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Saúde

Saúde

Cirurgia robótica cerebral: O futuro já chegou

Por Milena Costa 18/07/2021
Por Milena Costa

As técnicas de cirurgia robótica estão cada vez mais avançadas. Neurocientista luso-brasileiro publica artigo mostrando como as técnicas evitam que o paciente sofra sequelas e tenha êxito no procedimento. Não é segredo para ninguém que robôs estão sendo cada vez mais usados nos principais centros médicos. A tecnologia do mundo atual permite que grandes procedimentos sejam feitos com tanta perfeição que é cada vez mais difícil que o paciente tenha algumas sequelas após o tratamento.

Mas, como isso é possível? Exemplo disso é visto, por exemplo, com a cirurgia robótica cerebral. Essa técnica tem chegado a novos patamares neste início da terceira década do século XXI com ferramentas tão avançadas que hoje em dia é possível até confirmar uma redução expressiva de casos com sequelas para os pacientes que passam por estes procedimentos.

Quem confirma esta tendência é o PhD, neurocientista, neuropsicólogo e biólogo luso-brasileiro Fabiano de Abreu. Para explicar como isso é possível, recentemente ele publicou um artigo na Revista de Estudos de Gestão, Informação e Tecnologia (Regit), uma das mais conceituadas revistas científicas da área de tecnologia do mundo.

“a introdução da robótica e de novas técnicas de imagem e a importância para reconhecimento e localização mais precisos dos alvos cirúrgicos”

Com o texto intitulado O avanço da cirurgia robótica cerebral e a possibilidade de substituições neuronais, Fabiano comenta “a introdução da robótica e de novas técnicas de imagem e a importância para reconhecimento e localização mais precisos dos alvos cirúrgicos, bem como, contribui para a eliminação completa de patologias e ajuda a evitar danos severos nas estruturas neurais, resultando a redução da morbilidade e mortalidade de pacientes”.

“A tendência atual é que o biológico e o artificial se fundam cada vez mais”

Além disso, o neurocientista comentou ainda que os avanços tecnológicos no campo da neurociência vão além das técnicas de diagnósticos ou cirurgias. Destacou que a robótica, a nanotecnologia e os circuitos de partilha de informação podem levar ao nível de substituição neuronal. Membro da Sociedade Brasileira, Portuguesa e da Federação Europeia de Neurociência, Fabiano lembra em seu artigo o quanto a utilização da robótica na neurociência é importante para o desenvolvimento de técnicas eficazes e minimamente invasivas para o tratamento do cérebro. “A tendência atual é que o biológico e o artificial se fundam cada vez mais, o que, por sua vez, implicará discussões de uma série de questões éticas e morais”, completa o neurocientista.

Neurocientista, neuropsicólogo e biólogo luso-brasileiro Fabiano de Abreu

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/07/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento oferece serviço de avaliação da fertilidade

Por Milena Costa 16/07/2021
Por Milena Costa

A gravidez é um dos momentos mais especiais na vida de um casal. No entanto, ao longo dos anos, as gestações têm sido cada vez mais tardias. Um estudo do IBGE que compara os anos de 2009 e 2019, revelou uma queda significativa no número de mulheres que deram à luz com até 29 anos — de 23,7% na faixa etária abaixo dos 19 anos e de 8,4% entre aquelas na faixa etária dos 20 aos 29 anos. Por outro lado, o percentual de mães que tiveram o primeiro filho entre os 30 e os 34 anos foi 27,5% maior e as gestações entre os 35 e os 39 disparou: aumento de 63,6%. Somada a essa mudança, a pandemia da COVID-19 também vem provocando uma queda no número de nascimentos.

Especialistas alertam que postergar a gestação pode aumentar o risco de doenças e de infertilidade. Por isso, o planejamento reprodutivo e a identificação de fatores que podem interferir ou impedir uma gestação são fundamentais para que uma etapa especial na vida de um casal seja vivida em sua totalidade. Para orientar e fazer um planejamento adequado, o Hospital Moinhos de Vento lançou o Serviço de Avaliação da Fertilidade.

