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Calçados Pegada é recertificada no nível máximo do Origem Sustentável

Por Marina Klein Telles 01/11/2024
Por Marina Klein Telles

A Calçados Pegada, de Dois Irmãos/RS, recebeu hoje (1º) a sua recertificação no programa Origem Sustentável no seu nível máximo, o Diamante (mais de 80% dos indicadores atingidos). A entrega contou com as presenças do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, da diretoria e da equipe responsável pelo programa na empresa.

Com alto nível de comprometimento no programa, a Calçados Pegada enxerga na certificação um diferencial competitivo, especialmente no mercado internacional, onde as práticas ESG são cada vez mais valorizadas. “Hoje exportamos cerca de 8% da nossa produção de mais de 7 milhões de pares por ano. Anos atrás, esse índice chegava a 12%. Queremos voltar a ter essa força no mercado externo e, para isso, ter o aval do Origem Sustentável, único programa ESG no mundo focado na cadeia calçadista, é um diferencial importante”, avalia o gerente administrativo da empresa, Gabriel Ranft.

Entre os destaques da Pegada no pilar ambiental, está o investimento em energias renováveis. Atualmente, toda a energia utilizada pela empresa nas suas duas unidades, no Rio Grande do Sul e na Bahia, é proveniente do Mercado Livre de Energia. Na unidade baiana, onde são produzidos cerca de 90% dos seus calçados, a empresa implantou um projeto piloto com a instalação de placas solares que geram 5% da energia elétrica utilizada.

Lançamento sustentável na BFSHOW

Em termos de produto, a Pegada lançará, na BFSHOW, em novembro, sua primeira linha de calçados sustentáveis, a Eco Step. “O nosso objetivo é replicar a bandeira de sustentabilidade do setor, atingindo um público que está cada vez mais preocupado com as questões ambientais”, explica Ranft. A linha Eco Step tem cerca de 70% dos materiais utilizados no calçado provenientes de reaproveitamento e reciclagem de resíduos produtivos. “Além disso, fomentamos a cadeia, pois compramos esse material de fornecedores locais”, acrescenta o gerente.

Na área social, a empresa vem apostando no treinamento e desenvolvimento pessoal dos seus mais de 5,3 mil colaboradores, em cursos realizados nas próprias dependências da empresa e em parceria com instituições de ensino. Visando uma integração maior com as comunidades em que está inserida, a Pegada também promove o patrocínio de eventos culturais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2024 0 Comentários 379 Visualizações
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Exportações de tabaco podem chegar a US$ 3 bilhões em 2024

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

O setor de tabaco planeja o resultado de até US$ 3 bilhões com as exportações do produto neste ano. Durante a 74ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, realizada em formato híbrido nesta quarta-feira (30), representantes do setor debateram temas de interesse da cadeia produtiva e compartilharam projeções otimistas para o fechamento das exportações de tabaco em 2024. O encontro foi promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e contou com a presença de líderes de entidades do setor.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, que assumirá oficialmente a nova diretoria em 8 de novembro, em Santa Cruz do Sul, apresentou dados sobre as exportações e destacou a estimativa de crescimento no valor exportado. “Devemos ter uma exportação acima da média dos últimos anos em dólares e, se a tendência se confirmar, podemos superar a marca dos US$ 3 bilhões. É uma demonstração de que nosso sistema integrado está plenamente ativo, gerando renda, empregos, divisas”, afirmou Thesing, referindo-se à análise da Deloitte, que aponta uma queda no volume exportado entre -15% e -10,1% e um aumento no valor das vendas entre 20,1% e 25%.

Segundo o Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/ComexStat), de janeiro a setembro deste ano, foram exportadas 316 mil toneladas de tabaco, o que representa uma queda de -14% em relação ao mesmo período de 2023. No entanto, o valor exportado foi de US$ 2,03 bilhões, uma variação positiva de 3,44% em comparação ao ano anterior. Bélgica, China, Estados Unidos, Indonésia e Egito figuram entre os maiores compradores até o momento. Em 2023, o Brasil exportou 512 mil toneladas e US$ 2,729 bilhões para 107 países, com destaque para a União Europeia, que respondeu por 42% das compras.

