicina Nuclear do Moinhos de Vento estão utilizando critérios da instituição americana para estruturar e normatizar o laudo de PET/CT Gálio 68-PSMA. Trata-se de um exame não-invasivo para avaliação e estadiamento da neoplasia de próstata – e que fusiona imagens metabólicas (PET) com imagens tomográficas (CT) para diagnosticar o câncer de próstata. Com extrema precisão, ele é indicado para investigar recidiva bioquímica (elevação do PSA) após tratamento, para diagnosticar metástases e para o estadiamento inicial de neoplasia de alto risco.

Conforme Gabriel B. Grossman, chefe do Serviço de Medicina Nuclear, os médicos do Hospital Moinhos de Vento revisaram a literatura e se reuniram com médicos da Johns Hopkins por meio de teleconferência para discutir os critérios baseados em casos apresentados. Cinco médicos do Moinhos fazem parte da equipe que realiza o PET/CT com PSMA. “Será possível realizar pesquisas em conjunto aplicando os critérios desenvolvidos na instituição americana nos pacientes atendidos aqui. Esses dados serão utilizados em publicações científicas com participação das duas instituições”, explica Dr. Grossman.

De acordo com a médica Alice Schuch, coordenadora do Núcleo de Radiologia Abdominal do Hospital Moinhos de Vento, o PSMA é um radiofármaco específico para detectar as áreas que têm neoplasia de próstata. “A Johns Hopkins fez uma proposta de padronização dos relatórios do PET/CT com PSMA, chamada de PSMA-RADS, para que se classifique o grau de probabilidade das lesões serem neoplásicas”, observa Dra. Alice.

O oncologista Pedro Isaacsson Velho, que compõe a equipe pesquisadora, destaca que o Moinhos passa a utilizar da metodologia PSMA RADS criada pela Johns Hopkins, a mesma instituição que desenvolveu o PET/CT com PSMA. “Os avanços são imensos. Os laudos ganham ainda mais confiabilidade e reprodutibilidade. Além disso, agora estamos prontos para colaborações em pesquisa entre as duas instituições”, conclui Dr. Pedro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 750 Visualizações
Saúde

Vacinação contra a gripe é prorrogada até 31 de agosto

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

No momento em que o frio se torna mais intenso e os índices de doenças respiratórias disparam, manter em dia a vacinação contra a gripe é mais que um gesto de autopreservação. Frente ao estresse do sistema de saúde, causado também pela pandemia do novo coronavírus, a imunização é uma demonstração de responsabilidade social. No entanto, a meta de aplicação de doses ainda não foi atingida, mas está perto: 92,6% do público alvo foi vacinado. E quem ainda não foi, terá mais uma oportunidade, com a prorrogação da campanha até o dia 31 de agosto.

As doses estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Clínicas de Saúde da Família (CSFs), agora, para todos os públicos, independentemente da idade ou condições pré-existentes. A expectativa, com a prorrogação do prazo, é aumentar ainda mais os índices da imunização que não protege contra a covid-19, mas ao impedir a influenza comum já dá fôlego a hospitais e outros serviços de saúde. É neste sentido que a Prefeitura de Canoas concentra esforços desde o mês de março, quando teve início o período pandêmico.

Números são maiores graças a ações especiais de vacinação

Do início da campanha até o momento, foram vacinadas 150.882 pessoas, entre público alvo e geral. São 20 mil doses aplicadas a mais que em 2019, quando 130 mil pessoas foram imunizadas e 87,7% da meta atingida. O aumento se deve, em parte, às ações especiais promovidas pela Prefeitura, através da Secretária Municipal da Saúde (SMS).

Entre os idosos, por exemplo, vacinados em suas casas para que não precisassem se expor ao risco de contágio da covid-19, foram aplicadas mais de 48 mil doses. Crianças, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência também foram vacinadas em suas residências, além de em oportunidades em que a vacinação foi feita por sistema de drive-thru. Deste esforço das equipes de saúde de percorrer as vias da cidade ou estabelecer os pontos de vacinação móveis, resultaram mais de 21 mil vacinas do total.

