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transporte de cargas

Demanda por voos
Business

Demanda por voos domésticos teve queda de 48,7% em 2020

Por Eduarda Ferreira 21/01/2021
Por Eduarda Ferreira

A demanda por voos domésticos, medida em passageiros quilômetros transportados (RPK), registrou queda de 48,7% em 2020, em relação à 2019, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Assim, esse foi o pior resultado anual desde o início da série histórica da Anac, em 2000. A oferta, calculada em assentos quilômetros ofertados (ASK) teve retração de 47% na mesma comparação. Dessa forma, a taxa de ocupação dos aviões ficou em 80%, uma redução de 2,7 pontos percentuais. Assim, ao todo o Brasil registrou 45,2 milhões de passageiros, uma diminuição de 52,5%.

Além disso, o transporte aéreo de passageiros (RPK) no mercado internacional recuou 71% em 2020, em relação a 2019. A oferta, por sua vez, registrou diminuição de 62,6% na mesma comparação. Assim, o aproveitamento dos aviões ficou em 65,3%, redução de 19 pontos percentuais. Ao todo foram transportados 6,8 milhões de passageiros, retração de 72%.

Dezembro

A comparação de dezembro de 2020 com o mês anterior, no entanto, mostra uma tendência de recuperação: a demanda por voos domésticos teve crescimento de 20,9%, com aumento de 24,6% na oferta. Além disso, no mercado internacional, a demanda por viagens aéreas teve alta de 68,7% na mesma comparação, com aumento de oferta de 18,6%.

Cargas

O transporte aéreo doméstico de cargas e correio no Brasil teve diminuição de 28,3% em 2020, em comparação à 2019. Em dezembro, a atividade recuou 12,5% diante de igual mês de 2019. No mercado internacional, houve queda de 13% em 2020, na comparação anual. Em dezembro, o aumento foi de 2,3% na comparação com igual mês de 2019.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
21/01/2021 0 Comentários 701 Visualizações
demanda
Variedades

Demanda por voos domésticos tem queda de 34,5% em novembro

Por Gabrielle Pacheco 22/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a demanda por voos domésticos, medida em passageiros  quilômetros transportados (RPK), registrou queda de 34,5% em novembro, em relação ao mesmo mês do ano passado. Além disso, a oferta, calculada em assentos quilômetros ofertados (ASK), por sua vez, teve retração de 35,7% na mesma comparação. Com isso, o aproveitamento dos aviões foi de 84,2%, um aumento de 1,7 ponto percentual.

Ao todo, neste período foram transportados 4,8 milhões de passageiros no Brasil, uma diminuição de 40,7% diante de novembro de 2019. entretanto, a comparação dos resultados operacionais com outubro mostra a tendência de reaquecimento do setor aéreo. Nesta comparação, a demanda por voos domésticos agora é de 15,7%, com expansão de 8,6% atualmente.

Mercado internacional

Ainda conforme a Anac, o transporte de passageiros no mercado internacional recuou 85,3% em novembro, diante do mesmo mês do ano passado. Além disso, a oferta teve redução de 70% na comparação anual. Assim, a taxa de ocupação dos aviões ficou em 40,6%, uma queda de 42,4 pontos percentuais. No total, foram transportados 237,9 mil passageiros, uma queda de 86,8% na comparação anual. Em relação a outubro, a demanda por voos internacionais aumentou 14,2% e a oferta 7,4%.

Cargas

O transporte de cargas e correio teve retração de 21,3% em novembro, em relação ao mesmo período de 2019. Além disso, no mercado internacional, a redução foi de 4,7% na mesma comparação.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/12/2020 0 Comentários 702 Visualizações
Variedades

Prefeito de Jaguarão debate alternativas com autoridades uruguaias para acesso de caminhoneiros ao país

Por Gabrielle Pacheco 13/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O prefeito de Jaguarão, Favio Telis, esteve reunido com autoridades uruguaias para construir novas alternativas para o acesso de caminhoneiros ao país. Em audiência com a diretora departamental do Ministério uruguaio, Karina Rando; a intendente de Cerro Largo, Carmen Tort e o alcaide de Rio Branco, Rodolfo Conde, o gestor municipal pede que a nação vizinha reveja a exigência do teste de PCR. Em virtude da demora no resultado, a medida tem prejudicado o transporte de cargas internacionais.