Produção e remuneração incentivam ampliação da área plantada

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Drescher, apresentou dados da safra 2023/24 e perspectivas para a safra 2024/25. Segundo Drescher, o cultivo de tabaco na última safra envolveu 133 mil famílias na Região Sul, com um aumento de 6,62% em relação à safra anterior. A área plantada foi de 284.184 hectares, um crescimento de 8,57%. “Nas últimas safras tivemos uma remuneração média mais satisfatória para os produtores, o que acaba estimulando o aumento de área e de produtores que aderem ao cultivo”, explicou Drescher.

A produção total da safra 2023/24 foi de 508.041 toneladas, uma redução de -16,12% em relação à safra anterior, devido ao excesso de chuvas. Essa diminuição de volume resultou em um aumento de 28% no preço médio do tabaco. Drescher também comentou que 8,5% do tabaco da próxima safra já foi colhido e que, em novembro, haverá novas projeções sobre a área plantada e o número de famílias envolvidas.

Próximas reuniões

A Câmara Setorial definiu as datas para os encontros de 2025: 10 de abril, em Cachoeira-BA; 16 de julho e 29 de outubro, ambas em formato híbrido.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 432 Visualizações
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Campo-bonense Bmpproar planeja crescimento de 54% até 2030 e expansão internacional

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Bmpproar, empresa de Campo Bom especializada em componentes e sistemas pneumáticos para ônibus, projeta um crescimento de 54% no faturamento até 2030. Com 40 anos de atuação, a empresa busca expandir a participação tanto no mercado nacional quanto internacional, onde atualmente opera em seis países da América Latina e em Portugal, que representam cerca de 30% de seu faturamento.

Fundada em 1984, a Bmpproar atua nas regiões sul e sudeste do Brasil e em países como México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru. Para sustentar esse crescimento, a empresa investirá em melhorias de infraestrutura e na qualificação dos 35 colaboradores, como explica o diretor Cesar Ramos, que junto à coordenadora de comercial e logística Jéssica Salla destaca a importância dos investimentos para a segurança e o conforto dos funcionários. Segundo eles, a qualificação da equipe atual e o aumento do time estarão alinhados à resposta dos mercados-alvo às novas estratégias da empresa.

Além dos investimentos no Brasil, a Bmpproar planeja expandir sua presença na América Central e na África do Sul, utilizando uma estratégia de parcerias com canais de distribuição especializados. Para os gestores, essa expansão é vital para o equilíbrio nas receitas e o desenvolvimento de produtos, áreas nas quais a empresa já está inserida há mais de três décadas.

A empresa também aposta em inovações estruturais e reforço na comunicação digital para alcançar as novas metas de expansão. Com uma abordagem focada na inovação e na performance, a Bmpproar espera consolidar-se como referência no setor, visando manter o equilíbrio entre os mercados nacional e internacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 389 Visualizações
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Indústria calçadista brasileira busca estreitar relações com mercado angolano

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira está fortalecendo relações comerciais com Angola, que se consolidou como um destacado destino de exportação para o setor. Entre janeiro e setembro, as fábricas brasileiras exportaram para o país africano o equivalente a US$ 11 milhões, representando um aumento de 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Em um encontro realizado durante o Fórum Brasil de Investimentos, em São Paulo, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, e a gerente de Relacionamento e Negócios da entidade, Letícia Sperb Masselli, reuniram-se com representantes da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (Aipex). Ferreira destacou que o objetivo da reunião foi fortalecer o relacionamento com o mercado angolano, que apresenta um potencial de crescimento para os produtos brasileiros. “Angola é um mercado em crescimento para a indústria brasileira de calçados”, afirmou o dirigente.

Durante o encontro, representantes da Aipex ressaltaram a receptividade do calçado brasileiro em Angola, impulsionada por similaridades culturais, incluindo a língua, que facilitam a integração comercial. Angola, com uma população de mais de 34 milhões de pessoas, depende fortemente da importação de calçados e tem o Brasil como seu segundo maior fornecedor, atrás apenas da China.

