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violência doméstica

Projetos especiais

São Leopoldo realiza ação de conscientização contra violência doméstica em farmácias

Por Jonathan da Silva 08/01/2026
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres (Sepom) de São Leopoldo promoveu mais uma ação “São Léo Mulher + Segura” nesta quinta-feira (8), desta vez em farmácias da cidade. A iniciativa contou com a distribuição de materiais da campanha “Fale antes que seja tarde”, que reúne orientações e canais de apoio para mulheres em situação de violência doméstica, com o objetivo de facilitar o acesso a informações preventivas em locais de circulação cotidiana no município.

A atividade percorreu diferentes estabelecimentos comerciais da cidade, incluindo unidades das farmácias São João, Tribarato, Agafarma e Unifarma. Durante as visitas, foram disponibilizados informativos com dados sobre a rede de proteção e instruções sobre como buscar ajuda em casos de violência doméstica.

Informação diretamente para as mulheres

A secretária interina de Políticas para Mulheres de São Leopoldo, Patrícia Oliveira, comentou sobre o impacto da iniciativa. “Essa ação leva informações diretamente às mulheres, em espaços que fazem parte da rotina delas. Muitas vezes, o acesso à informação é o primeiro passo para romper o ciclo da violência. Ao disponibilizar esse material nesses locais, fortalecemos os canais de ajuda e ampliamos a proteção às mulheres”, ressaltou a titular da pasta.

Foto: Rebeca dos Santos/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2026 0 Comentários 136 Visualizações
Projetos especiais

Documentário sobre violência doméstica será exibido em Dois Irmãos nesta terça

Por Jonathan da Silva 01/12/2025
Por Jonathan da Silva

A Casa Vitória exibirá o documentário “Eu, Dona de Mim” nesta terça-feira, dia 2 de dezembro, às 18h30min, no Complexo Esportivo Municipal, em Dois Irmãos. A sessão, aberta ao público e gratuita, apresentará relatos de mulheres vítimas de violência doméstica e depoimentos de profissionais que atuam na área, a fim de ampliar a conscientização sobre o tema.

O documentário foi realizado pela Casa Vitória, espaço de acolhimento para mulheres vítimas de violência doméstica em Canela. A produção reúne depoimentos que mostram vivências e aspectos técnicos relacionados ao atendimento, com o objetivo de evidenciar situações que muitas vezes não chegam ao conhecimento público.

Debate após a sessão

Após a exibição, haverá uma roda de conversa conduzida pela psicóloga da Casa Vitória, Denize Kochi. O encontro permitirá que o público dialogue sobre os temas abordados no filme e tire dúvidas sobre formas de proteção e acolhimento disponíveis na região.

Serviço

  • O quê: exibição do documentário “Eu, Dona de Mim”
  • Quando: Terça-feira, 2 de dezembro, às 18h30min
  • Onde: Complexo Esportivo Municipal (Rua Alberto Rubenich, 11, Vila Rosa, Dois Irmãos)
  • Quanto: entrada franca
Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
01/12/2025 0 Comentários 167 Visualizações
Projetos especiais

Divulgado vencedor de concurso de redação sobre combate à violência doméstica em Canela

Por Jonathan da Silva 24/10/2025
Por Jonathan da Silva

O estudante João Vitor de Vargas, da Escola João Alfredo Corrêa Pinto, foi o vencedor do 2º Concurso de Redação “Canela no Enfrentamento à Violência Doméstica”, promovido pela Casa Vitória. O resultado foi definido por voto popular no perfil da instituição no Instagram, e o texto “Combatendo a Violência” recebeu 42% dos votos. A premiação ocorreu em Canela, e o aluno foi contemplado com uma bicicleta.

A iniciativa tem como objetivo incentivar a reflexão sobre o enfrentamento à violência doméstica entre os estudantes e ampliar o diálogo sobre o tema nas escolas. Os outros dois finalistas foram Ana Beatriz Petzinger, autora de “A Violência Doméstica”, e Bernardo Ximenes, com o texto “Enfrentando a Violência”, ambos da Escola Ernesto Dornelles. Eles receberam cestas como prêmio.

