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Business

Brazilian Footwear renova parceria com a plataforma digital da Joor

Por Milena Costa 02/08/2021
Por Milena Costa

A participação de 17 marcas brasileiras na plataforma digital Joor, por meio de projeto realizado no âmbito do Brazilian Footwear, gerou cerca de US$ 500 mil em vendas diretas. O sucesso fez com que o programa de apoio às exportações de calçados, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), abrisse inscrições para uma segunda edição.

“A plataforma permite que as empresas digitalizem todo o seu processo de venda junto ao cliente”

Batizado de “BrazilianFootwear.com powered by Joor”, o projeto vem ao encontro da tendência de digitalização do mercado. A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruísa Scheffel, ressalta que a Joor, plataforma B2B de moda que mais cresce no mundo, possibilita a venda direta para os principais players internacionais, por meio das mais inovadoras ferramentas de gestão de vendas do mercado. “A plataforma permite que as empresas digitalizem todo o seu processo de venda junto ao cliente, aumentando a possibilidades de negócios de forma 100% digital ”, avalia, ressaltando, ainda, que as empresas que aderirem à segunda edição do projeto terão oportunidade de participar de um evento digital exclusivo na Joor Passport, que será realizado entre agosto e setembro.

ajuda na divulgação da empresa, relativamente jovem na exportação”

A marca Paula Torres, que exporta há cerca de dois anos, trabalha a plataforma como uma forma de realizar negócios e divulgar a marca. A diretora da empresa, Viviane Fabrício , ressalta que a plataforma deu o start para negociações que evoluíram com compradores dos Estados Unidos, Oriente Médio, Ásia e Europa. “A plataforma, além de ser geradora de negócios, ajuda na divulgação da empresa, relativamente jovem na exportação”, avalia. Segundo Viviane, a marca é proativa na plataforma, sempre atualizando e registrando novos contatos. A Paula Torres é uma das marcas que renovou a participação para a segunda edição do projeto.

O gerente de Negócios Internacionais da Pegada, Alex Fernando Klein Engelmann, conta que a marca abriu novos clientes, especialmente nos mercados dos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Itália e Espanha. “Eventos digitais, tais quais a plataforma, oportunizam trabalharmos o mercado internacional com custos menores e de forma mais ágil”, avalia, ressaltando que a Pegada irá participar da segunda edição do projeto.

Evento para detalhar ação

Na próxima terça-feira, dia 3, Ruísa participa do painel “Joor & Brazil: adopting digital for success in today’s global market”, junto da editora-chefe da Vogue Brasil, Paula Merlo, e da head de Soluções para o Varejo da Skep360, Marcela Arruda. Na oportunidade, serão discutidas a importância da digitalização do mercado e como as vendas digitais têm auxiliado as empresas no acesso ao mercado internacional. “Também falaremos das formas mais assertivas de seleção de plataformas digitais, visando a otimização dos esforços e geração de negócios”, adianta a analista. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no link .

Participaram da primeira edição do projeto as marcas Pegada, Petite Jolie, Schutz, Piccadilly, Byara, Paula Torres, Ammabile, Smidt Shoes, Cecconello, Vizzano, Stephanie Classic, Anatomic Shoes, Luiza Barcelos, Sarah Chofakian, Carrano, Democrata e Melissa.

A ação BrazilianFootwear.com powered by Joor conta com subsídio de até 85% do Brazilian Footwear e tem duração de seis meses – até dezembro de 2021. Mais informações e inscrições pelo e-mail ruisa@abicalcados.com.br.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/08/2021 0 Comentários 969 Visualizações
Business

Vendas do varejo gaúcho podem ter crescimento no segundo semestre

Por Milena Costa 01/07/2021
Por Milena Costa

O segundo semestre de 2021 promete trazer resultados mais positivos para as vendas varejistas gaúchas. A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS observa que o atual cenário do varejo já demonstra um gradual avanço da aquisição de produtos pela população, incrementado por fatores como a nova rodada do auxílio emergencial disponibilizada pelo Governo Federal, o aumento da circulação de consumidores e o pagamento do 13º salário para os aposentados e pensionistas do INSS.

