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Saúde

Saúde

Moradores do Bairro Santo Afonso participam de projeto de autocuidado da coluna

Por Ester Ellwanger 20/04/2022
Por Ester Ellwanger

Um lugar de encontros, reencontros e de autocuidado. Assim pode ser definido o Grupo de Coluna, projeto do Núcleo Municipal de Educação em Saúde Coletiva (Numesc), em parceria com o Curso de Fisioterapia da Universidade Feevale. A primeira reunião ocorreu na segunda-feira, dia 18, ministrada pelo professor de Fisioterapia Jorge Trindade e três acadêmicos.

O encontro, que acontecerá todas as segundas, às 14h no Nutrir – Centro de Educação Nutricional (R. Pedro Cyrillo Wolf s/nº – Santo Afonso), conta com 14 participantes com idades entre 16 e 91 anos, todos moradores do Bairro Santo Afonso / Vila Palmeira. “Quando temos um problema de saúde, costumamos nos fechar no nosso mundo. Ao interagirmos com outras pessoas, vemos que nossos problemas são comuns e isso torna as coisas mais leves”, analisa Marlene Vieira, que, acompanhada do neto, Samuel Bailfuss, encontrou nas dores da coluna um incentivo para praticar o autocuidado de maneira orientada e descontraída. “Alguns colegas eu conhecia do bairro, da igreja. Porém, essa é uma oportunidade de além de cuidar da saúde conviver com pessoas novas”, relata.

Educação em Saúde

A dinâmica, que dura em torno de 1h30, começa com a aferição de pressão arterial de todos os participantes. Na sequência, os acadêmicos conversam sobre a importância de conhecer o próprio corpo, que inclui desde os cuidados com a alimentação até os perigos das fakenews enviadas por WhatsApp para supostamente resolver problemas de saúde. A atividade encerra com exercícios simples que todos podem acompanhar independentemente do grau de comprometimento de seus agravos

Para os acadêmicos Rafael Pessoa, Amanda Sahlberg e Giovanna Viegas, o trabalho com a comunidade veio carregado de expectativas uma vez que, por não conhecer o grupo, sabiam que a forma de contribuir com ele poderia variar conforme a demanda. “Todos estavam muito ansiosos, mas vimos que saíram muito felizes e querem continuar com esse momento”, conta Giovanna.

A coordenadora do Nutrir, Mabilda Dotto, acompanhou a movimentação e vê o projeto como mais uma contribuição aos moradores do território “Um grupo tão variado abre inúmeras possibilidades de desenvolver um trabalho interdisciplinar que expande os benefícios que a academia já traz às unidades de saúde para outros espaços de educação em saúde coletiva”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2022 0 Comentários 685 Visualizações
Saúde

Déficit financeiro com o atendimento ao SUS no Hospital Sapiranga ultrapassa R$ 8 milhões

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

O Hospital Sapiranga está engajado no Movimento Nacional, liderado pela Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), em conjunto com todas as Federações Representativas Estaduais, que tem como principal objetivo apresentar aos brasileiros o tamanho dos desafios na relação dos hospitais com o SUS.

Os impactos da falta de destinação de recursos financeiros no Hospital Sapiranga são significativos. Desde o início do Plano Real (1994), a tabela do SUS e seus incentivos, por exemplo, foi reajustada em média, 93,77 % sendo que o INPC do período foi de 637,07 %. Esse fenômeno provoca uma grande defasagem entre os gastos e os valores recebidos pelo programa. O déficit, nos serviços prestados ao SUS no Hospital Sapiranga, chega a aproximadamente R$ 8 milhões e meio.

Além disso, há uma grave preocupação com a tramitação do Projeto de Lei n° 2564, de 2020 que institui o piso salarial nacional dos profissionais de enfermagem. Se aprovada a medida vai significar um impacto financeiro de R$ 435 mil ao mês, ou seja, mais de R$ 5 milhões ao ano. A Direção da Instituição ressalta que o Hospital Sapiranga não é contra o projeto, muito pelo contrário, queremos sim valorizar cada vez mais todos os profissionais de saúde, mas precisamos de fontes de recursos que possibilitem à instituição suportar tamanho impacto financeiro, a fim de garantir a continuidade dos serviços e assistência a população.

