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Indústria calçadista encerra semestre criando 7,65 mil postos de trabalho

Por Marina Klein Telles 06/08/2024
Por Marina Klein Telles

Mesmo com as instabilidades no mercado internacional, a indústria calçadista brasileira encerrou o primeiro semestre do ano criando 7,65 mil vagas de trabalho, terminando junho com estoque total de 288,2 mil empregos diretos, 3,8% menos do que no mesmo mês de 2023. No recorte de junho, o setor criou 1,12 mil postos de trabalho na atividade. Os dados foram elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com base no levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o dado reflete uma melhora gradual no mercado doméstico, que absorve mais de 85% das vendas da indústria calçadista. “Para o ano, a estimativa é fechar com um incremento produtivo de mais de 2%, para mais de 870 milhões de pares. O grande motor desse crescimento deve ser o mercado interno, embora também tenhamos a expectativa de uma melhora nas exportações ao longo da segunda parte de 2024. Obviamente, teremos um reflexo positivo na geração de empregos, caso se confirme essa perspectiva”, avalia o dirigente.

RS: maior empregador

O Rio Grande do Sul segue como o principal empregador do setor calçadista nacional. Tendo gerado 1,45 mil empregos no primeiro semestre, a indústria gaúcha encerrou o sexto mês com 85,6 mil empregos na atividade, 3,8% menos do que no registro de junho de 2023.

O segundo maior empregador do setor segue sendo o Ceará, que encerrou o semestre com 65,77 mil pessoas empregadas na atividade, 2,1% menos do que no mesmo período do ano passado. O saldo gerado no semestre ficou positivo em 614 postos.

Completando o ranking dos principais empregadores do Brasil na atividade, aparece a Bahia. A indústria calçadista baiana encerrou o semestre com 39,8 mil empregos gerados, 7,5% menos do que no mesmo intervalo de 2023. Nos seis primeiros meses do ano, o saldo ficou positivo em 60 empregos gerados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2024 0 Comentários 269 Visualizações
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Comércio de Dia dos Pais deve ter resultado melhor do que no ano passado

Por Marina Klein Telles 06/08/2024
Por Marina Klein Telles

No ano de 2024, o Dia dos Pais vai ocorrer no Rio Grande do Sul num momento importante da retomada da atividade no Estado, após as enchentes de maio de 2024. Essa será a primeira data comemorativa em que o cenário aparenta uma normalidade maior. A data deve apresentar um resultado melhor do que no mesmo período do ano anterior. Além da injeção de recursos para as famílias que foram atingidas diretamente, outras iniciativas alcançaram um público significativamente maior, como foi o caso do saque do FGTS. Naturalmente, aportes tão significativos de valores como os que têm sido feitos diretamente às famílias tendem a repercutir nas vendas do varejo. Isso, associado a uma série de novas necessidades que surgiram a partir das enchentes, criam condições para um Dia dos Pais com maiores vendas do que em 2023.

Além disso, há outras variáveis que contribuem para essa expectativa. Ainda que não se conheçam, até o momento, os dados do mercado de trabalho de junho deste ano, considerando o período de julho de 2023 a maio de 2024, temos no mercado gaúcho cerca de 38 mil pessoas a mais no mercado de trabalho formal, o que também representa um input de renda significativo. A taxa de juros está mais baixa, favorecendo a tomada de crédito na comparação com o ano anterior, e o percentual de famílias endividadas de junho, 89,2%, último dado disponível, é mais baixo do que no mesmo período do ano anterior, 93,9%.

Apesar de ficar atrás de datas comemorativas de grande relevância para o varejo – notadamente o Natal e o Dia das Mães – a busca por presentes para o Dia dos Pais representa um movimento importante, especialmente, para varejos especializados. Além de vestuário e calçados, itens que assim como nas outras datas também aparecem entre os procurados para presentear, também costumam ser impactados os segmentos de perfumaria e cuidados pessoais, além de itens esportivos, ferramentas e presentes do grupo de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, além do varejo de alimentos e bebidas especializado.