Educação para quebrar o ciclo de violência

A coordenadora da Casa Vitória, Manoela Negrelli, destacou o envolvimento dos alunos e professores na ação. “Ficamos muito felizes em ver o engajamento dos alunos e professores em mais uma edição do nosso concurso. Acreditamos que a educação é uma das mais poderosas ferramentas para romper os ciclos de violência e construir uma sociedade mais justa e segura para todas”, afirmou Manoela.

O concurso contou com 139 redações inscritas, elaboradas por alunos do 6º ano das escolas municipais. Os professores de Língua Portuguesa receberam, por meio da Secretaria Municipal de Educação, materiais educativos sobre a atuação da Casa Vitória, utilizados como base para o desenvolvimento dos textos.

O que é a Casa Vitória

Criada em 2021, a Casa Vitória é um espaço de acolhimento para mulheres e famílias vítimas de violência doméstica em Canela. Desde a inauguração, já realizou mais de 1.065 atendimentos, impactando diretamente a vida de mulheres e famílias do município. A instituição é uma das 14 casas abrigo do Rio Grande do Sul e se destaca por unir acolhimento, prevenção e educação.

Financiada pela Prefeitura de Canela, a Casa Vitória também desenvolve ações educativas e multidisciplinares, com o propósito de fortalecer as mulheres atendidas e interromper o ciclo de violência entre gerações. O trabalho da instituição pode ser acompanhado pelo perfil @casavitoriacanela.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/10/2025 0 Comentários 194 Visualizações
Variedades

Casa das Artes de Novo Hamburgo recebe exposição sobre violência doméstica

Por Jonathan da Silva 07/10/2025
Por Jonathan da Silva

Nos dias 9 e 10 de outubro, a Casa das Artes de Novo Hamburgo recebe a casa-exposição “Nem Tão Doce Lar”, uma mostra itinerante e interativa que busca promover a reflexão sobre a violência doméstica e familiar. A iniciativa leva ao espaço público a representação de uma casa com pistas que denunciam diferentes formas de violência sofridas por mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência e integrantes da comunidade LGBTQIAPN+.

Aberta ao público de forma gratuita, a exposição pode ser visitada individualmente ou em grupos. Na quinta-feira, dia 9, o horário de visitação será das 13h às 17h, e na sexta-feira, 10, das 9h às 17h. O público prioritário são estudantes a partir da 5ª série do ensino fundamental e ensino médio, além de educadores, grupos de mulheres, coletivos e a população em geral.

Durante o percurso pelos cômodos da casa, os visitantes são convidados a identificar pistas que revelam situações de violência e, ao final, participam de uma roda de conversa para compartilhar percepções e esclarecer dúvidas. O espaço também traz informações sobre os diversos tipos de violência que podem ocorrer no ambiente doméstico, estimulando o reconhecimento das situações e o incentivo à denúncia.

Formação e rede de apoio

Além da exposição, a programação inclui uma Oficina de Formação no dia 8 de outubro, voltada a integrantes da rede de proteção, de equipamentos públicos e de organizações da sociedade civil. O objetivo é fortalecer o trabalho coletivo de enfrentamento à violência doméstica em Novo Hamburgo e na região.

A iniciativa é promovida pela Fundação Luterana de Diaconia (FLD), em parceria local com a Associação Beneficente Floresta Imperial (Abefi), Abrigo Beija-Flor e Abrigo Morada de Gigantes, com o apoio da Prefeitura, por meio das secretarias de Cultura, Educação, Saúde e Desenvolvimento Social e Habitação. Também colaboram o programa Restaura NH, da Secretaria de Segurança Pública, o Juizado da Infância e da Juventude, o Juizado da Violência Doméstica, o Conselho Tutelar, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e o Fórum dos Conselhos.

