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ACI empossa nova diretoria nesta quarta-feira em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 09/01/2024
Por Marina Klein Telles

A nova diretoria da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos para o biênio 2024-2025 toma posse nesta quarta-feira, 10. O presidente, Robinson Oscar Klein, os presidentes da Fundação Semear, José Flávio Bueno Fischer, e da Fundamental, Walter Dutra Keller, os 14 vice-presidentes e os membros do Conselho Fiscal serão empossados durante a reunião do Conselho Deliberativo (Consed), no espaço Conexão ACI.

Na oportunidade, também será feita a atualização da Galeria de Ex-presidentes, com a inclusão da foto de Diogo Leuck. A pauta prevê ainda definição do calendário de reuniões, análise de temas como eleições em 2024, MP do desemprego/reoneração da folha de pagamentos de 17 setores produtivos e planejamento estratégico da entidade.

O estímulo ao desenvolvimento de uma cultura de inovação no Vale do Sinos é uma das principais metas da gestão de que se inicia, juntamente com a melhoria do ambiente de negócios e a continuidade do processo de transformação da entidade, com a oferta crescente de novas soluções e benefícios aos associados e seus colaboradores.

Gestão 2024-2025

Presidente da ACI – Robinson Oscar Klein
Presidente da Fundação Semear – J. Flávio Bueno Fischer
Fundação da Fundamental – Walter Dutra Keller

Vice-presidentes
Comércio – Inês Vaz
Economia – André Luís Momberger
Educação e Cultura – Cristine Schneider da Rocha
Governança e Planejamento – Maria Cristina Bohnenberger
Indústria – Cesar Ramos
Infraestrutura – Maicon Schaab
Inovação e Tecnologia – Giuliano Hoffmann
Jovens Empreendedores – Marceli Luana da Rosa
Jurídico – Izabela Lehn
Micro e Pequena Empresa – Rosane Machado
Regional Campo Bom – Eduardo Luiz Gottlieb
Regional Estância Velha – Gabriel Müller
Regional Dois Irmãos – Liliane de Almeida
Serviços – Fabiana Bissolotti

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2024 0 Comentários 992 Visualizações
Business

Vendas de Natal em 2023 repetem o desempenho de 2022

Por Marina Klein Telles 09/01/2024
Por Marina Klein Telles

O Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP) concluiu a análise de vendas relacionadas ao Natal de 2023, fechando o balanço praticamente sem crescimento no percentual de vendas. Movido pela redução no percentual de inadimplência em dezembro, o varejo contabiliza um resultado semelhante ao do Natal de 2022.

Segundo o presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, para os segmentos de vestuário, calçados, bazar e brinquedos, o período foi melhor. “Estes são os responsáveis pelo índice positivo. Por outro lado, infelizmente, alguns segmentos não registraram o mesmo desempenho, razão pela qual a gente contabiliza de maneira geral, um Natal semelhante ao que foi em 2022, na retomada das vendas após o Covid-19”, avalia o presidente.

Embora não tenha registrado crescimento no comparativo de vendas entre 22 e 23, o resultado ainda é considerado positivo, uma vez que o desempenho medido no Natal anterior reflete a retomada da economia pós-pandemia. “A gente confessa que esperava mais, um aumento no volume de vendas, pois tivemos uma redução de quase um ponto percentual no índice de inadimplência. Numericamente pode parecer pouco, mas isso representa milhares de CPFs que estavam negativados e foram reabilitados às compras entre novembro e dezembro”, diz.

No comparativo, o mês de dezembro de 2023 registrou um índice de 27,19% de inadimplência em Santa Cruz do Sul, contra 27,97%, no mês de novembro. “No nosso entendimento isto é um fato muito positivo, pois mostra que o cliente está interessado em pagar suas dívidas e restabelecer o crédito”, pontua o dirigente do Sindilojas-VRP.

Black Friday e 13º salário

A super liquidação do comércio – a Black Friday – realizada na última sexta-feira do mês de novembro, às vésperas do início das compras de fim de ano e o pagamento do abono de 13º salário contribuíram, cada um de seu modo, para o resultado do varejo.