O pacote é voltado a mulheres e homens que ainda não estão tentando engravidar, mas que querem saber quais são as suas condições reprodutivas e o que podem fazer para implementar a sua fertilidade natural. São consultas com especialistas em medicina reprodutiva, coleta de exames laboratoriais e exames de imagem e um retorno onde será entregue uma avaliação individualizada com orientações reprodutivas.

“Hoje, se fala muito mais em como prevenir a gestação. Mas é muito importante planejar o momento adequado para se ter um filho”

Todas estas etapas são realizadas em um só lugar, dentro do Centro de Fertilidade do Hospital Moinhos, em um mesmo agendamento. “Isso traz conforto, segurança e privacidade, dispensando marcação de exames em outros locais ou em dias diferentes”, explica a coordenadora do Serviço de Fertilidade e Reprodução Assistida, Isabel Cristina Amaral de Almeida. Além disso, ressalta a médica, a novidade também decorre da necessidade de falar sobre o melhor momento para gestar e identificar fatores que podem interferir no processo. “Hoje, se fala muito mais em como prevenir a gestação. Mas é muito importante planejar o momento adequado para se ter um filho”, completa.

Mais informações podem ser obtidas no site do hospital.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2021 0 Comentários 430 Visualizações
Saúde

Seis mentiras sobre queda capilar que as pessoas acreditam

Por Milena Costa 14/07/2021
Por Milena Costa

Quem nunca ouviu uma “verdade absoluta” sobre cabelos? E quando se trata em solucionar ou descobrir causas para a queda capilar aparecem afirmações de todos os tipos, algumas que ficam tão enraizadas e populares que fazem as pessoas conviverem por mais tempo com a perda de fios ao invés de procurar ajuda profissional para investigar e reverter o problema.

Por muitos anos atendendo pacientes com diversas queixas capilares, o Dr. Ademir Leite Jr reuniu alguns relatos de pacientes que acreditaram em mentiras sobre queda capilar que ainda são amplamente divulgadas e repetidas. Veja seis delas e o que explica o médico tricologista.

Usei um shampoo que resolveu a queda em uma semana

A afirmação é a mais comum entre pacientes e o público em geral. Mas o Dr. Ademir é categórico em afirmar que não existe shampoo milagroso e que resolva a queda de cabelo em dois ou três dias – ou o contrário, que cause a queda de cabelos – e que a associação que as pessoas fazem pode ser apenas uma coincidência entre o uso no período em que o cabelo já estava pronto para parar de cair e a maior atenção da pessoa voltada para os fios que caem.

Fiz progressiva por dez anos e nunca tive queda

A queda capilar, que nessas pessoas aparenta ter começado repentinamente, é totalmente esperada e previsível. O médico explica que a queda por conta da progressiva e outras químicas de transformação com grau de periculosidade parecidos não tem data para começar, mas quando chega deve ser encarada e tratada como consequência desses processos, pois eles são agressivos aos fios e ao couro cabeludo, por mais que se tenha cuidado na aplicação. Existem situações em que essas lesões do couro cabeludo ao longo dos anos vão além da queda, causando a perda dos cabelos, completa o profissional.

Nunca tive alergia, então esse produto não tem nada a ver com o problema capilar

“Os mecanismos alérgicos são desenvolvidos por algumas variáveis, determinados componentes e ingredientes de formulações podem desencadear alergias”

Ele aconselha que se tenha atenção ao que o paciente sempre usa para identificar possíveis reações do organismo causando as temidas alergias. “Os mecanismos alérgicos são desenvolvidos por algumas variáveis, determinados componentes e ingredientes de formulações podem desencadear alergias quando usados por anos, mesmo que antes nada acontecesse ao usar. É preciso investigar. ”

O chip da beleza não tem efeito colateral

O médico aponta que há relatos que os chips que têm o hormônio gestrinona merecem atenção. Isso por conta de o hormônio desenvolver atividade parecida com hormônio masculino nas mulheres, o mesmo vale para os que têm testosterona entre os componentes, que devem ser indicados com extrema cautela, pois nas mulheres suscetíveis a desenvolver calvície podem causar queda capilar, mesmo com as ditas doses pequenas de hormônio.