No Brasil, os graves problemas financeiros culminaram, nos últimos seis anos, no fechamento de 315 hospitais filantrópicos. A situação, porém, se agravou, ainda mais, com a pandemia, que elevou a demanda e os custos, fazendo com que a dívida do setor já chegue a mais de R$ 20 bilhões. A CMB representa 1.824 hospitais filantrópicos, que dispõem de 169 mil leitos hospitalares, 26 mil leitos de UTI e atendem a mais de 50% da média complexidade do SUS e 70% da alta complexidade.

Diante do cenário financeiro alarmante, que se configura como a maior crise da história, a CMB mobilizou as federações de hospitais e instituições do todo Brasil para série de ações, uma delas será realizada no dia 19 de abril, quando haverá uma paralisação simbólica de procedimentos eletivos (com garantia de reagendamento) em todos os hospitais filantrópicos do país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

19/04/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
Saúde

Gripe: crianças fazem parte do grupo de risco e devem ser vacinadas

Por Stephany Foscarini 19/04/2022
Por Stephany Foscarini

Com a queda da temperatura, aumentam os casos de infecções respiratórias entre as pessoas, especialmente no público infantil. Por isso, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) preconiza a vacinação contra a gripe para as crianças, pois elas fazem parte do grupo de risco, como relata o membro do comitê de infectologia da entidade, Juarez Cunha.

As crianças fazem parte dos grupos prioritários do Ministério da Saúde. A campanha inicia pelos profissionais de saúde e idosos, mas na segunda etapa são incluídas as crianças de 6 meses a 5 anos. A gripe acontece em todas as faixas etárias, e as crianças são mais vulneráveis ao vírus Influenza, causador da gripe”.

“As crianças fazem parte dos grupos prioritários do Ministério da Saúde. A campanha inicia pelos profissionais de saúde e idosos, mas na segunda etapa são incluídas as crianças de 6 meses a 5 anos. A gripe acontece em todas as faixas etárias, e as crianças são mais vulneráveis ao vírus Influenza, causador da gripe”, explica Cunha.

Conforme o médico, a rede pública disponibiliza apenas a vacina trivalente contra a gripe. Já a rede privada conta com a vacina tetravalente, que inclui a proteção para um tipo a mais de vírus Influenza. Isso, no entanto, não deve impedir de buscar a imunização.

O ideal é que seja feita a vacina tetravalente, que amplia a proteção, mas a recomendação é que, em falta dela, use o que estiver disponível. O importante é se vacinar, até porque o principal vírus circulante no Brasil é o AH3N2, que está nas duas vacinas”.

“O ideal é que seja feita a vacina tetravalente, que amplia a proteção, mas a recomendação é que, em falta dela, use o que estiver disponível. O importante é se vacinar, até porque o principal vírus circulante no Brasil é o AH3N2, que está nas duas vacinas”, diz.

Cunha ressalta que a vacina da gripe pode ser aplicada no mesmo momento, ou com qualquer intervalo, com todas as outras vacinas do calendário da criança, exceto a vacina para Covid-19.

“Por enquanto nós só temos vacinas de Covid-19 para crianças de 5 anos em diante. Nas crianças de 5 a 11 anos, continua sendo recomendado o intervalo de 15 dias, tanto antes quanto depois de aplicar vacinas Covid-19. Para crianças de 5 a 11 anos, tem que respeitar esse intervalo. Abaixo de 5 anos não temos ainda vacinas de Covid, e nesses casos a vacina da gripe pode ser concomitante com qualquer outra”, acrescenta.

No primeiro ano em que a criança (de 6 meses até 9 anos) receber a vacina da gripe, são duas doses com um mês de intervalo. Nos anos posteriores é aplicada a dose única.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 836 Visualizações
Saúde

AMRIGS defende planejamento adequado na retomada de atendimentos represados

Por Stephany Foscarini 19/04/2022
Por Stephany Foscarini

O anúncio por parte do Ministério da Saúde de que vai decretar o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) relacionada à Covid-19 no Brasil já era esperado pela Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) e foi recebido com otimismo. A entidade tem manifestado preocupação com os reflexos de dois anos de pandemia, como o represamento do atendimento a pacientes com outras patologias e que representam um novo desafio para os profissionais de saúde dos setores privado e público. Por conta disso, o presidente da AMRIGS defende que haja um planejamento adequado para o andamento desses procedimentos represados.

