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Participando da Construsul, Jimo projeta crescimento de 25% em 2024

Por Jonathan da Silva 17/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Jimo, tradicional indústria gaúcha de soluções domésticas e para a construção, projeta um crescimento de 25% em seu faturamento para 2024 no mercado nacional. A empresa pretende alcançar essa meta com a participação na 25ª Construsul, feira de materiais de construção realizada na Fiergs, em Porto Alegre, entre os dias 15 e 18 de outubro.

O gerente nacional de Vendas da Jimo, Daniel Trussardi Fayh, afirmou que a expectativa de vendas na feira é até 25% maior em relação ao evento do ano passado. Além disso, Fayh destacou que a participação na Construsul é uma oportunidade para fortalecer a marca, realizar networking, demonstrar produtos e lançar novos itens. “A Construsul é o momento de fortalecer parcerias já existentes e criar novas conexões”, pontuou o gerente.

Durante o evento, a Jimo lança o Jimo Limpa Box & Banheiro, um produto voltado à limpeza de diversas superfícies laváveis, como louças sanitárias, vidros e metais. Fayh também mencionou que haverá promoções para compras realizadas no estande da empresa.

Fundada em 1956 pelos químicos Julio e Ieda Morandi, a Jimo possui uma fábrica em Cachoeirinha, um escritório em Porto Alegre e uma filial em Guarulhos-SP. A empresa oferece ao mercado mais de 70 produtos, incluindo inseticidas, fungicidas e outras soluções para o uso doméstico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2024 0 Comentários 340 Visualizações
Business

Diamond Business Tower traz novo conceito em empreendimentos comerciais a Santa Cruz

Por Jonathan da Silva 16/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Vienzo Empreendimentos lançou, na noite desta terça-feira (15), o Diamond Business Tower, um novo empreendimento comercial em Santa Cruz do Sul, com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em mais de R$ 40 milhões. Localizado na esquina das ruas Marechal Deodoro e Sete de Setembro, no centro da cidade, o projeto tem previsão de conclusão para dezembro de 2028.

O empreendimento oferecerá 67 salas comerciais com preços a partir de R$ 382 mil, além de ambientes executivos inovadores, como uma Sala de Convenções e uma Work Room, projetadas para atender desde pequenas reuniões até grandes eventos. A estrutura também contará com uma academia, uma sala de bem-estar e áreas de convivência, incluindo um espaço gourmet e um restaurante na cobertura, com um terraço oferecendo vista panorâmica da cidade.

O Diamond Business Tower terá ainda diferenciais como controle de acesso, elevadores inteligentes, energia fotovoltaica e estacionamento com 80 vagas. De acordo com a Vienzo, quase 40% das unidades já foram comercializadas antes mesmo do lançamento oficial.

A Vienzo Empreendimentos, formada por Antonio Carlos Alves, Heitor Jair Faust e Cássio Knak, tem um portfólio que inclui outros empreendimentos residenciais na região. O nome “Diamond” foi escolhido por simbolizar a excelência e o valor que a empresa busca em seus projetos.

Fotos: projeto do Diamond Business Tower/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/10/2024 0 Comentários 621 Visualizações
Business

Fecomércio-RS cobra acesso de empresas afetadas pelas enchentes ao Pronampe

Por Marina Klein Telles 16/10/2024
Por Marina Klein Telles

Empresas gaúchas afetadas pelas enchentes seguem enfrentando dificuldades para acessar benefícios federais, em especial ao crédito subsidiado do Pronampe Solidário. O alerta foi feito pelo presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, em ofício enviado ao Secretário-Executivo para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Emanuel Hassen de Jesus, nesta terça-feira, 15 de outubro. No documento, Bohn aponta para a necessidade de o Governo Federal realizar ajustes e aprimorar mecanismos que garantam que os recursos efetivamente cheguem às micro e pequenas empresas em necessidade.