Mauro Spode revela que alguns estabelecimentos, nos quais foi viável a adesão à liquidação de novembro, o consumidor aproveitou para antecipar as compras de Natal. “E esta foi a venda que fez diferença nas últimas semanas do ano. Já o pagamento do abono de 13º salário, que fica para o dia 20 de dezembro, levou para as lojas uma grande quantidade de compradores, repetindo o movimento que se nota nos dias que antecedem o Natal”, complementa o presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2024 0 Comentários 637 Visualizações
Business

Assintecal abre inscrições para premiação do setor de componentes

Por Marina Klein Telles 09/01/2024
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) abriu inscrições para a 24ª edição do Prêmio Primus Inter Pares, a principal premiação para a indústria de base da cadeia coureiro-calçadista no Brasil. As inscrições são gratuitas para empresas associadas da Assintecal pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br e estão abertas até o próximo dia 22, mesma data máxima para envio do case.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, destaca que a premiação busca destacar cases de sucesso no setor para que estes sirvam de referências para melhores práticas voltadas à competitividade e sustentabilidade. “O Prêmio Primus Inter Pares, mais do que apontar os melhores, tem como missão gerar desenvolvimento para uma atividade tão relevante para o País”, avalia a gestora, ressaltando que o setor conta com mais de 3 mil empresas no Brasil. “Nos últimos anos, notamos que a atividade vem desenvolvendo soluções cada vez mais inovadoras e sustentáveis voltadas para o atendimento do mercado nacional e internacional. A premiação tem como papel fomentar esse movimento, sempre levando em consideração diferentes portes de empresas, com vistas à democratização do reconhecimento”, acrescenta Aline.

A cerimônia de premiação acontece no próximo dia 11 de março, no Stage NH (Av. Cel. Travassos, 777, em Novo Hamburgo/RS). No ano passado, centenas de pessoas, entre empresários da cadeia calçadista, autoridades, imprensa e profissionais da atividade participaram do evento que também marcou a comemoração de 40 anos da Assintecal. São patrocinadores do Prêmio Primus Inter Pares a Braskem e a Covestro (masters), a Eurolatina, a Transduarte e a Montebravo. Cotas de patrocínio ainda estão disponíveis pelo e-mail mercadointerno@assintecal.org.br ou telefone (51)3584-5200.

Confira abaixo as categorias

Inovação Tecnológica Covestro
Subcategorias: Inovação Aberta (MPE e MGE) / Projeto no Plano (MPE e MGE) / Projeto em Andamento (MPE e MGE)
Origem Sustentável
Subcategorias: Ambiental (MPE e MGE) / Social (MPE e MGE) / Governança (MPE e MGE)
Design
Subcategorias: Design (MPE e MGE)
Exportação
Concorrem todos os portes
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2024 0 Comentários 485 Visualizações
Business

Japan Tobacco International evita a emissão de mais de 500 tCO2e em 2023

Por Marina Klein Telles 08/01/2024
Por Marina Klein Telles

Como parte do seu compromisso com o meio ambiente e com a sustentabilidade, a Japan Tobacco International (JTI) chegou, em 2023, à marca de 90% da frota de automóveis movida à álcool, a forma menos poluente de combustível. Ela possui um fator de emissão de CO2 200% menor em comparação à gasolina. Com a conversão dos automóveis para etanol, evitou-se, em 2023, a emissão de 539 tCO2e para a atmosfera. Para se ter uma ideia do impacto dessa redução, a cada sete árvores, em média, é possível sequestrar uma tonelada de carbono nos seus primeiros 20 anos de idade. Ou seja, para neutralizar esta emissão de 539 tCO2e seriam necessárias 3.773 árvores em 20 anos, ou 75.460 árvores em um ano.

A iniciativa de conversão do combustível utilizado de gasolina a etanol começou em 2021 e pretende chegar a 100% da frota movida a álcool até 2025, praticamente neutralizando as emissões de CO2 da frota da JTI Processadora e contribuindo para a agenda de ESG da empresa. “Por exemplo, a equipe de técnicos de Agronomia que atende a região de Sobradinho, no Rio Grande do Sul atualmente opera com uma frota totalmente movida a álcool. De acordo com os dados do setor de Frota da empresa, o consumo de gasolina caiu de 131.660 litros no ano de 2021 para 50.456,39 litros (total) em 2023 – uma redução de 62%. De 2022 a 2023, evitou-se a emissão de 960 toneladas de CO2e.