Estou comendo melhor na minha dieta e meu cabelo piorou

“esse quadro tende a ser passageiro e a queda capilar é revertida com estratégias aplicadas pelos profissionais tricologistas”

É preciso cuidado com essa avaliação. Dr. Ademir explica que algumas vezes a rápida redução de peso, consequência de processos de reeducação alimentar ou dietas, mesmo as saudáveis, para emagrecimento, impactam negativamente nos cabelos, mas a ligação da queda com os alimentos considerados mais saudáveis é injusta e incorreta. O médico aconselha paciência e tranquiliza ao afirmar que “esse quadro tende a ser passageiro e a queda capilar é revertida com estratégias aplicadas pelos profissionais tricologistas, ou mesmo naturalmente com a regularização promovida pelo próprio organismo”.

Comecei o tratamento contra queda há um mês e não melhorou, não fez efeito

Os profissionais precisam alinhar essas expectativas com o paciente, uma vez que a melhora da queda em dias, duas ou três semanas, normalmente, refletem um ciclo de meses onde a fisiologia natural já preparava a paralisação da queda. O tratamento, na realidade, vai regular o ciclo de crescimento capilar, ou seja, o paciente vai observar cabelos crescendo e, paralelamente, a queda diminuindo. E isso pode levar meses.

“É preciso estar atento ao que realmente pode ou não causar queda capilar e isso é possível buscando conhecimento em fontes confiáveis”

O tricologista finaliza com um alerta. “É preciso estar atento ao que realmente pode ou não causar queda capilar e isso é possível buscando conhecimento em fontes confiáveis, por isso, a experiência em passar por consulta e avaliação com um tricologista deve ser encarada como cuidado com a saúde, para além se resolver uma questão que incomoda esteticamente. Muitas vezes a abordagem tricológica é complementar com outros tratamentos para resolver problemas mais complexos do paciente onde a queda de cabelos aparece como consequência”.

Dr. Ademir Leite Junior – Médico e Tricologista

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

14/07/2021 0 Comentários 569 Visualizações
Saúde

Cirurgia Bariátrica e Metabólica: uma aliada no controle de comorbidades

Por Milena Costa 14/07/2021
Por Milena Costa

Conforme dados da Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada em 2020, entre 2003 e 2019 a proporção de obesos na população brasileira com 20 anos ou mais de idade ultrapassou o dobro, passando de 12,2% para 26,8%. Considerada uma doença pela Organização Mundial da Saúde, os problemas relacionados à obesidade vão muito além da questão estética. Trata-se de uma consequência, na maioria dos casos, para a evolução e/ou desenvolvimento de outras doenças como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, entre outras. No processo de tratamento, a Cirurgia Bariátrica e Metabólica tem sido uma aliada, tanto para a perda de peso, quanto para a remissão das doenças associadas.

Alguns mitos, porém, têm dificultado o acesso da população a esse tipo de tratamento, que se mostra, em muitas situações, mais eficaz no controle das doenças relacionadas à obesidade do que as práticas convencionais. O médico e cirurgião especialista em Cirurgia Bariátrica e Metabólica do Hospital Regina, Dr. Carlos Dillenburg, reforça que nem todo o caso de obesidade possui indicação para a cirurgia e a necessidade deve ser discutida em conjunto com o paciente e seus familiares, observando fatores como o tempo da condição e a tentativa de outros métodos.

“A intervenção cirúrgica é o último passo. Mas é preciso desfazer o mito de que a cirurgia é extremamente invasiva e com alta taxa de mortalidade”.

“A intervenção cirúrgica é o último passo. Mas é preciso desfazer o mito de que a cirurgia é extremamente invasiva e com alta taxa de mortalidade. Existem riscos, sim, como qualquer procedimento, mas atualmente, a bariátrica é realizada através de videocirurgia, com a realização de pequenas incisões que proporcionam ao paciente um retorno à vida normal entre sete a quinze dias”, esclarece.

