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Saúde

Saúde

Novo Hamburgo apresenta índice de infestação em alerta para Aedes aegypti no 3º LIRAa de 2025

Por Marina Klein Telles 25/09/2025
Por Marina Klein Telles

O terceiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2025, realizado entre os dias 1º e 11 de setembro, apontou que Novo Hamburgo está em estado de alerta para doenças transmitidas pelo mosquito, como dengue, zika e chikungunya. O índice de infestação predial (IIP) encontrado foi de 1,1%, o que significa que, a cada 90 imóveis vistoriados, um apresentou larvas ou pupas do Aedes aegypti.

O levantamento foi realizado pelos Agentes de Combate às Endemias (ACEs) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Após a coleta, as amostras de larvas e pupas são encaminhadas para identificação em laboratório, em parceria com a Universidade Feevale, que também colabora na análise e mapeamento dos dados.

Ao todo, 4.033 imóveis foram vistoriados e 115 amostras coletadas, sendo que 43% delas testaram positivo para o mosquito transmissor.

As áreas mais afetadas foram identificadas em quatro dos nove estratos em que a cidade é dividida para o levantamento, classificados como iminente perigo à saúde pública. Os outros cinco estratos apresentaram situação satisfatória.

Casos confirmados

De janeiro até a semana epidemiológica 39, Novo Hamburgo recebeu 4.101 notificações de casos suspeitos de dengue, sendo 3.221 confirmados, 85 em investigação, 795 descartados e 1 óbito registrado. Todos os bairros apresentaram casos confirmados, com maior concentração nos bairros Canudos e São Jorge, que somaram mais de 70% das confirmações.

Principais depósitos do mosquito

O levantamento também apontou os locais mais comuns de proliferação do mosquito. Os depósitos classificados como tipo B – pequenos recipientes como pratinhos de vasos de plantas, bebedouros de animais, baldes e garrafas – representam 55,1% dos focos encontrados. Em seguida, aparecem os pneus e materiais rodantes (tipo D1), com 14,3%, e o acúmulo de lixo e entulhos (tipo D2), com 12,2%. Depósitos fixos, como ralos e calhas, correspondem a 10,2% dos registros.

Prevenção e combate

A supervisora dos ACEs da SMS, Andrea Martins, reforça que, mesmo com que o índice seja considerado de alerta e não de alto risco, “é fundamental que a população faça vistorias semanais em suas residências e elimine qualquer local que possa acumular água. O mosquito segue presente, e a prevenção depende da participação de todos”, destaca. Ela lembra ainda que a aplicação de inseticidas não é feita com base na quantidade de mosquitos, mas conforme casos confirmados da doença, sendo direcionada para áreas com registros positivos, a fim de conter surtos.

Outro ponto fundamental, segundo Andrea, é que a população receba os agentes em suas residências. “É muito importante que os moradores permitam a entrada dos agentes para que eles possam vistoriar os locais, orientar sobre os possíveis criadouros e, principalmente, eliminar focos do mosquito. Esse trabalho conjunto é essencial para o controle da dengue e de outras arboviroses”, reforça.

Atendimento e denúncias

Em caso de suspeita de dengue, os moradores devem procurar a unidade de saúde mais próxima para atendimento e diagnóstico. Denúncias sobre locais com possíveis criadouros podem ser feitas pela ouvidoria SUS, pelo WhatsApp (51) 99831-6500.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2025 0 Comentários 142 Visualizações
Saúde

Moinhos de Vento é o terceiro melhor hospital do Brasil no ranking IntelLat

Por Jonathan da Silva 24/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento foi classificado como o terceiro melhor hospital do Brasil e o sexto da América Latina no ranking da IntelLat, divulgado nesta terça-feira (23) em evento online. A pesquisa, que avalia desempenho clínico, qualidade assistencial, experiência do paciente e inovação em gestão da saúde, também destacou a instituição de Porto Alegre entre os melhores do continente em quatro especialidades médicas.

