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Empresas de todo o RS poderão pagar ICMS com prazo estendido

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Pensando nos desafios que o Rio Grande do Sul terá para sua recuperação, o governo estadual ampliou para todas as empresas do estado o pagamento de ICMS em prazo superior ao original, sem cobrança de juros ou de multa. Anteriormente, a medida estava restrita a municípios em situação de calamidade; agora, foi estendida para as cidades de todas as regiões.

A decisão foi autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), a pedido do governo gaúcho, e está oficializada no Decreto 57.636, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) de segunda-feira (27).

Os secretários de Fazenda dos demais estados do país foram sensíveis ao pedido do Rio Grande do Sul, que teve mais de 90% dos municípios atingidos pelas enchentes. “O Estado inteiro foi afetado, e entendemos que as empresas precisam de fôlego para a recuperação. O alongamento do prazo para quitação do ICMS oferece mais tempo para que os contribuintes possam reestruturar seus negócios. Estamos trabalhando na adoção de medidas de apoio aos atingidos”, explica o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira.

Assim, os contribuintes que não conseguirem cumprir suas obrigações em dia poderão usufruir do prazo estendido, sem a cobrança de juros ou multa. Para as guias com vencimento entre 24 de abril e 31 de maio, a quitação poderá ser feita até 28 de junho. Para os vencimentos de junho, o prazo será 31 de julho. Os vencimentos de julho poderão ser pagos até 30 de agosto.

A Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receita Estadual, estuda formas de operacionalizar o procedimento para que seja feito da forma mais simples possível. As orientações serão disponibilizadas no site da RE.

Ativo imobilizado e dispensa de estorno

Também publicado nesta segunda-feira, o Decreto 57.632 define que empresas localizadas em cidades em situação de calamidade e de emergência podem usufruir de dois benefícios fiscais. Um deles é a isenção de ICMS nas compras de mercadorias destinadas ao chamado ativo imobilizado, composto por bens duráveis e necessários às operações das empresas – como máquinas, equipamentos e veículos usados no processo produtivo ou na prestação de serviços. A medida vale também para partes, peças e acessórios.

No caso das aquisições internas, há manutenção do crédito pelo vendedor. No caso das aquisições interestaduais, a isenção é relativa à diferença entre as alíquotas interna e interestadual. Para terem direito, os estabelecimentos deverão declarar que foram atingidos pelos eventos meteorológicos.

O outro benefício que pode ser usufruído por empresas localizadas em cidades em situação de calamidade ou de emergência é a dispensa de exigência de estorno dos créditos de ICMS. A medida vale para contribuintes que tiveram mercadorias extraviadas, perdidas, furtadas, roubadas, deterioradas ou destruídas.

Em ambos os casos, as regras têm vigência até 31 de dezembro de 2024.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 344 Visualizações
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Federações empresariais apoiam projeto que zera impostos federais para setores econômicos do RS

Por Jonathan da Silva 28/05/2024
Por Jonathan da Silva

As federações empresariais Fecomércio-RS, Farsul, Fiergs e Federasul manifestaram apoio ao Projeto de Lei 1915/2024, do deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), que busca zerar os impostos federais para empresas dos setores de turismo, eventos e comércio do Rio Grande do Sul diante dos impactos das enchentes que assolam o estado. Há requerimento de urgência para o andamento da matéria no Congresso Nacional, feito pelo gabinete do deputado Pedro Westphalen (PP-RS). As federações têm trabalhado pela sensibilização dos parlamentares em prol da aprovação.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, explica que este projeto é uma forma de extensão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos, o Perse, que foi criado para socorrer empresas do setor de eventos afetadas pela pandemia. “Nessa formatação, ele permite que empreendimentos do Rio Grande do Sul com diferentes atividades de atuação nos setores de turismo, eventos e comércio sejam beneficiadas, por 60 meses, com a isenção dos tributos de PIS, Cofins, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas”, detalha Bohn.

Neste momento de extrema dificuldade para os gaúchos, esse seria um alento para dar fôlego aos empresários para que possam se reerguer, manter empregos e voltar a gerar renda e fazer a economia girar”, afirma Luiz Carlos Bohn.

Em manifesto conjunto, as federações empresariais gaúchas chamam atenção aos prejuízos gerados pelas enchentes que afetaram, além de residências e empresas, estradas e o principal aeroporto do Rio Grande do Sul, o Salgado Filho, em Porto Alegre. Com a infraestrutura comprometida, inúmeros eventos necessitaram ser cancelados e, com o acesso bastante limitado, polos turísticos como Gramado e Canela deverão registrar prejuízo significativo, colocando em risco milhares de empregos dependentes da atividade turística.

