Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Administradores do Grupo Hospitalar Conceição entram em greve total na...
Produção gaúcha-cuiabana ‘Cinco Tipos de Medo’ estreia nesta quinta
Santa Cruz do Sul recebe 10º edição do Festival da...
Área Azul Digital começa a operar em Santa Cruz no...
CRMV-RS realiza evento em Porto Alegre sobre protagonismo feminino
Um dos maiores nomes do agro no Brasil, José Luiz...
Aspeur/Feevale e Novo Hamburgo formalizam parceria para cercamento eletrônico
Confraternização de Páscoa reúne 400 idosos em Santa Cruz do...
Semana do Marketing Digital do Sebrae RS oferece capacitação online...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

vinho

Variedades

Novo espaço inaugurado em Porto Alegre oferece uma experiência sensorial no mundo do vinho

Por Gabrielle Pacheco 24/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um espaço especial para quem gosta de vinhos foi inaugurado em Porto Alegre. Mas não um wine bar, como conhecemos na cidade. Um local diferenciado, que tem como um de seus principais atrativos a experiência de provar diversos tipos de vinhos, conhecer regiões, estilos e procedências.

O Dionisia VinhoBar, nova operação comandada pela empresária Jaqueline Meneghetti, traz 64 rótulos à disposição simultaneamente, servidos pelo próprio cliente diretamente em taças com três possibilidades de quantidade – 50ml, 75 ml e 125ml.

“A ideia foi facilitar para quem quisesse experimentar e conhecer diferentes tipos de vinhos de um modo mais simples, provando a partir de pequenas doses e evoluindo conforme seu gosto naquele momento”, explica Jaqueline.  “O Dionisia traz um conceito que não existe na cidade e Porto Alegre precisa de operações diferentes”, completa.

Além dos vinhos – nacionais e internacionais, do Velho e do Novo Mundo – o Dionisia oferece espumantes e uma selecionada carta de drinks. No cardápio do restaurante, pratos para compartilhar mas também individuais. A casa, localizada na rua Padre Chagas, 314, no coração do bairro Moinhos de Vento, é divida em dois andares. O bar fica na parte superior; no térreo uma loja que traz objetos que transitam pelo universo do vinho.

São livros sobre a bebida, sobre a gastronomia, sobre a uva, alguns eróticos. E objetos de design concebidos por importantes nomes e marcas da arte brasileira: Heloisa Crocco, com peças em madeira, Tania RResmini e Alma, com cerâmicas, Jacqueline Chiabay e PP acessórios, com produtos em couro e Essência Design, com trabalhos em pedra.

Mais que um bar ou uma loja, o Dionisia é um novo conceito de negócio, uma verdadeira experiência sensorial, que quer simplificar o consumo do vinho e aproximar a bebida do consumidor. Em breve a casa passa a oferecer também pequenos cursos, degustações e harmonizações, envolvendo o vinho e todo seu universo.

Foto: Divulgação/Andréa Graiz | Fonte: Assessoria
24/02/2019 0 Comentários 749 Visualizações
CidadesCultura

Bento Gonçalves brinda a volta da Fenavinho

Por Gabrielle Pacheco 22/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Centro referencial da produção vinícola nacional, Bento Gonçalves volta a celebrar a festa que chancelou sua alcunha como Capital Brasileira do Vinho. A Fenavinho, cuja primeira edição ocorreu em 1967, será uma oportunidade para o enoturista visitar duas vezes o município da Serra gaúcha em 2019 – a primeira durante a vindima, em fevereiro, quando ocorre a colheita da uva, e a outra em junho, para celebrar a volta da festa. A Festa Nacional do Vinho chegará à 16ª edição entre os dias 13 e 23 de junho, concomitantemente à ExpoBento, maior feira multissetorial do país, no Parque de Eventos – ambas com realização assinada pelo Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG).