Sobre a JTI

A Japan Tobacco International (JTI) é uma empresa internacional líder em tabaco e cigarro eletrônico, com operações em mais de 130 países. É proprietária de Winston, segunda marca mais vendida do mundo, e de Camel. Outras marcas globais incluem Mevius e LD. Também é um dos principais players no mercado internacional de cigarro eletrônico e tabaco aquecido com as marcas Logic e Ploom. Com sede em Genebra, na Suíça, emprega mais de 40 mil pessoas e foi premiada com o Global Top Employer por oito anos consecutivos. No Brasil, são mais de 1,2 mil colaboradores em nove Estados.

A operação contempla a produção de tabaco – por meio de mais de 11 mil produtores integrados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – compra, processamento e exportação de tabaco, fabricação, venda e distribuição de cigarros em mais de 20 Estados do Brasil. As marcas comercializadas são Winston, American Spirit, Djarum e Camel, esta última também exportada para a Bolívia, assim como a marca LD. É Top Employer Brasil desde 2018 e, em 2022, ficou em #1 no ranking nacional, repetindo a conquista em 2023. Neste mesmo ano, conquistou a certificação Great Place to Work (GPTW), consolidando-se como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil. A JTI acredita na liberdade de escolha de seus consumidores. Por isso, disponibiliza amplamente informações sobre as consequências do tabagismo. Saiba mais em www.jti.com/brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2024 0 Comentários 837 Visualizações
Business

Summit de segurança e tecnologia inédito na região sul acontece na capital gaúcha

Por Marina Klein Telles 08/01/2024
Por Marina Klein Telles

Uma imersão em conteúdo de qualidade, rodadas de negócios e uma programação que pretende trazer as principais novidades no setor de segurança da informação e operações de TI. Essa é a proposta do Secops Summit, programado para acontecer entre os dias 7 e 9 de março de 2024, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre. Será o primeiro a utilizar uma estrutura completa para discutir segurança digital, com foco em negócios e na transformação profissional do visitante – algo inédito no estado e em toda a região sul do país.

Conforme comenta Arthur Reis, Fundador e Presidente do evento, a mostra foi construída com base em pesquisa de mercado, onde foram elencadas necessidades e lacunas de líderes e gestores de empresas. “O conteúdo foi pensado para responder questões de segurança e de outros tópicos, como, por exemplo, o gerenciamento de prestadores de serviços, funcionamento da dinâmica de troca de informações e também o trabalho híbrido, muito forte na informática”, sublinha ele. Reis ainda relata que a ideia é aliar conteúdo às soluções que expositores e patrocinadores vão trazer durante os dias de exposição.

Rafael Krug, Presidente do Sindicato das Empresas de Informática do Rio Grande do Sul (Seprorgs) destaca o quanto há de carência de mão de obra especializada em diversas áreas de desenvolvimento e que a segurança também é uma dessas. “Como representante de 17 mil empresas do setor, ficamos muito felizes em apoiar um evento que vai ajudar a aumentar e capacitar ainda mais os profissionais da área”, disse. Já Eleonora Serralta, Procuradora Adjunta no Gabinete de Inovação da capital gaúcha, enfatizou o apoio da administração pública ao projeto. “Porto Alegre está recebendo uma série de grandes eventos e está aberta à novas ideias e inovação. Sendo assim, um evento como o Secops Summit é de extrema importância para a cidade e estamos muito receptivos em apoiar e receber esse tipo de iniciativas”, evidenciou ela.

O lançamento do evento aconteceu no dia 14 de dezembro de 2023. Na ocasião, o público presente, composto por expositores, patrocinadores e autoridades, pode saber mais detalhes sobre as atividades e experiências que irão integrar a programação oficial da feira tecnológica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2024 0 Comentários 634 Visualizações
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Exportações de carne de frango crescem 20,9% em dezembro

Por Marina Klein Telles 08/01/2024
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne de frango (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram 2023 com exportações totais de 5,138 milhões de toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número confirma as projeções traçadas pela associação para o ano, acumulando alta de 6,6% em relação ao total exportado em 2022, com 4,822 milhões de toneladas. Em receita, a alta do ano foi de 0,4%, com total de US$ 9,796 bilhões acumulados nos 12 meses do ano passado, contra US$ 9,762 bilhões no mesmo período de 2022.

O bom desempenho do ano foi consolidado com o resultado alcançado em dezembro. Ao todo, foram exportadas 467,2 mil toneladas de carne de frango no período, número 20,9% superior ao registrado no décimo segundo mês de 2022, com 386,3 mil toneladas. Foi o segundo maior volume embarcado em um único mês na história do setor, superado apenas pelas 514,6 mil toneladas exportadas no mês de março de 2023.