O documento ressalta também que os setores foram alguns dos mais impactados pela pandemia da Covid-19, com muitos estabelecimentos ainda às voltas com financiamentos contraídos para enfrentar o período. “Solicitamos aos parlamentares apoio na aprovação desta proposta, bem como a priorização de outras matérias que venham a auxiliar a recuperação do Rio Grande do Sul”, finaliza Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 407 Visualizações
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Assintecal abre inscrições para missão tecnológica à China

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Com o objetivo de colher insights sobre o mercado chinês de calçados, com foco em tecnologia e robotização, a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) abriu inscrições para a Missão Tecnológica à China. A iniciativa é do Brazilian Materials, programa de apoio às exportações do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), e acontece entre os dias 1º e 14 de setembro.

Conforme a pré-agenda, os empresários interessados têm visitas programadas em seis cidades chinesas. A primeira parada será em Xangai, quando a delegação participa de uma visita guiada na All China Leather Exhibition (Acle), única feira internacional de couro na China que oferece grande variedade de couro, componentes e acessórios, equipamentos e serviços de tecnologia para o setor; reuniões no escritório local da ApexBrasil com apresentação sobre o mercado chinês e com tendências e projeções gerais e do setor naquele país; visita guiada de moda nas principais grifes e marcas de Xangai, com acompanhamento do consultor de Design e Pesquisa do INSPIRAMAIS, Marnei Carminatti; e visitas à loja Nike House of Innovation e à uma fábrica de materiais para calçados.

A segunda parte da Missão acontece em Quanzhou, onde o grupo visita duas importantes fábricas locais de calçados. Na sequência, o grupo vai até Guangzhou, Shenzhen e Dongguan, onde terá agendas em fábricas das cidades e uma das maiores empresas mundiais de tecnologia, a Huawei.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, ressalta que a iniciativa visa identificar pontos positivos que fizeram a China ser a principal potência mundial do setor de calçados. “Hoje, a China responde por mais da metade da produção mundial do setor, agregando toda a tecnologia necessária para a produção das principais marcas mundiais, principalmente do segmento de esportivos. Evidentemente, existem pontos em que a indústria brasileira está mais adiantada, como a questão da sustentabilidade, mas existem também muitos pontos em que eles são mais competitivos. Precisamos identificar e agregar esses pontos no nosso segmento”, avalia.

Mercado

A China, além de ser um país com grande consumo de calçados, é a maior produtora do setor, com mais de 13 bilhões de pares produzidos todos os anos, sendo mais de 9 bilhões destinados para a exportação. Mais informações e inscrições disponíveis pelo e-mail internacional@assintecal.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 479 Visualizações
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Agroindústrias fortalecem negócios com maior mercado importador das proteínas brasileiras na SIAL China

Por Jonathan da Silva 28/05/2024
Por Jonathan da Silva

O fortalecimento de laços e a procura por negócios serão os principais objetivos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), durante a SIAL China, feira que acontece em Xangai de 28 a 30 de maio. Um dos maiores eventos da indústria de alimentos que abastece o mercado chinês, a SIAL China contará com um espaço exclusivo para a avicultura e a suinocultura brasileiras, destinado à realização de encontros de negócios com importadores e potenciais clientes da indústria exportadora de carne de frango e de carne suína no Brasil.

Além disso, representantes da ABPA, incluindo o diretor de mercados, Luis Rua, e a analista de promoção comercial, Julia Arantes, participarão de reuniões com stakeholders do mercado chinês, entre membros do governo e representações privadas. “Os esforços realizados pelo Ministério da Agricultura para ampliação da presença brasileira no mercado chinês deverão gerar importantes resultados nos negócios consolidados durante o evento. Há boas expectativas com relação aos resultados desta edição da SIAL, que já está consolidada como uma das ações mais importantes do calendário da cadeia setorial exportadora”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O espaço contará também com ação de promoção da avicultura e da suinocultura do Brasil, com a distribuição de materiais promocionais das marcas setoriais brasileiras (Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck) com informações sobre produtos, sobre o setor produtor e exportador brasileiro e os contatos das empresas que atuam no mercado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 416 Visualizações
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Estudo da Fiergs mostra que 47 mil indústrias gaúchas foram atingidas pelas enchentes

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) sobre o impacto da catástrofe climática no setor industrial gaúcho mostra que nos municípios afetados – em estado de calamidade pública ou situação de emergência – estão localizadas 47 mil do total de 51 mil indústrias do RS.

