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Entidades alertam para impacto do aumento da taxa Selic na indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 07/11/2024
Por Jonathan da Silva

O recente aumento da taxa Selic para 11,25% ao ano, promovido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, gerou preocupações entre a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) e da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), que alertaram sobre os desafios impostos ao setor produtivo e ao mercado no estado. O presidente da Fiergs, Claudio Bier, afirmou que a medida cria obstáculos adicionais para a indústria gaúcha, enquanto o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou os impactos econômicos da alta de juros em um cenário interno e externo ainda incerto.

Segundo Bier, a elevação da taxa representa um obstáculo adicional para o setor produtivo, que já enfrenta custos elevados decorrentes da instabilidade cambial e das dificuldades na retomada econômica após os danos causados pelas enchentes. “O aumento dos juros é uma medida para reduzir a inflação e estabilizar as expectativas, mas não aprovamos esta alta, que é muito prejudicial ao setor industrial”, enfatizou o presidente da entidade.

O dirigente da Fiergs destacou ainda que o compromisso com o novo arcabouço fiscal e uma diminuição das incertezas no cenário internacional podem, no futuro, viabilizar uma política monetária menos restritiva.

Bohn, contextualizou a elevação dos juros diante de um cenário econômico complexo. “Esta alta já havia sido antecipada. Hoje seguimos com um cenário de atividade econômica nacional ainda muito resiliente e um mercado de trabalho que surpreende na geração de vagas. Essa conjuntura ajuda a explicar o porquê do lado da inflação não ter havido melhoras desde a última reunião,” comentou o presidente da federação.

O líder da Fecomércio também mencionou incertezas quanto ao controle de gastos pelo governo, a condução da política monetária sob nova presidência do Banco Central e impactos internacionais como as eleições americanas e a situação econômica da China. “O aumento de 0,50 p.p., além de diminuir o ímpeto de demanda, reduzindo a inflação corrente, busca contribuir para a reancoragem das expectativas, via ganho de credibilidade. Mas isso vem a um custo alto… Esse aumento da taxa de juros tem um impacto relevante sobre famílias e empresas, especialmente no caso do Rio Grande do Sul que ainda luta para se reconstruir”, afirmou Bohn.

Os representantes reforçam a necessidade de medidas adicionais para mitigar os impactos dos juros elevados e facilitar uma recuperação econômica sustentável no estado.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2024 0 Comentários 341 Visualizações
Business

Empresa de Nova Santa Rita obtém autorização para se tornar operadora de telefonia fixa

Por Jonathan da Silva 06/11/2024
Por Jonathan da Silva

A empresa de tecnologia Sisnetsul, sediada em Nova Santa Rita, anunciou durante a celebração de seus 10 anos de atuação que obteve autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para se tornar operadora de telefonia fixa nos próximos meses. O novo status permitirá à empresa maior controle sobre a qualidade dos serviços de comunicação que oferece a seus clientes.

Fundada pelos profissionais Juliano Ronsoni e Bruno Gonçalves, ambos com mais de 25 anos de experiência na área de tecnologia da informação, a Sisnetsul atende hoje clientes em todas as regiões do Rio Grande do Sul e possui uma base administrativa em Caxias do Sul. Segundo a relações-públicas e sócia Camila Lewis, a licença da Anatel será fundamental para a independência da empresa em relação às operadoras de telefonia, o que permitirá uma operação mais eficiente. “Nosso objetivo com a licença da Anatel é garantir uma operação ainda mais eficiente, com resultados mais expressivos e maior facilidade de comunicação entre nossos clientes e os seus respectivos públicos atendidos”, destacou Camila.

Com uma carteira de mais de mil clientes, a Sisnetsul começou após os fundadores, que trabalhavam em outros empregos, terem atendido um cliente que buscava uma solução em telefonia e propôs uma parceria formal. Ao longo de cinco anos, a empresa cresceu de forma independente, sem investidores ou financiamentos externos, baseada em indicações de clientes satisfeitos. “Nossa empresa nasceu de uma indicação, e 95% da nossa carteira de clientes é composta por recomendações. Sempre acreditamos que a qualidade dos nossos serviços seria nosso diferencial”, afirmou Ronsoni.

Gonçalves, também sócio-fundador, destacou que a Sisnetsul busca oferecer serviços acessíveis e adaptados ao público leigo, com suporte completo, tanto online quanto presencial. “Nosso suporte é diferenciado, com processos seguros e sem contrato de fidelidade. Os clientes permanecem porque confiam no nosso trabalho”, salientou o empresário.