Com isto, a receita gerada pelas exportações de dezembro totalizaram US$ 818,9 milhões, número 4,3% maior que os US$ 785 milhões obtidos no mesmo período de 2022. “Apesar dos desafios do ano, incluindo um cenário com variações acentuadas de mercados e de custos de produção, o resultado é altamente positivo e confirma as projeções traçadas pela ABPA para o ano, ao mesmo tempo em que indica a tendência de exportações que deveremos observar ao longo de 2024. Pela primeira vez superamos a marca de 5 milhões de toneladas exportadas. Neste contexto, as boas notícias divulgadas no fim de 2023 trazem expectativas de movimento sustentado nas vendas internacionais, seja em relação a mercados consolidados ou mesmo com a abertura de novos”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Em dezembro, o Japão assumiu a liderança como principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, com 55,9 mil toneladas importadas, volume 53,9% maior que o total registrado no mesmo período de 2022. Em segundo lugar, a China importou 50,3 mil toneladas (+8,5%), seguida por Emirados Árabes Unidos, com 44,3 mil toneladas (+27%), Arábia Saudita, com 39,5 mil toneladas (+56,3%) e África do Sul, com 31,2 mil toneladas (+10,8%). “Houve um aumento generalizado nas importações de carne de frango pelos principais destinos dos nossos produtos, o que justifica o desempenho recorde para o mês de dezembro”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Maior exportador de carne de frango do Brasil, o Paraná embarcou 2,087 milhões de toneladas ao longo do ano de 2023, número que supera em 9,69% o total exportado no ano anterior. Em seguida estão Santa Catarina, com 1,103 milhão de toneladas (+8,48%), Rio Grande do Sul, com 739 mil toneladas (-2,13%), São Paulo, com 292,6 mil toneladas (+6,32%) e Goiás, com 236,8 mil toneladas (+21,3%).

“No ano em que registramos o primeiro foco de Influenza Aviária em aves silvestres no Brasil, os resultados obtidos pelas exportações atestam a confiança do mundo no trabalho de excelência em biosseguridade executado pelas empresas do setor, com o apoio do Ministério da Agricultura e das secretarias estaduais e municipais de agricultura, o que permitiu ao país continuar livre de Influenza Aviária”, conclui o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2024 0 Comentários 478 Visualizações
Business

Como criar o planejamento estratégico da sua empresa para 2024

Por Marina Klein Telles 08/01/2024
Por Marina Klein Telles

Estabelecer metas é um componente vital para o planejamento estratégico de uma empresa, visando um crescimento expressivo, no entanto, o contexto brasileiro apresenta desafios. Conforme a pesquisa Global sobre Crises da consultoria PwC, mais de 98% das empresas enfrentam dificuldades no planejamento estratégico. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ainda destacam que 25% dos empreendedores brasileiros fecham suas empresas nos primeiros anos devido à falta de gestão.

André Minucci, mentor de empresários, enfatiza a importância de iniciar o planejamento para o próximo ano. Segundo ele, o primeiro passo é definir objetivos amplos alinhados à missão, visão e valores da empresa. “Esses objetivos devem expressar a visão de longo prazo da empresa”. Na sequência, Minucci destaca a definição de objetivos estratégicos mais específicos e detalhados a partir da:

Elaboração de metas: Defina metas claras para cada membro da equipe, levando em consideração suas habilidades e aptidões. Com funções bem estabelecidas, a produtividade da equipe aumentará significativamente.

Mentoria empresarial: A presença de um mentor é muito importante, pois proporciona um crescimento acelerado para te auxiliar na construção de estratégias e desafios. Ter alguém que compartilha conhecimento e experiência não apenas agiliza o desenvolvimento, mas também fornece insights valiosos, abrindo caminhos para o aprimoramento profissional e pessoal. Faça parte de uma mentoria empresarial. “Diante dos desafios apresentados pelo cenário empresarial, é crucial encará-los não apenas como obstáculos, mas como oportunidades de crescimento e inovação”, reforça André.

Além disso, segundo o mentor, aprimorar a presença digital é uma peça-chave na estratégia empresarial moderna. “A era digital proporciona um vasto campo de possibilidades para conectar-se com clientes, expandir mercados e otimizar processos internos. Ignorar esse aspecto pode significar ficar para trás em um mundo cada vez mais virtual”, comenta André.