“Os últimos indicadores apresentados pelo IBGE, mostrando a recuperação do setor, nos permite acreditar em um crescimento do consumo”

Os últimos indicadores apresentados pelo IBGE, mostrando a recuperação do setor, nos permite acreditar em um crescimento do consumo, ao final de 2021, na ordem de 4% a 4,2% , na comparação com 2020. É um percentual considerável diante das grandes dificuldades que os comerciantes, especialmente os do Rio Grande do Sul, estão enfrentando desde março do último ano com as medidas restritivas de combate à pandemia da Covid-19 – ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O presidente destaca que o auxílio emergencial e o 13º salário dos aposentados e pensionistas do INSS ajudaram a aumentar o poder de compra da população, que direciona boa parte destes recursos recebidos ao comércio. Além disso, como o varejo é muito dependente da compra presencial, a maior circulação de consumidores, respeitando os protocolos de saúde e devidamente vacinados, é um fator que, certamente, vai ajudar a alavancar as vendas nos próximos meses.

“Outro fator importante para ampliar as vendas…é a chegada do inverno, que vai levar as pessoas a buscarem roupas e sapatos mais quentes para enfrentar as baixas temperaturas”.

Esse maior fluxo de consumidores foi percebido no Dia dos Namorados, a mais recente data comemorativa, que teve um resultado positivo para os lojistas gaúchos, com o volume de vendas sendo 15% superior ao registrado na mesma data em 2020. Outro fator importante para ampliar as vendas, especialmente dos segmentos de vestuário e calçados, extremamente afetados pelas restrições, é a chegada do inverno, que vai levar as pessoas a buscarem roupas e sapatos mais quentes para enfrentar as baixas temperaturas – enfatiza Vitor Augusto Koch.

Outros fatores que poderão contribuir para que as vendas cresçam no segundo semestre de 2021 são a ampliação da vacinação dos gaúchos e brasileiros, garantindo maior imunidade ao vírus da Covid-19, e as datas comemorativas que ocorrem nos próximos seis meses, como o Dia dos Pais, o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2021 0 Comentários 638 Visualizações
Business

Venda de vinhos atinge quase 10 milhões de litros em quatro meses

Por Caren Souza 31/05/2021
Por Caren Souza

A comercialização de vinhos finos e espumantes brasileiros segue em crescimento. Nos quatro primeiros meses de 2021, as vinícolas brindam a venda de 9,5 milhões de litros, um aumento de 34% se comparado ao mesmo período do ano passado que alcançou 7,1 milhões de litros.

A melhor performance percentual é dos espumantes moscatéis com incremento de 37,76%, seguido pelos vinhos finos com 34,35% e pelos espumantes brut com 30,87%. Já o suco de uva amarga uma queda de 15,68%. Estes são os dados oficiais da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), com base no Sistema de Cadastro Vinícola da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul.

A retração desenhada em janeiro e fevereiro deu espaço para a aceleração das vendas nos dois meses seguintes. “O vinho brasileiro segue sendo descoberto pelos brasileiros, que ao degustar nossa diversidade e qualidade, estão percebendo a evolução e aprovando. É animador ver esta importante conquista. Com uma safra maior em 2021 os estoques estão sendo abastecidos, podendo atender ao mercado”, destaca o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Deunir Argenta.

Argenta aposta ainda mais na aceleração das vendas diante da ampliação de canais, da melhor distribuição, do preço justo, além do próprio lançamento de produtos das vinícolas. Com a flexibilização dos protocolos de segurança diante da Covid-19, o enoturismo também ganhou impulso, fortalecendo ainda mais a relação entre produtores e consumidores.

A aposta no e-commerce e em ferramentas práticas como o próprio WhatsApp também tem facilitado a venda com entrega em qualquer parte do país.

