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Novo Hamburgo Feevale Summit 2025 acontece na próxima semana

Por Marina Klein Telles 24/09/2025
Por Marina Klein Telles

A Universidade Feevale está terminando os preparativos para o Novo Hamburgo Feevale Summit 2025, que acontecerá nos dias 30 de setembro e 1º e 2 de outubro, no Câmpus II da Instituição, em Novo Hamburgo (ERS-239, 2755) e em espaços da cidade. Com o mote Inspirando ideias. Construindo futuros, o evento chega à sua terceira edição, consolidado como um dos principais eventos gratuitos de inovação e empreendedorismo do Rio Grande do Sul. Ainda há vagas para as atividades, e as inscrições devem ser realizadas no site nhfs.feevale.br.

“Com a expertise adquirida nas duas edições anteriores e a força da nossa rede de parceiros, temos a convicção de que o Novo Hamburgo Feevale Summit posicionará ainda mais o município e a Universidade Feevale no ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul e do país”, afirma o reitor José Paulo da Rosa. “As empresas precisam reforçar as suas conexões e o evento será uma oportunidade para isso. A ideia é, cada vez mais, gerar conteúdos e mostrar o que temos de melhor em nossas comunidades”, complementa a diretora de Inovação da Feevale, Manuela Bruxel.

A palestra de abertura será ministrada pelo pesquisador e professor Alexandre Pellaes. O evento acontece no primeiro dia de atividades, 30 de setembro, a partir das 19h30min, no Teatro Feevale. Com o tema Você aprendeu a trabalhar errado e eu também – e agora?, Pellaes, mestre em Psicologia do Trabalho pela Universidade de São Paulo (USP) e fundador da Exboss, abordará futuro do trabalho, liderança e novos modelos de gestão. No acesso a esta atividade, solicita-se a doação de 2kg de alimentos não perecíveis, que serão, posteriormente, repassados a entidades da região.

Feira de Empregabilidade

Um dos destaques do Novo Hamburgo Feevale Summit é a Feira de Empregabilidade, que faz parte do 17º Trame – Trabalho e Mercado e busca promover a interação entre o mercado de trabalho e a formação profissional, aproximando os visitantes das vagas de emprego e estágio oferecidas pelas 22 empresas participantes. A feira acontecerá nos dois dias do evento, na Rua Coberta, das 12h às 21h.

Durante o evento, basta o candidato interessado visitar o expositor de sua preferência, que apresentará suas vagas e empresa. O cadastro do currículo é feito na hora, e serão disponibilizadas em torno de 600 vagas, entre estágios e efetivos, em diferentes áreas.

Mais de 130 palestrantes em três palcos

O Novo Hamburgo Feevale Summit 2025 trará, ainda, mais de 130 palestrantes em diversas áreas para apontar tendências, inspirar o público e fortalecer o ecossistema de inovação. Serão três palcos temáticos, que terão programação simultânea no Câmpus II da Universidade Feevale. Confira alguns dos palestrantes de cada um dos palcos:

Negócios Conscientes (prédio Convivência)

– Anna Quadros, gerente de Comunicação e Marketing da Central Sicredi Sul
– Flávio Steffens, sócio do Vakinha
– Roberta Pletsch, diretora da Merkator e Marlos Schmidt, presidente da Fenac
– Roger Wingert, CEO do Grupo Unity

Conexões 360º (Rua Coberta)

– Jeremias Goedert, Head de TI no Sport Club Internacional, e Tiago Hendges, gerente de TI do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense
– Rodrigo Cury, especialista em Inovação na Fruki Bebidas e conselheiro na Apdesign
– Marcus Tonin, o Marketeiro Confesso
– Dóris Baumer e Leonardo Maciel, fundadores da Don Comunicação Digital

Inspira (Salão de Atos)

– Daniella Damasio, sócia-fundadora e diretora de Experiência do Cliente da Asellas
– Rosane Machado, consultora e fundadora da Romabc
– Rafael Cramer Balle, diretor do Departamento de Fomento da Secretaria da Cultura do RS
– Roberto Santos, estrategista de Negócios
– Edmilson Milan, CEO do Prêmio Exportação RS

Demais atrações

Entre as demais atrações, estão confirmadas a Vila de Startups e a Rodada de Negócios, além de painéis, atividades culturais e roteiros turísticos no município. Em um total de 62 horas de programação, as duas primeiras edições contaram com cerca de 5.400 participantes, 370 empresas e 150 speakers, além de oferecer três mil vagas de emprego por meio da Feira de Empregabilidade.

