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Keko Acessórios sai da recuperação judicial e projeta faturamento de R$ 360 milhões

Por Jonathan da Silva 13/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Keko Acessórios concluiu seu processo de recuperação judicial após seis anos e projeta faturar R$ 360 milhões em 2025. A empresa, sediada em Flores da Cunha, ingressou na recuperação judicial em setembro de 2018 para renegociar uma dívida de R$ 75,5 milhões. Durante o período, a companhia registrou um crescimento de 170% e ampliou o número de funcionários para aproximadamente 500.

A Keko Acessórios enfrentou dificuldades financeiras a partir de 2015, quando a alta da taxa Selic e o endividamento elevado impactaram suas operações. Em 2018, a empresa ainda sofreu os efeitos da greve dos caminhoneiros e o cancelamento de um projeto com uma montadora, que reduziu sua receita em R$ 20 milhões.

Segundo o presidente executivo da empresa, Leandro Scheer Mantovani, a decisão de ingressar na recuperação judicial foi tomada com transparência junto a funcionários, clientes e fornecedores. “Nossa preocupação foi conversar primeiro com todos os 420 funcionários que estavam conosco na época, para reforçar nosso compromisso com o cumprimento das obrigações, o pagamento de salários e a preservação dos empregos”, afirmou Mantovani.

A recuperação incluiu medidas como a horizontalização da gestão, redução de projetos, reorganização mercadológica, planejamento financeiro e tributário e investimentos em inovação. A empresa também reestruturou sua força de vendas e ampliou sua presença no mercado digital, o que fortaleceu a relação com os consumidores finais e impulsionou as vendas.

Investimentos e crescimento

Desde 2021, a Keko tem superado suas projeções de crescimento. Em 2024, a empresa encerrou o ano com uma relação dívida/EBITDA de 2,4 vezes. No biênio 2024/2025, a companhia prevê investimentos de R$ 30 milhões na ampliação da estrutura fabril, que ganhará mais 3,5 mil m², além da aquisição de novos equipamentos e tecnologias.

Mantovani destaca que a recuperação judicial trouxe amadurecimento à empresa. “Foi uma jornada de valorização, transformação e crescimento da equipe. As pessoas aprenderam a trabalhar na escassez e a focar em resultados, o que foi muito positivo e uniu mais o grupo”, afirmou o presidente executivo.

A Keko afirma que continuará investindo em melhorias, processos, produtos e tecnologia para manter sua competitividade no mercado global. A companhia também reforça seu compromisso com as práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).

Foto: Luís Henrique Bisol Ramon/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/02/2025 1 Comentário 600 Visualizações
Business

ACI Novo Hamburgo cria grupo de trabalho para analisar reforma tributária

Por Marina Klein Telles 13/02/2025
Por Marina Klein Telles

Foi realizada na quarta-feira, 12, a primeira reunião do grupo de trabalho criado pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos para analisar o texto da reforma tributária (Lei Complementar 214/25), subsidiar estudos e proporcionar aos associados a sua correta aplicação.

“Estamos dando o start a uma grande missão, que é compreender o novo sistema tributário e auxiliar as empresas associadas a se adequarem a ele”, disse o diretor da ACI, Fauston Saraiva, na abertura do encontro. “Trata-se de um grupo qualificado de especialistas que vai construir o conhecimento necessário para a compreensão dos 540 artigos e a operacionalização da reforma tributária por parte dos associados”, acrescentou o consultor jurídico tributário, Dr. Marciano Buffon. “A entidade está atenta ao tema e, ao longo de 2025, realizará diversas ações para informar os associados”, acrescentou a vice-presidente jurídica, Izabela Lehn.

Coordenado pelos três especialistas, o grupo de trabalho reúne advogados, contadores e empresários da região. Os 34 integrantes estão distribuídos em dez subgrupos temáticos que vão analisar temáticas específicas da reforma tributária, seguindo a estrutura da lei.

Os subgrupos, formados por um coordenador e três ou quatro integrantes, reunir-se-ão mensalmente para analisar o texto da reforma tributária, em conjunto com bibliografia especializada, ao longo dos próximos meses. As conclusões serão apresentadas em seminários, vídeos e textos, gerando uma obra coletiva que será apresentada durante o Congresso da ACI sobre Reforma tributária, que ocorrerá no segundo semestre, com a participação de associados.

