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Saúde

Saúde

A explosão de casos de Burnout nos trabalhadores

Por Ester Ellwanger 01/05/2022
Por Ester Ellwanger

Desde o início de 2022, com a nova classificação da Síndrome de Burnout como doença ocupacional pelo Ministério da Saúde, a síndrome deixou de ser tratada apenas como um distúrbio psíquico, passando a ser definido como “estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso”. Por isso, as empresas deverão ficar mais atentas à saúde mental de seus empregados, sob pena de serem responsabilizadas pelos eventuais danos físicos, morais e patrimoniais causados pela doença, também denominada de Síndrome do Esgotamento Profissional.

Para a reitora da Faculdade Instituto Rio de Janeiro – FIURJ, Carla Dolezel, a inclusão da Síndrome de Burnout como uma doença ocupacional em que o trabalho é o fator de risco, as empresas devem ter atenção e cuidado no oferecimento de um ambiente de trabalho saudável e seguro para os seus empregados. “As empresas devem estabelecer um programa de prevenção de riscos adequado, oferecendo um ambiente de trabalho limpo, organizado, bem ventilado e iluminado, com móveis em formato ergonômico”.

Segundo Dolezel, as empresas também devem adotar em seus programas de compliance meios de prevenção ao assédio e à fadiga física ou mental de seus empregados, evitando cobranças exageradas, jornadas de trabalho excessivas, remunerando corretamente as eventuais horas-extras ou concedendo compensações com folgas e atrasos, respeitando os intervalos legais e os descansos semanais e anuais de seus empregados.

 

 

“É importante destacar que a responsabilização das empresas no Judiciário deverá se basear em laudo médico que comprove que o colaborador sofre com o estresse crônico de trabalho, além do histórico e da avaliação do ambiente laboral, incluindo relatos de testemunhas”, afirma Carla.

A advogada alerta que com o diagnóstico do Burnout é direito do trabalhador a emissão de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) pela empresa e o encaminhamento desse empregado para realização de perícia ao INSS, onde será verificado a necessidade ou não de afastamento do trabalho por tempo superior a 15 dias.

“Caso o afastamento seja superior a 15 dias com percepção de auxílio doença acidentário pelo INSS, após o retorno ao trabalho do empregado doente, este terá direito à estabilidade provisória no emprego pelo período de 12 meses subsequentes, não podendo ser dispensado sem justa causa, sob pena de a empresa ser obrigada a pagar indenização relativa aos salários desse”, assegura Carla.

Uma pesquisa da Kenoby com profissionais de recursos humanos, mostrou que 93% deles disseram que as empresas ainda ignoram as questões de saúde mental. Entre os entrevistados, 53,4% não sabiam dizer se a empresa pretende investir em saúde mental. Outros 35% responderam que o investimento virá em menos de um ano.

Especialistas em saúde mental alertam

 

Os especialistas alertam que as empresas devem promover campanhas educacionais internas sobre saúde, estimulando e até proporcionando aos seus empregados condições para a prática de atividades que evitem o desenvolvimento da Síndrome de Burnout, como por exemplo, terapia, a prática de meditação, yoga, tai chi chuan, entre outros, como forma de evitar lesões por esforço repetitivo e minimizar o estresse físico e mental decorrente do trabalho. Tendo em vista que em quase dois anos de pandemia, o home office cruzou os limites entre casa e trabalho, fazendo com que a vida pessoal e a profissional se misturassem, mas nem sempre de maneira saudável.

O terapeuta e filósofo clínico, Beto Colombo, comenta que o dia a dia no mundo corporativo é exigente ao extremo e a pressão por performance e comportamento pode levar a esse desgaste emocional no trabalho.

“Muitas pessoas são exímias profissionais, já conheci doutores em planejamento estratégico, mas que não sabem planejar suas questões pessoais e existenciais”.

Colombo aconselha que quando notarmos que estamos misturando o papel de empresário ou colaborador com o papel de pai, filho, marido, falando sempre de trabalho em todos os lugares, é um sinal que essa pessoa não está sabendo dividir os papéis existenciais e precisa de um suporte clínico.

