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Festival Mundial de Publicidade de Gramado terá novo formato em 2024

Por Jonathan da Silva 21/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Festival Mundial de Publicidade de Gramado de 2024 será realizado em novo formato, com parte da programação online e parte presencial, em São Paulo. O anúncio da medida aconteceu na manhã da quinta-feira (16). O evento, um dos maiores do mundo no setor publicitário, seria realizado em Gramado de 22 a 24 de maio.

Após uma avaliação cuidadosa e reflexão diante dos desafios impostos pelas recentes tragédias no Rio Grande do Sul, chegamos à conclusão que não seria possível realizar o evento nos moldes tradicionais neste ano. No entanto, estamos comprometidos em manter nossa missão de transformar ideias em impactos reais, adaptando nossas atividades para continuar apoiando a comunidade e as vítimas das enchentes. Neste sentido, o festival adotará um formato inovador, diluindo as experiências que teríamos nos três dias em encontros ao longo do ano”, revela a CEO do festival, Andressa Martins.

Dentre as iniciativas previstas, que já iniciam em 22 de maio, será realizado um encontro dos speakers para produção de conteúdos sobre “Comunicação em Tempos de Crise”, que serão utilizados também para arrecadação de fundos para as vítimas das enchentes. Os materiais serão disponibilizados em tempo real nos Reels do festival. Participarão dessa programação nomes como Gabi Lopes, atriz, produtora e criadora de conteúdo, Florence Scappini, vice-presidente de vendas na OLX, Pipo Calazans, CEO da DM9, Leonardo Moura, fundador da Branded Content Brazil, Adriana Alves, diretora de Members Borders da FIESP, entre outros.

No dia seguinte, 23, serão realizadas na ESPM São Paulo três oficinas presenciais e uma Mostra de Promo da Globo. As vagas são limitadas e por ordem de inscrição pelo formulário online.

O Prêmio Galo de Gramado, celebração que homenageia a excelência na indústria criativa e que tradicionalmente é realizado no último dia do evento, em 2024 será entregue em uma cerimônia especial no final do ano, com local e data a serem definidos. As inscrições permanecerão abertas e os participantes poderão submeter seus cases através do site https://galodegramado.com.br/.

A organização do evento informou também que os ingressos já adquiridos valerão para a edição de 2025, com direito a um acompanhante gratuito. Para aqueles que desejam solicitar reembolso, foi disponibilizado um contato através do e-mail contato@festivalgramado.com.br, com prazo até 30 dias a partir de 22 de maio.

Programação inicial

Quarta-feira, 22 de maio
Local: transmissão pelo Instagram @festpublicidade
Horário: 12h às 19h

  1. ESG e as mudanças Climáticas
    Palestra: Andrea Mendonça – Founder Lab.Real
  2.  Comunicação como Estratégia de Impacto
    Painel: Carola Videira – Empreendedora Social na Turma do Jiló; Adriana Alves – Member Borders Director – FIESP
  3.  As diferentes formas de lutar por mudanças
    Dani Mattos – Fundadora do Indique Uma Preta; Ana Clara – Fundadora da Sondery
  4. Narrativas como Projetos de Impacto
    Raquel Virgínia – CEO Nhaí
  5. Transformar Ideias em Impactos Reais
    Pipo Calazans – CEO DM9; Florence Scappini – CEO VP Olx
  6. Gestão de Projetos de impacto
    Raull Santiago – Empreendedor Social
  7. Collabs, influência e solidariedade
    Karina Sato – CEO na Rahal; Fernando Alonso – Head de Talentos na África
  8. Ações de marca com propósito solidário
    Leonardo Moura – Fundador da Branded Content Brazil
  9. Como as empresas podem se recuperar após a tragédia
    Carol Paiffer – CEO Atom
  10.  Como usar a influência para criar redes de apoio
    Gabi Lopes – Atriz / Produtora / Criadora de Conteúdo
  11.  Novas Tecnologias a favor de impactos reais
    Mauro Cavalletti – Fundador e Diretor Criativo na Bitnik; Robson Harada – CMO Mercado Bitcoin

Outros nomes serão confirmados ainda nos próximos dias.