Foto: Vinícius Thormann/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 533 Visualizações
Saúde

Psicóloga do CRI fala sobre saúde mental dos idosos na quarentena

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Já é de conhecimento popular que pessoas acima de 60 anos integram um dos grupos mais vulneráveis ao contágio do novo coronavírus e ao desenvolvimento de complicações pela covid-19. O distanciamento social, medida adotada para frear a disseminação da doença, pode ser prejudicial à saúde mental dos idosos se não for conduzido de forma correta por familiares e cuidadores. De acordo com especialistas, para quem sofre de transtorno mental, como a depressão, a falta da interação com outras pessoas exige cuidados redobrados.

Visando amenizar os reflexos do confinamento da população idosa, a Prefeitura de Canoas, por intermédio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), elenca os principais pontos relacionados à rotina, atividades diárias, estratégias de abordagem e sinais de alerta que indiquem a necessidade de procura por atendimento especializado. A psicóloga Vivian Glauche Jaroszewski, autoridade em psicologia hospitalar e saúde coletiva, trabalha no Centro de Referência do Idoso do município. Durante a pandemia, ela presta assistência aos canoenses da terceira idade por videochamadas ou ligações através do telefone (51) 3429-2961, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17 horas.

Riscos à saúde mental dos idosos gerados pelo distanciamento

O idoso por si só já está em uma fase em que lida com muitas perdas, limitações físicas e cognitivas e, neste período, graças ao distanciamento social exigido pela pandemia, sofre ainda mais com o alto nível de ansiedade gerado. Infelizmente, também houve a elevação considerável da sintomatologia depressiva, do estresse e da ideação suicida, principalmente nos idosos que sofrem também com o distanciamento afetivo. Na população em geral, a cada 14 adultos que tentam suicídio, um realmente vai a óbito. No público idoso, a cada dois que tentam acometer a própria vida, um se suicida.

Além disso, houve registro de crescimento dos casos de violência doméstica, principalmente de mulheres idosas que antes não passavam tanto tempo sozinhas com os agressores.

A importância da participação familiar

A dica primordial é a base de todos os seres humanos, o amor. O distanciamento é mais difícil para os idosos que já sofrem com o isolamento emocional, principalmente por não residirem com o restante da família. Então, sempre que possível, é importante o uso de ferramentas tecnologias, como videochamadas, e um tratamento com amor, alegria, carinho. Estas atitudes farão toda a diferença para o equilíbrio emocional deles. Também é preciso ter em mente a necessidade de respeitar as decisões e desejos deste público. Muitas vezes, a família simplesmente resolve tirar o idoso de casa para ficar mais próxima e isso pode aumentar a sensação de aprisionamento e perda de controle da própria vida.

Já para as famílias que dividem o lar com os mais velhinhos, é recomendável provocar a releitura da realidade com explicações de que permanecer em casa é para o próprio bem deles, não um castigo. Oferecer ao idoso sempre que possível atividades prazerosas com música, dança, contação de histórias geram momentos de descontração e troca de experiências.

Acima de tudo, é o momento da família tolerar um pouco mais e demonstrar com respeito que é tempo de cuidado. A tendência é que muitos idosos, principalmente os que apresentam algum quadro demencial, fiquem mais irritados e ansiosos. Tudo o que se possa fazer para aliviar essas tensões, ao invés de bater de frente, é bem vindo.

Como informar o idoso a realidade sem causar pânico

O ideal é ser o mais transparente possível. Aquele idoso que está com alguma dificuldade cognitiva deve ser informado através do concreto. Nesta hora, vale a clássica pergunta: “quer que eu desenhe?”. Para uma pessoa que tem comprometimento cognitivo, o desenho e a explicação através de imagens facilitam o entendimento.

Na medida do possível, não é ideal plantado na frente da televisão o dia inteiro, consumindo notícias alarmantes ou de tragédias. A informação deve ser mais preventiva, explicando como se contrai o vírus, a importância do uso da máscara, o quanto o álcool gel ajuda a proteger da doença. Os cuidados que já adotamos de segurança e higienização devem ser passados de forma clara e transparente.

