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trabalho

Variedades

Pesquisadores fazem estudos na área da saúde do trabalhador

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisadores da área da saúde do trabalhador estão realizando uma pesquisa-intervenção que tem como objetivo dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho no contexto da pandemia do novo coronavírus. Estão à frente do projeto os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).

A pesquisa é voltada às pessoas maiores de 18 anos que estejam desempregadas ou trabalhando durante a pandemia, seja em trabalhos presenciais ou remotos. O grupo está aceitando a participação das pessoas que queiram contribuir com os estudos. Para isso, os voluntários devem responder a um questionário no link.

As pessoas ainda podem relatar suas vivências e sentimentos durante a pandemia do coronavírus. Os áudios, textos ou fotografias podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail projethoscovid@gmail.com ou WhatsApp (51) 98138-1752. O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário, que também está disponível no perfil da pesquisa no Instagram: @projethoscovid19. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 544 Visualizações
Variedades

Renomado professor holandês Dr. Ali Fenwick realiza seminário sobre futuro do trabalho e home office

Por Gabrielle Pacheco 01/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Investigador renomado nos temas do comportamento humano, futuro do trabalho e desempenho profissional em tempos de crise, o Dr. Ali Fenwick ministra o seminário online gratuito “O Futuro é Home Office? Perspectivas e Reflexões Sobre a Nova Natureza do Trabalho”. A proposta, uma iniciativa da Decision/FGV, ocorre dia 5 de junho, sexta-feira, às 15h. As inscrições estão abertas pela plataforma Sympla. O Dr. Ali Fenwick é Professor em Comportamento Organizacional e Inovação na Hult International Business School entre Dubai, Xangai, Londres e São Francisco e apresenta sua pesquisa diretamente de Amsterdã, em inglês.

Para a proposta, o Ph.D. considera o início da pandemia, quando negócios passaram a desenvolver as políticas do home office e autorizaram que as pessoas trabalhassem de casa. Neste ambiente, o maior foco foi uma perspectiva técnica, sobre softwares, equipamentos, estruturas e outras questões sobre conectividade, acessos e dados. O que as organizações se esqueceram ou driblaram foi a infraestrutura psicológica. Assim, o webinar vai explorar as reflexões sobre as novas e mutáveis naturezas do trabalho para o futuro pós-pandemia, que já são perceptíveis.

No conteúdo desenvolvido pelo Dr. Fenwick, apresentado em seminários internacionais para a Harvard Business Rewiew e em entrevistas para a Forbes e Al Jazera, o especialista também dedica sua atenção aos métodos de como desenvolver a efetividade e dedicação dos colaboradores a partir dessas novas naturezas do trabalho, seus aspectos sociais, mindset e como evitar o que o especialista entende como “panic working”, ou trabalhando em pânico – algo comum neste período de pandemia.

Segundo Dr. Fenwick: “Em suma, as pessoas têm diferentes maneiras de lidar com a situação da COVID-19. Seja trabalhando para sobreviver, reconquistar o controle, parecendo ocupados ou ignorando a realidade, muitos colaboradores vão reagir de maneiras similares pelo trabalho em pânico”. Para o Professor, essas condições de trabalho podem atrapalhar o desempenho e até mesmo o sucesso em suas funções: “Os profissionais podem facilmente confundir ocupação excessiva por produtividade e ignorar as consequências negativas da híper-produtividade para o bem-estar e bom desempenho organizacional”, declara.

Sobre o Professor Ali Fenwick

Dr. Ali Fenwick é Professor em Comportamento Organizacional e Inovação na Hult International Business School entre Dubai, Xangai, Londres e São Francisco. Sua pesquisa é dedicada às fundações comportamentais de organizações e gerenciamentos, e exploram como intervenções psicológicas podem ser aplicadas internamente ao espaço de trabalho (digital) para ampliar o bem-estar e performance organizacional de colaboradores. Dr. Fenwick é também o fundador e CEO da LEAD TCM&L™, uma empresa global de ciências comportamentais que desenvolve intervenções psicológicas para negócios, educação, governo e organizações não-governamentais. Dr. Fenwick contribui com a Harvard Business Review, orador da TEDx, conferencista, autor e consultor estratégico sobre o Futuro do Trabalho.