Nem Tão Doce Lar

A exposição Nem Tão Doce Lar foi criada em 2006, mesmo ano de promulgação da Lei Maria da Penha, e inspirada na mostra alemã Rua das Rosas, idealizada pela antropóloga Uma Hombrecher com apoio da agência Pão para o Mundo (PPM). Desde então, a proposta foi adaptada ao contexto brasileiro e vem percorrendo diversas cidades do país. Em 2025, já esteve em Agudo, Pelotas e Portão, no Rio Grande do Sul, e em Colatina e Linhares, no Espírito Santo.

Em 2024, a FLD recebeu o Prêmio Apergs de Direitos Humanos Procurador Jacques Alfonsin, concedido pela Associação dos Procuradores do Estado do Rio Grande do Sul, pelo trabalho “Política de Justiça de Gênero – Nem Tão Doce Lar”.

Serviço

  • O quê: Exposição Nem Tão Doce Lar
  • Quando: 9 de outubro, das 13h às 17h, e 10 de outubro, das 9h às 17h
  • Onde: Casa das Artes de Novo Hamburgo (Avenida 1º de Março, 59 – Centro)
  • Quanto: Gratuito
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2025 0 Comentários 251 Visualizações
Variedades

CRPO-VRS debate violência doméstica e saúde mental durante seminário em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 12/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Comando Regional de Polícia Ostensiva Vale do Rio dos Sinos (CRPO-VRS) realizou o seminário “Vidas em Foco: reflexos da saúde mental no âmbito da violência doméstica” na tarde desta quarta-feira (10), no auditório da Unitec da Unisinos, em São Leopoldo. O evento reuniu especialistas em saúde, segurança pública, psicologia e direito para discutir os impactos da violência doméstica e ampliar as perspectivas sobre o tema.

A programação contou com painéis que abordaram empreendedorismo e autonomia feminina, educação e legislação na prevenção da violência, além de reflexões sobre saúde mental associada à violência doméstica. O auditório esteve lotado por autoridades e representantes de órgãos ligados ao enfrentamento da violência, como secretarias municipais, Ministério Público, Poder Judiciário, OAB, Polícia Civil e Guardas Municipais, além do efetivo da Brigada Militar.

Autoridades presentes

Entre os participantes estavam a presidente da Câmara de Vereadores de São Leopoldo, Iara Cardoso (PDT), a deputada estadual Eliana Bayer (Republicanos), o prefeito de Portão, Kiko Hoff (PP), o comandante do CRPO-VRS, coronel Luís Felipe Neves Moreira, e o diretor do Departamento de Saúde da Brigada Militar, coronel Régis Reche.

Compromisso da Brigada Militar

Durante sua fala, o comandante do CRPO-VRS, coronel Neves, destacou a importância do seminário. “Esta iniciativa demonstra o quanto nossa instituição está preocupada e atenta ao assunto, até porque, somos nós, brigadianos, que atendemos essa mulher vítima de violência lá na ponta, no começo de tudo. Que cada palavra dita aqui hoje se transforme em atitude. Que possamos levar para nossas casas, instituições e comunidades a certeza de que é possível prevenir e cuidar. O enfrentamento da violência doméstica não termina com este seminário. Pelo contrário, ele se fortalece a partir daqui, com cada um de nós como agentes de mudança”, afirmou Neves.

Apoio ao evento

A Brigada Militar agradeceu os colaboradores que contribuíram para a realização da atividade, entre eles Unisinos, Saúde PAS Medicina e Odonto, Troian Móveis, DLC Móveis e Decor, Ponto Econômico, Liana Atacado e Sinos Garden Paisagismo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2025 0 Comentários 205 Visualizações
Cidades

Casa Vitória reforça apoio a mulheres vítimas de violência em Canela

Por Jonathan da Silva 05/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Canela está destacando, neste Setembro Amarelo, o trabalho da Casa Vitória, espaço de acolhimento que atua na prevenção do suicídio e na recuperação da saúde mental de mulheres vítimas de violência doméstica. Desde sua criação, em setembro de 2021, até agosto deste ano, o local já realizou mais de 1.065 atendimentos, além de 79 abrigamentos, que envolveram também 61 crianças.