Quinta-feira, 23 de maio

  • Mostra de Promos pela Promo TV Globo
    Local: Teatro ESPM (Rua Álvaro Alvim, 123, Vila Mariana – São Paulo-SP)
    Horário 11h às 13h
    Inscrição: Mostra de Promo Globo
  • Imersões de Impacto Real
    Local: ESPM São Paulo (Rua Álvaro Alvim, 123, Vila Mariana – São Paulo-SP)
    Horário: A partir das 14h
Foto: FMPG/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2024 0 Comentários 512 Visualizações
Business

Perdas patrimoniais de empresas gaúchas podem chegar a R$10 bilhões

Por Marina Klein Telles 21/05/2024
Por Marina Klein Telles

Empresas gaúchas acumulam até R$10 bilhões em perdas de ativos em razão das enchentes que atingem o Rio Grande do Sul desde o fim de abril. Os valores são apontados em estudo preliminar realizado pela Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado (Fecomércio-RS). Os prejuízos patrimoniais calculados contemplam estoque, maquinário, mobiliário, instalações, entre outros. A entidade avalia ainda que a perda de PIB do RS decorrente das enchentes chegue a cerca de R$40 bilhões, ou, aproximadamente 5% do PIB anual.

A avaliação da entidade traz dois recortes da crise enquanto às perdas. Em uma primeira análise, realizada com base em imagens de satélite, a entidade aponta que são cerca de 33 mil estabelecimentos diretamente afetados pelos alagamentos nos setores de comércio, serviços e indústria. A perda de ativos é calculada em R$5 bilhões. O levantamento não inclui micro e pequenas empresas que funcionam em domicílios residenciais, nem municípios que sofreram maior impacto de enxurrada do que de alagamentos.

 Já em um segundo recorte, que considera o número de CNPJs, entre matrizes e filiais, concentrados nos 46 municípios em estado de calamidade pública, as perdas avaliadas são maiores. A Fecomércio-RS calcula que 10% dos 661.159 CNPJs ativos nessas cidades tenham sido diretamente afetados pelas enchentes. Seriam 66 mil estabelecimentos empresariais impactados (54,5 mil do comércio de bens e serviços). Nesse cenário, as perdas patrimoniais chegam a cerca de R$10 bilhões, sendo R$8 bilhões referentes a comércio e serviços.

“É imprescindível estarmos embasados por dados que dimensionem o tamanho desta tragédia e seus impactos para pleitearmos ações efetivas em prol de mitigar os seus efeitos”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. “Olhando pelo aspecto econômico, essas são empresas que fazem a nossa economia girar, que geram milhares de empregos e que precisam, mais que nunca, de apoio. Temos trabalhado, neste sentido, por diversas medidas junto às esferas municipais, estadual e federal. Elas objetivam que as organizações consigam sobreviver ao período em que estiverem com suas receitas interrompidas ou prejudicadas, e que, logo, possam retomar suas atividades.”

A Fecomércio-RS aponta que os 46 municípios que permanecem com calamidade pública decretada concentram 41,6% do PIB gaúcho total, 41,5% do PIB da indústria e 50,6% do PIB do setor de comércio e serviços gaúcho. Nessas cidades, estão 42,6% dos CNPJs ativos do Estado e 48,3% dos empregos. Empresas do setor de comércio e serviços são maioria e os estabelecimentos comerciais foram penalizados de forma acentuada em virtude do Dia das Mães, data comemorativa de tradicional incremento nas vendas.

A Federação chama atenção, ainda, ao fato de que, mesmo empresas que não tenham sido atingidas diretamente pela enchente, sentem diferentes impactos da crise. Algumas ficaram sem insumos essenciais, como água e energia elétrica, sem recursos humanos com casos de colaboradores afetados ou tiveram a logística para recebimento de matéria-prima, mercadorias ou prestação de serviços prejudicada devido aos problemas causados à infraestrutura. Outras tantas foram prejudicadas pela redução de demanda. Por esses motivos, a entidade estima a perda de PIB de cerca de R$40 bilhões.