Sobre a Faculdades Decision de Negócios

A Decision foi a primeira instituição fora do eixo Rio/São Paulo a tornar-se parceira da FGV, em 1993, e pioneira na articulação da instalação da FGV pelo país. Conta com mais de 25 mil profissionais formados entre suas sedes de Porto Alegre e Novo Hamburgo, com cargos de direção em grandes corporações gaúchas, bem como empreendedores em novas e promissoras startups da região.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2020 0 Comentários 636 Visualizações
Business

Volume de contratações temporárias cresce no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 19/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com a chegada do fim do ano, o mercado se movimenta para aumentar o fluxo de vendas e fechar o período com saldo positivo. A aproximação de datas como a Black Friday e o Natal faz com que o varejo, principalmente, inicie os processos de seleção para novos postos de trabalho. Entre os meses de agosto e setembro, a Connekt, plataforma de recrutamento digital, registrou um aumento de 38% para esse setor. A expectativa é que, para o período entre outubro e dezembro, o número passe para mais de 45%.

Segundo a previsão realizada pela Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), para 2019, especula-se que mais de 570 mil vagas sejam abertas no período entre setembro e dezembro. No mesmo período de 2018, foram abertas 500 mil oportunidades temporárias.

Para Celson Hupfer, CEO da Connekt, esse período pode melhorar as perspectivas para quem está em busca de emprego ou até, uma nova colocação. “As vagas temporárias além de movimentarem o mercado no fim de ano representam uma chance de alguns trabalhadores serem efetivados. Além disso, pode ser o primeiro passo para quem busca uma recolocação, já que o fluxo de postos vagos aumenta”, avalia.

“As vagas temporárias além de movimentarem o mercado no fim de ano representam uma chance de alguns trabalhadores serem efetivados.”

Também para este ano, a movimentação pode chegar a R$35,9 bilhões somente no período do Natal, e o varejo é o segmento que alavanca este valor. Na Connekt, a abertura de vagas para o setor já apresenta mudanças. Uma das empresas que acompanha esse movimento é a Centauro, que utiliza a plataforma Connekt. Em agosto, a empresa abriu 531 novos postos de trabalho em todo o Brasil, enquanto que em setembro foram 1.175, a comparação por trimestre também é expressiva, 1.106 contra 1.869 no trimestre em curso, ou seja, 69%.

“O setor do varejo sempre é o mais representativo, e nós já começamos a ver esse movimento. Isso mostra que o mercado vem melhorando, mesmo que lentamente”, pontua Hupfer. “Acredito que o fim do ano deve ser ligeiramente melhor do que nos últimos dois anos, embora os números ainda estejam aquém da necessidade de geração de vagas, se considerarmos a quantidade de desempregados no país”, completa.

Para quem busca um cargo fixo, os dados são otimistas. A expectativa é que mais de 25%, dos novos colaboradores sejam efetivados, número maior do que a dos últimos quatro anos. Ainda segundo Hupfer, o profissional que busca isso deve se atentar e seguir algumas dicas. “Envolver-se com a empresa e com seus colegas de trabalho e prestar atenção em alguns tipos de comportamentos nas redes sociais são algumas das atitudes positivas para esse momento. O ideal é lidar com a vaga como se ela fosse fixa. Assim o colaborador enfrenta esse momento com mais tranquilidade, como em um período de experiência”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2019 0 Comentários 515 Visualizações
Variedades

Os benefícios de contratação de mão de obra prisional

Por Gabrielle Pacheco 09/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

No terceiro dia do I Seminário de Gestão, Fomento e Boas Práticas para Oferta de Trabalho à Pessoa Presa, nesta sexta-feira (9), foi marcada pela participação de empresários falando dos benefícios do trabalho prisional. Servidores penitenciários também abordaram a situação do trabalho prisional no RS.