Suco de uva em queda

O volume de suco de uva comercializado de janeiro a abril chegou a 48,7 milhões de litros, 15,68% menos que em 2020 quando foi de 57.760.311 milhões de litros. Se comparado ao mesmo período de 2017, percebe-se um crescimento de 29,92%.

Exportações em alta

O cenário em relação às exportações também é favorável em relação a vinhos finos e suco de uva. Nos quatro meses, 1,9 milhões de litros de vinhos finos brasileiros saíram do país, ou seja, 169,23% a mais que no mesmo período de 2020. Já o suco de uva, com exportação de 879 mil litros, teve um impulso maior com aumento de 239,16%. Porém, está longe de alcançar o desempenho de 2019 quando o volume foi de 1,02 milhões de litros.

Fonte: Assessoria
31/05/2021 0 Comentários 613 Visualizações
Business

Sul registra alta nas vendas pelo e-commerce de 23,10% em abril

Por Caren Souza 31/05/2021
Por Caren Souza

O Sul ocupa o segundo lugar nas vendas pela internet, ao comparar com as demais regiões do país. Ao observar os dados referentes a abril ante mesmo mês do ano passado, houve alta de 23,10%. Usando a mesma base comparativa, o faturamento do setor na região também teve crescimento: 43,89%. Os dados são do índice MCC-ENET, levantamento desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

Na composição por região, no índice de vendas de abril de 2021 frente mesmo mês do ano passado, a configuração ficou da seguinte forma: Nordeste (42,98%), Norte (19,80%), Centro-Oeste (17,83%) e, por último, Sudeste (11,93%).

As compras online foram, e seguem sendo, a solução para muitos brasileiros nesse período de isolamento social e na região Sul não seria diferente.

“As compras online foram, e seguem sendo, a solução para muitos brasileiros nesse período de isolamento social e na região Sul não seria diferente. Mesmo com uma pequena retração em relação ao mês anterior, o mercado passou por uma transformação permanente, com ampliação de vendas das categorias de produtos de necessidade diária e entrada de novos consumidores no varejo digital”, afirma Felipe Brandão, secretário executivo da camara-e.net.

Vendas online no Sul

Apesar do bom avanço do setor, na métrica de vendas pela internet na avaliação entre abril e março, o Sul registrou queda de -11,85%. A composição das demais regiões ficou da seguinte forma: Nordeste (-2,26%), Sudeste (-5,03%), Norte (-12,23%) e Centro-Oeste (-15,09%).

Mas, no acumulado do ano, todas as regiões variaram positivamente: Centro-Oeste (29,06%), Nordeste com (25,21%), Norte (23,16%), Sul (12,67%) e Sudeste (10,62%).

Faturamento do Sul

Ao observar a métrica de faturamento do setor, abril de 2021 ante março, o Sul registou a maior queda com -9,98%. O Nordeste, por sua vez, foi o único que apresentou alta com 1,71%. As demais regiões também variaram negativamente: Sudeste (-1,87%), Centro-Oeste (-5,76%) e Norte (-6,30%).

Já no acumulado do ano, todas as regiões tiveram alta: Centro-Oeste (41,87%), Nordeste (34,77%), Norte (31,64%), Sul (24,02%) e Sudeste (20,22%).

Fonte: Assessoria
31/05/2021 0 Comentários 505 Visualizações
Business

Vendas de cimento acumulam alta em abril

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

indústria

O mês de abril seguiu a tendência do primeiro trimestre do ano e contou com um volume de vendas de 5,3 milhões de toneladas de cimento, 26,5% a mais do que abril do ano passado. No acumulado de janeiro a abril, o crescimento foi de 20,8% em relação ao mesmo período de 2020, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).

As vendas estão sendo apoiadas, em sua grande maioria, pelo mercado imobiliário residencial .

Já o volume de vendas de cimento por dia útil, melhor indicador do setor, registrou 237,2 mil toneladas, um aumento de 8,2% em comparação ao mês de março e de 25,8% em relação ao mesmo mês de 2020. No acumulado do ano (jan-abril) o desempenho registra alta de 21,7%.