–  Be International: universidades parceiras da Feevale compartilham experiências e promovem palestras em outros idiomas, conectando os participantes com o universo acadêmico internacional.
– Vila de Startups: espaço para que startups de diferentes ecossistemas apresentem seus modelos de negócio, com o objetivo de gerar visibilidade e conexões estratégicas.
– Rodada de Negócios: momento de networking entre empresas e startups, com foco na resolução de desafios reais do mercado e geração de parcerias.
– Podcast ao vivo: durante todo o evento, será realizada a transmissão e gravação de podcasts com a participação de palestrantes, patrocinadores e correalizadores, debatendo temas relevantes do universo da inovação.
– Open Labs: os laboratórios da Universidade Feevale estarão abertos à visitação, permitindo que a comunidade conheça de perto as estruturas e tecnologias disponíveis.
– Open City: roteiros turísticos especiais por Hamburgo Velho e Caminhos de Lomba Grande proporcionam vivências culturais e valorizam o patrimônio local.
– Vila Gastronômica: empreendedores da região apresentarão diversas opções gastronômicas, promovendo sabores locais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 215 Visualizações
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Documento com propostas para auxiliar setor calçadista é entregue à bancada gaúcha e ao Governo Federal

Por Marina Klein Telles 24/09/2025
Por Marina Klein Telles

Na terça-feira, 23, em Brasília/DF, o diretor da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), Fauston Saraiva, e o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas (SICTC), Juliano Mappeli, entregaram um documento com reivindicações de entidades empresariais gaúchas aos senadores Luiz Carlos Heinze e Paulo Paim, ao deputado Marcel van Hattem e à secretária-adjunta de Comércio Exterior da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Daniela Matos.

O documento é assinado pelos presidentes da ACI-NH/CB/EV/DI/IV, Robinson Klein; do Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas (SICTC), Márcio Port dos Santos; do Sindicato das Indústrias do Calçado de Novo Hamburgo, Paulo Ricardo da Silva; da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Calçado e do Vestuário do Estado do Rio Grande do Sul (Feticvergs), João Nadir Pires; do Sindicato dos Sapateiros de Três Coroas (Sindisapateirostc), Erni Rinker; e do Conselho estratégico do movimento The South Base, Marlos Schmidt.

Nele, são destacados os impactos negativos da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras em geral e, em especial, de calçados do Rio Grande do Sul (Vale do Sinos e Vale do Paranhana). A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) alerta para o risco de perda de 140 mil empregos, se a situação não mudar, além da possibilidade de redução de estoques e produção de 20% a 30%. 

O setor calçadista do Rio Grande do Sul, principalmente os vales do Sinos e do Paranhana, é um dos mais afetados pela tarifa de 50% em vigor desde 6 de agosto, após uma elevação de 40% sobre a alíquota anterior de 10% (abril de 2025). O estado é o maior exportador de calçados em valor agregado do Brasil, respondendo por mais de 80 mil empregos diretos e cerca de 100 mil indiretos. Em 2024, exportou US$ 568,2 milhões em calçados, sendo os EUA o destino de 47,5% das vendas internacionais de calçados de couro, o que torna o mercado norte-americano crucial para o setor.

Dados recentes apontam queda nas exportações. Em agosto de 2025, as vendas de calçados aos EUA caíram 17,6% em volume (803,7 mil pares) e 1,4% em receita (US$ 21,4 milhões), em relação a agosto de 2024. Também há risco de perda de empregos. Conforme a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o setor calçadista no RS pode perder 3,9 mil empregos diretos nos próximos 12 meses e os impactos indiretos podem atingir até 20 mil postos de trabalho na cadeia produtiva. Um exemplo concreto das dificuldades enfrentadas é a indústria Mulher Sofisticada, de Três Coroas, que paralisou a produção e pediu autofalência na semana passada, resultando na demissão de 77 trabalhadores.

Concorrência desleal

A tarifa incentivou a importação de calçados chineses e vietnamitas a preços mais baixos, agravando a competitividade das empresas brasileiras. Em agosto de 2025, as importações de calçados da China no Brasil cresceram 41,5%, com preços médios 18,2% mais altos. “Esses números evidenciam a gravidade da situação, que compromete não apenas as empresas exportadoras, mas toda a cadeia produtiva, incluindo fornecedores, varejo e logística, com impactos socioeconômicos significativos no RS”, afirma Fausto Saraiva.