Ao longo de sua trajetória, a Sisnetsul conquistou clientes como a Trensurb, o Creci RS e a Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, consolidando sua credibilidade no setor. Em uma iniciativa voltada à segurança pública, a Sisnetsul forneceu linhas alternativas ao 190 para a Brigada Militar de Nova Santa Rita, sem custos para o estado, beneficiando a população local.

Com a autorização para operar como empresa de telefonia, a Sisnetsul projeta ampliar suas oportunidades de negócios, buscando atender um mercado em constante transformação e fortalecer sua capacidade de inovação.

Foto: Gabriela Rodrigues/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2024 0 Comentários 287 Visualizações
Business

Produção de calçados no Brasil cresce 4,8% até setembro

Por Jonathan da Silva 06/11/2024
Por Jonathan da Silva

A produção de calçados no Brasil registrou um crescimento de 4,8% nos primeiros nove meses de 2023, com a produção estimada em mais de 671 milhões de pares conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) baseados em informações do IBGE. Em setembro, a produção do setor aumentou 8,1%, o que impulsionou o desempenho acumulado do ano.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destacou que o principal fator para o crescimento tem sido o mercado interno, que representa mais de 85% das vendas da indústria de calçados. Até agosto, o consumo doméstico de calçados cresceu mais de 9%, refletindo a demanda nacional. “As expectativas são de terminar o ano com um crescimento produtivo acima de 3%, alcançando mais de 890 milhões de pares produzidos”, afirmou o dirigente da entidade.

No momento, a indústria calçadista brasileira se prepara para mais um evento importante do setor, a BFShow que ocorre entre 11 e 13 de novembro em São Paulo, onde as maiores empresas do segmento estarão reunidas para abastecer o varejo nacional.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2024 0 Comentários 625 Visualizações
Business

Grupo Herval chega aos 65 anos com 27 marcas e 6 mil colaboradores

Por Jonathan da Silva 05/11/2024
Por Jonathan da Silva

O Grupo Herval, com sede em Dois Irmãos, celebra 65 anos de história com uma estrutura que abrange 27 marcas e 6 mil colaboradores diretos. Fundada em 1959, a empresa atua em diversos setores, como indústria, atacado, varejo, e-commerce, serviços, construção e operações financeiras. Com dois parques industriais e mais de 200 lojas físicas, o grupo também conta com 850 corretores e quatro centros de distribuição que atendem clientes em todas as regiões do Brasil e em mais de 20 países.

De acordo com o Grupo Herval, ao longo de sua trajetória, a organização busca manter a inovação e a sustentabilidade como pilares de atuação, com planos para novos mercados e iniciativas sociais nos próximos anos. “Nossa projeção é continuar ampliando os negócios, lançando novas marcas, respeitando o meio ambiente, superando expectativas com excelência em produtos e serviços”, destaca o presidente do Grupo Herval, Agnelo Seger.

Como parte das comemorações, o grupo lançou a campanha “Grupo Herval 65 anos. Juntos para crescer”, com um vídeo institucional narrado pelo presidente Seger. No material, a história da marca é contada por meio dos colaboradores e de seus locais de trabalho, apresentando os diferentes segmentos de atuação e a diversidade de negócios do grupo. “Assim, mostramos, de forma resumida, os nossos segmentos, a diversidade e a variedade de negócios”, explica a especialista em Comunicação Institucional do grupo, Poliana Almeida.

A campanha de aniversário será desdobrada em diversas ações ao longo dos próximos 12 meses, com o objetivo de fortalecer a marca e promover o engajamento dos colaboradores e clientes. A visão de inovação e empreendedorismo, segundo o presidente Agnelo Seger, seguirá guiando a empresa no futuro. “Faz parte do nosso DNA sermos inquietos, inovadores e empreendedores”, afirma Seger, destacando que o grupo continuará investindo em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento sustentável, além de fomentar inclusão e diversidade.

O Grupo Herval, com presença consolidada em diversas regiões do Brasil, opera em segmentos variados que incluem consórcios, seguros e serviços financeiros.