De acordo com o estudo “Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Públicos e Privados”, da Fundação Perseu e do Sesc, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma em cada cinco mulheres já sofreu algum tipo de violência cometida por homens, que são responsáveis por mais de 80% dos casos reportados no Brasil. Esses episódios não deixam apenas marcas físicas, mas são fatores de risco para depressão, ansiedade e ideação suicida.

A psicóloga da Casa Vitória, Denize Kochi, explica que grande parte das vítimas atendidas têm entre 18 e 22 anos e muitas chegam extremamente fragilizadas. “Ao chegar para o primeiro atendimento, essas jovens estão extremamente fragilizadas, muitas vezes sem conhecer sua própria identidade. Nosso trabalho é ajudá-las a ressignificar suas histórias e resgatar a esperança de viver”, afirmou Denize.

A psicóloga acrescenta que todas as formas de violência — física, psicológica, patrimonial, sexual e moral — afetam o psicológico das mulheres. Por isso, o acompanhamento contínuo é essencial. “Conforme ela nos conta sua história, buscamos mostrar o quanto ela já foi corajosa ao sobreviver à violência. Trabalhamos para que volte a sonhar e a acreditar que pode ter uma vida mais feliz e digna”, destacou Denize.

Como funciona o atendimento

O acesso à Casa Vitória pode ocorrer por encaminhamento do Judiciário, de serviços de saúde, assistência ou educação, ou de forma espontânea. No primeiro contato, a assistente social avalia as necessidades da vítima, como moradia temporária, proteção aos filhos ou solicitação de benefícios. Após essa etapa, começam os atendimentos psicológicos, voltados ao resgate de projetos de vida, incentivo ao autocuidado e fortalecimento da autoestima.

O espaço, estruturado em formato de residência, oferece um ambiente acolhedor para que as mulheres tenham condições de reconstruir suas vidas. Além da escuta especializada, é também um local de abrigo temporário até que seja possível retomar a rotina com segurança.

Rede de apoio em Canela

Em Canela, a rede pública de saúde e assistência oferece suporte às mulheres em situação de violência. As Unidades Básicas de Saúde (UBS), o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e a própria Casa Vitória são portas de entrada para o atendimento, além do apoio nacional disponibilizado pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo telefone 188.

Foto: Adriana Rabassa/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2025 0 Comentários 248 Visualizações
Variedades

Evento debate saúde mental e violência doméstica em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 04/09/2025
Por Jonathan da Silva

O evento “Vidas em Foco” será realizado no dia 10 de setembro, às 14h, no auditório da Unitec, na Unisinos, em São Leopoldo, e terá como tema central os impactos da saúde mental no contexto da violência doméstica. A iniciativa reunirá painelistas das áreas da saúde, segurança pública, psicologia e direito, que irão conduzir as discussões em uma abordagem multidisciplinar.

A programação contará com três painéis temáticos. O primeiro, “Do recomeço à autonomia: o empreendedorismo como uma ferramenta de independência feminina”, abordará o papel da geração de renda na superação da violência. O segundo painel, “Prevenir é possível? Os papéis da educação e da legislação no enfrentamento da violência doméstica”, trará a perspectiva do campo educacional e jurídico. Já o terceiro, “Entre feridas visíveis e invisíveis: saúde mental e violência doméstica”, terá foco nas consequências psicológicas e emocionais desse tipo de violência.

Serviço

  • O quê: Evento “Vidas em Foco”
  • Quando: 10 de setembro de 2025, às 14h
  • Onde: Auditório da Unitec – Unisinos, São Leopoldo
  • Quanto: Gratuito, com vagas limitadas e possibilidade de certificado de participação
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2025 0 Comentários 268 Visualizações
Variedades

Brigada Militar promove evento em São Leopoldo sobre saúde mental e violência doméstica

Por Jonathan da Silva 28/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Comando Regional de Polícia Ostensiva Vale do Rio dos Sinos da Brigada Militar realizará, no próximo dia 10 de setembro, às 14h, o evento “Vidas em Foco”, no Auditório da Unitec, na Unisinos, em São Leopoldo. A atividade terá como objetivo discutir a relação entre saúde mental e violência doméstica, reunindo diferentes perspectivas em painéis de conversa abertos à comunidade.