Os resultados foram divulgados na tarde da segunda-feira (27). “As inundações no Rio Grande do Sul revelaram um impacto econômico significativo e abrangente. Os dados destacam a importância de direcionar recursos de maneira eficiente para as áreas mais necessitadas. Mas é fundamental ressaltar que os efeitos desse desastre natural ainda estão em curso. Só com a continuidade das avaliações e a divulgação de novos dados será possível obter uma compreensão mais completa dos impactos e planejar estratégias de recuperação mais eficazes, assegurando que os esforços de reconstrução atendam às necessidades reais das comunidades atingidas”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

De acordo com o trabalho elaborado pela Unidade de Estudos Econômicos da FIERGS, conforme o Decreto Estadual 57.626 de 21 de maio, foram reconhecidos 78 municípios em estado de calamidade e 340 em Situação de Emergência. Nestes 418 municípios, estão sediadas 47 mil indústrias do RS, que empregam 813 mil pessoas. As regiões com o maior número de municípios em estado de calamidade foram Vale do Taquari (23), Central (20), Vale dos Sinos (11) e Metropolitana (7).

O estudo da FIERGS inclui os principais indicadores econômicos – atividade, quantidade de estabelecimentos industriais, arrecadação de ICMS e exportações – dos municípios e regiões mais importantes atingidos pelas chuvas. Essas variáveis são as principais informações relevantes para a indústria disponíveis que contemplam os municípios afetados pelo fenômeno meteorológico. O estudo também divide o RS em dez regiões econômicas: Metropolitana, Vale dos Sinos, Serra, Serra Centro, Vale do Taquari, Central, Planalto, Missões, Campanha e Sul.

Em relação à atividade econômica, as regiões com municípios em estado de calamidade pública com maior Valor Adicionado Bruto (VAB) – que é o valor que cada setor da economia (agropecuária, indústria e serviços) acresce ao valor final de tudo que foi produzido em uma região – potencialmente afetado eram: Metropolitana (R$ 87 bilhões), Vale dos Sinos (R$ 52 bilhões), Vale do Taquari (R$ 29 bilhões), Serra (R$ 29 bilhões) e Central (R$ 28 bilhões). Em relação ao VAB da Indústria, as regiões com maior atividade industrial potencialmente atingida eram: Vale dos Sinos (R$ 19 bilhões), Vale do Taquari (R$ 14,6 bilhões), Metropolitana (R$ 11,4 bilhões) e Serra (R$ 9,9 bilhões).

Apesar de representarem apenas 15,7% dos municípios do Rio Grande do Sul, as cidades em estado de calamidade possuem uma alta representatividade econômica no Estado, especialmente no setor industrial: 50,7% do VAB do RS, 57,1% do VAB industrial, 48,1% dos estabelecimentos industriais, 52,7% dos empregos industriais, 65,6% das exportações da indústria e 56,3% da arrecadação de ICMS com atividades industriais.

Já na Indústria de Transformação, mais de 50% da massa salarial dos segmentos estão em municípios em estado de calamidade. Ramos com grande representatividade na massa de salários do RS se encontram nessas regiões: Alimentos (R$ 190 milhões nos locais em calamidade), Máquinas e equipamentos (R$ 162 milhões) e Produtos de metal (R$ 128 milhões). Essas cidades concentram quase a totalidade da produção de Tabaco (99,8%) e de Farmoquímicos e farmacêuticos (93,1%) do Rio Grande do Sul.

Ainda, quanto às exportações da Indústria de Transformação em cidades potencialmente afetadas, as regiões Sul (US$ 3,7 bilhões), Central (US$ 3,1 bilhões) e Metropolitana (US$ 2,6 bilhões) se destacam. Por fim, as regiões com maior impacto potencial sobre a arrecadação de ICMS em estabelecimentos industriais foram Vale dos Sinos (R$ 4,7 bilhões), Metropolitana (R$ 2,1 bilhões) e Serra (R$ 2 bilhões).