Muito da programação da icônica festa, que foi realizada pela última vez em 2011, já está elaborada. O retorno às origens, com a elevação do trabalho do imigrante italiano que trouxe a cultura da vinha à cidade, baliza o cronograma das atrações. Uma já confirmada é a Vila Típica, integrada à área gastronômica e ao espaço da agroindústria e das vinícolas. “A proposta é recriar ambientes de época, revitalizando expressões da cultura regional local”, diz Diego Bertolini, coordenador do Comitê da Fenavinho 2019. “Queremos transmitir esses conceitos por meio de vários campos do patrimônio cultural: arquitetura colonial, artesanato, hábitos e costumes, vinho colonial, gastronomia, teatro, música, entre outros, sempre com janelas interativas para a participação do público”, prossegue.

A atmosfera das praças, tradicionais pontos da convivência comunitária nas cidades do interior, será reproduzida para receber apresentações cênicas, artísticas e musicais. Nesses locais também será possível conhecer o trabalho das agroindústrias familiares, com produtos típicos e artesanais. Neste contexto, a gastronomia ocupa um lugar de quase devoção, tanto com os pratos típicos das nonnas (matriarcas italianas) quanto com aqueles produzido a partir do requinte da alta cozinha.

Cursos ministrados por chefs, e aulas de harmonização, unindo culinária e vinho, também estão previstos. Dezenas de vinícolas expositoras apresentarão e comercializarão seus produtos, compartilhando com o público a evolução do setor. Uma Enoteca mostrará os vinhos nacionais, suas regiões de procedência e as principais condecorações recebidas pelo setor nos mais variados concursos ao redor do mundo.

Uma das mais emblemáticas atrações da história da Fenavinho, o vinho encanado no Centro de Bento Gonçalves, deve novamente ser fator de encantamento a turistas. Projetos estão sendo trabalhados para resultar na distribuição da bebida, na Via Del Vino (área central da cidade) já nos finais de semana que antecedem a festa/feira. O icônico concurso para escolha das soberanas do Vinho deve ser lançado ainda em janeiro. Outros clássicos atrativos, como o desfile de carros alegóricos, também estão nos planos. Para as crianças, a Fenavinho recria a Piccola Città, espaço com ações na área da educação patrimonial, lazer e recreação dirigida ao público infanto-juvenil.

(Eno)turismo em Bento Gonçalves

– Nos nove primeiros meses de 2018, mais de 1 milhão de turistas passaram pela cidade
– O Vale dos Vinhedos, que concentra a maior parte das vinícolas da cidade, foi visitado por 270.703 turistas
– Os outros quatro roteiros da cidade, Caminhos de Pedra, Vale do Rio das Antas, Cantinas Históricas e Encantos da Eulália, também concentram vinícolas e, juntos, receberam 187.707 visitantes
– Os atrativos urbanos da cidade – que também incluem algumas cantinas, como a Aurora – foram vistos por mais de 571 mil turistas
– Nos nove primeiros meses do ano, a prefeitura de Bento Gonçalves arrecadou R$ 2,4 milhões apenas com o ISSQN gerado pelo setor de turismo

Produção

– Em 2018, Bento colheu 98.519.420 de quilos de uva. Ao todo, o município processou 214.034.814 de quilos de uva
– Em 2017, o município elaborou 21 milhões de litros de vinhos finos, a maior produção do país com uvas viníferas. Com vinho de mesa, a cidade ocupa a quarta posição, com 18,2 milhões de litros A cidade também lidera a produção de suco de uva 100%, com 51,7 milhões de litros
– Segundo o Cadastro Vitícola 2015, elaborado pela Embrapa Uva e Vinho e publicado em 2017, em Bento Gonçalves havia 1.296 propriedades produtoras
– O mesmo estudo mostra que a área de vinhedos na cidade é de 4.347,42 hectares

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/01/2019 0 Comentários 675 Visualizações
Cultura

Vindima aquece o verão da região Uva e Vinho

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul é responsável por 90% do vinho, 85% dos espumantes e 90% do suco de uva produzidos no Brasil, e toda essa produção depende do cultivo adequado, condições climáticas, e do período de colheita dos frutos.

Chamada de Vindima, a colheita das uvas, última etapa antes da elaboração das bebidas, tem transformado os meses de janeiro, fevereiro e março em um período de alta temporada na região Uva e Vinho da Serra Gaúcha. A paisagem natural da região se enriquece coberta por verdes parreirais repletos de frutos com cores variadas e um perfume inconfundível.