Atividades físicas e meditação

Se, antes da pandemia, o idoso possuía alguma rotina de atividades físicas ou ginásticas em grupo, romper com essa prática pode ser prejudicial e ampliar a sintomatologia depressiva. Já que sair para a rua é perigoso, a família pode procurar vídeos na internet de exercícios simples para realizá-los dentro de casa. Também é um ótimo momento para gerenciar o estresse através da meditação. Todos os integrantes do lar podem se mobilizar e participar da atividade para que todos aliviem suas tensões.

Sinais de preocupação

É importante que cuidadores e familiares se atentem ao primeiro sinal de tristeza, desânimo, pensamentos negativos e desesperanças. A ideação suicida não vem muitas vezes de forma clara ou através de avisos de que pretendem se suicidar. Na maioria das vezes, os idosos não querem demonstrar fragilidade e escondem o sentimento de que só estão causando transtorno ao restante da família. É imprescindível a família ficar atenta com falas do tipo “estou cansado de viver” ou “estou aqui só para incomodar” e que levem a sério o comportamento.

Sempre que necessária, a procura por ajuda especializada é altamente recomendada. Aos idosos que são sozinhos e sofrem de privação afetiva ou desejo de tirar a própria vida, é sugerido que procurem o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de sua região ou liguem gratuitamente para o número 188 (Centro de Valorização da Vida)

Centro de Referência e Clínica de Saúde do Idoso

A Clínica de Saúde do Idoso, inaugurada em setembro de 2019, oferece todos os serviços de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), com atendimentos clínicos gerais e de enfermagem, promoção da saúde, prevenção de doenças e assistência nos casos de hipertensão; diabetes; bronquite; enfisema; gripes e resfriados; diarreia; dor de cabeça, de fraca a moderada intensidade; e sintomas urinários.

Localizada na avenida Guilherme Schell, nº. 6184, no centro de Canoas, a estrutura também abriga o Centro de Referência do Idoso (CRI), que oferece serviços especializados e humanizados, como a assistência emocional. Quando chegam, seus pacientes passam por uma avaliação prévia da enfermeira, que avalia todas as vulnerabilidades, tanto sociais, emocionais, cognitivas como nutricionais. A partir desse escaneamento, a equipe multidisciplinar é avisada e dá, então, o devido cuidado. Também há terapeuta ,que trabalha com estímulo cognitivo e a educadora física para manter o idoso com melhor qualidade de vida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 1,K Visualizações
CidadesSaúde

Estância Velha adquire dois novos respiradores

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal da Saúde (Semsa) de Estância Velha comprou dois respiradores para atender pacientes graves no Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV). O público-alvo, neste momento de pandemia da Covid-19, são pacientes com a doença. Os aparelhos custaram R$ 120.600,00 oriundos do recurso do Programa Federativo de Enfrentamento ao coronavírus. Antes, o HMGV tinha apenas dois respiradores.

Segundo o secretário municipal da Saúde, Vitor Berlitz, os equipamentos foram adquiridos para ampliar ainda mais os serviços no hospital e fazem parte dos investimentos que a prefeitura tem feito para aumentar a capacidade de atendimento durante a pandemia.

“Esta foi mais uma ação de combate ao coronavírus. Cada vida salva é importante.”

Os aparelhos são da marca Leistung e modelo LUFT 3. O respirador integra tecnologia de tela touch screen de 17” e controle por microprocessador, oferecendo um conjunto completo de modos ventilatórios, permitindo o monitoramento da condição de pacientes adultos, pediátricos e neonatais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 577 Visualizações
CidadesSaúde

Prefeitura de Canoas disponibiliza 10 novos leitos de UTI na cidade

Por Gabrielle Pacheco 29/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mantendo o ritmo de ações para reforço do sistema municipal de saúde, a Prefeitura de Canoas incorporou mais 10 leitos em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) à rede pública. Isso foi possível a partir da chegada de novos respiradores e de adaptações feitas pelo Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG), que presta serviços ao município. Deste modo, foram criados dois novos leitos e oito foram convertidos – antes, eram usados pela rede privada – para o uso pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Com esta mudança, a cidade passa a ter 100% de sua capacidade de leitos do gênero destinada ao uso da rede pública, o que dá mais fôlego ao sistema municipal. Ao todo, Canoas contabiliza 104 leitos de UTI, que são utilizados para o tratamento da covid-19 e também de outras doenças. Os novos espaços já estão em operação.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, considerando apenas UTIs, a cidade aumentou em quase 30% a sua capacidade. São números que fazem de Canoas o segundo município de sua região com mais leitos de tratamento intensivo, atrás apenas da capital. Levando em consideração também os leitos clínicos, o crescimento foi de mais de 90%, sendo que metade desta ampliação permanecerá de legado para os canoenses.