Subgrupo, temática e coordenação

1 – CBS e IBS: aspectos gerais da incidência
Coordenadora: Marina Furlan

2 – Operacionalização do IBS e da CBS
Coordenador: Marcelo Castilhos

3 – Comércio exterior: regimes aduaneiros especiais
Coordenadora: Sheila Bonne

4 – Cashback e cesta básica
Coordenador: Adriano Martins

5 – Regimes diferenciados do IBS e da CBS
Coordenadora: Rosane Machado

6 – Regimes especiais do IBS e da CBS
Coordenador: Adauto Froelich

7 – Fiscalização e transição
Coordenador: Mateus Bassani

8 – Imposto seletivo
Coordenador: Daniel Nelson

9 – Zona Franca de Manaus, áreas de livre comércio, devolução turista estrangeiro e compras governamentais
Coordenadora: Roberta Cassel Greenfield

10 – Operações com bens imóveis: incidência e transição
Coordenadora: Jordana Franzen

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/02/2025 0 Comentários 319 Visualizações
Business

Efeito direto do tarifaço dos EUA para aço e alumínio será menor no RS

Por Marina Klein Telles 12/02/2025
Por Marina Klein Telles

Apesar do tarifaço de 25% imposto pelo presidente Donald Trump para aço e alumínio importados pelos Estados Unidos, os efeitos diretos para o estado serão limitados, segundo a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Isso porque se para o Brasil, de janeiro a dezembro de 2024, 44,7% das vendas externas desse insumo foram destinadas ao mercado americano (US$ 6 bilhões do total de US$ 13 bilhões), para o RS elas representaram 2,7% da pauta, US$ 4 milhões do total de US$ 147 milhões vendidos. Os principais destinos do aço gaúcho no ano passado foram México (24,7%), Argentina (23,3%), e Índia (11,2%).

No alumínio, o Brasil exportou US$ 1,3 bilhão em 2024, com US$ 176,8 milhões (13,1%) para os Estados Unidos. Já no Rio Grande do Sul, as vendas deste produto alcançaram US$ 8,2 milhões, com 5,7% (US$ 500 mil) para os EUA, de acordo com o levantamento realizado pela Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da Fiergs.

No impacto indireto, porém, o Rio Grande do Sul poderá sofrer consequências, dado que uma possível menor demanda dos Estados Unidos – devido ao aumento de preço do produto brasileiro no mercado americano –pode afetar a produção brasileira de aço e alumínio, aumentando custos e reduzindo a competitividade no mercado interno.

Os EUA representavam 4,3% do mercado das exportações de aço do RS em 2021, participação que foi reduzida para 3,6% (2022), 3,2% (2023) e 2,7% (2024).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/02/2025 0 Comentários 305 Visualizações
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Exportações brasileiras de carne suína crescem 6,4% em janeiro

Por Jonathan da Silva 11/02/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína provenientes do Brasil atingiram 106 mil toneladas em janeiro, um aumento de 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 99,6 mil toneladas. O dado, divulgado nesta segunda-feira (10) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), representa o maior volume da série histórica para o mês e marca a primeira vez que o setor supera a barreira de 100 mil toneladas em janeiro. Além disso, a receita gerada pelas exportações de carne suína alcançou um montante de US$ 238 milhões, um crescimento de 19,6% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados US$ 199 milhões.

A China foi a principal compradora da carne suína brasileira em janeiro, com a importação de 19,8 mil toneladas. O volume, no entanto, representa uma redução de 14% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Outros mercados asiáticos impulsionaram o crescimento das exportações no período. As Filipinas importaram 19,5 mil toneladas, uma alta de 58%, enquanto o Japão adquiriu 8,1 mil toneladas, um aumento de 87%. O Vietnã também ampliou as compras, registrando um crescimento de 127%, com 2,8 mil toneladas importadas.