Operadora de pacotes turísticos na região, a Giordani Turismo e Eventos registrou, entre as temporadas de 2017 e 2018, crescimento de 143% na procura por roteiros relacionados a Vindima, e a expectativa para 2019 é ainda maior.

De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Turismo de Bento Gonçalves, a programação realizada na cidade em 2018 foi prestigiada por aproximadamente 285 mil visitantes, número que também deve aumentar nesta temporada.

O grande atrativo da temporada é a colheita nos parreirais, passeio pelas diferentes vinícolas, desde boutiques com elaboração em pequenas quantidades e qualidade reconhecida internacionalmente, passando pelas familiares, coloniais e industriais de grande porte. Todas com a marca e qualidade dos melhores vinhos nacionais.

A pisa da uva em grandes barris de madeira, método utilizado para fazer vinhos pelos antigos colonizadores italianos da região é uma experiência que encanta os visitantes, assim como comer o merendin – um lanche com produtos coloniais locais – servido sob os parreirais, no mesmo estilo como era feito antigamente para que os trabalhadores pudessem se alimentar ali mesmo durante a colheita, acompanhados por corais típicos que ainda mantêm a tradição. Os turistas podem optar ainda por passeios que incluem almoços harmonizados, cursos de degustação e visita a adegas acompanhadas de enólogos e sommeliers.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2019 0 Comentários 641 Visualizações
Cultura

Rótulos prestigiados da Serra Gaúcha são o tema do L´Essenza del Vino de agosto

Por Gabrielle Pacheco 31/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

Vinho é uma bebida que pode agradar a diversos paladares, podendo ser harmonizada com quase todo tipo de comida e caindo bem em qualquer ocasião. Pensando nisso, o evento L’Essenza del Vino traz, a cada mês, uma proposta especial para quem é fã da bebida.

A bordo da tradicional Maria Fumaça – Trem do Vinho da Serra Gaúcha, o turista faz a degustação orientada – por enólogo ou sommelier – de rótulos especialmente selecionados. Na edição de agosto, com o tema Vinhos de Personalidade, a seleção prestigia vinhos com características marcantes e elaborados na Serra Gaúcha. Antes do trem partir, cada passageiro do vagão 219 recebe um kit composto por taça personalizada e produtos que fazem a harmonização com as bebidas em degustação.

Neste mês, a experiência ocorre no sábado, 11, véspera do Dia dos Pais. Dois horários estão disponíveis, às 14h e 16h, ambos com limite de 40 passageiros no vagão 219, que preserva as características originais de fabricação. Os 23 quilômetros de ferrovia – entre as estações de Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa – são percorridos em, aproximadamente, 1h30. Para animar o passeio, além da orientação e dicas sobre vinhos, o vagão do L’Essenza del Vino conta com um músico que interpreta, ao vivo, trilha sonora selecionada para o evento.

Serviço

O quê: L’Essenza del Vino – Vinhos de Personalidade
Quando: 11/8, às 14h e às 16h
Onde: Rua Duque de Caxias, s/n, bairro Cidade Alta, Bento Gonçalves
Quanto: R$ 189

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2018 0 Comentários 533 Visualizações
Variedades

Certificados os primeiros vinhos brasileiros em boas práticas na produção

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Vinícola Ravanello, no município de Gramado (RS), é a primeira empresa brasileira a apresentar o selo da produção integrada em seus rótulos, certificação que atesta o emprego de boas práticas agrícolas e de produção. A chancela assegura que o produto cumpriu uma série de quesitos, que vão desde a redução do uso de químicos na lavoura até a preocupação com a saúde do trabalhador e a sua capacitação, entre vários outros itens que também dão segurança ao consumidor.

