Vinícola Aurora recebe certificação internacional por redução de CO2

Por Gabrielle Pacheco

A cooperativa recebeu o Certificado de Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa por utilizar, no período, apenas energia elétrica proveniente de usinas de fontes renováveis e incentivadas pelo governo federal, como eólica, solar, biomassa, de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs). O certificado foi emitido pela Consultoria em Energia Ludfor.

Os números

– Quase quatro mil árvores preservadas
– Cerca de 61 toneladas de papel a menos enviadas para os aterros sanitários
– Redução na emissão de 144,2 mil toneladas de gás carbônico (CO2) na atmosfera nos últimos 12 meses

 

Os dados dos cálculos de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) seguem as metodologias reconhecidas internacionalmente, como o GHG Protocol Corporate Standart da The Green house Gas Protocol Initiative e o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC).

“Temos um compromisso social e ambiental e estamos trabalhando para preservar os recursos naturais.”

O diretor superintendente da Aurora, Hermínio Ficagna, lembra que a cooperativa já vem trabalhando na redução de gás carbônico e em outras iniciativas de preservação ao meio ambiente há mais de uma década. Entre os exemplos, está a nova planta industrial da cooperativa, inaugurada em maio de 2019, no Vale do Vinhedos, em Bento Gonçalves, que é a primeira fábrica do Brasil com certificado LEED versão 4.0, ou seja, é 100% sustentável. “A nossa matéria-prima vem da natureza, temos um compromisso social e ambiental e estamos trabalhando para preservar os recursos naturais e, consequentemente, reduzindo custos de produção”, acredita.

“Estes resultados mostram que é possível conciliar crescimento comercial (…) com a preservação dos recursos naturais.”

Nos últimos 10 anos, o faturamento da vinícola triplicou, chegando a R$ 558 milhões em 2019, o melhor desempenho de toda sua história que chegará a 90 anos em 2021. O resultado, mais uma vez, a consolida como a vinícola que mais fatura no país e também como líder de mercado nas categorias de vinhos finos, sucos de uva e coolers. “Estes resultados mostram que é possível conciliar crescimento comercial e expansão produtiva com a preservação dos recursos naturais, com o uso de uma matriz energética limpa e sustentável”, acrescenta Ficagna.

Foto: James Rodrigues/Divulgação | Fonte: Assessoria
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