Telis garante que é preciso encontrar uma forma que dê mais celeridade no ingresso dos motoristas, não deixando cargas paradas, inclusive de mantimentos perecíveis. “Em defesa da vida e da economia, precisamos buscar alternativas e outro tipo de monitoramento, para não prejudicar ainda mais quem precisa colocar a comida na mesa”, defende o prefeito. Ele reforça que o congestionamento sobre a ponte Barão de Mauá também é arriscado, pois a estrutura é de 1929. As filas também geram insegurança no fluxo de trânsito. Na última semana houve um acidente fatal.

O líder do Executivo da fronteira ainda propõe que a fiscalização dos veículos seja realizada no Passo da Fronteira, a exemplo de como ocorre em Jaguarão. Desta forma, a verificação do transporte se concentra no terminal rodoviário – gerando menos transtornos. Telis ainda solicita a reativação da Carteira do Fronteiriço, o que facilitaria a o controle de entrada e saída de Jaguarão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2020 0 Comentários 536 Visualizações
Business

Boletim da Receita Estadual aponta impactos da Covid-19 no transporte de cargas e de passageiros

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A sexta edição do Boletim Semanal da Receita Estadual sobre os impactos da Covid-19 nas movimentações econômicas dos contribuintes de ICMS do Estado apresenta uma análise dos efeitos sobre o transporte de cargas e de passageiros no Rio Grande do Sul.

O levantamento publicado nesta quarta-feira, 6, considera o período entre 16 de março, data das primeiras medidas de quarentena no Estado, e 1° de maio, última sexta-feira, estando disponível no site da Secretaria da Fazenda e no Receita Dados, portal de transparência da Receita Estadual. 

Segundo a análise, a atividade de transporte de cargas vinha registrando expansão em 2019. A partir das medidas de distanciamento e isolamento social, houve queda acentuada na emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), documento que as transportadoras emitem para cobrir as mercadorias entre a localidade de origem e o destinatário da carga. A redução em curto prazo chegou a ser de 42% no dia 5 de abril, momento em que se iniciou um processo de retomada que reconduziu o índice ao patamar de -10%, verificado nos últimos dias analisados.

O comportamento no transporte de passageiros é similar, embora ainda mais brusco. A quantidade de Bilhetes de Passagem Eletrônicos (BP-e) emitidos em curto prazo (últimos 14 dias) caiu do patamar de 1,5 milhão, no início de março, para menos de 300 mil pouco após a quarentena – redução de 80% na atividade. Apenas nas últimas duas semanas esse indicador iniciou um processo de recuperação, ainda bastante tímida, em patamares próximos a 330 mil.

“Esses dados agregam mais uma importante visão, sob a óptica das informações econômico-fiscais, a respeito do comportamento da economia gaúcha. Podemos perceber que existe uma tendência de retomada lenta e gradual das atividades”, destaca Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual.

A percepção obtida por meio dos indicadores de transporte é corroborada por outras análises. A emissão de Notas Eletrônicas (NF-e + NFC-e), por exemplo, apresentou nova melhora, com índices de -13%, -9% e -5% nas semanas 5 (11 a 17 de abril), 6 (18 a 24 de abril) e 7 (25 de abril a 1° de maio), respectivamente, sinalizando estabilização das perdas.

No acumulado (16 de março a 1° de maio), a redução é de 18%, representando diminuição do valor médio diário emitido, de R$ 2,06 bilhões no período equivalente em 2019, para R$ 1,7 bilhão em 2020. “Isso significa dizer que cerca de R$ 360 milhões deixaram de ser movimentados em operações registradas nas notas eletrônicas a cada dia, o que dá uma noção da dimensão da crise que estamos enfrentando”, destaca Ricardo Neves.