Após acompanhamento técnico e auditorias, os vinhos Chardonnay e um assemblage de Merlot e Cabernet Sauvignon, elaborados na Safra 2017/18, receberão o certificado e a autorização do Instituto de Avaliação da Qualidade de Produtos da Cadeia Agro Alimentar (Certifica) para a impressão de selos da produção integrada para as garrafas. O Programa da Produção Integrada tem a chancela do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

A conquista do vinho certificado é o resultado de nove anos de pesquisas científicas, período no qual foi avaliado e validado todo o sistema de manejo da uva e o processo de elaboração da bebida. Segundo o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho (RS) Samar Velho da Silveira, que lidera o projeto de produção integrada, à medida que as normas propostas pela equipe técnica iam sendo avaliadas e validadas, as vinícolas parceiras já incorporavam as práticas em suas rotinas. “A parceria com produtores nesse processo foi fundamental para conseguirmos ter um sistema que funciona na prática. É um novo momento para os vinhos brasileiros”, comemora o cientista.

Selo é diferencial no mercado

Silveira explica que a produção integrada é um sistema de certificação que tem a sua base na adoção de boas práticas, tanto agrícolas quanto de fabricação, no qual por meio do uso do manejo integrado de pragas e doenças se busca a redução de uso de agroquímicos, visando à ausência de resíduos químicos, físicos e biológicos nos produtos ou, se existirem, que estejam dentro de padrões de segurança estabelecidos na legislação brasileira, oferecendo assim alimentos seguros e de alta qualidade aos consumidores. “A Produção Integrada é a consolidação do melhor conhecimento agronômico disponível, que permite uma produção ambientalmente sustentável. Ao cumprir a normativa, os agricultores poderão certificar seus vinhos e usar o selo Brasil Certificado, diferenciando o produto no mercado”, declara.

O sistema também leva em conta aspectos sociais da produção, como a saúde do trabalhador rural, isenção do uso de mão de obra infantil e o constante treinamento das pessoas. “O resultado final é uma garrafa de vinho com um selo que garante acesso a mercados exigentes e que possibilita a rastreabilidade de todo o sistema”, pontua Silveira. Todo o histórico da produção na propriedade fica registrado nos “Cadernos de Campo” e nos “Cadernos do estabelecimento Vinícola”, que é um dos materiais auditados pela certificadora. A vinícola pode adicionar um código de barras ou um código QR ao rótulo para que essas informações possam ser visualizadas pelo consumidor por meio de seu aparelho celular ou tablet.

A certificação

Para um vinho receber o selo da produção integrada, um longo caminho deve ser percorrido. O produtor deve contar com assistência técnica capacitada e habilitada em Produção Integrada de Uva para Processamento (PIUP) para conduzir as práticas de manejo no parreiral, atendendo aos princípios e às Normas Técnicas. Entre elas, conduzir sua área dentro das normas durante um ano prévio à certificação e ser auditado por uma certificadora independente, nesse caso, o Instituto de Avaliação da Qualidade de Produtos da Cadeia Agro Alimentar (Certifica).

Nede Lande Vaz da Silva, diretor do instituto, comenta que todo o processo de certificação é acompanhado a partir de uma lista de checagem detalhada, que envolve a produção da uva ao longo da safra no campo, começando já na época da poda, passando pela colheita, vinificação e dos testes em laboratórios terceirizados para identificar a possível existência de resíduos no vinho. “É um processo bastante demorado e minucioso. Percorremos todo o caminho da produção que se encerra com a análise dos vinhos, dos quais somos responsáveis pela coleta das amostras, que são lacradas e enviadas ao laboratório”, explica.

O laudo técnico do laboratório vai para a certificadora, que confere se todas as moléculas que integram a grade de agroquímicos da cultura estão dentro dos limites estabelecidos pelo Mapa e pela Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Se tudo estiver de acordo, a empresa emite o certificado e autoriza a emissão do selo, que contém a marca do Programa Brasil Certificado, do Mapa e da certificadora. A emissão dos selos é controlada pela certificadora, que autoriza a gráfica a imprimir somente a quantidade de selos necessária para as garrafas que receberão o vinho elaborado dentro do sistema de produção integrada.