Propostas apresentadas ao Governo Federal

Conforme as entidades que assinam o documento, quatro soluções, se adotadas de forma urgente pelo Governo Federal, podem mitigar os prejuízos às empresas exportadoras e à cadeia produtiva associada.

1 – Isenção de impostos por tempo indeterminado 

Isenção total de tributos federais (como PIS, Cofins e IPI) sobre a produção destinada à exportação, sem prazo definido, até que as negociações com os EUA resultem na redução ou eliminação da tarifa de 50%. A isenção reduz os custos de produção, permitindo que as empresas mantenham preços competitivos no mercado internacional, mesmo com a tarifa. A medida também beneficia a cadeia produtiva, como fornecedores de couro e componentes, que dependem das exportações. Se adotada, ajudará a preservar empregos e manter a competitividade do setor, evitando perdas estimadas em US$ 15 milhões anuais apenas na região de Franca (SP), com impactos semelhantes no RS.

2 – Desoneração da folha de pagamento por tempo indeterminado

As entidades propõem a desoneração completa da folha de pagamento para empresas exportadoras e da cadeia produtiva, sem prazo definido, com foco na redução de encargos trabalhistas (como o INSS patronal). A inserção do calçado brasileiro na lista de isenção da taxa por parte do governo americano seria medida mais efetiva para sanar os prejuízos correntes, alternativamente. O benefício aos calçados private label, isto é, de marcas americanas, também ajudaria.

A desoneração aliviaria os custos operacionais, permitindo que as empresas mantenham seus quadros de funcionários e evitem demissões em massa. No RS, o setor calçadista emprega diretamente 80 mil trabalhadores, e a desoneração pode evitar a perda de 3,9 mil empregos diretos projetada para os próximos 12 meses. Os impactos esperados são manutenção de empregos e estabilidade econômica nas regiões produtoras, como os vales do Sinos e Paranhana, além de incentivo à contratação.

3 – Ampliação do Programa Reintegra

Aumentar a alíquota do Reintegra para 5% para grandes e médias empresas e 8% para micro e pequenas empresas, com validade até dezembro de 2027, e permitir a retroatividade de créditos para exportações realizadas desde julho de 2024. O Reintegra devolve parte dos tributos pagos na cadeia produtiva, reduzindo custos e aumentando a competitividade. A alíquota atual (0,1% para grandes empresas e 3% para pequenas) é insuficiente frente à tarifa de 50%. A retroatividade daria fôlego financeiro imediato às empresas. A redução do impacto financeiro da tarifa, com estimativa de até R$ 5 bilhões em créditos tributários, beneficiaria empresas de todos os portes.

4 – Prorrogação de prazos para exportações no regime de drawback

A proposta é prorrogar por 12 meses os prazos para exportações no regime de drawback, sem multas ou juros, para empresas afetadas pela tarifa. Em 2024, US$ 10,5 bilhões das exportações brasileiras para os EUA foram realizadas via drawback. A prorrogação evita penalidades às empresas que não conseguirem cumprir os prazos de exportação devido à tarifa. A medida deve proporcionar alívio financeiro para exportadores, com impacto fiscal neutro, pois apenas posterga obrigações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 169 Visualizações
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Braskem celebra a trajetória de 15 anos dos polímeros de fonte renovável feitos da cana-de-açúcar

Por Marina Klein Telles 23/09/2025
Por Marina Klein Telles

Com a demanda crescente por produtos renováveis, a Braskem comemora 15 anos do lançamento do polietileno (PE) I’m greenTM bio-based, um marco que reforçou a liderança global da companhia em biopolímeros. Produzido no Polo Petroquímico de Triunfo (RS), é reconhecido mundialmente como um dos casos mais transformadores em desenvolvimento sustentável no Brasil. Desde a partida da planta, em 2010, a sua produção evitou a emissão de 8 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

 “Comemorar a trajetória de I’m greenTM bio-based é celebrar o protagonismo da Braskem e do Brasil na transição global para uma indústria de baixo carbono e circular. As equipes que atuam no RS e participam desde a concepção do projeto se orgulham da trajetória dessa inovação que cria valor para a cadeia produtiva do setor, para os clientes e para a sociedade”, afirma o diretor industrial da Braskem no RS, Nelzo Silva.

A planta de eteno renovável partiu com capacidade de produção de 200 mil toneladas anuais. Atualmente, sua capacidade produtiva é de 275 mil toneladas/ano, o que representa um aumento de 37% em relação ao projeto inicial, fortalecendo o crescimento da empresa como referência no desenvolvimento de soluções renováveis.

