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transporte público

Cidades

Subsídio aprovado ao transporte público congela passagens a R$ 3,85 em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Por 11 votos a dois, a Câmara de Novo Hamburgo anuiu à proposta da Prefeitura de subsidiar o transporte coletivo na cidade durante a pandemia. Para manter o sistema em funcionamento sem o aumento das passagens, o Executivo custeará parte da operação a partir da concessão de um subsídio mensal. O repasse ocorrerá quando os gastos com a prestação do serviço superarem o valor recebido com as tarifas. O subsídio corresponderá ao cálculo dessa diferença, mas limitado a um teto de R$ 280 mil, quando o município estiver em bandeira laranja, ou R$ 468 mil, quando vigentes as bandeiras vermelha ou preta, dentro do modelo de Distanciamento Controlado do Governo do Estado. A aprovação em segundo turno foi oficializada em sessão extraordinária na noite desta quarta-feira, 15. Patricia Beck e Felipe Kuhn Braun, ambos do PP, votaram contra a iniciativa.

A Prefeitura já havia apresentado um cenário de aporte mensal na casa de R$ 150 mil, valor que foi considerado insuficiente. As empresas defendiam que o recurso deveria se aproximar a R$ 627 mil, de forma a suprir as perdas verificadas com a significativa redução no número de usuários desde o início da pandemia. A complementação financeira garante, na visão do Executivo, o congelamento do preço da tarifa e a manutenção de um nível de oferta suficiente de linhas e horários. A medida será retroativa a 1º de junho.

Cálculo do subsídio

O Projeto de Lei nº 30/2020 define que a concessão do subsídio está atrelada à apresentação de relatório diário contendo a quilometragem rodada pelos veículos, a quantidade de passageiros transportados e a arrecadação tarifária. Além disso, as empresas deverão garantir ao Município espelhamento completo do Sistema de Bilhetagem Eletrônica, com acesso em tempo real a todas as informações relacionadas à operação, e o envio mensal de planilha de custos, incluindo despesas com pessoal. Aprovados os relatórios, o subsídio corresponderá à diferença entre a soma dos gastos e as receitas tarifárias, respeitados os limites conforme as bandeiras vigentes. Caso os relatórios sejam reprovados, o Município fica dispensado de qualquer repasse.

Padrões de qualidade

O valor apurado poderá ser reduzido caso as empresas não respeitem determinações específicas para o período. O projeto obriga o uso de máscaras faciais por funcionários e passageiros; a disponibilidade de álcool gel nos ônibus; o respeito ao limite de usuários previsto nos protocolos do Distanciamento Controlado; e a oferta de veículos, no prazo de até 20 minutos, para atender rotas com lotação de passageiros. Cada desatendimento verificado a essas regras implicará a redução de 0,5% do valor do subsídio, podendo ser acumulados até o limite de 50%.

De acordo com o projeto, todas as informações coletadas deverão ser amplamente divulgadas. A matéria ainda autoriza a abertura de crédito adicional extraordinário no orçamento do Município de R$ 1.872.000,00, o que equivale a quatro meses do valor máximo previsto para o subsídio. O texto reforça que a concessão de complementação financeira está em consonância com as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Emenda

O projeto estabelece que o Município repasse o subsídio devido até o décimo dia útil do mês. O vereador Enio Brizola (PT), no entanto, apresentou emenda que antecipa para o quarto dia útil a transferência de 70% do valor. O objetivo do parlamentar é obrigar as empresas a efetuarem em dia o pagamento dos salários de seus funcionários. A emenda também determina que as empresas providenciem a colocação de cartazes nos ônibus com informações sobre os valores recebidos do Município e os padrões de qualidade a serem seguidos pelos coletivos. A alteração proposta pelo petista foi aprovada por unanimidade.