Entre os itens presenteáveis disponíveis no IPCA e mensurados na Região Metropolitana (RM) de Porto Alegre, apontam para altas de 1,18% no preço dos vinhos, 0,66% nos preços das calças compridas masculinas, 1,20% nos agasalhos masculinos, 0,98% no preço das camisas/camisetas masculinas, 1,27% no preço de sandálias/chinelos e queda de 4,11% no preço dos relógios de pulso — produtos com alta inferior à alta média de preços de 3,71% na RM de Porto Alegre. Por outro lado, bermudas e shorts masculinos (5,32%), sapatos masculinos (5,50%), tênis (4,77%) e perfumes (4,84%), ficaram relativamente mais caros do que a média dos preços.

Dicas para os lojistas

  • Desperte o interesse do consumidor, seja na loja física quanto na internet. Elabore vitrines e posts lembrando a todos que a data se aproxima.
  • Apresente as opções que sua loja oferece para a data.
  • Prepare opções de acordo com seu público-alvo, com sugestões de presentes e kits para todos os orçamentos.
  • Elabore ações de venda focadas na data.
  • Se seus preços são competitivos, anuncie, pois podem ser diferenciais importantes.
  • Prepare sua equipe de vendas para encantar com o atendimento e aumentar as suas vendas.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2024 0 Comentários 271 Visualizações
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Indústria calçadista brasileira cria 7,65 mil postos de trabalho no primeiro semestre

Por Jonathan da Silva 06/08/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira encerrou o primeiro semestre de 2024 com a criação de 7,65 mil vagas de trabalho. No total, o setor conta com o estoque total de 288,2 mil empregos diretos, dado que no entanto representa 3,8% a menos do que no mesmo período de 2023. Em junho, foram 1,12 mil postos de trabalho criados. Os dados foram elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com base em levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A queda de um percentual baixo não é considerada trágica pelo setor em função das instabilidades no mercado internacional. O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o dado na realidade reflete uma melhora gradual no mercado doméstico, que absorve mais de 85% das vendas da indústria calçadista. “Para o ano, a estimativa é fechar com um incremento produtivo de mais de 2%, para mais de 870 milhões de pares. O grande motor desse crescimento deve ser o mercado interno, embora também tenhamos a expectativa de uma melhora nas exportações ao longo da segunda parte de 2024. Obviamente, teremos um reflexo positivo na geração de empregos, caso se confirme essa perspectiva”, avalia o dirigente.

Rio Grande do Sul continua como maior empregador

O Rio Grande do Sul segue como o principal empregador do setor calçadista no Brasil. Com a geração de 1,45 mil empregos no primeiro semestre, a indústria gaúcha encerrou o sexto mês com 85,6 mil empregos na atividade, também 3,8% menos do que em junho de 2023.

O segundo maior empregador do setor segue sendo o Ceará, que encerrou o semestre com 65,77 mil pessoas empregadas na atividade, 2,1% menos do que no mesmo período do ano passado. O saldo gerado no semestre ficou positivo em 614 postos. O ranking dos principais empregadores do Brasil na atividade é completado pela Bahia. A indústria calçadista baiana encerrou o semestre com 39,8 mil empregos gerados, 7,5% menos do que no mesmo momento de 2023. Já considerando os seis primeiros meses do ano, o saldo ficou positivo em 60 empregos gerados.

A tabela completa por estado pode ser conferida no link drive.google.com/file/d/1JzX6eh0K-KyDaJ1YigmtJ-772MwcoGvd/view?usp=sharing.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2024 0 Comentários 401 Visualizações
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Semana do Empreendedor acontece nesta semana em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 06/08/2024
Por Jonathan da Silva

A 16ª Semana do Empreendedor iniciou nessa segunda-feira (5) em Santa Cruz do Sul. Nesta edição, a temática do evento é a comunicação como grande aliada nas vendas e na retomada dos negócios. Na programação, empresários e empreendedores de toda a região participam de palestras, workshops e painéis sobre diversos temas da área do empreendedorismo.

Nesta terça-feira, 6 de agosto, a programação inicia com o painel “Transformando desafios em Oportunidades”, comandado por Henrique Kunh, durante o Café com Empreendedores, das 8h30min às 10h. Logo na sequência, o bate-papo será com a CEO da GT Participações e coordenadora do Escritório Regional Vale do Rio Pardo do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) e vice-presidente do Sinduscon-RS, Giulia Tolotti. À tarde, das 14h às 18h acontece a primeira etapa do curso para participação em pregão eletrônico, com Ana Paula Costa. Em seguida, às 19h, ocorre a palestra “Seu corpo, seu tanque de guerra”, com Carmela Krebs. No encerramento do dia, Bruno Silveira, da Data 4Company, traz o painel “Geração Z”.