Na primeira parte do evento, dois empresários de Santa Catarina trataram de suas experiências com mão de obra dos apenados. Henrique Deiss, diretor presidente do Grupo Têxtil Oeste, contou a atuação de uma das empresas do grupo, a SanDimas Indústria de Embalagens, que tem atualmente 148 apenados do regime fechado da Penitenciária de Chapecó, em Chapecó (SC), como prestadores de serviço. “Os apenados querem trabalhar, desempenham um ótimo trabalho, com qualidade. Nunca tivemos nenhum problema e inclusive a produção é maior, pois sabemos que o funcionário não se atrasa e não falta”, garantiu. Deiss também convocou outros donos de negócio a fazerem o mesmo: “Coloque sua empresa dentro do presídio, é uma forma de os empresários ajudarem a melhorar a segurança do nosso país e participar do processo de ressocialização desse apenado”.

Para o preso, três dias trabalhados representa um dia a menos de pena. Significa também, uma oportunidade de ter dignidade, de proporcionar algum dinheiro para suas famílias e de ter um emprego quando voltar à sociedade. “Temos ex-apenados que estão empregados no ofício que aprenderam dentro da casa prisional”, relatou Nilso Berlanda, proprietário do Grupo Berlanda, que começou em 2009 a investir em fábricas construídas dentro da Penitenciária Regional de Curitibanos, em São Cristóvão do Sul (SC). O investimento feito é de R$ 4,5 milhões e a área construída na casa prisional chega a 10 mil m², onde cerca de 380 detentos trabalham para o Grupo na produção de estofados, camas box e travesseiros. Por dia, são produzidos cerca de 400 estofados na fábrica na penitenciária. O Grupo Berlanda foi pioneiro em empregar detentos e já recebeu selo nacional de responsabilidade social pelo trabalho no sistema prisional.

Na Penitenciária de Curitibanos, existem também outras empresas, garantindo quase 100% dos presos trabalhando, o que gera como consequência a redução de fugas e rebeliões, além da queda nos índices de reincidência. “O trabalho é uma nova oportunidade de vida para os detentos, eles aprendem um ofício e têm mais estímulo para continuidade dos estudos. Assim, humanizamos o sistema prisional e temos chance maior de reintegração desse indivíduo à sociedade. Ele é reconhecido como trabalhador”, resumiu Berlanda. Pelo trabalho, os detentos recebem da empresa um salário mínimo mensal. O detento fica com 25% desse valor para gastos pessoais, 25% é destinado à família, 25% é depositado em uma conta em seu nome para ele retirar na saída do sistema prisional e 25% fica para o Fundo Penitenciário para investimentos na unidade prisional. Berlanda destaca que a possibilidade de reinvestir na melhora do próprio sistema diminui custos para o Estado e é mais uma das vantagens. “Toda empresa precisa fazer ação social e a utilização da mão de obra prisional é uma forma de executar isso”, sugeriu.

O trabalho prisional no RS

No Rio Grande do Sul, do total de quase 42 mil presos, aproximadamente 12 mil deles trabalham, um percentual de quase 29%. Em Santa Catarina, modelo para o país em empregabilidade de apenados, o número chega a 60% de presos com trabalho. Para melhorar esse índice no RS, a coordenadora da Divisão de trabalho Prisional do Departamento de Tratamento Penal da Susepe, Silvana Weissbach, destacou que a Susepe tem realizado interlocução com prefeitos e empresários dos municípios gaúchos, além dos diretores de todos os estabelecimentos prisionais do Estado. A parceria mais recente é a abertura de 25 vagas para que apenadas da Penitenciária Feminina de Guaíba trabalhem dentro da casa prisional com confecção de jeans. “Trabalho prisional tem uma importância extrema na inclusão social, na cidadania e na ressocialização, que são lemas da Susepe”, apontou.

As mudanças na vida dos presos que possuem atividade laboral são percebidas pelos servidores que trabalham nas casas prisionais, como a psicóloga Kameni Rolim e a assistente social Eliana Mota da Conceição, que fazem parte da equipe técnica do Presídio Estadual de Taquara. No atendimento aos apenados, elas observam que os impactos sociais são inúmeros, como a construção de autonomia, maior percepção de direitos civis, melhoria da qualidade de vida individual e familiar, redução dos agravos e reincidência, redução do ciclo da violência, além da maior percepção da responsabilização por seus atos. “O trabalho é um dispositivo de preparação para a liberdade. Olhamos para o futuro, pensando na empregabilidade, em como a pessoa vai enfrentar os desafios do mercado de trabalho na saída do presídio”, afirmou Kameni.

