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Saúde

Estância Velha
Saúde

Estância Velha fará drive-thru de vacinação em idosos

Por Gabrielle Pacheco 01/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Após receber 750 novas doses da vacina da Covid-19 na última sexta-feira (26), Estância Velha inicia a preparação para imunizar idosos com mais de 77 anos. Já nesta segunda-feira, 1º, o novo público-alvo poderá ligar nos postos de saúde para agendar o dia e a hora em que será vacinado.

Nesta terça-feira, a Vigilância em Saúde realizará um drive thru para acelerar o processo de vacinação dos idosos. O drive thru da vacina ocorre das 9 às 16 horas, no Pavilhão de Atividades Culturais (PAC). Conforme a coordenadora da Vigilância em Saúde, Eliane Fleck, neste caso não é necessário agendamento, contudo, o número de doses aplicadas será limitado. Os idosos devem receber uma senha assim que estacionarem o carro na fila.

Os demais idosos, que optarem pelo agendamento, serão vacinados no próximo sábado, 6. Neste dia, todas as unidades de saúde do município abrirão das 8 às 12 horas com essa finalidade.

Nessa nova remessa de doses, de acordo com a Vigilância em Saúde, Estância Velha recebeu 350 doses da vacina da Fiocruz/Oxford e 400 doses da CoronaVac, do Instituto Butantan. Embora a vacinação tenha mudado o público-alvo, os idosos com mais de 80 anos que ainda não foram vacinados podem continuar procurando as unidades de saúde para serem imunizados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/03/2021 0 Comentários 611 Visualizações
Saúde

Em dez meses, Feevale realizou mais de 40 mil testes de Covid

Por Gabrielle Pacheco 26/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale realizou em seu Laboratório de Microbiologia Molecular até esta terça-feira (23), um total de 41.538 exames de diagnóstico da Covid-19. Desses, 35.071 foram para prefeituras e 6.467 para empresas e pessoas físicas. Esse serviço é prestado à comunidade desde 29 de março do ano passado, quando foram analisadas as primeiras amostras.

Temos equipes que diariamente trabalham no auxílio à saúde pública, e é preciso dar apoio aos profissionais envolvidos nas ações de combate ao coronavírus.

Hoje, a Feevale faz os testes para 41 municípios conveniados, em sua maioria dos vales do Sinos e do Caí, para 350 empresas do Estado e, ainda, para moradores da região. Os exames ficam prontos de 24h a 48h a partir do recebimento dos materiais. Além disso, a Instituição está disponibilizando a municípios, hospitais, clínicas e laboratórios o serviço de sequenciamento de amostras positivas para o vírus. A genotipagem também é realizada pelo Laboratório de Microbiologia Molecular. O prazo de entrega dos resultados varia de quatro a 15 dias.

Nesta quinta-feira (25), o reitor da Feevale, Cleber Prodanov, foi até o Laboratório, que é vinculado ao mestrado em Virologia, para fazer um agradecimento à equipe que atua no espaço. Acompanhado pelo diretor do Instituto de Ciências da Saúde, Cesar Teixeira, e pela diretora de Inovação, Daiana de Leonço Monzon, ele destacou a importância do trabalho que vem sendo realizado, exaustivamente, pela equipe, que é formada por 23 profissionais, entre docentes, funcionários e alunos.

“A Universidade Feevale possui uma estrutura de laboratórios e profissionais da área da Saúde que, hoje, não atende só aos municípios da região, mas que se tornou importante para o Estado como um todo. Temos equipes que diariamente trabalham no auxílio à saúde pública, e é preciso dar apoio aos profissionais envolvidos nas ações de combate ao coronavírus”, declara Prodanov.