Entre medidas pleiteadas pela Fecomércio-RS – algumas já atendidas – para  mitigar os efeitos econômicos gerados pela tragédia climática estão a prorrogação de tributos e da entrega de declarações, isenção total de ICMS para as empresas mais afetadas, possibilidade de suspensão de contratos de trabalho com garantia de benefício emergencial aos trabalhadores, autorização para aplicação de banco de horas e aproveitamento de feriados nos períodos em que as empresas estejam fechadas, linhas de crédito facilitadas para recomposição de capital produtivo e estoques, dentre outras. Além das ações em prol das empresas, através das casas Sesc e Senac, de sindicatos filiados e do projeto Sesc Mesa Brasil em todo o País, a Fecomércio-RS atua em ações humanitárias de arrecadação e doação de donativos às famílias mais afetadas pelos alagamentos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2024 0 Comentários 336 Visualizações
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Fecomércio-RS solicita suspensão de recolhimentos do FGTS para empresas gaúchas

Por Marina Klein Telles 21/05/2024
Por Marina Klein Telles

Em documento conjunto enviado ao ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, nesta segunda-feira, 20 de maio, Fecomércio-RS e a Fiergs reforçam demandas em prol das empresas gaúchas frente à crise gerada pelas enchentes. Foi solicitada a ampliação do alcance da suspensão dos recolhimentos do FGTS, bem como nova solicitação da reativação do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que esteve vigente durante a pandemia.

A principal solicitação protocolada refere-se ao Fundo de Garantia, que teve suspensa a exigibilidade de recolhimento referente às competências de abril a julho. A medida foi solicitada pelas entidades e já está valendo. Contudo, se restringe apenas aos 46 municípios com decretos de calamidade pública vigente. O pedido das federações é para que empresas de todo o Rio Grande do Sul sejam contempladas com a suspensão.

“Os impactos decorrentes das enchentes têm se alastrado pelo Estado, seja pela conexão entre estabelecimentos de uma mesma cadeia produtiva, seja pela grande destruição de ativos de infraestrutura, como estradas e pontes, que causam mais de uma centena de interrupções rodoviárias e do fechamento do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre”, traz o documento assinado pelo presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, e pelo presidente em exercício da Fiergs, Arildo Bennech Oliveira. “Os prejuízos já são transmitidos a estabelecimentos localizados em todo o Estado”.

As entidades também aproveitaram a comunicação para reiterar a necessidade da reimplementação do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. A medida esteve vigente durante a pandemia de Covid-19 e oferecia um benefício emergencial a colaboradores afastados das empresas, a fim de garantir a manutenção dos empregos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2024 0 Comentários 387 Visualizações
Business

Sinapro-RS realiza edição emergencial da pesquisa VanPro para avaliar consequências das enchentes

Por Jonathan da Silva 21/05/2024
Por Jonathan da Silva

Uma versão emergencial da pesquisa VanPro foi lançada na semana passada pelo Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS), com apoio do ecossistema Sinapro/Fenapro. A VanPro é considerada um termômetro dos negócios e gestão das empresas do setor da indústria criativa. O objetivo é entender como e em que dimensão a catástrofe que assola o Rio Grande do Sul afetou e tem afetado as pessoas e os negócios no ambiente empresarial da propaganda no estado.

O presidente do Sinapro-RS, Juliano Brenner Hennemann, destaca que é papel da entidade associativa reunir dados e informações que permitam encontrar formas de desenvolver iniciativas de suporte e orientação às empresas do setor para lidarem com o atual cenário de crise. “Estamos oferecendo toda a nossa solidariedade e suporte de gestão às nossas associadas, para que consigam gerir essa situação de forma a minimizar os seus impactos sobre as empresas, os negócios e seus colaboradores”, pontua Hennemann.

Além da pesquisa que está em curso e que terá seus resultados compilados nos próximos dias, a entidade já disponibilizou três importantes guias que buscam auxiliar e orientar as agências gaúchas na contextualização geral e jurídica desse delicado momento vivenciado pelo RS. Entre os materiais compartilhados estão: Enchentes RS – Atos Normativos, Inundações RS – Implicações Jurídicas, e Guia para Empresas na Gestão de Crises e Catástrofes, essa uma iniciativa da Associação Riograndense de Propaganda (ARP) com o apoio do Sinapro-RS.

A Pesquisa VanPro

A pesquisa Visão de Ambiente de Negócios (VanPro) é feita pelo Ecossistema Sinapro/Fenapro desde 2017 e tem como principal objetivo medir e mapear o cenário atual e quais são as perspectivas para o futuro, além de conhecer as principais dores dos sócios e executivos de agências de todo o país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2024 0 Comentários 368 Visualizações
Business

Fepam intensifica vistorias e presta orientação técnica a empresas

Por Marina Klein Telles 21/05/2024
Por Marina Klein Telles

Com o recuo da água na Região Metropolitana de Porto Alegre, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) reforça, a partir desta semana, os trabalhos de avaliação de empreendimentos atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul. O objetivo é mapear necessidades, oferecer suporte aos empreendedores e prestar orientações técnicas sobre normativas recentes publicadas pela Fundação.