Muitos pacientes ficaram sem o devido acompanhamento. Pessoas com doenças crônicas, sem atendimentos cardiovasculares, doenças endocrinológicas, com hipertensão, diabetes, e que ficaram sem tratamento. Além disso, há pacientes oncológicos que ficaram sem diagnóstico e sem tratamento”.

“Muitos pacientes ficaram sem o devido acompanhamento. Pessoas com doenças crônicas, sem atendimentos cardiovasculares, doenças endocrinológicas, com hipertensão, diabetes, e que ficaram sem tratamento. Além disso, há pacientes oncológicos que ficaram sem diagnóstico e sem tratamento”, alertou o presidente da AMRIGS, Gerson Junqueira Jr.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (18) que a decisão de decretar o fim da emergência de saúde pública relacionada à Covid-19 no Brasil foi baseada em três pontos: a queda expressiva dos casos e dos óbitos por causa da Covid nos últimos 15 dias; a ampla cobertura vacinal da população: mais de 70% já completou o esquema vacinal com duas doses e mais de 77 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço (equivalente a cerca de 39% da população) e a capacidade do SUS de atender não só os casos de Covid-19, mas também às doenças prevalentes que foram negligenciadas durante os períodos de picos da Covid.

Para entrar em vigor, nos próximos dias será editado um ato normativo disciplinando a decisão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Especialista aponta oito hábitos que aumentam a oleosidade dos fios

Por Stephany Foscarini 16/04/2022
Por Stephany Foscarini

Quem sofre com fios oleosos possui uma certa dificuldade para mantê-los bem cuidados. A especialista em saúde capilar Viviane Coutinho, explicou como a oleosidade se desenvolve. “As glândulas sebáceas, que estão presentes no couro cabeludo e na pele, são as responsáveis pela produção de sebo em nosso organismo. É um processo natural do corpo, por garantir hidratação e nutrição para os fios. Porém, quando em excesso, pode causar um aspecto de brilho extremo ou oleoso e perda de movimento nos fios”.

Segundo Viviane, os fatores podem ser desde genéticos ou desequilíbrio hormonal até o uso incorreto de produtos ou a falta de higienização do cabelo. “A oleosidade pode surgir de efeito rebote de tratamentos, como na aplicação de produtos hidratantes e cremes de pentear no couro cabeludo”, pontua.

A especialista aponta 8 hábitos que aumentam a oleosidade dos fios:

1- Dormir com os fios molhados

Por conta da correria do dia a dia, acaba sendo comum lavar o cabelo apenas à noite, quando sobra um tempinho. Mas isso pode fazer com que você termine o dia sem que os fios tenham secado totalmente. De acordo com a tricologista, esse hábito contribui para a oleosidade, pois facilita a proliferação de bactérias. “Além da oleosidade, pode gerar caspa, queda capilar e mau odor. Uma boa dica é lavar o cabelo logo pela manhã, deixando-os soltos para secar naturalmente ou sempre secar bem as madeixas antes de dormir”, indica.

2- Lavar os cabelos com água excessivamente quente

A água quente pode ser bastante relaxante, mas não é aliada da saúde da pele e dos cabelos. Isso porque a água quente pode ressecar o couro cabeludo, fazendo com que o organismo entre em estado de alerta e tente equilibrar esse dano. Assim, produz mais óleo e acaba deixando os fios oleosos em um efeito rebote. “É simples: tente sempre lavar os fios na água fria, ou, no máximo, na água morna, para evitar a produção excessiva de oleosidade”, conta.

3- Uso regular de secador e chapinha sem proteção

É comum que secador e chapinha sejam entendidos como itens que podem deixar os cabelos secos ou mesmo fazer com que as pontas fiquem danificadas, justamente por serem agentes térmicos. Só que esses equipamentos podem causar um efeito semelhante ao que a água quente provoca no cabelo. “O excesso de calor no couro cabeludo causa o ressecamento e estimula a produção excessiva das glândulas sebáceas. O cabelo pode até parecer mais bonito em um primeiro momento, mas não demora muito para o aspecto oleoso surgir, principalmente próximo ao couro cabeludo. Para evitar esses danos, evite temperaturas muito altas e não deixe de lado o uso de um bom protetor térmico”, recomenda.