O tratamento com bariátrica é clínico-cirúrgico, ou seja, com avaliação e acompanhamento antes e após o procedimento. Para que não ocorra o retorno do peso, é indispensável o acompanhamento contínuo e vitalício com equipe interdisciplinar e dedicação do paciente em conjunto com seu círculo de convívio.

“O processo não deve ser encarado apenas como emagrecimento, pois ser magro não significa ter saúde”.

“Não existe uma cura milagrosa para a obesidade, a cirurgia é um tratamento com o objetivo de trazer maior qualidade de vida e longevidade ao paciente obeso, além de auxiliar efetivamente no controle de outras doenças perigosas já existentes ou mesmo de preveni-las. O processo não deve ser encarado apenas como emagrecimento, pois ser magro não significa ter saúde. A avaliação é sempre individual e personalizada”, reforça.

Consequências da obesidade

A obesidade é o resultado de diversas interações no organismo, como a genética, ambiente individual e familiar, socioeconômico, cultural, educativo e emocional. O excesso de gordura corporal é fator de risco para uma série de doenças, que vão desde hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, respiratórias e até prejuízos nos membros inferiores e na coluna. É no processo de remissão, ou seja, a diminuição da ação destas doenças associadas no corpo, que o tratamento através da cirurgia bariátrica e metabólica ganha destaque.

Diversas pesquisas apontam que após um curto período da realização do procedimento, já se observa além da melhora da mobilidade, do fôlego, do sono, da auto estima e bem estar, uma resolução significativa das doenças associadas (comorbidades). Entre os números mais significativos, está a remissão em 70% da hipertensão arterial sistêmica (HAS), em cerca de 75% da diabetes tipo 2 em até dois anos, em mais de 60% da síndrome da apneia do sono, entre outros diversos benefícios.

Excelência em cirurgia bariátrica e metabólica

O Hospital Regina é referência na região como um Centro de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica, certificado desde 2012 pela Surgical Review Corporation (SRC), renomada entidade internacional dedicada a medir a qualidade em saúde no mundo inteiro. Entre os requisitos avaliados estão a equipe técnica e a estrutura física adequadas para o atendimento do paciente, além da busca para desenvolver e manter diretrizes clínicas que contribuem para a padronização dos cuidados ao paciente submetido à cirurgia bariátrica e seus cuidados de enfermagem e clínicos.

“Temos orgulho de ter nossa dedicação reconhecida oficialmente a cada renovação da certificação”.

“Temos orgulho de ter nossa dedicação reconhecida oficialmente a cada renovação da certificação. Nossas equipes multi e interdisciplinares do Hospital Regina e SAO (Serviço de Atendimento ao paciente Obeso e metabólico), das quais faço parte, se dedicam permanentemente para serem uma ferramenta de esperança para as pessoas alcançarem seus objetivos”, orgulha-se o Dr. Carlos Dillenburg.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2021 0 Comentários 897 Visualizações
Saúde

Caso suspeito da variante Delta em Gramado será analisado na Fiocruz

Por Milena Costa 13/07/2021
Por Milena Costa

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) enviou para a Fiocruz, nesta segunda-feira (12), amostras de dois prováveis casos da variante Delta do coronavírus (B.1.1.617.2 – de origem na Índia) identificados no RS. Na Fiocruz, as amostras (de secreção de nasofaringe) passarão por exames mais detalhados para confirmação. É a primeira vez que casos suspeitos dessa linhagem do vírus são identificados no Rio Grande do Sul.

Os casos referem-se a um morador de Gramado e outro de Santana do Livramento. Nos últimos dias, as vigilâncias municipais adotaram as medidas sanitárias necessárias. Houve a identificação das pessoas e rastreamento de contatos dos casos, além do isolamento e coleta de amostras para RT-PCR. O paciente gramadense segue em isolamento domiciliar e seu estado de saúde é estável. A Vigilância em Saúde, da Secretaria da Saúde de Gramado, realizou rapidamente a identificação e os possíveis contatos do morador.

As amostras foram analisadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen/RS) e Centro de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CDCT) em testes preliminares. Na Fiocruz, no Rio de Janeiro, essas amostras passarão por um sequenciamento genômico, que fornece detalhes do perfil de mutações e classifica com precisão a linhagem de cada amostra.