Na primeira edição do ranking que analisa setores específicos, o Moinhos de Vento obteve posições de destaque em áreas estratégicas: terceiro do Brasil e oitavo da América Latina em pediatria; terceiro do Brasil e quinto da América Latina em oncologia; segundo do Brasil e sexto da América Latina em ginecologia e obstetrícia; e terceiro do Brasil e sétimo da América Latina em cardiologia.

Segundo a IntelLat, o objetivo do levantamento é mapear e valorizar a excelência hospitalar em diversos países do continente, oferecendo uma das mais abrangentes avaliações independentes da região.

Compromisso com qualidade e inovação

Para o CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parini, a presença no ranking consolida o trabalho contínuo da instituição. “Estar entre os melhores hospitais da América Latina, no ranking geral e em especialidades médicas estratégicas, reafirma o compromisso com a qualidade médico-assistencial e com a inovação em saúde. É um reconhecimento que reflete o trabalho diário de nossas equipes e a nossa busca permanente pela excelência”, afirmou Parini.

História do Hospital Moinhos

Fundado em 1927, o Hospital Moinhos de Vento foi o segundo do país a obter acreditação da Joint Commission International (JCI), sendo reacreditado pela oitava vez consecutiva em 2023. Atualmente, possui um dos parques robóticos multiplataforma mais diversificados da América Latina e é referência em práticas sustentáveis, sendo a primeira instituição do Brasil a implantar uma Central de Transformação de Resíduos em seu complexo.

O hospital é um dos seis de referência nacional segundo o Ministério da Saúde e o único fora do eixo São Paulo a integrar o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Também já foi apontado como o melhor hospital da Região Sul e o quarto melhor do Brasil pela revista Newsweek, além de ser eleito a melhor empresa do país no segmento Saúde no Anuário Época Negócios.

Recentemente, conquistou outros reconhecimentos internacionais, como o terceiro lugar entre os melhores hospitais da América Latina e o segundo do Brasil pela Latam Business Conference, além de ter se destacado no ranking IntelLat em telemedicina e experiência do paciente.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 215 Visualizações
Saúde

Hospital de Caridade de Canela tem PPCI aprovado após três anos

Por Jonathan da Silva 24/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital de Caridade de Canela (HCC) obteve nesta segunda-feira (22) a aprovação do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI), documento fundamental para a segurança de pacientes, profissionais e visitantes. A habilitação estava desatualizada há mais de três anos e foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros após uma série de readequações realizadas pela atual administração.

Segundo o técnico em segurança do hospital, Guilherme da Silva Boff, o último projeto havia sido aprovado em 2022. “Foi realizada a adequação dos extintores, toda a sinalização e luzes de emergência, além de regular as bombas de água do hidrante e atualização da planta baixa para que tudo ficasse dentro do padrão exigido”, explicou Boff.

O interventor do HCC, Emanoel Messias Morais do Nascimento, ressaltou que a conquista exigiu esforço conjunto. “Tivemos que movimentar muitas equipes, realizar readequações de setores, enfrentar toda a burocracia e investir em treinamentos para nossas equipes”, afirmou Nascimento.

Importância para a comunidade

O prefeito de Canela, Gilberto Cezar (PSDB), destacou que a atualização representa um marco para a instituição, que está sob intervenção municipal. “O Hospital de Caridade de Canela é uma instituição fundamental, hoje sob intervenção municipal. Garantir que esteja adequado às normas de segurança reforça nosso compromisso com a saúde e com a vida da população. É uma conquista que beneficia toda a cidade, representa segurança, confiança e avanço”, comentou o chefe do executivo canelense.

Foto: Izaque Santos/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 167 Visualizações
Saúde

Estudantes de Medicina da Ulbra lançam projeto para fortalecer a saúde mental

Por Marina Klein Telles 24/09/2025
Por Marina Klein Telles

Estudantes de Medicina da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) lançaram, na terça-feira (23), o Reame (Rede Emanuel de Afeto, Medicina e Escuta), um projeto voltado ao acolhimento e ao cuidado com a vida. Idealizado pelo Centro Acadêmico de Medicina da Ulbra (Camu) e pelo Núcleo de Acolhimento ao Estudante de Medicina (Naem), com apoio da Universidade, o projeto cria um espaço acolhedor e contínuo de diálogo, escuta e troca de experiências entre acadêmicos e profissionais da área, construindo uma rede de apoio mútua que fortaleça vínculos, diminua angústias e promova o desenvolvimento humano e profissional.

