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Variedades

Vendas do varejo gaúcho devem crescer no último quadrimestre de 2018

Por Gabrielle Pacheco 17/09/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrando a alta de 1,4% nas vendas do varejo gaúcho em julho de 2018 frente ao mesmo mês de 2017 é avaliada pelo presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, como um sinal de que o segundo semestre deste ano deve incrementar o consumo no estado.

Para Vitor Augusto Koch a melhora esperada em julho era um pouco mais significativa, mas ainda assim todo crescimento nas vendas deve ser visto como positivo, especialmente despois de um mês de junho mais freado, devido ao impacto da paralisação dos caminhoneiros.

Esperamos que esse avanço das vendas se reflita em um segundo semestre melhor para todos os lojistas gaúchos. Tradicionalmente os últimos quatro meses do ano são aqueles onde as pessoas conseguem comprar mais, motivados por datas como o Dia das Crianças e o Natal, além do recebimento do 13º salário. Embora ainda sejam sentidos os reflexos da crise econômica que o país viveu nos últimos anos, acreditamos que a partir da definição do quadro eleitoral a população terá maior confiança em investir nos bens de consumo e isso trará reflexos positivos para os comerciantes”, avalia o presidente da FCDL-RS.

A partir do desempenho das vendas nos últimos meses, a FCDL-Rs revisou sua precisão de crescimento real (descontada a inflação) das vendas do varejo para 2018, de 4,5% previsto em janeiro, para 2,5% a 3%.

“Temos potencial para crescer tanto no que diz respeito as vendas quanto a abertura de novos postos de trabalho no varejo. Os lojistas devem estar preparados para esse novo ciclo que já está começando”, lembra Vitor Augusto Koch.

O levantamento do IBGE mostra que no acumulado de 2018 as vendas do varejo gaúcho cresceram 8,5% de janeiro a julho, e em 12 meses, o avanço chega a 9,9%. No comércio varejista ampliado, que inclui vendas de veículos, motos e material de construção, o comércio gaúcho mostrou alta de 3,1% frente a julho de 2017 e crescimento de 8,9% de janeiro a julho e de 12,8% em 12 meses.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/09/2018 0 Comentários 516 Visualizações
Business

Franchising brasileiro fatura R$ 40 bilhões no 2º trimestre de 2018

Por Gabrielle Pacheco 15/09/2018
Por Gabrielle Pacheco

Um levantamento divulgado no início de agosto pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) apontou que o setor de franquias brasileiro teve um salto nominal de 8,4% no 2º trimestre de 2018, em relação ao mesmo período no ano passado. De acordo com o balanço, o faturamento passou de R$ 37,565 bilhões para R$ 40,743 bilhões.

O segmento da beleza continua em plena expansão e sendo um dos mais promissores para quem quer investir. Um dado divulgado em outro levantamento feito pela ABF apontou um crescimento de 35,3% do setor da beleza nos últimos três anos. Além disso, o segmento de Saúde, Beleza e Bem-Estar liderou o faturamento no ano passado, com um salto de 12,1%, em relação ao ano anterior.

Esse progresso está atrelado ao dinamismo do franchising brasileiro nos últimos anos, conforme apontou uma pesquisa da ABF em parceria com a Confederação Nacional de Serviços (CNS) e com a Fundação Dom Cabral (FDC). A Pesquisa de Inovação de Franquias Brasileiras deu destaque para a inovação e para os novos modelos de negócios como um dos principais agentes para o crescimento.

É possível notar esse movimento por meio das tendências de modelos de negócios e serviços na área da beleza, que a cada dia estão mais enxutos e diversificados. Podemos citar como exemplo os novos segmentos de barbearias, esmaltarias, serviços voltados para depilação e até mesmo cursos profissionalizantes.

Nesse mesmo caminho, a franquia Infobeleza, rede de escolas de cursos profissionalizantes na área da beleza, também optou pela inovação e padronização. É que, além de apostar na interiorização, uma forte tendência no franchising brasileiro, a marca resolveu ampliar sua oferta de serviços, criando também uma plataforma online de cursos de especialização.

Não somente isso, a marca criou um modelo único de gestão compartilhada, visando dar mais suporte aos franqueados em três aspectos essenciais para uma escola de beleza, que são administração, qualidade de ensino e vendas. “Quem investe em uma franquia, espera da franchising não somente a licença de uso da marca, mas também uma direção e o auxílio de como tocar o seu negócio”, diz Sônia Leonardi, diretora da Infobeleza.

