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Cidades

Cidades

Equipe da ONU Migração elogia instalações do abrigo da Fenac

Por Marina Klein Telles 03/06/2024
Por Marina Klein Telles

Representantes da OIM, Agência da ONU para as Migrações, fizeram visita técnica, no sábado, ao abrigo da Fenac e ao bairro Santo Afonso, um dos mais afetados pela enchente do Rio dos Sinos em Novo Hamburgo. O grupo elogiou a estrutura organizada pela Prefeitura de Novo Hamburgo e as soluções encontradas para melhorar o acolhimento às pessoas que tiveram de deixar suas casas. No abrigo da Fenac, que chegou a receber mais de 3 mil pessoas, estavam na manhã deste domingo (2) cerca de 870 pessoas. Há ainda outro abrigo público na cidade, no Parque do Trabalhador, com 79 pessoas. A cada dia o número de abrigados diminui.

Em Novo Hamburgo, a equipe da ONU, composta pela coordenadora regional interagencial de Abrigos e Transporte Humanitário, Celia Izquierdo, a coordenadora da Área de Gestão e Coordenação de Abrigos, Ellene Carla Baettker, e o assistente de projetos Paulo Romero, foi recebida pelos secretários de Desenvolvimento Social, Jurema Pieper, e de Administração, Fauston Saraiva, e a procuradora-geral do Município, Fernanda Luft.

“Ficamos felizes com o reconhecimento da equipe da ONU ao trabalho que estamos desenvolvendo nos abrigos temporários. Somos solidários às pessoas afetadas e estamos empenhados em drenar a água das áreas inundadas, auxiliar na limpeza e garantir a volta à normalidade o quanto antes”, afirmou a prefeita Fátima Daudt.

“Sabemos da forma impactante e repentina que toda a sociedade gaúcha foi atingida pelas inundações e que centenas de abrigos provisórios tiveram que ser organizados de um dia para o outro demandando uma resposta rápida e sem precedentes. Com o trabalho em emergências que a OIM desenvolve no Brasil e no restante do mundo, esperamos poder contribuir para o aprimoramento dessas estruturas que irão permanecer abertas nos próximos meses e assim reforçar a resposta humanitária que está sendo realizada”, ressaltou a coordenadora da OIM, Celia Izquierdo.

As visitas técnicas são realizadas em apoio aos governos locais e têm como objetivo dar suporte ao mapeamento das ações implementadas e entender os espaços organizados para abrigamento. A OIM é líder do Grupo Global de Coordenação e Gestão de Abrigamento em casos de deslocamentos ocorridos por desastres naturais. O intuito é assegurar que as pessoas afetadas possam ter acesso a assistência vital e se abrigar em locais seguros, dignos e com instalações apropriadas enquanto necessário.

No Brasil, a OIM tem sua sede em Brasília e está presente em outras 12 cidades, incluindo Porto Alegre.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2024 0 Comentários 400 Visualizações
Cidades

Mutirão de Novo Hamburgo recolhe 2,3 mil toneladas de resíduos em ruas neste sábado

Por Marina Klein Telles 03/06/2024
Por Marina Klein Telles

O trabalho diário de limpeza das ruas de Novo Hamburgo ganhou um grande reforço neste sábado, dia 1º. Sete municípios da região se uniram a Novo Hamburgo em um grande mutirão de limpeza e recolhimento de resíduos e restos de móveis no bairro Santo Afonso, o bairro mais atingido pela histórica enchente de maio. Participaram do mutirão maquinários das prefeituras de Dois Irmãos, Estância Velha, Ivoti, Lindolfo Collor, Morro Reuter, Presidente Lucena e São José do Hortênsio, além de Novo Hamburgo.

Durante o dia, 2,3 mil toneladas de entulhos foram retirados das ruas e levados para o ponto de transbordo, na Avenida Montevideo. O mutirão envolveu 40 caminhões, 22 retroescavadeiras, além de duas carregadeiras e dois caminhões garra e dezenas de serviços gerais.

