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Empresas de Estância Velha comemoram bons negócios na Inspiramais 2024

Por Jonathan da Silva 30/01/2024
Por Jonathan da Silva

Empresas estancienses estão comemorando resultados e projeções obtidos na feira Inspiramais 2024, que ocorreu em Porto Alegre, no Centro de Eventos Fiergs, nos dias 23 e 24 de janeiro de 2024. As empresas Espugum Gaúcha Indústria e Comércio Ltda e a Primus Textil Indústria e Comércio Ltda. foram beneficiadas com o auxílio da Prefeitura de Estância Velha, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SEDEIT). As companhias receberam o subsídio de 50% do valor da locação do estande na feira, após serem selecionadas por meio de edital e passarem por critérios específicos para conquistarem as vagas.

De acordo com Jaqueline Beatris Schmitz, sócia administradora da Primus Textil, a cada edição da feira, a empresa recebe mais visitantes e cresce sua atuação no mercado nacional e internacional. Em 2024, a empresa, que tem nove anos de atuação no mercado de tecidos como jeans, lonas, jutas, lurex, tecidos sustentáveis e demais tecidos para a confecção de bolsas e calçados, investiu com apoio da Prefeitura em um estande maior para melhor atender os visitantes. “O  apoio da Prefeitura de Estância Velha é muito importante para nós, pois assim nos sentimos mais seguros em investir cada vez mais na participação de feiras”, comenta Jaqueline.

Desenvolvimento econômico

Em maio deste ano, a Primus Textil comemora seis anos com a sede no bairro Rincão dos Ilhéus. “Estância Velha sempre nos acolheu muito bem, tanto a Administração como a população de onde vem a grande maioria dos nossos colaboradores”, conta a empresária. Nesta edição, a empresa participou ativamente das rodadas com os compradores internacionais, ampliando assim as possibilidades de aumentar suas exportações. “Os resultados obtidos pelas empresas na feira, além da prospecção de novos clientes vem ao encontro do objetivo do programa criado pela nossa Administração. Seguiremos cada vez mais apoiando as empresas de Estância Velha”, comenta o prefeito Diego Francisco (PSDB).

Foto: PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/01/2024 0 Comentários 471 Visualizações
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Porto Alegre será palco da 11ª edição da Feira Brasileira do Varejo em maio

Por Jonathan da Silva 30/01/2024
Por Jonathan da Silva

A 11ª edição da Feira Brasileira do Varejo (FBV), o maior evento varejista do Brasil, acontecerá no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre, entre os dias 22 e 24 de maio. O evento é uma realização do Sindicato dos Lojistas do Comércio da capital (Sindilojas) e este ano terá como tema “Viva o futuro do presente”. Ao longo dos três dias de feira, nomes importantes do setor debaterão tendências, caminhos, tecnologias e novas abordagens para o crescimento dos negócios em varejo.

O evento terá mais de 70 horas de conteúdo, mais de 100 expositores de diversas marcas e mais de 120 palestrantes, entre eles Amira Ayoub (head de marketing da Latam), Pedro Sampaio (diretor de Brand Marketing da Pic Pay), Cesar Brunetto (head da Renner Startup), entre outros.  Dentro da temática proposta pela curadoria, as palestras abordarão assuntos como transformação digital, modelo negócios, e-commerce, redes sociais, inteligência artificial, WEB 3, experiência do consumidor, gestão de pessoas, melhores práticas para alavancar os negócios e como utilizar a tecnologia para transformar e gerar lucros.

As apresentações serão divididas em quatro palcos simultâneos. No “Palco Business”, líderes de grandes marcas vão compartilhar seus cases de sucesso abordando modelos de negócios. No “Marketing e Vendas”, serão mostradas soluções e técnicas avançadas para o dia a dia de quem trabalha no varejo. No espaço “Mão na massa”, conteúdos com foco em ensinar algo prático que o lojista já poderá aplicar no dia seguinte, com foco em inovação, tecnologia, negócios e varejo. Já no palco “Pequenos gigantes”, serão contadas as histórias de marcas pequenas que estão usando a tecnologia para alavancar os negócios e obter sucesso.

