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vinho

Business

Empresa de Garibaldi é a primeira produtora brasileira a vinificar nos EUA

Por Ester Ellwanger 26/02/2022
Por Ester Ellwanger

Distante mais de 10 mil quilômetros da Serra Gaúcha, a Região do Vale do Napa, no Norte da Califórnia (EUA), está maturando – literalmente – o sonho de dois jovens empreendedores gaúchos. Lá, uma das mais importantes regiões produtoras das Américas, seis barricas de carvalho são responsáveis pelo processo final de produção de 1.350 litros (1.800 garrafas) de vinho tinto Syrah da vinícola Tenuta Foppa & Ambrosi, de Garibaldi. Trata-se de uma iniciativa pioneira, na qual a empresa, case de sucesso do Projeto Mercado Mais Vinho do Sebrae RS, estreia como a primeira produtora brasileira a vinificar em solo americano.

Fundada em 2019, a vinícola tem à frente os empreendedores Lucas Foppa e Ricardo Ambrosi, ambos com apenas 26 anos. Nesta semana a dupla teve o visto de negócios aprovado e está de passagem marcada para a sua base operacional na Califórnia.

No mês de outubro – época de colheita da uva Syrah nesta região do Hemisfério Norte – eles irão supervisionar pessoalmente o início da produção daquela que será sua segunda vinificação e que já deverá ser 100% maior que a primeira empreitada. A expectativa é que o primeiro rótulo elaborado pela vinícola brasileira no Napa Valley chegue à mesa do consumidor brasileiro no início de 2023.

A Tenuta Foppa & Ambrosi possui uma produção anual de 45 mil garrafas no Brasil, com um portfólio de 19 rótulos, entre vinhos e espumantes elaborados a partir de uvas adquiridas de fornecedores locais. O plano de negócios é dividido igualitariamente entre vendas corporativas para hotéis, bares, restaurantes e afins e o consumidor final, que pode adquirir os produtos diretamente na sede da vinícola ou via internet.

São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul respondem pelos três principais mercados da marca. Para 2022, a expectativa é de um crescimento entre 30% e 50% tanto em produção quanto em vendas. “Saímos de uma produção de 300 garrafas dentro de casa para dezenas de milhares”, comemora o empreendedor Lucas Foppa destacando que, diferentemente do que ocorre de forma tradicional no mercado, a empresa não contou com investimento externo ou vínculo familiar que tenha proporcionado o desenvolvimento do negócio. “Temos um apoio essencial do Sebrae RS no que diz respeito à gestão, o que permite que tenhamos um negócio sustentável”, explica.

Desenvolvido em âmbito estadual pelo Sebrae RS, o Projeto Mercado Mais Vinho tem o objetivo de promover e valorizar os vinhos gaúchos por meio da conexão de pequena vinícolas locais junto aos principais players do mercado em vistas à geração de negócios e aumento de participação dos vinhos gaúchos nas adegas do varejo. O projeto tem duração de 18 meses e é dividido em módulos temáticos que abordam conteúdos que vão desde fundamentos de gestão comercial, vendas e marketing para vinícolas até consultorias de design para o desenvolvimento de marca, rótulos e embalagens. A imersão de empresas em eventos regionais e nacionais e a promoção de rodada de negócios são parte complementar da iniciativa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

26/02/2022 0 Comentários 780 Visualizações
Gastronomia

Vinho Encanado brinda aniversário de 55 anos da Fenavinho em Bento Gonçalves

Por Ester Ellwanger 22/02/2022
Por Ester Ellwanger

A Via del Vino fez ainda mais jus ao nome do marco zero de Bento Gonçalves no final de semana ao se transformar, realmente, numa rua de vinho. Visitantes e moradores se juntaram para festejar, duplamente, a retomada da programação presencial da 17ª edição da Fenavinho. Os brindes foram erguidos para celebrar o retorno do evento, após dois anos em que a pandemia impediu sua realização, e a sua chegada aos 55 anos.

A comemoração não poderia ter sido em melhor estilo, com as taças sendo enchidas pelo vinho que corre das históricas torneiras da Casa do Vinho Moysés Michelon, palco do Vinho Encanado. E foi o icônico atrativo que deu início à festa, mostrando que sua popularidade continua tão em alta quanto 55 anos atrás, quando surgiu com a primeira edição da Fenavinho. Em três dias (18, 19 e 20) foram comercializadas duas mil doses de vinho (entre merlot e moscato) e distribuídas quatro mil doses de suco gratuitas ao público — todas as bebidas da Cooperativa Vinícola Aurora.