Foto: Carolina Souza/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2021 0 Comentários 826 Visualizações
governo
Saúde

Prefeita de Novo Hamburgo defende restrições contra a Covid

Por Gabrielle Pacheco 25/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

A principal conclusão do encontro virtual realizado na manhã desta quinta-feira (25), pela prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, com técnicos e pesquisadores das Universidades Feevale e Federal do Rio Grande do Sul (Ufgrs) e da Fundação de Saúde de Novo Hamburgo (FSNH), juntamente com a equipe da Secretaria Municipal de Saúde, é pela necessidade urgente de medidas regionais para restringir a circulação de pessoas e tentar reduzir a rápida disseminação da Covid-19.

Sou a favor de medidas mais restritivas por, pelo menos, dez dias. (…) No difícil e atual cenário, restrições locais não terão resultados.

Também foi concluído que ações municipais não teriam resultados efetivos, considerando que muitas pessoas têm familiares e moram e trabalham em cidades diferentes, circulando e disseminando o vírus livremente entre elas. “Sou a favor de medidas mais restritivas por, pelo menos, dez dias. No entanto, por estarmos inseridos na região metropolitana, é preciso que ela seja regional. No difícil e atual cenário, restrições locais não terão resultados”, destacou Fátima após o encontro.

O grupo também foi unânime em alertar para o colapso no sistema de saúde. “Não há mais leitos particulares nos hospitais privados de Novo Hamburgo. No Hospital Municipal, estamos lutando para acomodar mais dez leitos de UTI, sabendo que, infelizmente, eles estarão todos lotados em menos de uma hora”, lamentou a presidente da FSNH, Tânia Terezinha da Silva. Ela alerta também para a falta de profissionais. “Temos EPIs, máscaras, macas, mas já não encontramos mais médicos e enfermeiros. Recebemos cerca de 180 pessoas por dia no Centro Covid, a maioria dando positivo com saturação de 80% a 85%.”

O professor titular do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Feevale e coordenador da Rede Corona-ômica da Rede Vírus, vinculada ao Mistério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e que procura identificar as mutações do coronavírus no país, Fernando Spilki, frisa que o vírus e suas variantes estão se replicando de forma mais rápida e eficiente. “Já temos três variantes importantes em circulação no Brasil, e as pessoas estão tendo carga viral mais alta e por mais dias do que antes”, conta. A pesquisadora Juliana Schons Gularte, que atua no Laboratório de Microbiologia Molecular e no Laboratório de Saúde Única da Universidade Feevale, acrescenta que o percentual de testagem positiva nas coletas recebidas tem ficado entre 50% e 55%, o que é considerado muito alto.

Novas mutações

Maria Catira Bortolini, professora titular do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e pesquisadora sobre Covid 19, novas variantes e suas capacidades de infecção, concorda com Spilki. Ela alerta, ainda, que novas linhagens do vírus estão em torno de dez vezes mais contagiosa. “Quanto maior a circulação de pessoas, maior é o surgimento de novas mutações do vírus. São linhagens do vírus surgindo de forma independente em todo o mundo. Estamos assistindo a evolução biológica do vírus se processando diante dos nossos olhos. No Brasil, a vacinação é lenta, as medidas restritivas são meia boca, não tem saída: irão aparecer novas cepas do vírus”, analisa.

Qualquer restrição gera reclamação, mas a reclamação será maior se alguém deixar de ser atendido na porta de uma unidade por lotação.

“Nos parece que estamos vivenciando aqui o que chamo de ‘onda de verão’, em razão do hábito dos gaúchos de irem para a praia nas férias ou fins de semana, intensificando a disseminação do vírus”, ponderou a prefeita. Ela acrescenta que Novo Hamburgo tem observado uma crescente procura por atendimento de pessoas oriundas de outras cidades. Neste sentido, Augusto Rafael Lengler Vargas, médico responsável técnico hospitalar do Hospital Municipal, também defende medidas restritivas urgentes. “Qualquer restrição gera reclamação, mas a reclamação será maior se alguém deixar de ser atendido na porta de uma unidade por lotação”, pondera.