4- Aplicação de produtos que não são adequados para seus fios

Para conquistar um cabelo bonito, saudável e livre de oleosidade, é essencial usar produtos indicados para o seu tipo de fio. “Cabelos oleosos não combinam com xampus e condicionadores para fios secos, por exemplo, porque eles retêm a umidade e acabam deixando os cabelos ainda mais oleosos, opacos e sem vida”, diz a profissional. Nestes casos, o segredo é optar por produtos com ativos que controlem a oleosidade. “Os produtos para cabelos oleosos, seja para aumentar o volume ou a densidade, são sempre os mais apropriados, pois eles permitem uma limpeza profunda na raiz do cabelo, eliminando eficientemente todos os resíduos de gordura dos poros. Para um melhor resultado, o ideal é optar por cosméticos ideais para o seu tipo de cabelo, como secos, oleosos, tingidos, com ou sem volume, lisos, ondulados, cacheados, crespos, etc.”

5- Aplicar produtos na raiz do cabelo

Um grande erro de quem tem cabelos oleosos é aplicar condicionador, máscara e óleos, de forma geral, muito próximos ao couro cabeludo. Isso acaba obstruindo os poros, causando a produção de mais sebo. “O ideal é que você aplique esses produtos ao longo do comprimento e nas pontas; nunca na raiz. Só use condicionadores no couro caso tenha uma entrega terapêutica para a pele, os mais comuns são indicados apenas para os fios, sobrecarregando a pele e aumentando as chances de oleosidade. Mas não pare de usá-los. Até mesmo os cabelos oleosos precisam de reposição hídrica , lipídica e proteica, mas fique atenta a detalhes como um enxágue bem feito dos fios para não acumular produtos e uma temperatura amena da água”, ensina.

6- Alimentação irregular

Aquela famosa frase “você é o que você come” é a mais pura verdade. “Evitar o consumo de bebidas alcoólicas ou refrigerantes em excesso e alimentos gordurosos é o primeiro passo para promover o equilíbrio hormonal. Uma outra opção é a aderência de legumes e verduras com funções antioxidantes, como a cenoura, por exemplo. Dentre outros, estão a castanha-do-pará e a laranja, que controlam a produção sebácea, e o salmão, que promove a chegada de nutrientes aos fios e os protege da exposição de raios ultravioleta”.

7- Passar as mãos no cabelo

Apesar de ser inevitável mexer nos fios durante o dia, tirando-os dos olhos ou arrumando as madeixas, a tricologista explica que as mãos, mesmo quando limpas, carregam uma grande quantidade de sujeira que são invisíveis a olho nu. “Mexer no cabelo a todo instante faz com que a oleosidade dos dedos seja transferida para os fios, o que causa o aumento do sebo nos fios. Uma boa forma de evitar tocar nos fios de forma excessiva é optar por penteados ou itens que o mantenham no lugar, como grampos e elásticos”, acrescenta.

8- Não higienizar o couro cabeludo e os fios corretamente

“Aprenda a necessidade das higienizações de acordo com seu tipo de cabelo. Algumas pessoas terão a necessidade de lavar todos os dias e outros não, o importante é saber que quem tem oleosidade não pode ficar muito tempo sem lavar”, explica. Outro erro, de acordo com a especialista, é lavar apenas os fios. “O shampoo precisa ser direcionado para o couro cabeludo e a espuma escorrer para os fios. Esfregue o couro com a ponta dos dedos, sem usar as unhas”, completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2022 0 Comentários 591 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo vacina crianças contra a covid em todas as unidades de saúde

Por Ester Ellwanger 13/04/2022
Por Ester Ellwanger

Desde a semana passada, todas as 25 unidades de saúde de Novo Hamburgo, mais a Casa de Vacina, estão aplicando a vacina contra a covid em crianças de 5 a 11 anos de idade por livre demanda, respeitando a ordem de chegada. Ou seja, basta comparecer na unidade mais próxima dentro do horário de funcionamento, sem necessidade de agendamento.

A vacina contra a covid é aplicada em crianças com ou sem comorbidades, tanto para a primeira quanto para a segunda dose. Para a primeira dose, é utilizado o imunizante da Pfizer em todas as faixas de idade. Já a criança que precisa tomar a segunda dose da CoronaVac recebe a dose deste imunizante.