Já os testes que vêm sendo aplicados pela própria Secretaria da Saúde (SES) indicam se determinada amostra é uma provável VOC (variante de preocupação, da sigla em inglês) a partir da identificação de genes específicos que são diferentes entre os tipos de vírus.

Além desses dois casos de prováveis Delta, três possíveis casos da variante Alfa (B.1.1.7, origem no Reino Unido) foram identificados e estão em investigação para confirmação.

Variantes do Coronavírus

Algumas linhagens do SARS-CoV-2 preocupam quanto a alterações no seu comportamento por carregarem algumas mutações específicas. A maioria dessas mutações está concentrada na proteína Spike, a responsável por reconhecer as células humanas e ajudar o vírus a penetrar nessas células do indivíduo.

Quando comprovadas essas alterações e identificada uma ameaça à saúde pública ou ao controle do vírus, se denomina então de “variante de preocupação” (VOC – do inglês variants of concern). Variantes de preocupação (VOC) são aquelas para as quais existem evidências científicas de uma mudança no comportamento do vírus.

As principais mudanças que requerem atenção são: aumento da transmissibilidade, aumento dos casos graves, redução significativa da neutralização por anticorpos gerados durante infecção prévia, eficácia reduzida de tratamentos ou vacinas ou, ainda, falhas de detecção no diagnóstico.

Os exemplos mais conhecidos e de maior preocupação entre as VOCs já identificadas são: Alfa (B.1.1.7, origem no Reino Unido), Beta (B.1.351, origem na África do Sul), Gama (P.1, origem no Brasil), e a Delta (B.1.617, origem na Índia).

No Rio Grande do Sul, assim como no Brasil, a linhagem predominante em mais de 99% dos casos analisados é, majoritariamente, a Gama (P.1).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2021 0 Comentários 625 Visualizações
Saúde

Mamografia: exame de rotina só pode ser feito após a segunda dose da vacina

Por Milena Costa 12/07/2021
Por Milena Costa

Uma das reações comuns à vacina contra a Covid-19, bem como outras, é a linfadenopatia axilar, que pode ser confundida como sinal de câncer de mama. Para evitar possíveis confusões na interpretação da mamografia, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) orienta que as mulheres que fizeram a segunda dose do imunizante devem aguardar quatro semanas antes de realizar o exame de rotina.

A entidade explica que a vacina é a inoculação de uma partícula que gera um processo inflamatório, podendo causar reação local e regional. Essa reação local, ligada à inflamação dos linfonodos, é percebida horas após a vacinação, quando o braço fica vermelho, duro e inchado. Se a vacina é aplicada no braço, isso pode se refletir na axila ou na região cervical, surgindo “caroços” nessas regiões. É uma resposta normal do organismo, mas no exame de mamografia pode ser confundida como um sinal de câncer de mama.

Outras vacinas, como a do sarampo e a da influenza, que provocam uma resposta imune forte como a do sarampo e a da influenza podem gerar a mesma reação. Portanto, a SBM destaca a importância de respeitar o intervalo de quatro semanas para evitar eventuais erros no diagnóstico. Se a paciente não puder esperar o tempo recomendado entre a vacina e a mamografia, deve informar ao radiologista e ao médico que a acompanha que recebeu a dose do imunizante.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/07/2021 0 Comentários 920 Visualizações
Saúde

Laboratório da Feevale identifica possível nova variante do coronavírus

Por Milena Costa 06/07/2021
Por Milena Costa

O Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Feevale, integrante da Rede Corona-ômica BR-MCTI, sequenciou 26 genomas de SARS-CoV-2 de amostras de suabe nasofaríngeo, coletadas entre o final de abril e a metade de junho deste ano, no Rio Grande do Sul. Do total de amostras, 20 são provenientes de viajantes que cruzavam a fronteira entre a Argentina e o Estado, na cidade de Uruguaiana, quatro oriundas da Secretaria Municipal da Saúde de Porto Alegre e duas que foram recebidas no próprio laboratório. As amostras foram selecionadas para o sequenciamento de alto desempenho através da plataforma Illumina MiSeq.