“Nossas vistorias são de caráter orientativo. Estamos visitando empresas no intuito de prestar suporte e orientar os empreendedores atingidos no processo de recomposição e reconstrução, com base nas portarias e instruções normativas emitidas em função do desastre”, esclareceu o diretor-técnico da Fepam, Gabriel Ritter.

Na segunda-feira (20), o trabalho de campo começou cedo, com um sobrevoo por Porto Alegre e arredores. De cima, foi possível observar a magnitude dos estragos sobre empreendimentos localizados nas áreas inundadas, bem como o volume de resíduos que tem se revelado com o baixar do Guaíba.

Por terra, equipes percorreram empresas que estão acessíveis e ativas, em cidades como Canoas e Esteio, para avaliar os danos provocados pelo desastre e encaminhar recomendações. A vistoria é priorizada em empreendimentos de maior potencial poluidor cujo impacto tenha sido mais significativo. O mesmo trabalho é feito em outras regiões do Estado, por meio das Regionais da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e da Fepam, com apoio da Divisão de Emergências Ambientais (Deamb).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2024 0 Comentários 326 Visualizações
Business

Poder público e trade turístico de Gramado debatem estratégias para a retomada econômica

Por Jonathan da Silva 17/05/2024
Por Jonathan da Silva

Em parceria com o governo estadual, a administração de Gramado promoveu uma reunião na manhã desta quinta-feira (16), no Expogramado, com o propósito de debater com o trade turístico local ações e estratégias visando a retomada econômica da região. O encontro contou com a presença do secretário estadual de turismo, Luiz Fernando Rodriguez, do diretor-geral da pasta, Rafael Carniel, do vice-prefeito de Gramado, Luia Barbacovi, do secretário municipal de turismo, Ricardo Bertolucci, e da presidente da Gramadotur, Rosa Helena Volk, além de empresários e representantes de entidades e associações de Gramado e da região das Hortênsias.

Com o cenário atual não favorável ao turismo devido ao evento climático que atingiu o Rio Grande do Sul, a proposta é de unir forças entre o setor público e a iniciativa privada para restabelecer o setor o mais rápido possível. “O turismo pode ser um vetor de reconstrução do nosso Estado, servindo como exemplo para todo o país. Estamos trabalhando diuturnamente para que em breve consigamos trazer de volta os nossos visitantes e fazer o que sabemos de melhor, que é o bem receber”, comentou o secretário Bertolucci.

Linhas de crédito e plano de ação

O secretário estadual Luiz Fernando Rodriguez ressaltou a necessidade do trade local apresentar um plano com as principais demandas do segmento turístico, destacando que o estado já está articulando ações junto ao Governo Federal. “Já temos a sinalização positiva para liberação de recursos através do Fungetur e estamos negociando linhas de créditos com bancos públicos e privados. Temos ciência de que a situação está difícil para todos e que as fontes de financiamento precisam oferecer juros compatíveis com o cenário atual”, revelou Luiz Fernando.

No âmbito municipal, a secretaria de turismo trabalha em um plano de retomada em parceria com o empresariado, com foco em três eixos: Infraestrutura e Logística; Comunicação e Promoção; e Fomento (obtenção de recursos). “A nossa vida, nossa indústria e os nossos negócios são norteados pelo turismo. Em breve vamos apresentar um plano de ação e contamos com o apoio de todos”, projeta Bertolucci. “Temos que fazer a nossa economia girar e para isso contamos com o suporte do Governo do Estado, seja institucional ou financeiro, trabalhando ações a curto, médio e longo prazo”, complementa o vice-prefeito Luia Barbacovi.

Foto: Prefeitura de Gramado/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/05/2024 0 Comentários 344 Visualizações
Business

Agroindústria do RS poderá comercializar produtos para outros estados

Por Marina Klein Telles 16/05/2024
Por Marina Klein Telles

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, na quarta-feira (15), a Portaria SDA/Mapa 1.114/2024 que autoriza, em caráter excepcional por 90 dias, a comercialização interestadual de produtos de origem animal de agroindústrias gaúchas não integrantes do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Poa) registrados em Serviços de Inspeção estadual ou municipal.