O objetivo da Braskem é expandir a sua capacidade produtiva de bioprodutos e produtos bio-atribuídos para 1 milhão de toneladas até 2030 em outras frentes de crescimento. Atualmente, a matéria-prima é utilizada em três produtos de fonte renovável: o polietileno, usado em diversas aplicações, como embalagens, o EVA, muito usado em solado de calçados, e a cera de Polietileno, usada na produção de adesivos, cosméticos, entre outros.

Diversas iniciativas globais estão em andamento para viabilizar esse avanço. Entre as quais, o desenvolvimento de novos bioprodutos e negócios sustentáveis apoiado pelos centros de inovação da Braskem, como o laboratório de Lexington (EUA), focado na busca por novas soluções renováveis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2025 0 Comentários 195 Visualizações
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Grupo HTI projeta dobrar faturamento em 2025 com apoio tecnológico da Adentro

Por Jonathan da Silva 23/09/2025
Por Jonathan da Silva

Após encerrar 2024 com R$ 15 milhões em receita, o Grupo HTI afirma que pretende dobrar seu faturamento em 2025. A empresa, fundada em 2018 pelos irmãos Alexandre e Mario Azzolini, aposta em melhorias tecnológicas como parte da estratégia de crescimento, com destaque para a contratação do serviço de disaster recovery fornecido pela Adentro, que assegura a operação contínua de suas plataformas.

Segundo o CEO do Grupo HTI, Alexandre Azzolini, a adoção do serviço envolveu “o uso de máquinas robustas, com discos de armazenamento em Pure Storage, visando ganhos em performance, segurança e confiabilidade”. Azzolini destacou que a medida garantiu a operação 24 horas por dia, sete dias por semana, dando suporte ao crescimento das soluções da empresa.

Plataformas em expansão

Entre os principais produtos do grupo estão a GetMenu, que oferece cardápio online, PDV e gestão financeira, e a NextIngresso, voltada à venda e gestão de ingressos online. Com a nova estrutura, a companhia conseguiu alavancar vendas nessas plataformas e ainda lançou o NextPass, criado para integrar a venda de ingressos digitais e físicos a sistemas de bar. “Tínhamos desafios relacionados à segurança e conformidade, migração de dados, modelos de monetização e disponibilidade. Quando contratamos os serviços da Adentro, conseguimos atingir as nossas metas de forma ainda mais rápida”, afirmou Azzolini.

Resultados de 2024

No último ano, a NextIngresso ultrapassou a marca de um milhão de bilhetes emitidos, enquanto a GetMenu registrou mais de 200 mil pedidos. De acordo com o executivo, a parceria foi fundamental para proteger a operação e dar mais estabilidade ao atendimento. “Para proteger essa operação e garantir que os nossos clientes continuem a ter uma experiência impecável, a parceria com a Adentro foi um passo crucial este ano”, destacou o CEO.

Apoio da Adentro

Para o CEO da Adentro, Ronaldo Barbieri, a continuidade do negócio foi prioridade na estruturação do projeto. “Uma operação com tamanha robustez precisa pensar na continuidade dos negócios para bem atender os seus clientes. Disponibilidade e segurança são atributos essenciais e nós ficamos muito contentes de poder auxiliar a HTI com a estratégia de DR”, afirmou Barbieri.

Perspectivas

O Grupo HTI avalia que a nova infraestrutura permitirá segurança para expandir serviços e consolidar sua liderança no setor. “Acreditamos que, com a infraestrutura da Adentro ao nosso lado, estamos mais do que preparados para o próximo capítulo de crescimento. Estamos ansiosos para ver como essa parceria nos ajudará a criar e aprimorar novos serviços, como o NextPass, impulsionando a inovação e a nossa liderança de mercado”, concluiu Alexandre Azzolini.

Foto: Luan Martins/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2025 0 Comentários 229 Visualizações
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Havan lidera ranking de rentabilidade entre varejistas

Por Jonathan da Silva 22/09/2025
Por Jonathan da Silva

A rede Havan alcançou o primeiro lugar em rentabilidade entre as varejistas brasileiras no ranking Valor 1000, divulgado nesta semana pelo jornal Valor Econômico. Além da liderança nacional no quesito, a empresa também foi apontada como a de melhor desempenho no comércio de varejo da região sul.

No levantamento, a Havan conquistou ainda o segundo lugar na margem Ebitda — indicador que mede a eficiência operacional e de gestão de custos — e o terceiro lugar geral entre as empresas do segmento varejista. A companhia aparece também na sétima posição entre as 20 empresas com maior rentabilidade do Patrimônio Líquido (PL) médio no Brasil.

