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Calçadistas otimistas para três feiras nos Estados Unidos

Por Marina Klein Telles 14/01/2025
Por Marina Klein Telles

Depois de um final de ano positivo nas exportações de calçados para os Estados Unidos, marcas do setor estão otimistas para participar de três feiras naquele país durante o mês de fevereiro. O apoio para participação das empresas é do Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A primeira parada será na Magic Las Vegas, no Las Vegas Convention Center, entre os dias 10 e 12 de fevereiro. Considerada a principal feira comercial de moda do mercado norte-americano, a Magic Las Vegas recebe milhares de compradores dos Estados Unidos e da América Latina. Participam da feira, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas brasileiras Camu Camu, Carrano, Cocco Miami, Dress to e Sawary Jeans.

A segunda parada será na Atlanta Shoe Market, entre 15 e 17 de fevereiro, no Cobb Galleria Centre, em Atlanta. A feira, a principal exclusivamente ao segmento de calçados nos Estados Unidos, receberá, apoiadas pelo Brazilian Footwear, as marcas Adrun, Arezzo, Bottero, Cartago, Cartago Kids, Cocco Miami, Farm Rio, GVD International, House of ZALO, Ipanema, Ipanema Kids, Itapuã, Melissa, Mini Melissa, New Face, Pegada, Piccadilly, Pyramidis, Schutz, Usaflex, Vicenza e West Coast.

Encerrando o circuito de feiras nos Estados Unidos, entre os dias 18 e 20 de fevereiro, acontece a Magic New York, no Javits Center, em Nova Iorque. A feira é vista como imprescindível para marcas calçadistas internacionais que desejam não somente vender seus produtos nos Estados Unidos, mas também reforçar seus posicionamentos no maior mercado consumidor do planeta.  Participam da mostra, também apoiadas pelo programa de incentivo às exportações, as marcas Actvitta, Beira Rio, BR Sport, Carrano, Max Maria, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Sawary Jeans e Vizzano.

Mercado

Carla Giordani, da área de Negócios da Abicalçados, destaca a importância do mercado estadunidense para o calçado brasileiro. “Historicamente, os Estados Unidos são o principal destino do calçado brasileiro no exterior. Apesar de oscilar ao longo do ano passado, no último mês do ano notamos uma recuperação promissora dos embarques para lá”, conta Carla. Em 2024, conforme dados elaborados pela Abicalçados, os Estados Unidos receberam 10,28 milhões de pares verde-amarelos, 3,3% menos do que em 2023. No entanto, no recorte de dezembro, os embarques ficaram positivos em 9,4% em relação ao mesmo mês de 2023 (991,3 mil pares ante 906 mil pares).

Sobre Brazilian Footwear

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Atualmente, mais de 300 empresas são atendidas pelo Programa, que no último ano gerou US$ 147,5 milhões para as empresas brasileiras apoiadas pelo Brazilian Footwear. A participação é gratuita e interessados devem entrar em contato com a Abicalçados.   Conheça: brazilianfootwear.com.br | abicalcados.com.br/brazilian-footwear.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2025 0 Comentários 301 Visualizações
Business

Governo amplia lista de incentivos fiscais a serem informados na DIRBI

Por Marina Klein Telles 09/01/2025
Por Marina Klein Telles

O Governo Federal publicou, no dia 30 de dezembro de 2024, a Instrução Normativa RFB nº 2.241/2024, trazendo mudanças significativas para a Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária (DIRBI). A nova norma amplia a lista de incentivos fiscais que devem ser obrigatoriamente informados na declaração. De 43, agora são 88 informes a serem realizados, como, por exemplo, incentivos relacionados à Zona Franca de Manaus, benefícios vinculados a serviços de transporte e operações com alimentos e produtos de higiene.

As informações deverão ser incluídas nas declarações referentes ao período de apuração de janeiro de 2024 em diante. Para o cumprimento da obrigação, as empresas terão até o dia 20 de março de 2025 para enviar ou retificar declarações feitas antes da Instrução Normativa.

