Unimed Porto Alegre ressalta a importância do cuidado personalizado no South Summit Brazil

Por Marina Klein Telles

Na última sexta-feira (27), no palco Demo do South Summit Brazil, o superintendente geral da Unimed Porto Alegre, Marcelo Junges Hartmann, a coordenadora médica da Casa TEA, Simone Sudbrack, e a superintendente  de Recursos e Serviços Próprios, Cristiane Gonçalves, participaram do painel Ambiente Terapêutico do Futuro, que abordou como a inovação, os dados e a tecnologia estão redefinindo o cuidado terapêutico com personalização, prevenção e novos modelos de apoio à neurodiversidade.

 Um dos principais destaques apresentados foi a evolução da Casa TEA, espaço criado pela Unimed Porto Alegre em 2023 para acolher crianças e jovens com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outros Transtornos do Desenvolvimento, além de oferecer suporte às suas famílias. Atualmente, a iniciativa já conta com três unidades de atendimento em Porto Alegre, consolidando-se como referência no cuidado especializado.  “A Casa TEA foi concebida para ser um ambiente de acolhimento, discussão e inclusão sobre o assunto”, ressaltou Hartmann.

 Entre as novidades, está a criação do Centro de Diagnóstico e Desenvolvimento, que iniciou sua operação em fevereiro deste ano. O modelo propõe uma abordagem  integrada, reunindo, em um mesmo espaço, um time multidisciplinar. “Cada equipe é formada por cinco profissionais: um psicólogo, um médico, um fisioterapeuta, um fonoaudiólogo e um terapeuta ocupacional, para que seja feita uma avaliação robusta para cada caso atendido”, explica Simone.

 O fluxo do Centro de Diagnóstico e Desenvolvimento é dividido em três etapas. A primeira consiste no acolhimento dos pais ou responsáveis, com levantamento detalhado da rotina e do histórico da criança; a segunda envolve a avaliação em arena com a equipe multiprofissional; e a terceira contempla a devolutiva da avaliação do caso, com esclarecimento de diagnóstico realizado, prescrição das terapias indicadas e acordadas com a família e entrega do planejamento terapêutico individualizado.

 A iniciativa já apresenta resultados iniciais, com mais de 140 crianças e famílias acolhidas pelo centro . “Buscamos melhorar cada dia mais esses atendimentos, buscando adaptar as necessidades à tecnologia que temos disponível para os melhores desfechos na assistência”, ressalta Cristiane.

 Diante do crescimento do diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista, que já somam cerca de 2,4 milhões no Brasil, os palestrantes destacaram o movimento da Unimed Porto Alegre em direção a uma medicina cada vez mais personalizada. Em 2025, a Casa TEA realizou cerca de 3 mil atendimentos por mês com foco na necessidade de cada paciente e no aumento da efetividade dos tratamentos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
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