Na classificação regional, a rede ocupa a 19ª posição entre as maiores empresas do Sul em receita líquida, avançando quatro colocações em comparação ao ano anterior.

Desempenho coletivo

O proprietário da Havan, Luciano Hang, atribuiu o desempenho ao engajamento da equipe. “Uma empresa que trabalha em equipe, cresce junto. Se somos uma das maiores varejistas do país, que emprega mais de 22 mil colaboradores, é graças ao esforço de cada um que trabalha conosco”, afirmou o empresário.

Expansão nacional

Com 183 filiais em operação distribuídas em 23 estados e no Distrito Federal, a Havan prevê ampliar sua presença até o final de 2025. Estão programadas novas inaugurações de megalojas no Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2025 0 Comentários 222 Visualizações
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Pesquisa da Fiergs mostra que falta de trabalhador qualificado afeta 85,5% das indústrias no RS

Por Marina Klein Telles 22/09/2025
Por Marina Klein Telles

A falta de profissional qualificado para trabalhar na indústria do Rio Grande do Sul atinge resultado recorde, prejudicando 85,5% das empresas. É o maior índice já registrado pela pesquisa Sondagem Especial, realizada pelo Sistema FIERGS, em julho, divulgada nesta sexta-feira (19) e apresentada pelo economista-chefe da entidade, Giovani Baggio, no CongregarRH 2025, que ocorre na PUCRS. O percentual supera em 10,9 pontos os 74,6% do ano de 2013, que era a maior marca até agora.

“É uma dificuldade que afeta a indústria sem distinção, e mesmo com a qualificação que buscamos para o trabalhador por meio do Senai, do Sesi, ou até mesmo por capacitações internas realizadas pelas empresas, não consegue superar a demanda exigida”, diz o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier. Também por isso, salienta, a sua gestão tem como um dos pilares a retenção de talentos, para que as indústrias gaúchas não percam profissionais qualificados para outros setores da economia ou até mesmo outros estados.

Para enfrentar os desafios referentes à falta de trabalhador qualificado para atuar na indústria, o Sistema FIERGS investe em iniciativas que começam a dar resultados. A entidade está finalizando o portal Oportunidades na Indústria, aproximando trabalhadores de vagas nas indústrias gaúchas. Há também o projeto Mais Soldado Cidadão, que prevê qualificar, até 2027, 10 mil jovens que realizam o serviço militar no Exército. Já o programa Indústria Acolhedora promove a qualificação e a empregabilidade de migrantes em ações de parceria com indústrias.

Investir em inovação é outra frente na busca de solução de profissionais qualificados. O Indústria do Amanhã, parceria com o Instituto Caldeira, inclui as indústrias em um ambiente pautado pela inovação. Outra ação é o Balcão de Inovação, que aproxima as indústrias, principalmente pequenas e médias, para acessar recursos, especialistas e soluções que acelerem a inovação. Na área da educação, investimentos são realizados com as novas escolas do Sesi em Novo Hamburgo, Bento Gonçalves e Caxias do Sul, e nas unidades do Senai, com ampliações e modernização de cursos e equipamentos.

Carência de profissionais

A falta de trabalhador é um problema ainda mais severo em médias e grandes empresas, nas quais os percentuais apontados pela pesquisa são de 87,1% e 88,5%, respectivamente. Nas empresas de pequeno porte, a escassez atinge 79,6%. Ainda, de acordo com o levantamento, a carência é crítica na área de produção: 94% têm dificuldade para contratar operadores e 89%, para encontrar técnicos.

Na visão dos empresários consultados, a escassez de profissionais qualificados este ano se deve principalmente aos benefícios sociais distribuídos pelo governo. Esse fator foi apontado por 61,1% dos entrevistados. A segunda causa mais citada, com 51,9% das respostas, é o baixo nível de educação da população. Em seguida, aparecem o desinteresse dos trabalhadores pelo setor industrial (48,1%) e o crescimento do trabalho autônomo e informal (44,4%), como aplicativos de transporte e empreendedorismo. Para 29,6% das empresas, a concorrência salarial com outros setores da economia também contribui.