Para a Fecomércio-RS, o aumento das obrigações acessórias imposto pela nova norma é motivo de preocupação. “Elas dificultam o processo de simplificação do sistema tributário, aumentando o custo de conformidade para as empresas”, afirma o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn. A Federação reitera sua posição em defesa da desburocratização, com o objetivo de simplificar processos, reduzir a carga administrativa e impulsionar o crescimento econômico. “A implementação da nova norma reforça a necessidade de diálogo entre o setor produtivo e o governo a fim de equilibrar as demandas de conformidade fiscal com a competitividade e a sustentabilidade das empresas no Brasil”, complementa.

Imagem produzida com Inteligência Artificial | Texto: Assessoria Fecomércio-RS
09/01/2025 0 Comentários 371 Visualizações
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Pesquisa da Fiergs revela que piora no cenário econômico abala a confiança do industrial gaúcho

Por Marina Klein Telles 09/01/2025
Por Marina Klein Telles

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) sofreu um forte abalo em dezembro de 2024, de acordo com levantamento divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta quinta-feira (9). O resultado de 49,7 pontos, queda de 3,7 em relação a novembro, interrompe a tendência de recuperação do otimismo no setor após a enchente de 2024, e que chegou a atingir o maior patamar no penúltimo mês do ano passado, com 53,4. Essa foi a maior queda desde maio último, quando chegou a -6,1 pontos. “Os resultados mostram que a piora no quadro fiscal brasileiro, com reflexos no ciclo de aperto monetário, no aumento da inflação e na instabilidade na taxa de câmbio, afetou ainda mais a percepção negativa dos empresários sobre a economia do país. Cenário que começa a influenciar na avaliação das empresas”, diz o presidente da FIERGS, Claudio Bier.

O ICEI-RS varia de zero a cem pontos, sendo que a marca de 50 divide a presença de otimismo e pessimismo. Todos os seus componentes caíram em dezembro, sobretudo os relacionados à economia. O Índice de Condições Atuais recuou de 50,9 pontos, em novembro, para 47,5, em dezembro. Passou de uma avaliação levemente positiva para uma percepção de piora nos negócios. As condições atuais da economia brasileira é o componente de pior avaliação, com o índice caindo de 43,8 pontos para 39,5. O percentual de empresários que avaliam as condições da economia como piores aumentou de 33,1%, em novembro, para 41,6%, em dezembro. Aqueles que percebem melhora recuou de 12,3% para 6,8% no mesmo período. Para 51,6% dos empresários, não houve alterações na economia brasileira nos últimos seis meses (eram 54,5%, em novembro).
O Índice de Condições Atuais das Empresas ainda revela melhora, mas registrou forte queda, de 54,5 pontos para 51,5 entre novembro e dezembro.

Expectativas

Em relação ao Índice de Expectativas para os próximos seis meses, houve uma diminuição de 3,9 pontos entre novembro e dezembro, caindo para 50,8. Embora, ao permanecer acima de 50, mantenha-se no campo positivo, está agora bem mais próximo da marca que separa otimismo do pessimismo. O Índice de Expectativas da Economia Brasileira caiu cinco pontos, de 46,3 para 41,3. Isso reflete o aumento no percentual de empresários pessimistas, de 26,6%, em novembro, para 39,8%, associado à redução nos otimistas, de 14,9% para 11,2%. A maioria dos empresários, 49,1%, não espera mudança no cenário econômico doméstico nos próximos seis meses. Por fim, as expectativas em relação às próprias empresas continuam positivas, mas também ficaram menos otimistas, com recuo de 3,3 pontos ante novembro. Alcançaram 55,6 no mês de dezembro.

A pesquisa consultou 161 empresas, sendo 36 pequenas, 55 médias e 70 grandes, entre 2 e 11 de dezembro de 2024. Acompanhe os resultados completos no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul: https://observatoriodaindustriars.org.br/.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2025 0 Comentários 316 Visualizações
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Exportações brasileiras de genética avícola crescem 2,8% em 2024

Por Jonathan da Silva 09/01/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de genética avícola, incluindo pintos de um dia e ovos férteis, registraram um crescimento de 2,8% em 2024, totalizando 27.229 toneladas, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em 2023, o volume exportado foi de 26.479 toneladas. Apesar do aumento no volume, a receita anual apresentou uma queda de 0,8%, passando de US$ 240 milhões em 2023 para US$ 238,2 milhões em 2024.