Na quarta-feira, dia 7, as atividades iniciam às 10h, quando os participantes poderão conferir a palestra com as empresárias da Heey! Comunicação Humanizada, Mayara Gauer e Viviane Hermann. Durante a tarde, das 13h30min às 18h30min, Henrique Kuhn, da Dale Carnegie, comanda a Rodada de Negócios, que tem como tema “Comunicação com confiança: impulsionando as vendas”. No mesmo dia, acontece a segunda e última etapa do curso de participação em pregão eletrônico, das 14h às 18h. A programação conta ainda com o momento “Happy Hour – Construindo relações de sucesso: estratégias de comunicação”, com Henrique Kuhn, e palestra com Aline Bagatini e Maria Eduarda Gegina, da Fruki Bebidas.

Na quinta-feira, 8 de agosto, ao meio-dia há a reunião-almoço AJESC, com Thais Rediske. A atividade será na Casa Gaspar, mediante adesão. Por fim, a palestra de encerramento da Semana do Empreendedor será comandada pelas fundadoras da Hey Peppers, as empresárias Bianca e Tamara Dewes. Com início às 19h30min no Auditório da Assemp, o bate-papo com as empreendedoras terá como tema “Cultura como pilar para multiplicar”.

Mais detalhes, a programação completa e os ingressos podem ser conferidos no Instagram @semanadoempreendedorscs. O evento é uma realização da Assemp e conta com o apoio de Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Germani Alimentos, Programa Cidade Empreendedora, HBier, Charrua Hotel e Lisaruth.

Abertura

A abertura oficial da 16ª Semana do Empreendedor aconteceu nesta segunda-feira (5). A palestra que deu início às atividades foi a da psicóloga, empresária e mentora de empreendedores Fernanda Tochetto, que detalhou estratégias e métodos para que empreendedores e empresários alcancem o sucesso.

Fotos: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2024 0 Comentários 519 Visualizações
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Setcergs alerta para redução de 30% na oferta de empresas de contêineres no estado

Por Jonathan da Silva 05/08/2024
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Setcergs) lançou um alerta para a redução de 30% na oferta de empresas de contêineres no Rio Grande do Sul. Para a entidade, a crise no setor ameaça a estabilidade das transportadoras e a capacidade dos clientes de escoar suas produções até o porto. O comunicado veio por meio Comissão de Contêiners, retomada recentemente pelo sindicato.

A Setcergs alerta que, caso a situação persista, a falta de reajustes nos fretes pode resultar em um êxodo ainda maior de transportadoras e autônomos, colocando em risco a logística de exportação do estado. As condições das estradas, consideradas precárias, agravadas pelas recentes enchentes, aumentam significativamente os custos de manutenção e operação das empresas de transporte.

O diretor da Transportadora Augusta, César Augusto Schultz, e um dos integrantes da Comissão de Contêiners do Setcergs, destaca as dificuldades enfrentadas pelo setor. “As condições das estradas, que já eram ruins, pioraram muito com as enchentes, o que aumenta o custo de manutenção e prejuízos com pneus. Além disso, o diesel teve grandes aumentos recentemente e os insumos em geral. O custo de manutenção mais que triplicou em cinco anos. Com as enchentes, muitos desvios tiveram que ser feitos, veículos ficaram parados por muito tempo e depois a urgência dos clientes aumentou muito. A falta de terceiros para a operação obriga o transportador a fazer altos investimentos que não se justificam pelo baixo valor pago pelos fretes. Em resumo, podemos dizer que hoje as empresas que operam com contêineres praticamente estão pagando para trabalhar. Parece absolutamente normal que muitos saiam do segmento em busca de fretes melhores em outras operações. E esta é a verdadeira realidade, a prova está no êxodo em massa dos autônomos que saíram da operação por falta de rentabilidade. Sem rentabilidade, nenhuma empresa que faça as contas adequadamente ficará nesta operação”, descreveu.