Impactos

Esta falta de mão de obra qualificada gera uma série de impactos. O principal deles, de acordo com 67,6% das empresas, é o prejuízo na busca por eficiência e produtividade, o que, na prática, afeta a qualidade dos produtos, problema reportado por 61,4% delas. Além disso, a carência de trabalhadores restringe a capacidade de aumentar a produção para 51% das empresas. Diante desse cenário, 94,5% das indústrias do RS adotam medidas para lidar com a escassez de profissionais. O principal mecanismo, utilizado por 81% delas, é a capacitação interna. Também investem no fortalecimento da política de retenção de talentos, com salários e benefícios, procedimento utilizado por 53,3% das empresas, além da capacitação externa por meio de cursos, adotada por 37,2%. A pesquisa consultou 176 empresas (indústria de transformação e construção), sendo 49 pequenas, 63 médias e 64 grandes, entre os dias 1º e 10 de julho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2025 0 Comentários 264 Visualizações
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Em reunião com Finep, Claudio Bier pede que o RS não seja penalizado em linhas de fomento à inovação

Por Marina Klein Telles 22/09/2025
Por Marina Klein Telles

“Para mantermos nossa excelência como um dos estados mais inovadores do Brasil, não podemos ser penalizados nas linhas de fomento do governo”, afirmou o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, em encontro que reuniu o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Luiz Antônio Elias, autoridades e representantes do ecossistema de inovação gaúcho nesta sexta-feira (19), em Porto Alegre.

Bier reforçou o compromisso da atual gestão com inovação e as mais de 52 mil indústrias do estado, em especial as pequenas e médias, pois elas fazem uso deste tipo de investimento frequentemente. “Esses recursos são fundamentais para o nosso desenvolvimento”, frisou.

Em abril, as regiões sul e sudeste do país foram excluídas da linha Inovação para Desempenho do crédito de Apoio Direto à Inovação da Finep. No começo de 2025, em razão do esgotamento de recursos via agentes financeiros e a redução orçamentária prevista para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) no Projeto de Lei Orçamentária (PLO), o financiamento de novos projetos foi suspenso. A redução foi de R$ 12,7 bilhões, em 2024, para R$ 10,3 bilhões em 2025.

Para o presidente da Finep, “escutar a indústria é fundamental para a elaboração de políticas públicas voltadas às suas necessidades, visando aumentar o valor agregado do segmento e inserindo-a em cadeias de maior dimensão”. Elias afirmou que o Rio Grande do Sul é um participante importante tanto para a agenda da inovação quanto para a empresarial. “Quero reiterar que não haverá perda de recursos para o RS em relação a outros estados”, garantiu.

Segundo Bier, o estado possui um ecossistema de inovação vibrante, com universidades, parques tecnológicos e empresas que já demonstraram sua capacidade de transformar conhecimento em valor. “Queremos ser a ponte que aproxima as demandas da indústria gaúcha dos programas de fomento, como os da Finep, garantindo que os recursos e o conhecimento cheguem nas nossas fábricas”, destacou.

O encontro também debateu os desafios da neoindustrialização e como o fomento governamental é vital para que a o país não ingresse na desindustrialização, ressaltando a importância do diálogo neste movimento.

Fórum aborda oportunidades

Na parte da manhã ocorreu mais uma edição do Fórum Democrático, no Teatro Unisinos, em Porto Alegre. O evento foi o ponto de encontro para autoridades, pesquisadores, empreendedores e estudantes, debatendo a importância da inovação tecnológica e o crescimento sustentável do Rio Grande do Sul. A ocasião apresentou projetos da Finep e as possibilidades de financiamento para inovação e desenvolvimento de novos produtos voltados ao mercado.

“O trabalho da nossa FIERGS sobre esse tema é incansável, demonstrando o compromisso da atual gestão com o desenvolvimento industrial. Entendemos que a inovação é uma necessidade para fortalecer a competitividade, a retenção de talentos e a sustentabilidade das nossas indústrias”, destacou o coordenador do Conselho de Inovação e Tecnologia (Citec) do Sistema FIERGS e diretor da federação, Marcus Coester. Ele finalizou ressaltando que o evento é uma oportunidade para “construirmos um caminho mais sólido e inovador para o nosso estado”.

O Balcão da Inovação, projeto do Sistema FIERGS executado pelo Citec, é um ponto de apoio centralizado e integrado a pequenas e médias indústrias (PMIs) gaúchas, auxiliando na busca de fomento, por meio de entidades como Finep, BRDE e Badesul, e no acesso ao ecossistema de inovação.