Até o fim de setembro, menos de R$3 bilhões foram emprestados através do Pronampe Solidário – menos da metade dos R$7,5 bilhões em crédito aprovados pelo Governo Federal e o Congresso Nacional. “Conforme pesquisa da Fecomércio-RS, realizada com os empresários, inúmeros problemas inviabilizaram essas concessões. Entre os principais, podemos citar problemas cadastrais de empresas situadas na mancha de inundação, que estavam enquadradas fora da mancha pelo cadastro do governo, e a exigência de Certidão Negativa de Débito”, explica Bohn.

Entre as soluções propostas pela Fecomércio-RS, está maior flexibilização nos critérios de concessão do crédito subsidiado; a possibilidade de contratação por empresas fora da mancha de inundação, visto que vários setores, como o do turismo, foram indiretamente afetados; e um programa de negociação de dívidas que viabilize a obtenção de Certidão Negativa de Débito por empresas devedoras. A Federação também sugere a ampliação do limite de crédito individual do Pronampe Solidário, hoje em 60% do faturamento anual da empresa. “Muitas das empresas impactadas perderam todos seus estoques e, para retomarem suas atividades necessitarão adquirir equipamentos e realizar reformas nos imóveis. Portanto, a necessidade de recursos, em diversos casos, supera, em muito, o atual limite”, traz o presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/10/2024 0 Comentários 375 Visualizações
Business

Convenção e Feira de Negócios da Farmácias Associadas sinaliza retomada econômica

Por Marina Klein Telles 16/10/2024
Por Marina Klein Telles

Com expectativa de participação e de faturamento recordes, a Convenção e Feira de Negócios da Farmácias Associadas deste ano é um indicativo da recuperação do Rio Grande do Sul após a enchente atingir mais de 97% dos seus municípios em maio deste ano. Ao comemorar os 25 anos da Rede, o tema da 17ª edição do evento – que ocorre de 16 a 20 de outubro, no Serra Park, em Gramado – está na retomada econômica e social do Estado.

A feira deste ano contará com mais de 60 expositores, somando cerca de 3,8 mil participantes e uma expectativa de ultrapassar os R$ 100 milhões em negócios. Sob o mote “Superamos juntos. Crescemos unidos”, alguns dos lojistas gravemente atingidos pelas cheias e amparados pelo grupo, a exemplo de farmácias de Mathias Velho, em Canoas, e de Sinimbu que precisaram ser totalmente reconstruídas, estarão presentes.

“Depois de fazermos um levantamento dos prejuízos, concedemos R$1,5 milhão de nossos recursos para a reconstrução das lojas danificadas pela catástrofe. De um total de 73 unidades, 43 tiveram perda total. Criamos também um programa de auxílio imediato aos associados, com condições especiais de parcelamento, e disponibilizamos um kit de marca própria, com cosméticos e produtos de higiene e beleza de Curva A, para acelerar a rentabilidade das lojas na reabertura”, destaca o presidente da Farmácias Associadas, Ben Hur Jesus de Oliveira.

Para agilizar a retomada dos associados, o departamento comercial da Rede assumiu a tarefa de intermediar negociações com fornecedores na indústria farmacêutica e na distribuição de medicamentos, para a reposição das mercadorias perdidas. Com fornecedores importantes, o presidente interveio pessoalmente, em busca de melhores prazos e doação de mercadorias.

De acordo com ele, o investimento da marca é decisivo para a sobrevivência das farmácias, já que a Rede é composta quase que integralmente por empresas independentes de micro, pequeno e médio portes. Outro ponto importante, na sua avaliação, é a importância que essas empresas têm para as suas comunidades: “Geralmente, essas farmácias são referência em saúde nas cidades. Por isso, o principal foco foi montar um plano emergencial e direcionar todos os recursos que pudermos para que seguissem atuando”, comenta Oliveira.