Fala dos vereadores

Brizola ressaltou que tem consciência que o assunto transporte público coletivo sempre será pauta nas administrações de todas as esferas. “A cidade não está preparada para a discussão da mobilidade urbana, e essa responsabilidade também é nossa. Preciso falar mais sobre a importância do transporte coletivo. A credibilidade das empresas em Novo Hamburgo se perdeu. No sábado, elas pagaram 60% dos salários dos trabalhadores, mas eles me relataram que o valor arrecadado na bilhetagem daria para manter os salários em dia. É claro que não temos o contraponto. Os funcionários  também nos advertem sobre a forma como esse valor do subsídio será usado pelas empresas concessionárias. Por isso a insegurança em relação ao meu voto. Não tenho mais a certeza de que tinha na segunda-feira. A qualidade do serviço prestado não nos dá essa segurança. E depois da crise, o que acontecerá?”, indagou. O parlamentar reforçou que o seu voto não está condicionado às discussões que se travaram em torno do assunto nas redes sociais.

Sergio Hanich (MDB) também ressaltou que não se pauta pelas discussões de redes sociais. “Não voto de cabresto nunca, mas também não vou com a plateia. Estou tranquilo. As pessoas que em mim votaram me deram autonomia e confiaram em mim e no meu trabalho. Não estou votando para o Executivo e nem para as empresas de ônibus. Estou votando para aquelas pessoas que têm os ônibus como o único meio de locomoção e que dependem do transporte coletivo em Novo Hamburgo”, apontou Serjão.

Felipe Kuhn Braun (PP) afirmou que vem participando de todas as discussões e audiências públicas sobre a situação do transporte púbico coletivo em Novo Hamburgo. Para o parlamentar, as críticas e o debate em torno do tema são importantes. “Nós todos somos contribuintes, pagamos impostos e é desse imposto, dinheiro público, que vamos novamente subsidiar uma empresa que presta um serviço com diversos problemas há anos. São várias as situações que fazem com que eu realmente reforce a minha posição contrária a esse projeto”, falou o progressista.

Patricia Beck (PP) mostrou-se incrédula com a possibilidade de os passageiros ficarem sem alternativa. “A população ficará sem transporte público coletivo se o projeto for rejeitado em segunda votação? A Administração terá de dar um jeito. A população não quer pagar um valor abusivo por um serviço sucateado. Não seria este momento de dar um choque de realidade no Executivo”, perguntou, sugerindo que os colegas rejeitassem a matéria.

Raul Cassel (MDB) ressaltou que subsídios ao transporte coletivo são dados em várias cidades do País. Segundo ele, a situação do lixo e do transporte público coletivo são dois gargalos das administrações. “Fica aqui o desafio aos nossos deputados federais e senadores. Se tivéssemos uma legislação uniformizada e se cada município não precisasse fazer uma lei a cada licitação, a realidade seria diferente”, disse. Ele também destacou que o serviço prestado em Novo Hamburgo é de baixa qualidade. “Aprovei a emenda porque é a forma de exercermos um controle mínimo do dinheiro público”, salientou.

Sessões extraordinárias

Conforme determina a Lei Orgânica do Município, as sessões extraordinárias podem ser convocadas pelo prefeito, pela Comissão Representativa – colegiado composto por cinco vereadores e quatro suplentes, eleitos em votação secreta por seus pares, que funciona no período de recesso legislativo –, pelo presidente da Câmara ou por um terço de seus membros. A convocação, pessoal e por escrito, deve ser realizada com antecedência mínima de 48 horas.

Nas sessões extraordinárias, a Câmara só pode deliberar sobre as matérias que constituem sua pauta. Encerrado o momento da segunda votação, os projetos com emendas aprovadas são submetidos à apreciação da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que elaborará a redação final da matéria, sendo esta discutida e votada na mesma sessão.

Para o projeto virar lei

Para que um projeto se torne lei depois de aprovado em segunda votação, ele deve ser encaminhado à Prefeitura, onde poderá ser sancionado e promulgado (assinado) pela prefeita. Em seguida, o texto deve ser publicado, para que todos saibam do novo regramento. Se o documento não receber a sanção no prazo legal, que é de 15 dias úteis, ele volta para a Câmara, que fará a promulgação e ordenará sua publicação. Quando isso ocorre, é dito que houve sanção tácita por parte da prefeita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 777 Visualizações
Cidades

Diretoria de Transporte realiza ações de orientação no transporte público

Por Gabrielle Pacheco 25/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Diretoria de Transporte Público, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, vem realizando, desde o início desta semana, ações de orientação e conscientização junto aos usuários do transporte público. Os fiscais da diretoria estão distribuindo máscaras de proteção, folhetos com orientações de prevenção no combate ao coronavírus e o número de WhatsApp da Diretoria. A equipe, além de fiscalizar, também está orientando sobre a possibilidade de fechamento das portas caso algum ônibus atinja o limite máximo de passageiros, devido às restrições impostas pelas regras do Distanciamento Controlado, em função da pandemia do Covid-19.