“Estamos enaltecendo perante os olhos de toda a região aquele que é nosso principal produto e cartão de visitas, o símbolo maior de nossa história e cultura: o vinho. Mais do que isso: estamos homenageando a relevância da história da Fenavinho, que no dia 25 deste mês completa 55 anos da realização de sua primeira edição. Estamos devolvendo de forma muito simbólica à comunidade aquele que é um dos principais marcos da Fenavinho: o vinho encanado, jorrando nas torneiras pela cidade. É com suco de uva, fornecido gratuitamente pela Cooperativa Vinícola Aurora, que resgatamos esse atrativo tão emblemático da Festa Nacional do Vinho, que brindamos sua história e que prestigiamos a comunidade”, disse o coordenador do comitê da 17ª Fenavinho, Roberto Cainelli Júnior, na abertura da programação, na tarde de sexta-feira, 18 de fevereiro.

A programação cumpre outra função: a de ritualizar o evento perante a comunidade. “O Vinho Encanado só existe em um lugar do Brasil: aqui em Bento Gonçalves. Somos a capital nacional do vinho, reconhecidos por nossos produtos mundo afora. Precisamos, e devemos, enaltecer todos esses quesitos que comprovam nossa força no setor vinícola”, disse o Prefeito de Bento Gonçalves, Diogo Siqueira.

Cultura e valorização ao local

Nesta grande ode à cultura da uva, herança direta da presença dos imigrantes italianos na região, a Fenavinho também fez questão de celebrar os hábitos legados por eles. Essa homenagem ganhou emoção com o desfile “O Mundo do Vinho”, no domingo, promovido pela prefeitura. A atração, que contou com um carro temático da Fenavinho, serviu de aquece para o Desfile Fenavinho Cultural, programado para maio, em mais um Vinho Encanado. O desfile é um dos marcos da festa, com as comunidades do interior desfilando seus saberes em diversos carros. Eles passam, mais do que carregando os costumes laborais e gastronômicos do colono, contando a própria história da imigração italiana.

Outro tributo prestado à cultural regional foi por meio da música. Durante os três dias do Vinho Encanado, a música italiana, seja ela típica ou universal, fez parte da programação da Fenavinho, com artistas locais relembrando canções presentes na memória afetiva do bento-gonçalvense. No palco montado na Via del Vino passaram os artistas Inês Rizzardo, Cavatappi, Gilmar Dias, Irmãos Manzoni & Juliano, Zo Garrafon, Beto Malheiros e Tobias, Orquestra de Sopros de Faria Lemos e The Moça.

Festa e feira, sim

A volta da Fenavinho, a partir dos esforços do Centro da Indústria, Comércio e Serviços (CIC-BG) em 2019 para resgatá-la de um hiato de oito anos, ganha com a nova edição mais potência para mostrar todo seu esplendor como a maior festa do município. A programação presencial da edição especial do Vinho Encanado vem carregada de um significado extra, na opinião de Marijane Paese, presidente do CIC-BG, entidade promotora da festa. “Esse movimento afirma de forma categórica que ExpoBento e Fenavinho vão acontecer, sim, neste ano, no que depender dos esforços do CIC-BG e dos nossos apoiadores. É em homenagem a isso que brindamos na edição especial do Vinho Encanado da 17ª Fenavinho: à retomada das atividades que fomentam de forma responsável o desenvolvimento econômico, social e cultural de nossa região”, disse.

O mesmo positivismo conduziu a mensagem do diretor-geral da 30ª ExpoBento, Gilberto Durante. “É com essa certeza da retomada das atividades presenciais que estamos trabalhando nos preparativos da 30ª ExpoBento (agendada para ocorrer de 09 a 19 de junho deste ano, em Bento Gonçalves). Será uma feira de grandes resultados. Contamos com a parceria de empresas e instituições muito sólidas, que caminham conosco na condição de patrocinadoras, apoiadoras ou expositoras. Temos ao nosso lado o Poder Público, conhecedor da importância que ExpoBento e também Fenavinho têm para o desenvolvimento do município. Agora, começamos a mobilizar a comunidade para que também esteja ao nosso lado, incentivando e prestigiando os eventos do município”, disse.

Programação tem novo capítulo em maio

O Vinho Encanado deve retornar às ruas de Bento Gonçalves em maio deste ano de 20 a 22, trazendo programação artística especial, com nomes populares como o humorista Badin e os personagens Radicci e Genoveva, do cartunista Iotti, transportados para o teatro. Depois, de 9 a 19 de junho, juntamente com a 30ª edição da ExpoBento, será construída a Vila Típica da Fenavinho, projeto especial para as vinícolas locais, a enogastronomia e os shows, com músicas, apresentações e jogos típicos herdados dos imigrantes. Um verdadeiro espaço de convívio comunitário, onde todos são bem-vindos e convidados a desfrutarem o sabor de Bento Gonçalves.