O mesmo ocorre no Presídio Estadual de Erechim, pioneiro e referência no Rio Grande do Sul quando o assunto é trabalho prisional. Desde 1975, o Presídio tem iniciativas em utilização de mão de obra dos apenados e hoje conta com aproximadamente 160 presos trabalhando. A Diretora do Presídio, Angélica Milkiewicz da Silva Bartmer, enalteceu o apoio da sociedade para o fortalecimento de parcerias. “A comunidade se envolve com o Presídio de Erechim porque enxerga nisso uma possibilidade de melhorar a segurança da cidade. O trabalho prisional surge nessa busca de pensar na reintegração deles à sociedade”, afirmou. Uma das empresas que utiliza mão de obra dos apenados de Erechim desde 2012 é a Couro Arte, que atualmente tem 65 detentos como parte dos seus trabalhadores. “Precisamos muito da colaboração de todos os atores envolvidos no processo, especialmente dos agentes penitenciários, para que se possa continuar esse trabalho. Nós temos que investir na ressocialização. Usar o trabalho para dignificar o preso”, afirmou Eliseu Scalabrin, proprietário da CouroArte.

O coordenador geral do evento no RS, diretor do Departamento de Políticas Penitenciárias da Seapen, Sandro Roberto Soares de Oliveira, coordenou a mesa sobre esses exemplos no RS e destacou que o trabalho prisional é um dos avanços possíveis para se ter uma perspectiva melhor para o Estado. “Cidadania advém do trabalho, pois ele garante dignidade e direitos civis aos presos, que conseguem vislumbrar um futuro”, apontou.

Fonte: Assessoria | Foto: Divulgação
09/08/2019 0 Comentários 591 Visualizações
Cidades

Espaço de coworking vai inaugurar em Caxias do Sul

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Dia 4 de julho inaugura em Caxias do Sul o Colavoro Sanvitto, espaço de coworking estrategicamente localizado em um casarão tombado pelo Patrimônio Histórico Municipal bem no centro da cidade.

Com a vocação de absorver demandas dos mais variados segmentos culturais e de mercado, o espaço colaborativo vai oferecer auditório, salas de reunião e multifuncionais, espaço para exposições, restaurante, estacionamento e jardim em um ambiente integrado à história de Caxias.

O Colavoro Sanvitto surge da ideia de garantir um destino proficiente ao prédio de significativo valor histórico construído de 1943 a 1946, na Avenida Júlio de Castilhos, entre as ruas Garibaldi e Visconde de Pelotas. “A iniciativa vai democratizar o acesso a um espaço que muitos gostariam de ter entrado antes”, resume o arquiteto Renato Solio, que orientou a família sobre as intervenções no patrimônio após o processo de tombamento, aprovado em 2015.

O único prédio residencial de Caxias planejado pelo arquiteto Vitorino Zani (1900-1960), que projetou a Igreja São Pelegrino, terá à disposição espaços colaborativos equipados com modernos sistemas de tecnologia, informação e segurança. No subsolo haverá um restaurante, e nos dois primeiros pavimentos, os espaços funcionais, além de área para eventos e exposições culturais. Tudo decorado de forma harmônica e receptiva.

“Os ambientes rompem com a tradição dos coworkings que sugerem essa urgência dos dias atuais, esse nervosismo moderno onde tudo deve ser feito às pressas. Queremos oferecer aconchego e convivência em pleno centro da cidade”, ressalta Fernanda Sanvito Andreazza, sócia no empreendimento com as irmãs Gisele Sanvito Andreazza Corso e Graziela Sanvito Andreazza Ramos.

A adequação do termo em inglês “working” para “lavoro” (trabalho, na tradução livre em italiano) reforça essa proposta e diferencial.

Os trabalhos de preparo do Colavoro Sanvitto iniciaram-se há um ano. Das primeiras análises até os detalhes finais surgiram espaços sanitizados, humanizados, adaptados e adequados para a oferta de boas condições às atividades propostas. A intenção é que o empreendimento possa vir a contribuir culturalmente com a cidade, tornando-se um espaço ativo, dinâmico, voltado a eventos, reuniões, exposições, oficinas e palestras, além de atividades técnicas e educativas.