Visão por tipo de atividade

Na última semana, a indústria experimentou redução de perdas na comparação com semana equivalente de 2019, de -21% para -14%. O varejo manteve e ampliou as perdas relativas, apresentado resultado negativo de 17%. O atacado, por sua vez, confirmou volatilidade já identificada ao longo da série, com ganhos relativos de 5% – resultado inferior ao observado na semana anterior, que foi de 12%.

O desempenho acumulado no período (16/3 a 1°/5) para Indústria, Varejo e Atacado são, respectivamente, de -21%, -24% e -7%.

Desempenho por setor industrial

O destaque da última semana foram os setores eletroeletrônicos e de máquinas e equipamentos, que não apresentavam resultado positivo desde o início da quarentena. Como essas indústrias produzem preponderantemente bens de capital (especialmente o setor de máquinas e equipamentos), a evolução pode indicar o início da retomada das atividades industriais em geral, embora deve ser analisada com cautela e validada nas próximas apurações.

No acumulado, os principais ganhos seguem sendo na área de produtos alimentícios e de produtos de limpeza. As principais perdas são verificadas nos setores coureiro-calçadista e de veículos.

Desempenho no varejo

As vendas em curto prazo (14 dias) tiveram ligeira recuperação na última semana, evoluindo do patamar de -25% das duas semanas anteriores para -17% no dia 1° de maio. Esse é o melhor resultado observado desde o fim de março. Além disso, destaca-se que em 28 de abril as perdas de curto prazo foram inferiores às de médio prazo, com ampliação dessa diferença nos dias subsequentes, o que confirma a tendência de lenta e gradual reação da atividade econômica.

No desempenho do varejo por região do Estado, conforme os 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Corede), o perfil das vendas segue apresentando relação com o nível de participação na produção industrial. Contudo, refletindo a evolução da atividade econômica, a média das perdas de curto prazo nos Coredes mais afetados (Hortênsias, Metropolitano Delta do Jacuí, Vale do Rio dos Sinos, Sul, Produção e Serra) caiu de -26% na semana 6 (18 a 24 de abril) para -18% na semana 7 (25 de abril a 1º de maio). No mesmo sentido, o indicador de médio prazo para os Coredes elencados melhorou de -28% para -19%.

Em relação ao tipo de mercadorias, o desempenho acumulado é positivo para as vendas a consumidor final de medicamentos e materiais hospitalares (+5%) e produtos de higiene e alimentos (+3%). Para os demais produtos, entretanto, a queda continua brusca, totalizando redução de 41% no período. Somando as três categorias, a redução média é de 22%.

No Top 10 das mercadorias com maiores variações positivas do valor das vendas, ganham destaque produtos do setor de alimentos (como cereais, óleos, leite, carnes, frutas, hortícolas e peixes), da indústria química (como sabão para lavar roupa e álcool em gel) e do setor farmacêutico. Nas maiores variações negativas constam itens relacionados a vestuário, com as maiores quedas percentuais (de 70% a 80%), e veículos, com as maiores quedas em valores. Também aparecem na lista mercadorias como máquinas e aparelhos elétricos, móveis, calçados e bebidas alcoólicas.

Combustíveis

No acumulado do período (16 de março a 1° de maio), o combustível com maior queda no volume de vendas segue sendo o etanol (-61%), seguido pela gasolina comum (-32%) e pelo óleo diesel S-500 (-22%). O óleo diesel S-10, por sua vez, apresenta crescimento de 1%. Somando os quatro combustíveis, a redução média é de 25%, assim como verificado no acumulado até a semana anterior.

Em relação ao preço médio, os quatro combustíveis analisados têm apresentado movimento de queda no período recente, reflexo da atual conjuntura internacional acerca do petróleo. A gasolina comum, por exemplo, chegou a atingir R$ 4,79 no final de janeiro, estava em R$ 4,62 no dia 16 de março e passou ao patamar de R$ 3,87 no dia 1° de maio, última data de análise do Boletim.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 525 Visualizações

Edição 304 | Mar 2026

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