Situação de emergência

Também de acordo com o decreto estadual de 21 de maio, 68,4% dos municípios gaúchos estão em situação de emergência (340). Entre as regiões que possuem municípios nessa situação, destacam-se em atividade econômica, medida pelo Valor Adicionado Bruto: Missões, com R$ 43,8 bilhões; Planalto, R$ 42,1 bilhões, Campanha, R$ 24,9 bilhões; e a região Sul, R$ 20,3 bilhões. Ao focar especificamente o VAB da indústria, 37,7% desse total se concentra nas regiões afetadas, com os maiores valores encontrados em: Planalto (R$ 9,1 bilhões), Missões (R$ 7,3 bilhões), Serra Centro (R$ 5,2 bilhões) e Metropolitana (R$ 5,0 bilhões). As localidades ainda abrigam cerca de 22 mil indústrias, o que representa aproximadamente 44% do total do Rio Grande do Sul. Na Indústria de Transformação, 42,5% da massa salarial está concentrada nesses municípios que se encontram em situação de emergência.

O cenário de calamidade influenciou no sentimento do industrial gaúcho. Em maio, a pesquisa de Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) divulgada pela FIERGS teve a sua maior queda desde novembro de 2022 e atingiu o menor nível desde junho de 2020: 44,4 pontos, 6,1 a menos que em abril.

As expectativas com relação ao futuro das empresas, que até então sustentavam o otimismo e a confiança da indústria gaúcha, foram as mais impactadas. O Índice de Expectativas das Empresas desabou dez pontos, de 57,7 para 47,7, menor valor desde maio de 2020, voltando ao campo pessimista pela primeira vez desde novembro de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 374 Visualizações
Business

Quiero Café recebe Selo de Excelência em Franchising ABF pelo terceiro ano consecutivo

Por Jonathan da Silva 24/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Quiero Café recebeu pelo terceiro ano consecutivo o Selo de Excelência em Franchising ABF, promovido pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). A premiação foi realizada no dia 3 de maio, em São Paulo. O selo é a principal chancela do mercado de franquias no Brasil e um termômetro das relações entre franqueador e franqueado. São os franqueados que, por meio da Pesquisa do SEF, avaliam as empresas franqueadoras que, conforme com a pontuação obtida, conquistam a chancela.

Para o sócio-fundador do Quiero Café, Matheus Fell, a conquista é especial porque representa uma chancela do mercado brasileiro, da Associação Brasileira de Franquias e dos franqueados. “Buscamos sempre manter uma relação forte, próxima e transparente com o franqueado, então esse feedback é muito importante para nós. E estar presente na ABF nos permite estarmos próximos de boas referências, alinhados com as melhores práticas do mercado de franquias e podendo aprender com eles, que constroem relações e resultados sólidos ao longo de muitos anos”, comenta Fell.

Troféu recebido pela franquia

O Quiero Café foi condecorado pelo selo na categoria Sênior, que premia redes a partir de 15 franqueados, 30 operações e 5 anos no mercado. Outras três categorias completam a premiação: Pleno, que reúne marcas com no mínimo 5 franqueados, 10 unidades e 2 anos atuando no franchising; Máster, com franquias com ao menos 30 franqueados, 60 unidades e em atividade no setor há pelo menos 10 anos; e Mega, que congrega marcas a partir de 100 franqueados, 200 unidades e integrantes do franchising ao menos há 15 anos.

O Quiero Café surgiu em 2015, em Teutônia, no interior do gaúcho. Um ano e meio depois, em 2017, foi inaugurada a segunda unidade própria, em Lajeado. A partir de então, a empresa iniciou a implementação do sistema de franquias. Depois de se expandir pelo Rio Grande do Sul, o Quiero Café chegou também a outros quatro estados, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e São Paulo. Atualmente, a franquia conta com uma rede de 64 unidades em operação. Em 2023, o Quiero Café faturou R$ 152,8 milhões, registrando um crescimento de 57,4% em relação ao ano anterior.

Fotos: Quiero Café/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/05/2024 0 Comentários 419 Visualizações
Business

Procon RS reforça compromisso com o atendimento ao consumidor

Por Marina Klein Telles 24/05/2024
Por Marina Klein Telles

O Departamento do Consumidor (Procon RS), da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), se reuniu na quinta-feira (23) com representantes do setor de seguros no Estado. O encontro reforçou o compromisso, por parte do setor, com a informação e a atenção ao consumidor de maneira célere e eficaz neste momento de calamidade.

“O nosso objetivo com o encontro foi reafirmar o compromisso com o atendimento ao consumidor”, disse o diretor do Procon RS, Rainer Grigolo. “Uma etapa importante, para defendermos o direito do consumidor, é fazer com que o próprio entenda os seus direitos. Sabemos que neste momento de crise muitas informações erradas são divulgadas”, afirmou.