A medida federal está em linha com a flexibilização adotada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). A pasta publicou a Instrução Normativa 11/2024, de 9 de maio, que autorizou a comercialização intermunicipal de produtos de origem animal provenientes de agroindústrias. “É uma medida emergencial importante do ponto de vista econômico, principalmente nesse momento de calamidade pública que o Estado se encontra. Também demonstra o apoio de outros estados, que buscam ajudar o Rio Grande do Sul”, afirmou o titular da Seapi, Giovani Feltes.

A Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul (SFA-RS) será a responsável por emitir a autorização de trânsito para as agroindústrias, com as devidas exigências de saúde animal aplicáveis para trânsito dos produtos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2024 0 Comentários 378 Visualizações
Business

GovTech Summit é transferido para 2025

Por Marina Klein Telles 16/05/2024
Por Marina Klein Telles

Em função da catástrofe que assola o Rio Grande do Sul, a organização do GovTech Summit definiu adiar o evento para 2025, originalmente agendado para junho deste ano. A nova data será divulgada em breve. Enquanto isso, estão sendo desenvolvidas ações para impulsionar a conexão de governos a tecnologias inovadoras que possam contribuir para a reconstrução do Estado.

“O GovTech Summit conecta governos à tecnologia, o que será imprescindível nesse processo de reconstrução. Seguimos com nosso compromisso de conectar órgãos públicos a tecnologias inovadoras, o que será fundamental frente a todos os desafios de recuperação e ao futuro que buscamos”, afirma Gabriel Fuscaldo, Membro do Conselho do GovTech Summit e GovTech Lab.

“Através do GovTech Lab, em parceria com a Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, estamos buscando soluções tecnológicas que possam contribuir para a reconstrução do Estado. São diversos parceiros ajudando no mapeamento de soluções e projetos para a prevenção e mitigação de danos”, complementa Fuscaldo, destacando que são soluções que abrangem diversas áreas, como saúde, economia, questões sociais e ambientais, além de apoio às comunidades vulneráveis. A lista pode ser acessada em: hubgovtechlab.com.br/startups

A organização do evento realizará o reembolso integral dos ingressos para quem já se inscreveu. Mais informações pelo site oficial: GovTechSummit.com.br.

O GovTech Summit

O GovTech Summit, maior evento do Brasil no setor, nasceu para conectar decisores do setor público, lideranças visionárias e empreendedores de startups. Seu objetivo é impulsionar a transformação digital em governos, apresentando cases globais, novas tecnologias e soluções que modernizem a prestação de serviços, por uma gestão pública mais eficaz, transparente e focada no cidadão. O evento é uma das frentes do hub GovTech Lab – um projeto de transformação governamental -, e foi idealizado pela Moove – a primeira agência com o selo GovTech do Brasil, certificada pelo BrazilLab.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2024 0 Comentários 372 Visualizações
Business

ACIST-SL define diretrizes de atuação

Por Marina Klein Telles 15/05/2024
Por Marina Klein Telles

Durante reunião de diretoria realizada na terça-feira, 14, de forma on-line, a ACIST-SL definiu um grupo de diretrizes para atuar diante das graves consequências da catástrofe climática que abateu São Leopoldo e outras centenas de cidades do Rio Grande do Sul. O presidente da Associação, Daniel Klafke, apontou que os esforços estarão concentrados em duas áreas de atuação. A primeira é continuar colaborando no recebimento e distribuição de doações para as vítimas da enchente.

A segunda é a elaboração de ações para ajudar as empresas locais, que também amargam sérios prejuízos, tanto materiais como humanos. “A enchente atingiu a todos, sem distinção. Muitos empreendedores perdem completamente o seu negócio e têm tanto a si como os funcionários como vítimas desta catástrofe”, lamentou. A prioridade será ajudar no processo de limpeza e no apoio aos funcionários para uma retomada o mais breve possível.

Apelo

Mariana Cardoso, vice-presidente Administrativa da ACIST-SL e integrante do Núcleo de Contabilistas, lamenta a falta de informação e de medidas governamentais – tanto federais quanto estaduais e municipais – para ajudar as empresas. “Muitas estão embaixo da água e não têm como pagar a folha de pagamento que vence no próximo dia 20. Precisamos saber como ajudar neste momento tão difícil”, reforça.