Esse resultado se deve, principalmente, em função de uma base de vendas muito fraca no primeiro quadrimestre do ano passado, especialmente abril que teve o pior desempenho (-6%) da indústria do cimento em 2020. Isso faz com que o efeito estatístico alavanque variações positivas, provavelmente até maio.

No tocante a abril de 2021, os principais indutores de crescimento continuam sendo as obras imobiliárias – não há registro de paralisação (1) – e as reformas residenciais e comerciais. Em São Paulo, por exemplo, os lançamentos imobiliários cresceram 98% em março contra o mesmo mês do ano passado (2).

Na contramão do bom desempenho das vendas de cimento no ano, o índice de confiança do consumidor (3), apesar de uma pequena recuperação, ainda caminha de maneira sofrível. O indicador da construção (4) em queda desde novembro, voltou a nível inferior ao observado antes da pandemia, revertendo toda a crescente expectativa positiva registrada entre maio e outubro de 2020.

Os cortes no orçamento do governo federal, principalmente em atividades como infraestrutura e programas habitacionais como o Casa Verde Amarela, a instabilidade macroeconômica, a desvalorização cambial, a inflação, o desemprego em alta, o ritmo lento da vacinação e a perda da massa salarial vem abatendo o otimismo e aumentando ainda mais a incerteza e a cautela do setor produtivo brasileiro.

Diante deste cenário, haverá um desafio maior que é manter a boa performance obtida a partir de junho do ano passado, início da recuperação da atividade. Neste momento, o efeito estatístico deverá ter resultante negativo para os ganhos obtidos até então.

“Os resultados são positivamente surpreendentes até o momento, mas ainda sem sustentação, conforme indica a projeção do PIB da Construção Civil com a significativa queda de 4% para 2,5%. As vendas estão sendo apoiadas, em sua grande maioria, pelo mercado imobiliário residencial e isto impõe cautela à indústria do cimento para o futuro. A diversificação da fonte de demanda é primordial e os resultados dos leilões de abril apontam para o retorno do segmento da infraestrutura como importante vetor de consumo a médio prazo”, destaca Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC.

Perspectivas

Os leilões do último mês geraram R$ 48 bilhões de investimentos em terminais portuários, metrô, rodovias, ferrovias, aeroportos e projetos de saneamento. Ainda há um bom estoque de novas concessões e de ativos a serem disputados com destaque para rodovia Presidente Dutra, Aeroportos de Congonhas e Santos do Dumont e a ferrovia Ferrogrão, entre muitos outros.

A expectativa é de que em razão do sucesso dos eventos em Alagoas e Rio de Janeiro viabilizados em razão da aprovação do novo marco legal do saneamento, outros municípios passem a se incorporar ao novo modelo de desenvolvimento do setor. Atualmente, o BNDES tem 5 novas concessões na fila para serem realizados, totalizando R$17 bilhões de investimento (Amapá, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Alagoas e Ceará).

Apesar desses fatores positivos, o consumo de cimento através da infraestrutura é de médio e longo prazo. O impacto dessas concessões no consumo de cimento será sentido a partir de 2022.

Mesmo com um ritmo favorável de janeiro a abril, a indústria do cimento ainda tem enormes desafios para 2021. O cenário, até então, permitia uma projeção de crescimento entre 1% e 2% no consumo. Os significativos reajustes de preços de coque (energia térmica da indústria), de energia elétrica, de refratários, de embalagens e de peças de reposição, todos eles também impactados pela alta do câmbio, vem afetando os resultados da indústria. Por tudo isso, a estimativa de performance do setor será revista a partir do segundo semestre.

O atual cenário é de difícil leitura. O país ainda está preso às incertezas políticas, sanitárias e econômicas.