Hong Kong manteve o volume estável em 9,5 mil toneladas, enquanto Singapura aumentou as importações em 26%, com 6,5 mil toneladas. Entre os mercados que reduziram as compras, o Chile importou 7,7 mil toneladas, queda de 29%, e os Estados Unidos registraram retração de 9%, com 4,7 mil toneladas.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou a diversificação dos mercados asiáticos como um fator positivo para o setor. “Os mercados da Ásia, liderados pelas Filipinas, estão ampliando a presença entre os principais destinos das exportações brasileiras, sustentando as tendências positivas e de maior capilaridade de mercados registradas desde o segundo semestre do ano passado”, afirmou Santin.

Exportações por estado

Santa Catarina liderou as exportações de carne suína em janeiro, com o envio de 57,9 mil toneladas ao exterior, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo período de 2024. O Rio Grande do Sul ficou em segundo lugar, com 21,5 mil toneladas (+1,7%), seguido pelo Paraná, que exportou 13,1 mil toneladas (+20,5%).

Minas Gerais e Mato Grosso registraram os maiores crescimentos percentuais no período. Minas Gerais exportou 3,4 mil toneladas, uma alta de 84%, enquanto Mato Grosso embarcou 3,3 mil toneladas, um aumento de 26,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Foto: Jcomp/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2025 0 Comentários 393 Visualizações
Business

Indústria gaúcha cresce 0,6% em 2024, mas não recupera perdas de 2023

Por Jonathan da Silva 10/02/2025
Por Jonathan da Silva

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) registrou crescimento de 0,6% em 2024 em comparação com o ano anterior, conforme pesquisa divulgada nesta segunda-feira (10) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Apesar da alta, o setor ainda não recuperou a queda de 5,6% registrada em 2023. A tragédia climática que atingiu o estado no ano passado impactou a produção industrial, com interrupção de fábricas e dificuldades na entrega de insumos.

Na comparação mensal, o índice apresentou queda de 0,9% em dezembro em relação a novembro, mas subiu 5,2% quando comparado a dezembro de 2023. Segundo o presidente da Fiergs, Claudio Bier, o resultado poderia ter sido melhor sem os efeitos da enchente. “Apesar de positivo diante das adversidades que o Estado enfrentou, o resultado nem de longe recompõe a enorme queda de 5,6% de 2023. Sem a tragédia climática do ano passado, que obrigou muitas fábricas a interromperem a produção e também prejudicou a entrega de insumos, o crescimento esperado surpreenderia positivamente”, afirmou Bier.

Componentes do índice

Entre os seis componentes do IDI-RS, quatro registraram crescimento em 2024: faturamento real (0,7%), massa salarial real (3,4%), utilização da capacidade instalada (1,6 ponto percentual, de 78,8% em 2023 para 80,4% em 2024) e compras industriais (0,9%). Por outro lado, as horas trabalhadas na produção (-0,9%) e o emprego (-0,7%) encerraram o ano com queda, embora apresentem sinais de recuperação.

Setores em destaque

A atividade industrial cresceu em dez dos 16 segmentos pesquisados no Rio Grande do Sul. O setor de veículos automotores teve a maior contribuição positiva, com alta de 13,2%. O crescimento também foi impulsionado pelos segmentos de móveis (8,7%) e equipamentos de informática e produtos eletrônicos (10,3%).

No entanto, a retração na produção de máquinas e equipamentos (-9,1%) teve forte impacto no resultado geral, especialmente no segmento de máquinas e implementos agrícolas, que caiu 15,9%. O setor de couros e calçados também apresentou queda de 2,4%, influenciando negativamente o índice.

Fatores econômicos e climáticos

Além das enchentes, incertezas econômicas ligadas às questões fiscais do país afetaram o desempenho da indústria em 2024. A taxa de câmbio elevada foi apontada pelos empresários como um dos principais desafios do setor. A inflação e as políticas do Banco Central, que manteve taxas de juros elevadas, também impactaram a atividade industrial.

Outro fator que influenciou negativamente foi a crise no segmento de máquinas e implementos agrícolas, afetado tanto pelas enchentes no Rio Grande do Sul quanto pelas secas e incêndios florestais em outras regiões do país. A menor safra e a baixa nos preços das commodities agrícolas contribuíram para a retração no setor.

