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violência contra mulher

Cidades

Prefeita Helena instala promotoria para combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher

Por Marcel Vogt 15/09/2023
Por Marcel Vogt

Na manhã desta sexta-feira (15), a prefeita Helena Hermany reafirmou o seu apoio à instalação de uma Promotoria de Justiça Especializada de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher em Santa Cruz do Sul. Ela teve um encontro no gabinete com os promotores de Justiça Rogério Fava dos Santos e Eduardo Ritt.

De autoria da Procuradoria-Geral de Justiça, o projeto de lei complementar 207/2023, instituindo a promotoria, tramita na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa. Helena confirmou que fará contato com deputados da região e do seu partido para que a iniciativa seja enviada para votação e aprovação o quanto antes.

Foto: Tiago Rech/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2023 0 Comentários 486 Visualizações
Variedades

Violência contra mulher: registros de ameaça aumentam em mais de 46% em dias de partidas de futebol em Porto Alegre

Por Stephany Foscarini 22/05/2022
Por Stephany Foscarini

Os boletins de ocorrências por ameaça contra mulheres em cinco capitais brasileiras aumentam em 23,7% quando o time da cidade joga, é o que mostrou a pesquisa “Violência Contra Mulheres e o Futebol”, idealizada pelo Instituto Avon e encomendada ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em Porto Alegre, mulheres entre 30 a 49 são maioria entre os registros por ameaças em dias de jogos (46,1%), enquanto nos casos de agressões físicas as ocorrências foram mais frequentes entre as de 18 a 29 anos (37,4%).

Em relação ao perfil étnico-racial, mulheres brancas correspondem a mais da metade das que realizam boletim de ocorrência na capital gaúcha após sofrerem ameaça (79,4%) ou agressão física (73,4%). Já mulheres negras equivalem a 14% das que relataram terem sido ameaçadas e 18,8% das que sofreram violência física.

Para entender a relação entre o esporte e enfrentamento às violências contra mulheres e meninas, o estudo analisou bases de dados de violência com informações de todos os dias de jogos do Campeonato Brasileiro da série A entre os anos de 2015 e 2018, em cinco capitais brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre.

No Brasil, entre os registros por lesão corporal dolosa, o aumento em dias de jogos dos times das regiões observadas é de 20,8%. Já nos dias em que o clube é o mandante da partida e joga na própria cidade e estádio, o levantamento identificou o aumento de 25,9% de registros policiais. O estudo “Violência Contra Mulheres e o Futebol” também revela que em sua maioria, os responsáveis pelas violências são os companheiros e ex-companheiros.

Com a pesquisa não queremos sugerir ou responsabilizar o futebol, que é uma paixão nacional, mas mostrar que os jogos podem funcionar como uma espécie de catalisador das desigualdades entre homens e mulheres, abrindo procedentes para violência doméstica. Para evitar que isso aconteça é importante e necessário o debate sobre o assunto, e para isso precisamos contar com a influência dos próprios clubes e times junto a seus torcedores”.

“Com a pesquisa não queremos sugerir ou responsabilizar o futebol, que é uma paixão nacional, mas mostrar que os jogos podem funcionar como uma espécie de catalisador das desigualdades entre homens e mulheres, abrindo procedentes para violência doméstica. Para evitar que isso aconteça é importante e necessário o debate sobre o assunto, e para isso precisamos contar com a influência dos próprios clubes e times junto a seus torcedores”, explica Beatriz Accioly, coordenadora de pesquisa e impacto do Instituto Avon.

Coalizão Empresarial Pelo Das Violências Contra Mulheres e Meninas e o futebol brasileiro

O São Paulo Futebol Clube e o Sport Club do Recife são os primeiros times de futebol a ingressarem na aliança empresarial que une esforços e recursos da iniciativa privada para gerar impacto social por meio da conscientização e mobilização para o fim da violência contra mulheres e meninas. Os clubes integrarão as agendas de treinamentos de lideranças, ações para funcionários e as categorias de base e time principal, implementação de canais e projetos de apoio às suas profissionais para ambientes de trabalho seguros e que priorizem a equidade de gênero.

Sobre o Instituto Avon

O Instituto Avon é uma organização não-governamental que se dedica a salvar vidas por meio de ações e iniciativas em prol da detecção precoce do câncer de mama e do enfrentamento das violências contra as mulheres e meninas no Brasil. Desde 2003, tem como missão fortalecer a saúde, a proteção e o empoderamento da mulher. Para isso, conta com a parceria de instituições da sociedade civil, do setor privado e do poder público, atuando na produção de conhecimento, articulação e desenvolvimento de projetos e no apoio de iniciativas de impacto transformador e que busquem o engajamento de todos os setores da sociedade para o avanço das causas. Como braço de investimento social da Avon, empresa privada que investiu mais de R$ 170 milhões em ações sociais voltadas às mulheres no Brasil, o Instituto já apoiou a realização de mais de 350 projetos e ações, beneficiando mais de 6 milhões de mulheres em todo o País.

Sobre o Fórum Brasileiro de Segurança Pública

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública foi constituído em março de 2006 como uma organização não-governamental, apartidária e sem fins lucrativos, cujo objetivo é construir um ambiente de referência e cooperação técnica na área de atividade policial e na gestão de segurança pública em todo o País. Composto por profissionais de diversos segmentos (policiais, peritos, guardas municipais, operadores do sistema de justiça criminal, pesquisadores acadêmicos e representantes da sociedade civil), o FBSP tem por foco o aprimoramento técnico da atividade policial e da governança democrática da segurança pública. O FBSP faz uma aposta radical na transparência e na aproximação entre segmentos enquanto ferramentas de prestação de contas e de modernização da segurança pública, compreendida como direito fundamental e condição para o exercício da cidadania e para justiça social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Variedades

Brigada realiza blitz sobre violência contra as mulheres em Torres

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

Na manhã de sexta-feira, 7 de janeiro, a Brigada Militar realizou uma blitz de enfrentamento à violência contra as mulheres, em Torres. A ação foi promovida pela Patrulha Maria da Penha e envolveu também os policiais militares da Base Móvel Comunitária (BMC), com o objetivo de orientar à comunidade sobre a assistência disponibilizada pela Patrulha Maria da Penha durante todo o ano em todas as regiões do Estado.

A blitz contou com a participação do Corpo de Bombeiros Militares, da Polícia Civil – RS, das mulheres da “Rede Lilás” – apoio e proteção a mulher, do Centro de Referência da Mulher, do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul Comarca de Torres, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Conselho do Idoso.


Ambos os envolvidos fizeram distribuição de materiais informativos contendo dados divulgados pelo MP-RS, para a conscientização quanto a este tipo de violência. Os números demostram que no Brasil a violência doméstica ainda acontece com demasiada frequência: a cada hora 503 mulheres sofrem violência doméstica, a cada dia treze mulheres são vítimas de feminicídio, a cada 8 minutos uma brasileira é estuprada.

Os informativos continham também os canais para efetuar denúncias e solicitar atendimento ou informações.

Canais de Atendimento

Central de Atendimento à Mulher (180)
Brigada Militar (190)
Telefone Lilás (0800 541 0803)
Polícia Civil (WhatsApp 51 – 98444-0606)

A Patrulha Maria da Penha, um dos projetos sociais da Brigada Militar, foi criada em 2012 e busca proteger e acolher mulheres e familiares em situação de violência doméstica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2022 0 Comentários 671 Visualizações

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