A Ravanello passou pela fase da auditoria em campo em outubro de 2017, e da vinícola em janeiro de 2018. Em abril deste ano, finalizando o processo, os vinhos foram coletados e as análises de resíduos foram realizadas em laboratório. “Todo o processo segue à risca um grande check list, que garante um produto final de qualidade. Atualmente, o consumidor brasileiro ainda não reconhece a certificação de produção integrada como um diferencial, mas é uma questão de conscientização e de tempo”, avalia Silveira. Ele comenta que, além da uva para elaboração de sucos e vinhos, a Empresa também tem sido responsável pela certificação da Produção Integrada de maçãs e morango.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
20/07/2018 0 Comentários 625 Visualizações
Variedades

Restaurante da Serra Gaúcha recebe prêmio

Por Gabrielle Pacheco 11/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Hotel Saint Andrews, localizado em Gramado (RS), recebe mais um título na lista dos prêmios internacionais, desta vez para o restaurante Primrose, que acaba de ser eleito tricampeão pela Wine Spectator — importante revista norte-americana especializada em vinhos — como um dos restaurantes com a melhor carta de vinhos do mundo.

O título é mais um reconhecimento da importância do restaurante na gastronomia mundial, já que poucos estabelecimentos recebem o Best of Award of Excellence 2018 da Wine Spectator. Todos os ganhadores serão publicados em um guia especial com circulação nesta que é a maior publicação do tema.

Para atender os clientes e hóspedes que apreciam os melhores vinhos, o Hotel Saint Andrews dispõe de uma adega climatizada com 239 rótulos de vinhos e 1.897 garrafas disponíveis. Tudo estrategicamente construído para acomodar adequadamente preciosidades como Château Mouton Rothschild, o Charmes-Chambertin Grand Cru 2006, diversas safras do clássico Brunello Di Montalcino, o especialíssimo Trebbiano Valentini d’Abruzzo, com garrafas em edições limitadas, entre outras raridades do universo dos vinhos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2018 0 Comentários 491 Visualizações
Variedades

Brasileira é eleita presidente da Organização Internacional da Vinha e do Vinho

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

Pela primeira vez na história, uma brasileira assume a presidência da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Regina Vanderlinde, professora de biotecnologia da Universidade de Caxias do Sul, foi eleita na última sexta-feira (6), em Paris, para suceder a alemã Monika Christmann pelos próximos três anos no comando da principal entidade vitivinícola do mundo. Ela é a terceira mulher a presidir a OIV de forma consecutiva.

A eleição ocorreu na Assembleia Geral Extraordinária da OIV, com 36 dos 45 votos dos países membros favoráveis à candidata brasileira e 99,2 votos ponderados.

Agora o Brasil entra, definitivamente, no mapa vitivinícola mundial. Todos vão querer saber por que e como uma brasileira assumiu o comando da principal organização do vinho. É um atestado definitivo da qualidade da produção dos vinhos brasileiros”, afirma o presidente da seção gaúcha da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS), Orestes de Andrade Jr.

Logo após sua eleição, Regina disse ao presidente da ABS-RS: “Eu espero ser uma embaixadora, divulgando e promovendo o vinho brasileiro pelo mundo”.

A OIV é quem define os padrões internacionais para a produção de vinhos e derivados da uva. A organização acompanha todos os aspectos econômicos e comerciais do setor no mundo todo. “É uma honra e uma grande conquista para o Brasil. Um reconhecimento à importância crescente da nossa vitivinicultura”, comemora o presidente do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Oscar Ló. Ele acrescenta que a produção brasileira de vinhos e derivados deve ganhar maior atenção e destaque no mundo com a presidência da OIV. “É mais uma oportunidade que se abre para mostrarmos nossos produtos em nível internacional”, observa.

Em contato com Orestes Jr., presidente da ABS-RS, Regina também disse que o seu mandato será pautado por três ações fundamentais. Primeiro, o desenvolvimento do setor vitivinícola em todos os níveis, mobilizando todo o potencial científico e técnico para enfrentar os novos desafios presentes e futuros.

Segundo, contribuir para promover um modelo de comércio internacional baseado na legalidade e na transparência das trocas comerciais. E, por último, incentivar a ideia de que viticultura e desenvolvimento territorial sustentável caminham juntos permitindo o turismo enológico.

Quero exercer uma ação diplomática constante para integrar novos países à OIV, além de trabalhar para que a organização seja reconhecida pelo Codex Alimentarius”, disse Regina.