Participaram da reunião representantes do Sindicato dos Corretores do RS (Sicor), da Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria do RS (Aconseg/RS) e do Clube de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG/RS).

Direitos do segurado em momento de calamidade

Um dos direitos mais importantes é que todos os financiamentos imobiliários feitos pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) possuem o seguro de Danos Físicos ao Imóvel (DFI). Esse seguro cobre a integridade (estrutura) física do imóvel e não os bens móveis do seu interior. Alagamentos, inundações e desmoronamentos são exemplos de incidentes cobertos pelo DFI.

Além do DFI, os financiamentos imobiliários SFH possuem cobertura do seguro Morte e Invalidez Permanente (MIP). Portanto, as pessoas que tiveram sinistros (acidente que causa danos e/ou prejuízos a um bem segurado) em suas residências financiadas pelo SFH devem contatar o banco ou a instituição financeira.

Os contratos de seguro imobiliário e de veículos automotores facultativos podem ou não ter cobertura para eventos meteorológicos como as fortes chuvas. Portanto, é importante olhar a apólice de seguros e, na dúvida, contatar o seu corretor de seguros. A mesma recomendação é dada referente aos Seguros de Vida.

O que fazer caso o fornecedor negue o pedido de ressarcimento

Caso a apólice garanta cobertura e ocorra a negativa por parte do fornecedor, o consumidor poderá contatar o seu Procon municipal, onde houver, ou o Procon RS. O Procon Estadual está recebendo reclamações em parceria com os Balcões do Consumidor – um projeto com universidades que busca soluções administrativas para questões ligadas ao direito do consumidor, sem processo judicial.

Atendimento dos Balcões do Consumidor

Porto Alegre e Região Metropolitana: atendimento presencial na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) (Av. Ipiranga, 6681 – Porto Alegre).

Guaíba e cidades próximas: atendimento on-line pelo e-mail balcão.consumidor@guaiba.rs.gov.br e pelo WhatsApp 51 994833431.

Santa Cruz do Sul e cidades próximas: atendimento presencial na Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) (Av. Independência, 2293 – Universitário, Santa Cruz do Sul, Salas do “antigo” GAJ – Sala “F”). Nas segundas e quartas-feiras: das 14h30 até 16h30. Em outros dias da semana, havendo disponibilidade, mediante agendamento prévio por e-mail ou telefone: (51) 3717-7616 e balcaodoconsumidor@unisc.br.
Canal de denúncias

As denúncias sobre abusos de preços de produtos e serviços devem ser encaminhadas para o Procon municipal da região ou para o e-mail do Procon RS (procon@justica.rs.gov.br).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/05/2024 0 Comentários 299 Visualizações
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Prefeitura e CDL pedem incentivo às empresas locais

Por Marina Klein Telles 23/05/2024
Por Marina Klein Telles

A maior enchente já registrada no Rio Grande do Sul trouxe impactos negativos para todo o Estado. Para além dos afetados pelas chuvas e que perderam tudo, há ainda o setor econômico, que provavelmente sentirá também uma expressiva consequência. Segundo dados da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), há uma estimativa de que 497 cidades gaúchas perderão, cada uma, até um quarto da arrecadação do ICMS em 2024, devido aos impactos da enchente. A possibilidade é de que se arrecade pelo menos R$ 2,9 bilhões a menos no Estado. O estudo da entidade aponta que Estância Velha poderia ter um impacto negativo de aproximadamente R$ 7 milhões.

Para minimizar os danos, ou até mesmo evitar que ele aconteça, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SEDEIT), em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Estância Velha, Ivoti, Lindolfo Collor, Presidente Lucena e São José do Hortêncio (CDL), pede uma maior atenção dos estancienses para o uso e a priorização de empresas locais.

Muitas empresas estão sofrendo com tudo o que está acontecendo, seja por estragos das chuvas ou mesmo a impossibilidade de operar normalmente em função de ter sua equipe de trabalho também afetada ou até mesmo a dificuldade de transporte pelas rodovias do Estado. “Essa é uma hora para unirmos forças e solidariedade. Cada compra ou negociação feita com uma empresa gaúcha é uma forma de auxiliar na recuperação econômica do Rio Grande do Sul”, aponta o prefeito Diego Francisco.

A Presidenta do CDL local, Márcia Ramos, reforça esse pedido. Para ela, muitas pessoas precisarão ter paciência nesse primeiro momento. “Muitas empresas também estão sofrendo com tudo o que está acontecendo. Por isso, fica o nosso apelo: comprem das empresas locais para que elas se reergam o quanto antes, bem como não cancelem suas compras de empresas das cidades do nosso estado. Esses contratempos que estamos vivendo, são temporários”, argumenta.