A busca pela meta impossível pode causar esgotamento extremo e é aí que pode surgir a Síndrome de Burnout, explica Bettina Correa, psicóloga da Iron Saúde Digital.

“Esse transtorno psíquico é comum de ocorrer em profissionais que passam por muitos momentos de tensão, pressão extrema e que exigem um grande envolvimento do indivíduo para realizar, seja de forma física, emocional ou psicológica”, explica.

O ideal, segundo Bettina, é que a pessoa que identifique qualquer sinal de esgotamento e estresse relacionado ao trabalho já busque ajuda profissional antes mesmo do quadro se agravar.

“Além de tratar, é possível evitar esse transtorno buscando formas de alívio da tensão, praticando atividade física, tendo momentos de lazer e socialização e buscando uma boa qualidade de sono”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/05/2022 0 Comentários 2,7K Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS traz orientações sobre vacinação infantil para Covid-19

Por Stephany Foscarini 30/04/2022
Por Stephany Foscarini

A vacinação contra o novo coronavírus desperta ainda algumas dúvidas entre a população. Iniciada ao público infantil no país em janeiro, as doses contra Covid-19 estão disponíveis e é importante os pais estarem atentos para que seja assegurada proteção às crianças. O membro do comitê de infectologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Juarez Cunha, ressalta que para as vacinas contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos, deve haver um intervalo de 15 dias com as demais imunizações. Além disso, a vacinação primária para Covid deve ser do mesmo laboratório.

“Nas crianças com 5 anos, pode-se fazer a Pfizer. De 6 anos em diante, há a possibilidade de fazer Pfizer ou Coronavac. Elas não são intercambiáveis, a recomendação é que inicie e termine com uma, no esquema primário, que são as duas doses iniciais. Quando falamos em reforços, em outras faixas etárias, é outra regra”, explica.

O médico ressalta que, até o momento, não se recomenda a dose de reforço contra o novo coronavírus para crianças.

Os reforços estão sendo recomendados como rotina para pessoas com 18 anos em diante, que fazem o primeiro reforço (terceira dose), e pessoas acima de 80 anos, para quem é recomendado também a quarta dose ou segundo reforço. Imunodeprimidos, a partir dos 12 anos de idade, além de terem um esquema vacinal primário diferente (3 doses), também devem receber a dose de reforço”.

“Os reforços estão sendo recomendados como rotina para pessoas com 18 anos em diante, que fazem o primeiro reforço (terceira dose), e pessoas acima de 80 anos, para quem é recomendado também a quarta dose ou segundo reforço. Imunodeprimidos, a partir dos 12 anos de idade, além de terem um esquema vacinal primário diferente (3 doses), também devem receber a dose de reforço”, diz Cunha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/04/2022 0 Comentários 706 Visualizações
Saúde

Deputado Federal Pedro Westphalen assume como vice-presidente da Comissão de Saúde

Por Ester Ellwanger 29/04/2022
Por Ester Ellwanger

O fim de abril marca a instalação das comissões na Câmara dos Deputados. O Deputado Federal Pedro Westphalen, nesta retomada, assume como 1º Vice-Presidente da Comissão de Seguridade Social e Família. Ao mesmo tempo, passa a ser membro suplente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional.

“Diria que ela está entre as duas melhores e mais importantes comissões com causas sociais, saúde e teve uma atuação fundamental na pandemia para que pudéssemos fazer políticas públicas e enfrentar esse problema. Ficar como vice-presidente desta comissão em meu primeiro mandato é uma honra e um reconhecimento pelo que nós fizemos e leis que produzimos. O foco da comissão está na busca pela melhoria na qualidade de vida da população brasileira”, declarou o parlamentar.

Westphalen trabalhará com o Deputado Federal Pinheirinho (MG), que presidirá a comissão. O parlamentar ainda elogiou a condução do Deputado Federal Luiz Antonio Teixeira Jr, o Luizinho, que gerou celeridade aos projetos.