Representando a Aipex, participaram do encontro o administrador-executivo Jerônimo Pongolola e o técnico Valter Almeida.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 413 Visualizações
Business

Indústria calçadista projeta retomada da produção acima de 900 milhões de pares em 2025

Por Jonathan da Silva 29/10/2024
Por Jonathan da Silva

Após enfrentar uma queda durante a pandemia de Covid-19, a indústria calçadista brasileira prevê um aumento de produção para 2025, com estimativas de chegar a 904 milhões de pares. Em 2019, o setor produziu 898 milhões de pares, mas a pandemia reduziu esse número para 746 milhões em 2020. Desde então, a produção apresentou leve recuperação, com 855 milhões, 886 milhões e 865 milhões de pares produzidos entre 2021 e 2023. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a projeção para 2024 é de aumento de até 3,2%, e um crescimento adicional de 1,9% em 2025.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explicou que o mercado interno será essencial para essa recuperação, impulsionado por uma diminuição no desemprego e aumento da renda. “Entre janeiro e setembro, a entidade estima um crescimento de mais de 9% no consumo doméstico de calçados, onde também são computadas as importações”, afirmou Ferreira.

Para atender à alta demanda, em novembro ocorrerá a 3ª edição da BFShow, feira que reunirá mais de 290 marcas e apresentará lançamentos de Outono-Inverno, além de produtos com pronta entrega voltados para o abastecimento do varejo antes das festas de fim de ano.

O CEO da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo, organizadora da BFShow, destacou que o evento, que ocorre de 11 a 13 de novembro no Distrito Anhembi, em São Paulo, espera receber mais de 10 mil compradores nacionais e internacionais. “É o único evento do país em que o lojista vai encontrar desde os principais fabricantes até indústrias de pequeno porte que atendem nichos específicos de butiques”, pontuou Picolo.

O credenciamento para lojistas está aberto no site oficial da BFShow.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2024 0 Comentários 504 Visualizações
Business

Ex-ministro Paulo Guedes discutirá economia e comércio em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 28/10/2024
Por Jonathan da Silva

O ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, será o palestrante convidado do Fecomércio-RS Debate, evento marcado para 4 de novembro, na sede da entidade em Porto Alegre. PhD em Economia pela Universidade de Chicago, Guedes abordará a conjuntura econômica do Brasil, com foco nos impactos sobre o comércio, e o evento será direcionado a empresários e demais interessados no tema.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, comentou sobre a iniciativa. “Trazer grandes nomes e especialistas para perto dos empreendedores gaúchos no debate e na abordagem de temas pertinentes aos negócios e à sociedade é um dos objetivos do projeto Fecomércio-RS Debate. Nós estamos entusiasmados pela oportunidade de ouvir e trocar ideias com o ex-ministro da Economia. Certamente, será um evento muito proveitoso”, afirmou Bohn.

Além de sua atuação no Ministério da Economia entre 2019 e 2022, Guedes tem uma extensa carreira acadêmica e empresarial. Ele já foi professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA). Também fundou o Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), além de instituições como a Abril Educação e o Banco Pactual, e participou de IPOs significativos no setor educacional brasileiro.

A Fecomércio-RS, entidade organizadora do evento, representa empresas do setor de comércio, serviços e turismo no Rio Grande do Sul. Atuando em diversas cadeias produtivas, o setor é responsável por 53% do PIB estadual e cerca de 1,5 milhão de empregos formais. Com presença em todo o estado, a entidade busca promover o empreendedorismo e o desenvolvimento econômico local.

As inscrições para o Fecomércio-RS Debate estão abertas ao público interessado no link sympla.com.br/evento/fecomercio-debate-paulo-guedes/2383227.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2024 0 Comentários 465 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta queda na confiança do empresário industrial gaúcho

Por Jonathan da Silva 25/10/2024
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) caiu em outubro. A pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta quinta-feira (24) indica que o índice passou de 52 pontos em setembro para 51,1 pontos em outubro, após dois meses de alta, mantendo-se abaixo da média histórica de 53,6 pontos. Apesar da queda, o resultado permanece acima de 50 pontos, indicando um leve otimismo no setor.