Médico infectologista do Hospital Municipal, Rafael Matiuzzi acrescenta que as pessoas estão necessitando internação hospitalar mais cedo do que antes. “Tem sido comum as pessoas apresentarem quadros graves já no primeiro ou segundo dia de contágio”, conta. Matiuzzi acrescenta que a capacidade de rodízio de leitos no hospital também está comprometida. Até janeiro, o número de altas e internações eram parecidos, permitindo ao hospital atender a demanda. “Atualmente, estamos com cerca de 16 a 20 internações por dia contra duas a quatro altas diárias. As pessoas estão adoecendo mais e procurando mais atendimento. A pressão no sistema de saúde é geral”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2021 0 Comentários 539 Visualizações
médicos residentes
Saúde

Hospital Moinhos de Vento forma 18 médicos residentes

Por Gabrielle Pacheco 22/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

Na noite de sexta-feira (19), ocorreu a formatura online de 18 médicos que participaram do Programa de Residência Médica do Hospital Moinhos de Vento. O trabalho dos profissionais no enfrentamento à Covid e a dedicação do grupo de especialistas foram destacados pela superintendente Assistencial e de Educação do Hospital Moinhos, Vania Rohsig. “A pandemia evidenciou o que é ser médico, não por ofício, mas por vocação. Vocês são profissionais com e para as pessoas. A sociedade, gaúcha e brasileira, reconhece. Podem ter certeza”, afirmou.

Conseguimos consolidar e solidificar o projeto da residência médica.

O superintendente médico, Luiz Antônio Nasi, falou que esse é um momento importante na vida do médico, que, a partir de agora, dirige-se à área de especialidade. “Conseguimos consolidar e solidificar o projeto da residência médica”, disse, lembrando que a Medicina é feita para os pacientes. Destacou ainda que a formação médica da instituição leva em conta uma estrutura multidisciplinar.

Comprometimento e dedicação ao longo da jornada foram destacados pelo coordenador da Comissão de Residência Médica da instituição, Sérgio Brodt. Muitos médicos residentes, assinalou, tornaram-se colegas na instituição — o que é motivo de orgulho. “São profissionais que têm a cara, o perfil e a qualidade do Hospital Moinhos de Vento”, destaca.

Após dois anos de estudos, os novos especialistas formaram-se nas áreas de Cardiologia, Clínica Médica, Endocrinologia e Metabologia, Gastroenterologia, Infectologia, Mastologia, Medicina de Emergência, Medicina Intensiva, Nefrologia, Neurologia, Oncologia Clínica, Ortopedia e Traumatologia, Pediatria, Pneumologia, Radiologia e Diagnóstico por Imagem e Reumatologia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/02/2021 0 Comentários 907 Visualizações
governo
Saúde

Distanciamento controlado: onze regiões em bandeira preta

Por Gabrielle Pacheco 19/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul está em alerta máximo. Com a piora dos indicadores de internações e propagação de coronavírus, o mapa preliminar da 42ª rodada do Distanciamento Controlado, divulgado nesta sexta-feira (19), apresentou recorde de bandeiras pretas, que indicam altíssimo risco para esgotamento da capacidade hospitalar e velocidade de disseminação do vírus.

Onze das 21 regiões foram previamente classificadas com o nível mais alto previsto no sistema de enfrentamento à pandemia, o que representa 68,4% da população gaúcha – mais de dois terços. Até então, o RS só havia tido duas rodadas com bandeira preta: na 32ª semana (de 15 a 21 de dezembro), com duas regiões, e a última, na 35ª rodada (de 5 a 11 de janeiro), com uma bandeira preta.

 

As regiões em bandeira preta nesta 42ª semana são Canoas, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Erechim, Lajeado, Novo Hamburgo, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul e Taquara. As outras dez regiões foram classificadas em bandeira vermelha, que indica alto risco epidemiológico.