Diretrizes – Dentre as ações que a ACIST-SL definiu, estão as seguintes deliberações: 

* Retomar o gabinete de crise para tratar das demandas locais das empresas;

* Verificar sobre ação de cadastramento das famílias para recebimento dos recursos emergenciais – agilização do município;

* Articulação com demais entidades, iniciativa privada e o poder público na questão do replanejamento da cidade, inclusive, entendendo porque o sistema de proteção de enchentes não funcionou e prepará-lo para novas ocorrências;

• Associação ao comitê / projeto de resiliência – frente de âmbito inicialmente privado, puxado pelo Parque Tecnológico.

• União com demais ACIs das cidades atingidas e Federasul para um pleito único junto ao Governo do RS. Entre os pleitos destaca-se: – Financiamentos; – Destinação de recursos não reembolsáveis; – Flexibilização de tributos; – Flexibilização temporária de regulações; – Enquadramento integral, como calamidade pública, da 100% das cidades do RS.

* Pleitear benefícios não só para as famílias atingidas, mas também para as empresas, a exemplo da pandemia;

* Aproximação da Federasul com OAB/RS com foco nos pleitos supra;

* Suporte aos associados com informações jurídicas, fiscais, psicológicas e outras de interesse para o cenário atual;

* ACIST-SL mantém ponto de coleta e destinação em sua sede social e fundo de auxílio, com foco atual em associados/funcionários das associadas.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 344 Visualizações
Business

Exportações de calçados caem 26,7% no quadrimestre

Por Marina Klein Telles 15/05/2024
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que as exportações de calçados seguiram em declínio no mês de abril, quando foram embarcados 7,9 milhões de pares por US$ 90,7 milhões, quedas de 22,8% e 18,8%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2023. Já no acumulado do quadrimestre, as exportações somaram 35,6 milhões de pares e US$ 344 milhões, quedas tanto em pares (-26,7%) quanto em valores (-21,8%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a queda está dentro das estimativas da entidade e que o setor espera uma melhora ao longo do segundo semestre. “A economia internacional ainda está bastante instável, principalmente em países da América Latina, que são alguns dos nossos principais destinos. Ao longo da segunda parte do ano, devemos registrar uma melhora, pois iniciam as vendas das coleções de Verão, as mais rentáveis para a indústria nacional”, avalia o dirigente, ressaltando que a estimativa da Abicalçados é de que a exportação caia entre 6% e 9% em 2024, em volume.

O principal destino dos calçados brasileiros no exterior segue sendo os Estados Unidos. Nos quatro primeiros meses do ano, a indústria nacional embarcou para lá 3,47 milhões de pares, que geraram US$ 71,9 milhões, quedas de 9,7% em volume e de 4,3% em receita na relação com o mesmo ínterim de 2023. A boa notícia é de que o preço médio do produto embarcado para os Estados Unidos teve um aumento de 6% no período (para US$ 20,70) em relação ao ano passado, o que indica que a indústria está embarcando calçados com maior valor agregado para o varejo norte-americano.

Em grave crise  econômica, a Argentina segue sendo o segundo destino do calçado brasileiro no exterior. Entre janeiro e abril, foram embarcados para o país vizinho 3 milhões de pares por US$ 62 milhões, quedas de 39,2% e de 24,9%, respectivamente, ante o mesmo intervalo de 2023. A boa notícia, assim como aconteceu com o produto embarcado para os Estados Unidos, é o aumento do preço médio do calçado, de 23,5% (para US$ 20,52).

No terceiro posto entre os destinos do produto verde-amarelo no exterior aparece a Espanha. No período, os espanhóis importaram 5,55 milhões de pares brasileiros por US$ 14,2 milhões, quedas de 26,2% e 25,8%, respectivamente, ante o mesmo período de 2023.

Estados exportadores

O maior exportador de calçados do Brasil segue sendo o Rio Grande do Sul. No quadrimestre, as fábricas gaúchas embarcaram 11,1 milhões de pares, que geraram US$ 168,53 milhões, quedas tanto em volume (-16,2%) quanto em receita (-13,4%) em relação ao mesmo período de 2023.

O segundo exportador do País no quadrimestre foi o Ceará, de onde partiram 12 milhões de pares por US$ 77,25 milhões, quedas de 22,4% em volume e de 26,3% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

São Paulo fecha o ranking dos três primeiros exportadores de calçados do Brasil. Nos quatro primeiros meses do ano, as fábricas paulistas embarcaram 1,9 milhão de pares por US$ 30,37 milhões, quedas de 34,6% e 27,1%, respectivamente, ante o mesmo período de 2023.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 331 Visualizações
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