Para Arcione Piva,  presidente da FBV e do Sindilojas Porto Alegre, a expectativa é de três dias com casa cheia e muito conteúdo voltado para os diversos segmentos do varejo, com foco principalmente em modelos de negócios, experiência do consumidor e o poder da marca. “Estamos trazendo um time de palestrantes com renome nacional e internacional, que estão animados por estarem conosco nesta grande feira”, comenta Piva.

A expectativa é de que mais de 10 mil pessoas participem desta edição da FBV. Em 2023, 9.600 pessoas acompanharam a programação e mais de R$ 22,3 milhões em negócios foram gerados, o que representou mais que o dobro obtido na edição de 2022.

Sobre a FBV

A Feira Brasileira do Varejo é o maior evento varejista do Brasil. Realizada pelo Sindilojas Porto Alegre, tem como objetivo reunir fornecedores e lojistas em um só espaço, permitindo interação e a formação de novas parcerias e negócios. Entre os expositores, estão empresas com soluções de tecnologia, gestão, segurança, marketing, entre outros serviços e produtos voltados ao varejo.

Serviço

11ª Feira Brasileira do Varejo

Quando: 22, 23 e 24 de maio de 2024

Onde: Centro de Eventos da Fiergs (Avenida Assis Brasil, 8787, Sarandi – Porto Alegre)

Horário: 10h às 19h

Ingressos: https://feirabrasileiradovarejo.com.br/

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/01/2024 0 Comentários 768 Visualizações
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Pagamentos em ações trabalhistas aumentam 20% e superam R$ 5 bilhões no RS

Por Jonathan da Silva 29/01/2024
Por Jonathan da Silva

A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul garantiu, no ano de 2023, o pagamento de R$ 5,2 bilhões a trabalhadores que tiveram direitos reconhecidos em ações judiciais. O valor é 20% maior em relação ao registrado em 2022.

Desse montante, R$ 1,24 bilhão foi pago por meio de acordo entre empregado e empregador. Outros R$ 714,3 milhões foram pagos espontaneamente pelos devedores e R$ 3,2 bilhões foram liquidados após a cobrança da dívida pela Justiça (execução).

As decisões da Justiça do Trabalho gaúcha também reverteram R$ 898,3 milhões aos cofres públicos, sendo R$ 625,1 milhões em contribuições previdenciárias, R$ 195,1 milhões em imposto de renda e R$ 77,9 milhões em custas e emolumentos.

Do total de processos solucionados no primeiro grau, 40% foram resolvidos por meio de acordo entre as partes, 33% tiveram procedência parcial (autor ganhou um ou mais pedidos), 13% foram julgados improcedentes (nenhum pedido atendido) e 6% foram totalmente procedentes (todos os pedidos atendidos). Os 8% restantes tiveram outros encaminhamentos, como arquivamento, extinção do processo ou desistência do autor.

O tempo médio para o julgamento de um processo foi de um ano no primeiro grau e de cinco meses na segunda instância.

Demanda

Em 2023, a Justiça do Trabalho gaúcha recebeu, no primeiro grau, 124.141 novos processos, 10% a mais que no ano anterior.  No segundo grau, houve o ingresso de 77.874 casos novos, crescimento de 16% em relação a 2022.

Os pedidos mais frequentes nos processos ajuizados em 2023 foram indenizações por danos morais, adicional de insalubridade, horas extras e verbas rescisórias.

Produtividade

O primeiro grau da Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul solucionou, no ano passado, 147.688 processos na fase de conhecimento. O número é 34% maior que o de 2022.

Na fase de execução, etapa final em que são calculados e pagos os direitos reconhecidos em juízo, foram baixados 95.920 processos, 20% a mais que no ano anterior. O segundo grau julgou 76.800 processos, produtividade 22% superior à de 2022 (61.641).

Em 2023, a Justiça do Trabalho gaúcha homologou 61.655 acordos, 13% a mais que no ano anterior.

Avaliação

O presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, desembargador Ricardo Hofmeister de Almeida Martins Costa, destaca que o crescimento do valor pago aos trabalhadores está diretamente ligado ao aumento de produtividade nos dois graus de jurisdição. “Quanto mais sentenças, acordos e efetividade nos atos de cumprimento das decisões, mais recursos são alcançados aos reclamantes”, explica o presidente.

