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Termometro de Crise

Business

Pandemia acelera busca do setor de RH por estratégias digitais

Por Gabrielle Pacheco 17/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Segundo dados de um estudo do Distrito, entre 2014 e 2018 o mercado de HRTechs teve um boom de novos negócios: foi nesta época que surgiram 82,5% dessas empresas. No total, o Brasil já tem 373 negócios voltados ao setor de recursos humanos, que captaram, desde 2014, mais de US$473 milhões em investimentos. Se a área já estava em franca expansão por conta da digitalização natural das empresas, a pandemia acelerou ainda mais este crescimento. Sem a possibilidade de estar no mesmo espaço físico que os colaboradores, muitos RHs perceberam que estavam perdendo uma vantagem competitiva e passaram a apostar em ferramentas de gestão e benefícios online para não perder a conexão com a equipe.

A Pulses, que oferece soluções de clima organizacional e engajamento medidos de forma contínua, por exemplo, foi uma das startups que viu seu negócio crescer durante a quarentena. Para ajudar os gestores a entenderem como os colaboradores estavam se sentindo durante o período de home office, a empresa criou o Termômetro de Crise, uma plataforma gratuita para acompanhar o impacto da pandemia na equipe, tanto em questões de adaptação com o trabalho remoto quanto aos níveis de ansiedade e estresse. O número de cadastrados na ferramenta chegou a aumentar 7x nesse período.

“Com a chegada do isolamento, os cenários acabaram mudando rapidamente e continuamente. Isso acabou trazendo uma percepção de que era necessário acompanhar e entender o que os colaboradores estavam sentindo, principalmente porque ficamos todos à distância e é mais difícil medir o humor das pessoas assim”, define Cesar Nanci, CEO da Pulses.

Essa prática de ouvir continuamente o colaborador é chamada de Continuous Sensing e vai na contramão das tradicionais pesquisas de clima anuais. Enquanto o resultado das pesquisas tradicionais anuais mostram uma “fotografia” de um momento específico na organização, as respostas dos pulsos, que são perguntas enviadas com frequência, mostram um “filme” do que acontece com as equipes — ajudando os líderes a tomarem decisões mais complexas com o acesso a dados concretos, que são coletados e analisados através de inteligência artificial.

E as pesquisas podem evoluir e mudar conforme às necessidades de cada empresa. Agora, a Pulses lançou o Termômetro do Novo Normal, uma plataforma também gratuita para medir a percepção dos colaboradores com a volta aos escritórios, a efetividade das medidas de segurança e os impactos desse novo cenário na saúde mental. “A escuta contínua não serve apenas para um momento de crise. Já é fato conhecido que as empresas que investem em programas de saúde mental têm índices menores de turnover e absenteísmo. E essas ferramentas são aliadas importantes para ajudar nessa questão, porque quando o colaborador sente que a opinião dele importa para a empresa, os níveis de ansiedade tendem a reduzir”, comenta Cesar.

Além do bem-estar: segurança financeira dos colaboradores também deve ser levada em consideração

Outro exemplo de startup que conseguiu crescer em meio à pandemia foi a Leve, que tem como objetivo levar bem-estar financeiro para colaboradores. Em nove meses, o negócio aumentou sua base de clientes em quase 10 vezes, saindo de nove empresas atendidas em janeiro para 85 em setembro deste ano. Para Gustavo Raposo, fundador e CEO, a pandemia fez com que muitos empregadores começassem a perceber a importância de lidar com o problema financeiro de suas equipes. “Há uma certa resistência das empresas em reconhecer que o estresse financeiro impacta na performance. Porém, com o surgimento da crise, que fez com que muitas pessoas passassem por um período de dificuldade e incerteza financeira, essa visão dentro dos negócios mudou drasticamente”, afirma.

De acordo com estudo da FGV (Fundação Getulio Vargas), os efeitos do home office na saúde do trabalhador estão indo além da fadiga e das dores no corpo. Quase metade dos respondentes (45,63%) apresentou baixo nível de bem-estar e saúde mental. As principais queixas são de preocupação com questões financeiras, ansiedade com a saúde de um membro da família e sensação de isolamento e solidão.

Mirando em empresas com alta competição por mão de obra, a Leve funciona como um benefício. Por meio de um aplicativo, os colaboradores têm acesso a consultorias com especialistas, junto à uma rede curada de soluções e produtos financeiros, como adiantamento de salário e empréstimos em condições mais acessíveis das encontradas no mercado. Do outro lado da operação, mantendo a privacidade de cada usuário, o RH conta com um portal web que fornece uma visão geral do bem-estar financeiro de todos os funcionários da empresa, divididos por área e posição.

Por meio do índice da startup, que, com base nos dados do diagnóstico de cada um, mede quatro áreas de bem-estar financeiro, a plataforma permite que o profissional de RH avalie ao longo do tempo os locais críticos de cada colaborador e tenha acesso a uma comparação com benchmarks — empresas do mesmo segmento e com colaboradores da mesma função.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/11/2020 0 Comentários 676 Visualizações

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