No mês de dezembro, os embarques somaram 1.958 toneladas, uma redução de 24,3% em relação ao mesmo mês de 2023, quando foram embarcadas 2.586 toneladas. No entanto, a receita gerada em dezembro cresceu 5,1%, alcançando US$ 21,2 milhões, frente aos US$ 20,2 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Principais mercados

O México foi o principal destino da genética avícola brasileira em 2024, com 9.378 toneladas exportadas, embora o volume tenha diminuído 30,6% em relação ao ano anterior. Outros mercados importantes foram Senegal, com 4.608 toneladas (+22,1%), Venezuela, com 3.909 toneladas (+521,1%), África do Sul, com 3.459 toneladas (+45,7%) e Paraguai, com 2.634 toneladas (-4%).

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, atribuiu o desempenho do setor ao status sanitário do Brasil e à capacidade de atender países que enfrentam dificuldades sanitárias ou buscam recomposição de plantéis. “O setor de genética avícola nacional vem apoiando países que estão recompondo seus plantéis com genética de alta qualidade. Neste contexto, novamente o setor fechou o ano com desempenho positivo e boas expectativas para 2025”, afirmou Santin.

Foto: Bearfotos/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2025 0 Comentários 302 Visualizações
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Importações de calçados aumentam 75% em dezembro e preocupam setor

Por Jonathan da Silva 09/01/2025
Por Jonathan da Silva

As importações de calçados no Brasil cresceram ao longo de 2024, atingindo um aumento de 75% em volume apenas no mês de dezembro, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Durante o mês, entraram no país mais de 3,2 milhões de pares, totalizando US$ 42,65 milhões em valor, um incremento de 46,5% em receita em comparação com o mesmo período de 2023. No acumulado do ano, foram importados 35,8 milhões de pares, movimentando US$ 477,72 milhões, com aumentos de 26,3% em volume e 7,9% em receita.

Os principais fornecedores de calçados ao Brasil continuam sendo países asiáticos. O Vietnã liderou o fornecimento em 2024, com 11,9 milhões de pares e US$ 224 milhões em receitas, representando um aumento de 25% em volume e 5,2% em valor em relação a 2023. A China aparece em seguida, com 9,8 milhões de pares e US$ 40,2 milhões no acumulado do ano, o que representa um crescimento de 4% em volume, mas uma redução de 16% em receita.

Outro destaque é a Indonésia, que exportou 6,8 milhões de pares ao Brasil em 2024, gerando US$ 110,26 milhões em receitas. Esse resultado significa aumentos de 52% em volume e 26% em valor.

Além dos tradicionais fornecedores, novos países asiáticos, como Camboja, Índia, Mianmar e Bangladesh, passaram a exportar mais para o Brasil, somando juntos mais de 2,5 milhões de pares em 2024, um crescimento de 56% em relação ao ano anterior.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explicou que a diversificação dos fornecedores asiáticos reflete uma busca por custos menores de produção e estratégias para contornar a tarifa antidumping aplicada aos calçados chineses. “Existe uma mudança na produção intra-Ásia para driblar a tarifa antidumping aplicada contra o calçado chinês, que hoje é de US$ 10,22 por par, além da tarifa de importação”, afirmou Ferreira.

Queda nas exportações

Enquanto as importações cresceram, as exportações brasileiras de calçados tiveram queda em 2024. No acumulado do ano, o setor exportou 97,45 milhões de pares, gerando US$ 976 milhões, reduções de 17,7% em volume e 16,4% em receita em comparação a 2023.

Os Estados Unidos foram o principal destino das exportações, recebendo 10,28 milhões de pares por US$ 216,3 milhões, com quedas de 3,3% em volume e 4,8% em receita. A Argentina e o Paraguai também registraram diminuições nos embarques de calçados brasileiros, com quedas de 10% e 13,5% em receita, respectivamente.

Impacto na indústria nacional

A alta das importações e a queda das exportações preocupam a indústria calçadista brasileira, que enfrenta dificuldades para competir com os produtos importados, especialmente os provenientes da Ásia. A Abicalçados informou que os dados foram apresentados ao governo federal, que deve avaliar possíveis medidas para proteger o setor.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2025 0 Comentários 457 Visualizações
Business

Prato Principal apresenta estratégias para evitar perdas e potencializar negócios

Por Marina Klein Telles 09/01/2025
Por Marina Klein Telles

Felipe Schmitt-Fleischer, especialista em estratégia e posicionamento de marcas e negócios, é o palestrante do primeiro Prato Principal de 2025, previsto para 30 de janeiro, em que abordará o tema Bet on branding – Como parar de perder dinheiro fazendo apostas no seu negócio.