Foto: Gilmar Gomes/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

22/02/2022 0 Comentários 692 Visualizações
Gastronomia

2021 foi o ano do espumante no Brasil

Por Ester Ellwanger 14/02/2022
Por Ester Ellwanger

Se 2020 foi o ano do vinho, 2021 certamente foi o do espumante. Isso porque a venda das borbulhas foi maior. Foram 30,3 milhões de litros contra 27 milhões de litros de vinho, ou seja, 40,4 milhões de garrafas de espumante e 36 milhões de garrafas de vinhos finos. O ano passado fechou com saldo positivo nas três categorias, sendo que o maior volume continua sendo do suco de uva que chegou a 173 milhões de litros nos 12 meses, porém com um incremento tímido de 3,92% se comparado a 2020.

O avanço dos espumantes, que em 2020 ficaram abaixo dos vinhos devido às restrições da Pandemia do Coronavírus, está atrelado à retomada, mesmo que gradual, das atividades, especialmente das comemorações em família, entre amigos e das festas de final de ano. O presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Deunir Luis Argenta, destaca que os brasileiros voltaram a brindar e celebrar a vida. “As pessoas não viam a hora de poder confraternizar, depois de tanto tempo sem festas e eventos. Mesmo com protocolos a serem seguidos, porém com regras menos rígidas, o hábito de brindar voltou a fazer parte da rotina das pessoas, ainda mais depois de tanto tempo isoladas. A abertura dos hotéis e restaurantes também favoreceu esta alta”.

Os espumantes também foram destaque entre as premiações conquistadas em 2021. De um total de 414 medalhas, 303 foram para espumantes. “A diversidade, refrescância e sofisticação do espumante brasileiro conquistaram o mundo e no Brasil não é diferente. Engarrafamos espumante de alta qualidade com preços excelentes. Além disso, o espumante é uma bebida festiva que harmoniza muito bem em qualquer situação”, reforça.

Mesmo ficando com volume abaixo dos espumantes, os vinhos também tiveram um bom desempenho com um aumento de 11,43% em relação ao ano anterior. A expectativa da Uvibra para 2022 é que o vinho brasileiro continue vivendo essa boa fase diante da percepção da qualidade pelo consumidor interno que, cada vez mais, aposta na diversidade de estilos que somente o país oferece.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

14/02/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Gastronomia

Vinhedos da Cristofoli trazem duas experiências encantadoras

Por Ester Ellwanger 05/02/2022
Por Ester Ellwanger

Um edredom embaixo do parreiral, no vinhedo da Família Cristofoli. Um passeio de trator nos vinhedos, pisa das uvas e um brunch noturno. Estamos falando do Edredom nos Parreirais e do Entardecer da Vindima, duas experiências que a Cristofoli Vinhos de Família oferece em sua propriedade localizada na Rota Cantinas Históricas, em Faria Lemos, no interior de Bento Gonçalves.

O diferencial que é motivo de sucesso e que tem gerado até lista de espera? Vivências privativas, contato com poucas pessoas, além, é claro, de aromas e sabores afetivos, acompanhados por vinhos e espumantes da casa. Do vinhedo à mesa, tudo é feito pela família, seja na mesa ou na taça, seja no vinhedo ou na vinícola.

 

Edredom nos Parreirais

Em especial, o Edredom nos Parreirais tem encantado os turistas e ganhado a preferência de quem está em busca de uma experiência inesquecível, mas ao mesmo tempo segura. Isso porque a família tem o cuidado de montar apenas um edredom no vinhedo que está em frente à casa onde vivem. Disputadíssimo, o Edredom nos Parreirais é limitado a uma reserva por vez. Pode ser um casal de namorados, um grupo de amigos, uma família, mas o momento é exclusivo para eles, sem que haja nenhum contato com outros visitantes durante a experiência. A atração, que já segue este formato desde 2007, é um dos exemplos da Cristofoli, que preza pela privacidade e pelo atendimento diferenciado, o que caiu como uma luva diante da pandemia do Coronavírus.

A recepção acontece na loja de vinhos que funciona no porão da casa da nona Maria, onde estão mantidas as pipas de madeira por onde foram envelhecidos alguns dos vinhos da família. Depois de uma degustação orientada, o visitante escolhe a variedade que deseja degustar no vinhedo. Pode ser uma garrafa de vinho ou espumante a cada duas pessoas. Sobre o Edredom, o cenário se completa com tábuas de frios e produtos regionais como brusquetas de tomates, pão e focaccia, azeite de oliva gaúcho, queijos regionais, culatello e salame, frutas frescas, frutas desidratadas, damascos e azeitonas, espetinho caprese, amêndoas, amendoins, castanha do Pará, castanha de caju e nozes pecãs, e geleia de uvas ou de figos.