A empresária, que começou como franqueada da marca, conta que esse foi o seu primeiro grande investimento como empreendedora. Com base na experiência que teve do outro lado, quer proporcionar mais parceria aos investidores que quiserem empreender numa franquia Infobeleza. “Principalmente para os empreendedores de primeira viagem, esse é um suporte fundamental. Senti isso na pele! Também tenho visto por aí que muitas franquias, de diferentes marcas, não têm vingado por falta de estrutura e apoio ao franqueado. Queremos ter esse diferencial”, revela Sônia.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/09/2018 0 Comentários 516 Visualizações
Variedades

2ª edição da Expo Sapiranga celebra boa presença de público e vendas

Por Gabrielle Pacheco 20/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

A iniciativa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga da realização da 2ª edição da ExpoSapiranga foi saudada por todos com uma boa presença de visitantes e vendas que agradaram aos empresários presentes.O evento foi realizado no Ginásio Nenezão no domingo (19/08), das 9h às 18h. A proprietária da Loja Preço Bom Calçados, Neda Manoela Kirsch, saiu satisfeita com a possibilidade de gerar novos negócios.

“Para nós é muito bom porque representa um dia a mais de vendas. Sentimos que foi até melhor do que no passado. Em apenas um turno conseguimos igualar as vendas no evento em 2017”, diz.

Pelo segundo ano consecutivo, a Casa Joinville esteve na Expo Sapiranga oferecendo uma ampla linha de roupas infantis. “O primeiro ano foi muito bom e por isso ficamos muito otimistas. O lojista precisa sempre ser lembrado pelo consumidor”, afirma o proprietário Luis Adriano.

A presença dos pets no ambiente foi uma novidade. A Clínica Veterinária Do Bosque apresentou produtos e serviços em seu estande, mas também ofereceu um espaço de lazer para os bichinhos de estimação no ambiente externo. “Somos uma empresa jovem na cidade. Faremos dois meses agora em outubro, então a Expo Sapiranga está sendo muito importante para divulgação da empresa e para que as pessoas conheçam nosso trabalho. Todos que vieram nos visitar gostaram bastante e saímos bem satisfeitos”, afirma a médica veterinária, Débora dal Bosco.

A presidente da CDL Sapiranga, Clarice Strassburger, ressaltou em seu discurso que a feira foi criada com o propósito de ser apreciada em todos os seus sentidos. “A Expo Sapiranga oferece experiências diversas que vão desde boas oportunidades de compras até momentos de lazer passando pelo contato com a cultura e gastronomia da cidade. Nosso compromisso, enquanto organizadores, foi garantir toda infraestrutura com um ambiente favorável para que os negócios pudessem ser realizados”, diz.

A feira contou com a participação de 46 estandes e 36 expositores de 19 diferentes segmentos de produtos e serviços.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2018 0 Comentários 466 Visualizações
Variedades

Movimento do Comércio avança 3,1% no semestre

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, avançou 3,1% no acumulado do 1º semestre de 2018, de acordo com os dados apurados pela Boa Vista SCPC. Na avaliação mensal dessazonalizada, a atividade cresceu 1,0% ante maio. No acumulado em 12 meses, o indicador avançou 4,5% (julho de 2017 até junho de 2018 frente ao mesmo período do ano anterior). Já na avaliação contra junho do ano anterior, houve alta de 3,1%.

Os resultados de junho apontam o varejo voltando a crescer, após as turbulências associadas à greve dos caminhoneiros no final de maio. Também ocorreu evolução no semestre, mas em ritmo menor do que esperado, devido ao baixo desempenho da economia e mercado de trabalho fragilizado. Espera-se que com a continuidade da expansão do crédito, melhora no emprego e na confiança dos consumidores, ocorra a consolidação de um ritmo de recuperação maior no segundo semestre.

Setores

Na análise mensal, dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou aumento de 2,0% em junho, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, a variação acumulada em 12 meses foi de 6,2%.

A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” cresceu 1,3% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Na comparação da série sazonal, nos dados acumulados em 12 meses houve avanço de 2,2%.

A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” ficou estável no mês na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada subiu 3,9%.

Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” subiu 0,5% em junho considerando dados dessazonalizados, enquanto na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses ainda apresenta queda de 1,3%.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
20/07/2018 0 Comentários 547 Visualizações
Variedades

Vendas do varejo gaúcho crescimento modesto em maio

Por Gabrielle Pacheco 12/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

A desaceleração do crescimento do volume de vendas do varejo gaúcho em maio, conforme os dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirmou a previsão de que a paralisação dos caminhoneiros impactaria negativamente no desempenho do segmento. A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS já trabalhava com a perspectiva de que a expansão do consumo fosse mais modesta, em função do movimento.

O resultado que aponta um crescimento de 6,4% para o varejo restrito e de 1,1% para o varejo ampliado (inclui veículos e material de construção) em maio na comparação com abril deste ano e de 6,4% (restrito) e 3,6% (ampliado) em relação a maio de 2017, poderia ter sido muito mais expressivo, caso não tivesse ocorrido a paralisação dos caminhoneiros. Os indicadores de vendas no Rio Grande do Sul superam os dados nacionais, em função da renda gerada pela safra agrícola favorável e pela queda da Selic o que impulsionou os poupadores para aquisição de bens duráveis.

– As vendas do varejo do Rio Grande do Sul estão em recuperação desde o início de 2017. No ano passado, houve um crescimento de 13,3% na comparação com 2016. Os primeiros quatro meses de 2018 também mostraram crescimento, mas nós enfrentamos, além da paralisação dos caminhoneiros, outros fatores que impedem uma alavancagem maior das vendas, como a desaceleração da retomada de emprego e o período de indefinição e insegurança política que vivemos – ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Os principais impactos negativos registrados em maio foram identificados nos ramos de material de construção e veículos, onde as vendas, no Rio Grande do Sul, caíram 6,7% e 1,6%, respectivamente. Os demais ramos lojistas mantiveram altas compatíveis com a dinâmica econômica dos meses anteriores.

Nesse contexto, se destaca o setor supermercadista, que teve incremento de 5,4% nas vendas em maio, mesmo enfrentando problemas de desabastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e carnes. A falta destes produtos foi compensada pela reação dos consumidores em procurar fazer estoques de alimentos não perecíveis, diante dos riscos que existiam da paralisação dos caminhoneiros prosseguir.

– É provável que os dados das vendas de junho, cuja primeira semana também foi afetada pela paralisação, ainda reflitam esse quadro. Acreditamos que a partir de julho o comércio varejista gaúcho retome o crescimento do volume de vendas, especialmente nos ramos de veículos e material de construção, compensando o consumo reprimido dos dois meses anteriores – enfatiza Vitor Augusto Koch.

A projeção do Departamento de Economia da FCDL-RS para os próximos meses, pesando os fatores positivos e negativos da conjuntura do país e do estado, aponta a continuidade da expansão do varejo, mas em patamares mais modestos do que vinha acontecendo até abril.

O primeiro quadrimestre de elevado crescimento do consumo, com o varejo restrito crescendo 7,6% e o ampliado tendo incremento de 9,4% em relação ao mesmo período de 2017, deve favorecer que as vendas varejistas gaúchas terminem 2018 com crescimento entre 3% e 5% na comparação com o ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/07/2018 0 Comentários 581 Visualizações
Cultura

FCDL-RS projeta boas vendas para o Dia dos Namorados

Por Gabrielle Pacheco 06/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

 A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) estima que as vendas do varejo gaúcho voltadas ao Dia dos Namorados, nesse ano, tenham um crescimento na ordem de 6% a 8% em relação ao mesmo período de 2017. De acordo com Vitor Augusto Koch, os principais fatores que reforçam a projeção de um cenário positivo de vendas para a data romântica dizem respeito a melhoria da renda interna do Rio Grande do Sul.

Tradicionalmente, 12 de junho é uma data em que os casais enamorados costumam buscar presentes que surpreendam seus pares e nesse ano não deve ser diferente. Ainda assim, a expectativa é que produtos como roupas, calçados, perfumes, cosméticos e joias estejam entre os preferidos para aquisição. Os ramos de consumo onde ocorrerem promoções de impacto, como o segmento de smartphones e outros eletrônicos, poderão, também, atrair a atenção dos consumidores.