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 575 Visualizações
Business

Antecipação do 13º salário dos aposentados pode impulsionar vendas do varejo gaúcho

Por Caren Souza 07/05/2021
Por Caren Souza

Autorizada pelo Governo Federal através da publicação de decreto no Diário Oficial da União desta quarta-feira (5) a antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS é uma medida que pode representar mais um desafogo para as combalidas finanças dos varejistas gaúchos nos próximos dois meses.

Esse reforço financeiro e a chegada dos dias mais frios deve ter um reflexo muito bom nas vendas.

“Vivemos um momento em que uma injeção expressiva de recursos na economia como a que vai acontecer com o pagamento do 13º salário em duas parcelas nas folhas de maio e junho significa uma perspectiva animadora para o varejo do Rio Grande do Sul. Estimamos um incremento de até R$ 4 bilhões na economia gaúcha, com cerca de 60% a 65% deste valor sendo destinado ao consumo e o restante aplicado na quitação de débitos e recuperação de crédito pelos consumidores”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O pagamento do 13º salário será feito em duas vezes, com a primeira parcela correspondendo a competência maio e sendo paga entre 25 de maio e 8 de junho e a segunda, valendo para a competência junho, com pagamento de 24 de junho a 7 de julho.

“A exemplo do que ocorreu em 2020, essa medida que o Governo Federal adota é muito importante. Ainda mais em um momento no qual as atividades econômicas estão permitidas com mais flexibilizações, o inverno se aproxima e a bolha de consumo que está freada há alguns meses nos parece estar se aquecendo novamente. Esse reforço financeiro e a chegada dos dias mais frios deve ter um reflexo muito bom nas vendas do chamado setor mole (vestuário e calçados), que enfrenta perdas de até 50% desde março de 2020”, lembra Vitor Augusto Koch.

Com essa boa perspectiva, é importante que os lojistas estejam preparados e focados para vender, ofertando qualidade no atendimento e produtos com preços adequados ao orçamento das famílias gaúchas. Além disso, é bom estarem cientes de que boa parte dos consumidores deverá optar por fazer compras à vista ou utilizando o crediário próprio das lojas.

Os aposentados também devem planejar a melhor estratégia para utilizarem os recursos oriundos da antecipação do 13º salário, seja renegociando dívidas ou efetuando novas compras. A principal delas é observar sua capacidade de pagamento mensal, para não criar débitos que não podem ser quitados futuramente. E, também, lembrar que com esta antecipação, o pagamento no final do ano não será efetuado.

No Brasil, a projeção do Ministério da Economia é de que cerca de R$ 53 bilhões sejam injetados na economia nacional. A primeira parte do 13º salário corresponde a 50% do valor do benefício e será distribuída juntamente com os outros benefícios do mês de maio, entre os dias 25 de maio e 8 de junho. Já a segunda, que pode receber descontos do Imposto de Renda, a depender do valor recebido, deve cair com os benefícios do mês que vem, entre os dias 24 de junho e 7 de julho.

Fonte: Assessoria
07/05/2021 0 Comentários 805 Visualizações
Business

CDL POA aponta um cenário de esperança para as vendas de Dia das Mães

Por Caren Souza 04/05/2021
Por Caren Souza

A pandemia provocada pelo novo coronavírus permanece viva no mundo todo, mas já é possível visualizar um cenário de melhora. Pessoas dos grupos de risco estão sendo vacinadas, e um futuro otimista e de retomada desponta, quadro distinto do ocorrido em 2020. Com a certeza de que a crise não durará para sempre e de que os consumidores nunca mais serão os mesmos, a CDL POA apresenta o seu Guia para o Dia das Mães 2021, criado a partir das principais pesquisas mercadológicas, de entrevistas qualitativas e de uma análise própria da situação econômica atual.

Este Guia tem o propósito de auxiliar lojistas a melhor desempenhar suas vendas.