A candidatura de Regina Vanderlinde teve forte apoio do governo brasileiro, por meio do Ministério da Agricultura e do Ministério das Relações Exteriores. Conforme nota do MRE, durante seu mandato, Regina Vanderline buscará fortalecer o comércio e o turismo vitivinícola e a sustentabilidade da produção, por meio do uso de tecnologia e práticas inovadoras.

Em nota, o MRE destaca que a eleição da brasileira coloca em destaque a importância e o potencial de expansão do mercado vitivinícola brasileiro. O consumo anual per capita de vinho no Brasil ainda é modesto (1,53 litros, contra 40 litros na França) e cerca de 80% do que é consumido provém de importações, a despeito do reconhecimento internacional que os vinhos nacionais vêm recebendo.

Professora da Universidade de Caxias do Sul (UCS), Regina Vanderlinde é natural de Braço do Norte (SC) e formada em farmácia bioquímica e tecnologia de alimentos pela Universidade Federal de Santa Catarina. Tem mestrado e doutorado em enologia pela Universidade de Bordeaux e trabalha na OIV desde 2011.

Em 2012, assumiu como secretária científica da Subcomissão de Métodos de Análise de Vinhos da entidade, o primeiro posto permanente obtido pelo Brasil na OIV. Regina ainda é gerente-geral do Laboratório de Referência Enológica (Laren) da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, mantido em parceria com o Ibravin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2018 0 Comentários 813 Visualizações
Cultura

Amantes do vinho se reúnem em evento na Capital

Por Gabrielle Pacheco 14/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

Iniciando as comemorações do Dia do Vinho em Porto Alegre, o Vineria1976 realiza a segunda edição do Vinho na Praça – único projeto de rua dedicado à bebida na capital gaúcha.

O evento ocorre no dia 19 de maio, das 14h às 21h, em frente ao Wine Bar, na Praça Dr. Maurício Cardoso, localizada no bairro Moinhos de Vento. O encontro leva para a praça diversos tipos de vinhos e espumantes, petiscos, feirinha e atrações musicais.

Oito vinícolas participam da edição, e trazem opções para todos os gostos: espumantes, branco, rosé e tintos. Entre as participantes estarão: Bodega Sossego, Aracuri, Pericó, Guatambu, Don Giovanni, Capoani, ReD (Routhier&Darricarrère) e Weber – uma amostra da diversidade da viticultura brasileira com vinhos da Campanha Gaúcha, Vale dos Vinhedos, Pinto Bandeira, Campos de Cima da Serra, além do Planalto Catarinense e do Alto Uruguai.

A parte gastronômica estará por conta do foodtruck by Vineria1976, com petiscos assinados pelo chef Pedro Mattos e sua equipe. Entre as opções de dar água na boca estão as clássicas croquetas de carne de panela, além das novidades: sanduba de cogumelo, sanduba de costela com queijo e aioli, e o Brownie by Neugebauer (40% cacau).

Na primeira edição, realizada em dezembro de 2017, circularam mais de três mil pessoas, com um público de todas as idades. Em sete horas de evento, foram consumidas cerca de duas mil taças. Nesta edição, em parceria com a Boccati, a taça será uma versão híbrida (serve vinho e espumante na mesma) e terá um volume 40% maior.

Para quem quiser devolver o utensílio acrílico ao final do evento, o reembolso será através de doação social ao Curso Técnico de Gastronomia do Pão dos Pobres.

O objetivo dos sócios do Vineria1976, Priscilla Ortiz e René Moura, é tornar o consumo do vinho menos formal e promover a democratização da bebida. “Com apoio do Ibravin, buscamos através desse projeto aproximar o consumidor do vinho brasileiro fora de estabelecimento, num ambiente descontraído, a céu aberto e acessível a todos, com várias atrações para fazer dessa ação um evento cultural e atrativo às famílias”, conta René.

“O Vinho na Praça quer difundir o posicionamento do vinho como bebida “sem frescura” e sempre trazer uma seleção de vinícolas para apresentar novidades ao público. A ideia é de construir uma marca com duas datas culturais, uma no verão e outra no inverno, aproximando o eixo das regiões produtoras à capital”, ressalta Priscilla.