“Quando realizado de forma mais intensa, permite a detecção de novas variantes mesmo logo após seu surgimento”

O pesquisador Fernando Spilki, pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Feevale, destaca a importância desse tipo de vigilância contínua da variação genética. “Quando realizado de forma mais intensa, permite a detecção de novas variantes mesmo logo após seu surgimento, informação que pode ser válida para o combate à pandemia e novos surtos de Covid-19”, explica.

As sequências consenso dos 26 genomas completos, com mais de 98% de cobertura, foram primeiramente submetidas à plataforma Pangolin e caracterizadas como pertencentes à linhagem V.O.I B.1.1.28. No entanto, por tratar-se de uma linhagem pouco detectada, a análise de variant calling foi empregada nos arquivos FASTQ, com o objetivo de avaliar possíveis novas mutações, em menor frequência.

Como resultado, além das mutações características de B.1.1.28, oito mutações não sinônimas adicionais foram identificadas na ORF1ab, sete em S, duas em N e uma na ORF8. Com base nessas análises, é possível que uma provável nova variante P.X tenha sido detectada, e que sua emergência esteja sendo observada em tempo real.

Estudo é disponibilizado em base de dados nacionais e internacionais

Dentre as mutações adicionais observadas, seis chamaram a atenção devido à frequência total em que apareceram nas amostras e que parecem ser assinaturas da provável nova variante P.X emergente. É importante salientar que as mutações características de P.1 e P.2 não foram encontradas em nenhum dos genomas gerados neste estudo.

Foi realizado, também, o alinhamento e a árvore filogenética dos 26 genomas completos, com sequências representativas de outras linhagens, assim como a sequência referência de Wuhan. A filogenia foi feita através da plataforma online IQtree v2.1.2 e mostrou que as sequências claramente agrupam-se em um clado separado das demais, corroborando os resultados anteriores de uma provável nova variante em emergência, mais relacionada à B.1.1.28.

A constante descoberta de novos genomas e possíveis novas linhagens, assim como o monitoramento de novas mutações, são de especial relevância, considerando o impacto causado por outras linhagens como B.1.1.7 (Alpha), B.1.351 (Beta), P.1, e B.1.617.2 (Delta), no Reino Unido, África do Sul, Brasil e Índia, respectivamente. Todos os dados estão sendo disponibilizados em bases de dados públicos nacionais (Corona-ômica.BR – MCTI) e internacionais (Gisaid), com posterior submissão do trabalho ao periódico científico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2021 0 Comentários 920 Visualizações
Saúde

Ministro da Saúde conhece nova emergência do Hospital Moinhos de Vento

Por Milena Costa 05/07/2021
Por Milena Costa

Em passagem pelo Rio Grande do Sul na tarde desta sexta-feira (2), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, visitou o Hospital Moinhos de Vento — um dos seis de excelência do Brasil, segundo o governo federal. Ele conheceu as instalações da nova emergência, em funcionamento desde o início do ano e cuja estrutura foi ampliada e reestruturada, com qualificação do fluxo de pacientes. A agenda também contou com uma apresentação sobre os projetos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS), além de outras iniciativas de pesquisa do hospital, bem como a expansão e o posicionamento no mercado de saúde, sempre com foco na excelência dos serviços prestados à população.

“É uma estrutura qualificada, chancelada pelos mais altos padrões de certificação hospitalar”.

Queiroga elogiou as instalações da nova emergência. “É uma estrutura qualificada, chancelada pelos mais altos padrões de certificação hospitalar”, reforçou. O superintendente médico, Luiz Antonio Nasi, apresentou o espaço ao lado da equipe da Emergência. O serviço passou a trabalhar com um conceito de avaliação rápida: ao chegar ao hospital, o paciente já tem a mensuração dos sete principais sinais vitais na avaliação de risco global. “No local, além do Centro de Atendimento de AVC, agora funcionam unidades cardiológica e de traumatologia, além de uma sala de atendimento de paciente grave e uma UTI com oito leitos para internação de pacientes instáveis”, explicou Nasi à comitiva.