O Guia “Dia das Mães – uma esperança para a retomada” – disponível gratuitamente para download no site da CDL POA – reúne insights de renomados institutos de pesquisas e mostra dados relevantes como o percentual de brasileiros que pretendem dar presentes no Dia das Mães. A análise dos dados mostra que 58,6% dos brasileiros pretendem ir às compras e que 65,2% deles optarão por vestuário, calçado e adereços. Um cenário não muito diferente dos anos anteriores. Entretanto, a jornada do consumidor começa hoje majoritariamente online com buscas de informações sobre o produto desejado. O estudo mostra, ainda, que a relação com o comércio local também mudou, pois 71% dos consumidores afirmam que comprarão mais de negócios locais porque querem que permaneçam abertos.

Em relação ao cenário econômico, elaborado pelo economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, o Índice do Banco Central (IBC) mostra que já existe um processo de retomada econômica no País. No primeiro trimestre de 2021, a renda da população aumentou, e hoje é 3% superior a janeiro de 2020. No entanto, é preciso avaliar que há diferenças imensas entre os setores. A indústria foi a que melhor se beneficiou da realocação de recursos das famílias durante a pandemia.

O varejo, comércio e serviços, que dependem da interação humana, seguem com limitações. O varejo pós-Covid-19 também mostrou grande variação. Na comparação, produtos essenciais exibiram resiliência enquanto vestuário, tecidos e calçados sofreram grave retração. O estudo mostra que o e-commerce está sendo uma importante válvula de escape para alavancar as vendas desses setores mais vulnerabilizados pela crise. Ao todo, o incremento real desse canal foi de +41,2% ao longo do ano passado, segundo dados da Receita Federal.

Entretanto, alerta o economista, o quadro sanitário ainda constitui um entrave sério. Em março, por influência do crescimento do número de casos e da letalidade do coronavírus e das restrições adicionais ao funcionamento dos negócios, o Índice de Confiança dos Consumidores apresentou enorme queda. Cabe lembrar que quanto pior é o diagnóstico sobre o momento atual e o que se espera para o futuro, menor é a propensão de gastos.

Para o presidente da CDL POA, Irio Piva, o Dia das Mães oferece muitas oportunidades para o comércio e, com isso, traz esperança de recuperação do varejo e do consumo. “O contexto de confiança no retorno à ‘normalidade’ eleva as expectativas dos varejistas, mas é necessário estar atento às principais medidas de oferecer um ambiente seguro em sua loja, bem como entender o comportamento do consumidor neste momento”, destaca o dirigente. “Este Guia tem o propósito de auxiliar lojistas a melhor desempenhar suas vendas. Queremos estimular o Círculo Virtuoso da Esperança nesta data comemorativa e vê-lo impulsionar um futuro próximo de retomada”, finaliza Piva.

A partir de uma apuração qualitativa, a CDL POA finaliza seu estudo mostrando que as pessoas se sentem gratas por terem suas mães com saúde, e que este Dia das Mães possui um novo significado. “Este dia das mães, para mim, é um momento de celebrar. Minha mãe chegou até aqui com saúde e feliz por ver que em breve se vacinará. Assim, poderemos comemorar juntas”, relata entrevistado de 30 anos. A análise também aponta uma melhora no sentimento de segurança para voltar a frequentar lugares de consumo na data comemorativa: “a maioria das lojas está respeitando as regras”, “me sinto segura e quero consumir”.

Os lojistas consultados também apresentam grau positivo de otimismo. “Sempre haverá esperança nos empresários. Está no seu DNA acreditar que as coisas podem dar certo. Por outro lado, temos que pensar na esperança no sentido de esperançar, de ir atrás, de agir”, detalha empreendedor do setor de alimentação de Porto Alegre. Em geral, os consultados afirmam que a esperança será impulsionada pelo afeto que a data gera nas famílias, e será acompanhada de forte estratégia de venda, foco em operações digitais e em atendimento personalizado.