Entardecer da Vindima

Agora se a intenção é aproveitar o período para viver a colheita da uva, então o Entardecer da Vindima é a melhor escolha. E ele começa com um welcome drink no jardim da cantina, seguindo para uma visita entre os tanques de aço inox e barricas de carvalho, até embarcar no trator da família rumo ao vinhedo, onde participam da pisa das uvas, seguida por um brunch à luz das estrelas regado a vinhos e espumantes.

A recepção é feita pela Bruna Cristofoli (35), enóloga que gerencia a vinícola. Seu irmão Lorenzo (26), também enólogo, responsável pela produção, explica como é o trabalho de vinificação dos vinhos e espumantes que carregam a marca Cristofoli. O trio se completa com a prima Letícia (24), enóloga que toca a loja de vinhos e cuida do atendimento turístico. Mas quando chega a hora de embarcar no trator é a vez do Seu Loreno, pai da Bruna e do Lorenzo, guiar a curta, porém surpreendente viagem. O destino é próximo, mas a aventura começa ao cruzar a RS 431 para avançar por uma ‘estradinha’ que fica em meio a mata nativa. No final a recompensa, uma colina coberta de vinhedos com uma vista de tirar o fôlego, podendo apreciar o pôr do sol com uma taça de espumante na mão.

E é ali, entre os vinhedos da tinta Sangiovese e da branca Chardonnay, que a família construiu um deque panorâmico para contemplar a paisagem, e montou a estrutura perfeita para resgatar a pisa das uvas à moda antiga. Além do aroma da estação, música italiana para embalar a pisa que tem um momento emblemático. Depois de pisar as uvas, o turista deixa a marca dos seus pés, pintados de uva, num tecido que jamais será apagado, assim como a memória deste momento. Muitas pessoas emolduram a ‘obra’ como recordação da experiência.

Mas o Entardecer da Vindima continua com as taças sendo abastecidas de vinhos, espumantes, suco de uva e água. O sol vai se pondo e as luzinhas que enfeitam o ambiente vão iluminando a noite que se completa com um brunch noturno, com os pratos finalizados no local pela própria família. É a vez da Maria de Lourdes, mãe da Bruna e do Lorenzo, entrar em ação.

Sob as estrelas, um menu de pães, frios e queijos regionais, frutos secos, frutas frescas da estação, salada de folhas, ragu de ossobuco com polenta mole e mousse de iogurte natural com calda de suco de uva. É recomendável usar calçado sem salto, roupas confortáveis, chapéu, óculos de sol, protetor solar e repelente.

Serviço

Edredom nos Parreirais

Quando? De segunda a sábado, das 13h às 15h30
Local: ERS 431 km 06 – Rota Cantinas Históricas – Faria Lemos – Bento Gonçalves (RS)
O que inclui?
Recepção na loja de vinhos.
Degustação orientada dos vinhos e espumantes para escolha de qual variedade levará para beber no vinhedo.
Duas horas de permanência privativa no vinhedo.
Uma garrafa de vinho ou espumante – exceto linha Instinto, a cada duas pessoas.
Duas tábuas com uma seleção de frios e produtos regionais: Brusquetas de tomates, pão e focaccia, azeite de oliva gaúcho, queijos regionais, culatello e salame, frutas frescas, frutas desidratadas, damascos e azeitonas, espetinho caprese, amêndoas, amendoins, castanha do Pará, castanha de caju e nozes pecãs, e geleia de uvas ou de figos.
Valor: R$ 195 por pessoa
Inscrições e consulta de datas: www.vinhoscristofoli.com.br

Entardecer Da Vindima

Quando? Aos sábados (até 05 de março), das 17h30 às 20h45
Local: ERS 431 km 06 – Rota Cantinas Históricas – Faria Lemos – Bento Gonçalves (RS)
O que inclui?
Recepção no jardim da vinícola com Welcome Drink com espumante.
Boas vindas, apresentação da história da Família Cristofoli, visita à vinícola.
Passeio de trator até o vinhedo, com recepção embalada por músicas italianas e espumantes no deque.
Contemplação do pôr do sol.
Pisa das uvas à moda antiga.
Brunch noturno servido no vinhedo com menu de pães, frios e queijos regionais, frutos secos, frutas frescas, salada de folhas, ragu de ossobuco com polenta mole. Para adoçar, mousse de iogurte natural com calda de suco de uva.
Harmonização: Vinhos, espumantes, suco de uva e água.
Valor: R$ 360 por pessoa
Inscrições e consulta de datas: www.vinhoscristofoli.com.br