Nesse espírito, a expectativa é de que mais de 85% do poder de compra do segmento esteja presente na convenção deste ano. Para atender os Associados dos outros estados a Rede negocia condições que contempla o regime tributário de cada um, inclusive convida fornecedores regionais do Centro Oeste a participar da feira.

A Rede estima chegar ao final do ano com 1,7 mil lojas, sendo 300 novas, com expectativa de chegar a R$ 2 bilhões em faturamento (R$ 500 mil a mais do que em 2023). Em 2025, o objetivo é ultrapassar as 2 mil unidades.

Programa Mais Saúde

A Farmácias Associadas estruturou um programa de acolhimento psicológico emergencial gratuito para oferecer um primeiro atendimento às vítimas. O programa + Saúde ofereceu acolhimento psicológico emergencial gratuito ao público e aos associados durante as enchentes, realizando mais 100 atendimentos online e presencial.

Na feira, vai montar um estande para fazer avaliação e testes psicológicos, além de apostar no tema da saúde mental nas corporações, voltada para a melhoria do clima organizacional nas farmácias e na administração da Rede.

Sobre a Farmácias Associadas

Maior rede associativa de farmácias do país, a Farmácias Associadas tem 1,5 mil lojas nos estados do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Paraná e Santa Catarina, além do Distrito Federal. Fundada em 1999, congrega micro, pequenas e médias empresas independentes, ou seja, que não estão ligadas aos grandes conglomerados do setor farmacêutico do país. Além das compras coletivas, os associados também têm acesso a ferramentas de marketing e de gestão, além de assessorias técnicas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/10/2024 0 Comentários 363 Visualizações
Business

Move+: ação inédita na Mercopar facilita negociações de produtos e serviços

Por Marina Klein Telles 15/10/2024
Por Marina Klein Telles

A Mercopar, que começa nesta terça-feira (15), abrirá espaço para duas ações inéditas do programa Move+ Agentes de Mercado do Sebrae RS. Por meio das iniciativas, que ocorrem nos dias 17 e 18 de outubro, empreendedores gaúchos do setor industrial, serviços industriais e de alimentos e bebidas serão conectados a empresas compradoras para potencializarem suas vendas. Agentes de mercado, que são consultores credenciados do Sebrae especialistas em vendas, têm atuado desde março de 2024 dando o suporte necessário às pequenas empresas do programa para que aproveitem da melhor forma oportunidades como estas, de conexões com compradores.

“A iniciativa está totalmente alinhada ao momento atual do Estado, em que precisamos fazer a roda da economia girar ainda mais rápido, ajudando todo o ecossistema de empresas que foi atingido pelas enchentes a buscar um recomeço. E nada melhor que recomeçar aumentando ainda mais o faturamento”, destaca o analista de Competitividade Setorial e gestor estadual do Programa Agentes de Mercado Move+, Lucas Frohlich Benites.

A primeira ação acontece no dia 17, das 14h às 18h, no espaço de rodadas da feira, localizado no Pavilhão Azul. Chamado de Conexões de Negócios Indústria e Serviços Industriais, o evento contará com 36 empreendedores participantes do Move+ que promoverão seus produtos e serviços. As empresas exibirão seus catálogos e apresentarão seus diferenciais para o público de compradores da feira.

No dia 18, das 14h30 às 18h, será a vez de 34 pequenos negócios do Estado participantes do programa promoverem alimentos e bebidas diferenciados. Em seus estandes, oferecerão degustação dos produtos. “Donos de restaurantes, bares, mercados, empórios terão a oportunidade única de degustar e conhecer alimentos e bebidas que se destacam pela qualidade, tradição e inovação e fazer negócios com essas agroindústrias atendidas pelo Sebrae. Oferecer produtos deste tipo no restaurante ou no mercado é certeza de ter consumidor satisfeito”, afirma o consultor coordenador do programa Move+, Jankel Dal’osto. Ele acrescenta que a conexão que se pretende estabelecer entre as empresas do Estado vai ao encontro da tendência de cadeias curtas, algo que ocorre no mundo todo.