Segundo o magistrado, os mais de R$ 5 bilhões alcançados a quem tinha direito demonstram o papel da Justiça do Trabalho para uma melhor distribuição da riqueza. “Buscamos o equilíbrio nas relações de trabalho, elemento fundamental para a justiça e a pacificação social. O Tribunal tem investido cada vez mais em medidas que aproximam as partes para a solução consensual dos litígios”, destaca o desembargador.

Martins Costa também analisa que os recursos dos direitos trabalhistas obtidos na Justiça movimentam a economia local, por meio do consumo de produtos e serviços.

Estoque

Em 31 de dezembro de 2023, a Justiça do Trabalho gaúcha tinha 355.105 processos em tramitação no primeiro grau. Eram 137.787 na fase de conhecimento (para análise do mérito dos pedidos), 47.519 em liquidação (para cálculo dos direitos reconhecidos em juízo) e 169.799 em fase de execução (cobrança da dívida). Na segunda instância, 28.605 processos estavam pendentes de julgamento.

Dados

Dados da movimentação processual dos últimos quatro anos da Justiça do Trabalho gaúcha, inclusive por cidade, estão disponíveis neste link.

Foto: Secom/TRT4/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/01/2024 0 Comentários 589 Visualizações
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Acist-SL avalia o plano Nova Indústria Brasil

Por Marina Klein Telles 26/01/2024
Por Marina Klein Telles

O Governo Federal aprovou, na última segunda-feira (22), um plano de ações para estimular o desenvolvimento do setor industrial brasileiro. Chamado Nova Indústria Brasil (NIB), o programa envolve seis missões para estimular o desenvolvimento do país por meio de estímulos à inovação e à sustentabilidade em áreas estratégicas para investimento. As ações irão até 2033.

Para o vice-presidente de Indústria da Acist-SL, Carlos Reis, as ações apresentadas pelo governo federal são genéricas. “Para quem vive o dia a dia, as questões são bem mais complexas, pois vivemos num regime controlador, cheio de regras e exigências, muitas vezes ultrapassadas, que tornam oneroso o processo industrial”, aponta, exemplificando que as obrigações tributárias e fiscais representam um enorme custo e muitas vezes tornam-se um passivo para as empresas.

Outro ponto destacado pelo dirigente é a falta de mão de obra qualificada na base da pirâmide. “O sucateamento das escolas técnicas resultou na diminuição do interesse dos jovens pelos cursos profissionalizantes. Atualmente, há uma grande procura e interesse pelas áreas de tecnologia e marketing. Eu acredito, no entanto, que a indústria é algo extremamente necessário para que toda a cadeia seja impactada e rentável”, ressalta.

Muitos dos pontos apresentados pelo governo não são novidade, diz Reis. Ele observa que grande parte das indústrias tem dificuldade de romper as barreiras dos problemas cotidianos para então, virar a chave e mudar o rumo do próprio negócio. “O processo de desindustrialização no Brasil já está em curso há no mínimo duas ou três décadas Muitos pequenos negócios não conseguem sequer obter créditos e incentivos dado às dificuldades de acesso. É extremamente importante falarmos em atualização dos parques fabris para que a indústria 4.0 torne-se uma realidade, uma vez que grande parcela das empresas ainda não passou da 2.0”, pondera.

Soluções – Para que o plano governamental dê certo, na avaliação do vice-presidente de Indústria, é muito importante a participação das entidades. “Acredito que as entidades têm um papel importante na busca por soluções para parte destes problemas. Por meio da aproximação com outras entidades ou agentes públicos,  onde possamos propor mudanças, é possível fazer o exercício para pensar alternativas a curto, médio e longo prazo”.

Como exemplo da importância desta integração, Reis cita o caso recente da ponte construída em Nova Roma do Sul. A união entre a iniciativa privada e uma associação arrecadou recursos e executou a obra num tempo muito menor que o estimado pelo Estado, além do valor muito abaixo do orçamento previsto. “Penso que este caso deve servir como exemplo,  não para que os papéis se invertam, pois o papel do Estado segue sendo importantíssimo, mas para que, com a união dos esforços e a pluralidade de ideias, possamos encontrar soluções que impactam a toda a sociedade”, conclui.