Estabelecer metas claras e alcançáveis é o alicerce para o sucesso a longo prazo. O planejamento estratégico, delineando objetivos específicos e as etapas para atingi-los, não apenas orienta a empresa, mas também fornece um mapa para superar desafios e capitalizar oportunidades emergentes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2024 0 Comentários 541 Visualizações
Business

Derrubada de veto a projeto da desoneração da folha anima calçadistas

Por Marina Klein Telles 15/12/2023
Por Marina Klein Telles

A derrubada do veto presidencial ao projeto que estende a desoneração da folha de pagamentos até 2027, ocorrida no Congresso Nacional na tarde do dia 14, animou a indústria calçadista nacional. Para a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que esteve presente desde o princípio das negociações com o Governo e com parlamentares, a continuidade da política que permite a 17 setores intensivos em mão de obra – entre eles o calçadista – substituírem o pagamento de 20% sobre a folha de salários por 1% a 4,5% da receita bruta da empresa é um “alento em um momento ainda complicado para o setor”.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, estima que, somente no setor calçadista, caso a desoneração não fosse mantida, seriam perdidos mais de 20 mil postos logo no primeiro ano de reoneração. “Com uma carga extra de mais de R$ 720 milhões por ano, as indústrias de calçados precisariam recalcular suas rotas, investimentos e contratações. Com uma possível reoneração, teríamos uma queda de produção de mais de 150 milhões de pares e a perda de milhares de empregos logo no primeiro ano”, comenta o executivo, tudo isso após uma queda de cerca de 1% na produção ao longo de 2023.

Surpreso

Ferreira ressalta que, no final de novembro, a entidade foi pega de surpresa com o veto presidencial ao projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamentos. “Mesmo após intensa mobilização, não somente de entidades patronais, mas também laborais, o Governo não teve sensibilidade social para preservar empregos. Agradecemos, mais uma vez, o Congresso Nacional, que depois de aprovar a continuidade da política agora derrubou o veto presidencial a esse projeto tão importante para a competitividade da indústria e para a geração de empregos no País”, avalia.

Setor

Com mais de 4 mil empresas, que empregam cerca de 300 mil pessoas diretamente no País, o setor calçadista é intensivo em mão de obra, estando presente, com força econômica, em mais de 10 estados brasileiros. Somando toda a cadeia produtiva, dos fornecedores até o varejo, a atividade emprega, direta e indiretamente, mais de 1 milhão de pessoas.

Foto: Zeca Ribeiro/divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2023 0 Comentários 416 Visualizações
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Abicalçados participa de coletiva de imprensa sobre a desoneração da folha

Por Marina Klein Telles 15/12/2023
Por Marina Klein Telles

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, participou, na tarde do dia 13, de uma coletiva de imprensa para tratar do projeto de desoneração da folha de pagamentos, cujo o veto presidencial deverá ser derrubado em votação marcada para amanhã (14) no Congresso Nacional. Além de Ferreira, participaram da coletiva os deputados federais Lucas Redecker (PSDB/RS) e Any Ortiz (Cidadania/RS), os senadores Efraim Filho (União/PB) e Ângelo Coronel (PSD/BA) e representantes dos 17 setores abrangidos pelo projeto.

O dirigente calçadista destacou que o projeto que permite a continuidade da desoneração da folha de pagamentos para além de 2023 é fundamental para a competitividade das mais de 4 mil indústrias de calçados existentes no País. “Estimamos que, se a desoneração não persistir, em 2024 percamos mais de 10% da nossa força de trabalho, pois as empresas deverão se ajustar para compensar uma carga tributária extra que irá ultrapassar os R$ 720 milhões”, alerta Ferreira. Atualmente, o setor calçadista brasileiro emprega, diretamente, cerca de 300 mil pessoas em todo o Brasil.

Entenda

Adotada desde 2011, a desoneração da folha de pagamentos é uma política que visa a preservar empregos nas atividades que mais empregam no Brasil. O mecanismo permite a substituição da contribuição previdenciária patronal de 20%, incidente sobre a folha de salários, por alíquotas que variam entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta. No caso da indústria calçadista, a alíquota é de 1,5%.