O lançamento do Reame ocorre durante o Setembro Amarelo, campanha mundial de prevenção ao suicídio, criada nos Estados Unidos em 1994 e oficializada no Brasil em 2014 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Os encontros serão realizados mensalmente, com temas específicos como “Primeiros Desafios da Medicina”, “Espiritualidade e sentido na prática médica”, “Luto e perdas na formação médica”, entre outros assuntos que atravessam a jornada dos futuros médicos.

Saúde mental na formação médica

O reitor da Ulbra, Adriano Chiarani, reforça o caráter coletivo da proposta. “Esse projeto nasce para fazer a diferença na vida de quem precisa, em um tempo em que estamos cada vez mais hiperconectados, mas muitas vezes desconectados de nós mesmos e do outro. Emanuel, em hebraico, significa ‘Deus conosco’, e esse sentido de presença e cuidado se expande por meio de cada um de nós. Nosso propósito é que as pessoas encontrem significado e felicidade em sua caminhada”, destacou o reitor. O coordenador do curso de Medicina da Ulbra, professor Dr. Marcelo Guerra, destaca a importância da iniciativa.“Existe uma pesquisa centenária de Harvard que reafirma que a coisa mais importante para a felicidade não é poder, não é dinheiro; são os amigos,. Muitas vezes, o aluno chega com a meta de se tornar um grande especialista e esquece de valorizar o presente da graduação. Precisamos vencer o credencialismo e formar, acima de tudo, bons médicos”, relatou.

Homenagem que gera transformação

O projeto é uma homenagem a Emanuel Pandini Pilon, um estudante que marcou a trajetória de muitos colegas e cujo legado inspirou a criação do espaço.  A estudante Laura Lemos, uma das idealizadoras do movimento, lembra a convivência com o amigo, que chegou a morar junto com ela. “Conviver com ele foi aprender sobre generosidade e cuidado. A sua partida deixou um silêncio imenso, mas desse silêncio nasceu o desejo de criar um espaço onde ninguém precise atravessar suas dores sozinho. A Medicina exige muito de nós, noites em claro, cobranças e medos, e às vezes esquecemos que antes de sermos futuros médicos somos seres humanos. O Reame é um convite para olharmos uns para os outros com empatia e coragem”, conta.

A iniciativa surge diante de um cenário mundial preocupante: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1 bilhão de pessoas sofrem de algum transtorno mental, e mais de 75% não recebem tratamento adequado em países de baixa e média renda. O mundo perde aproximadamente US$ 1 trilhão anualmente por não tratar corretamente a ansiedade e a depressão. No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas tenham depressão, doença diretamente associada ao suicídio e considerada uma das mais incapacitantes da atualidade.

Diversos estudos demonstram que acadêmicos de Medicina apresentam taxas significativamente maiores de ansiedade, depressão e ideação suicida em comparação à população geral da mesma faixa etária. Para enfrentar esse desafio, o Reame se apresenta como um espaço de acolhimento em momentos de crise e, principalmente, como uma ação preventiva e contínua. Seu propósito é romper com o isolamento, fomentar redes de solidariedade e estimular a construção de uma cultura acadêmica mais saudável. O lema do projeto sintetiza sua essência: “Afeto que transforma, escuta que acolhe.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 159 Visualizações
Saúde

Casa de Saúde Menino Jesus de Praga conquista o Prêmio Excelência da Saúde 2025

Por Jonathan da Silva 23/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Casa de Saúde Menino Jesus de Praga, de Porto Alegre, foi reconhecida com o Prêmio Excelência da Saúde 2025 na categoria Gente e Gestão. A premiação foi entregue neste final de semana durante o Healthcare Conference, em Ribeirão Preto, no interior paulista, destacando práticas de inovação em gestão de pessoas, desenvolvimento de lideranças e a Cultura do Cuidado adotada pela instituição.