Voltado para toda a família, o evento cultural contará com um espaço kids com atividades para as crianças, promovidas pela escola bilíngue de educação infantil Studio School. No comando da trilha sonora do evento estão a banda Os Madrugas (pop rock nacional e internacional) e DJ Titi.

Além disso, uma feirinha disponibilizará vinhos em garrafa das vinícolas participantes, acessórios para vinhos da Boccati, peças selecionadas da PP Acessórios, e camisetas da marca Shieldmaiden – confeccionadas com materiais sustentáveis (algodão orgânico e PET reciclado) e produzidas localmente pela Cooperativa Univens.

O evento tem apoio institucional do Ibravin e Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Serviço

O quê: 2º Vinho na Praça
Quando: 19/5, das 14h às 21h (em caso de chuva, o evento será transferido)
Onde: Praça Dr. Maurício Cardoso, bairro Moinhos de Vento, Porto Alegre
Quanto: Entrada franca

Foto: Marcelo Liotte/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2018 0 Comentários 526 Visualizações
Business

Vinho e suco de uva atraem visitantes internacionais ao Brasil

Por Gabrielle Pacheco 06/02/2018
Por Gabrielle Pacheco

Neste mês de fevereiro, além do ritmo, da dança e da folia contagiante do Carnaval, visitantes de diferentes países virão ao país motivados por outras de nossas especialidades: o vinho e o suco de uva. Três grupos compostos por jornalistas e compradores de redes varejistas e restaurantes dos Estados Unidos, além de estudantes de mestrado da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) circularão pela Serra Gaúcha trazidos pelos projetos setoriais de promoção internacional Wines of Brasil e 100% Grape Juice of Brazil – realizados em parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – para conhecer, estudar e fazer negócios.

Entre os dias 6 e 9 de fevereiro, oito jornalistas e relações públicas de veículos de grande circulação na terra do Tio Sam, como Vogue, Condé Nast Traveler, Harper’s Bazaar, USA Today, Napa Valley Register, Eater, The Manual, Modern Farmer e The Wine Siren, farãotours enogastronômicos pela Serra Gaúcha, além de participarem de palestras técnicas sobre a produção nacional e as Indicações Geográficas brasileiras de vinho.

Na semana seguinte, no dia 19, aterrissam na região 18 estudantes do curso de mestrado da OIV para aprofundar seus conhecimentos a respeito das características do setor vitivinícola e o perfil dos vinhos nacionais. Em 2016, o Brasil integrou a grade do curso da entidade internacional, recebendo mestrandos que degustaram mais de 30 vinhos das principais regiões produtoras.

No mesmo período, de 18 a 23 de fevereiro, será a vez de compradores de importantes redes gastronômicas e varejistas descortinarem as potencialidades das bebidas verde-amarelas. Os representantes da Full Circle Wine Solutions, Del Frisco’s Restaurant Group, Consolidated Restaurant Operations Inc. e Grand Cata farão um tour por 11 vinícolas de seis diferentes zonas vitivinícolas da Serra. Na taça, os visitantes estarão buscando a tipicidade brasileira para ofertarem no diversificado, porém concorrido, mercado norte-americano.

Ainda em fevereiro, o Wines of Brasil estará desfilando seus os destaques verde-amarelos no Reino Unido, durante o Specialist Importers Trade Tastings – SITT Springs 2018, realizado no dia 26, em Manchester, e no dia 28, em Londres. Voltado exclusivamente para compradores, importadores, donos de lojas, sommeliers e jornalistas, o evento é uma grande oportunidade de prospectar parceiros locais, abrir novos pontos de venda e conversar diretamente com formadores de opinião nesse mercado. No total, 15 rótulos serão apresentados pela JK Marketing, agência de relações públicas do projeto no país.

Estados Unidos, Reino Unido e China são os mercados-alvo do projeto Wines of Brasil por terem alto volume de importação e, no caso dos países ocidentais, também ostentarem um grande consumo per capita.