No SUS, a regulação de leitos, ou seja, a disponibilização para ocupação por enfermos que precisam, é feita pela Secretaria Estadual da Saúde (SES). Os municípios abastecem um sistema gerido pelo estado, informando o quantitativo de vagas e sua respectiva ocupação, e solicitam a liberação de leitos para pacientes quando necessário. Cabe, portanto, a SES o papel de gerenciar de que modo as UTI serão ocupadas e para onde cada usuário do sistema será deslocado para internação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2020 0 Comentários 599 Visualizações
CidadesSaúde

Campo Bom oferece tratamento preventivo para Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 29/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O pregão de medicamentos que a Prefeitura de Campo Bom abriu para comprar de Ivermectina, Azitromicina, Dexametasona, Cloroquina e Hidroxicloroquina está em processo de conclusão. Os únicos remédios que não puderam ser adquiridos por meio do pregão foram Cloroquina e Hidroxicloroquina, visto que nenhuma distribuidora demonstrou interesse. Os demais já constavam no rol de medicamentos oferecidos pelo Município. A Prefeitura recebeu do Governo do Estado um lote com 500 comprimidos de Cloroquina 150mg, que já disponível na Farmácia Municipal. O medicamento chegou no município por meio de uma solicitação feita ao governo no início do mês.

Os remédios serão entregues sob prescrição médica, visto que a decisão fica a critério exclusivo entre o profissional médico e o paciente. Além disso, um termo de consentimento será utilizado tendo em vista tratar-se de remédios denominados off label, ou seja, fora da bula. O prefeito Luciano Orsi conta que a disponibilização de medicamentos deve garantir o direito de acesso ao cidadão em meio à pandemia do coronavírus. “Se for a vontade do cidadão e o seu entendimento junto com o seu médico, que é soberano nessa decisão, o paciente vai assinar o termo de consentimento e, com a prescrição, retirar o medicamento”, diz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2020 0 Comentários 555 Visualizações
CidadesSaúde

Após decreto que estipula multa, casas de saúde de Campo Bom registram queda nos atendimentos

Por Gabrielle Pacheco 29/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

No primeiro fim de semana de vigência do decreto municipal estipulando multa a quem promover aglomerações e recomendando evitar circulação nas ruas depois das 21h, moradores atenderam as recomendações da Prefeitura. Tudo para evitar o aumento de casos de coronavírus, que sobrecarregam o setor de Saúde. Durante todo fim de semana, equipes de fiscalização perceberam menos gente nas ruas, especialmente em espaços públicos como Parcão e Largo Irmãos Vetter, locais que tradicionalmente são escolhidos por campo-bonenses para reunir a família ou os amigos. Quem insistiu em promover aglomeração sentiu no bolso a cobrança de multa prevista em decreto editado semana passada. O fôlego veio para o setor de Saúde. Os atendimentos no Hospital Lauro Reus tiveram queda de 50% de sexta a domingo em relação ao final de semana anterior. No Pronto Atendimento 24 horas, a redução na média diária foi de 40%.

O prefeito Luciano Orsi afirma que a população respondeu positivamente às decisões da Prefeitura para conter o avanço da Covid-19 no município. “Muitas medidas foram tomadas. Medidas amargas que muitas vezes não gostaríamos de ter tomado, mas temos certeza que o cidadão compreende. Quero agradecer a população que respondeu muito bem. Foi um final de semana de menos pessoas nas ruas, e isso, com certeza, já vem se refletindo em uma melhora na Saúde”, afirma Orsi, lembrando que os dois fins de semana anteriores foram muito difíceis. “Esperamos que logo em seguida superemos esse momento mais crítico, mas, no momento, é hora de empatia, é hora de lutarmos não só por nós, mas por aqueles que a gente ama”, reforça.