De acordo com a entidade, o resultado é reflexo de um ciclo iniciado em setembro de 2022, quando a instituição estruturou um processo de profissionalização da gestão. Nesse período, foram implementados programas como a Jornada da Liderança, que promove integração entre áreas, estimula autonomia com responsabilidade e desenvolve competências gerenciais. A formação é conduzida por consultores referência em desenvolvimento humano no Rio Grande do Sul, que atuam de forma voluntária.

Entre os avanços alcançados estão assessments, encontros regulares de capacitação, criação de níveis de liderança (Executiva, Estratégica e Referências Técnicas), formação de supervisoras na assistência, expansão do grupo de lideranças estratégicas e inserção no ecossistema de inovação do Tecnopuc. Nos anos de 2023 e 2024 foram contabilizadas mais de 1.900 horas de treinamento, e para 2025 estão previstas 1.440 horas adicionais, além de promoções internas em diferentes áreas.

Resultado do esforço coletivo

O diretor executivo da Casa de Saúde Menino Jesus de Praga, Arno Duarte, ressaltou que a conquista representa o esforço coletivo da equipe. “Este prêmio é resultado de um trabalho construído a muitas mãos. Cuidamos de quem cuida, apoiamos as equipes e formamos lideranças para que o cuidado chegue melhor a cada acolhido”, afirmou Duarte.

De acordo com a instituição, os efeitos do processo de transformação têm se refletido em três frentes: para pacientes e acolhidos, há um atendimento mais coordenado, protocolos definidos e cuidado centrado na pessoa; para as equipes, há maior engajamento, confiança nas lideranças e ambiente colaborativo; para a instituição e comunidade, acontece o fortalecimento da governança, planejamento estratégico compartilhado, parcerias e participação em ambientes de inovação.

O que é a Casa de Saúde Menino Jesus de Praga

Fundada há 41 anos, a Casa de Saúde Menino Jesus de Praga é uma instituição filantrópica de Porto Alegre especializada em acolhimento de longa permanência para pessoas com lesões neurológicas e motoras de alta e média complexidade. Localizada em uma área de 4,7 mil m², a instituição opera 24 horas por dia e conta com uma equipe de 150 profissionais. Atualmente, abriga 59 acolhidos, com capacidade para até 100 pessoas, oferecendo serviços que incluem enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, hidroterapia e odontologia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2025 0 Comentários 198 Visualizações
Saúde

Seminário sobre câncer ginecológico é realizado no Hospital Fêmina, em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 23/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Oncofriends e o Instituto Ceos promoveram o “Seminário Setembro em Flor” nesta segunda-feira (22), no Hospital Fêmina, em Porto Alegre. O encontro marcou os 52 anos de funcionamento do hospital e reuniu cerca de 50 profissionais de saúde para discutir avanços na prevenção e no tratamento de doenças oncológicas ginecológicas, além de estratégias de conscientização sobre o câncer de colo de útero, considerado um dos mais letais entre mulheres.

Durante a programação, especialistas apresentaram informações sobre a incidência da doença. Segundo os dados divulgados, o câncer de colo de útero é o mais letal entre mulheres até 35 anos e o segundo que mais mata até os 60. Globalmente, uma mulher morre a cada dois minutos em decorrência da enfermidade, sendo que muitos casos chegam ao Hospital Fêmina em estágio avançado.

A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV), principal causa da doença, foi reforçada como medida essencial de prevenção. O CEO do Instituto Ceos, Paulo Pitrez, destacou a importância do imunizante. “Evidências científicas indicam que, se toda a população se vacinar ainda na juventude, poderemos erradicar esse câncer que afeta tantas famílias. A vacina, aliada aos novos tratamentos que a pesquisa clínica desenvolve, é fundamental na prevenção e no tratamento”, afirmou Pitrez.

Voz das pacientes

A gestora da Oncofriends, Daniela Miranda, ressaltou a relevância do diálogo entre profissionais e pacientes. “Como pacientes oncológicas, ter a oportunidade de entrar em um hospital 100% SUS e dialogar diretamente com os servidores é muito importante. Antes, eles nos deram o primeiro acesso às pacientes; agora, conseguimos falar com quem está na linha de frente. Isso reverbera tanto na vida desses profissionais e suas famílias quanto no cuidado com os pacientes”, destacou Daniela.