Sobre o NIB

A nova política tem seis missões relacionadas à ampliação da autonomia, à transição ecológica e à modernização do parque industrial brasileiro. Entre os setores que receberão atenção estão a agroindústria, a saúde, a infraestrutura urbana, a tecnologia da informação, a bioeconomia e a defesa. A maior parte dos recursos, R$ 300 bilhões, virá de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

As metas estão agrupadas em seis missões, cada qual com seus objetivos. A primeira – cadeias agroindustriais – pretende garantir segurança alimentar e nutricional da população brasileira. A meta é chegar à próxima década com 70% dos estabelecimentos de agricultura familiar mecanizados. Atualmente, este percentual está em 18%, segundo o governo. Além disso, 95% dessas máquinas devem ser produzidas nacionalmente, o que envolverá a fabricação de equipamentos para agricultura de precisão, máquinas agrícolas para a grande produção, ampliação e otimização da capacidade produtiva da agricultura familiar “para a produção de alimentos saudáveis”, explicou o Planalto.

– aumentar para 50% participação da agroindústria no PIB agropecuário;
– alcançar 70% de mecanização na agricultura familiar;
– fornecer pelo menos 95% de máquinas e equipamentos nacionais para agricultura familiar.”

O segundo grupo de missões é o da área da saúde, e tem como meta ampliar de 42% para 70% a participação da produção no país, no âmbito das aquisições de medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos, entre outros. A expectativa é de o Sistema Único de Saúde (SUS) seja fortalecido.

O terceiro grupo de missões – bem-estar das pessoas nas cidades – envolve as áreas de infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis. Ele tem como metas reduzir em 20% o tempo de deslocamento das pessoas de casa para o trabalho. Atualmente esse tempo é, em média, de 4,8 horas semanais no país, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE. Além disso, pretende ampliar em 25 pontos percentuais a participação da produção brasileira na cadeia da indústria do transporte público sustentável. Atualmente, essa participação está em 59% da cadeia de ônibus elétricos, por exemplo.

– diminuir em 20% o tempo de deslocamento de casa para trabalho;
– aumentar em 25 pontos percentuais adensamento produtivo (diminuição da dependência de produtos importados) na cadeia de transporte público sustentável.

A transformação digital é o foco do quarto grupo de missões, e tem como meta tornar a indústria mais moderna e disruptiva. Atualmente, 23,5% das empresas industriais estão digitalizadas. A meta é ampliar para 90%, e triplicar a participação da produção nacional nos segmentos de novas tecnologias. Serão priorizados investimentos na indústria 4.0 [quarta revolução industrial, que abrange inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem] e no desenvolvimento de produtos digitais e na produção nacional de semicondutores, entre outros.

– digitalizar 90% das indústrias brasileiras;
– triplicar participação da produção nacional no segmento de novas tecnologias.

O quinto grupo de missões será focado na bioeconomia, descarbonização e transição e segurança energéticas. A meta é ampliar em 50% a participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes. Atualmente os combustíveis verdes representam 21,4% dessa matriz. O governo pretende reduzir em 30% a emissão de carbono da indústria nacional, que está em 107 milhões de toneladas de CO2 por trilhão de dólares produzido.

– cortar em 30% emissão de gás carbônico por valor adicionado do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria;
– elevar em 50% participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes;
– aumentar uso tecnológico e sustentável da biodiversidade pela indústria em 1% ao ano.

Já o sexto grupo de missões abrange a área da defesa. O plano pretende “alcançar a autonomia na produção de 50% das tecnologias críticas de maneira a fortalecer a soberania nacional”. Para tanto, priorizará “ações voltadas ao desenvolvimento de energia nuclear, sistemas de comunicação e sensoriamento, de propulsão e veículos autônomos e remotamente controlados”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2024 0 Comentários 571 Visualizações
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Abicalçados abre inscrições para Missão Colômbia

Por Jonathan da Silva 26/01/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está com inscrições abertas para empresas interessadas em participar da próxima Missão Colômbia, que acontece entre os dias 25 e 27 de junho, em Bogotá. A data limite para se inscrever é 29 de fevereiro.