Serviço

O quê: inauguração Colavoro Sanvitto – espaço de coworking;
Quando: dia 4 de julho – abertura ao público dia 5 de julho;
Onde: Avenida Júlio de Castilhos, 1989, entre as ruas Garibaldi e Visconde de Pelotas – Centro de Caxias do Sul.

Foto: Luciana Corso Galiotto/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2019 0 Comentários 762 Visualizações
Business

Sesi aplica metodologia de Harvard em indústrias brasileiras

Por Gabrielle Pacheco 30/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os transtornos mentais e comportamentais já são a terceira causa de afastamento do ambiente laboral. Cerca de 90% dos brasileiros no mercado de trabalho lidam com algum grau de ansiedade, segundo dados da Internacional Stress Management Association (Isma). De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada um euro aplicado no tratamento de depressão e ansiedade, registram-se 4 euros de retorno em melhoria da saúde e capacidade para o trabalho.

Atento a essa realidade e ao desafio de auxiliar as indústrias brasileiras na criação simultânea de resultados positivos para a saúde dos trabalhadores e de seus negócios, o Serviço Social da Indústria (Sesi), recorreu a uma metodologia reconhecida internacionalmente, o Total Worker Health (TWH), em parceria com a Escola de Saúde Pública de Harvard T.H. Chan.

Por isso o Centro Sesi de Inovação em Fatores Psicossociais, buscou uma solução eficaz que pudesse ser aplicada a vários tipos de negócios e chegou à metodologia desenvolvida pelo Instituto Nacional de Saúde e Segurança Ocupacional dos Estados Unidos. Profissionais do Centro foram capacitados por meio de um treinamento focado na realidade das indústrias brasileiras, contribuindo para a construção de uma metodologia que integra as ações de Promoção de Saúde com as políticas de Segurança e Saúde no Trabalho das empresas.

“O Centro de Inovação Sesi em Fatores Psicossociais está sempre atento às tecnologias de ponta, e reconhecidas por sua eficácia, para adaptá-las à realidade brasileira, com o objetivo de promover ambientes de trabalho saudáveis, que contribuam para a sustentabilidade da indústria do País”, avalia o superintendente do Sesi-RS, Juliano Colombo.

Após a capacitação, o Cis-FPS produziu protótipos de soluções baseadas na metodologia TWH, que é definida como políticas, programas e práticas que integram a proteção contra riscos de segurança e saúde relacionados ao trabalho. Para traduzir o aprendizado em prática, foram aplicadas em duas empresas brasileiras, de diferentes portes e segmentos. Segundo os profissionais das companhias envolvidos no processo, o trabalho vai contribuir para criação de um ambiente de saúde e segurança mais forte, melhorar o clima e a satisfação dos funcionários e a comunicação entre líderes e liderados.

Os resultados da parceria foram reconhecidos como exemplo das boas práticas de implementação da metodologia TWH em todo o mundo, a partir da publicação de artigo no Centro de Prevenção e Controle de Doença pelo Instituto Nacional de Saúde e Segurança Ocupacional dos Estados Unidos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
30/06/2019 0 Comentários 579 Visualizações
Cidades

Prefeitura forma 55 alunos em três cursos profissionalizantes em Capão da Canoa

Por Gabrielle Pacheco 13/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

55 famílias de Capão da Canoa viveram um momento especial na tarde de terça-feira, 11. Ocorreeu, no auditório do Centro Administrativo, a formatura de três turmas de cursos profissionalizantes oferecidos pela Prefeitura de Capão da Canoa, através da Secretaria de Cidadania, Trabalho e Ação Comunitária, em parceria com Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial e a Escola Evolute.

Foram três cursos: preparo de pães, bolos, cucas e massas caseiras; culinária de lanches rápidos e de manicure e pedicure. Na oportunidade, cada formando recebeu seu diploma, possibilitando o ingresso no mercado de trabalho por meio de mão de obras qualificada.

O Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, agradeceu aos parceiros por mais um trabalho realizado e salientou a importância do investimento na qualificação das pessoas e na criação de oportunidades de trabalho para elas. “Vivemos um momento de recessão econômica, por isso, enquanto poder público, devemos apostar na qualificação das pessoas para buscar a geração de emprego e renda”, diz.

O Secretário de Cidadania, Trabalho e Ação Comunitária, Luciano Flores, afirma que o objetivo da gestão é continuar oferecendo cursos de capacitação ao longo dos próximos anos. “Sem dúvida, momentos como esses são inesquecíveis para essas pessoas e o executivo continuará apostando e colaborando com a nossa população“, fala.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/12/2018 0 Comentários 577 Visualizações
Cidades

Varejo lidera geração de novos postos de trabalho no Rio Grande do Sul em outubro

Por Gabrielle Pacheco 23/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

A boa contribuição do varejo gaúcho para que o Rio Grande do Sul tivesse, em outubro, saldo positivo na geração de postos de trabalho com carteira assinada é um ponto que merece ser saudado nessa reta final de 2018, na avaliação do presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch. Foi o segundo mês consecutivo em que o Estado registrou mais contratações do que dispensa de trabalhadores, de acordo com levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No total, o RS teve um aumento de 9.319 vagas de emprego, sendo que o comércio teve o melhor resultado entre os setores, com saldo de +4.279.

O desempenho positivo do varejo no período deve-se muito ao fato dos lojistas realizarem contratações temporárias para o período de final de ano, onde, tradicionalmente, aumenta a demanda de clientes e é necessário ter equipes mais robustas.

“Sempre há tendência de contratações temporárias em setembro, outubro e novembro, porque é o auge do varejo, quando os lojistas se preparam para as vendas que, historicamente, são as maiores no segundo semestre”, destaca Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS lembra, ainda, que o advento da Black Friday, em novembro, é outro fator que impulsiona o número de admissões no período. Além disso, há um maior volume de dinheiro circulando no segundo semestre, outro aspecto que auxilia o surgimento de mais oportunidades no mercado de trabalho.

“Também tivemos algumas coisas que contribuíram na circulação de capital, como ingresso do dinheiro do PIS/Pasep e o adiantamento da metade do 13º salário dos aposentados. Agora, aproxima-se a metade do 13º dos trabalhadores e do adiantamento da distribuição do resultado de exercício. Então, há mais dinheiro, a demanda aumenta e o comércio e o próprio setor de serviços contratam bastante”, ressalta Vitor Augusto Koch.

O levantamento do Caged apontou que o Rio Grande do Sul teve o terceiro melhor desempenho entre os estados no mês de outubro, ficando atrás de São Paulo (+13.088) e Santa Catarina (+9.743). No âmbito nacional, o resultado também foi de mais empregos, com 57,7 mil vagas e acúmulo de 790,6 mil postos formais.

No período de abril a agosto, o Rio Grande do Sul tinha registrado uma série negativa de geração de empregos, fato que teve reversão em setembro, quando voltou a ter saldo positivo e seguiu em outubro, com mais admissões do que demissões. No acumulado do ano, a diferença entre contratados e demitidos é de 31,5 mil.

Porto Alegre foi o município com o melhor saldo em outubro, com + 1.437, ficando no topo do ranking por possuir fatores que contribuem para o aumento da contratação de colaboradores, como a concentração do maior número de pessoas e dos maiores shoppings. Na sequência, vieram Caxias do Sul (+640) e Rio Grande (+364).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2018 0 Comentários 445 Visualizações
Saúde

Ministério do Trabalho alerta que frentistas estão expostos a substância cancerígena

Por Gabrielle Pacheco 01/02/2018
Por Gabrielle Pacheco

Uma prática comum em postos revendedores de combustíveis no Brasil está chamando a atenção para um problema que entrou na mira dos auditores-fiscais do Ministério do Trabalho (MTb). Frentistas que continuam enchendo o tanque dos veículos após o travamento automático da bomba estão expostos a grandes quantidades de vapor de gasolina, que contém benzeno – líquido incolor e cancerígeno. Mas completar o tanque “até a boca” é apenas uma das atividades que causam essa exposição. Por isso, em 2017, auditores fiscais do MTb realizaram 1.796 ações, verificando o cumprimento de medidas para diminuir os riscos ocupacionais relacionados ao benzeno nos postos.