Os usuários do transporte público poderão fazer denúncias ou sugestões através do número do WhatsApp da fiscalização: (51) 99828-2070 ou pelos canais oficiais da Prefeitura.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2020 0 Comentários 466 Visualizações
Cidades

Prefeitura estuda nova proposta de aporte às concessionárias para garantir a continuidade do transporte público em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 18/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A insegurança quanto à continuidade da operação do transporte coletivo em Novo Hamburgo e as recorrentes reclamações de precarização do serviço prestado levaram o vereador Enio Brizola (PT) a pedir explicações à Prefeitura. Na tarde desta quarta-feira, 17, a secretária municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Roberta Gomes de Oliveira, participou remotamente da sessão plenária e esclareceu dúvidas dos parlamentares sobre o andamento das tratativas com as atuais concessionárias e a elaboração de alternativas. Conforme Roberta, a Administração já ofereceu aporte emergencial mensal de cerca de R$ 150 mil às empresas, valor que foi considerado insuficiente. As concessionárias sustentam que o recurso deve se aproximar a R$ 627 mil. O Executivo estuda a composição de uma nova proposta.

Acompanhada da procuradora-geral do Município, Fernanda Luft, e do diretor de Transportes Públicos da Prefeitura, Leandro de Bortoli, a secretária afirmou que a Prefeitura trabalha na elaboração de projeto de lei para um aporte mensal mais razoável. “Estamos identificando a quantidade de recursos que outras cidades estão repassando. O atual sistema, que já vinha em situação precária, agravou-se completamente agora, com a pandemia e a queda muito brusca na quantidade de usuários. É uma situação assustadora no Brasil inteiro”, ponderou Roberta. As concessionárias defendem que, pela procura averiguada nos últimos meses, o valor da tarifa precisaria saltar dos atuais R$ 3,85 para R$ 7,15. O aporte de mais de R$ 600 mil supriria a necessidade de aumento.

Enio Brizola aproveitou a participação da secretária para ler documento elaborado por um grupo de 22 entidades comunitárias, estudantis e de trabalhadores que cobra da Prefeitura atitudes resolutivas quanto à gestão e fiscalização do transporte coletivo na cidade. “Essa manifestação retrata bem a condição do transporte coletivo na cidade e a preocupação da classe trabalhadora. No meio da tarde, os coletivos já circulam com superlotação”, reportou o parlamentar.

“Acreditamos que a preocupação é legítima, tanto que também é nossa. Queremos disponibilizar transporte com qualidade e segurança para todos. Em março, houve uma queda muito brusca da quantidade de usuários, saindo de cerca de 35 mil para menos de 6 mil. Os ônibus passaram a circular vazios. Aí começou a preocupação das empresas”, contou Roberta, que revelou que a média de usuários subiu para cerca de 10 mil passageiros durante o mês de maio. De acordo com a secretária, hoje as empresas operam com 40 ônibus atendendo um total de 530 horários. Antes da pandemia, eram 110 veículos nas ruas e mais de 1,6 mil horários.

O vereador Sergio Hanich (MDB) criticou o posicionamento das empresas e estimou que o corte de gastos com a demissão de cobradores e fiscais e outros ajustes implementados pelas concessionárias já equalizaria a perda de passageiros. “Essas empresas não querem mais a concessão, mas não deixam ninguém mais operar, emperrando as licitações do Município. Isso é vergonhoso”, condenou o emedebista. Serjão também lembrou a existência de uma mobilização nacional para a redação de medida provisória de auxílio às empresas de transporte público.