Foto: Alessandra Eloi/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2022 0 Comentários 661 Visualizações
Saúde

Campo Bom reduz fila de espera para atendimentos oncológicos em mais de 80%

Por Ester Ellwanger 29/04/2022
Por Ester Ellwanger

Em Campo Bom, os números atestam o impacto positivo da troca de referência da oncologia para o Hospital Bom Jesus, em Taquara. No início de dezembro do ano passado, quando as consultas oncológicas do SUS ainda eram realizadas no Hospital Regina, em Novo Hamburgo, em torno de 80 pacientes campo-bonenses esperavam por atendimento, alguns há mais de quatro meses. Hoje, todos que aguardavam naquele momento já foram atendidos e apenas 13 pessoas esperam agendamento de consulta, nenhum há mais de 30 dias.

Para o prefeito Luciano Orsi, a decisão pela troca de referência não poderia ter sido mais assertiva. “A Administração Municipal não mediu esforços para defender a mudança que hoje salva vidas”, observa. No Regina, Campo Bom tinha direito a 10 atendimentos oncológicos por mês. No dia 7 de dezembro, a troca de referência foi confirmada em audiência do Ministério Público.

Entre 9 de dezembro e 10 de fevereiro, um intervalo de dois meses, 73 pacientes campo-bonenses tiveram consultas agendadas em Taquara. “Os relatos dos pacientes acerca da mudança são positivos, todos puderam iniciar seus tratamentos, e a prefeitura continua disponibilizando o suporte necessário no que diz respeito ao transporte”, afirma o secretário de Saúde João Paulo Berkembrock.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

29/04/2022 0 Comentários 711 Visualizações
Saúde

Hospital Municipal de NH ganha nova estrutura para serviço de alta complexidade em cardiologia

Por Ester Ellwanger 28/04/2022
Por Ester Ellwanger

O Hospital Municipal de Novo Hamburgo (HMNH) conta com moderno e remodelado espaço para atendimento dos casos de alta complexidade em cardiologia. Neste mês de abril, o Instituto de Tratamento Cardiovascular (ITC) passa a atender em área construída de 144 metros quadrados. O prédio abriga o serviço junto à estrutura física da casa de saúde 100% SUS. Aos usuários, agendados pelo sistema de regulação, o acesso se dá pela entrada principal do HMNH e sob orientação da recepção.

O cardiologista intervencionista e diretor do ITC, Dr. Renato Saraiva, informa que as novas instalações abrigam o avançado serviço de hemodinâmica em Novo Hamburgo. “A nova estrutura permite um incremento no número de procedimentos coronários para usuários do SUS do Município e vindos de outras cidades da região”, observa.

No ITC, o equipamento de hemodinâmica é usado para procedimentos de alta complexidade na área cardiológica. Por esse meio, os procedimentos tornam-se mais confortáveis ao paciente, além de contribuírem para reduzir tempo de recuperação e risco de infecções.

Conforme o cardiologista e coordenador da equipe de Cirurgia Cardíaca do HMNH, Dr. Marcelo Piva, o serviço se mostra importante aliado na terapêutica de doenças cardiovasculares como angina e infarto.

“Mais de 41 mil exames foram realizados pelo nosso instituto ao longo do tempo”, confirma o médico. “Ou seja, milhares de usuários se beneficiam em diagnósticos e tratamentos como o cateterismo cardíaco, também conhecido por angiografia coronária.”

Com recursos provenientes do convênio entre o Município e a Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH), no valor de R$ 200 mil, o novo prédio do ITC marca os 25 anos do instituto junto ao complexo do HMNH.

Foto: Karina Moraes/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2022 0 Comentários 893 Visualizações
Saúde

Transformar Hospital Municipal em referência para atendimento oncológico pelo SUS é meta de entidades e poder público de NH

Por Ester Ellwanger 28/04/2022
Por Ester Ellwanger

“Desde a notícia dada pelo Hospital Regina, um dia antes de sair em toda a imprensa, fomos pegas de surpresa, vimos dali para diante nosso paciente chorar, nossos telefones com várias perguntas, as pessoas dizerem: ‘agora, sim, vamos morrer’. Nós estamos sofrendo juntos. Sim, a partir daquele momento, levantamos uma bandeira: não podemos nos conformar”, disse Regina Dau, presidente da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Novo Hamburgo, durante a sessão plenária na Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo nesta quarta-feira, 27 de abril.