Matriz do Grupo Herval

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2024 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Fórum da Qualidade destaca empresas que transformam excelência em resultados

Por Marina Klein Telles 05/11/2024
Por Marina Klein Telles

Com o objetivo de destacar empresas que transformam a excelência em resultados e inspirar outras, a ACI promove o Fórum da Qualidade no próximo dia 13, no Salão de Atos da Universidade Feevale. 

Com o apoio da Feevale, o evento tem programação com três palestras. Na primeira, Alex Marques de Souza, diretor de supply chain da Sthil, abordará os desafios do supply chain, com destaque à situação atual das cadeias de suprimentos nacionais e internacionais e às abordagens para o aumento da resiliência.  Na segunda, José Luiz Góes, diretor de negócios internacionais e diretor de qualidade da Marcopolo, apresentará o conceito de qualidade assegurada. Na terceira palestra, Jairo M. Korndoerfer, gerente de marketing da Artecola, destacará o tema Propósito que inspira, Cultura que move, Qualidade que entrega.

O investimento é de R$ 25,00 para sócio e de R$ 50,00 para não sócio da ACI. Os participantes serão recebidos, a partir das 18h30min, com café de boas-vindas. Às 19h, terá início o evento e, às 21h30min, ocorrerá o encerramento. O Salão de Atos da Universidade da Feevale está localizado na ERS-239, 2755, em Novo Hamburgo. Inscrições devem ser feitas em https://www.acinh.com.br/evento/forum-da-qualidade 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2024 0 Comentários 329 Visualizações
Business

Produção e emprego crescem, mas falta de trabalhador qualificado prejudica indústria gaúcha

Por Marina Klein Telles 05/11/2024
Por Marina Klein Telles

Mesmo com a carga tributária elevada, a demanda interna insuficiente e a falta ou alto custo do trabalhador qualificado como obstáculos, a produção e o emprego cresceram na indústria gaúcha, em setembro, na relação com agosto. O resultado está na pesquisa Sondagem Industrial, divulgada nesta segunda-feira (4) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS). O índice de evolução da produção registrou 50,4 pontos, mostrando a terceira alta seguida e a menos intensa delas, quase uma estabilidade, bem abaixo de agosto (55,9) mas acima da média do mês desde 2010 (48,3 pontos). “Dado que, historicamente, a produção tende a cair no período, o resultado de setembro ganha importância, o que ajuda bastante no processo de recuperação da indústria e do estado que necessitamos após as enchentes”, diz o presidente da FIERGS, Claudio Bier.

Também o ritmo da expansão do emprego, a terceira consecutiva, desacelerou em setembro, mas foi melhor do que a queda sugerida nesse período ao longo dos anos. O índice do número de empregados foi de 51,7 pontos, em setembro, abaixo dos 53,3 pontos de agosto, mas acima dos 49,5 pontos da média histórica do mês. Os índices variam de zero a cem pontos, valores acima de 50 indicam crescimento.

A pesquisa da FIERGS mostrou ainda que o setor esteve um pouco mais ocioso em setembro, na comparação com o mês anterior, em linha, porém, com o padrão do período. O percentual médio de utilização da capacidade instalada-UCI caiu para 71%, ante 73% de agosto. Apesar disso, a UCI ficou na média histórica do mês de setembro, que é de 71,1%. Os empresários, porém, a consideram abaixo do normal: o índice de UCI usual fechou setembro em 45,3 pontos, frente a 46 de agosto. Os 50 pontos, nesse caso, indicam o nível normal de UCI para o mês e quanto mais abaixo dessa marca mais distante do usual.

Os estoques de produtos finais permanecem abaixo do planejado pela indústria, aponta a Sondagem. O índice de evolução no mês ficou em 48,2.

pontos, mostrando redução dos estoques em relação a agosto. Já o índice de estoque planejado registrou 48,5. O nível se encontra abaixo do desejado pelas empresas, que continuam com dificuldade de repor os estoques, há cinco meses abaixo do planejado. O resultado sugere para uma expansão da produção industrial nos próximos meses.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2024 0 Comentários 371 Visualizações
Business

Paulo Guedes avalia cenário econômico mundial e do Brasil

Por Marina Klein Telles 05/11/2024
Por Marina Klein Telles

Na segunda-feira (4), às 11h30, o ministro da Economia no período de 2019 a 2022, Paulo Guedes, foi convidado no Fecomércio-RS Debate, em Porto Alegre. O evento aconteceu na sede da entidade e reuniu mais de 500 empresários e demais interessados sobre a atual conjuntura econômica do Brasil e do mundo.