De acordo com o presidente da Fiergs, Claudio Bier, a redução da confiança está relacionada às expectativas dos empresários para os próximos seis meses. “O retorno do ciclo de aperto monetário, com aumento da taxa Selic, foi possivelmente o fator responsável pela diminuição desse sentimento, embora as expectativas negativas em relação à economia doméstica já estivessem presentes desde o final de 2022, devido à incerteza quanto à sustentabilidade das contas públicas”, afirmou Bier.

O presidente também destacou que o nível de confiança do setor industrial não deve se alterar de forma significativa enquanto a incerteza sobre a condução da política fiscal persistir. Ele projeta um ritmo de crescimento moderado para a atividade industrial no estado.

O levantamento aponta que o Índice de Expectativas, que reflete a visão para os próximos seis meses, caiu 1,4 ponto, registrando 52,7 em outubro. Embora o número permaneça acima de 50, sugerindo otimismo, o sentimento positivo entre os empresários foi menor do que em setembro.

O Índice de Condições Atuais, outro componente do ICEI-RS, permaneceu praticamente estável, subindo apenas 0,1 ponto, alcançando 48 pontos em outubro. Esse valor, abaixo de 50 pontos, indica que os empresários ainda percebem uma piora nas condições atuais dos negócios. O indicador sobre a economia brasileira subiu ligeiramente de 43,2 para 43,6 pontos, enquanto a avaliação das condições da própria empresa oscilou de 50,2 para 50,1 pontos.

A pesquisa, realizada entre 1º e 10 de outubro, contou com a participação de 159 empresas, sendo 36 pequenas, 57 médias e 66 grandes. Entre os entrevistados, 31,4% dos empresários percebem uma piora no cenário econômico brasileiro, enquanto apenas 8,8% relatam uma melhora. Para a maioria, 59,8%, não houve alteração.

O Índice de Expectativas das Próprias Empresas também registrou queda, passando de 57,8 para 55,8 pontos em outubro. Já o Índice de Expectativas para a Economia Brasileira permaneceu praticamente inalterado em relação a setembro, com 46,5 pontos. A maioria dos empresários (63,5%) não espera mudanças no cenário econômico nacional nos próximos seis meses, enquanto 22,6% se declararam pessimistas e 13,8% otimistas.

A pesquisa completa está disponível no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, disponível no link observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2024 0 Comentários 303 Visualizações
Business

Em Porto Alegre, Pop Center espera receber 250 mil pessoas durante a Black Friday

Por Jonathan da Silva 24/10/2024
Por Jonathan da Silva

O Pop Center, em Porto Alegre, está se preparando para receber cerca de 250 mil visitantes ao longo dos seis dias de promoção da Black Friday, que ocorrerá na última semana de novembro. A expectativa é de que aproximadamente 42 mil pessoas circulem pelo centro comercial diariamente, atraídas pelas ofertas de diversas lojas que participarão da ação de vendas.

A CEO do Pop Center, Elaine Deboni, afirmou que o evento é uma oportunidade para os lojistas aumentarem suas vendas. “A Black Friday é sempre um momento muito aguardado tanto pelos lojistas quanto pelos consumidores. Estamos entusiasmados com a adesão da maioria das lojas e com a expectativa de grande circulação de pessoas, que virão aproveitar as ofertas e a variedade de produtos”, destacou Elaine.

Lojas de diversos setores, como roupas, calçados, brinquedos, decoração e eletrônicos, estão se preparando para oferecer descontos, que podem chegar a 60%. A proprietária da loja Charmosa Plus, Marcia Lenzing, também destacou seus preparativos. “Estamos fazendo mapeamento de estoque para identificar as peças de verão que vamos incluir na Black Friday. Além disso, estamos organizando um bazar online para nossos clientes cadastrados, onde vou oferecer peças com preços especiais”, ressaltou Marcia.

O Pop Center, localizado no Centro Histórico de Porto Alegre, possui mais de 800 lojas e foi criado em 2009 como parte de uma parceria público-privada, oferecendo um espaço formalizado para comerciantes populares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/10/2024 0 Comentários 495 Visualizações
Business

46% das empresas varejistas do RS devem contratar temporários no fim do ano

Por Jonathan da Silva 24/10/2024
Por Jonathan da Silva

A “Pesquisa de Empregos Temporários 2024” da Fecomércio-RS revelou que 46% das empresas varejistas do Rio Grande do Sul planejam contratar trabalhadores temporários para o último trimestre do ano. O levantamento, realizado entre 18 de setembro e 5 de outubro com 837 estabelecimentos de comércio varejista nas principais cidades do estado, indica que as contratações visam atender ao aumento sazonal de demanda.