Por conta da subnotificação já esperada por parte dos hospitais em períodos de feriado prolongado, como o Carnaval, o Gabinete de Crise optou por utilizar os mesmos dados de hospitalizações registradas na semana passada.

Na rodada anterior, foram registradas 1.030 hospitalizações ante 851 desta semana, número que não condiz com o cenário dos últimos dias. Esse dado, somado aos demais indicadores atualizados, resultou em grande parte das regiões em bandeira preta.

As exceções foram Taquara e Erechim, que, com o número de internações da semana passada, ficariam classificadas em bandeira vermelha. Como houve aumento de registros nesta semana nestas duas regiões, elevando a nota das regiões para o nível da preta, o governo optou por usar os dados desta rodada.

Em Ijuí e Santa Cruz do Sul também houve aumento de registros de internações na rodada atual. Ijuí ficaria em vermelha nos dois cenários e Santa Cruz do Sul, na bandeira preta. Portanto, foram usados os dados mais atuais.

Ou seja, nas regiões que apresentaram aumento dos registros de hospitalizações confirmadas nas duas últimas semanas, se utilizou o período atual.

Nas regiões que apresentaram redução dos registros devido a sub-registros, se repetiu a mensuração da semana anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/02/2021 0 Comentários 877 Visualizações
Saúde

Pacientes oncológicos devem ser prioridade na vacinação contra Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 10/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

Logo após o anúncio do Ministério da Saúde confirmando o plano de imunização nacional contra a Covid-19, uma questão se coloca entre os pacientes oncológicos do Brasil: afinal, quem tem câncer deve ser priorizado entre os grupos que irão receber as primeiras doses da vacina? Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que o país conta com mais de 1,5 milhão de pessoas que dependem de  tratamento oncológico, número que tende a aumentar de acordo com a previsão do Instituto Nacional do Câncer (INCA) de novos 625 mil novos diagnósticos para 2021.

Pacientes com leucemia e outros tumores hematológicos se mostram mais suscetíveis à infecção pelo coronavírus.

Segundo o oncologista Bruno Ferrari, fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Oncoclínicas, de maneira geral, o novo coronavírus não tem um impacto diferenciado em pessoas com câncer sem outras comorbidades. “Todavia, as sequelas que a contaminação pelo vírus pode trazer a esse público implicam não apenas no andamento das condutas de combate ao tumor maligno durante o período de controle da infecção pelo vírus, como pode gerar um comprometimento severo à saúde de pacientes imunossuprimidos – categoria na qual se enquadra uma parcela considerável das pessoas em tratamento ativo contra o câncer”, diz.

O médico destaca ainda que com o avanço no conhecimento sobre o novo coronavírus, fatores determinantes para as chances de mortalidade entre a população em geral se tornaram mais claros, mas há limitações no acesso a dados específicos sobre pacientes oncológicos. Levando isso em conta, um time de especialistas do Grupo Oncoclínicas realizou uma pesquisa detalhada sobre o prognóstico dessa parcela de brasileiros que contraíram a COVID-19, com base na análise de informações obtidas nos primeiros meses da pandemia no Brasil, entre final de março e início de julho de 2020.

Os resultados, publicados pelo periódico científico Journal of Clinical Oncology (JCO), apontam, entre outros fatores, que idade, hábitos de vida pouco saudáveis – especialmente o tabagismo – , estadiamento do câncer e a linha terapêutica de controle do tumor adotada foram prioritariamente determinantes para o desfecho dos pacientes oncológicos que apresentaram sintomas do vírus.