Na abertura do evento, o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, celebrou a presença de autoridades e do ex-ministro da Economia, elogiando seu papel na luta por um estado menos oneroso e por políticas econômicas que priorizam a produtividade e limite dos gastos públicos, além de mencionar o cenário de recuperação econômica do Rio Grande do Sul, dentro das limitações impostas pela economia nacional.

Guedes dividiu a palestra em três momentos: 1) desordem mundial; 2) para onde o mundo irá; 3) contexto brasileiro. Depois de um resgate histórico das últimas décadas, o economista destacou no plano global as incertezas trazidas pelo aumento das tensões geopolíticas e o impacto desses conflitos na economia mundial. “A Guerra Fria está viva, só mudou de forma. Hoje, a liderança é da China. O mundo está irreversivelmente rompido”, comentou.

Apesar de exemplos como a guerra entre a Rússia e a Ucrânia e os constantes conflitos no Oriente Médio, o ex-ministro afirmou que uma Terceira Guerra Mundial seria improvável, pois representaria um desastre para grandes potências mundiais e suas economias fortemente interdependentes: “Seria um suicídio para a China e para os EUA”.

A palestra também abordou a ascensão política do conservadorismo, em que períodos de incerteza e estagnação econômica geram frustrações populares, traduzidas em apoio a políticas conservadoras e de proteção nacional. “O Ocidente entrou em modo de sobrevivência. Os conservadores estão vindo, porque defendem os princípios da civilização ocidental”, ressaltou.

Por fim, sobre o Brasil, Guedes apontou que o país possui recursos naturais abundantes, um mercado consumidor expressivo e oportunidades únicas em áreas como agricultura, energia renovável, tecnologia e segurança cibernética: “O Brasil tem toda uma fronteira de investimento pela frente, basta ter consciência e seguir no caminho da prosperidade, em que já estávamos”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2024 0 Comentários 618 Visualizações
Business

Semana da Arquitetura e Construção inicia com palestras sobre lucratividade na gestão de obras e ESG

Por Marina Klein Telles 04/11/2024
Por Marina Klein Telles

O maior evento técnico do Vale do Rio Pardo inicia nesta segunda-feira, 4 de novembro. A partir das 18 horas, no auditório da Associação de Entidades Empresariais (Assemp), localizado no Pavilhão Central do Parque da Oktoberfest, terá início a 5ª Semana da Arquitetura e Construção de Santa Cruz do Sul. Até sexta-feira, 8, o evento vai reunir centenas de profissionais, empresas e estudantes do setor da construção civil para dias de atualização técnica e troca de conhecimento. A organização é da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos de Santa Cruz do Sul (Seasc), com apoio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (CREA-RS). A programação inclui palestras e workshops focados em temas essenciais e tendências do mercado atual.

Na segunda-feira, os participantes serão recebidos com um coffee break, seguido de um momento de networking. Logo após, a abertura oficial contará com a palestra do engenheiro civil e arquiteto urbanista Fabrício Rossi, que trará insights sobre construções lucrativas através da gestão de obras. Especialista no tema, Rossi discutirá como o gerenciamento eficiente de projetos pode resultar em ganhos financeiros significativos, detalhando técnicas e ferramentas que tornam a execução de obras mais lucrativa e organizada. Com experiências de atuação nos Estados Unidos e na China, Fabrício trará uma abordagem que busca capacitar os profissionais a otimizar processos, minimizar desperdícios e maximizar resultados. Através dos seus cursos, os alunos do profissional já faturaram mais de R$ 500 milhões em obras.

A segunda palestra do dia será ministrada por Hildengard Allgaier. Professora e Especialista em ESG pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, ela abordará o tema ESG: Torne o seu negócio mais sustentável e próspero. Hilden, com vasta experiência em governança ambiental e social, explicará a aplicação dos princípios ESG no setor da construção, destacando como práticas sustentáveis, sociais e de governança fortalecem a reputação das empresas e atraem investidores. A palestra é uma oportunidade para os participantes compreenderem o impacto das diretrizes ESG no longo prazo e sua importância para o futuro da construção civil e da arquitetura.

Para presidente da Seasc, Leo Azeredo, as palestras de abertura representam o alto nível técnico e a relevância do evento para o setor durante toda a programação. “A Semana da Arquitetura e Construção é uma grande oportunidade para discutir o futuro da nossa área com especialistas de renome e que trazem conteúdos fundamentais para a atualidade, como a gestão eficiente de obras e a responsabilidade com sustentabilidade. Convido todos os interessados a aproveitarem a semana e as diversas palestras que ainda virão”, afirma Azeredo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2024 0 Comentários 325 Visualizações
Business

Árvore da Integração vai reconhecer a Localiza & Co por ações de sustentabilidade

Por Marina Klein Telles 04/11/2024
Por Marina Klein Telles

Construir um mundo mais sustentável, diverso e inclusivo estão entre os propósitos da Localiza & Co, de Minas Gerais. A empresa é a homenageada no Projeto Árvore da Integração do 36º Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado. Um representante da empresa plantará uma muda de araucária no pátio do Serra Park, local do evento.

O Projeto Árvore da Integração foi lançado em 2015, proposta inspirada no Fórum Ibero-americano de Periodistas de Turismo. A iniciativa veio ao encontro do trabalho realizado pelo Festuris envolvendo o meio ambiente. A ação tem como vértice, lançar um olhar sobre as boas iniciativas públicas e privadas de sustentabilidade, que têm contribuído para o desenvolvimento do turismo em seus destinos.

Plano estratégico – A sustentabilidade está totalmente integrada ao planejamento estratégico do grupo, que investe cada vez mais em projetos e iniciativas nas áreas ambiental, social e de governança.

Entre as ações desenvolvidas estão a implementação do programa de segurança no trânsito; criação do Programa de Diversidade e Inclusão; ampliação do consumo de energia limpa nas filiais, gestão de resíduos gerados na manutenção de veículos e redução do uso de água através de lavagem a seco; e redução de emissões de veículos através do uso do etanol e neutralização de emissões remanescentes.

Resultados impactantes

Os resultados obtidos pela empresa em 2023 incluem 100% energia utilizada pela Companhia foi oriunda de fontes limpas e renováveis; mais de 67 mil toneladas de CO2 compensadas no escopo 3 (Neutraliza); mais de 36 mil toneladas de CO2

neutralizadas nos escopos 1 e 2 (REDD+ Jari Amapá); mais de 86 milhões de litros de água economizados por meio da higienização a seco dos veículos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2024 0 Comentários 494 Visualizações
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Indústria calçadista criou 14,5 mil empregos até setembro

Por Marina Klein Telles 04/11/2024
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base no levantamento do MTE, apontam que, entre janeiro e setembro, o setor criou mais de 14,5 mil empregos. No recorte de setembro foram 2,1 mil postos criados. Com isso, a indústria calçadista encerrou o mês nove com um estoque de 294,77 mil empregos diretos, 2% menos do que no mesmo mês de 2023 e 4,3% acima do mesmo mês de 2019, antes da pandemia de Covid-19.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que o desempenho reflete uma recuperação gradual da atividade, que criou mais de 8 mil empregos somente no segundo semestre. “Até agosto, o consumo aparente de calçados cresceu cerca de 9%, o que tem impacto na demanda produtiva e, consequentemente, na geração de empregos em uma indústria que é intensiva em mão de obra”, comenta. Para 2024, a Abicalçados estima um crescimento de até 3,2% na produção de calçados, alcançando um volume de mais de 890 milhões de pares. “O varejo nacional ,que absorve mais de 85% das vendas da indústria calçadista, tem sido o motor desse incremento”, explica o dirigente, acrescentando que a expectativa é bastante positiva, em especial, para a feira BFSHOW, que, em novembro, irá abastecer o varejo para o final de ano.

Estados

O estado que mais emprega na atividade segue sendo o Rio Grande do Sul, que entre janeiro e setembro criou 1,77 mil postos, encerrando o mês nove com estoque de 84,74 mil empregos diretos, 5% menos do que no mesmo mês de 2023.

No segundo posto entre os estados empregadores aparece o Ceará. Entre janeiro e setembro, as fábricas cearenses criaram 3,68 mil vagas, encerrando o período com estoque de 68,9 mil empregos, 0,6% mais do que no intervalo correspondente do ano passado.

Na sequência entre os principais empregadores da atividade aparece a Bahia (com 1,36 mil empregos gerados no período e estoque de 42,16 mil postos diretos, 1,2% menos do que em 2023) e São Paulo (com 4,26 mil postos gerados no período e estoque de 34 mil empregos diretos, 0,2% menos do que em 2023).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2024 0 Comentários 408 Visualizações
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