Os tópicos que serão apresentados são exploração do mundo das apostas estratégicas dentro dos negócios, com decisões que envolvem riscos de perda de oportunidade e capital, caminho para construir marcas e negócios fortes e vencedores, branding, marcas e posicionamento.

A recepção aos inscritos ocorrerá a partir das 11h30min. Às 11h45min, terá início a reunião-almoço e, às 13h30min, será feito o encerramento. O investimento é de R$ 140,00 para sócio e de R$ 185,00 para não sócio.

A atividade ocorrerá no Centro de Eventos Swan Novo Hamburgo (Av. Dr. Maurício Cardoso, 303), que dispõe de estacionamento, a R$ 30,00, com acesso pela Rua Borges do Canto.

Informações podem ser obtidas pelo fone 51 2108-2108 e pelo e-mail eventos@acinh.com.br

Inscrições em https://www.acinh.com.br/evento/prato-principal-bet-on-branding-como-parar-de-perder-dinheiro-fazendo-apostas-no-seu-negocio

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2025 0 Comentários 323 Visualizações
Business

Exportações de ovos totalizam 18,4 mil toneladas em 2024

Por Marina Klein Telles 09/01/2025
Por Marina Klein Telles

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de ovos (entre in natura e processados) totalizaram 18.469 toneladas nos doze meses de 2024, número 27,3% menor em relação ao ano anterior, com 25.404 toneladas.

A receita das exportações de 2024 totalizaram US$ 39,2 milhões, número 37,9% menor em relação ao mesmo período do ano passado, com US$ 63,2 milhões.

Em dezembro, as exportações de ovos do Brasil registraram forte elevação, chegando a 2.054 toneladas, número 116,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 947 toneladas.

Em receita, houve incremento de 72,2%, com US$ 4,317 milhões no último mês de 2024, contra US$ 2,507 milhões no mesmo período de 2023. O Chile encerrou o ano como maior importador de ovos do Brasil, com 6.871 toneladas (+141,4% em relação ao ano anterior), seguido pelos Emirados Árabes Unidos, com 2.354 toneladas (+108,7%), Estados Unidos, com 2.115 toneladas (+84,9%), Japão, com 1.633 toneladas (-84,3%) e Catar, com 1.107 toneladas (+7,1%).

“As exportações do setor, embora pressionadas pela alta demanda interna pelo produto, se mantiveram sustentadas em patamares muito acima ao ocorrido há dois anos. Ao mesmo tempo, o último trimestre de 2024 marcou o início de um fluxo positivo nas exportações brasileiras de ovos, em patamares que deverão se sustentar ao longo de 2025”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto:  Jakub Kapusnak /Unsplash | Fonte: Assessoria
09/01/2025 0 Comentários 304 Visualizações
Business

Exportações de carne suína crescem 10% e registram recorde em 2024

Por Marina Klein Telles 08/01/2025
Por Marina Klein Telles

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 1,352 milhão de toneladas entre janeiro e dezembro de 2024, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023, com 1,229 milhão de toneladas.

A receita das exportações anuais do setor superaram, pela primeira vez, o patamar de US$ 3 bilhões. Ao todo, foram obtidos US$ 3,033 bilhões com as exportações de 2024, saldo 7,6% superior ao alcançado no ano anterior, com US$ 2,818 bilhões.

No fechamento de 2024, os embarques de carne suína totalizaram 109,5 mil toneladas, número 1,3% menor em relação ao mesmo período do ano anterior, com 110,9 mil toneladas. Já em receita, houve forte alta de 11,6%, com US$ 258,3 bilhões  no último mês de 2024, contra US$ 231,5 bilhões no mesmo período do ano anterior.

Entre os destinos de exportação, as Filipinas encerraram o ano assumindo o primeiro lugar, com 254,3 mil toneladas entre janeiro e dezembro de 2024, número 101,8% superior ao alcançado em 2023. Em seguida estão China, com 241 mil toneladas (-38%), Chile, com 113 mil toneladas (+29,1%), Hong Kong, com 106,9 mil toneladas (-15,5%), Japão, com 93,4 mil toneladas (+131,6%), Singapura, com 79,1 mil toneladas (+23%), Vietnã, com 52,5 mil toneladas (+9,7%), Uruguai, com 46,6 mil toneladas (-5,2%), e México, com 42,8 mil toneladas (+49,9%).