 

Foto: Emerson Ribeiro e Jeferson Soldi/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/02/2022 0 Comentários 758 Visualizações
Cidades

1ª Vindima em Gramado será lançada na próxima terça-feira

Por Ester Ellwanger 03/02/2022
Por Ester Ellwanger

O lançamento da 1ª Vindima em Gramado acontece de forma oficial na próxima terça-feira, 08 de fevereiro, em evento no Hotel Sky Palace, às 18h. O evento em sua primeira edição contará com diversas atrações, entre elas, a Vila do Vinho na Praça das Etnias, a Rota do Vinho de Gramado pelas oito vinícolas do interior da cidade, o Tour Gastronômico pelos oito restaurantes participantes que irão oferecer pratos harmonizados, além das atrações musicais do Gramado In Concert.

As vinícolas participantes da 1ª Vindima em Gramado são a Benvic Sucos e Vinhos, Vinícola Lazaretti, Casarão Zio Pietro, Vinícola Stopassola, Masotti Sucos e Vinhos, Ravanello Vinhedos e Vinhos Finos, Casa Seganfredo e Arte Líquida, todos produtores locais. Além do lançamento da Vindima, também acontece a apresentação do VIII Gramado In Concert, o Festival Internacional de Música em Gramado.

A 1ª Vindima em Gramado que acontece de 10 de fevereiro a 06 de março de 2022, é uma realização da Gramadotur e Secretaria de Turismo com promoção da prefeitura de Gramado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

03/02/2022 0 Comentários 661 Visualizações
Gastronomia

Da barrica para sua taça

Por Ester Ellwanger 29/01/2022
Por Ester Ellwanger

Ele carrega o nome do patriarca da família numa homenagem ao imigrante italiano Giuseppe Miolo, que chegou no Vale dos Vinhedos em 1897, onde hoje está instalada a Vinícola Miolo. É o primeiro branco super-premium da marca, fermentado e amadurecido em barricas de carvalho francês. As 11.533 garrafas chegam para encantar os consumidores, como um autêntico exemplar da Safra 2020 – a Safra das Safras. Estamos falando do Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay 2020, com Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (DOVV).

Elaborado com uvas Chardonnay cultivadas nos vinhedos próprios da Família Miolo no Vale dos Vinhedos, é um vinho marcante, de sabor inconfundível, que traz a identidade da única região do país com DO de vinhos. Para quem aprecia vinho branco ou está em busca de um rótulo diferenciado para este verão, o Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay é uma excelente dica também para quem deseja degustar a melhor safra da história da vitivinicultura brasileira. As uvas sãs, maduras e em perfeito estado de maturação, contribuíram para a excelência do produto. O vinho recebeu prêmios em concursos internacionais no Brasil, China, Estados Unidos, França e Reino Unido.

A Safra 2020 foi marcada por 343 horas de frio, com temperatura igual ou inferior a 7,2°C, concentrado nos meses de julho e agosto, atrasando em 15 dias a brotação se comparada a safra lendária de 2018, quando foram registradas 187 horas de frio. Uma primavera chuvosa – 247mm contra 215 mm de 2018 – ocasionou o abortamento de cachos, diminuindo a produção. Entretanto, a forte estiagem do verão, que começou ainda em dezembro de 2019, com picos de temperaturas médias a altas e noites amenas, contribuiu para a qualidade superior das uvas. Este vinho é resultado da união perfeita entre a natureza e a intervenção do homem. Para Adriano Miolo, diretor superintendente da Miolo Wine Group, o grande ponto a ser destacado é a procedência com origem comprovada. “O Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay é um exemplar da casta branca mais representativa do Vale dos Vinhedos, que expressa a identidade desta uva que nasce no Vale dos Vinhedos. Este é um de nossos vinhos com Denominação de Origem, motivo de orgulho e que nos move a seguir fiéis aos nossos princípios desde o início”, destaca.

Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay DOVV Safra 2020

Límpido, traz linda tonalidade de cor, indo do amarelo-esverdeado ao palha. Marcante intensidade aromática, harmonizando bem as notas de frutas como pêssego, pera, damasco, abacaxi em calda com as notas do carvalho e também de mel. Apresenta intensa cremosidade, acompanhada de bom volume em boca, acidez equilibrada e retrogosto prolongado. Melhor degustá-lo com temperatura entre 10ºC e 12ºC.