O trabalho de recolhimento é realizado desde os primeiros dias em que as águas baixaram e os moradores puderam retornar para suas casas, tanto no Santo Afonso quanto nos bairros Canudos, Industrial e Lomba Grande. Ele ocorre diariamente, inclusive nos finais de semana. Com o mutirão deste sábado, a Prefeitura já recolheu mais de 14,8 mil toneladas de descartes dos moradores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2024 0 Comentários 409 Visualizações
Cidades

Porto Alegre e Canoas terão Centros Humanitários de Acolhimento

Por Marina Klein Telles 03/06/2024
Por Marina Klein Telles

Mais uma etapa para a construção dos Centros Humanitários de Acolhimento (CHAs) foi concretizada na manhã da sexta-feira (31). Com a assinatura de termo de cooperação entre o governo do Estado e o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, a entrega dos espaços está mais próxima. A iniciativa faz parte do Plano Rio Grande, que atua em três eixos de enfrentamento aos efeitos das enchentes: ações emergenciais, ações de reconstrução e Rio Grande do Sul do futuro.

A parceria foi firmada em evento no Centro Administrativo de Contingência (CAC), em Porto Alegre, com a presença do governador Eduardo Leite, do vice-governador Gabriel Souza, do presidente da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado (Fecomércio-RS), Luis Carlos Bohn, de secretários de Estado e de representantes da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

O Sistema Fecomércio financiará a contratação da empresa que fornecerá as estruturas temporárias para os cinco centros que serão instalados na Região Metropolitana – três em Porto Alegre e dois em Canoas. A empresa fará também a instalação e manutenção das estruturas.

O investimento viabilizará, também, a gestão dos espaços, que ficará sob a responsabilidade da OIM, integrante da rede da Organização das Nações Unidas (ONU). “Com muita alegria, recebi o telefonema do presidente Bohn, dizendo que a Fecomércio e o Sistema S estão dispostos a assumir o custo. A parceria vai viabilizar um atendimento humanizado e digno, com atenção, serviços e espaços qualificados. E a OIM ajudará, com a sua expertise, na gestão dos espaços”, afirmou Leite.

O vice-governador conduz as discussões sobre o tema. Desde o início da concepção do projeto, Gabriel tem dialogado com organizações do mundo inteiro e buscado as experiências mais rápidas e eficazes para oferecer como alternativa aos abrigos temporários – que têm atualmente menos de 40 mil pessoas, mas chegaram a acolher mais de 80 mil. “Estamos trazendo para o Rio Grande do Sul o que há de melhor no mundo para administrar esses espaços, porque a OIM é a líder da ONU para abrigos, sendo a entidade mais preparada para realizar a gestão. Isso só está sendo possível graças ao apoio da Fecomércio. Será um investimento vultoso, em favor da humanidade”, destacou Gabriel.

Bohn explicou como o Sistema Fecomércio tomou a decisão de cooperar com o projeto. “O governador destacou a importância do acolhimento adequado dessas pessoas. E como o Sesc tem uma função social, entendemos que é hora de estarmos todos juntos”, disse. “A parceria vai possibilitar e agilizar o estabelecimento dos centros. Serão espaços qualificados para que possamos acolher e atender às pessoas da melhor forma possível”, ressaltou o secretário de Desenvolvimento Social, Beto Fantinel.

Acompanharam a assinatura do termo os secretários de Obras Públicas, Izabel Matte; de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Fabricio Peruchin; e de Comunicação, Tânia Moreira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2024 0 Comentários 474 Visualizações
Cidades

Leite vistoria áreas atingidas por deslizamentos em Gramado

Por Marina Klein Telles 03/06/2024
Por Marina Klein Telles

Principal destino turístico do Rio Grande do Sul, Gramado foi um dos municípios atingidos pelas chuvas do início do mês, que provocaram uma série de deslizamentos de terra. Na última sexta-feira (31), o governador Eduardo Leite esteve na cidade para verificar localidades afetadas e encontrar prefeitos e líderes empresariais da Serra. A maior preocupação no momento é com o efeito econômico que as enchentes provocam no turismo local.

“O povo brasileiro abraçou o Rio Grande do Sul, e também é hora de o Rio Grande do Sul abraçar o Brasil. Estamos trabalhando em todas as frentes para garantir conforto, segurança e tranquilidade para os viajantes”, destacou Leite, em reunião na prefeitura de Gramado. “É fundamental manter empregos e renda. O turismo emprega milhares de pessoas, e as empresas precisam ter condições de manter os postos de trabalho. Estamos insistindo junto ao governo federal pela criação do Benefício Emergencial, que garantiria essas condições.”