“Em linhas gerais, dos 198 participantes avaliados, provenientes de quatro regiões  do país – Sul, Sudeste, Nordeste e Centro Oeste – o pior prognóstico em decorrência da Covid-19 esteve associado ao câncer ativo, progressivo ou metastático em comparação àqueles que demonstram um câncer estável ou bem controlado, por exemplo. Além disso, pacientes com leucemia e outros tumores hematológicos se mostram mais suscetíveis à infecção pelo coronavírus, enquanto os que possuem câncer de pulmão têm um grave aumento no risco de morte. A faixa etária mais avançada e o histórico de consumo de cigarros também figuraram como complicadores em pacientes oncológicos acometidos pelo novo vírus”, explica Bruno Ferrari, primeiro autor do estudo.

Foto: Divulgação
10/02/2021 0 Comentários 661 Visualizações
governo
Saúde

Novas variantes da Covid-19 são apresentadas em conferência internacional

Por Gabrielle Pacheco 08/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

O pesquisador Fernando Spilki, professor da Universidade Feevale e coordenador da Rede Corona-ômica da Rede Vírus, participou, nesta quinta-feira (4), de uma conferência internacional que reuniu os líderes de aconselhamento em ciência e tecnologia de diversos países, com mediação da National Science Foundation, dos Estados Unidos. Spilki, que coordena o principal estudo que identifica as mutações do coronavírus no Brasil, apresentou os resultados da pesquisa de monitoramento e identificação de novas linhagens do coronavírus, que já foram encontradas no Amazonas, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Os genomas sequenciados já foram depositados em bases internacionais e serão descritos em publicação científica.

O ministro Marcos Pontes e o secretário de Pesquisa e Formação Científica do MCTI, Marcelo Morales, também participaram do encontro com pesquisadores do Reino Unido. A conferência teve como tema as ações de pesquisa, sequenciamento e impacto das variantes do vírus identificadas nos dois países.

As conclusões iniciais dos dois países são de que as mutações do vírus são mais contagiosas, afetam mais jovens e podem estar relacionadas a um aumento na taxa de letalidade da pandemia da Covid-19. Ainda não há evidências de que os pacientes infectados pelas novas variantes desenvolvem quadros mais graves da doença.

Prof. Fernando Spilki coordena as pesquisas sobre coronavírus (Divulgação)

Conforme Spilki, os esforços da Rede Corona-ômica para sequenciamento e vigilância de novas variantes em circulação no Brasil continuarão. “Os genomas sequenciados já foram depositados em bases internacionais e serão descritos em publicação científica”, enfatizou.

Durante a reunião, o ministro Marcos Pontes ressaltou a importância da parceria e do trabalho conjunto entre os países no combate à pandemia. Ele lembrou que a Rede Vírus MCTI estabeleceu uma série de ações para prevenção, diagnóstico e tratamento da Covid-19 no país. “Podem contar 100% com o MCTI para compartilhar informações e trabalhar em soluções para conter essa pandemia e também em outros setores de ciência, tecnologia e inovação”, destacou. Já o secretário de Pesquisa e Formação Científica do MCTI, Marcelo Morales, reforçou que estão sendo feitos estudos in vitro para verificar se essas novas variantes do vírus infectam mais e se podem afetar pacientes já contaminados pela Covid-19 e também os que já foram vacinados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/02/2021 0 Comentários 551 Visualizações
mamografias
Saúde

Número de mamografias cai pela metade também na rede privada

Por Eduarda Ferreira 04/02/2021
Por Eduarda Ferreira

O Dia Nacional da Mamografia, comemorado em 5 de fevereiro, trás a tona os dados relativos ao principal exame para detecção precoce do câncer de mama. Assim, ao longo de 2020, ano assolado pela pandemia de Covid-19, o número de mamografias realizadas no país sofreu queda considerável, tanto no sistema privado quanto no público, o que desperta um alerta sobre as consequências drásticas do diagnóstico tardio.