Outras iniciativas

O seminário também apresentou projetos da Promotoria da Infância voltados ao acolhimento de jovens e famílias, além de orientações sobre autodefesa e sobrevivência.

Lançamento beneficente

O evento marcou ainda o lançamento da Noite de Doar, que ocorrerá em 2 de dezembro, promovida pela Oncofriends e Instituto Ceos, em parceria com o Moda Alegre e apoio do Café da Catedral. A ação pretende arrecadar fundos para o projeto Cuidar de quem cuida, voltado à aquisição de móveis para áreas de convivência dos profissionais da saúde, reforma da sala de espera para pais de crianças em UTI Neonatal e registros de nascimento. A arrecadação também fortalecerá as atividades da Oncofriends e do Moda Alegre, que atua em 25 comunidades de Porto Alegre.

Foto: Paulo Fonseca/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2025 0 Comentários 161 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento recebe prêmio nacional de saúde

Por Jonathan da Silva 22/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, foi reconhecido no Prêmio Excelência da Saúde 2025, na categoria Arquitetura e Engenharia, durante cerimônia realizada neste sábado (20) no Royal Tulip JP Ribeirão Preto, em São Paulo. A distinção é concedida pelo Grupo Mídia, dentro do Healthcare Conference, considerado o maior encontro de Gestão em Saúde do Brasil, e tem como objetivo destacar instituições que se sobressaem pela inovação e impacto social em suas práticas.

Os vencedores foram definidos pelo Conselho Editorial e pelo setor de inteligência de mercado do Grupo Mídia, a partir de critérios como relevância, inovação e resultados dos projetos inscritos. A premiação existe desde 2013 e reconhece instituições de saúde em diferentes categorias.

Aliança entre infraestrutura e experiência

De acordo com o CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, o reconhecimento está ligado ao esforço da instituição em aliar infraestrutura moderna à experiência do paciente. “Este prêmio reforça nossa missão de oferecer à sociedade um ambiente de saúde que alia qualidade, tecnologia e humanização. A arquitetura e a engenharia estão diretamente conectadas à experiência do paciente e ao bem-estar de quem trabalha conosco. Receber esse reconhecimento nacional nos motiva a seguir inovando para transformar a saúde no Brasil”, afirmou Parrini.

Estrutura e investimentos

Entre os projetos recentes da instituição está o Hospital do Coração, inaugurado neste ano com investimento de R$ 210 milhões. A unidade conta com mais de 6.500 m² de área construída, 33 leitos de UTI especializados, 20 leitos de internação e quatro salas de hemodinâmica de última geração. O espaço foi planejado dentro de padrões internacionais de tecnologia, sustentabilidade e humanização, reunindo equipe médica voltada ao atendimento de emergências e casos complexos.

O que é o Hospital Moinhos de Vento

Fundado em 1927, o Hospital Moinhos de Vento foi o segundo do país a receber a acreditação da Joint Commission International (JCI), já renovada oito vezes. A instituição integra o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) como o único hospital fora do eixo São Paulo a participar. Também é referência em sustentabilidade, tendo sido a primeira do Brasil a construir uma Central de Transformação de Resíduos em seu complexo hospitalar.

Foto: Evandro Moraes/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2025 0 Comentários 299 Visualizações
Saúde

Redes sociais e banalização de diagnósticos preocupam especialistas da psicologia

Por Jonathan da Silva 19/09/2025
Por Jonathan da Silva

Cerca de meio milhão de brasileiros se afastaram do trabalho em 2024 por questões relacionadas à saúde mental, um aumento de 68% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério da Previdência Social. Diante desse cenário, a professora de Psicologia da UniRitter, Susani Oliveira, está alertando para os riscos da banalização de diagnósticos de transtornos psicológicos e de desenvolvimento, fenômeno que tem se intensificado com a exposição do tema nas redes sociais.