Na audiência, prefeitos de municípios da região agradeceram ao governador pelos recursos enviados emergencialmente e demandaram o restabelecimento das estradas e a cobrança ao governo federal por alternativas para melhorar a chegada dos turistas via aérea. Leite ressaltou que o governo está empenhado em ajudar na retomada rápida dos voos no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, e em buscar outras opções ao terminal – seja com a ampliação dos voos na Base Aérea de Canoas ou por meio de melhorias nos aeroportos regionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2024 0 Comentários 369 Visualizações
Cidades

CTG de Estância Velha acolheu famílias com crianças com Transtorno do Espectro do Autismo

Por Jonathan da Silva 29/05/2024
Por Jonathan da Silva

O CTG Estância do Campo Grande, em Estância Velha, cedeu seu galpão para abrigar nove famílias com crianças com Transtorno do Espectro do Autismo. A ação surgiu de iniciativa do SEG – Grupo Solução em Gestão com o apoio do Programa TEAcolhe do Governo do Estado. A Prefeitura do município também prestou todo o apoio à ação com aval do prefeito Diego Francisco (PSDB).

O grupo liderado por Edmilson Kailer contou com o trabalho das coordenadoras Priscila Silva (coordenadora-geral), Marliese Godoflite (coordenadora dos voluntários) e Cátia Heidrich (coordenadora da cozinha), além de dezenas de colaboradores que atenderam e acolheram estas famílias. As doações vieram de Dois Irmãos e de Estância Velha. “Nossa cidade fez a sua parte para acolher todos que precisavam de apoio neste momento difícil. Ter um abrigo acolhendo pessoas com autismo é a prova de que nos preocupamos com o bem-estar de todos”, aponta o prefeito Diego.

No total, quatro abrigos para atingidos em geral foram instalados em Estância Velha e receberam cerca de 800 pessoas durante o mês de maio. Além disso, a cidade contou com abrigos de voluntários para os animais.

Ajuda da Prefeitura

O vice-prefeito de Estância Velha, Airton Haag, esteve no local nesta terça-feira (28) para oferecer ajuda de deslocamento às famílias que já retornam para suas casas. “Daremos o apoio necessário para estas famílias retomarem suas vidas com dignidade”, comenta Haag, que ofereceu doações de roupas e outros itens necessários para o recomeço da vida dos atingidos. “Hoje temos somente mais três famílias, as outras já retornaram para suas casas”, complementa a coordenadora Cátia.

Rumo ao recomeço

Geici Mara Pastorio, de 47 anos, e seus filhos Davi, de 13 anos, e Emanuel, de 16, já arrumam as coisas que receberam de doação pensando no recomeço. A família teve sua casa destruída em deslizamento de terra em Gramado, em novembro de 2023. Com isto, mudaram-se para o bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo, sendo mais uma vez atingidos por uma tragédia. “Estávamos em outro abrigo, mas o Emanuel (que é autista) estava muito agitado e com dificuldades de adaptação. Aqui fomos bem recebidos e tivemos um espaço tranquilo e reservado, o que acalmou ele”, explicou a mãe.

Família de Geici

Geici afirma não quer voltar para Novo Hamburgo e que irá procurar um lugar mais tranquilo para alugar uma casa e recomeçar. “Mesmo depois de tudo que passamos, eu preciso ter força e coragem para recomeçar, e pelos meus filhos eu vou ter esta força”, finalizou a mãe.

Segundo explicações das coordenadoras, a família de Geici deve ser transferida para um abrigo em Ivoti até encontrar um lugar para morar. “O abrigo aqui em Estância Velha será desativado até o final de semana, quando todas as famílias serão encaminhadas para suas casas ou para casa de parentes”, explicou Marliese.

Fotos: Sandra Costa/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 515 Visualizações
Cidades

Encontro da Comissão São Leopoldo + Segura destacou união das forças de segurança e gratidão

Por Jonathan da Silva 29/05/2024
Por Jonathan da Silva

Uma reunião entre os membros da Comissão São Leopoldo + Segura foi realizada nesta segunda-feira (27), no Restaurante Fazenda São Borja. Liderado pela Acist-SL e formado por todos os representantes de segurança pública da cidade, o grupo debateu as principais ações executadas nos últimos 20 dias, em que São Leopoldo foi atingida pelo maior desastre de sua história. Gratidão e união foram os pontos mais destacados durante o encontro.