Ideal como aperitivo, pode acompanhar saladas, carnes brancas, massas com molhos vermelhos ou brancos, pizzas cárneas, queijos de massa mole e pratos elaborados da culinária amazonense, caiçara e outras regiões litorâneas brasileiras.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/01/2022 0 Comentários 682 Visualizações
Vinhos finos
Gastronomia

Exportação de vinhos brasileiros tem saldo positivo em 2021

Por Ester Ellwanger 22/01/2022
Por Ester Ellwanger

O ano de 2021 fechou com um aumento de 83,25% nas exportações de vinhos brasileiros se comparado a 2020. Os 8.132.342 litros, ou seja, 10,8 milhões de garrafas, que saíram do Brasil nos 12 meses chegaram a 53 países, com destaque para o Paraguai, Haiti, Rússia, China e Estados Unidos. Se somarmos o volume de vinho, espumante e suco de uva o total ultrapassa os 12.437.524 litros contra 6.586.262 do ano passado.

O desempenho dos espumantes foi mais tímido, mesmo assim positivo com alta de 21,36%. O maior crescimento percentual foi na categoria de suco de uva com 144,59% de incremento, chegando a 3.369.939 litros.

A performance não é recorde, mas mostra um importante movimento no último ano, associado a boa imagem do vinho brasileiro no mercado interno e externo diante de sua qualidade reconhecida, além do câmbio favorável e de ações em feiras, missões comerciais e eventos promocionais viabilizados a partir da assinatura de Convênio de Cooperação Técnica e Financeira entre a Uvibra-Consevitis e a Apex-Brasil. O acordo tem como países-alvo a China, Estados Unidos, Reino Unido, Portugal e Alemanha, seguidos pelo Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Japão. Os R$ 5 milhões que serão investidos vêm da Apex-Brasil (60%) e de contrapartidas da Uvibra-Consevitis e vinícolas (40%).

Outro aspecto que ganha a atenção de consumidores do mundo interior é a diversidade brasileira, seja de variedades de uvas, seja de estilos de vinhos e espumantes. O Brasil é um país continental que hoje elabora vinhos em 26 regiões em 10 estados brasileiros. Essa pluralidade de terroirs é única no mundo.

 

“Temos um portfólio de vinhos e espumantes que agradam aos mais variados paladares em todos os continentes. Temos espumantes e vinhos nobres mais elaborados, assim como vinhos e espumantes mais descontraídos. Essa facilidade em beber é que tem encantado outras culturas”, destaca o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Deunir Luis Argenta.

Em 2021, o Brasil avançou ainda mais na conquista de premiações internacionais, feito que influencia diretamente na imagem do vinho brasileiro lá fora. Foram 414 medalhas – recorde histórico -, 29% a mais que em 2020, com medalhas em 18 concursos realizados na Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Espanha, França, Grécia, Hungria, Inglaterra, Luxemburgo e Portugal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/01/2022 0 Comentários 861 Visualizações
Gastronomia

Cooperativa Vinícola Garibaldi inicia recebimento da safra da uva 2022

Por Ester Ellwanger 12/01/2022
Por Ester Ellwanger

A Cooperativa Vinícola Garibaldi inicia o recebimento da matéria-prima a partir da qual elaborará novos lotes de seus premiados espumantes, vinhos e sucos: cerca de 30 milhões de quilos de uva devem ser entregues pelas 430 famílias associadas. A safra 2022 iniciou na semana passada, e tem projeção de ser ligeiramente maior do que a do ano anterior – quando o recebimento ficou na casa dos 25 milhões de quilos. A qualidade deve ser muito equivalente – ou seja, igualmente elevada.

“A expectativa é boa, especialmente pela amplitude térmica que temos experimentado recentemente favorece a maturação lenta das uvas. Isso, em termos de espumante, preserva aspectos como frescor e acidez”, diz o enólogo da Cooperativa Vinícola Garibaldi, Ricardo Morari.

A estiagem observada nas últimas semanas merece atenção, sem dúvida – podendo alterar o rendimento da safra. “Porém, não são todos os vinhedos que estão sofrendo severamente com a seca, o que nos permite, sim, confirmar a perspectiva de uma safra de excelente qualidade”, adianta.

Outro fator importante no resultado da safra é o trabalho consistente desenvolvido junto aos produtores associados, alicerçado no compromisso primordial de produzir frutas de qualidade diferenciada – essencial para a excelência no líquido que encherá taças e cálices de consumidores por todo o Brasil. Esse processo envolve parcerias tecnológicas, com os mais atuais recursos e informações disponíveis para o agronegócio, permitindo a cada produtor extrair o máximo potencial de seu vinhedo.

As primeiras variedades de uvas que chegarão à Cooperativa Vinícola Garibaldi são as de maturação precoce, utilizadas para elaboração de espumantes: Chardonnay e Pinot Noir são as de maior volume. Depois, entram as tintas comuns precoces – bordô e concord. O recebimento segue com outras uvas – Riesling, Malvasia e Proseccos – e depois, variedades como a Niagara. A previsão é que o recebimento transcorra até a primeira quinzena de março, variando conforme o ritmo da colheita a ser ditado pelas condições climáticas do período.