A entidade foi convidada a ocupar a tribuna pela Comissão Especial de Acompanhamento da Referência Oncológica do SUS. A presença no Parlamento foi motivada pela transferência do atendimento público a doentes com câncer, oriundos de Novo Hamburgo, para o Hospital Bom Jesus de Taquara. A prestação desse serviço pelo Hospital Regina, até então referência regional, irá prosseguir até o dia 26 de maio. Após essa data, ficará a cargo da instituição de saúde da cidade vizinha assumir os cuidados aos pacientes.

 

Mudança

A mudança impacta diretamente na vida de 943 pessoas de Novo Hamburgo, que buscam tratamento para algum tipo de câncer. Desse total, 500 pacientes são cadastrados na Liga, por receberem até dois salários-mínimos e necessitarem de ajuda para enfrentar a doença. Nesse universo de atendidos pela instituição sem fins lucrativos, estão homens e mulheres atingidos pela enfermidade em diferentes órgãos e graus.

As informações sobre a mudança para Taquara tornaram-se públicas no mês de abril. Contudo, a Secretaria Municipal da Saúde busca soluções para o impasse, pelo menos desde 2018, diversas vezes a pasta buscou repactuação junto ao Ministério da Saúde, em Brasília, para reaportar recursos e zerar a demanda reprimida no Município, que chegou a 300 pessoas aguardando serem chamadas. Na ocasião, o valor alcançado foi apenas 30% do que seria necessário.

No começo de sua fala, a presidente da Liga lamentou que o assunto tenha vindo à tona apenas nessa momento de ruptura, mas garantiu que a entidade não deixará de atender, mesmo que exclusivamente em sua sede na rua Tupi.

Ouvimos a direção do Hospital Regina, a prefeita, o secretário de Saúde, que há seis anos vinha sendo trazido esse problema, vinha sendo pedida uma repactuação maior. Ninguém poderia imaginar chegar a esse ponto, se tivéssemos nos mobilizado antes”, lastimou a representante da entidade para um plenário lotado de voluntárias e simpatizantes da causa, a grande maioria vestindo a cor rosa, marca da entidade.

Oncologia no Hospital Municipal

“Ouvindo todas as partes, foi-nos dada uma luz. Temos um hospital 100% SUS, mas não é credenciado. Credenciar com urgência para SUS oncologia já devia ter sido feito se estava sendo visto esse problema”, declarou Regina sobre a possibilidade dada à entidade em reunião com o executivo. Nesse encontro, houve uma sinalização de uma futura ampliação do Hospital Municipal para se adequar às condições exigidas. Ela acredita que poderiam ser parceiros nessa obra a Feevale, que já oferece curso de Medicina, e empresários dispostos a ajudar.

Essa alternativa não seria viável a curto prazo. Segundo o ex-secretário municipal de Saúde Naasom Luciano, no cargo até o começo de abril, há muito que ser feito para deixar a estrutura apta a esse volume de atendimento, pois demanda leitos clínicos, bloco cirúrgico, entre outros.

“O nosso planejamento é trazer a oncologia para dentro do Hospital Municipal após a conclusão das obras que se iniciaram”, informou o ex-representante da pasta, que acompanhou o debate no Legislativo. Ajustes e melhorias urgentes e, postergadas há algum tempo, estão ocorrendo somente agora, segundo Naasom. Com 75 anos de fundação, é a primeira vez que o telhado está sendo arrumado, e reformadas as quatro salas do bloco cirúrgico, atingidas pelo vendaval de 2014, assim como o anexo, programado em 2012, que teve seu custo mais que duplicado devido especialmente à pandemia.