Mais informações sobre a ação e demonstração de interesse podem ser acessadas no link. As vagas são limitadas e o investimento subsidiado pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) parte de US$ 1.750,00, valor que inclui aluguel de espaço, estande da marca, agendamento prévio de reuniões e ação de imagem.

Na edição do ano passado da Missão Colômbia, foram gerados mais de US$ 6,6 milhões em negócios. A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Carla Giordani, conta que a missão é uma ação combinada de promoção comercial e de imagem, contando com um showroom na capital colombiana e um Photocall, evento de relacionamento com a imprensa local. “As empresas participantes contam com serviço de matchmaking, que cruza demanda do comprador com oferta da marca, tornando os negócios mais assertivos. Já a ação de imagem gera fotos profissionais para editoriais de moda, além de fortalecer o relacionamento das empresas com jornalistas e influenciadores locais”, comenta a analista.

Em 2023, a Colômbia foi o sexto principal destino do calçado brasileiro no exterior, importando mais de 9 milhões de pares. Mais informações sobre a missão podem ser obtidas pelo e-mail carla@abicalcados.com.br.

Sobre Brazilian Footwear

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Atualmente, mais de 300 empresas são atendidas pelo Programa, que no último ano gerou US$ 147,5 milhões para as empresas brasileiras apoiadas pelo Brazilian Footwear. A participação é gratuita e interessados devem entrar em contato com a Abicalçados. Conheça: brazilianfootwear.com.br | abicalcados.com.br/brazilian-footwear.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do País. Conheça: https://apexbrasil.com.br

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2024 0 Comentários 542 Visualizações
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Reuniões sobre preço do tabaco terminam sem acordos

Por Marina Klein Telles 26/01/2024
Por Marina Klein Telles

Mais uma rodada de reuniões de negociação de preço do tabaco para a safra 2023/2024 foi realizada na tarde da última quinta-feira, 25 de janeiro. Três empresas foram recebidas pela comissão representativa dos fumicultores. Com nenhuma delas, foi firmado protocolo, apesar das entidades terem reconsiderado a proposta inicial da variação do custo de produção de cada empresa mais 5 pontos percentuais, como reajuste dos valores das tabelas de preços mínimos.

A Comissão lamenta que, mais uma vez, as reuniões terminam com notícias negativas. “A comissão representativa dos produtores não reconhece a tabela de empresa que não concede reajuste de, no mínimo, da variação do custo de produção. As empresas, ao não repor nem a variação do custo de produção da safra, demonstram não ter comprometimento com seu produtor integrado”, enfatizam os representantes. “Para assinar protocolo somente com a reposição do custo de produção mais um percentual de lucratividade, conforme proposta realizada”.

A comissão representativa dos produtores de tabaco é formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Foto: Luciana Jost Radtke/divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2024 0 Comentários 420 Visualizações
Business

Liderança humanizada é capaz de gerar conexões profundas

Por Marina Klein Telles 26/01/2024
Por Marina Klein Telles

“Liderança humanizada é mais do que um modismo empresarial. Tem a ver com propósito e reciprocidade e significa pessoas cuidando de pessoas, sem assistencialismo ou vitimismo, para, juntas, gerarem resultados que correspondam”. A afirmação é de Wilson Calé, diretor-presidente da Face a face Treinamento e Desenvolvimento Humano e palestrante da primeira edição do Prato Principal da ACI em 2024, realizada nessa quinta-feira, 25.

O conceito ganhou força desde que o mundo se viu fragilizado diante dos impactos da pandemia da Covid-19. “Tivemos um choque de realidade em que fomos confrontados com os nossos mais profundos valores e novas prioridades, um impacto que descortinou possibilidades jamais imaginadas”, disse.