“O hospital possui uma equipe técnica altamente qualificada e tem uma assistência de elevado padrão. Nosso objetivo é transformar todas as instituições hospitalares do país em Hospital Moinhos de Vento”

Na visita, o ministro enalteceu a trajetória e os resultados da instituição, destacando sua participação no Proadi-SUS. “Através deste programa, nós desenvolvemos políticas públicas importantes para o aprimoramento do Sistema Único de Saúde. O hospital possui uma equipe técnica altamente qualificada e tem uma assistência de elevado padrão. Nosso objetivo é transformar todas as instituições hospitalares do país em Hospital Moinhos de Vento”, sentenciou.

Superintendente médico, Luiz Antonio Nasi, Presidente do Conselho de Administração do hospital, Eduardo Bier Correa, Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, Senador Luis Carlos Heinze e Deputado Federal Pedro Westphalen

Recursos para o atendimento à comunidade

“Isso contribui de forma mais efetiva para a comunidade, gerando saúde para aqueles que mais precisam”.

Para o presidente do Conselho de Administração do hospital, Eduardo Bier Correa, o direcionamento de recursos para projetos de qualificação do SUS traz excelência para a saúde. “Isso contribui de forma mais efetiva para a comunidade, gerando saúde para aqueles que mais precisam”, disse.

“Ele tinha nossos números de investimentos na ponta da língua, o que mostra o conhecimento e o valor do nosso trabalho”.

O superintendente de Responsabilidade Social, Luis Eduardo Mariath, comemorou o reconhecimento do trabalho de pesquisa desenvolvido pelo hospital. “Ficamos contentes com a reafirmação do ministro sobre a relevância do Proadi-SUS como um programa que ajuda a alavancar a saúde pública do Brasil. Ele tinha nossos números de investimentos na ponta da língua, o que mostra o conhecimento e o valor do nosso trabalho. Afinal, foram mais de R$ 630 milhões para o desenvolvimento do nosso país”, pontuou.

Também participaram da visita os outros superintendentes do hospital e chefes dos serviços médicos. O ministro estava acompanhado do secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Raphael Câmara, do senador Luis Carlos Heinze e do deputado federal Pedro Westphalen, além de lideranças técnicas da pasta.

Foto: Karine Viana/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2021 0 Comentários 711 Visualizações
Saúde

Moradores de Estância Velha são surpreendidos no drive-thru de vacinação

Por Milena Costa 28/06/2021
Por Milena Costa

O drive-thru noturno de vacinação contra a Covid-19, realizado na noite da última sexta-feira, imunizou 330 pessoas de 45 anos ou mais. O ambiente decorado com bandeirinhas alusiva à festa de São João, o som ambiente, o café e a pipoca servida aos moradores enquanto aguardavam a fila avançar, não surpreendeu mais do que quando foram informados que estavam sendo imunizados com a vacina da Janssen.

Essa foi a primeira vez, desde o início da vacinação, que Estância Velha recebeu o imunizante de dose única. As reações deles ao serem informados da “novidade” foram variadas: teve aplauso, teve gritos de euforia, teve cara de espanto, teve gargalhada e teve choro de pura emoção.

“Que todos tenham a oportunidade de viverem isso, é uma emoção muito grande”.

A moradora San Fritz, 45 anos, vibrava dentro do carro quando soube que estava totalmente imunizada. “Que felicidade. Não estava esperando ser uma das ‘premiadas’ em receber a vacina de dose única. Estou muito feliz, gratidão”, disse, em meio a risos largos. “Que todos tenham a oportunidade de viverem isso, é uma emoção muito grande”, declarou San.

“Embora o Ministério da Saúde tenha aumentado o prazo de validade desta vacina, fizemos valer a orientação de que o imunizante seja aplicado o quanto antes”.

A coordenadora da Vigilância em Saúde, Eliane Feck, explicou que a decisão de aplicar o imunizante da Janssen no drive tem relação com o prazo de validade da vacina. “Embora o Ministério da Saúde tenha aumentado o prazo de validade desta vacina, fizemos valer a orientação de que o imunizante seja aplicado o quanto antes”, disse.