A iniciativa está desenhada para atuar no atendimento a projetos, na sensibilização de industriais para as oportunidades, capacitação para atuar com foco em inovação, treinamentos e eventos. Para ter mais informações sobre o Balcão da Inovação, basta acessar o formulário pelo link https://www.fiergs.org.br/balcao-da-inovacao.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2025 0 Comentários 320 Visualizações
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ACI e SICTC terão audiência no MDIC, em Brasília, na terça-feira

Por Marina Klein Telles 22/09/2025
Por Marina Klein Telles

O diretor da ACI, Fauston Saraiva, e o executivo comercial do Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas (SICTC), Juliano Mappeli, terão audiência na Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em Brasília/DF, na próxima terça-feira (23), às 16h.

A agenda havia sido solicitada pela ACI em agosto, em correspondência enviada ao vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. No documento, a entidade manifestou preocupação com os impactos da taxação de 50% imposta pelo governo americano aos produtos brasileiros e solicitou a adoção de medidas mitigatórias urgentes.

Na reunião com a Secretária-Adjunta de Comércio Exterior, Daniela Matos, os executivos vão apresentar indicadores que comprovam os efeitos do tarifaço sobre os negócios das empresas exportadores e propor que a suspensão de impostos anunciada no Plano Brasil Soberano seja convertida em isenção de tributos. 

Também vão solicitar que a desoneração da folha de pagamento, essencial para aliviar os custos trabalhistas e manter a empregabilidade, seja concedida a todas as empresas exportadoras aos Estados Unidos diretamente atingidas pela taxação de 50% e à cadeia produtiva, incluindo fornecedores de insumos, logística e serviços auxiliares, para garantir uma recuperação mais ampla e inclusiva.

Em Brasília, também farão visitas a gabinetes de parlamentares que integram a Bancada Gaúcha, como os deputados Lucas Redecker, Luciano Zucco e Marcel Van Hattem e o Senador Heinze, para solicitar apoio aos pleitos da ACI.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2025 0 Comentários 255 Visualizações
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Impacto das IAs generativas no mercado de trabalho é destaque no CongregaRH 2025

Por Marina Klein Telles 19/09/2025
Por Marina Klein Telles

Ressignificando processos e relações há alguns anos, a inteligência artificial também vem moldando o futuro do mercado de trabalho. A temática foi um dos destaques da programação do segundo dia do CongregaRH 2025, considerado o principal evento de Gestão de Pessoas do Sul do Brasil. O encontro, realizado pela ABRH-RS, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre, segue até sexta-feira (19) com diversas atrações.

Durante o painel “IAs Generativas Aplicadas”, Alejandra Nadruz, Diretora de Gente & Cultura do grupo Softplan, e Laura Hauser, consultora, mentora e pesquisadora em cultura de inovação e IA, trouxeram suas experiências e reflexões para mostrar como unir inovação, comportamento humano e Gestão de Pessoas em um cenário em constante evolução. A mediação foi realizada por Ali Silveira, diretora da ABRH-RS, Learning Design Manager na Crescimentum e mentora de carreira.

Laura iniciou o bate-papo refletindo sobre o peso que as transformações atuais provocadas pela tecnologia têm gerado nas pessoas. “Sempre fomos transformados pela tecnologia, então por que sentimos tanto as mudanças de agora? Porque o tempo de adaptação é muito mais curto e isso nos assusta. Quando nasceu o ChatGPT, surgiu uma nova ferida narcísica na humanidade, mudando o nosso modelo de linguagem e gerando coisas inéditas que só nós fazíamos anteriormente. Foi um impacto direto na nossa autoestima”, ponderou.

Alejandra seguiu na mesma linha, destacando a rápida disseminação das IAs generativas em escala global. “Não podemos falar que a IA generativa é absolutamente democrática, mas a distribuição é massiva. É algo fácil e barato, o que facilita muito o crescimento acelerado no mundo todo. O ChatGPT atingiu 100 milhões de usuários em três meses, enquanto o Tik Tok levou nove meses para isso. Temos que lembrar que antigamente uma nova tecnologia chegava ao Brasil depois de cerca de quatro anos de uso em outros países. Hoje não existe mais essa barreira, o mundo caminha junto em tempo real”, argumentou.

As painelistas foram enfáticas ao mencionar o papel das lideranças na ressignificação das relações de trabalho diante das mudanças tecnológicas. “O caos gera um certo pânico. É a primeira vez que não sabemos como serão os próximos 20 anos. Muitos líderes falam que é difícil lidar com a IA porque a legislação não está pronta. Mas na verdade, ela nunca estará 100% pronta, pois é impossível acompanhar a evolução tecnológica atual. Hoje a IA domina as habilidades técnicas, então nós precisamos dominar as humanas”, alertou Laura. “Não há treinamento que vá nos ensinar empatia. Isso se estimula no dia a dia. Cabe aos líderes promoverem essa cultura de confiança para que esses valores se sobressaiam. Nós fomos acostumados a educar as pessoas para serem excelentes tecnicamente. Hoje a urgência é que elas sejam excelentes no quesito comportamental e os líderes precisam estar preparados para isso”, completou Alejandra.