Para aquecer os empresários que participarão desta rodada de negócios do dia 18, acontece no Palco 2 uma palestra com Leila Okamura. Ela é fundadora da Local.e (plataforma que ajuda a empoderar marcas locais brasileiras para a conquista de espaço). Leila falará sobre Inovação em alimentos e bebidas e a transformação do varejo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2024 0 Comentários 296 Visualizações
Business

Pacto Calçadista debate reposicionamento do calçado do RS nos EUA

Por Jonathan da Silva 15/10/2024
Por Jonathan da Silva

O reposicionamento do calçado do Rio Grande do Sul no mercado dos Estados Unidos, que importa cerca de 2 bilhões de pares por ano, foi o tema central de um evento promovido pelo Comitê de Internacionalização e o Pacto Calçadista, nesta quinta-feira (10), no auditório da ACI, em Novo Hamburgo. Especialistas destacaram a necessidade de união de todo o setor para aumentar as vendas no mercado norte-americano, que é amplamente dominado por produtos da Ásia.

O integrante do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, Marlos Schmidt, ressaltou que já foram realizados avanços significativos, como a associação à Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados (FDRA), e anunciou que uma missão da entidade visitará o Rio Grande do Sul em 2025. Schmidt enfatizou a importância do apoio de empresas e entidades empresariais e incentivou a participação de mais integrantes do setor.

Durante o segundo painel, a empresária e professora universitária Ana Cristina Klein abordou a relevância da integração entre cultura exportadora e capacidade de internacionalização para o sucesso em mercados globais. Segundo Ana, “a cultura exportadora cria a mentalidade certa, enquanto a capacidade de internacionalização oferece as ferramentas e estruturas necessárias.” Ela também destacou a qualidade do produto e certificações internacionais como estratégias para exportação ao mercado americano.

A especialista apresentou ainda os dez mandamentos da exportação de calçados para os Estados Unidos:

  1. Não reclamarás de ter que produzir meio número.
  2. Não tentarás convencer o cliente a aceitar número cheio.
  3. Não farás ‘enjambrações’ e terás equipe técnica com capacidade para desenvolver e produzir meio número.
  4. Responderás e-mails e solicitações de preços e entregas em 24 horas, como fazem os chineses.
  5. Farás amostras e produção 100% de acordo com a ficha técnica detalhada pelo cliente, e sugerirás alterações em tempo hábil, não no último momento.
  6. Respeitarás datas de entrega de amostras e produção, e quando possível, informarás mudanças em tempo hábil.
  7. Terás claro a diferença entre uma desculpa e uma explicação.
  8. Calcularás o preço de forma precisa e não voltarás atrás nas condições de negociação.
  9. Entenderás que, sem compliance, não há negócios com empresas americanas.
  10. Entenderás que precisas entregar produto e serviço excelentes!

No terceiro painel, a gerente comercial do IBTeC, Karin Becker afirmou que a conformidade com normas internacionais é essencial para realizar negócios com grandes marcas internacionais. “Sem isso, não há negócios”, destacou Karin, que também mencionou que o mercado americano é o segundo mais regulamentado do mundo e que a sustentabilidade será um fator indispensável no futuro.

O coordenador do Eixo Pessoas, Processos e Produtos do Pacto Calçadista, Oscar Bortolussi, ressaltou a importância da capacitação de profissionais e da preparação das empresas para garantir o sucesso organizacional, afirmando que “tudo começa e termina nas pessoas”.