A pesquisa completa pode ser acessada no site Observatório da Indústria do RS.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
10/02/2025 0 Comentários 439 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de calçados somam 11,46 milhões de pares em janeiro

Por Jonathan da Silva 10/02/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações de calçados brasileiros totalizaram 11,46 milhões de pares em janeiro de 2025, gerando US$ 88,3 milhões. Os dados, divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), indicam um aumento de 11,4% no volume exportado e uma queda de 2,7% na receita em relação ao mesmo período de 2024. A desvalorização do real frente ao dólar e o crescimento das exportações de chinelos foram fatores que contribuíram para o desempenho no mês. O valor médio do calçado exportado foi de US$ 7,71, uma redução de 12,6% em relação a janeiro do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirmou que o cenário internacional segue incerto, com desafios econômicos e uma possível guerra comercial entre Estados Unidos e China. “O cenário, ao longo de 2025, é uma incógnita. Ao mesmo tempo em que a tarifa imposta por Trump aos calçados chineses pode ajudar o Brasil no mercado norte-americano, esses calçados produzidos na China tendem a inundar mercados cativos para o nosso produto no exterior, principalmente na América Latina”, pontuou o dirigente.

Segundo Ferreira, mesmo com o crescimento em volume, as exportações permaneceram abaixo da média anual dos últimos cinco anos, que foi de 12,23 milhões de pares, o que aponta para uma demanda internacional ainda enfraquecida.

Principais destinos das exportações

Os Estados Unidos foram o principal destino dos calçados brasileiros em janeiro, com 1,13 milhão de pares exportados, gerando US$ 19 milhões. O volume cresceu 4,2% em comparação com o ano anterior, mas a receita caiu 11,5%. A Argentina foi o segundo maior mercado, com 635,6 mil pares exportados e US$ 10,36 milhões em receita, representando um crescimento de 14,2% no volume e uma queda de 6,3% no faturamento. A França ficou na terceira posição, com 380,6 mil pares e US$ 4,9 milhões, registrando aumentos de 14,7% e 54,3%, respectivamente.

Estados exportadores

O Rio Grande do Sul liderou as exportações brasileiras de calçados no mês, embarcando 2,62 milhões de pares e arrecadando US$ 37,6 milhões. Os números representam quedas de 12,1% em volume e 17,5% em receita em relação a janeiro de 2024. O Ceará foi o segundo maior exportador, com 5 milhões de pares enviados e US$ 27,42 milhões em faturamento, registrando aumentos de 34,8% e 30,3%, respectivamente. Em terceiro lugar, São Paulo exportou 514,1 mil pares, gerando US$ 7,2 milhões, um crescimento de 23,5% no volume e uma redução de 2,7% na receita.

Importações continuam em alta

As importações de calçados seguiram em crescimento em janeiro, mantendo a tendência de 2024, quando houve alta de mais de 26% no volume importado. No primeiro mês de 2025, o Brasil importou 3,32 milhões de pares, totalizando US$ 47,96 milhões. O volume cresceu 18,1% e a receita aumentou 29% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os países asiáticos responderam por 90% das importações. O Vietnã foi o principal fornecedor, com 1,24 milhão de pares exportados ao Brasil por US$ 22,47 milhões, um crescimento de 55% no volume e 31% na receita. A Indonésia ficou em segundo lugar, com 742,5 mil pares e US$ 12 milhões, apresentando altas de 113,5% e 111,6%, respectivamente. Já a China exportou 719,8 mil pares ao Brasil, gerando US$ 5 milhões. O volume caiu 34,7%, mas a receita aumentou 16,6%.

As importações de partes de calçados, como palmilhas, solas e saltos, somaram US$ 5,53 milhões em janeiro, um crescimento de 47% em relação ao mesmo período de 2024. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2025 0 Comentários 481 Visualizações
Business

ACI pede informações sobre pagamento de exportações de calçados à Argentina

Por Marina Klein Telles 10/02/2025
Por Marina Klein Telles

Em correspondência enviada na última sexta-feira, 7, a ACI solicita à Câmara Empresarial Argentino Brasileira do Rio Grande do Sul informações sobre a liberação de recursos financeiros, por parte do governo argentino, relativos às exportações de calçados efetuadas por empresas associadas ao país vizinho.