De acordo com a docente, trivializar diagnósticos pode reforçar preconceitos, ampliar discriminações e dificultar a adesão a tratamentos. “Quando um transtorno é banalizado, perde-se a dimensão do seu impacto real na vida das pessoas e na sociedade, o que pode prejudicar a busca por tratamento adequado”, afirma Susani.

Redes sociais como gatilho

O aumento do debate sobre psicologia nas redes é visto como positivo pela especialista, mas exige cuidado. A professora explica que informações sem responsabilidade podem gerar distorções. “Hoje já não é mais pejorativo dizer que faz terapia ou que possui um transtorno psicológico. Essa mudança é um ganho. Porém, quando a informação circula sem responsabilidade, abre espaço para distorções”, destaca Susani, citando o exemplo de uma música que tratava do Transtorno de Personalidade Borderline e poderia levar a interpretações equivocadas.

Segundo a professora, a popularização de vídeos curtos levou muitas pessoas ao autodiagnóstico. “As redes sociais podem funcionar como um alerta, incentivando alguém a procurar ajuda. O problema é quando a pessoa se rotula a partir de um conteúdo superficial. Ser muito organizado, por exemplo, não significa ter Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). O que diferencia uma característica pessoal de um transtorno clínico é a intensidade, a duração e a frequência com que os sintomas aparecem”, pontua Susani.

Experiências compartilhadas

Para a professora, os relatos podem ser positivos quando acompanhados de orientações médicas ou de experiências pessoais comunicadas com responsabilidade. “É preciso estar ciente das consequências que acompanham as postagens. Quando o discurso é sensacionalista ou pejorativo, o impacto pode ser ainda mais estigmatizante, levando até mesmo pessoas diagnosticadas a resistirem ao tratamento”, ressalta a especialista.

Susani acrescenta que quando figuras públicas compartilham diagnósticos de forma consciente, isso pode inspirar acolhimento. “Quando alguém que admiramos compartilha seu diagnóstico, isso pode servir de inspiração e mostrar que é possível conviver com o transtorno e alcançar conquistas”, detalha a docente.

Informação com responsabilidade

Susani defende que informação sobre saúde mental deve ser acompanhada de práticas éticas e legais, tanto por parte dos usuários quanto das plataformas digitais. Na última semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) redefiniu a responsabilidade dessas empresas, exigindo a remoção de conteúdos ilícitos e ações proativas contra desinformação e discurso de ódio.

Autodiagnóstico e automedicação

Um levantamento do Datafolha em 2024 revelou que nove em cada dez brasileiros tomam medicamentos por conta própria. A especialista alerta para os riscos desse comportamento. “O impacto pode surgir de várias formas: automedicação, adoção de tratamentos inadequados ou até a piora do quadro clínico. Além disso, a pessoa pode começar a construir sua identidade com base em um rótulo equivocado, o que afeta diretamente sua autoestima e suas relações”, explica Susani.

O papel dos profissionais

Nesse contexto, a produção de conteúdo de qualidade por psicólogos e psiquiatras nas redes sociais é considerada fundamental. “É preciso equilíbrio. Falar sobre transtornos, sim, mas de forma responsável, sem banalizar e estigmatizar. Só assim conseguiremos transformar informação em acolhimento e, principalmente, em acesso a tratamentos adequados”, conclui a professora Susani.

Foto: Yanalya/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
19/09/2025 0 Comentários 199 Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga renova certificação nacional de qualidade

Por Jonathan da Silva 19/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Sapiranga teve renovada no fim do mês de agosto a certificação Nível 2 – Acreditação Plena da Organização Nacional de Acreditação (ONA), reconhecimento que atesta altos padrões de qualidade, segurança do paciente e gestão integrada em instituições de saúde no Brasil. A visita de manutenção da entidade organizadora confirmou a continuidade das práticas do hospital em todas as áreas. De acordo com a instituição, a renovação reforça seu compromisso com a segurança e a eficiência no atendimento.