O ex-vereador Naasom pontuou que a pactuação de valores não depende só da boa vontade do Município. Os caminhos da solicitação para ampliação dos valores pagos é longo: Fórum Regional, Comissões Intergestores Bipartite (CIB) e Secretaria de Saúde do Estado. Para que o Ministério da Saúde avalie, precisa ter havido uma aprovação regional e estadual. Ele narrou que, nos últimos dois anos, mais de 10 pautas foram encaminhadas por Novo Hamburgo, e a nenhuma delas foi autorizado o prosseguimento pelo Estado.

Segundo Naasom Luciano, o problema não foi informado com certa antecedência à comunidade em virtude de um compromisso assumido junto ao Ministério Público Federal, de só divulgar a situação quando houvesse uma instituição já habilitada para assumir os doentes oriundos do Hospital Regina. O ex-secretário informou que estava em tratativa a renovação do serviço em Novo Hamburgo, quando o MPF instaurou uma ação civil pública contra o Estado, o Ministério da Saúde, o Hospital Regina e os cinco municípios atendidos – Campo Bom, Dois Irmãos, Estância Velha, Ivoti e Novo Hamburgo.

Ele esclareceu que a demanda reprimida, a ineficiência em atender no prazo de 60 dias e o represamento de exames e cirurgias motivaram o processo. Durante as audiências, por sugestão do Estado, ficou definido que as quatro cidades vizinhas seriam atendidas pelo hospital de Taquara e a fatia de recursos correspondente aos 172 pacientes provenientes desses locais, transferida à nova unidade de referência. Isso ocorreu depois de a instituição de saúde taquarense se comprometer em zerar a fila de primeiras consultas, assim como as de cirurgias, compromisso que vem sendo cumprido em sua totalidade no primeiro quesito e em andamento no segundo.

Pelo relato de Naasom, nesse novo cenário, o recurso restante, vinculado aos atendimentos exclusivamente de Novo Hamburgo, não era suficiente para manter o serviço em território hamburguense. “Nos reunimos com o Hospital Regina, então, que nesse momento disse o seguinte: ‘com o recurso que vai sobrar, a gente não consegue dar conta de atender os parâmetros de portaria, que são 62 novos acessos todos os meses, o número estipulado de exames de alta complexidade etc.’ Tá lá no processo uma notificação do Hospital Regina: nós não teremos condições e vamos pedir a desabilitação”, descreveu Naasom. Ele acrescentou que o aporte dos valores que deixaram de ser recebidos pela instituição de saúde hamburguense, em torno de R$ 300 mil mensais, tem sido garantido pelo município.

O atual secretário municipal da Saúde, Marcelo Reidel, afirmou que, a partir do momento que o Hospital Regina perdeu os municípios das referências, deixou de ser atrativo o contrato. Ele reiterou que essa situação ocorreu em dezembro, e o pagamento está a pleno devido aos recursos complementares repassados pela administração hamburguense.

Com a desistência da instituição de Novo Hamburgo em cumprir os atendimentos conforme os valores pactuados, externada no começo do ano em audiências, a opção possível foi buscar um outro local de referência. Nassom contou que as tratativas se iniciaram com o Hospital Conceição, que, em um momento avançado das negociações, revelou precisar de um prazo de pelo menos um ano para conseguir absorver a demanda devido à necessidade de obras, restando como opção também aos pacientes hamburguenses os serviços oferecidos em Taquara.

Para Reidel, o debate na Câmara é o momento para esclarecer um pouco o lado do Executivo. De acordo com ele, a administração municipal teve que fazer o melhor dentro das possibilidades. Sem alternativas a curto prazo, o transporte dos pacientes para Taquara será garantido, com vans que buscarão os enfermos em suas casas e os levarão ao atendimento. Com contrato emergencial de R$ 100 mil por mês, deverão ser garantidas 200 viagens.

O atual titular da pasta declarou que o número não é fixo, sendo a principal meta atender a todos que precisarem se descolar à cidade vizinha. Ele frisou que trata-se de um momento de transição, com mutirões previstos para equacionar possíveis problemas e dificuldades. Desde que teve início a migração, já há 17 novos casos. Outra questão trazida por ele, após questionamento de Brizola, foi que os cidadãos deverão ter acesso à medicação de uso contínuo aqui em Novo Hamburgo. Reidel afirmou que esse assunto está em negociação, estimando que 90% dos remédios possam ser alcançados aos enfermos aqui na cidade.