Acesse o guia em http://www.cdlpoa.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Guia-Dia-das-Maes.pdf

Fonte: Assessoria
04/05/2021 0 Comentários 489 Visualizações
Business

Dia das Mães deverá movimentar R$ 276 milhões no comércio de Porto Alegre

Por Caren Souza 30/04/2021
Por Caren Souza

Após um ano de lojas fechadas em uma das principais datas para o comércio, o Dia das Mães deverá contribuir para a retomada do ritmo de vendas tão aguardado neste período. Segundo levantamento realizado pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, a estimativa é que R$ 276 milhões sejam movimentados no setor, 16% a mais que a projeção indicada na pesquisa de 2019.

O destaque da sondagem se dá para a lista dos presentes mais buscados: desta vez, itens de perfumaria e cosméticos aparecem na primeira posição, com 23,7% das intenções de compra, tomando o lugar das roupas, que surgem logo após, com 22%. A responsável pela pesquisa, Thaís Del Pino, observa que o dado indica uma mudança de comportamento de consumo trazida pela pandemia: “com mais pessoas ficando em casa, tanto a necessidade quanto a intenção de comprar roupas acaba ficando um pouco de lado, dando espaço para novas oportunidades de venda”, analisa. Calçados (9,4%), acessórios (8,6%) e artigos de cama, mesa e banho (8%) – que este ano, ao contrário de 2019, devem superar a busca por flores (4,3%) e chocolate (7,8%) – vêm em seguida na lista.

De acordo com os entrevistados, o preço e as promoções são os principais fatores que contribuem para a escolha do presente em determinada loja. A grande maioria (86,4%) declarou, ainda, que deverá escolher e pagar o presente sozinho, e não dividir a escolha e o pagamento com familiares, como deverão fazer 3,4% dos consumidores.

Em relação à forma de pagamento, 58,8% devem optar por pagar à vista, no cartão ou dinheiro. Outros 47,8% deverão parcelar as compras, um aumento de 25,3 pontos percentuais comparado à intenção levantada em 2019, quando 22,5% pretendiam parcelar.

O período de maior movimento nas lojas deve acontecer nesta semana, com a concentração de 45,7%, quase metade de todo o movimento previsto. A estimativa, segundo a pesquisa, é que as lojas de shopping recebam o maior número de clientes (45,1%), seguidas do comércio de rua (34%). A busca pelos presentes no e-commerce deverá dar um salto de 4,3% em 2019 para 32% agora, sendo a grande preferência desse público pela compra em sites e aplicativos.

A pesquisa completa será disponibilizada no site do Sindilojas Porto Alegre, www.sindilojaspoa.com.br ainda hoje.

Fonte: Assessoria
30/04/2021 0 Comentários 722 Visualizações
Business

Para FCDL, Dia das Mães representa nova oportunidade de melhoria das vendas do varejo gaúcho

Por Caren Souza 29/04/2021
Por Caren Souza

Pelo segundo ano consecutivo a comemoração de uma das datas mais importantes do varejo, o Dia das Mães, vai acontecer em meio a pandemia da Covid-19. Mesmo que as restrições à circulação de pessoas ainda sejam sentidas no Rio Grande do Sul e em praticamente todo o Brasil, o desejo dos consumidores em presentear suas mamães surge como mais uma oportunidade para o comércio reaquecer as vendas.

Com a abordagem certa e iniciativas atraentes para o consumidor, o Dia das Mães oferece uma excelente oportunidade de impulsionamento de vendas e de aumento do reconhecimento de marca.

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), recomenda aos lojistas gaúchos que observem, atentamente, o novo comportamento dos consumidores, em especial a opção pelas compras online, sobretudo em redes sociais como o Instagram e o WhatsApp.

“Preços, promoções e condições facilitadas de pagamento são fatores importantes na hora do consumidor fechar uma compra. Para obter bons resultados em suas vendas do Dia das Mães os lojistas precisam estar preparados, investindo em produtos e canais de comercialização com bom potencial de atração e retenção de clientes”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Sobre os produtos, o Dia das Mães costuma representar um crescimento na venda de artigos ligados a vestuário, calçados e acessórios, perfumaria e cosméticos, casa e decoração, eletrodomésticos e telefonia. No que se refere a promoções e campanhas de descontos, a data pode representar uma oportunidade de fidelizar cliente para outras ocasiões especiais do ano. Uma redução de preço que não influa na saúde financeira do negócio, a realização de promoções como sorteios e oferta de brindes podem gerar o aumento da demanda de consumidores e aumentar a receita.