No Brasil, 500 mil profissionais pedem demissão por mês, o dobro do registrado nos anos anteriores à pandemia. “A evasão não para de crescer. Qual seria a solução? Sem dúvida, a liderança humanizada”, disse. Trata-se de algo, conforme Calé, bem mais complexo do que simplesmente agradar as pessoas e fazer com que sintam bem. Deixar as pessoas felizes na empresa não é o foco, mas a consequência! O objetivo é fazer com que cada interação humana possa ser um universo de possibilidades enriquecedoras.

Mas, para isso o líder, precisa do talento, da criatividade, do flow, da capacidade cognitiva, do comprometimento e do interesse do colaborador. Este, por sua vez, precisa de um espaço de trabalho que o respeite, que reconheça as suas capacidades e também suas fragilidades, que invista no seu desenvolvimento e transforme seu esforço em valor. “A liderança humanizada é o caminho para atingir isso”, destacou Calé!

Liderança humanizada requer entender de gente, que começa pela capacidade de gerar conexões profundas e escutar para entender e não para rebater, pois cada um tem a sua própria e exclusiva percepção de mundo.

Empatia centrada em valores

Não se trata de liderança romantizada, pois os resultados precisam corresponder. Implica em aprender a dar e receber feedback e ter planejamento estratégico. Tudo isso é mensurável e gerencial. Para ser humana e ter propósito, a liderança pode e deve ser treinada e ter empatia centrada em valores. Conforme Calé, a teoria de que os problemas ficam da porta para fora não se justifica mais. Atualmente, vida pessoal e profissional estão fundidas e entrelaçadas e, hoje, todos são trabalhadores em tempo integral, inclusive na sua própria casa.

Mundo Caos

Depois de ser Vuca e Bani, o mundo, agora, é Caos (Consciência, alinhamento, ordenação e silêncio). O caos sempre esteve presente, agindo como propulsor da evolução. Mas agora é diferente. Nunca na história da humanidade houve um declínio tão acentuado das habilidades cognitivas e, pela primeira vez na história, as empresas reúnem quatro gerações (X, Y, Z e Alpha) no mesmo ambiente de trabalho. Muitas delas não sabem lidar com os conflitos geracionais criados por esse grande marco.

A Geração Z (1997-2009) têm dificuldade de atenção, mas destaca-se pela conexão com propósito. A Alpha (2010-2025) consome mídias cada vez mais rápidas, lê menos e tem vício em telas. Nesse cenário, destaca-se a importância de olhar para si mesmo e para o outro. E entender o que faz sentido para ambos.

“Precisamos avaliar a nossa relação com o trabalho, que não é somente uma questão de subsistência, e está intimamente ligado com essência e realização. A liderança humanizada começa com a ideia que, ao liderar seres humanos, é necessário compreender as necessidades específicas desses. Reconhece a complexidade dos seres humanos e que lidar com gente não é tarefa fácil, mas busca decifrar o comportamento humano e, acima de tudo, estabelecer conexões profundas com as pessoas e promover a consciência e o estado de presença”, conclui Wilson Calé.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2024 0 Comentários 563 Visualizações
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SulBazar abre em Novo Hamburgo neste sábado

Por Jonathan da Silva 25/01/2024
Por Jonathan da Silva

A inauguração da SulBazar em Novo Hamburgo será neste sábado (27). Trata-se da primeira loja do segmento na cidade no formato compacto, o que possibilita atendimento personalizado, em ambiente seguro e climatizado.

A SulBazar tem conta com um grande mix de produtos de utilidade disponíveis para o cliente. Além da loja física, a empresa também faz entregas em todo o Brasil.

Um dos grandes desafios da SulBazar foi organizar a loja em um ambiente pequeno, mas com grande variedade de produtos. O atendimento ao cliente é o principal foco do estabelecimento. Grandes redes de varejo podem até ter preços mais baixos, mas pecam no atendimento pessoal. Uma loja pequena pode atender e esclarecer dúvidas sobre os produtos de forma personalizada. A entrega à domicílio é outra alternativa que faz os clientes se sentirem valorizados.

A disponibilidade de itens diferenciados e exclusivos é outra alternativa que permite concorrer com as grandes redes. A SulBazar investe no quesito, com peças de edição limitada e exclusivas. Alia-se a isso a presença online arrojada, com mídias sociais e marketing por e-mail e WhatsApp como forma de atrair novos clientes.