Somente nas empresas que integram a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) – que em 2019 representaram 56,4% do total de exames realizados na saúde suplementar – entre março e novembro de 2020 houve diminuição de 53,1% na quantidade de mamografias quando comparado com o mesmo período do ano anterior. “Com a suspensão dos procedimentos eletivos, diversas unidades de atendimento foram fechadas. Além disso, com o receio da contaminação, muitas pessoas deixaram de realizar seus exames periódicos ao longo de 2020″, comenta Wilson Shcolnik, presidente do Conselho de Administração da Abramed. “Dessa forma, as consequências podem ser graves. Em termos absolutos, a redução no número de mamografias chega a 1,5 milhão de exames”, acrescenta.

No Sistema Único de Saúde (SUS), o cenário também é preocupante. Os números compilados pelo Painel Abramed mostram que, entre março e julho de 2020, foi houve uma queda de 63,4% no total de mamografias bilaterais para rastreamento realizadas no setor público em relação ao mesmo período de 2019.

Importância das mamografias

No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda que toda mulher com idade entre 50 e 69 anos faça uma mamografia a cada dois anos como forma de prevenção. Assim, na saúde suplementar, antes da crise de Covid-19, o número de exames para essa faixa etária mantinha-se estável desde 2015, com cerca de 2,3 milhões de mamografias realizadas anualmente. “A perspectiva é que esse número também tenha caído entre 50% e 60% no setor privado ao longo de 2020”, diz o executivo. Além disso, os dados tornam-se ainda mais preocupantes se considerada a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) de que, no ano passado, foram mais de 66 mil casos da doença no país.

O diagnóstico tardio traz prejuízos para os pacientes e para os sistemas de saúde. Segundo o INCA, 95% dos casos de câncer de mama no país têm chance de cura quando detectados precocemente. Porém, antes mesmo da pandemia, não tínhamos uma detecção tão rápida assim. A edição de 2019 do Painel Abramed já enfatizava que 53,9% das pacientes eram diagnosticadas em estado avançado, ou seja, nos estágios 3 e 4 da doença.

Paralelamente, o atraso na detecção das lesões impacta a sustentabilidade da prestação de serviços em saúde.  Segundo o relatório de 2020 da Abramed, os custos diretos do tratamento do câncer de mama se elevam concomitantemente ao estadiamento da doença. Enquanto o tratamento iniciado no primeiro estágio custa cerca de R$ 12,9 mil, quando iniciado no segundo estágio o custo sobe para R$ 38,9 mil e, no terceiro estágio, chega a R$ 62,5 mil.

Acesso ao diagnóstico

Todos esses dados se somam à mais um cenário que complica o acesso das brasileiras ao diagnóstico precoce do câncer que mata 17,5 mil mulheres ao ano no país. Entre 2010 e 2019 aumentamos o número de mamógrafos em território nacional, passando de 4.214 para 5.847. Assim, esse número atende ao parâmetro estabelecido pelo próprio Ministério da Saúde de que, para suprir a demanda populacional, é necessário contar com um mamógrafo para cada 240 mil habitantes.

Porém, ainda assim, 77,8% dos municípios não têm nenhum equipamento para realização desses exames. Seguimos em um cenário de desigualdade da oferta de mamografia, quando quase metade dos equipamentos estão concentrados na região sudeste. Assim, a região norte, por exemplo, possui apenas 6% dos mamógrafos em uso. “Quando temos uma discrepância na distribuição de serviços de saúde, nos deparamos com um vazio assistencial que precisa ser observado e vencido. Para isso, precisamos investir na gestão eficiente de recursos tanto no setor público quanto no privado”, finaliza Shcolnik.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/02/2021 0 Comentários 776 Visualizações
vacina
Saúde

Novo Hamburgo recebe mais doses de vacina contra a covid

Por Eduarda Ferreira 04/02/2021
Por Eduarda Ferreira

Conforme a prefeitura de Novo Hamburgo, mais 4.856 doses da vacina contra a covid-19 chegaram ao município nesta quarta-feira (3). Assim, dentre o total, 1.890 doses são para a aplicação da primeira dose e 2.966 para a aplicação da segunda dose. Isso porque, para atingir maior eficácia, a vacina da CoronaVac deve ser aplicada em duas doses por pessoa com intervalo de aproximadamente 15 dias.

