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trabalho de apenados

Variedades

Sistema prisional alcança a meta de produção de 100 mil máscaras de proteção

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O sistema prisional do Rio Grande do Sul atingiu, nesta semana, a meta de produção de 100 mil máscaras de proteção. Os acessórios são confeccionados totalmente por mão de obra prisional e envolvem cerca de 200 presos em 24 casas prisionais de todas as regiões do Estado.

A meta inicial era produzir esse número em um mês, afirma Elisandra Minozzo, chefe do trabalho prisional do Departamento de Tratamento Penal da Susepe. Mas Elisandra explica que as atividades não acabarão por aqui: “como não temos previsão exata do final da pandemia, daremos continuidade ao projeto, com a mesma meta mensal”.

Ao todo, foram produzidas mais de 110 mil máscaras, que são utilizadas pelos presos e pelos servidores, de acordo com as normas de saúde e as normas técnicas internas. Além disso, parte da produção é doada. Já foram oferecidas a outras instituições, parceiros ou para a comunidade pouco mais de 27 mil unidades.

Embora a produção seja feita pelos presos, os servidores também são peça fundamental nesse trabalho. A delegada da 8ª Região Penitenciária, Samantha Longo, deixa claro a felicidade dos servidores em fazerem parte deste projeto. “Nos sentimos emocionados, em razão de ter, neste momento, uma forma de retornar a servidores, apenados e comunidade, todo o auxílio que prestam aos presídios”, conta Samantha.

A delegada também destaca a importância desse trabalho para as apenadas, já que assim, além de elas “terem uma ocupação diária, que traz benefícios pessoais, também contribuem com a sociedade”, explica.

O trabalho prisional é uma das principais diretrizes da Seapen e da Susepe. O secretário, Cesar Faccioli, destaca: “este número que atingimos agora comprova o acerto de termos apostado nessas oficinas e o quanto elas podem ser positivas para a sociedade”.

O Superintendente da Susepe, Cesar da Veiga, concorda com Faccioli. “O trabalho é de extrema importância para a recuperação dos presos. Essas oficinas também mostram o compromisso da Secretaria e da Superintendência com toda a sociedade”, diz Veiga.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 480 Visualizações
Variedades

Apenados da Penitenciária Modulada de Montenegro produzem máscaras de proteção para a população

Por Gabrielle Pacheco 04/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um lote de cerca de 1.700 máscaras de proteção foi fabricado pelos apenados da Penitenciária Modulada de Montenegro, a pedido da Secretaria Municipal de Saúde, para distribuição à população. Os trabalhos ocorreram nos dois últimos fins de semana.

Os tecidos foram disponibilizados pela Prefeitura Municipal de Montenegro. A produção poderá se estender se houver necessidade e materiais suficientes.

Alem das máscaras, a Oficina de Confecção, que conta com 20 apenados, também produz uniformes para a Seapen e Susepe, além de outros materiais.

A Direção da PMM estuda a ampliação da Oficina de Confecção para outro pavilhão de trabalho, aumentando o número de apenados e o efetivo de produção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2020 0 Comentários 660 Visualizações
Variedades

Presos do RS produzem sabão para auxiliar no combate ao coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 03/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A produção de sabão por apenados de estabelecimentos prisionais do Estado está sendo intensificada diante da pandemia do coronavírus. Considerada uma estratégia de prevenção simples e de baixo custo, a utilização de sabão nas práticas de higiene é uma ação importante para obtenção de resultados benéficos para a saúde pública.

Na Penitenciária Estadual de Arroio dos Ratos o sabão já era produzido, manualmente, há três anos, mas nesta semana tornou-se possível colocar em funcionamento uma minifábrica, com maior capacidade de produção. “No ano passado, foi adquirida uma máquina por meio do Conselho da Comunidade, com recursos da Vara de Execuções Criminais de São Jerônimo, mas faltava ainda organizar a estrutura. Por conta da Covid-19, conseguimos agilizar a ativação de um local para instalarmos e iniciarmos esse processo semi-industrial”, destacou o diretor da Penitenciária, José Giovani Rodrigues de Souza. A previsão é de que os apenados produzam de 4 a 5 mil barras de sabão até a próxima semana. Os produtos serão destinados a estabelecimentos prisionais da Região.

Na Penitenciária Estadual de Santa Maria, existe um projeto de produção de sabão ecológico desde 2016, mas a produção foi intensificada em função da pandemia. A produção ampliou para 300 barras por semana, dando conta de atender a todos os apenados da casa prisional. “Neste momento de crise, a produção foi intensificada visando a preservação da saúde e busca da diminuição do contágio pelo Covid-19”, destaca a assistente social da Susepe Aline Costa de Lima, que coordena essa atividade no local.

Também em função do coronavírus, foi elaborado, nesta semana, um projeto no Presídio Regional de Santa Cruz do Sul para utilização de mão de obra prisional para confecção de sabão, sabonete e água sanitária. A ação deve ocorrer em parceria com a Unisc, que ficará de responsável técnica. “Elaboramos um projeto com a necessidade básica de materiais para elaboração desses produtos e devemos iniciar em breve. Os apenados já estão capacitados para darem início ao trabalho e assim conseguiremos abastecer a demanda da casa prisional e de todos os presídios da região”, adiantou a delegada penitenciária da 8ª região, Samantha Longo.

Economia, inclusão social e cuidado ambiental

A produção de sabão gera economia para o Estado, aprendizado profissional aos apenados e também preservação ambiental em função do reaproveitamento de resíduos, já que o sabão é feito à base de óleo de cozinha reutilizado. “É um momento importante para pensarmos em estratégias que possam minimizar possíveis novos contágios do coronavírus, especialmente entre populações mais vulneráveis, além de seguirmos atuando no tratamento penal, com a profissionalização das pessoas presas”, aponta Elisandra Minozzo, coordenadora da Divisão de Trabalho do Departamento de Tratamento Penal da Susepe.

A Seapen e a Susepe estão organizando também a implantação de oficinas de confecção de máscaras distribuídas em todas as regiões penitenciárias do RS. No Presídio Feminino de Torres e no Presídio Feminino de Lajeado, as produções já iniciaram. Além disso, apenados do Presídio de Cruz Alta e da Penitenciária de Osório estão confeccionando lençóis destinados a hospitais para a área de internação dos pacientes acometidos pelo coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/04/2020 0 Comentários 339 Visualizações

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