De acordo com a organização, a proposta é reunir especialistas de áreas distintas para analisar como os reflexos da saúde mental impactam situações de violência doméstica. A intenção é ampliar a compreensão sobre um tema que vem ganhando visibilidade e exigindo a atenção da sociedade e das instituições de segurança pública.

Evento gratuito

A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas. Em breve, será divulgado o link para inscrições e a programação completa. A Brigada Militar reforça o convite à comunidade para integrar o encontro e ampliar o debate sobre o assunto.

Serviço

  • O quê: Evento “Vidas em Foco” – painéis sobre saúde mental e violência doméstica
  • Quando: 10 de setembro, às 14h
  • Onde: Auditório da Unitec – Unisinos, em São Leopoldo
  • Quanto: Gratuito (vagas limitadas)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2025 0 Comentários 302 Visualizações
Projetos especiais

Brigada Militar lança capacitação para vítimas de violência doméstica e seus filhos

Por Jonathan da Silva 13/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Brigada Militar do Rio Grande do Sul dará início, em julho, ao projeto Caminhos da Esperança, que oferece qualificação profissional a 30 mulheres vítimas de violência doméstica e a seus filhos entre 14 e 24 anos. A iniciativa será realizada nas regiões do Comando de Policiamento da Capital (CPC) e do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), com apoio do Ministério do Trabalho e Emprego, Senac Comunidade e empresas com cotas de aprendizagem a preencher.

Segundo o chefe da PM3 do Estado-Maior da Brigada Militar e coordenador do Programa Maria da Penha, Tenente-Coronel Márcio Luiz da Costa Limeira, a BM já selecionou 30 mulheres atendidas pela Patrulha Maria da Penha. “O projeto terá início na região do CPC e CPM. A aprendizagem deve começar em julho em parceria com Ministério do Trabalho, Brigada Militar e Senac Comunidade”, afirmou o oficial.

As participantes estão sendo inseridas no programa Jovem Aprendiz, que contempla pessoas com idade entre 14 e 24 anos com ensino fundamental ou médio completo ou em andamento. No caso de pessoas com deficiência, não há limite de idade. Segundo o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente (Fepeti/RS), 35% das mulheres vítimas de violência doméstica no Estado têm menos de 24 anos, faixa compatível com a aprendizagem profissional.

Parceria interinstitucional

Além da Brigada Militar, Ministério do Trabalho, Senac Comunidade e Fepeti/RS, o projeto também conta com a participação do Fórum Gaúcho de Aprendizagem Profissional (Fogap), que oferece os cursos de qualificação. O Ministério do Trabalho atua na articulação das entidades envolvidas, enquanto a Brigada Militar realiza a seleção inicial das mulheres atendidas.

Rumo à independência financeira

De acordo com a chefe da Adjuntoria de Polícia Comunitária e de Proximidade e coordenadora das Patrulhas Maria da Penha, Capitã PM Francini Pagliarini Fisch, o objetivo é “capacitar mulheres e jovens e proporcionar qualificação profissional que abra portas para o ingresso no mundo do trabalho. Sensibilizar a sociedade, os formadores e empregadores para a importância de inserir essas mulheres e seus filhos vítimas de violência doméstica e familiar no mundo do trabalho para fim de alcançar sua independência financeira”.

A capitã acrescenta que a dependência econômica muitas vezes mantém o ciclo de violência. “Diante desta realidade lamentável de opressão ao livre-arbítrio da mulher, resta incontestável que limitar a autonomia financeira da mulher é uma estratégia que também funciona como isolamento e forma de constrangimento, já que ao inviabilizar as condições da mulher buscar seu sustento por suas próprias forças, denota inegavelmente a manutenção do ciclo pernicioso da violência, mantendo-a dependente do agressor”, comentou Francini.