Foto: Augusto Tomasi/ Divulgação | Fonte: Assessoria
12/01/2022 0 Comentários 542 Visualizações
Gastronomia

23% do espumante de 2021 foi vendido em novembro

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

Novembro é disparado o melhor mês do ano para os espumantes brut. Os 4,1 milhões de litros, ou seja, 5,6 milhões de garrafas da bebida, que saíram das vinícolas nesses 30 dias, representam 23% de toda venda do produto feita pela indústria nos 11 meses. O aumento de janeiro a novembro foi de 43,51%, passando de 11,2 milhões de litros em 2020 para 16,1 milhões de litros este ano.

Considerando apenas novembro, o incremento foi de 59,78% frente ao mesmo mês do ano passado. Os moscatéis também avançaram neste intervalo em 39,09%, indo de 7,9 para 10,9 milhões de litros. E os vinhos cresceram 10,96% no mês. Estes são os dados oficiais da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), com base no Sistema de Cadastro Vinícola da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul e do Ministério da Agricultura.

Com a proximidade das festas de final de ano, a preferência pelos espumantes é óbvia, tanto que os vinhos, tradicionalmente mais representativos em volume, ficaram abaixo das borbulhas. Até os moscatéis ultrapassaram os vinhos chegando a 2,1 milhões de litros no penúltimo mês do ano. Os vinhos alcançaram 2 milhões de litros no período.

“As pessoas querem brindar a vida, celebrar em família, entre amigos. E nada melhor do que abrir um espumante brasileiro para receber 2022”, destaca o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Deunir Luis Argenta. Segundo ele, a expectativa do setor está se concretizando. “Estamos encerrando 2021 com boas vendas. Depois das incertezas geradas no início da pandemia, temos muito a comemorar”.

 

Os dados do setor para o período de janeiro a novembro também mostram evolução nas exportações de espumantes brasileiros que tiveram uma aceleração de 32,49% atingindo 869 mil litros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2022 0 Comentários 779 Visualizações
Gastronomia

Cuidados na escolha do vinho para as festas de fim de ano

Por Stephany Foscarini 15/12/2021
Por Stephany Foscarini

A compra de vinho nesta época do ano é uma tradição para a maioria das famílias brasileiras. Por essa razão, o consumidor deve dar atenção à escolha da bebida, a fim de levar para casa o produto que atenda à expectativa. Assim, evita-se a compra de um vinho que seja fruto de contrabando ou até mesmo falsificado, que poderá até causar danos à saúde. Para evitar esses transtornos a primeira recomendação é observar atentamente no rótulo dos vinhos, a identidade e as informações sobre a origem do produto (nacionais) ou do importador, principalmente se o consumidor for comprar esse tipo de produto fora de estabelecimentos autorizados a comercializá-lo.

O alerta vem de Juliano Simioni, auditor fiscal federal agropecuário (affa), Chefe do Serviço de Inspeção de produtos de Origem vegetal – Sipov, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Santa Catarina. “Se um vinho importado não trouxer as informações de rotulagem também na língua portuguesa e não houver a indicação do estabelecimento importador, bem como do seu número de registro junto ao Mapa, é um forte indicativo de que o produto é clandestino, originário de contrabando. Nesse caso, não há garantia de qualidade da bebida”. Os vinhos regularmente importados passam pela fiscalização da Vigilância Agropecuária do Ministério, sendo analisados para confirmar padrões de identidade e qualidade da bebida.

No caso dos vinhos produzidos no Brasil, Juliano orienta que também se observe no rótulo, o número do registro do produto concedido pelo Mapa e o nome da vinícola que produziu o vinho. Conforme a legislação de vinhos e bebidas no Brasil, todos os estabelecimentos que produzem bebidas devem ser registrados no Ministério e no rótulo deve constar o número desse registro. Se não constar, o consumidor pode estar adquirindo um produto clandestino, em que não há garantias quanto à segurança e qualidade do produto para consumo, pois não passou pelo controle dos auditores fiscais federais agropecuários, explica Juliano, que há 13 anos inspeciona estabelecimentos de vinhos e bebidas quanto às condições sanitárias e tecnológicas.