Temos observado que os consumidores estão buscando, desde 2015, a melhor relação custo-benefício nos produtos que adquirem. Por isso, o ticket médio dos presentes para o Dia dos Namorados, que foi de R$ 95,00 em 2017, deve ficar na casa dos R$ 103,00 nesse ano”, destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Mesmo que a expectativa de vendas seja positiva, os resultados poderiam ser melhores caso o clima de incerteza política e econômica não fosse ainda tão forte entre os consumidores, que estão mais prudentes na hora de fazer compras.

Outra decisão importante do consumidor diz respeito a forma de pagamento dos presentes. A maioria deve optar por pagar à vista o que for adquirir, uma vez que os juros do cartão de crédito e do cheque especial seguem proibitivos. A melhor alternativa de crédito para o consumidor é uso do crediário próprio das lojas, com o uso do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Para os lojistas é importante intensificar a qualidade no atendimento na medida em que os presentes do dia dos namorados possuem um caráter mais sentimental do que qualquer outra época do ano. Em princípio, as mulheres tendem a gastar e presentear mais do que os homens.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2018 0 Comentários 489 Visualizações
Business

Marketing digital aposta em público com mais de sessenta anos

Por Gabrielle Pacheco 24/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

A população com mais de sessenta anos é muito ativa na internet e nas redes sociais. As pesquisas mostram que 64% do público com mais de sessenta anos possui smartphone. Além disso, passam uma média de uma hora por dia no telefone. 89% dos idosos tem whatsapp e 83% acessa a internet todos os dias.

O marketing digital está, cada vez mais, criando campanhas para atrair este consumidor. Segundo a diretora executiva da Trend Marketing, Caroline Brogni, as pessoas da terceira idade normalmente possuem uma posição estável e equilibrada financeiramente, o que favorece e aumente a intenção de compra.

Nos próximos dez anos, a população de pessoas com mais de sessenta anos, no Rio Grande do Sul, aumentará de 14,3% para 19,1%, representando quase 20% da população gaúcha, sendo um potencial nicho de mercado. Esta é uma população bastante ativa, visto que são pessoas que já tem uma posição financeira estável e equilibrada. Hoje, estão bastante familiarizados com os canais digitais. Dados mostram que duas em cada três idosos acessam o Facebook via celular”, relata Brogni.

De acordo com a especialista em marketing digital, o público da terceira idade quer ser tratado como qualquer outro cliente, mas quer produtos voltados para a idade deles. Uma das dicas para quem investe neste público é pensar em todos os detalhes da comunicação da empresa.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
24/05/2018 0 Comentários 573 Visualizações
Business

Inverno com maior incidência de dias frios deve impulsionar vendas do varejo gaúcho em 2018

Por Gabrielle Pacheco 23/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

De acordo com levantamento realizado pelo Departamento de Economia da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, a ocorrência de baixas temperaturas no inverno pode trazer um crescimento de até 12% na comparação com o mesmo período de 2017. A perspectiva de que o inverno em 2018 apresente dias efetivamente mais frios do que os registrados em 2017, anima os varejistas gaúchos e gera a expectativa de que aconteça um incremento significativo nas vendas, especialmente de artigos como roupas e calçados.

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que o saldo positivo de 43.460 postos de trabalho no primeiro trimestre de 2018 no estado, com expansão de empregos e aumento da massa salarial, são fatores que devem contribuir para a expansão das vendas nos meses de inverno. Além disso, com as recentes quedas da Selic, as pessoas que costumam poupar estão optando por adquirir bens de consumo e reforçando a comercialização de produtos no varejo gaúcho.

O desempenho do varejo no inverno gaúcho evidentemente depende da maior ou menor intensidade dos dias frios. Nos últimos anos o Rio Grande do Sul deixou de contar temporadas longas de baixas temperaturas, o que, efetivamente, causa prejuízo nas vendas. O fato positivo é que os lojistas não têm mais realizado grandes estocagens, o que evita maiores prejuízos em períodos em que a demanda é fraca. Todos estão se readequando, especialmente por questões de dificuldades na logística”, enfatiza o presidente.

Apesar do relativo otimismo, o presidente da FCDL-RS salienta que os percentuais de expansão podem ser menores por causa do impacto dos recentes aumentos dos preços dos combustíveis, o que reduz o poder de compra da população, que acaba gastando mais com esses produtos. Na avaliação do dirigente, o governo federal deve colaborar com a sociedade diminuindo a carga fiscal sobre os combustíveis, a fim de aliviar o peso sobre o bolso dos consumidores.