Christian Thomas, também do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, defendeu que o calçado brasileiro deve buscar um reposicionamento no mercado norte-americano, focando em um nicho de preço superior ao ocupado por produtos asiáticos. Ele ressaltou que o Brasil pode competir em faixas de preço mais altas, entre US$ 200 e US$ 300, aproveitando diferenciais como lead-time reduzido, transit time eficiente e a participação em feiras internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2024 0 Comentários 266 Visualizações
Business

2ª edição anual da Sondagem Atacadista da Fecomércio-RS expõe impacto das enchentes

Por Jonathan da Silva 14/10/2024
Por Jonathan da Silva

A segunda edição da Sondagem Atacadista de 2024, realizada pela Fecomércio-RS entre 12 de agosto e 28 de setembro, revelou os impactos da tragédia de maio sobre o setor atacadista no Rio Grande do Sul. A pesquisa apontou que 21,3% dos entrevistados foram diretamente afetados pela tragédia e 71,2% de forma indireta, com 82,3% das empresas não conseguindo cobrir suas despesas naquele mês. Para lidar com a crise, a maioria dos empresários recorreu às reservas da empresa (71,0%) e dos sócios (49,8%). Apenas 5% dos afetados conseguiram acessar linhas de crédito específicas para a tragédia, enquanto 9,8% tomaram empréstimos em linhas de crédito comuns.

A pesquisa também mostrou que 20,3% dos entrevistados tentaram acessar as linhas de crédito direcionadas aos afetados, mas não tiveram sucesso. No momento atual, 54,0% dos empresários relatam que ainda não se recuperaram financeiramente da tragédia, com 42,3% prevendo que levarão pelo menos três meses para se recuperar. Além disso, 43,3% afirmaram que o faturamento ainda está abaixo do esperado antes do desastre.

Entre os obstáculos ao crescimento das vendas, os entrevistados destacaram o aumento dos custos logísticos (25,7%), a incerteza quanto a novas tragédias no estado (22,1%) e as condições de infraestrutura (20,3%), além de fatores habituais como a economia brasileira, concorrência e carga tributária.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, comentou que o setor atacadista foi “fortemente afetado pelas cheias de maio”, com grandes perdas patrimoniais e de faturamento. Ele também destacou o elevado grau de insatisfação com as medidas de auxílio anunciadas, observando que 73,3% dos entrevistados discordam que as ações do governo federal para ajudar na recuperação das empresas foram suficientes.

Foto: Jcomp/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/10/2024 0 Comentários 354 Visualizações
Business

Expansão e Bora fortalecem parceria na comemoração de 25 anos da revista

Por Marina Klein Telles 11/10/2024
Por Marina Klein Telles

Nesta sexta-feira, a revista Expansão lançou os ingressos da festa de 25 anos que ocorre em 29 de novembro no NH Hall no Bora Club. A parceria com a plataforma especialista em marketing estratégico, conexões e experiências, permite a aquisição facilitada dos convites.

O Bora utiliza métodos inovadores para conectar pessoas, projetos e empresas. “Atuamos em diversos setores, focando sempre na experiência do cliente e em resultados sólidos. Oferecemos soluções de marketing integradas, desde análise detalhada até a execução estratégica, com o objetivo de otimizar o engajamento e realizar objetivos significativos”, destaca o sócio-proprietário do Bora Club, Guilherme Henz.

Hora de brilhar

A celebração contará com um dress code social com detalhes em prata, garantindo que todos os participantes estejam à altura desse marco. Os convidados poderão desfrutar de um menu exclusivo criado pelo Irius Gastronomia, com pratos inspirados na refinada culinária francesa. Para animar a noite, atrações musicais como Os Calamares, Dj Renato Rocha, O Choro é Livre e Caxias Ensemble Orchestra prometem garantir um ambiente festivo e acolhedor.

Os convites estão disponíveis por R$ 280,00 cada e podem ser adquiridos pelo telefone (51) 99997-9466 ou pelo Bora Club. Não perca a oportunidade de fazer parte dessa noite memorável, que homenageia 25 anos de inspirações e conquistas no mundo da informação.