Os estabelecimentos que produzem, padronizam e engarrafam os vinhos são inspecionados e fiscalizados frequentemente em todo o país. De acordo com Simioni, esse trabalho é realizado seguindo procedimentos padronizados de inspeção das unidades industriais. “Além disso, hoje dispomos de métodos analíticos para combate de fraudes”. Uma das fraudes mais comuns em vinhos era a diluição do mosto de uvas (sumo de uvas frescas utilizado antes do processo de fermentação) com a adição de água e açúcar (de cana) com o objetivo de aumentar o volume final de vinho produzido. Outras análises também são realizadas para garantir a segurança do vinho que chega aos consumidores brasileiros. Como exemplo, no ano de 2020, foi realizada uma ampla operação de análises de resíduos de agrotóxicos e de micotoxinas (Ocratoxina-A) em vinhos nacionais e importados. Nestes parâmetros foi constatada a conformidade em 100% dos vinhos analisados.

Contrabando

Impulsionado pela elevação do dólar, pelo fechamento das fronteiras em função da pandemia ou por outros fatores socioeconômicos, as constatações de contrabandos de vinhos aumentaram durante nesse período, segundo informa Simioni. “Ficou evidente durante esses dois anos o aumento desse tipo de contravenção, principalmente na região de fronteira, caso de Santa Catarina com a Argentina, de onde vem a maioria desses produtos clandestinos. Há, inclusive, rótulos caríssimos que entram no Brasil desta forma”, afirma. Esse período também coincide com o aumento considerável do consumo de vinho no Brasil. De acordo com o estudo desenvolvido pela Ideal Consulting, 2020 foi o ano em que o brasileiro mais bebeu vinho, com alta de 26% no consumo, comparado a 2019. Foram 2,68 litros por pessoa maior de 18 anos.

“Falsos vinhos coloniais”

No Brasil há uma legislação específica para a produção de “vinhos coloniais”. O vinho colonial é aquele produzido por agricultores familiares, de acordo com as características culturais, históricas e sociais da vitivinicultura (Lei 12.959/2014). Os estabelecimentos que se enquadram nesta modalidade também são registrados no MAPA e a rotulagem contém todas as informações.

Contudo, frequentemente a fiscalização se depara com falsos vinhos coloniais, que são apresentados no mercado informal apenas com uma etiqueta de identificação. “Alertamos não consumir estes produtos, pois são falsos coloniais. Tais produtos são um risco à saúde, porque não há qualquer controle sanitário e quase sempre são fraudados”. O auditor também esclarece que estes produtos não são produzidos por agricultores familiares. Explica que esse tipo de produto é oriundo de estabelecimentos clandestinos, que se aproveitam da preferência do consumidor pelos vinhos coloniais. “A gente combate, mas eles insistem”, afirma Simioni.

Há um preço mínimo para cada tipo de vinho. E se estiver sendo vendido abaixo desse patamar, o consumidor tem que desconfiar”.

O cenário de fraudes e clandestinidade pode ser alimentado pelo próprio consumidor, sem saber. A busca por preços tentadores, que não condizem com o praticado no mercado e com a qualidade e procedência do vinho pode levar as pessoas a adquirir vinhos falsificados, com misturas e outras adulterações. “Há um preço mínimo para cada tipo de vinho. E se estiver sendo vendido abaixo desse patamar, o consumidor tem que desconfiar”, alerta.

O auditor fiscal federal agropecuário também está participando da elaboração de cartilha do Anffa Sindical (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários) para orientar o consumidor a conhecer melhor a composição dos vinhos e assim evitar a compra desses produtos falsificados e clandestinos. Ensina ainda a harmonizar a bebida com alguns pratos.

Entre as várias informações sobre o tema, o material esclarece uma dúvida muito comum quando se fala em espumantes. Explica que os espumantes também são vinhos. E que conforme a legislação brasileira, espumante é uma bebida em que as borbulhas (gás carbônico) ocorrem devido a uma segunda fermentação da bebida, podendo ocorrer em garrafas, método conhecido como Champenoise/tradicional; ou em grandes recipientes, chamado método Chaussepied/Charmad. As classificações dos espumantes, conforme o teor de açúcar, também são informadas na cartilha.

Os espumantes podem ser brancos, rosé e até mesmo tinto. Mas essa última é mais incomum. Segundo a cartilha, há ainda outro tipo de vinho espumante no Brasil que conta com muitos admiradores por ser menos alcoólico, mais aromático e doce, tudo isso naturalmente. Trata-se do vinho moscato espumante ou moscatel espumante. No Moscatel o gás provém da fermentação e tem no mínimo 20 gramas de açúcar. Há ainda outros produtos espumantes gaseificados que são populares, principalmente no final de ano. Alguns exemplos são a sidra, o filtrado doce, o vinho gaseificado e o frisante. Nesse caso, o importante é saber discernir se está comprando um vinho espumante ou uma bebida gaseificada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2021 0 Comentários 700 Visualizações
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