O diretor de Segurança Pública da Associação, Rogério Daniel da Silva, afirmou que a comunidade tem uma grande dívida de gratidão com os servidores do setor após o trabalho durante a inundação. “Todos foram incansáveis no objetivo de salvar vidas e garantir a segurança”, ressaltou Rogério.

O comandante do 25º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Flori Chesani Jr., lembrou da soma de esforços vindos de moradores, que cederam seus barcos e de oficiais da reserva para o atendimento nos quatro primeiros dias. “Este foi um dos períodos mais difíceis que vivenciamos e graças ao esforço coletivo, que uniu a todos, conseguimos cumprir com nosso dever, que é a proteção do cidadão”, ressaltou Chesani Jr. Posteriormente, com a integração de demais órgãos, como Polícia Civil, Ministério Público, Guarda Civil Municipal, Força Nacional e Corpo de Bombeiros, foi possível elaborar uma metodologia para atender às diversas necessidades da população com mais organização. “Neste ponto, quero fazer um agradecimento público ao delegado Eduardo Hartz, titular da 3ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, que destinou seus servidores para atuarem em áreas que não são da sua competência. Todos agiram com extrema boa vontade, contribuindo tanto nos salvamentos como na segurança pública. Por isso, meu muito obrigado”, salientou o comandante.

Quem também fez agradecimentos foi o integrante da Força Nacional enviado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública, de Brasília, major Fernando Jardim. Sediada no Batalhão do Corpo de Bombeiros de São Leopoldo, a Força Nacional atuou nas ações de busca, salvamento e resgate. Com um grupo de 24 embarcações e equipe de 85 efetivos procedentes de outros estados, atuou diuturnamente em conjunto com as demais instituições, como Draco e Brigada Militar. Com a diminuição dos resgates, a fase seguinte da Força Nacional foi levar ajuda humanitária para quem permaneceu nas suas casas e agora, o foco é apoiar a reconstrução da cidade. “Ficaremos em São Leopoldo até o dia 16 de junho, contribuindo no que formos demandados”, pontuou Jardim.

O delegado Eduardo Hartz, por sua vez, agradeceu às equipes da Polícia Civil que atuaram em parceria com os demais órgãos. “Muitos, mesmo sem treinamento, integraram o policiamento embarcado, por exemplo,  salvando vidas e agindo acima do dever”, destacou Hartz.

Hartz ainda manifestou gratidão ao comandante do 25º Batalhão de Polícia Militar por abrigar os servidores da 2ª Delegacia de Polícia, que foi completamente alagada e enalteceu a ajuda da empresa Stihl, que doou móveis para a recomposição da estrutura da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, também atingida pela enchente. Michele Arigony, delegada da Deam, reforçou o agradecimento. “Quando se perde o local de trabalho, é como se perdêssemos a nossa casa. Com a ajuda da Stihl, poderemos reconstruir e manter o atendimento à população”, ressaltou Michele.

Marco Antônio, colaborador da Stihl e integrante do Consepro reforçou que a empresa atende a importância de ajudar. “Toda a sociedade precisa da Deam”, destacou o trabalhador.

A secretária municipal de Segurança Pública, Giselda Matheus, agradeceu a integração de todos para o salvamento e resgate da população atingida. Sua pasta também é responsável pela Defesa Civil, que tem apenas cinco servidores. “Temos o desafio de manter a segurança de pessoas e de animais junto aos abrigos municipais, além de atender a toda a municipalidade”, pontuou Giselda. “Aproveito para solicitar a permanência da Força Nacional por mais tempo, pois a previsão de retorno à Brasília é dia 16 de junho e sabemos que ainda há muito a ser feito”, solicitou a secretária.

O retorno à normalidade também foi destacado na reunião. O delegado Eduardo Hartz reforçou que os servidores que foram deslocados das suas funções precisam retornar aos seus postos e responsabilidades. “Remanejamos efetivos de 16 municípios da região para ajudar nestes 20 dias e que agora precisam voltar aos seus postos”, frisou Hartz.