Comércio local

Ao comprar no comércio local, você também ajuda a manter os empregos gerados pelas empresas da região, fazendo assim a roda da economia girar em nossa cidade e Estado. “Vamos unir forças e solidariedade para superar essa fase juntos. Cada compra feita contribui para a recuperação econômica da região, bem como do Estado e ajuda aqueles que foram afetados pela tragédia”, completa Márcia.

A estanciense Juliana Manske afirma que a melhor forma de ajudar o comércio local é caminhando pelo bairro onde mora, sem grandes deslocamentos. Na manhã de terça-feira, dia 21 de maio, ela buscou por algumas peças em uma ferragem, uma das lojas mais antigas da cidade. “Além de necessidades para casa, eu tenho três filhos pequenos, nos últimos anos tudo o que eu consumo são para eles”, conta.

Programa incentiva empresas em Estância Velha

Logo no primeiro ano da atual gestão foi lançado o programa DesenvolvEV. Ele tem o objetivo de criar um ecossistema de criação, aperfeiçoamento e ampliação de empresas na cidade. Entre as iniciativas de estímulo ao empreendedorismo, pelo programa Cidade Empreendedora, já foram registradas mais de 1.200 empresas abertas na cidade. O DesenvolvEV também possibilita que os empresários levem suas marcas para importantes feiras nacionais e regionais, além de liberar créditos de investimentos. Desde 2021 o programa já liberou mais de R$ 3 milhões em incentivos.

Foto: Julia Monteiro/divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2024 0 Comentários 335 Visualizações
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PLP que abre segunda chance anual de adesão ao Simples Nacional avança na Câmara dos Deputados

Por Jonathan da Silva 23/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 228/2023, que cria uma segunda chance anual para as empresas aderirem ao Simples Nacional, foi aprovado nesta terça-feira (21) pela Comissão de Indústria, Comércio e Serviços (CICS) da Câmara dos Deputados. A pauta vem sendo defendida pela Fecomércio-RS em prol do setor de comércio, serviços e turismo do Rio Grande do Sul. O projeto agora segue em tramitação, aguardando apreciação na Comissão de Finanças e Tributação.

O projeto propõe uma mudança na Lei Complementar 123/2006, a fim de permitir a opção pelo Simples Nacional tanto nos meses de janeiro quanto de julho de cada ano. “Possibilitar que, após a regularização da situação fiscal, o empreendimento possa voltar a ser enquadrado no Simples Nacional no mesmo ano-calendário é uma medida fundamental de proteção a postos de trabalho e está alinhado às intenções do legislador na edição do Estatuto Nacional da Microempresa, bem como à previsão da Constituição Federal de tratamento diferenciado e favorecido para microempresas”, destaca o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Com a alteração, a entidade acredita que os negócios terão maior incentivo para regularizar as pendências junto ao Fisco em menor tempo, o que também pode impactar positivamente a arrecadação sem aumento na carga tributária. O PLP foi apresentado pela Comissão de Legislação Participativa da Câmara em outubro de 2023. Mais informações sobre a atuação da Fecomércio-RS em relação ao tema podem ser conferidas na plataforma Representa+.

Foto: Confederação Nacional dos Municípios/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2024 0 Comentários 373 Visualizações
Business

Secretaria de Inovação de Gramado alinha ideias com o Sebrae para auxílio aos negócios

Por Jonathan da Silva 22/05/2024
Por Jonathan da Silva

A equipe da Secretaria de Inovação de Gramado se reuniu com representantes do Sebrae na manhã desta terça-feira (21) para debater ideias e estratégias de auxílio aos micro e pequenos empresários neste momento de retomada econômica após a catástrofe climática. A secretaria tem buscado alternativas para dar apoio a retomada dos negócios locais e o fomento à economia.

A primeira etapa da parceria será composta por assessorias e workshops que ajudarão os empreendedores na retomada de suas empresas. Na sequência, serão promovidas rodadas de negócios que possibilitarão a oferta de produtos locais para mercados de todos os estados do Brasil.

A Secretaria de Inovação de Gramado desta que, junto à Sala do Empreendedor, está preparada para auxiliar os empreendedores gramadenses neste momento.

Foto: Prefeitura de Gramado/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2024 0 Comentários 405 Visualizações
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