Reidel explanou que não faltaram esforços, inclusive, emendas parlamentares de políticos do município foram direcionadas para o Regina. Essa mesma preocupação não teria sido percebida, de acordo com ele, por parte daqueles representantes eleitos nas demais cidades vizinhas, que tinham Novo Hamburgo como referência na área de Oncologia pelo SUS.

 

Comissão especial e a mobilização da comunidade

O impacto gerado pela transferência e importância do debate levaram um número expressivo de pessoas à sede da Câmara nesta quarta. Conforme estimativa da direção do Legislativo, cerca de 250 cidadãos ingressaram no prédio e assistiram à sessão em várias dependências da Casa. O público acompanhou as falas no Plenário, com capacidade de 111 cadeiras, no plenarinho, no hall e em diversas salas com televisões. Em respeito às limitações exigidas no alvará do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI), emitido pelo Corpo de Bombeiros, uma parte das voluntárias da Liga e interessados no assunto não puderam ingressar no prédio.

Para uma plateia atenta e à espera de alternativas, Enio Brizola (PT), presidente da comissão especial, expôs que o grupo de parlamentares elegeu como prioridade ouvir a Liga Feminina e na sequência a direção do Hospital Regina, que foi convidada a participar de reunião do colegiado na próxima sexta-feira, 29. Além de ter Brizola à frente dos trabalhos, o grupo conta como relator Raizer Ferreira (PSDB) e como secretária Semilda – Tita (PSDB).

“Vamos iniciar hoje aqui nessa casa uma grande mobilização, uma mobilização pela vida, não estamos sozinhos e não podemos ficar sozinhos”, disse o presidente da Comissão Especial. Brizola lembrou que a região obteve conquistas importantes e históricas, tais como a Universidade Feevale, a Fundação Municipal de Saúde e a vinda do trem até Novo Hamburgo. Para o parlamentar, a cidade tem força política para reverter a situação. “Essa luta tem dia para iniciar. Quero propor que ninguém aceite que seja sacramentado o atendimento em Taquara”, reforçou o parlamentar do PT.

O presidente da Comissão Especial avisou que está entre as ações programadas pelo colegiado a visita ao novo hospital. Em virtude de ser uma vistoria técnica, questionou se algum representante da equipe oncológica do Hospital Regina poderia acompanhar os vereadores quando for agendada essa externa.

Além dos representantes da área da saúde, acompanharam a sessão o secretário da Fazenda, Gilberto dos Reis, o assessor jurídico especial José Cacio Bortolini, a advogada Maria Regina Abel, representando a Comissão de Direitos Humanos da OAB, e o cirurgião oncológico Carlos Antonello, responsável pela área no Hospital Regina.

 

Antonello lembrou que o transporte até a cidade vizinha, que fica a cerca de 40 quilômetros de distância, é um fator crítico, mas há mais questões envolvidas. Ele sinalizou que outra preocupação é saber para onde será levado o paciente que passar mal após retornar do tratamento quimioterápico, por exemplo. o profissional questionou se poderá ser atendido na UPA de Novo Hamburgo ou terá que retornar para Taquara. De acordo com o especialista, a estatística médica já mostra que a pessoa com câncer deve realizar o tratamento o mais próximo possível do seu município, e citou o caso de São Paulo, cidade que prevê até mesmo a importância de a pessoa ser atendida no próprio bairro ou próximo àquele que reside.

A respeito do Hospital Bom Jesus, o médico relatou ter sido convidado há quatro anos para realizar cirurgias oncológicas na instituição e, junto a um colega de profissão, ter constatado, naquele momento, não haver condições para procedimentos desse porte.