A procuradora Marcela Romera reforçou a necessidade deste retorno, principalmente devido à reintegração dos abrigos por parte dos proprietários, destacando que o poder público municipal irá anunciar novas medidas para atender aos desabrigados.

Setor produtivo

O presidente da Acist-SL, Daniel Klafke, em nome do setor empresarial, agradeceu aos servidores da Segurança Pública pelo trabalho para salvar vidas e concorda com o retorno gradativo das atividades. “Muitas empresas querem reabrir, mas têm receio quanto à segurança. Vamos reiterar o pedido para que a Força Nacional permaneça por mais tempo e que haja um posicionamento sobre a realocação dos desabrigados”, pontuou Klafke.

O dirigente fez um resumo das atividades que a Acist-SL vem desenvolvendo desde o início da tragédia. Em primeiro momento, foi criado um centro de recebimento e distribuição de doações na Sede Social para auxiliar as vítimas. Na sequência, o foco passou a ser o atendimento nas necessidades dos associados e seus funcionários, pois centenas foram impactados. Atualmente, a entidade tem ajudado as empresas a retomarem as atividades, estabelecendo parcerias para a tomada de crédito e apoiando a reorganização da gestão. Em nível municipal, a Associação vem solicitando, via Câmara Temática da Indústria, a suspensão do IPTU e da taxa de água.

A Acist-SL também integra o Ecossistema de Inovação de São Leopoldo-(Re)Construção, formado por empresas, entidades e consultores e que visa elaborar projetos e buscar recursos para atividades no curto, médio e longo prazo para reconstruir a cidade e também com foco para o futuro. As demandas apresentadas neste encontro também serão levadas para este fórum.

Também participaram da reunião o vice-presidente Financeiro da Acist-SL, Filipe Schuck,  a gerente executiva Maiara Fangueiro, os integrantes do Consepro Luiz Farias e Clóvis Perraro, o representante da Draco Ayrton Martins Junior e os delegados Cibelle Altamiranda Savi e André Serrão da Silva.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 419 Visualizações
Cidades

Slogan “Vamos, Montenegro!” vai simbolizar reconstrução da cidade

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

A maior enchente da história de Montenegro deixou muitos prejuízos e uma certeza: a de que a cidade vai se recuperar. Durante reunião no gabinete do prefeito, foi apresentado o slogan “Vamos Montenegro”, que vai dar o tom desse novo momento, de reconstrução. O verbo “vamos” é empregado com sinônimo de avanço, de “seguir em frente”, usando o passado como referência e lição.

O encontro contou com a presença de secretários e diretores. Junto com o prefeito Gustavo Zanatta, foram alinhadas propostas de curto, médio e longo prazo que visam devolver a normalidade aos montenegrinos. Cada iniciativa será desdobrada em planos de ação. Nos próximos dias, a Administração começará a chamar as lideranças locais em diversos segmentos para apresentar estas propostas.

De imediato, o prefeito determinou esforço máximo no restabelecimento de serviços nas áreas de Saúde e Educação. Os postos de saúde Industrial e de Porto Garibaldi já foram reabertos e estão operando com limitações. O da Santo Antônio vai precisar de reparos no telhado. Na Educação, a única escola que não está funcionando é a EMEI Tio Riba. Seus alunos foram redistribuídos na EMEI Áurea Noval, no bairro Centenário, e na Escola Delfina Dias Ferraz, no Centro.

Outra preocupação é com a mobilidade. Ruas e estradas foram fortemente prejudicadas e serão alvo de operações tapa-buracos, patrolamentos e manutenções com brita e saibro. Parte dos recursos que foram financiados para a pavimentação de novas ruas neste ano serão realocados para recuperar as vias mais esburacadas. Pelo menos 50 pontos críticos da rede pluvial exigem manutenção. A Administração também está contratando máquinas e equipes e ampliará a compra de materiais para estas ações, consideradas fundamentais.