Roberta respondeu que a Prefeitura tem ciência dessa movimentação, mas que ainda não há uma definição concreta. Brizola relatou ficar com um sentimento de que a cidade é refém de toda essa situação. “Se repassarmos recursos, sabe-se lá até quando ficaremos subsidiando o transporte público na cidade. O que vem se discutindo é a compra de vale-transporte e distribuição à população, mas a discussão ainda está sendo feita”, complementou o vereador.

Utilização de vans escolares

Os vereadores questionaram as alternativas cogitadas pela Prefeitura caso as concessionárias abandonem a operação. Fernando Lourenço (PDT) indagou sobre a viabilidade de aquisição de frota própria. “Se fosse viável, seria interessante. Para o atual momento de pandemia, o ideal seriam 55 ônibus. Como o Município assumiria? Precisaríamos de profissionais, de toda a expertise que envolve a operação. Não é algo que estamos acostumados a fazer. Mas foi uma situação que estudamos. Levantamos muitas ideias nas nossas reuniões. Essa é arriscada, pois o Município precisaria aportar mais recursos. O negócio do transporte público já não é mais tão atrativo como já foi. O número de usuários vem caindo. Assumir esse serviço seria bastante arriscado”, comentou Roberta.

Enio Brizola repassou à secretária que os transportadores escolares se colocaram à disposição do Município para complementar a operação das empresas, ampliando a oferta para o cidadão. A Comissão de Finanças da Câmara, presidida por Brizola, inclusive redigiu moção de apelo para a análise dessa alternativa. Relatora da comissão, Patricia Beck (PP) reiterou que as vans escolares não competiriam com os ônibus, mas seria um transporte alternativo em uma situação de calamidade municipal, estadual e nacional. “A Prefeitura tem que zelar pelo interesse da população de Novo Hamburgo. Acabaríamos com a superlotação dos ônibus e resolveríamos a situação de profissionais que não estão conseguindo manter seu sustento. Goiânia e Belo Horizonte já estão trabalhando em cima disso desde o início de maio”, argumentou a vereadora.

Roberta afirmou que a secretaria analisou a utilização das vans, mas a existências de impeditivos legais inviabilizaram o progresso das tratativas. Fernanda Luft informou que o caso de Goiânia é diferente, pois se trata de um transporte complementar prestado pela própria concessionária. “É um modelo interessante, inclusive abrimos essa possibilidade no nosso edital. O transporte coletivo é prestado mediante concessão. Até poderíamos fazer autorizações precárias para as vans, mas eles precisam atender aos mesmos deveres dos ônibus, às mesmas tarifas, gratuidades e rotas. A remuneração de forma diferente constituiria concorrência. Não podemos fazer porque temos um contrato de concessão com as atuais empresas”, avaliou a procuradora-geral do Município.

Patricia reforçou que o estado de calamidade pública gera a necessidade de uma alternativa. “Se vai gerar concorrência, que bom para a população. Essas barreiras estão dentro de uma legislação que não considera o estado de calamidade pública. Esta situação não é justa com a população de Novo Hamburgo”, apontou a vereadora. “O problema é que já temos um contrato de concessão. Não podemos jogar outras empresas no meio de um contrato que já existe”, retomou Fernanda.

Licitação

O vice-presidente da Câmara, Raul Cassel (MDB), questionou sobre o andamento da licitação para o novo período de concessão do transporte coletivo. “Vamos entrar mais um ano nesse imbróglio”, lamentou o parlamentar. Roberta recordou que a Prefeitura tinha a expectativa de realizar a audiência pública em março, planejamento que acabou afetado pela pandemia. A secretária informou ainda que a situação anormal que vivem todos os municípios também atrapalha o cálculo tarifário, uma vez que a planilha utilizada para a regulação do preço da passagem leva em consideração os 12 meses anteriores. “Mas como faremos isso, se já tivemos três meses atípicos? Não deixamos esse assunto de lado, mas a primeira coisa que precisamos resolver é a renovação do contrato emergencial e a garantia de um transporte público razoável”, garantiu.