Foto: Daniele Souza/ Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2022 0 Comentários 872 Visualizações
Saúde

Sábado é Dia D da vacinação contra a gripe e sarampo em NH

Por Ester Ellwanger 27/04/2022
Por Ester Ellwanger

Mais um dia de mobilização contra a gripe e contra o sarampo. As equipes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Novo Hamburgo se organizam para receber a comunidade neste sábado, 30 de abril, das 8h às 17h, em todas as unidades de saúde do município (exceto UBSs Santo Afonso e Canudos) para imunizar especialmente contra estas doenças. O público são as crianças de 6 meses a menores de 5 anos, idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da área da saúde. A imunização ocorrerá por livre demanda, por ordem de chegada, sem a necessidade de agendamento.

Importante levar a documentação como Cartão SUS de Novo Hamburgo, documento de identidade com foto, certidão de nascimento e Carteira de Vacinação, no caso das crianças.

A Diretoria de Saúde faz um alerta para o esquema das doses para as crianças: se estiver recebendo este ano pela primeira vez a vacina contra a gripe, deverá receber duas doses, com intervalo de 30 dias. Se já recebeu o imunizante em ano anterior, vai receber agora somente a dose única, seguindo a recomendação das outras idades. A vacinação contra o sarampo e contra a gripe pode ser feita no mesmo momento.

 

Atendimento a pacientes com dengue

O Dia D de vacinação contra a gripe e o sarampo não terá a aplicação das imunizações na Unidade Básica de Saúde (UBS) Canudos e na UBS Santo Afonso, que estarão abertas para atendimentos exclusivos para pacientes com sintomas de dengue das 08h às 17h.

 

Atualização da Carteira de Vacinação

O sábado também será a oportunidade para que pais ou responsáveis atualizem a Carteira de Vacinação das Crianças. Todas as vacinas que compõem o calendário pediátrico estarão disponível no dia.

 

Vacina pediátrica contra a covid

A aplicação da vacina contra a covid com o imunizante CoronaVac em crianças de 6 a 11 anos, tanto para a primeira como para a segunda dose, também estará disponível no sábado nas unidades de saúde.

Já a vacina da Pfizer Pediátrica estará disponível somente na Unidade de Saúde Lomba Grande e na Casa da Vacina.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2022 0 Comentários 812 Visualizações
Saúde

Montenegro tem alterações na vacinação contra Covid, Gripe e Sarampo

Por Ester Ellwanger 25/04/2022
Por Ester Ellwanger

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Montenegro, por meio do setor de Imunizações, informa que, a partir desta terça-feira, 26 de abril, haverá mudanças na dinâmica de vacinação contra a Covid-19, Gripe e Sarampo.

De acordo com a enfermeira Nicole Ternes, responsável pela atividade, é preciso que os grupos de vacináveis estejam atentos para as datas, horários e detalhes da aplicação das doses.

 

Covid 19

Por orientação do Governo Federal, as crianças recém-vacinadas contra a Covid-19 não precisam mais esperar, com os pais, 20 minutos na unidade de saúde após a aplicação da dose. Com isso, não haverá mais imunização infantil por agendamento.

A partir desta quarta-feira (27), a vacinação será por livre demanda, doses 1 e 2, nas Estratégias de Saúde da Família (ESFs) 1 (Germano Henke) e 3 (Industrial). Na primeira unidade, a imunização será diariamente das 8h às 11h30. Na do bairro Industrial o atendimento ocorre das 8h às 11h30 e das 13h às 16h30.

 

Influenza (gripe)

A SMS recebeu um documento, no final da última semana, antecipando a data de início da vacinação contra a Gripe. Por isso, nesta terça-feira (26), o Município vacinará crianças de 6 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias. A vacina será aplicada na Unidade Básica de Saúde (UBS) Centro, na sede da SMS, e nas ESFs 1 e 3 (Germano Henke e Industrial).

Até o sábado, dia 30, as doses serão ofertadas, exclusivamente, para crianças, trabalhadores da área de saúde e idosos acima de 60 anos. A partir de 2 de maio, os demais grupos prioritários também passam a ser imunizados.

 

Sarampo

A vacinação contra o Sarampo também acontece no município. Para profissionais da área da saúde, a imunização ocorre como complemento de esquema. O indivíduo precisa de duas doses, na vida, para a imunização completa. Quem já fez as duas não precisa mais receber.