Serviço

A SulBazar está localizada na Avenida Pedro Adams Filho, 3560, Novo Hamburgo. O telefone para contato é (51) 99786-0926.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/01/2024 0 Comentários 869 Visualizações
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Saúde Mental: Porque é importante as empresas falarem sobre isso?

Por Marina Klein Telles 25/01/2024
Por Marina Klein Telles

Janeiro Branco é o nome do mês de conscientização da saúde mental e emocional. Criada em 2014 pelo psicólogo mineiro Leonardo Abrahão, a Campanha Janeiro Branco surgiu como uma resposta à necessidade de promover reflexões sobre a vida, relações, objetivos e passados, especialmente no início do ano. Janeiro é considerado um período de transição entre ciclos que se fecham e se abrem, tornando-o simbolicamente propício para projeções, escritas e desenhos sobre expectativas e desejos. A cor branca foi escolhida por representar simbolicamente “folhas ou telas em branco”, sobre as quais pode-se projetar, escrever ou desenhar expectativas, desejos, histórias ou mudanças com as quais o indivíduo sonha e pode concretizar.

Na entrevista abaixo, a psicóloga Leila Klin, diretora de Saúde da Acist-SL e diretora da Gewandt Psicologia Organizacional, conversa com Josivani Mendes, também psicóloga, vice-coordenadora do Núcleo de Empreendedoras da Acist-SL. Diretora da Dedicar-se Saúde Emocional, Josivani idealizou um circuito de palestras com o propósito de falar mais sobre o tema.

Esta entrevista é uma das atividades que a Diretoria de Saúde, vinculada à Vice-presidência de Serviços da Acist-SL, fará ao longo de 2024 com foco na Saúde do Trabalho.

Por que as empresas precisam se preocupar com a promoção da saúde mental dos seus empregados?
Josivani Mendes – Na minha opinião, os dados são assustadores e esse por si só já é um bom motivo para cuidarmos da saúde de todos ao nosso redor. Levando em consideração que passamos um bom tempo do nosso dia no trabalho, esse não deve ser um ambiente que pode ficar esquecido. Hoje, o Brasil é o país com o maior número de casos de ansiedade no mundo. Estamos entre os cinco países com maior índice de casos de depressão. Em 2023, foi registrado um aumento de 28,3% nos casos de suicídio. Os dados fazem parte do último mapeamento feito pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Importante destacar a diferença entre Saúde Mental e Doença Mental. A saúde mental implica muito mais que a ausência de doenças mentais. Estar mentalmente saudável, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é o estado de bem-estar no qual uma pessoa consegue desempenhar suas habilidades, lidar com as inquietudes da vida, é capaz de trabalhar de forma produtiva e contribuir para a sua comunidade. Um indivíduo mentalmente saudável compreende que a vida real é regada de diversas emoções, como por exemplo: alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração.

Quais os benefícios que as empresas podem perceber ao investir em ações de saúde mental?
Josivani Mendes – Os benefícios podem ser vários, além da contribuição para que possamos impactar positivamente na redução desses números citados acima. Apresento alguns desses benefícios que são possíveis de serem observados:
– Aumento da produtividade: empresas que trabalham com ações ligadas a saúde mental apresentam colaboradores que demonstram maior engajamento e produtividade
– Melhoria do clima organizacional: um ambiente saudável e inclusivo pode melhorar a satisfação e o bem-estar dos colaboradores resultando em um clima positivo
– Diminuição do absenteísmo: pessoas que gerenciam melhor suas emoções possuem uma tendência menor a apresentar faltas no trabalho devido a problemas de saúde mental e/ou emocional
– Redução do turnover: colaboradores que se sentem mais valorizados e apoiados emocionalmente são menos propensos a buscar outras empresas com ambiente melhor de trabalho.
– Melhor saúde mental x melhor qualidade de vida: com programas de gestão emocional, você contribui para índices de ambientes laborais mais saudáveis além de conquistar uma cultura organizacional de apoio e acolhimento

Como as lideranças podem identificar problemas de ordem emocional entre os trabalhadores?
Josivani Mendes – Alguns sinais podem ser evidenciados em pessoas que já apresentam algum sintoma, como mudança no rendimento, falta de atenção, irritabilidade, desesperança, mudança no comportamento habitual e dificuldades em alguns relacionamentos, podendo em algumas situações apresentar distanciamento ou conflitos diretos.