Transportador de São Lourenço do Sul, Mario Fernando Neutzling compartilha também as dificuldades que estão sendo sentidas na prática. “Trabalho no transporte de tabacos há mais de uma década, mas agora nos últimos tempos está ficando praticamente impossível, pois os fretes não são reajustados. O óleo diesel está muito caro, a manutenção do caminhão é muito alta e, para piorar, as estradas na região de Encruzilhada estão praticamente intransitáveis. Está muito difícil de trabalhar”, disse.

O Setcergs também reforçou a necessidade urgente de reajustes nos fretes e de ações efetivas do poder público para melhorar a infraestrutura rodoviária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2024 0 Comentários 405 Visualizações
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Abicalçados prepara participação em feiras nos Estados Unidos

Por Jonathan da Silva 05/08/2024
Por Jonathan da Silva

Com o objetivo de aumentar as exportações para o principal mercado de calçados do mundo, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está preparando a participação de 30 marcas nacionais em três feiras nos Estados Unidos. A iniciativa ocorre por meio do programa Brazilian Footwear, uma promoção da entidade calçadista em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A primeira etapa será na Atlanta Shoe Market, feira em Atlanta. De 10 a 12 de agosto, 27 marcas brasileiras participarão do evento organizado para distribuidores e representantes norte-americanos. “Trata-se de uma mostra muito focada em negócios e com importância crescente no mercado dos Estados Unidos, em especial para compradores do sudeste do país”, comenta a representante da área de negócios da Abicalçados, Carla Giordani. A novidade desta edição da feira é um espaço criado para delegações internacionais, que além do Brasil, receberá a grupos de Portugal e África do Sul. Participam da feira, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Arezzo, Schutz, Beira Rio, Moleca, Vizzano, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Bottero, Itapuã, New Face, Pegada, Ramarim, Comfortflex, Vicenza, Cartago, Ipanema, Melissa, Mini Melissa, Levecomfort, Leveterapia, West Coast, Piccadilly, Usaflex e Cocco Miami.

Em seguida, entre 19 e 21 de agosto, as marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participam da Magic Las Vegas, também com o apoio do Brazilian Footwear. A feira na grande cidade da Flórida é focada no atendimento do mercado para produtos de maior valor agregado e recebe grande visitação de compradores estadunidenses.

No encerramento do circuito de feiras nos Estados Unidos, as marcas Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport e Carrano, apoiadas também pelo Brazilian Footwear, participam da Magic NY, em Nova Iorque. A feira recebe, principalmente, visitantes de todo os Estados Unidos e da América Latina. A mostra acontece entre os dias 22 e 24 de setembro.

Mercado dos Estados Unidos

Por ano, o mercado estadunidense consome mais de 2,6 bilhões de pares de calçados, praticamente todos importados. Apesar de ter um market share de cerca de 1% daquele mercado, o que aponta para oportunidades de aumento das vendas brasileiras para lá, os Estados Unidos são, hoje, o principal destino do calçado brasileiro no exterior. Em 2023, foram embarcados do Brasil para os EUA o equivalente a US$ 227 milhões, o que representa quase 20% do total exportado no período.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2024 0 Comentários 420 Visualizações
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Comitiva do Banco Asiático visita Santa Cruz do Sul

Por Marina Klein Telles 05/08/2024
Por Marina Klein Telles

A prefeita de Santa Cruz do Sul, Helena Hermany, recebeu na manhã da sexta-feira, dia 2, a visita de uma delegação do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB), com sede em Pequim. Os técnicos vieram ao Palacinho acompanhados pelo secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, César Cechinato, e pelo ex-presidente do BRDE, Luiz Corrêa Noronha.

A comitiva veio conhecer Santa Cruz do Sul, entender os efeitos locais decorrentes do desastre climático que atingiu o Estado em maio deste ano e ver de que forma poderiam auxiliar na recuperação com propostas de financiamento para investimentos sustentáveis.

Segundo Noronha, o banco asiático fez um acordo com o governo federal no montante de 1 bilhão de dólares para o Estado do Rio Grande do Sul e identificou oportunidades de instituições que poderiam tomar recursos internacionais. Santa Cruz é um dos oito municípios gaúchos que poderiam acessar. Nessa avaliação são levados em conta a saúde financeira e fiscal, capacidade de endividamento, população, entre outros critérios.