As medidas estão previstas no Anexo 2 da Norma Regulamentadora nº 09 (NR-09), de setembro de 2016, que estabeleceu exigências relacionadas aos procedimentos, ao treinamento dos trabalhadores e ao controle ambiental nos postos, entre outras. Segundo o auditor-fiscal do Ministério do Trabalho e coordenador da Comissão Nacional Permanente do Benzeno (CNPBz), Carlos Eduardo Ferreira Domingues, a exposição ocupacional ao benzeno acontece por via aérea ou por contato da gasolina com a pele. Um dos momentos de grande exposição ocorre durante o abastecimento dos veículos, quando grande quantidade de vapor de gasolina é liberada pelo bocal do tanque, atingindo diretamente o frentista.

O problema se agrava quando o trabalhador continua enchendo o tanque “até a boca”, após o travamento automático da bomba. “Nesse caso, ele precisa se aproximar do bocal de abastecimento do tanque e a exposição ao vapor de gasolina contendo benzeno é muito maior”, explica Carlos Eduardo. “No abastecimento normal, o sistema automático permite que o frentista se afaste do bocal, mas ainda assim o benzeno continua no ar.”

Flanela

Outro risco para os frentistas é o uso de flanela ou estopa para impedir respingos, ou para a limpeza após extravasamentos de gasolina na lataria dos veículos. O tecido absorve o vapor com benzeno, que chega ao trabalhador quando há contato com a pele.

Seu uso já é proibido pela NR-09. A limpeza, nesses casos, deve ser feita com tolhas de papel absorvente, desde que o trabalhador esteja com luvas impermeáveis apropriadas. Para a proteção contra respingos, deve-se utilizar um dispositivo desenhado para esse fim e adaptado ao bico de abastecimento.

O Anexo 2 da NR-09 também diz que os empregadores são responsáveis pela higienização semanal dos uniformes usados pelos trabalhadores. O descumprimento desse item, no entanto, foi o maior motivo de autuações aos postos nas fiscalizações do ano passado.

Tanques

Outra atividade que causa grande exposição ao benzeno é o descarregamento dos caminhões-tanque de combustível. Como o tanque do posto está praticamente vazio nesse momento, os vapores de gasolina se acumulam naquele espaço, saindo pelos respiros no momento em que ele é preenchido com combustível. “Quando se enche o tanque de gasolina de um posto revendedor de combustíveis, há uma grande emanação de vapores e a exposição ao benzeno no ambiente é maior, porque o vapor de gasolina é mais pesado que o ar e, mesmo lançado através dos respiros, retorna ao nível do solo”, alerta Carlos Eduardo.

Os trabalhadores que realizam essa operação de descarga devem utilizar máscaras de proteção respiratória de face inteira, com filtro para vapores orgânicos, além de equipamentos de proteção para a pele. No entanto, os auditores-fiscais do MTb constataram o descumprimento dessa norma em vários postos.

Recuperação

Segundo Carlos Eduardo, a principal preocupação dos donos de postos deve estar em impedir a emanação dos vapores emitidos pela gasolina no ambiente de trabalho. A NR-09 prevê a instalação de um sistema de recuperação nas bombas de abastecimento de gasolina, para captar o vapor e devolvê-lo ao tanque do posto.

Depois de uma negociação tripartite, foi estabelecido um prazo de seis anos a partir de setembro 2016, para a substituição ou adaptação das bombas de gasolina mais antigas e um escalonamento para as mais novas, chegando a até 15 anos para as bombas instaladas entre 2016 e 2019. “O próximo passo será iniciar a discussão sobre a recuperação de vapores de gasolina durante o descarregamento dos caminhões-tanque nos postos”, conta o coordenador da CNPBz.

Ele explica que, além dos frentistas, outros trabalhadores, como os funcionários de lojas de conveniência, também podem estar expostos aos vapores de gasolina contendo benzeno. Já no caso dos usuários dos postos, segundo ele, o risco é menor, pois eles ficam menos tempo em contato com o problema.

Fontes: Assessoria | Foto: Reprodução
01/02/2018 0 Comentários 1,3K Visualizações
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