“O setor fechou o ano de 2024 aumentando expressivamente a capilaridade de suas exportações, incrementando significativamente a receita dos embarques e elevando a média mensal de embarques em mais de 10 mil toneladas. Os indicativos seguem positivos em 2025, com tendência de manutenção de fluxo para os países asiático e das Américas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina fechou o ano de 2024 como maior exportador de carne suína do Brasil, com 730,7 mil toneladas (+10,1%), seguida pelo Rio Grande do Sul, com 289,9 mil toneladas (+3,2%), Paraná, com 185,5 mil toneladas (+9,1%), Mato Grosso, com 37,9 mil toneladas (+22%) e Mato Grosso do Sul, com 29,2 mil toneladas (+17,97%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2025 0 Comentários 395 Visualizações
Business

Abicalçados promove Missão Colômbia em janeiro

Por Jonathan da Silva 08/01/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) levará 27 marcas calçadistas nacionais à Missão Colômbia, um evento de negócios que será realizado em Bogotá entre os dias 20 e 22 de janeiro de 2025. A iniciativa faz parte do programa Brazilian Footwear, desenvolvido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), para fomentar exportações no setor.

Antes do evento, em dezembro, as marcas participaram de um seminário online de preparação. Durante o encontro, o chefe de Soluções Empresariais da Câmara de Comércio de Bogotá, Juan Diego Echeverry, destacou o crescimento de 6% no mercado de moda colombiano em 2023, o que representou mais de US$ 7,6 bilhões movimentados. Já a coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, apresentou dados que indicam um crescimento projetado de 2,5% no PIB colombiano em 2025. Segundo pesquisa Radar Forecast, 70% dos consumidores colombianos afirmaram que pretendem comprar igual ou mais mercadorias em 2025 do que no ano anterior.

De acordo com a representante da Área de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, a Missão Colômbia contará com rodadas de negócios entre empresas brasileiras e compradores locais, selecionados por um sistema de matchmaking, que alinha oferta e demanda. O evento também incluirá uma ação de relacionamento com a imprensa colombiana, intitulada Photocall.

Entre as marcas participantes estão 365 Soft, Actvitta, Bebecê, Beira Rio Conforto, BR Sport, By Cool, Coca-Cola Shoes, Diversão, Dumond, Itweens, Modare, Moleca, Molekinha, Molekinho, Novopé, Pampili, Pé com Pé, Petite Jolie, PG4 Galleria, Santa Flor, Solis Brasil, Strike, Street, Usaflex, Vinci Shoes, Vitz e Vizzano.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2025 0 Comentários 517 Visualizações
Business

Empresas gaúchas serão dispensadas da entrega da GIA mensal

Por Jonathan da Silva 08/01/2025
Por Jonathan da Silva

A partir de fevereiro de 2025, as empresas no Rio Grande do Sul não precisarão mais enviar a Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA mensal). A mudança ocorre com a implementação da “GIA-Automática”, que será gerada automaticamente a partir do arquivo da Escrituração Fiscal Digital (EFD).

A decisão, determinada pela Receita Estadual, atende a uma antiga reivindicação da Fecomércio-RS, que apontava a redundância e os custos gerados pela obrigação acessória. Segundo o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a GIA mensal exigia o envio de informações que já estavam disponíveis ao Fisco por meio de notas eletrônicas e da EFD. “A GIA é uma obrigação que detalha mensalmente a movimentação das empresas e o imposto a ser recolhido, mas grande parte dessas informações já constava em outros sistemas do Fisco”, afirmou Bohn.

O dirigente destacou que o preenchimento da guia demandava tempo, recursos e aumentava a burocracia para as empresas. “A dispensa vai ao encontro da desburocratização”, completou Bohn.

Com a mudança, a entidade espera que as empresas tenham uma redução de custos operacionais e maior agilidade nos processos relacionados ao ICMS, sem prejuízo à fiscalização tributária.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2025 0 Comentários 785 Visualizações
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