O documento assinado pelo presidente, Robinson Klein, e pelo diretor, Fauston Saraiva, relata que o delay cambial promovido pelas autoridades argentinas em 2024 tem gerado preocupação e incertezas quanto ao andamento das atividades das empresas exportadoras de calçados que dependem deste aporte. São empresas que tem clientes dos mais variados perfis e cumpridores de suas obrigações sempre de forma pontual e ajustada.

“Entendemos a complexidade das negociações e os desafios enfrentados, mas gostaríamos de obter uma atualização detalhada sobre o status da liberação desses recursos e o imediato pagamento às empresas associadas”, afirma Klein, destacando o compromisso com o fortalecimento das relações bilaterais e com o desenvolvimento de projetos que beneficiem ambos os países.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2025 0 Comentários 325 Visualizações
Business

Liquidações de verão impulsionam vendas do comércio gaúcho

Por Jonathan da Silva 10/02/2025
Por Jonathan da Silva

As liquidações realizadas nos meses de janeiro e fevereiro têm impulsionado as vendas do comércio no Rio Grande do Sul de acordo com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCCS-RS). A estratégia, adotada anualmente pelos lojistas, busca escoar os estoques remanescentes do fim do ano e estimular o consumo em um período tradicionalmente mais fraco devido às férias e às despesas típicas do início do ano.

O presidente da FCCS-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que os preços reduzidos são um incentivo para os consumidores. “Nos dois primeiros meses do ano existe uma concorrência muito forte das férias e de outros compromissos financeiros típicos do período, como IPTU, IPVA e despesas escolares, o que compromete boa parte da renda das famílias”, afirma Koch.

Além de atrair clientes, as liquidações ajudam os lojistas a ajustar seus estoques e reforçar o caixa das empresas. Com a alta taxa de juros no Brasil, há menos dinheiro em circulação, o que torna os consumidores mais criteriosos nas compras. “O lojista que ofertar descontos percebíveis e personalizar o atendimento, promovendo uma experiência de compra única aos seus clientes, tem maiores chances de incrementar suas vendas”, ressalta o presidente da entidade.

Participação crescente das liquidações nas vendas do ano

A participação dos meses de janeiro e fevereiro no volume total de vendas do varejo no estado tem aumentado ao longo dos anos. Até 2013, o período representava cerca de 14% do total comercializado. Em 2024, esse percentual subiu para quase 18%, e a estimativa para o início de 2025 é de que o índice se mantenha.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
10/02/2025 0 Comentários 334 Visualizações
Business

Casacor RS apresenta detalhes da edição de 2025 em reunião operacional com novo elenco do evento

Por Marina Klein Telles 06/02/2025
Por Marina Klein Telles

Elenco, empresas patrocinadoras e fornecedores oficiais da Casacor Rio Grande do Sul, marcada para maio em Porto Alegre, participaram de mais uma etapa importante do evento na terça-feira, 4 de fevereiro, durante a realização da reunião operacional de 2025.

O encontro, pautado pela apresentação de todas as orientações sobre a realização das obras no antigo terminal do Aeroporto Internacional Salgado Filho, contou com a presença e palestra do Diretor de Relacionamento e Conteúdo da Casacor, Pedro Ariel Santana, com o tema “Semear Sonhos” proposta criativa do evento nacional. “É fundamental que pensemos em uma cidade multiespécie, planejada não só para os humanos, mas também para outros seres, que reconheça os processos cíclicos da natureza, aprenda com eles e melhore continuamente seus próprios sistemas”, afirma Pedro Ariel.

O resultado desse pensamento poderá ser conferido em breve pelo público gaúcho através de 40 ambientes inéditos, construídos em 6.000m2 e assinados por nomes reconhecidos do mercado, novos talentos e representantes do interior do Estado. Além de revitalizar o prédio do antigo terminal do Aeroporto Salgado Filho e apresentar as criações e tendências destacadas por grandes profissionais e empresas dos setores de construção, decoração e paisagismo, o evento movimentará a economia regional e o setor de eventos.

As diretrizes de projeto e medidas de preservação e segurança, tiveram destaque entre os tópicos abordados pela curadoria de arquitetura de Aclaene de Mello, que assina o masterplan do evento pelo sétimo ano.