Estiveram presentes no encontro, Manuel Benard, team leader Senior Especialist Infraestrutura AIIB; Aleksandr Prodan, USA AIIB; Gabriel Giacobone, consultor do AIIB; Boris Utria, coordenador de operações do Banco Mundial; Hector Daniel Farias, Water Ressources Institute Argentina. Também participaram da reunião os secretários municipais de Fazenda, Valdir Bruxel, de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade, Simone Schneider e de Planejamento, Kariane Pacheco.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2024 0 Comentários 317 Visualizações
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Segunda edição do ESG Experience terá palestrantes do circuito nacional

Por Marina Klein Telles 01/08/2024
Por Marina Klein Telles

Dois nomes de referência no cenário da sustentabilidade no País foram confirmados como palestrantes na segunda edição do ESG Experience: a professora e especialista em ESG, Hildengard Allgaier, e o doutor em Desastres Naturais e membro do Comitê ABNT/CEE-063 “Gestão de Riscos”, Marcos Leandro Kazmierczak.

Promovido pela Associação Comercial e Industrial do município (ACI), Universidade de Santa Cruz (UNISC), Alliance One, BAT, Cindapa, Excelsior Alimentos, Philip Morris Brasil e Excelsior Alimentos, com o apoio da Gazeta Grupo de Comunicações, o evento – considerado um dos maiores na área do interior do Estado – ocorre no dia 15 de agosto, com início às 8h da manhã e encerramento às 17h30, no auditório do Memorial da Unisc.

Fundadora da escola de inovação e sustentabilidade Ehlo, Hildengard Allgaier possui MBA pela Nottingham University e é fellow da Royal Society of Arts de Londres. Especialista em comunicação, relatórios e projetos multi-stakeholders em ESG é professora visitante da PUCRS, IBMEC e FIA-USP. Mentora de executivos em transição de carreira na Henkel, Meta e Loccitane, criou a Ehlo consultoria boutique ESG em 2019, no Reino Unido, com o intuito de estabelecer pontes entre a academia e o mercado corporativo. No encontro, apresentará a palestra “Organizações Exponenciais”.

Marcos Kazmierczak tem graduação em Engenharia Florestal (UFSM 1986) com especialização em Análise de Imagens Orbitais e Sub-orbitais (UFSM 1991) e mestrado em Sensoriamento Remoto (INPE 1991). É doutor em Desastres Naturais pela UNESP/CEMADEN (2023) com área de concentração e Vulnerabilidade de Secas. Especialista Sênior no Projeto de Concepção do Arranjo Institucional e Operacional para Gestão de Risco de Desastres no Estado do Rio de Janeiro foi Delegado do Brasil no IPCC. Fundador da KAZ TECH Ltda, Startup de Mudanças Climáticas, de Porto Alegre, presta consultoria em Sustentabilidade, Mudanças Climáticas e Inteligência Analítica Geoespacial. “ESG no contexto das mudanças climáticas” é o tema que abordará no evento.

Pauta ESG em destaque na programação

A discussão de temas emergentes e importantes da agenda ESG (meio ambiente, social e governança) para implementação em empresas da região e do Estado estarão em debate na programação deste ano. Além das palestras haverá apresentações de casos de empresas locais – Alliance One, BAT, Philip Morris Brasil, JTI, China Brasil Tabacos – e de outras regiões do RS, como a Grendene, da Serra gaúcha, já confirmada.

Também haverá um almoço de integração, realizado ao meio dia, na Associação dos Docentes da Unisc (Adunisc). A ideia é oferecer um espaço para confraternização, networking e trocas de experiências entre os participantes. As inscrições para o segundo lote já estão disponíveis ao preço R$ 120,00 para associado e R$ 140,00 para não associado. As vagas são limitadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2024 0 Comentários 323 Visualizações
Business

CDL Santa Cruz leva empresários para I Fórum Estadual do Comércio

Por Jonathan da Silva 01/08/2024
Por Jonathan da Silva

A CDL Santa Cruz do Sul está disponibilizando transporte para empresários do setor de varejo e serviços participarem do I Fórum Estadual do Comércio. O evento ocorre no dia 12 de agosto, às 9h, na Associação Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre, quando a Federação Varejista reúne diversas lideranças políticas que estão auxiliando na reconstrução do Rio Grande do Sul.