Desde março, quando foi confirmado em Campo Bom o primeiro caso de coronavírus do Estado, a Prefeitura investe em uma forte estrutura para atender a população. O coordenador médico do Pronto Atendimento (PA), Marcio Schafer, conta que, no final de semana retrasado, a média de atendimento diário foi de 200 pacientes. “Isso é algo incalculável. Muitos pacientes com contatos familiares, dentro de uma socialização, coisas que estamos, insistentemente, pelo bem de todos, pedindo para que não ocorra. Mas de sexta-feira até domingo, (já com o decreto em vigor) tivemos uma média diária praticamente a metade de semanas anteriores, e creio que a gente está conseguindo conscientizar a população”, afirma. Os efeitos no PA são sentidos na estrutura hospitalar.

“Vamos vencer mas precisamos ainda muito do coração, da empatia de cada um.”

O diretor técnico do Hospital Lauro Reus, Thiago Serafim, lembra que o atendimento na casa de saúde está diretamente ligado ao Pronto Atendimento. O fim de semana retrasado foi desafiador com sete pacientes precisando de internação, dos quais quatro necessitavam de UTI. “Liguei para o prefeito apavorado com a situação que nos assustou muito. Nem os grandes hospitais estão preparados para uma demanda tão grande”, diz. Hoje o hospital conta com vários leitos de retaguarda com ventilação mecânica e esta semana serão abertos mais cinco leitos com essa estrutura para poder dar um suporte à UTI. São ambientes em que se assegura ao paciente todo o tratamento de UTI até que o Estado disponibilize leito pela Central de Regulação. “O problema da Covid não é do Município ou do Estado; é do Brasil inteiro. A gente precisa de ajuda da comunidade, que se conscientize em lavar as mãos, usar álcool em gel, não aglomerar. A gente sabe que um infecta vários. Covid, antes, era apenas números na tevê; hoje, é nome de familiares, de amigos. É uma causa que é de todo mundo, não só do prefeito como gestor, nossa como médicos, mas da comunidade inteira e a gente vai passar por isso”, comenta.

O prefeito reforça que notícias como as do fim de semana representam um alento a todo trabalho desenvolvido pela Prefeitura desde março. “Vamos vencer essa pandemia da Covid mas precisamos ainda muito do coração, da empatia de cada um, pensando além de si próprio, pensando nos outros. A doença ensinou o mundo inteiro que precisamos ser solidários, empáticos e pensar coletivamente”, reforça Orsi.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2020 0 Comentários 548 Visualizações
CidadesSaúde

Número de atendimentos na tenda covid-19 do HCC dobrou em julho

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O número de atendimentos na tenda do Hospital de Caridade de Canela cresceu mais de 100% em julho. Até o último domingo, 26, foram atendidos 1.021 pacientes com sintomas gripais contra 482 atendimentos registrados em junho. Em prevenção ao coronavírus, a tenda foi montada em 13 maio. No total, receberam atendimento desde o começo da pandemia 1.719 pessoas. O investimento mensal da Prefeitura de Canela – interventora da casa de saúde – para manter a estrutura da tenda incluindo profissionais, equipamentos e medicamentos, é de aproximadamente R$ 120 mil mensais.

Com o aumento no número de casos, o HCC investiu para suprir a demanda. Para amenizar as filas, foi contratado um segundo médico exclusivo para a tenda, das 10h às 22h, nos horários de maior fluxo, e mais um médico 24 horas na tenda. Os pacientes, por vezes, precisam aguardar atendimento médico, de acordo com a classificação de risco.

Conforme protocolo definido pela Secretaria Municipal da Saúde, além do atendimento médico, todos os pacientes suspeitos recebem um kit de medicamentos. “Estamos permanentemente preocupados em garantir o atendimento, com a maior rapidez possível”, explica a advogada Adriana Seibel, da comissão de intervenção do HCC.

O interventor do HCC, Luiz Cláudio da Silva, observa que o aumento no número de atendimentos não pode ser confundido com colapso no sistema. “Existe, sim, o aumento no número de atendimentos, mas não enfrentamos colapso no HCC. Continuamos investindo e trabalhando diariamente para qualificar a estrutura do nosso hospital. É importante que a comunidade mantenha os cuidados com distanciamento social, uso de máscara e de álcool em gel”, frisa Luiz Cláudio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2020 0 Comentários 582 Visualizações
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