Acompanhamento contínuo

A Patrulha Maria da Penha realiza visitas periódicas às mulheres com medidas protetivas de urgência concedidas pela Justiça. Durante essas visitas, são fornecidas orientações sobre segurança e direitos, além da articulação com a rede de atendimento. As informações são documentadas e anexadas aos processos judiciais em andamento.

Foto: Sd Brenda/PM5/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2025 0 Comentários 305 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo lança projeto para proteção de mulheres vítimas de violência doméstica

Por Jonathan da Silva 28/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Novo Hamburgo lançou, nesta quinta-feira (27), o projeto “Guardiã Mulheres Protegidas”, voltado à segurança e assistência de mulheres vítimas de violência doméstica, especialmente aquelas com medidas protetivas. A iniciativa, conduzida pela Secretaria Municipal de Segurança Pública e pela Guarda Municipal de Novo Hamburgo (GMNH), busca reforçar a integração entre os órgãos de segurança e ampliar o atendimento especializado. O evento de lançamento ocorreu no Centro Administrativo Leopoldo Petry, com a presença de autoridades municipais e regionais.

O secretário municipal de Segurança Pública, Rosalino Seara, destacou a necessidade de união entre diferentes órgãos para garantir a eficácia do projeto. Ele mencionou o exemplo de Campo Bom, onde um trabalho semelhante protege cerca de 20 mulheres. “Os bons exemplos, nós procuramos copiar”, afirmou o titular da pasta. Seara também mencionou a importância do fortalecimento emocional e da defesa pessoal para as vítimas de violência doméstica.

O projeto será executado por uma equipe especializada da GMNH, em parceria com a Polícia Civil, a Brigada Militar, o Poder Judiciário e a rede de atendimento municipal. A iniciativa está respaldada pela Lei Municipal nº 3.386/22 e prevê a capacitação de agentes para um atendimento humanizado e eficiente.

Participação feminina e estrutura do projeto

O diretor da GMNH, Emerson Edinei Lopes, ressaltou a representatividade feminina na corporação, afirmando que 11% do efetivo é composto por mulheres. A agente Laís Gabriela de Oliveira, voluntária na iniciativa, destacou que o projeto formaliza um trabalho já realizado e reforça a segurança das mulheres. “Essa formalização traz mais segurança e amparo para que o objetivo do programa – a prevenção da violência contra as mulheres e a proteção de suas vidas – continue sendo alcançado”, comentou Laís.

A vice-presidente da Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, Daia Hanich (MDB), destacou a importância do lançamento do projeto no mês de março, associando-o às lutas das mulheres. A secretária municipal de Gestão, Governança e Desburocratização, Andrea Schneider Pascoal, enfatizou a necessidade de ação imediata diante dos 502 casos de medidas protetivas vigentes na cidade. “Se há mulheres a serem protegidas, precisamos agir”, enfatizou Andrea.

Medidas estratégicas

Entre as ações do projeto, estão a capacitação da Guarda Municipal sobre a Lei Maria da Penha, o treinamento de agentes públicos para atendimento humanizado e a integração dos serviços de segurança. As principais medidas incluem:

  • Patrulha Mulheres Protegidas: equipe especializada no cumprimento de medidas protetivas e repressão de violência;
  • Espaços de acolhimento: protocolos de atendimento especializado no Hospital Municipal e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs);
  • Palestras educativas: conscientização sobre proteção da mulher em escolas;
  • Grupos reflexivos para agressores: ampliação de vagas para reeducação e redução da reincidência;
  • Blitz informativa: divulgação de informações sobre violência, atendimento e canais de denúncia.

Apoio institucional

O evento contou com a participação de diversas lideranças, como a defensora pública especial das mulheres, Deisi Sartori, e o delegado da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM), Adam Lauxen. Também estiveram presentes secretários municipais de diversas pastas, vereadores e representantes de forças de segurança da região. O projeto recebeu apoio de representantes da Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e do diretor-geral da Comusa, Paulo Roberto Kopschina, fortalecendo a rede de proteção às mulheres em Novo Hamburgo.

Foto: Jaime Freitas/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2025 0 Comentários 396 Visualizações
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