O presidente Ricardo Fernando Bartz destaca que este é o momento exercer a representatividade e dialogar com o poder público sobre estratégias e iniciativas fundamentais para o crescimento do varejo e dos serviços no estado. “A participação de nossas associadas e do público em geral é essencial para fortalecer e enriquecer ainda mais este evento”, pontua Bartz. A ideia é construir um diálogo construtivo, estabelecendo um ambiente de diálogo entre os diversos atores desde líderes empresariais até autoridades públicas, promovendo a cooperação e a busca por soluções conjuntas para os desafios enfrentados pelo comércio gaúcho.

O evento ainda quer debater perspectivas inovadoras e ações concretas para o setor, com a oportunidade de estar na vanguarda das discussões sobre inovação e estratégias práticas para o setor de comércio e serviços no Rio Grande do Sul, contribuindo para a criação de um ambiente empresarial mais dinâmico e competitivo. Por fim, pretende defender as reivindicações dos lojistas gaúchos, para fortalecer a representatividade dos lojistas gaúchos, garantindo que suas necessidades e demandas sejam ouvidas e defendidas de forma eficaz junto às autoridades, visando melhorias significativas para o setor.

As inscrições para o fórum podem ser realizadas no site federacaovarejista.com.br/forum-comercio.

Programação do I Fórum Estadual do Comércio

  • 9h30min – Políticas Públicas de Apoio à Reconstrução do RS
  • 10h45min – Carga Tributária e Competitividade no Comércio
  • 12h15min – Almoço no local
  • 14h – Reerguendo o nosso Rio Grande
  • 15h15min – Impulsionando o Empreendedorismo, as Micro e Pequenas Empresas
  • 16h30min – Encerramento

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2024 0 Comentários 344 Visualizações
Business

Fecomércio-RS solicita urgência para recuperação de empresas gaúchas

Por Marina Klein Telles 01/08/2024
Por Marina Klein Telles

As empresas do Rio Grande do Sul afetadas pelas enchentes seguem necessitando de recursos para reestruturar a economia gaúcha. Na quarta-feira (31), a Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado do RS (Fecomércio-RS) enviou ofícios ao Ministério da Fazenda e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) solicitando urgência no atendimento, tanto das medidas já anunciadas quanto de novos recursos.

Publicada no dia 18 de julho no Diário Oficial da União, a MP 1245/2024 – que aumentou o limite da subvenção econômica em mais R$1 bilhão pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) – segue dependendo de regulamentação. Além da agilidade na aprovação, a Fecomércio-RS defende que os limites para as cotas de subvenção na segunda fase do Pronampe não sejam inferiores a 40% de desconto nas operações, assim como na primeira etapa. “Agilizar as aprovações das medidas de créditos que auxiliam as micro e pequenas empresas gaúchas impactadas pelas enchentes é imprescindível para manter a segurança da economia do Estado, dos trabalhadores e das famílias que atuam no setor que hoje se encontram em situação de desespero”, alerta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Para os créditos concedidos a empresas maiores, através do BNDES, a entidade solicita que a diminuição dos prazos de análise para liberação dos recursos, que hoje podem levar meses. “Na melhor das hipóteses, os recursos prometidos podem chegar às empresas apenas em outubro e, durante esse período de análise de crédito, o negócio fica exposto ao esgotamento do seu capital”, explica o presidente da entidade.

Além da urgência no atendimento das medidas, a Federação aponta para a necessidade de novas liberações de verbas e investimentos para recuperação da região. Em levantamento realizado pela Fecomércio-RS, as estimativas de perdas das empresas, apenas em prejuízos patrimoniais diretos, superam o montante de R$ 20 bilhões. Outros pontos levantados pela entidade são: a retomada da cobrança dos tributos do Simples Nacional, que impacta na obtenção de crédito de algumas empresas; a preservação do quantitativo de empregos, uma vez que no momento de reconstrução algumas delas não puderam manter, ainda que temporariamente; e a restrição à mancha de inundação, que ignora as diversas perdas indiretas decorrentes das enchentes que vão desde baixa demanda ao aumento expressivo de custos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2024 0 Comentários 255 Visualizações
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