Será necessária a permanência no local por 20 minutos após a administração da imunização para todas as crianças. É imprescindível a presença de um responsável legal pela criança. Documentos necessários: carteira de identidade ou certidão de nascimento, cartão SUS de Novo Hamburgo ou comprovante de residência de Novo Hamburgo no nome dos pais ou responsáveis pela criança. Crianças com comorbidades devem apresentar também laudo médico atestando a doença.

 

Central de agendamento

Se o responsável pela criança preferir agendar um horário em uma das unidades de saúde, a central de marcações segue funcionando de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, pelos números: 99836-6321, 98012-7154, 99509-3717, 99533-6195, 99595-2606 e 99589-6769.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/04/2022 0 Comentários 809 Visualizações
Saúde

Estado apresenta novo critério para esquema completo de vacinação contra Covid-19

Por Ester Ellwanger 13/04/2022
Por Ester Ellwanger

O painel da vacinação contra o coronavírus no Estado (vacina.saude.rs.gov.br) apresenta a partir desta semana uma nova forma de informar os dados relativos a pessoas consideradas com esquema vacinal completo. Até então, eram apresentadas as pessoas com duas doses ou dose única recebidas. A partir de agora, para adultos (com 18 anos ou mais), isso passa a valer para quem recebeu a dose de reforço. Hoje, no Estado, 50% da população adulta é considerada com esquema completo, ou seja, com a dose de reforço recebida.

Conforme a secretária adjunta da Saúde, Ana Costa, a intenção é ter uma maior clareza de que, para a população adulta, somente a dose de reforço representa que a pessoa completou o esquema preconizado. “Queremos ter um conceito que acompanhe o nosso discurso de que para a melhor proteção contra a Covid-19 é necessária a dose de reforço”, afirma. “É uma avaliação dinâmica, pois num primeiro momento, no início da campanha, o esquema completo representava a segunda dose ou dose única, mas hoje isso já mudou.”

Ana Costa justifica a mudança citando as últimas análises feita pela Secretaria da Saúde que apontam a expressiva redução das chances de óbito para quem tem a dose de reforço. Conforme o cálculo, um idoso com dose de reforço tem 17 vezes menos risco de óbito por coronavírus quando comparado ao indivíduo sem nenhuma dose. Na população de 40 a 59 anos, há 14 vezes menos chances de morte com a dose de reforço em relação aos não vacinados.

Público adolescente e infantil

O público abaixo dos 18 anos não será afetado por essa mudança na nomenclatura do esquema. Para os adolescentes de 12 a 17 anos e para as crianças de cinco a 11 anos segue valendo como esquema completo o recebimento de duas doses. Para essas faixas etárias ainda não está prevista a vacinação extra com a dose de reforço.

Nova dose de reforço para idosos

O painel da vacinação do Estado passa também a trazer a informação da segunda dose de reforço (D4). Hoje, esse esquema é preconizado para os idosos com 80 anos ou mais, que são estimados em 326 mil no Rio Grande do Sul. Desses, quase 30 mil já fizeram o segundo reforço.

Critérios de definição do esquema conforme faixas etárias

Adultos (18 anos ou mais)
• Pelo menos uma dose: uma dose ou dose única
• Esquema vacinal primário: duas doses ou dose única
• Esquema vacinal completo: dose de reforço

Adolescentes (12 a 17 anos) e crianças (cinco a 11 anos)
• Pelo menos uma dose: uma dose
• Esquema vacinal completo: duas doses

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/04/2022 0 Comentários 641 Visualizações
Saúde

Campanha de vacinação contra a gripe continua em Campo Bom

Por Ester Ellwanger 12/04/2022
Por Ester Ellwanger

A prefeitura de Campo Bom deu início, em 4 de abril, à campanha “Campo Bom sem Gripe”. O objetivo é imunizar a população contra o vírus influenza e todas as unidades de saúde do município seguem mobilizadas para a vacinação.

Na primeira etapa, apenas idosos acima de 60 anos e profissionais da saúde podem se vacinar. Para isso, basta procurar a unidade de saúde mais próxima. A evolução do cronograma de vacinação será divulgada nos próximos dias pela prefeitura.