Serviço

  • Evento: 25 anos da Revista Expansão
  • Data: 29 de novembro
  • Local: NH Hall
  • Horário: 19h25
  • Dress Code: Social com detalhes em prata
  • Menu: Culinária francesa (Irius Gastronomia)
  • Atrações: Os Calamares, Dj Renato Rocha, O Choro é Livre, Caxias Ensemble Orchestra
  • Convite: R$ 280,00 (individual) 
  • Link: https://bora.club/evento/festa-de-25-anos-da-revista-expansao

Sobre a revista Expansão

A Revista Expansão, importante veículo de comunicação que dissemina conteúdos sobre negócios e variedades para todo o Rio Grande do Sul, celebra seus 25 anos com um evento especial. No dia 29 de novembro, a partir das 19h25, o NH Hall será o palco dessa comemoração que destaca a coragem e o protagonismo para gerar novos negócios e superar adversidades.

Com sede em Novo Hamburgo, a Revista Expansão alcança uma ampla audiência nos vales do Sinos, Caí, Paranhana e Rio Pardo, além da Região das Hortênsias, Encosta da Serra, Sapucaia do Sul, Esteio, Canoas e Porto Alegre, com circulação em 72 municípios. Essa trajetória de sucesso reflete a relevância do veículo na promoção de ideias e iniciativas que impulsionam o cenário empresarial gaúcho.

Arte: Alexandre Bitello/ABDesigner | Texto: Marina Klein Telles/Expansão
11/10/2024 0 Comentários 409 Visualizações
Business

Brasil e Cazaquistão discutem ampliação da relação comercial

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

Brasil e Cazaquistão discutiram a ampliação de sua relação comercial durante a 3ª Reunião do Comitê Empresarial entre os dois países, realizada nesta quinta-feira (10) na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. O encontro destacou o potencial de crescimento nas trocas comerciais entre as duas nações, que já possuem parcerias importantes em setores como energia sustentável, transporte, fertilizantes e indústria alimentícia.

O embaixador do Cazaquistão no Brasil, Bolat Nussupov, presente no evento, destacou a posição estratégica de seu país como um importante corredor de exportação entre a Ásia e a Europa, por onde passam 80% do transporte terrestre entre os dois continentes. “Muitos itens exportados da China para a Europa passam pelo nosso país. O Brasil tem grande potencial para explorar essa oportunidade”, afirmou Nussupov, sugerindo que o Cazaquistão pode se tornar um intermediário no comércio entre China, Europa e Brasil.

O evento foi organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Fiergs e o Centro de Indústria e Exportação do Cazaquistão (QazIndustry). O vice-presidente executivo da CNI, Gilberto Porcello Petry, enfatizou que a relação comercial com o Cazaquistão é promissora, especialmente para o Rio Grande do Sul. “Nosso intuito é fortalecer a cooperação e ampliar as potencialidades de negócios bilaterais com o Cazaquistão”, pontuou Petry.

O embaixador do Brasil no Cazaquistão, Marcel Biato, que participou de forma online, reforçou a importância do Brasil como parceiro nas novas fronteiras diplomáticas do Cazaquistão. Ele mencionou iniciativas já em andamento, como a produção de soja com tecnologia brasileira, além da atuação de empresas como a WEG, que desenvolve projetos de energias renováveis e hidrogênio verde no país.

Em 2023, a corrente de comércio entre Brasil e Cazaquistão superou os US$ 121 milhões, embora tenha registrado uma queda de mais de 36% em comparação ao ano anterior. No entanto, a corrente entre o Cazaquistão e o Rio Grande do Sul aumentou 137%, atingindo US$ 9,6 milhões no mesmo período. O secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, Ernani Polo, afirmou que as localizações estratégicas do estado e do Cazaquistão, assim como as semelhanças econômicas, oferecem grandes oportunidades para avanços, especialmente em tecnologia e inovação.