Felipe Menezes palestra sobre como usar “futuros no presente”

O especialista em Inovação, Futuros, Tecnologias & IA e Educação e CEO da WTF School, Felipe Menezes, conduziu a palestra “Como usar futuros no presente?”, na qual convidou o público a se conectar com memórias que ainda não aconteceram, a fim de exercitar uma visão de possibilidades capaz de aumentar a prontidão para a ação. Segundo ele, o foco não é prever o futuro essencialmente, mas imaginar cenários distintos que sejam possíveis com intuito desenvolver a capacidade de agir de forma mais preparada e proativa mesmo diante da incerteza. “Quando estamos sob pressão o nosso cérebro repete processos mais fáceis e óbvios, nos limitando. Por isso, quando não conseguimos dar nome as coisas, não as enxergamos. Precisamos exercitar esse olhar para construir futuros alternativos”, disse.

Para ilustrar a reflexão, Menezes falou sobre o projeto “Meu lar de volta”, criado para ajudar as famílias impactadas pelas enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul em 2024. Na época, foi desenvolvida uma plataforma digital para conectar famílias afetadas pelas enchentes a voluntários e doadores, facilitando a recuperação de casas e negócios através de grandes faxinas que contribuíram para o processo de reconstrução. A iniciativa reuniu mais de 3200 voluntários e auxiliou mais de 1500 famílias de 32 cidades diferentes.

Denilson Shikako reflete sobre a importância da criatividade

O fundador da Fábrica de Criatividade e Consultor de inovação da Disney, Vivo, Bayer e outras empresas globais, Denilson Shikako, subiu ao palco principal para apresentar o painel “Criatividade em tempos de IA”. Em sua fala, argumentou que em um mundo cada vez mais conectado, tecnológico e dinâmico, as empresas que não estimularem a criatividade ficarão para trás. “Nós fomos treinados para pensar igual. Aprender padrões é o que fizemos a vida inteira, por isso precisamos treinar o nosso cérebro para fazer coisas diferentes. Quando a gente começa a ter ideias pensando em gerar valor, estudando pessoas e comportamentos, estamos realizando um processo criativo efetivo que poderá gerar impacto”, comentou. Segundo ele, os melhores resultados surgem quando nos colocamos no lugar das pessoas, entendendo dores e, sobretudo, desejos. “As experiências serão cada vez mais customizadas e personalizadas. Os detalhes são essenciais em qualquer projeto ou negócio e as empresas precisam entender isso para se diferenciarem”, finalizou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2025 0 Comentários 196 Visualizações
Business

Robinson Klein é reeleito presidente da ACI

Por Marina Klein Telles 18/09/2025
Por Marina Klein Telles

O empresário Robinson Klein foi eleito para mais um mandato (biênio 2026/2027) na presidência da ACI em Assembleia Geral Ordinária realizada na quarta-feira, 17. De forma presencial e online, os associados votaram pela reeleição do atual presidente, cujo nome havia sido referendado pelo Conselho de Ex-presidentes em agosto para mais um biênio no comando da entidade. “Obrigado a todos pelo apoio. Nosso time coeso, unido e engajado vai continuar trabalhando para fazer o melhor e obter resultados positivos para os associados”, disse Klein.

A diplomação da nova gestão está prevista para o dia 21 de outubro, durante o evento em comemoração aos 105 anos da ACI, no Teatro Feevale. A posse se dará em janeiro de 2026.

O estímulo à adoção da cultura da inovação marcou o primeiro mandato de Klein, que assumiu o cargo em janeiro de 2023. Desde então, a entidade desenvolve ações para que a inovação seja uma estratégia integrada ao dia a dia e torne mais competitivas as empresas associadas e a comunidade de sua área de atuação. 

Klein também tem atuação relevante como palestrante. Em eventos da entidade e de parceiros, enfatiza a importância da Inteligência Artificial (IA) e outras tecnologias para agilização de processos e ampliação da competitividade regional. Sob seu comando, a entidade vem ampliando a sua atuação, através, por exemplo, da implementação do Comitê Regional de Ivoti e da oferta de novos serviços aos associados, além de consolidar sua representatividade institucional junto a outras associações empresariais, órgãos públicos e instituições.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2025 0 Comentários 183 Visualizações
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