Foto:  Cassino Farina/ Divulgação | Fonte: Assessoria

06/02/2018 0 Comentários 532 Visualizações
Business

Vinícolas gaúchas de pequeno porte são legalizadas

Por Gabrielle Pacheco 04/02/2018
Por Gabrielle Pacheco

A partir da próxima safra, um grupo-piloto de 11 pequenos vinicultores da Serra Gaúcha sairá da ilegalidade e poderá vender e divulgar seus produtos. A conquista é fruto de um trabalho realizado desde 2010 por oito instituições, com a articulação da Embrapa Uva e Vinho (RS), Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar). Além de viabilizar uma lei feita sob medida para produtores da região, a Lei do Vinho Colonial, o grupo estruturou um protocolo de adequação que foi decisivo para legalizar a produção. Boas práticas, tais como uso de piso impermeável, paredes laváveis, controle de pragas (portas que impeçam a entrada de roedores e insetos, por exemplo), rastreabilidade e procedimentos para higienização, foram detalhadas na Instrução Normativa 05/2000 com a finalidade de auxiliar vinicultores a adaptar sua produção. Todo o conteúdo foi elaborado e proposto por cientistas e técnicos da área.

Conhecimento tradicional preservado

Os pequenos produtores são, na maioria, descendentes de imigrantes italianos que trouxeram na bagagem a fórmula para produzir o próprio vinho, considerado um item básico na sua alimentação. Com o aumento do enoturismo, a procura dos turistas para conhecer, degustar e levar para casa um pouco do vinho denominado colonial ou artesanal podia deixar o pequeno produtor à margem da lei, pois a necessidade de abertura de empresa para formalizar a atividade vinícola representava uma barreira.

Primeiras vinícolas legalizadas

Auri Flâmia, da Linha de São Valentim, no interior de Bento Gonçalves, foi um dos primeiros produtores participantes do projeto que conseguiu a legalização da sua vinícola, a Piccola Cantina. Neto de imigrantes italianos, em conjunto com a esposa Diva, cultiva 16 hectares de uvas comuns, como Niágara e ‘BRS Lorena’, e elabora vinhos para consumo próprio e da família e também vende parte da fruta para consumo. Já tinham praticamente toda a estrutura pronta, mas, mesmo assim, precisaram investir cerca de R$ 50 mil para adequar a estrutura conforme determina a norma. “Não me preocupo quando vou ter o dinheiro de volta, mas gosto de produzir vinho e agora que vai ser legalizado fica mais tranquilo. Dá orgulho fazer um bom produto que o pessoal gosta”, comenta Flâmia.

Com a participação da filha mais velha, que é a responsável técnica do estabelecimento, planejam já na próxima safra fazer os 20 mil litros de vinhos autorizados e comercializar na vinícola ou em feiras de produtores. “Vamos vender em garrafões de cinco litros ou em embalagens pet (plástico) de dois litros, que todos preferem por ser mais práticas e não precisar devolver”, comenta. Sonham que no futuro a propriedade passe a integrar uma rota turística do município, pois os 3,5 km de estrada de chão que separam a BR 470 da sua propriedade proporcionam lindas paisagens, como a vista do Vale da Ferradura.

Foto: Gilmar Gomes/ Reprodução | Fonte: Assessoria
04/02/2018 0 Comentários 1,1K Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 304 | Mar 2026

Entrevista | Dra. Ivana Battaglin defende que a queda dos casos de feminicídio começa na educação

Mulher | Conheça as histórias de mulheres que combatem a misoginia, liderando nas áreas
jurídica, segurança, educação e negócios

Educação | Estudante Lucas Closs conquista vagas em três programas internacionais

Turismo | Temporada da colheita das azeitonas toma conta das ações em Cachoeira do Sul

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Administradores do Grupo Hospitalar Conceição entram em greve total na quinta-feira

  • 3

    Produção gaúcha-cuiabana ‘Cinco Tipos de Medo’ estreia nesta quinta

  • 4

    Santa Cruz do Sul recebe 10º edição do Festival da Cerveja Gaúcha

  • 5

    Área Azul Digital começa a operar em Santa Cruz no dia 22

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO