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Variedades

Termo de Compromisso assinado no RS oficializa a compensação ambiental

Por Milena Costa 05/07/2021
Por Milena Costa

Atualmente, as empresas devem destinar adequadamente um mínimo de 22% das embalagens que colocam no mercado, evitando que cheguem a locais inadequados e causem prejuízo ao meio ambiente, segundo a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos) e o acordo setorial. O Rio Grande do Sul deu um passo adiante e assinou, em junho, o Termo de Compromisso (TCLR) com o instituto Rever, que oficializa o desenvolvimento de um sistema de logística reversa de embalagens no Estado. AM, MS e SP são os outros estados que já possuem termos similares assinados no país.

O RS já tinha uma política estadual de resíduos sólidos (Lei Estadual nº 14.528/2014), mas, com o TCLR, a compensação ambiental, por meio dos Certificados de Reciclagem (CRE) lastreados em notas fiscais, passa a ser considerada pelo Estado como uma solução benéfica, segura e válida para toda a cadeia de reciclagem. Com isso, as empresas podem adquirir CRE de embalagens comercializadas na região, e, dessa forma, cumprir as metas estabelecidas pela lei.

A compensação ambiental é um mecanismo financeiro com o objetivo de contrabalançar os impactos ambientais e é uma das ferramentas mais importantes nesse sentido. Nesse modelo, quem produz as embalagens deve informar a quantidade e os materiais que foram colocados no mercado (vidro, plástico, papel, alumínio etc.) e remunerar as cooperativas e operadores pela triagem e, posteriormente, a reciclagem de uma massa equivalente do mesmo tipo de resíduo na mesma região em que foi vendido. Esse dinheiro, que entra com a venda dos CRE, é um complemento para as cooperativas e operadores pelos serviços ambientais realizados que resultam na comercialização de créditos de reciclagem.

Responsabilidades definidas

O Termo de Compromisso envolve diversos atores: empresas aderentes (fabricante, importador, distribuidor ou comerciante), operadores e cooperativas (que comprovarão a reciclagem), entidade gestora (Instituto Rever), entidade associada (fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, ou suas respectivas categorias) e certificadora ( eureciclo) .

A certificadora responsável por homologar o processo de comercialização de embalagens recicladas no estado é a eureciclo, líder do setor no país. Por meio de uma tecnologia que permite o rastreamento de todo o ciclo, viabiliza a emissão dos Certificados de Reciclagem, com lastro em notas fiscais, pelo Instituto Rever (entidade gestora). Portanto, todas as empresas que aderirem ao seu sistema, poderão comprovar que suas atividades estão em conformidade com a legislação, com transparência e segurança jurídica .

Além disso, os CREs garantem um investimento direto nas cooperativas e operadores de reciclagem, pois além do valor da venda do material (vidro, plástico, papel e metal) reciclado, a remuneração também contempla uma renda adicional pela prestação do serviço ambiental, o que ajuda a estruturar a cadeia de reciclagem no país.

“Esse impacto social é muito importante, principalmente porque os profissionais do setor são historicamente desvalorizados e o valor extra que chega para as suas famílias funciona como um incentivo à formalização dos trabalhadores”.

“Esse impacto social é muito importante, principalmente porque os profissionais do setor são historicamente desvalorizados e o valor extra que chega para as suas famílias funciona como um incentivo à formalização dos trabalhadores. Apenas para contextualizar, em 2020, mesmo em meio à pandemia, foram remunerados pela eureciclo 115 cooperativas e operadores de reciclagem com cerca de R$5,8 milhões”, explica Thiago Carvalho Pinto, CEO da certificadora.

Demanda consciente em amplo crescimento

Além da legislação, que evolui aos poucos, vale lembrar que os consumidores estão cada vez mais atentos às marcas que escolhem. Em uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada em novembro do ano passado, 98% dos entrevistados se consideram preocupados com o meio ambiente e 80% acreditam que é possível explorar de maneira inteligente os recursos da natureza, para preservá-los. As empresas que estiverem comprometidas em diminuir seu impacto ambiental estarão à frente das demais.

“Atualmente temos três opções…”

Uma das maneiras de informar os consumidores sobre suas práticas é com a adesão de selos de sustentabilidade. Com o selo eureciclo, por exemplo, as embalagens mostram que a marca faz a compensação ambiental dos resíduos que coloca no mercado. “Atualmente temos três opções: um selo que informa que as companhias cumprem a lei e compensam ambientalmente 22%, outro que mostra a destinação correta de 100% e um para as companhias que vão além e promovem a reciclagem de 200% dessa quantidade, ou seja, do dobro de resíduos que geram”, completa o CEO.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
Cidades

Feliz assina termo de compromisso com Concrefel

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Através da Lei Municipal 3.558/19, o município de Feliz e a empresa CW Construções (Concrefel) firmaram Termo de Compromisso, visando a concessão de incentivos e contrapartidas para instalação de uma unidade da empresa no bairro Bom Fim, nas margens da RS 452.

A assinatura do contrato ocorreu no dia 16 de maio, no gabinete do prefeito e contou com a presença do prefeito Albano Kunrath; do vice-prefeito Nélson Martiny; do secretário da Fazenda, Jônatas Weber; do secretário de Desenvolvimento Econômico, Claudio Vieira e do sócio- proprietário da Concrefel, Geraldo Reichert.

Conforme explica Jônatas, os incentivos foram concedidos inicialmente no ano de 2010, porém uma ação judicial e julgada improcedente pelo Judiciário, não permitiu a instalação da empresa na cidade de Feliz naquele momento, e a mesma acabou se instalando em Bom Princípio.

“Com o desfecho positivo da questão judicial, os incentivos inicialmente previstos foram retomados, e as cláusulas do incentivo como um todo, foram repactuadas”, destaca.

A empresa atua na produção de artefatos e produtos de concreto, tais como blocos de PAVS para pavimentação, tubos de concreto, meio fios e outros, que abastecem o setor de construção civil e obras públicas. “Os incentivos consistem na doação de uma área de terra, nas proximidades da Pneus Ost, em zona industrial, no auxílio na limpeza do terreno e algumas isenções fiscais”, revela Claudio.

“A Concrefel assumiu como compromisso a geração e manutenção de, no mínimo, 10 novos empregos, e atingir, a partir de 2022, valor adicionado fiscal mínimo de R$ 1 milhão”, acrescenta o secretário.

A empresa tem prazo de 180 dias para conclusão de sua planta industrial e início de suas atividades. “A Concrefel vem a somar, já que atua num setor promissor e vai gerar renda, retorno tributário e empregos para nossa população, contribuindo para nosso progresso e consolidando ainda mais a região do Bom Fim, na entrada do município, como área industrial”, afirma Jônatas.

“Mesmo que com quase dez anos de atraso e perda de empregos e retorno tributário, concretizamos mais um importante incentivo que vai colaborar para o desenvolvimento socioeconômico de Feliz”, complementa.

Segundo o secretário da Fazenda, a Concrefel é uma empresa que tem suas origens na cidade de Feliz, e que agora, vencidas as questões judiciais, retorna para a cidade já consolidada e em expansão, e que vai gerar renda e empregos.

Foto: Simone Ludwig/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2019 0 Comentários 619 Visualizações

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