O município recebeu em torno de 1.300 doses de vacinas contra a Covid. Os moradores de 45 anos ou mais que não conseguiram ir no drive podem procurar os postos de saúde, a partir da próxima segunda-feira. Os postos funcionam das 8 às 12 horas, e das 13 às 16h30, com livre demanda. Para se vacinar, é preciso apresentar Cartão SUS de Estância Velha ou comprovante de residência, CPF e a caderneta de vacinação (quem tiver).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

28/06/2021 0 Comentários 635 Visualizações
Saúde

Hospital Moinho de Ventos oferece cirurgia robótica que garante mais precisão

Por Milena Costa 21/06/2021
Por Milena Costa

O joelho é a maior e mais forte articulação do corpo humano, que garante sustentação e permite que o indivíduo se locomova. A estrutura é fundamental para absorver a carga e manter a pessoa em pé, além de permitir movimentos de andar, correr, sentar e levantar. Também é uma das partes do corpo humano mais sujeitas a desgastes que podem provocar dor e prejudicar a mobilidade e a qualidade de vida.

“É uma condição altamente incapacitante. Com o implante ele volta a ter uma grande melhora na qualidade de vida”, afirma o chefe do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Moinhos de Vento, Carlos Roberto Galia.

Condições como artrose — um tipo de desgaste do joelho — podem provocar dor crônica e progressiva e restringir as atividades diárias. É quando se recomenda a cirurgia para colocação de uma prótese. “Geralmente o paciente tem dor para caminhar, ou mesmo em repouso, e deixa de praticar atividades físicas, fazer passeios, viajar. É uma condição altamente incapacitante. Com o implante ele volta a ter uma grande melhora na qualidade de vida”, afirma o chefe do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Moinhos de Vento, Carlos Roberto Galia.

De acordo com o médico cirurgião Mauro Meyer, do Hospital Moinhos de Vento, embora as próteses de joelho tenham ótimos resultados, a maior dificuldade é conseguir o alinhamento exato dos componentes. Para obter maior precisão nesse tipo de procedimento, com possibilidade de melhorar ainda mais a satisfação do paciente e proporcionar recuperação mais rápida, a instituição passa a oferecer a cirurgia robótica para implante de prótese de joelho com o robô Rosa Knee.

Com tecnologia norte-americana, o sistema foi projetado para ajudar os cirurgiões a planejarem e a executarem a implantação de próteses fornecendo orientações personalizadas para o caso de cada paciente, especialmente sobre o posicionamento, tamanhos e ângulos dos componentes utilizados.

“Antes o médico faz uma série de cálculos, por exemplo, dos movimentos de rotação do quadril, joelho, tornozelo. O robô soma e cruza esses dados com os dos exames de imagens e analisa como estão ligamentos, tendões, musculatura”.

“Antes o médico faz uma série de cálculos, por exemplo, dos movimentos de rotação do quadril, joelho, tornozelo. O robô soma e cruza esses dados com os dos exames de imagens e analisa como estão ligamentos, tendões, musculatura. Ou seja, o especialista avalia tanto a parte anatômica como a funcional, para garantir a reconstrução da estrutura da maneira mais fidedigna a um joelho normal. Mas vale ressaltar que cada cirurgião permanece utilizando a sua técnica,” pontua Meyer.

O cirurgião explica que, durante o procedimento, é o médico que opera o braço mecânico do robô. A tecnologia aumenta a precisão dos cortes para o encaixe perfeito e permite ajustes necessários.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2021 0 Comentários 1,6K Visualizações
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Edição 304 | Mar 2026

Entrevista | Dra. Ivana Battaglin defende que a queda dos casos de feminicídio começa na educação

Mulher | Conheça as histórias de mulheres que combatem a misoginia, liderando nas áreas
jurídica, segurança, educação e negócios

Educação | Estudante Lucas Closs conquista vagas em três programas internacionais

Turismo | Temporada da colheita das azeitonas toma conta das ações em Cachoeira do Sul

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