Confira os escritórios e profissionais que participam da Casacor RS em 2025: Aclaene de Mello, Auba Arquitetura, BG Arquitetura, Cadencia Arquitetura e Design, Caroline Kreling, Clemara Motta, Compplex Arquitetura, Conrado Lang Silva, dlp Arquitetura, Erika Listo, Estudio 254, Felipe Helfer, Camila Farina e Giselle Padoin, HVM Arquitetura, Izabela Pagani, Jenyfer Palma e Karen Berta, Juliana Nantes e Viviane Possa, Katia Vinciprova, Liana Lamare, Lisiara Camargo Simon, Lívia Bortoncello Arquitetura, Mariana Fogliato e Giovana Muller, Marília Warken, Patricia Pasini, Patricia Strelow e Bethina Moreira , Paula Lino, Poema Arquitetura, Polido Arquitetura, Pollyana Pizzutti, Quadriarq, Renato Mello, Rogério Linck Figueira, Sabrina Sbardelotto, Studio1 Arquitetura, Time Design Week PoA.

A Casacor Rio Grande do Sul tem como empresas patrocinadoras oficias: Deca, Tintas Coral, Banco BRB, Electrolux, Savarauto, Fraport, Portinari, Cindapa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2025 0 Comentários 377 Visualizações
Business

Pesquisa do Sindilojas POA aponta desafios e tendências no mercado de trabalho

Por Marina Klein Telles 06/02/2025
Por Marina Klein Telles

O Sindilojas Porto Alegre realizou um levantamento inédito sobre a empregabilidade e o comportamento profissional dos porto-alegrenses, revelando importantes dados sobre as condições de trabalho na capital. A pesquisa destaca tanto a perspectiva de empregados quanto os desafios enfrentados pelos desempregados no mercado local.

Emprego e Satisfação Profissional

Entre os empregados, 54,4% estão plenamente satisfeitos em seus cargos, enquanto 25,7% consideram suas condições atuais adequadas, mas permanecem atentos a novas oportunidades. Os principais motivadores para aceitar uma vaga incluem benefícios (57,7%), salário competitivo (50,5%) e flexibilidade de horário (39%).

Desafios dos Desempregados

O levantamento revelou que 59,4% dos desempregados buscaram emprego nos últimos 12 meses, mas não obtiveram sucesso. As principais formas de procura incluem indicação de amigos (59,4%) e sites de emprego (57,9%), fatores como idade (32%) e exigências de qualificação (24%) foram apontados como os maiores obstáculos para a recolocação.

Capacitação e Permanência no Emprego

Outro ponto de atenção é a baixa taxa de qualificação entre os desempregados: 69,6% não realizaram nenhum curso ou treinamento no último ano, o que pode impactar diretamente na competitividade dos profissionais. Para os empregados, os benefícios mais valorizados são vales refeição e alimentação (66,2%), plano de saúde (55,9%) e flexibilidade no trabalho (42,9%).

Diferenças Geracionais no Mercado de Trabalho

Este estudo não poderia deixar de citar a questão das diferentes gerações, e como isso impacta para o setor. As gerações mais jovens (Z e Millennials) priorizam flexibilidade, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, além de ambientes que promovam diversidade e inovação. Elas são mais dispostas a buscar novas oportunidades quando insatisfeitas. Já as gerações mais velhas (X e Baby Boomers) dão maior peso à estabilidade financeira, salários competitivos e benefícios tradicionais, sendo mais estáveis e leais às empresas.

Essas diferenças apontam a necessidade de as organizações adotarem estratégias personalizadas para atender às expectativas variadas e reter talentos em um mercado cada vez mais diverso.

Impactos no Comércio e Reflexões do Sindilojas POA

O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Arcione Piva, reforça a importância de compreender o comportamento dos profissionais e adaptar as condições de trabalho: “Investir em capacitação e criar condições mais alinhadas às expectativas dos trabalhadores pode beneficiar diretamente o comércio e a economia local”. Já Rodrigo de Assis, economista do Sindilojas POA, alerta para o impacto do descuido com as finanças pessoais: “O desemprego e a falta de qualificação afetam não só as famílias, mas também o desenvolvimento econômico da região”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2025 0 Comentários 367 Visualizações
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