“Com a abordagem certa e iniciativas atraentes para o consumidor, o Dia das Mães oferece uma excelente oportunidade de impulsionamento de vendas e de aumento do reconhecimento de marca. Pequenas ações que o lojista realizar, reforçando o relacionamento de confiança com seus clientes, podem fazer a diferença em suas vendas”, avalia Koch.

Em relação a expectativa de vendas para a data neste ano, a FCDL-RS acredita que se mantidas e, até mesmo, ampliadas as flexibilizações que as atividades econômicas tiveram no Rio Grande do Sul nos últimos dias, é possível que exista um crescimento de até 15% na comercialização de produtos na comparação com 2020.

No último ano, a crise provocada pela Covid-19, aliada às restrições impostas ao comércio, acarretaram uma queda significativa no volume de vendas no varejo no Dias das Mães. Na comparação com 2019, foi quase 50% a menos no faturamento real do setor na data, com perdas em ramos como vestuário e calçados, móveis e eletrodomésticos e artigos de informática e comunicação, muitos dos quais estavam sem poder trabalhar no período que antecedeu o Dia das Mães 2020.

Fonte: Assessoria
29/04/2021 0 Comentários 606 Visualizações
Business

CDL de Novo Hamburgo aposta no Dia das Mães para aquecer as vendas no comércio

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH) aposta no Dia das Mães, comemorado no dia 9 de maio. A data é a segunda melhor em faturamento, superada apenas pelo Natal. Por isso, o comércio hamburguense já está preparado para receber os consumidores que vão em busca dos presentes para as mamães.

Existe uma esperança muito grande com relação aos nossos associados, que as vendas poderão ser melhores.

Segundo o diretor comercial e de serviços da CDL-NH, Chico Ferraz, a data é muito importante para os lojistas. “A maioria dos consumidores querem presentear as mães, e para isso, os lojistas estão preparados, tanto em estoque, quanto em bom atendimento. É importante ressaltar que além da pessoa que será presenteada o consumidor também precisa ficar satisfeito com a compra”, afirmou Chico Ferraz.

De acordo com Chico Ferraz, esse é o momento para o lojista aproveitar e lançar promoções, preços diferenciados, vitrines alusivas e qualquer marketing que possa atrair o consumidor. “Existe uma esperança muito grande com relação aos nossos associados, que as vendas poderão ser melhores. Não serão as mesmas vendas do ano passado, mas serão melhores com relação a este período. Existe realmente esta grande expectativa para dar fôlego ao comércio”, afirma Chico Ferraz.

Os estabelecimentos estão respeitando todas as medidas de segurança impostas ao comércio por conta da pandemia. “Em Novo Hamburgo percebemos isso. Existe a preocupação de limpar as mãos com álcool em gel, usar máscaras e os próprios estabelecimentos fazem com que os Decretos sejam cumpridos. Ou seja, trabalham com todos os cuidados de higiene possíveis, para que os clientes possam voltar a comprar com segurança”, avalia o diretor Comercial da CDL-NH.

Outro ponto que a CDL-NH ressalta é a valorização do comércio local. “Priorizar as empresas da nossa cidade, faz com que a economia local se fortaleça e retorne os frutos à comunidade. Ao comprar em Novo Hamburgo, promovemos o desenvolvimento do município, contribuindo para o aumento de novos postos de trabalho, recolhendo impostos municipais e gerando mais investimentos em diversas áreas. Assim como os empreendedores que acreditaram e continuam acreditando no potencial de nossa cidade, nós devemos fazer a nossa parte como consumidores e ter consciência de que o consumo local, só nos traz benefícios, pois estamos investindo na valorização de nossos bens”, conclui Chico Ferraz.

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 551 Visualizações
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