Em um cenário corporativo ideal, as empresas que possuem maior proximidade com os colaboradores podem, por meio de uma comunicação eficiente, perceber sinais de alerta nas pessoas que podem estar mais propensas ao adoecimento psíquico, antes mesmo de desenvolver algum transtorno psicológico.

Uma vez identificado, qual é a melhor abordagem?
Josivani Mendes – Acolhimento, encaminhamento se necessário e orientação adequada. Acredito que esses pilares fazem a diferença no cenário da empresa além de colaborar para um ambiente empático e saudável.

Como as empresas podem atuar na prevenção do adoecimento psíquico?
Josivani Mendes – Acredito que as empresas que se ocupam em incentivar cuidados básicos e essenciais sobre a saúde e qualidade de vida dos seus colaboradores, já saem na frente de outras.

As empresas que ainda pouco investem em conteúdos de disseminação do conhecimento sobre saúde mental, podem ficar ainda com a sensação de apagar incêndio. Por esse motivo, as ações precisam ser preventivas. As iniciativas de conscientização e desmistificação da saúde mental podem ser o primeiro passo, além de uma postura de atenção e cuidado com a saúde do colaborador.

Atividades que promovam a comunicação aberta e educação emocional podem se desenvolver em projetos pontuais que ocorram periodicamente. Apoiar campanhas como o Janeiro Branco pode também ser uma boa ideia, desde que essa não seja apenas para cumprir um protocolo social, pois os cuidados em saúde emocional e mental devem ser de Janeiro a Janeiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/01/2024 0 Comentários 432 Visualizações
Business

Inspiramais encerra projetando mais de R$ 76 milhões em negócios

Por Marina Klein Telles 25/01/2024
Por Marina Klein Telles

A 29ª edição do Inspiramais, salão que lançou mais de mil materiais para as indústrias de calçados, confecções, móveis e bijuterias entre os dias 23 e 24 de janeiro, no Centro de Eventos Fiergs, em Porto Alegre/RS, encerrou com saldo positivo para os cerca de 150 expositores. Somente em negócios internacionais, realizados por meio do Projeto Comprador, promovido pelo Brazilian Materials, foram mais de US$ 3,5 milhões em negócios in loco e mais de US$ 12 milhões em vendas alinhavadas no evento. No total, são mais de US$ 15,5 milhões (R$ 76,4 milhões) em exportações geradas pela mostra. Nos dois dias, o salão recebeu uma visitação 30% superior à da edição passada, alcançando mais de 8 mil pessoas.

A superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly, destaca que o salão deu um salto qualitativo nesta 29ª edição. “Tivemos uma visitação muito qualificada, além de uma intensa agenda política, com representantes dos poderes executivo e legislativo estadual e federal. Logo na abertura do evento, recebemos o CEO da Arezzo & Co, Alexandre Birman, que ressaltou a importância do salão no lançamento de materiais de moda. Demos um salto de representatividade”, avalia. Segundo ela, também foi destaque a visitação internacional de compradores dos principais mercados da América Latina e Europa, além de importantes players dos maiores polos produtores de calçados do País.

Negócios recordes

O gerente de Marketing e Produto da Cipatex (Cerquilho/SP), Rafael Bonvicini, destaca que o salão recebeu a maior visitação das últimas edições. E não só isso, segundo ele, os negócios realizados no evento aumentaram 300% em relação à edição do ano passado. “Se pudéssemos resumir o que foi esta edição do INSPIRAMAIS em uma palavra usaria: explêndido. Além de fecharmos negócios importantes, com clientes antigos e novos, distribuímos um grande volume de amostras”, avalia. Segundo ele, embora a maior visitação tenha sido de calçadistas gaúchos, a Cipatex recebeu clientes dos polos de Birigui/SP, Franca/SP e Nova Serrana/MG, além de compradores internacionais da Argentina, Equador, México, Portugal e República Dominicana.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
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