Segundo a pesquisa, 60,3% dos estabelecimentos que contratarão temporários afirmaram que manterão o mesmo nível de contratação de 2023, enquanto 25,9% pretendem aumentar esse número. O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou que essas contratações podem ser uma oportunidade para que muitos trabalhadores entrem no mercado de trabalho e, eventualmente, sejam efetivados. A pesquisa aponta que 28,6% dos temporários contratados em 2024 devem ser efetivados.  “Para muitos trabalhadores, estes contratos são oportunidade de entrar no mercado de trabalho, adquirir experiência e, em muitos casos, conquistar a efetivação na empresa posteriormente”, comenta Bohn.

A maior parte das contratações (49,1%) deve começar em novembro, e os contratos temporários devem se encerrar em janeiro de 2025 em 49,6% dos estabelecimentos. A pesquisa também mostrou que 88,8% das vagas temporárias serão para a função de vendas, mas há oportunidades em outras áreas, como caixa/crediário e estoque/depósito.

Além disso, 68,1% das empresas participantes indicaram que terão exigências na seleção de temporários, como disponibilidade de horário (41,1%), grau de instrução (40,8%) e experiência na atividade (37,6%). Entre as que exigem grau de instrução, 83,5% preferem candidatos com ensino médio completo, e 81,1% exigem experiência em vendas. As seleções ocorrerão principalmente nos locais de trabalho (81,3%).

Foto: Seniv Petro/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/10/2024 0 Comentários 427 Visualizações
Business

Exportações da indústria de transformação gaúcha crescem 23,2%

Por Jonathan da Silva 23/10/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações da Indústria de Transformação do Rio Grande do Sul registraram crescimento de 23,2% em setembro de 2024, em comparação ao mesmo mês do ano anterior. O aumento foi impulsionado pelos setores de alimentos, tabaco e máquinas e equipamentos, que apresentaram altas de 13,8%, 50,2% e 61,2%, respectivamente. Esse foi o primeiro crescimento interanual desde abril de 2024 e o mais significativo do ano, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, destacou a relevância desse resultado após uma redução nas exportações em agosto. “É uma boa notícia, ainda mais considerando que, em agosto, a redução de nossas exportações havia superado os 14%. A principal razão para este aumento foi a expansão da demanda internacional por produtos da nossa indústria”, afirmou Bier.

O segmento de alimentos faturou US$ 432,3 milhões em exportações, com um aumento de US$ 52,6 milhões em relação a setembro de 2023, impulsionado pelo aumento dos preços médios em 14%, enquanto as quantidades exportadas se mantiveram estáveis. O principal destaque foi o abate de aves, que exportou US$ 125,2 milhões, com destino principal para os Emirados Árabes Unidos.

O setor de tabaco alcançou uma receita de US$ 274,6 milhões, um crescimento de US$ 91,8 milhões, impulsionado por aumentos tanto nos preços (31%) quanto nas quantidades exportadas (14,7%). As principais destinações foram Bélgica, Estados Unidos e Egito.

Máquinas e equipamentos foi outro segmento de destaque, com US$ 255,2 milhões em exportações, um aumento de US$ 96,9 milhões em relação a setembro de 2023. O crescimento foi impulsionado pelo aumento dos preços médios (9,9%) e das quantidades embarcadas (46,7%). O setor de máquinas e equipamentos de uso industrial específico, com destaque para exportações à Coreia do Sul, contribuiu significativamente para o resultado.

As importações também apresentaram crescimento expressivo em setembro, com alta de 26,6% em comparação ao mesmo período de 2023, totalizando US$ 1,3 bilhão. O setor de químicos foi responsável por 33,3% das importações, com destaque para os produtos dos ramos de intermediários para fertilizantes e adubos e fertilizantes.

Foto: ChandlerVid85/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2024 0 Comentários 319 Visualizações
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