Além de empresários e autoridades dos dois países, o encontro contou com a participação do vice-presidente do Conselho de Administração JSC da QazIndustry, Alibek Shakimov, e do deputado federal Lucas Redecker (PSDB), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara dos Deputados. Representantes de empresas brasileiras que já atuam no Cazaquistão também compartilharam suas experiências durante o evento.

Ao final da reunião, foram assinados memorandos de cooperação entre empresas brasileiras e cazaques nas áreas de cultivo de soja e processamento de carne de frango. Também foi firmado um acordo de irmandade entre o Rio Grande do Sul e a região de Almaty, além da ata da 3ª Reunião do Comitê Empresarial. Além disso, o embaixador Nussupov participou de uma reunião com o presidente da Fiergs, Claudio Bier.

Reunião entre Nussupov e Bier

Fotos: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 425 Visualizações
Business

Abicalçados revisa previsão de crescimento do setor calçadista para até 3,2%

Por Jonathan da Silva 09/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) revisou sua previsão de crescimento para o setor calçadista em 2024, com projeções de aumento entre 1,9% e 3,2% na produção, que deve alcançar entre 882 milhões e 893 milhões de pares. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9), durante o evento on-line “Análise de Cenários”, conduzido pela coordenadora de Inteligência de Mercado da entidade, Priscila Linck, e pelo doutor em economia Marcos Lélis.

Durante o evento, Lélis traçou um panorama econômico global e nacional. O economista mencionou que, apesar da recuperação econômica nos Estados Unidos, Japão e Europa, um mercado importante para o calçado brasileiro, a Argentina, enfrentou uma queda de 1,7% no segundo trimestre de 2024.  “Tratando do PIB brasileiro, crescemos 3,3% no segundo trimestre, número acima do esperado. O resultado foi impactado pela associação entre os aumentos do consumo das famílias e dos investimentos”, ressaltou Lélis, acrescentando que a demanda interna tem crescido mais do que o PIB.

Priscila destacou o impacto da concorrência internacional, especialmente da China, no mercado de exportações brasileiro. Segundo ela, entre janeiro e setembro de 2024, as exportações de calçados do Brasil caíram 21% em número de pares. Para 2025, a projeção é de uma estabilização das exportações, com variação de -1,9% a 0,2%. “O Brasil vem perdendo participação para os asiáticos no mercado internacional, principalmente para Vietnã, Indonésia e China”, comentou a coordenadora.

No mercado interno, que absorve mais de 85% das vendas do setor, a produção de calçados cresceu 4,4% até agosto de 2024, recuperando os níveis pré-pandemia de 2019. Para 2025, a Abicalçados projeta um crescimento entre 1,1% e 1,9%, com a produção entre 897 milhões e 904 milhões de pares, sendo mais de 89% destinados ao mercado interno.

O evento “Análise de Cenários” também foi realizado presencialmente em polos calçadistas como Franca, Jaú e Birigui, em São Paulo, e contou com o patrocínio do grupo FCC e apoio da ApexBrasil, MDIC, Sindifranca, Sindicalçados Jaú e Sinbi.

Principais dados e projeções do Análise de Cenários

  • Produção de calçados em pares (consolidada): +4,4% de janeiro a agosto no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Exportações de calçados em pares (consolidada): -21% de janeiro a setembro no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Consumo aparente em pares (consolidado): +9,4% de janeiro a setembro no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Produção de calçados 2024 em pares (projeção): Entre +1,9% e +3,2% (882 milhões de pares e 893 milhões de pares);
  • Produção de calçados 2025 em pares (projeção): Entre +1,1% e +1,9% (897 milhões de pares e 904 milhões de pares);
  • Exportações de calçados 2024 em pares (projeção): Entre -19,2% e -14,5% (95,6 milhões de pares e 101,2 milhões de pares);
  • Exportações de calçados 2025 em pares (projeção): Entre -1,9% e +0,2% (96,5 milhões de pares e 98,6 milhões de pares).
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2024 0 Comentários 620 Visualizações
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