Segundo orientação da Secretaria Estadual da Saúde do RS, o público-alvo a ser vacinado segue sendo prioritariamente profissionais de saúde da rede pública e privada de Novo Hamburgo. Assim, até o momento, o Município já aplicou 2.645 doses, sendo 1.894 em profissionais da saúde e 625 em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPIs) e um PcD.

As equipes móveis, coordenadas pela Vigilância em Saúde, já passaram vacinando profissionais de saúde alocados no Hospital Municipal, Centro Covid, UPA Centro, UPA Canudos, Hospital Regina, Hospital Unimed, entre outros. Além disso, 28 ILPIs de Novo Hamburgo já receberem a visita das equipes. Ao todo, contando a remessa recebida nesta quarta-feira, tanto em doses para a primeira e segunda aplicação, o Município já recebeu 10.482 doses de vacinas, sendo 7.516 referentes a primeira dose.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/02/2021 0 Comentários 609 Visualizações
Balão intragástrico
Saúde

Especialista explica cinco fatos sobre o balão intragástrico

Por Gabrielle Pacheco 01/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

O balão intragástrico pode ser uma alternativa para quem busca emagrecer de forma segura, mas tem receio de cirurgias e outros procedimentos invasivos. O médico cirurgião geral Dr. Fábio Strauss explica que se trata de um balão maleável que é inserido no estômago por endoscopia, em ambiente laboratorial e sem necessidade de internação hospitalar. “O balão é inserido vazio até o estômago do paciente, onde é preenchido com o líquido que vai gerar a sensação de saciedade e ajudar na perda de peso”, detalha.

O balão (…) vai gerar a sensação de saciedade e ajudar na perda de peso.

No entanto, há aspectos importantes a se avaliar antes da decisão pelo tratamento. Confira as orientações do especialista sobre o assunto:

1. O paciente é o protagonista

Em suma, não existe fórmula mágica para a perda de peso. Adotar novos hábitos com disciplina e muita força de vontade é fundamental em qualquer processo. “O volume do balão auxilia na sensação de saciedade, provocada por estímulos que o estômago transmite ao cérebro. Porém, o paciente também precisa manter o controle na hora das refeições, de modo que todo o processo funcione”, destaca o Dr. Fábio Strauss.

2. É temporário

Em contraste com a cirurgia bariátrica, em que o estômago é modificado definitivamente, o balão intragástrico tem um tempo de duração determinado. Isso pode variar de seis meses a um ano, quando é retirado do paciente através de uma nova endoscopia.

3. Não é para todos os pacientes

A indicação do balão é para pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 27, ou que apresentem doenças agravadas pelo excesso de peso. Além disso, quem decide se submeter ao tratamento precisa estar disposto a passar pelos desconfortos iniciais – que duram poucos dias, como náuseas ou refluxo. “Cada paciente passa por uma fase de adaptação bem particular. Em menos de uma semana, esses desconfortos melhoram, de modo que os resultados costumam recompensar todo o esforço”, pontua o especialista.

4. A perda de peso é considerável

Em um semestre, a perda de peso do paciente com balão intragástrico pode chegar a até 20% do seu peso no início do tratamento. Sendo assim, um paciente que começa o tratamento com 80 kg pode perder até 16 kg nesse meio tempo.

5. O líquido do balão é totalmente seguro

A fim de promover a sensação de saciedade, o balão recebe somente soro fisiológico, que não oferece nenhum risco à saúde do paciente. “Algumas pessoas estranham a coloração azul do soro, mas a cor serve de alerta caso alguma fração do líquido escape do balão, o que é raro acontecer”, afirma o cirurgião.

Foto: Divulgação
01/02/2021 0 Comentários 898 Visualizações
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