“É importante que as pessoas procurem suas cadernetas para ter certeza se já receberam essa vacina alguma vez”, enfatiza Nicole.

A partir desta terça-feira (26), serão vacinadas, também, todas as crianças de 6 meses até menores de 5 anos, mesmo com as cadernetas em dia. Esses públicos devem procurar os locais de vacinação: Unidade Básica de Saúde (UBS) Centro, sede da SMS, e ESFs 1 e 3 (Germano Henke e Industrial).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2022 0 Comentários 832 Visualizações
Saúde

Nutrição hospitalar após a Covid-19 estará em debate em Porto Alegre

Por Stephany Foscarini 25/04/2022
Por Stephany Foscarini

O setor de nutrição é um forte aliado no tratamento dos pacientes no âmbito hospitalar. Uma alimentação adequada às particularidades de cada doença, além de beneficiar o processo de cura ou de conforto, torna melhor o período de internação.

Após os desafios trazidos pela pandemia, agora os serviços de nutrição têm de lidar com novas questões que impactam no dia a dia das instituições, como o aumento de preço dos alimentos e do gás, além de seguir acompanhando o impacto do vírus na vida dos colaboradores. Esse novo cenário será destaque nas palestras da 5ª Jornada de Nutrição Hospitalar do SINDIHOSPA (Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre).

“O nosso atual desafio é lidar com a diminuição de orçamento e doações no pós-pandemia, em um cenário econômico de aumento de preços, contando com um olhar humanizado para as nossas equipes que passaram pelo período difícil de atendimento e perda durante a Covid-19”, destaca a coordenadora do Comitê de Nutrição do Sindicato, Cláudia Villela.

O evento, que ocorrerá ao longo de todo o dia 6 de maio, no Instituto do Cérebro (InsCer), em Porto Alegre, contará com palestrantes nacionais e estaduais, discutindo temas como o comer intuitivo, desafios da gestão de nutrição, tecnologia em produção de alimentos e empreendedorismo no setor. “Será uma programação diversificada para contribuir com a qualificação dos profissionais”, afirma o presidente do SINDIHOSPA, Henri Siegert Chazan.

A programação completa e inscrições podem ser conferidas no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2022 0 Comentários 942 Visualizações
Saúde

SBD-RS reforça a associação do uso de suplementos nutricionais com acne

Por Stephany Foscarini 21/04/2022
Por Stephany Foscarini

Com o intuito de auxiliar na recuperação e ganho de massa muscular, o Whey Protein tornou-se presente na rotina de atletas e adeptos de atividades físicas mais intensas. Produzido a partir da proteína extraída do soro do leite, o suplemento é composto por aminoácidos que são absorvidos pelo corpo de forma rápida e ajudam na construção e fortalecimento de músculos e tecidos. Sendo facilmente adquirido e muito recomendado entre praticantes de esportes, a suplementação com Whey Protein exige cuidados.

“O uso do suplemento pode estimular a produção de alguns hormônios que aumentam a oleosidade e levam ao surgimento da acne, especialmente em pessoas já predispostas” alerta o médico dermatologista e diretor da Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio Grande do Sul (SBD-RS), Juliano Peruzzo.

Por isso, de acordo com Peruzzo, é vital estar atento às orientações dos profissionais da saúde, seja para quem for começar ou mesmo para quem já estiver utilizando o Whey Protein.

É importante conversar com seu médico ou nutricionista, principalmente quem já tem uma predisposição à acne, para tentar encontrar um suplemento ideal para si”.

“É importante conversar com seu médico ou nutricionista, principalmente quem já tem uma predisposição à acne, para tentar encontrar um suplemento ideal para si. E assim que começar a suplementação, deve-se atentar caso surjam sinais de piora da acne, surgimento de oleosidade e de lesões inflamatórias. Não se deve fazer suplementação sem a orientação de um nutricionista”, recomenda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/04/2022 0 Comentários 977 Visualizações
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Edição 304 | Mar 2026

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