Entre as muitas ações que vão compor o programa “Vamos Montenegro”, figuram ainda auxílios para o setor produtivo e uma campanha de promoção do comércio, a busca de investidores para a região do Pólo – totalmente livre de inundações – e uma análise sobre a ocupação da cidade, bem como medidas para mitigar os efeitos das cheias. O próprio Plano Diretor da cidade deverá ser alvo de uma nova revisão. “Serão diversas iniciativas que visam combater os efeitos da enchente e devolver a alegria aos montenegrinos”, resume o prefeito. “Estamos passando por um momento difícil, mas a nossa comunidade é muito solidária e vamos superar tudo isso”, garante Zanatta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 360 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo retira 35 mil litros de água por minuto do bairro Santo Afonso

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

Em trabalho que iniciou com estudos técnicos e segue executado diariamente, inclusive abaixo de chuva e noite a dentro, a Prefeitura de Novo Hamburgo coloca em operação as bombas temporárias junto à Casa de Bombas do bairro Santo Afonso, que conseguiu mobilizando autoridades paulistas e produtores rurais gaúchos. As quatro bombas devolvem pelo menos 540 mil litros de água por minuto do bairro Santo Afonso para o Rio dos Sinos, o equivalente a 15 piscinas residenciais de 35 mil litros cada.

“É um trabalho gigantesco, que começou logo que o nível das águas baixaram permitindo o acesso adequado ao local para realizar o trabalho que deveria ser feito”, enfatiza o diretor de Esgotos Pluviais, engenheiro Ricardo Al-Alam. No local, estão instalados cinco geradores de 500 kVa cada para garantir a energia necessária para o trabalho, que é realizado 24 horas por dia. Nesta terça-feira, as duas bombas anfíbias cedidas por arrozeiros por meio da Federarroz entraram em operação, juntando-se a que o Município havia locado com uma empresa da região e que já estava trabalhando. Até o final do dia ou início da manhã desta quarta-feira, a bomba emprestada pela Sabesp também passa a sugar a água.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 446 Visualizações
Cidades

São Leopoldo solicita auxílio ao empresariado para grandes empresas

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, recebeu na manhã da terça-feira (28), em seu gabinete na prefeitura, o secretário especial de Assuntos Federativos da Presidência da República, André Ceciliano. Na pauta do encontro, Vanazzi fez um relato sobre a maior enchente da história do município e Estado, os trabalhos que estão sendo realizados na sua recuperação e a reconstrução da cidade.

O chefe do Executivo aproveitou para gestionar junto a Ceciliano, que tem locução direta com o Presidente Lula e com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, a necessidade do Governo Federal em auxiliar financeiramente micro, pequenos e médios empresários e abrir linhas de crédito para as grandes empresas de São Leopoldo. “Cerca de 60% da receita do município gira no setor de comércio e serviços e é de suma importância que os micro, pequenos e médios empreendedores possam retomar suas atividades o mais breve possível. As grandes empresas também necessitam de ajuda para recuperar como um todo a economia da cidade”, afirma o prefeito Vanazzi.

Caciliano se comprometeu em levar as demandas de forma emergencial para o ministro da Casa Civil Rui Costa, e fazer um relatório detalhado dos setores da economia do município. “Podemos articular esses auxílios essenciais aos setores econômicos da cidade e pensar em uma linha de crédito aos pequenos empreendedores. Para as grandes empresas podemos buscar linhas de crédito no BNDES, com carência de até dois anos”, assegurou o secretário especial de Assuntos Federativos, André Ceciliano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 509 Visualizações
Cidades

Bombas originais são acionadas na João Corrêa e na Campina

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

Duas bombas originais com vazão de 2,5 mil litros por segundo foram ligadas nas Casas de Bombas da João Corrêa e na Campina, no início da noite de segunda-feira (27) e já na madrugada de terça-feira (28), respectivamente. Com isso, somado às bombas móveis, a capacidade instalada de drenagem é superior a 9 mil litros por segundo, na Vicentina, e ultrapassa os 10 mil litros por segundo no bairro Campina.

Na região do Santos Dumont, duas bombas móveis seguem operando com vazão superior a 6 mil litros por segundo. Na região, a Casa de Bombas Santo Afonso segue inoperante. A unidade é administrada pela prefeitura de Novo Hamburgo. De acordo com a Higra, empresa responsável pela fabricação das bombas móveis, somente nestes dispositivos, já foram drenados mais de 10 bilhões de litros d’água dos bairros para o Rio dos Sinos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 1 Comentário 326 Visualizações
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