Aprovado no Congresso Nacional, o Projeto de Lei (334/2023) que prorroga a desoneração para além de 2023 foi vetado integralmente pelo presidente Lula.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2023 0 Comentários 494 Visualizações
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Último Prato Principal da ACI de 2023 traz palestra com Eduardo Leite

Por Marina Klein Telles 14/12/2023
Por Marina Klein Telles

Encerrando as atividades da entidade nesta quinta-feira, 14 de dezembro, a ACI promoveu o Prato Principal. O evento repleto de homenagens, reverenciou Diogo Leuck que esteve à frente da entidade no último biênio e contou com palestra do Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que trouxe dados das melhorias realizadas no Estado desde 2020, explicando a motivação por trás do aumento na alíquota do ICMS.

Diogo abriu o evento se despedindo e agradecendo a vinda do governador. “Meu último Prato Principal como presidente da ACI e muito nos honra tê-lo aqui governador. Sabemos que existem divergências, discussões, mas essas são também saudáveis para criar uma condição melhor ao desenvolvimento social e econômico. A pauta que senhor traz hoje é polêmica, mas não podemos deixar de falar da reforma tributária, é necessário que resolvamos o problema para garantir melhorias ao Estado e a promoção de um ambiente propício à inovação e ao empreendedorismo”, destacou o presidente da entidade.

Durante a explanação, o governador reforçou que “não existe sociedade que cresce com um governo em desequilíbrio. Não é o governo que paga a conta, é sempre a sociedade”. Leite abordou ainda que reconhece que suas estratégias foram pouco amigáveis, tanto no que diz respeito às reformas tarifárias do Ipêrgs, quanto no reajuste da previdência e a privatização de estatais, como foi o caso da Corsan. “Eu aumentei em 6% o valor do salário dos servidores e isso foi muito mal recebido, mas estamos falando de professores, de policiais, de pessoas que dedicam suas vidas, e estão há quase 10 anos sem receber um reajuste de salário de acordo com o índice inflacionário. Precisamos aumentar a motivação dos servidores para garantir um serviço público de qualidade, que promova a atração e a retenção de talentos para a área pública. Congelar os salários por longos períodos não é chave”, colocou o governador.

Além dos impactos negativos, Leite trouxe os reflexos das ações para a comunidade gaúcha, destacando que além da redução dos gastos, em seu governo, houve uma queda nos índices de criminalidade em decorrência das melhorias na segurança pública. “Isso causou uma redução nos roubos de veículos de 60 mil carros por dia. Com isso tivemos uma queda no valor dos seguros”, trouxe. Outras ações serviram para aumentar inciativas de investimento diretas ao Tesouro do Estado, cuja finalidade é disponibilizar recursos diretos para a educação, saúde e segurança do RS. “Em Novo Hamburgo criamos incentivos à indústria calçadista, a bolsa que desenvolvemos para incentivar a retenção nas escolas, no valor de R$150,00 por aluno, diminuindo os índices de evasão escolar”, apontou.

O governo gaúcho investiu profundamente também em inovação, garantindo pelo terceiro ano consecutivo o título de Estado mais digitalizado do Brasil. “Trouxemos os editais para inovação, apoiando universidades e parques tecnológicos. Hoje somos o Estado mais inovador do País! “, afirmou. Mas de todos os temas abordados, o de maior interesse para os empresários presentes era o aumento da alíquota do ICMS que foi de 17% para 19,5%. Leite havia prometido na campanha que não iria aumentar a tarifa, desagradando aos empresários e causando preocupações quanto ao impacto da mudança em bens e serviços no geral.

Leite reitera que a nova alíquota modal adotada não irá impactar o aumento de tributos, não incidindo sobre combustíveis, nem sobre itens de cesta básica e objetos de incentivo fiscal. “O Estado já perdeu muito em arrecadação com baixa pra 17%, nunca na história do estado tivemos um percentual tão baixo, e mesmo aumentando para 19,5%, ele segue inferior à média histórica. Tínhamos uma alíquota de 25%, e durante alguns anos ela chegou a 30%. Estamos em busca de uma recomposição das receitas em um nível próximo da média histórica, garantindo a participação do Rio Grande do Sul no bolo tributário nacional”, explicou.

Outras demandas

Na ocasião, Diogo aproveitou para entregar um ofício nas mãos do Governador com pedidos do empresariado regional, além de uma recomendação para que o repasse do Piseg (Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública) seja feito de acordo com a região, “isso nos incentiva a investir ainda mais, já que sabemos que o recurso retornará em segurança para as nossas cidades”, frisou Diogo.

Texto e foto: Marina Klein Telles/Expansão
14/12/2023 0 Comentários 598 Visualizações
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