Foto: Jordana Fioravanti /Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2022 0 Comentários 779 Visualizações
Saúde

Campo Bom terá Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante

Por Ester Ellwanger 12/04/2022
Por Ester Ellwanger

Visando a instalação de uma Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), na quinta-feira, dia 7, houve uma reunião no Hospital Lauro Reus para tratar da pauta. O encontro foi uma iniciativa do Gabinete da Primeira-dama Kátia Orsi, com parceria da Fundação Ecarta, responsável pelo projeto “Cultura Doadora”, que desenvolve ações permanentes sobre doação de órgãos e tecidos. A ideia era amadurecida desde 2021 entre a Administração Municipal, por meio do Gabinete da Primeira-dama, representantes da Secretaria de Saúde e Fundação Ecarta. Com a adesão do hospital, que passa a integrar a rede de hospitais capacitados que é coordenada pela Drª Fernanda Bonow, o projeto se tornará realidade.

O prefeito Luciano Orsi ressalta que essa é mais uma iniciativa do Gabinete da Primeira-dama que conta com total apoio da Administração Municipal. “Precisamos fomentar esse tema, levarmos a informação e, assim, criarmos uma cultura de doação. A comissão que é formada terá papel importantíssimo tanto no encaminhamento das doações, como no esclarecimento de dúvidas e desmistificação do tema”, argumenta.

Participaram do encontro, além da primeira-dama, o diretor do hospital Leandro Hoff; a médica intensivista e coordenadora do programa de captação de órgãos da Grande Porto Alegre Drª Fernanda Bonow; a representante da Fundação Ecarta e uma das responsáveis pelo Cultura Doadora Glaci Borges; a coordenadora da Secretaria de Saúde de Campo Bom Luana Schnorr; a transplantada e incentivadora do projeto Anália Goreti da Silva; e as enfermeiras colaboradoras do hospital Elisa Santos (coordenadora do serviço de enfermagem), Rejane Cury e Franciele Neumann.

 

Transplante

Dados da Ecarta apontam que aproximadamente 55 mil pessoas no Brasil aguardam transplante. Só no Rio Grande do Sul são 2,5 mil pacientes na fila; em 2019 o estado realizou 117 transplantes, este número caiu para apenas 82 em 2021. Hoje, a possibilidade de uma pessoa ser doadora é 10%, enquanto a possibilidade de precisar de um órgão é 40%.

Para a primeira-dama, a reunião no Lauro Reus foi muito produtiva. A direção do hospital foi receptiva ao projeto e a ideia de formar a comissão intra-hospitalar. Também a Drª Fernanda e a representante da Ecarta se mostraram disponíveis para realizar um trabalho conjunto em termos de capacitação de pessoal para atuação e para qualquer iniciativa que colabore com o aumento do número de doadores e, consequentemente, para a multiplicação da vida.

“Estamos dando mais um passo importante. Começamos a pensar esse projeto em 2021, realizamos um evento, no teatro CEI, em parceria com a Fundação Ecarta. Na ocasião o objetivo principal era desmistificar e desfazer preconceitos sobre o assunto. Desde então nos propomos a continuar o projeto, o que culmina agora na instalação da comissão no Hospital Lauro Reus. É importante que as pessoas tenham conhecimento de como funciona tudo isso, assim podemos aumentar o número de doadores. Pretendemos realizar outras ações, sempre junto da Ecarta, com a parceria de escolas e empresas da nossa cidade, visando a informação e conscientização sobre o tema”, destacou Kátia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2022 0 Comentários 551 Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga reforça importância do uso de máscaras nos ambientes de saúde

Por Stephany Foscarini 12/04/2022
Por Stephany Foscarini

Por decretos estadual e municipal, o uso de máscaras em ambientes abertos e locais fechados passou a ser facultativo. No entanto, a regra para obrigatoriedade em estabelecimentos de saúde, continua. Por isso, a direção do Hospital Sapiranga, reforça a orientação para que a população fique atenta aos cuidados, ainda necessários, não só pela prevenção da Covid-19, mas de outras doenças.

Pela legislação, o uso de máscaras segue sendo obrigatório em estabelecimentos públicos e privados da área da Saúde, como farmácias, laboratórios, clínicas, casas geriátricas, no Hospital Sapiranga e nas unidades de saúde do Município. É indispensável a utilização da máscara para pessoas contaminadas ou com suspeita de contaminação, sendo também recomendado para imunossuprimidos, portadores de doenças crônicas, gestantes, pessoas com comorbidades, idosos e pessoas com o esquema vacinal incompleto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2022 0 Comentários 985 Visualizações
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