Foto: reprodução | Fonte: Assessoria
23/05/2018 0 Comentários 440 Visualizações
Business

Vendas do varejo gaúcho tem perspectiva de 9% de crescimento em maio

Por Gabrielle Pacheco 03/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

A celebração do Dia das Mães, no domingo (13), traz uma perspectiva otimista para o varejo gaúcho. Segundo levantamento realizado pelo Departamento de Economia da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), o crescimento médio das vendas do comércio em maio de 2018 deve ser cerca de 9% superior ao mesmo mês de 2017. Além disso, na comparação com abril deste ano, o incremento deve ser na casa dos 5%.

Com a retomada da economia e a melhora das condições para que os filhos possam presentear suas mães nesse ano, a FCDL-RS trabalha com uma previsão de que artigos de vestuário e calçados tenham suas vendas incrementadas em 22% diante de abril; móveis e eletrodomésticos tendem a crescer 16%; artigos pessoais e utilidades domésticas, 16%; artigos farmacêuticos, que inclui perfumaria, 6%; e produtos de informática, 5%”, destaca Vitor Augusto Koch, presidente da FCDL.

Segundo Vitor, para consolidar a perspectiva de crescimento há fatores importantes, como a recuperação do índice de empregabilidade no estado, que gerou 43 mil novos postos de trabalho formais nos primeiros meses de 2018, os bons preços da safra agrícola, que vão gerar renda superior ao agronegócio e a queda da Selic, que leva as pessoas com hábitos mais poupadores a investir na aquisição de bens duráveis. Diante disso, o ticket médio esperado na aquisição de presentes tende a ficar na faixa de R$ 120,00 para compras feitas pelos adultos e R$ 38,00 para as crianças que irão presentear suas mães.

Os maridos e filhos adultos tendem a concentrar suas compras em artigos de vestuário, calçados e produtos de uso doméstico, enquanto as crianças normalmente optam por produtos de perfumaria e cosméticos para as mamães.

No que se refere aos meios de pagamento, a FCDL-RS recomenda que os lojistas trabalhem com promoções que viabilizem uma quantidade maior de pagamentos à vista pelo consumidor. Outra alternativa é alavancar o crediário próprio das lojas, fugindo dos juros abusivos dos cartões de crédito e cheque especial. Também é fundamental que os lojistas consultem o SPC na hora de conceder o crédito para o consumidor.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2018 0 Comentários 447 Visualizações
BusinessCidades

Aumento das vendas traz novo fôlego para o varejo gaúcho

Por Gabrielle Pacheco 19/04/2018
Por Gabrielle Pacheco

Nos últimos 12 meses, a alta acumulada no volume de vendas chegou a 8,6% no Rio Grande do Sul no varejo gaúcho, segundo dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE), na quinta-feira (12). O setor, que apresentou um desempenho superior ao nacional, confirmou a tendência de crescimento esperada para o Estado.

Para o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch, o indicador apontado pelo IBGE mostra que os gaúchos estão aproveitando aspectos como a boa safra agrícola e a queda da taxa Selic para investir na aquisição de bens duráveis.

Durante o período recessivo o elevado nível de desemprego atingiu o bolso dos consumidores e reduziu as vendas no varejo. Nunca se perdeu tantas vendas como ocorreu ao longo da crise. Agora, nesse momento, a tendência é de crescimento, com aquecimento do consumo”, destaca Vitor Augusto Koch.

A comparação do incremento das vendas entre o Estado e o Brasil mostra que o varejo restrito cresceu, na comparação entre fevereiro de 2017 e fevereiro de 2018, em nível nacional, 1,3% e cerca de 10% no estado. Já o varejo ampliado teve alta de 5,2% no país e 10% em nível estadual.

Ainda que veja esses dados como positivos, o presidente da FCDL-RS enfatiza que, nos próximos meses, será preciso manter o atual ritmo de crescimento das vendas para retomar o patamar de consumo existente em 2013.

A melhora no mercado de trabalho e a implementação de medidas austeras de parte do governo são outros fatores que podem auxiliar a impulsionar as vendas do varejo no Rio Grande do Sul daqui para frente. A FCDL-RS avalia que nesse cenário produtos como veículos, artigos de vestuário, de informática e eletrodomésticos deverão ser os alvos do consumo da população.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2018 0 Comentários 503 Visualizações
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