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Pesquisa aponta diminuição da intenção de compra no comércio informal neste Natal

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A intenção de compra no comércio informal registrou queda de 6,6% neste Natal, passando de 24,8% em 2023 para 18,1% em 2024. Os dados foram levantados em pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA), que atribui a mudança ao maior poder de consumo da população.

De acordo com o economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, o comércio informal costuma atrair consumidores com orçamento limitado. “A procura por bens transacionados no comércio informal costuma ser uma válvula de escape para aqueles que desejam presentear nas datas comemorativas, mas cujo orçamento encontra-se apertado. Logo, a maior procura por estabelecimentos formais pode ser interpretada como o fortalecimento da renda disponível pelas pessoas”, explicou Frank.

O representante da entidade também destacou a relação entre o aumento no consumo formal e a melhora nos indicadores econômicos. “A taxa de desemprego, que já era baixa para os padrões gaúchos no terceiro trimestre de 2023 (5,4%), recuou para 5,1% ao longo do mesmo período de 2024. Esse indicador sinaliza para um acirramento da disputa por mão de obra escassa, o que gera ganhos salariais acima da inflação para os colaboradores”, afirmou Frank.

Principais locais de compra

Além da queda no comércio informal, a pesquisa da CDL POA revelou os principais locais onde os consumidores pretendem realizar suas compras neste Natal. Segundo os dados, 44,9% planejam comprar em lojas de shoppings, 42,6% optarão por aquisições online e 38,6% pretendem comprar em lojas de rua.

A pesquisa completa pode ser acessada no site da CDL Porto Alegre, em conteudo.cdlpoa.com.br/pesquisa-natal-2024.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 353 Visualizações
Business

Rissul inaugurará nova loja em Novo Hamburgo no dia 20 de dezembro

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

O Rissul anunciou que a inauguração de sua quarta loja em Novo Hamburgo, localizada no bairro Pátria Nova, será realizada nesta sexta-feira, dia 20 de dezembro. A unidade, situada na Rua Bento Gonçalves, nº 480, esquina com a Rua Jahu, contou com um investimento de R$ 45 milhões e amplia a presença da rede administrada pela holding UnidaSul no município do Vale do Sinos.

Segundo o diretor de Varejo da UnidaSul, Robert Marks, a nova loja busca atender uma região ainda não contemplada pela rede. “Agora vamos ser um ponto de conveniência no local, oferecendo qualidade no atendimento, com padrão do Rissul, além de um grande mix de produtos, com destaque para setores como padaria, açougue e hortifrúti”, afirmou Marks.

Diferenciais e estrutura

A loja conta com uma área total de 4,9 mil m², sendo 2 mil m² destinados à área de vendas. Entre os destaques está o sistema de autoatendimento na padaria, que permite aos clientes escolher e embalar os produtos diretamente nos balcões. “Todo mundo gosta de escolher o pão que quer levar, mais assado, menos assado. Agora ele mesmo pode fazer isso”, explicou Marks.

Além disso, a nova unidade traz o conceito atualizado da rede, “Prazer em fazer você feliz”, que inclui fachada moderna, layout interno renovado, melhorias na sinalização dos setores e iluminação diferenciada nos corredores. Este projeto já foi implementado em outras cidades, como Porto Alegre, Canoas, Estância Velha, Três Coroas e Sapiranga.

A loja também disponibiliza seis caixas de autoatendimento (self checkouts) e 107 vagas de estacionamento, sendo duas com carregadores para carros elétricos.

Projeto de como será a unidade do Rissul no bairro Pátria Nova

Impacto na comunidade

A operação gerou 170 empregos diretos e oferece um mix de 14 mil itens, incluindo hortifrúti frescos e variedades de açougue e padaria. Marks destacou a importância do empreendimento para a cidade, afirmando que “os consumidores podem esperar uma experiência de compras melhor e maior, com um mix diferenciado e a mesma alta qualidade já conhecida”. Com esta inauguração, o Rissul soma 35 lojas no Rio Grande do Sul.

Serviço

  • O quê: Inauguração do mercado Rissul no bairro Pátria Nova
  • Quando: Sexta-feira, 20 de dezembro
  • Onde: Rua Bento Gonçalves, nº 480, esquina com a rua Jahu, bairro Pátria Nova, Novo Hamburgo
  • Tamanho: área total de 4.9 mil m², sendo 2 mil m² de área de venda
  • Equipe: 170 colaboradores
  • Produtos: Mix com 14 mil itens
  • Estrutura: 11 checkouts e 6 self checkouts (caixas de autoatendimento) | 107 vagas de estacionamento, sendo duas com carregadores para carros elétricos
Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 1 Comentário 821 Visualizações
Business

Inadimplência no RS cresce em novembro, mas segue abaixo dos níveis pré-enchentes

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A inadimplência entre pessoas físicas e jurídicas no Rio Grande do Sul registrou alta em novembro de 2024 conforme o Indicador de Inadimplência da CDL Porto Alegre (CDL POA). Apesar do crescimento em relação a outubro, de 0,22% entre PFs e 0,19% em PJs, os índices permanecem abaixo dos níveis observados antes das enchentes que atingiram o estado em abril.

Entre as pessoas físicas, o estado soma um percentual de 31,89% de inadimplentes. O resultado é 0,72% inferior ao obtido no período pré-enchentes, em abril, quando o Rio Grande do Sul somava 32,61% de pessoas físicas inadimplentes. No total, são 2,7 milhões de CPFs negativados a nível estadual de acordo com dados do Equifax | Boa Vista. No caso das pessoas jurídicas, são 12,82% de PJs inadimplentes no estado, com um total de 181.667 CNPJs negativados no Rio Grande do Sul.

Os indicadores também consideraram a inadimplência em Porto Alegre, que atualmente é de 33,08% entre as pessoas físicas, um aumento de 0,09% em relação a outubro e baixa de 1,26% ante abril, e de 14,53% entre as pessoas jurídicas, elevação de 0,13% comparado ao mês anterior.

Dados de inadimplência entre pessoas físicas (PF)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 31,89%, um aumento de 0,22% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 33,08%, com alta de 0,09% no mesmo período
  • Comparação com abril: Os índices seguem abaixo dos níveis pré-enchente (32,61% no RS e 34,34% em Porto Alegre).
  • Número de negativados: 2,735 milhões de CPFs no RS e 355.583 em Porto Alegre, segundo dados da Equifax | Boa Vista e estimativas baseadas no Censo 2022 do IBGE

Dados de inadimplência entre pessoas jurídicas (PJ)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 12,82%, avanço de 0,19% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 14,53%, crescimento de 0,13% no mesmo período
  • Número de empresas negativadas: 181.667 CNPJs no RS e 32.929 em Porto Alegre, conforme levantamento da Equifax | Boa Vista e o Mapa das Empresas do Governo Federal

Análise econômica

O economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, explicou que a redução na inadimplência durante os meses críticos após a crise climática, entre maio e junho, foi impulsionada pela injeção de recursos emergenciais e contenção de gastos das famílias devido às limitações de mobilidade. “Com o dinheiro em circulação diminuindo e a normalização da mobilidade, os indicadores voltam a sofrer pressão para cima, mas ainda permanecem abaixo dos níveis de abril”, afirmou o economista.

No caso das empresas, Frank destacou o impacto do programa “Desenrola Pequenos Negócios”, que tem permitido a renegociação de dívidas de micro e pequenas empresas desde abril. Porém, fatores como a inflação ao produtor, que acumulou alta de 6,97% nos últimos 12 meses, e a desvalorização cambial têm pressionado os custos das empresas. “O aumento da inadimplência PJ no Rio Grande do Sul reflete uma natural acomodação após cinco meses consecutivos de quedas no indicador”, avaliou o representante da entidade.

O economista também apontou desafios relacionados à elevação da taxa básica de juros (Selic), projetada para terminar o ano em 14,25%. “O cenário econômico doméstico e externo conturbados reduzem o espaço para cortes nos juros no próximo ano”, concluiu Frank.

O indicador

O Indicador de Inadimplência CDL POA, criado pelo Núcleo Econômico da entidade, mede mensalmente a inadimplência de consumidores e empresas no estado e em Porto Alegre com base nos dados restritivos da Equifax | Boa Vista. O levantamento sobre pessoas físicas foi iniciado em fevereiro de 2022 e inclui restrições relacionadas a crédito, cheques, protestos e ações judiciais.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 306 Visualizações
Business

Agência Gampi anuncia criação de duas novas empresas e reestruturação estratégica

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A agência hamburguense de comunicação Gampi, com 18 anos de atuação no mercado, anunciou a criação de duas novas empresas, LYP (Live Your Purpose) e Boome, e a nomeação de Miti Brogni como Diretora Geral de Operações. A iniciativa marca um movimento estratégico para fortalecer a posição da empresa no setor e atender a demandas específicas de mercado.

As novas empresas, anteriormente posicionadas como núcleos internos da Gampi, agora atuarão de forma independente. A LYP terá foco em branding e estratégia, ajudando marcas a expressarem seus propósitos de forma consistente e conectada aos consumidores. A Boome, por sua vez, terá expertise em performance digital, com o objetivo de gerar resultados escaláveis para marcas em plataformas online.

Essa estrutura independente permitirá que mais empresas tenham acesso a nossos serviços de forma personalizada. Para quem busca uma abordagem completa, Gampi, LYP e Boome podem atuar de forma integrada, garantindo excelência nas entregas”, afirmou o CEO da Gampi, Maicon Dias.

Estratégia integrada e expansão

A Gampi procura reforçar sua atuação como um hub de soluções em comunicação, unindo posicionamento estratégico, criatividade e performance digital. Segundo Dias, o alinhamento entre as novas empresas permitirá atender a clientes em diferentes fases do negócio, desde o desenvolvimento de marcas até estratégias de crescimento.

A nomeação de Miti Brogni como Diretora Geral de Operações tem a intenção de reforçar a nova fase da agência. Ex-Gerente de Projetos da Gampi, Miti será responsável por alinhar as entregas à visão estratégica renovada. A empresa projeta triplicar seu faturamento nos próximos anos, apostando na integração de serviços e na expansão de negócios. “Estamos dando um passo além, saindo do modelo atual de agência para nos tornarmos um ecossistema que transforma marcas e conecta propósitos”, pontuou Dias.

Novas lideranças

As lideranças das novas empresas são vistas como consolidadas no mercado. Luciana Leie, ex-coordenadora de planejamento da Gampi, assumirá como sócia da LYP. “Criar uma marca é um exercício diário de disciplina”, destacou Leie. A Boome será liderada por Daniel Rost Dreyer, ex-CTO da Gampi, com a missão de oferecer soluções sólidas no meio digital. “Nosso objetivo é acelerar resultados de forma sólida, comprometida e com responsabilidade”, afirmou Dreyer.

Foto: Gampi/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 321 Visualizações
Business

Empresas aniversariantes e imprensa recebem homenagem no Prato Principal da ACI

Por Marina Klein Telles 16/12/2024
Por Marina Klein Telles

Três associadas que aniversariam em dezembro foram homenageadas pela ACI, na última quinta-feira, dia 12, durante o Prato Principal, no Centro de Eventos do Swan Tower Novo Hamburgo. Os seus representantes receberam o troféu alusivo e posaram, ao final, para foto coletiva com o presidente Robinson Klein, que comandou a cerimônia. A homenagem obedece ao critério de fundação a cada cinco anos.

10 anos
Roman Projetos e Planejamentos Industriais I Valdemar Masselli Junior

25 anos
Multi Armazéns I Carolina Scocco e Ramon Arnold
Revista Expansão I Ana Maribel Pacheco e Sérgio Jost

Também foram homenageados profissionais da imprensa que, ao longo do ano, participaram de atividades da entidade e as divulgaram em seus respectivos veículos. São eles: Alejandro Malo (Band TV e Jornal NH), Luís Vieira (Revista Tecnicouro), Cláudio Alves (Vale TV/Estação Hamburgo, Giovani Dias (Radialista), Mauro Moraes (GBM Comunicação), Milton Grabin (GBM Comunicação), Taila Rheinheimer (Grupo Sinos), Rodrigo Steffen (Vale TV), Bruno Hollanda (Jornal O Vale), Jeison Rodrigues (CDL NH), Kátia Caxambu (Vale do Sinos.org), Lucia Maggioni (Rádio 88.7 FM), Leila Ermel (Estância Velha Notícias), Patrícia (Estância Velha Notícias), Mauri Spengler (A Gazeta de Campo Bom), Marina Klein Teles (Revista Expansão), Alexandre Bitello (Revista Expansão), Francine Silva (Grupo Sinos), Letícia Breda (ABC Domingo), Renan Senff (Rádio Felicidade FM) e João Ávila (Sindilojas Vale Germânico).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 353 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 23,2% em novembro

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 465,1 mil toneladas em novembro de 2024, um aumento de 23,2% em comparação com o mesmo período de 2023, quando foram exportadas 377,4 mil toneladas. O crescimento foi ainda maior na receita, que registrou alta de 32,1%. Em novembro deste ano, o setor arrecadou US$ 893,4 milhões, ante US$ 676,1 milhões no mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 4,845 milhões de toneladas de carne de frango, um aumento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram exportadas 4,671 milhões de toneladas. A receita acumulada foi de US$ 9,071 bilhões, um crescimento de 1% em comparação com os US$ 8,977 bilhões obtidos no ano anterior.

Destinos das exportações

A China liderou as compras de carne de frango brasileira em novembro, com 46,3 mil toneladas, um aumento de 17% em relação ao mesmo período de 2023. Outros mercados de destaque foram o Japão, com 34,8 mil toneladas (+7,3%); os Emirados Árabes Unidos, com 34,2 mil toneladas (+6,4%); o México, com 33,7 mil toneladas (+99,8%); e a União Europeia, com 23 mil toneladas (+62,8%). Por outro lado, a Arábia Saudita reduziu as importações em 6,3%, totalizando 29,8 mil toneladas.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os números refletem um crescimento consistente. “As exportações de carne acumularam altas consecutivas nos últimos três meses e devem confirmar as previsões positivas do setor para 2024”, afirmou Santin.

Principais estados exportadores

O Paraná se mantém como o maior exportador nacional de carne de frango, com 182,1 mil toneladas embarcadas em novembro (+26%). Na sequência, estão Santa Catarina, com 105,2 mil toneladas (+15,2%); Rio Grande do Sul, com 65,1 mil toneladas (+16,5%); São Paulo, com 27,5 mil toneladas (+20,9%); e Goiás, com 18,2 mil toneladas (+4,6%).

Coletiva sobre projeções do setor

A ABPA realizará uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira, dia 12 de dezembro, em São Paulo, para apresentar dados e projeções do setor de avicultura e suinocultura para 2024. O evento será híbrido, com transmissão para outros estados, e contará com a presença do presidente Ricardo Santin e outros dirigentes da entidade.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 287 Visualizações
Business

Produção de calçados no Brasil deve ultrapassar 890 milhões de pares em 2024

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira deve encerrar 2024 com um crescimento de mais de 3% na produção, alcançando 890 milhões de pares conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O desempenho é atribuído principalmente ao aumento no consumo interno, impulsionado pela redução do desemprego e pela elevação da renda média no país.

No entanto, as exportações do setor enfrentaram queda em 2024. O volume embarcado deve recuar até 20% em comparação com o ano anterior, impactado por dificuldades nos mercados dos Estados Unidos e da Argentina. “Mais de 85% das vendas da indústria vêm do mercado interno, o que tem sido essencial. Porém, as exportações sofreram com a diminuição de embarques para os Estados Unidos e a Argentina, apesar de uma leve recuperação no mercado argentino nos últimos meses”, afirmou o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Projeções para 2025

Para 2025, a Abicalçados projeta um crescimento de cerca de 2%, com a produção totalizando 904 milhões de pares, o que superaria os níveis registrados antes da pandemia de Covid-19, em 2019. Segundo Ferreira, o mercado doméstico continuará a ser o principal impulsionador do setor. Já as exportações devem apresentar estabilidade, com uma variação estimada entre crescimento de 0,2% e queda de 1,9% em relação a 2024.

Desafios para o setor

Entre os desafios para o próximo ano, Ferreira destacou a oneração gradual da folha de pagamentos com o fim da desoneração ampla, um tema em discussão na Reforma Tributária. “Taxar a criação de empregos é uma insanidade que contraria o fortalecimento da indústria nacional e a geração de postos de trabalho”, opinou o dirigente da entidade.

Outro obstáculo é a alta taxa de juros, que deve fechar 2024 em 12,25%, dificultando os investimentos no setor segundo Ferreira, que também apontou o endividamento elevado das famílias brasileiras como um entrave ao consumo interno e destacou a necessidade de proteger a indústria nacional diante da concorrência de calçados asiáticos, que se intensifica com o crescimento do e-commerce internacional.

Dados do setor

O Brasil é o quinto maior produtor de calçados do mundo e lidera a produção no ocidente. O setor reúne mais de 5 mil empresas, em sua maioria micro e pequenas, e emprega diretamente cerca de 296 mil pessoas em todo o país.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 693 Visualizações
Business

Fiergs avalia que acordo Mercosul-UE pode beneficiar indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) demonstrou otimismo com o anúncio do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, realizado na sexta-feira (6). O presidente da Fiergs, Claudio Bier, destacou as possíveis vantagens para a economia brasileira e para a indústria gaúcha, especialmente no aumento do fluxo de comércio e investimentos entre as duas regiões.

A concretização do acordo é um passo importante para o futuro da economia do Brasil e do Rio Grande do Sul. Poderá nos trazer crescimento do fluxo de comércio e de investimentos, maior inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, aumento da diversificação econômica e fortalecimento do Mercosul”, afirmou Claudio Bier.

O dirigente, no entanto, ressaltou que o processo ainda depende da aprovação dos dois blocos, incluindo o Conselho da União Europeia, para sua implementação total.

Benefícios para a indústria gaúcha

Entre os setores que podem se beneficiar diretamente, Bier destacou a indústria alimentícia, que deve ter maior acesso ao mercado europeu. O acordo prevê a isenção de 82% das importações agrícolas do Mercosul e tarifas preferenciais para 97% dos produtos. “De uma maneira geral, o acordo é benéfico para o Rio Grande do Sul. No entanto, segmentos como Máquinas e Equipamentos, Equipamentos Elétricos e Bebidas enfrentarão maior concorrência do mercado europeu, exigindo competitividade em qualidade e preços médios”, observou o dirigente.

Segundo Bier, o acordo também abre possibilidades para o crescimento de setores como celulose, soja, carnes, tabaco, couro, calçados, móveis e máquinas agrícolas. Além disso, o dirigente mencionou benefícios como a redução de barreiras tarifárias e não-tarifárias, maior segurança jurídica para transações comerciais e o impacto positivo no comércio e em negociações internacionais futuras.

Comércio com a União Europeia

Em 2023, o Rio Grande do Sul foi o sexto estado brasileiro que mais exportou para a União Europeia e o sétimo que mais importou do bloco. A União Europeia foi o segundo principal destino das exportações gaúchas, representando 13,4% do total, e a terceira principal origem das importações, com 12%.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 307 Visualizações
Business

Em Brasília, diretor da Higra destaca falta de apoio para novas tecnologias no Brasil

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

O diretor da Higra, Alexsandro Geremia, afirmou que “não falta água ou energia no Brasil, falta apoio para novas tecnologias” durante sua participação no 2º Seminário de Política Industrial: Indústria Verde – Inovação e Sustentabilidade, realizado na quarta-feira (4), na Câmara dos Deputados, em Brasília. Geremia apresentou o case da empresa gaúcha especializada em soluções de bombas hidráulicas e defendeu maior suporte público ao setor empresarial.

Segundo Geremia, o setor enfrenta desafios relacionados ao chamado “Custo Brasil”, como alta carga tributária, dificuldades logísticas e burocracia. “Nós, empresários, só queremos que o governo não nos atrapalhe. Não deveria ser assim, deveríamos ser parceiros de políticas públicas para o país”, declarou o diretor.

Tecnologia e inovação em hidrogeração

Durante o evento, Geremia apresentou a Usina Compacta de Hidrogeração Anfíbia (UCHA), desenvolvida pela Higra. A tecnologia utiliza o Turbogerador Anfíbio (TGA) para gerar energia a partir do fluxo de água e potenciais hidráulicos disponíveis nas redes de abastecimento das cidades.

Segundo o diretor, todas as cidades utilizam válvulas redutoras de pressão (VRPs) no sistema de abastecimento, mas a UCHA permite que essas válvulas, tradicionalmente usadas apenas para regular a pressão, sejam adaptadas para também gerar energia. “Somente aqui em Brasília temos mais de 300 VRPs que poderiam estar gerando energia elétrica para a cidade”, afirmou Geremia, que destacou ainda que a tecnologia é sustentável e economicamente viável, otimizando dois processos em um único equipamento.

Casos concretos apresentados

Geremia compartilhou exemplos de projetos desenvolvidos pela Higra, como a parceria com a Sabesp, em São Paulo, onde dez UCHAs foram instaladas em diferentes bairros, incluindo Campo Belo, Mogi das Cruzes e Capão Redondo. A iniciativa gera 1,44 MW/h, o suficiente para abastecer mais de 5 mil residências.

Outro case destacado foi a parceria com Águas de Joinville, em Santa Catarina, que resultou na instalação de uma UCHA com capacidade de geração superior a 740 kW/h.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 342 Visualizações
Business

Fecomércio-RS divulga pesquisa sobre comportamento de consumo no fim de ano

Por Jonathan da Silva 06/12/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS divulgou, no dia 27 de novembro, a Pesquisa de Final de Ano 2024, que analisa o comportamento de consumo dos gaúchos para o Natal. O levantamento entrevistou 809 pessoas entre 10 e 23 de outubro em cinco cidades do estado: Santa Maria, Porto Alegre, Caxias do Sul, Ijuí e Pelotas. Do total de entrevistados, 47,6% declararam que pretendem comprar presentes, enquanto 43,1% afirmaram que não irão realizar compras para o período e 9,3% ainda não decidiram.

O número médio de presentes por pessoa deve ser de 4,1 itens, com as mulheres comprando, em média, 4,5 presentes, e os homens, 3,7. Por classe de renda, consumidores da classe alta planejam adquirir 4,8 presentes, enquanto os da classe baixa preveem comprar 3,5 itens.

O gasto médio por consumidor deve alcançar R$ 700,11, com homens planejando gastar R$ 860,05 e mulheres, R$ 530,49. Por classe de renda, a classe alta deverá gastar em média R$ 1.083,81, enquanto a classe baixa prevê R$ 564,15, e a classe média, R$ 566,85.

O valor médio por presente está estimado em R$ 173,07. Entre os gêneros, os homens gastarão, em média, R$ 229,59 por item, e as mulheres, R$ 121,60.

Itens e locais de compra

Os presentes mais citados foram vestuário (59,5%), brinquedos (36,8%) e calçados (23%). Também apareceram acessórios (15,7%) e perfumes e cosméticos (12,3%). A maioria dos consumidores (77,4%) planeja fazer suas compras em lojas localizadas nos centros das cidades. Compras pela internet foram mencionadas por 18,7%, com maior adesão entre a classe alta (30%).

Formas de pagamento e planejamento de compras

Entre as formas de pagamento, dinheiro foi o método mais citado (31,7%), seguido por Pix (21,6%) e cartão de crédito parcelado (19,5%). A pesquisa apontou que 60,3% dos consumidores farão suas compras com até uma semana de antecedência do Natal. Entre os entrevistados, 50,1% afirmaram que planejam previamente os presentes a serem adquiridos, enquanto 33,8% decidem no momento da compra.

Impacto do 13º salário e Black Friday

Entre os entrevistados, 52,7% recebem o 13º salário. Destes, 68,4% pretendem usar o valor para pagar contas, enquanto 31,6% afirmaram que vão destinar parte para comprar presentes.

A Black Friday também influenciou os hábitos de consumo. Entre os entrevistados, 45,2% disseram que comprariam na data promocional, e 39,1% afirmaram que o maior gasto em novembro impactará o orçamento para o Natal. Além disso, 48,9% dos que pretendem participar da Black Friday planejam adquirir presentes natalinos na ocasião.

A pesquisa também avaliou os impactos das enchentes no estado. Entre os consumidores que optaram por não realizar compras na Black Friday, 7,1% mencionaram as enchentes como fator decisivo.

Tendências para 2024

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou a importância do período para o varejo. “Apesar dos desafios enfrentados, as vendas de final de ano representam uma oportunidade fundamental para o comércio”, afirmou Bohn, reforçando a expectativa de que as vendas superem as de 2023.

Foto: DC Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2024 0 Comentários 380 Visualizações
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