Para a diretora-executiva do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann, o resultado representa o esforço coletivo da instituição. “Renovar este selo é muito mais do que cumprir critérios de qualidade, é reafirmar o nosso propósito de cuidar das pessoas com responsabilidade, acolhimento e excelência. É a prova de que cada profissional, cada gesto e cada decisão dentro do hospital têm um único objetivo: oferecer segurança e confiança para os nossos pacientes e para toda a comunidade”, afirmou Elita.

Diferenciais da instituição

Entre as iniciativas destacadas pela certificação estão ações voltadas ao cuidado com pessoas e inovação em processos. A instituição criou medidas como a carta manuscrita da direção para equipes que atingem metas, o Correio da Gentileza e homenagens por tempo de casa. No campo estrutural, houve ampliação de salas cirúrgicas, aquisição de novas tecnologias e instalação de placas solares. Programas de qualificação, simpósios multiprofissionais e treinamentos de liderança também foram considerados fundamentais para difundir conhecimento e aprimorar práticas.

Benefícios aos colaboradores e comunidade

A valorização interna se reflete em iniciativas como o Plano de Saúde ambulatorial custeado integralmente para colaboradores e campanhas de autocuidado. A proximidade com a comunidade é fortalecida por ações como a distribuição do livro dos 80 anos do hospital em escolas, o projeto Plantando Vidas e a adoção de canteiros urbanos.

Planejamento até 2030

A renovação da Acreditação Plena está integrada ao programa Hospital Sapiranga 2030, projeto estratégico que define metas de crescimento sustentável, investimento em tecnologia, desenvolvimento de pessoas e fortalecimento do relacionamento humano. A proposta é consolidar o hospital como referência regional em cuidado seguro e humanizado.

O que muda para os pacientes

De acordo com a ONA, a Acreditação Plena garante que o hospital atue de forma integrada, com setores alinhados em protocolos definidos e monitoramento contínuo dos resultados. Para os pacientes, a entidade afirma que significa menor risco de falhas, atendimento mais ágil e experiência de cuidado centrada em suas necessidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2025 1 Comentário 208 Visualizações
Saúde

Surto de mão-pé-boca gera alerta em escolas do RS

Por Jonathan da Silva 18/09/2025
Por Jonathan da Silva

O aumento de casos de mão-pé-boca em escolas e creches do Rio Grande do Sul tem gerado alerta entre famílias e educadores neste mês. A doença, causada por vírus do grupo dos enterovírus, apresenta rápida transmissão entre crianças em contato próximo. O médico infectologista e professor de Medicina da Ulbra, Cezar Riche, explica que os sintomas aparecem entre três e sete dias após o contágio.

Segundo o especialista, os primeiros sinais da infecção incluem febre, mal-estar e falta de apetite, seguidos pelo surgimento de pequenas manchas ou bolhas na boca, mãos e pés — característica que dá nome à doença. “Essas lesões podem causar dor ao engolir e, embora geralmente sejam leves, exigem atenção para evitar desidratação em casos mais graves”, afirma Riche.

A enfermidade atinge principalmente crianças pequenas, que têm o sistema imunológico em desenvolvimento e convivem em ambientes coletivos, o que facilita a propagação. Adultos também podem ser infectados, mas apresentam sintomas mais brandos. O infectologista lembra ainda que a doença pode ocorrer mais de uma vez. “Existem diferentes tipos de vírus que causam a mão-pé-boca, então a criança pode adoecer novamente em outro momento”, destaca.

Prevenção e cuidados

A transmissão acontece por contato direto com secreções da boca, gotículas de tosse ou espirro, fezes e objetos contaminados. Entre as medidas de prevenção recomendadas estão a higienização frequente das mãos, a limpeza de brinquedos e superfícies e o afastamento temporário de crianças com sintomas. O tratamento é de suporte, voltado à hidratação, ao controle da febre e ao alívio do desconforto, com recuperação entre sete e dez dias. Complicações graves, como neurológicas, são raras.

Formação médica

Além das orientações à comunidade, Riche ressalta que surtos como este também contribuem para a formação de novos profissionais. O curso de Medicina da Ulbra, segundo o especialista, mantém os alunos em constante atualização, com acompanhamento de situações reais de saúde pública que reforçam a integração entre teoria e prática.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2025 0 Comentários 237 Visualizações
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