Felipe Kuhn Braun (PP) disse duvidar da seriedade das atuais concessionárias. “Esse é um buraco sem fundo. As pessoas e a Administração são reféns dessas empresas. Se tivermos um erro jurídico ou novos impasses em uma próxima licitação, permaneceremos dessa forma”, advertiu o parlamentar. “O Município fica um pouco amarrado. No nosso último edital tivemos duas empresas interessadas, e foi justamente uma das empresas locais que impediu nossa licitação. Prejudicaram o processo. Mas é muito difícil conseguirmos uma alternativa hoje, porque demandaria 50 carros apenas para o período de pandemia”, concluiu Roberta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2020 0 Comentários 447 Visualizações
Cidades

Sindicatos e associações de moradores cobram soluções para o transporte público em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 18/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em reunião no início da tarde desta quarta-feira, 17, representantes de 22 entidades comunitárias, estudantis e de trabalhadores entregaram ao presidente da Câmara de Novo Hamburgo, Gerson Peteffi (MDB), documento cobrando da Prefeitura atitudes resolutivas quanto à gestão e fiscalização do transporte coletivo na cidade. Os grupos expuseram sua preocupação com a precarização do serviço prestado pelas empresas concessionárias, agravada durante a pandemia. Por sugestão do vereador Enio Brizola (PT), que acompanhou a reunião, o manifesto será endereçado ao Poder Executivo. O texto também foi lido à secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Roberta Gomes de Oliveira, durante a sessão plenária desta quarta.

As entidades salientam que a qualidade do serviço já vinha em queda, mesmo com o aumento das tarifas, mas a situação foi intensificada nas últimas semanas com a redução de horários e o corte de linhas de ônibus. O documento também pontua que os veículos circulam com manutenção insuficiente e descumprem o decreto municipal de calamidade pública, especialmente no que se refere aos procedimentos de higienização e à proibição ao transporte de passageiros em pé.

“O Poder Público, novamente, mostra-se incapaz de fiscalizar suas próprias determinações, ao passo que as empresas concessionárias ampliam sua pressão, ultrapassam a linha da ameaça e já promoveram a paralisação de um dia no transporte coletivo na cidade”, ressalta o documento. As entidades manifestam também sua preocupação com o impacto da precarização para o emprego na cidade e para a saúde dos usuários.

Assinam o manifesto os sindicatos dos Sapateiros e Sapateiras e Componentes para o Calçado, dos Bancários e Financiários, dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgica e de Materiais Plásticos e Resina, dos Trabalhadores nas Empresas de Telecomunicações, dos Empregados no Comércio e dos Professores Municipais e em Estabelecimentos Privados; as Centrais dos Trabalhadores do Brasil e Única dos Trabalhadores; a União dos Estudantes; o 14º Núcleo do CPERS; o Comitê de Crise das Comunidades; a União das Associações Comunitárias; e as Associações de Moradores do Boa Saúde, Canudos, Jardim Liberato, Liberdade, Monte das Oliveiras, Rincão e Petrópolis, Vila Esmeralda e Vila Marisol.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2020 0 Comentários 445 Visualizações
Cidades

Nova licitação do transporte público em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O novo edital do transporte público coletivo para a licitação em Novo Hamburgo foi publicado nesta terça-feira, dia 30, e no dia 30 de agosto, às 10h, acontece a abertura dos envelopes com as propostas das concessionárias.

Na última quinta-feira (25), em audiência pública, foi apresentado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), o projeto para a licitação do transporte público, juntamente dos ajustes realizados no novo edital.

O edital foi ajustado principalmente na eliminação da exigência de outorga, além de adequações em relação ao prazo de renovação da frota e ar-condicionado.

“Após apresentar o projeto para a licitação do transporte público na audiência pública e coletar as sugestões da comunidade presente, estamos lançando o edital para que as empresas interessadas na atividade deem início ao processo licitatório”, afirmou a secretária municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Roberta Gomes de Oliveira.

No último edital lançado, no dia 14 maio, nenhuma empresa apresentou proposta para a participação no certame, tornando-se deserta a licitação, o que gerou a necessidade dos ajustes e a sua republicação.

O Edital de Concorrência Pública Nº 12/2019 foi publicado oficialmente no site de editais da Prefeitura.

Foto: Stephany Sander/Reprodução | Fonte: Assessoria
30/07/2019 0 Comentários 583 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Novo Hamburgo assegura transporte público

Por Gabrielle Pacheco 28/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

A licitação do transporte coletivo de passageiros é uma questão que há anos se arrasta em Novo Hamburgo e que está sendo enfrentada pela gestão Fátima Daudt desde o início do mandato.

A atual administração já publicou o edital de licitação do transporte, que está em andamento, respeitando assim os trâmites legais. A data de abertura dos envelopes será no dia 16 de abril, uma terça-feira, às 14 horas.

Devido à notificação feita pelas empresas que operam o transporte coletivo na cidade, comunicando que encerrariam as operações no dia 31 de março caso as tarifas não fossem reajustadas, foi publicado no dia 13 o edital de contratação emergencial nº 01/2019, para a prestação de serviços de transporte público coletivo de passageiros pelo período de seis meses, enquanto transcorre o processo licitatório e a nova empresa esteja apta a assumir o contrato.

Nenhuma empresa manifestou interesse em operar os serviços por esse curto espaço de tempo. O município chegou a negociar com um grupo da capital, que reivindicou uma passagem de R$ 4,10.

Diante desta ausência de interessados e para assegurar o serviço essencial aos 40 mil usuários diários do transporte coletivo, a Prefeitura de Novo Hamburgo informa que:

1- O serviço de transporte público de Novo Hamburgo está mantido no município em todas as linhas e horários (conforme tabela vigente), a partir do dia 31 de março;

2- A manutenção do serviço ocorre depois de uma série de reuniões junto às atuais concessionárias (Hamburguesa, Courocap, Futura e Feitoria);

3- As atuais concessionárias mantiveram a decisão de encerrar os serviços caso não houvesse reajuste, justificando a atitude no fato de estarem operando com prejuízo.

4- Durante as negociações com as concessionárias e utilizando uma planilha de cálculo do Tribunal de Contas do Estado (TCE) se chegaria a uma passagem no valor de R$ 4,31.

5- O acordo firmado com as concessionárias estabelece que um novo contrato emergencial para a manutenção do serviço será assinado nesta sexta-feira, 29, com vigência de 180 dias, e com uma tarifa de R$ 3,85 a partir de sábado, 30;

6- O valor da passagem de ônibus de Novo Hamburgo é um dos menores da região (Sapucaia do Sul R$ 4,20, Estância Velha R$ 4,10, São Leopoldo R$ 4,00).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/03/2019 0 Comentários 600 Visualizações
Cidades

Passagens de ônibus cai para R$ 3,30 em Campo Bom

Por Gabrielle Pacheco 23/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

Desde a segunda-feira (21), passou a valer a nova tarifa de R$ 3,30 para as linhas que fazem o transporte coletivo dentro do município de Campo Bom. A redução foi obtida através da publicação do Decreto Municipal n° 6.505/2018, no qual o prefeito Luciano Orsi fixa a redução da tarifa da passagem de R$ 3,55 para R$ 3,30.

Segundo Orsi, após mais de 18 meses desde o último reajuste da tarifa e calculando as perdas devido à queda constante do número de passageiros, o Consórcio pleiteava um aumento para R$ 4,22, o que seria muito oneroso para a comunidade.

A redução só foi possível depois de ser executado um longo trabalho conjunto entre a Administração Municipal e o Consórcio Coletivo Campo Bom (CBB), responsável pelo transporte público municipal, estudando formas de viabilizar a redução da passagem. Chegamos a um denominador comum que possibilitou a redução da tarifa, de forma que também deixasse viável para o Consórcio operar as linhas dentro do município. Sabemos que o transporte público é essencial para a comunidade, especialmente para nossos trabalhadores que o utilizam diariamente, por isso batalhamos para achar um meio de desonerar o bolso do trabalhador e também do empregador que fornece o vale-transporte”, definiu o chefe do executivo, que se encontra em Brasília desde segunda-feira, participando da Marcha dos Prefeitos.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2018 0 Comentários 453 Visualizações
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