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sustentabilidade

Variedades

Congresso Mercofrio é adiado para março de 2021

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O evento é considerado um dos mais importantes encontros de empresas e profissionais do setor no Brasil e reúne a cada dois anos as maiores autoridades da área para debater temas técnicos, econômicos, políticos e tecnológicos. A realização do Mercofrio estava prevista para setembro deste ano, porém o cenário de incertezas ainda sobre como estará o quadro de prevenção a propagação da Covid-19 levou os organizadores a adiarem o encontro.

A nova data estabelecida será 2, 3 e 4 de março de 2021 no Centro de Eventos BarraShoppingSul, em Porto Alegre.

“Não saberíamos ao certo como estaria o cenário em setembro deste ano. Patrocinadores concordaram pelo adiamento e felizmente conseguimos a data, o que foi muito positivo”, afirma o presidente da ASBRAV, Eduardo Hugo Muller.

O tema central do evento permanecerá o mesmo “HVAC&R e Sustentabilidade”. A grade de programação também deve contar com diversas palestras sobre qualidade do ar em ambientes internos, um tema que já vem sendo debatido há bastante tempo pelos representantes do setor, mas que ganhou ainda mais relevância diante da pandemia do coronavírus e da necessidade de trabalhar com projetos e manutenção adequada dos equipamentos para prevenção da propagação de doenças.

A realização do Mercofrio é da ASBRAV – Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Aquecimento e Ventilação. Outras informações poderão ser obtidas no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 660 Visualizações
Variedades

Rhodia cria soluções sustentáveis para indústria calçadista

Por Gabrielle Pacheco 03/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Inovações sustentáveis devem ser destaque na Fimec deste ano. Entre os projetos que farão parte da Fábrica Conceito estarão dois modelos de tênis com cabedal de knit com fios de poliamida biodegradável da Rhodia. De acordo com os fabricantes, a produção neste material confere ao calçado percepção de leveza, alta capacidade de respirabilidade, absorção de umidade e conforto no calce. A grande novidade é que esta matéria prima se decompõe em menos de três anos, se descartado corretamente em aterros sanitários, pós-consumo. O tingimento dos fios é feito com corantes solúveis em água, permitindo sua reutilização no próximo ciclo da produção, depois do tratamento. Ou seja, a matéria-prima usada no cabedal é 100% sustentável.

Outra solução importante apresentada pela empresa versa sobre a produção de ácido adípico, utilizado nas solas e entresolas. A fábrica, localizada em Paulínia (SP), é pioneira no abatimento de emissões de gases de efeito estufa e se tornou uma referência mundial no setor.

“Em nossa unidade industrial para abatimento de gases de efeito estufa em Paulínia, eliminamos por ano 5,3 milhões de toneladas de CO2 o equivalente a retirar de circulação 1,2 milhão de veículos e as emissões estão muito abaixo dos maiores players mundiais”, informa Eduardo Girote, Gerente de Marketing Estratégico de Poliamida e Fibras do Grupo Solvay.

Linha de produção em tempo real

Os cabedais dos tênis de knit serão produzidos em tempo real dentro da feira. A tecnologia contribui para a agilidade do processo de produção e para zerar perdas com materiais. A máquina que será apresentada na Fimec reproduz designs inovadores e tecimentos tridimensionais sem costuras. O equipamento utiliza simulações em 2D e 3D e reduz a necessidade de amostras físicas, o que reduz o tempo do processo de desenvolvimento, custos de tecimento de amostras e ainda contribui para o aumento da qualidade de cada produto.

Considerada a principal atração da Fimec, a Fábrica Conceito é o espaço onde os visitantes da feira podem acompanhar a produção de calçados em tempo real. A ação, realizada pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos – IBTeC, Fenac e Coelho Assessoria Empresarial, tem como propósito mostrar em funcionamento algumas das soluções máquinas, equipamentos e insumos que estão sendo lançados na feira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/03/2020 0 Comentários 469 Visualizações
Business

Inovações poderão ser conferidas na Fábrica Conceito da Fimec 2020

Por Gabrielle Pacheco 21/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

Considerada a principal atração da Fimec, a Fábrica Conceito é o espaço onde os visitantes da feira podem acompanhar a produção de calçados em tempo real. A ação, realizada pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC), Fenac e Coelho Assessoria Empresarial, tem como propósito mostrar em funcionamento algumas das soluções máquinas, equipamentos e insumos que estão sendo lançados na feira.

Em sua 11ª edição, a Fábrica Conceito será realizada em um espaço de 1.100 metros quadrados. O projeto terá seis linhas produzindo 17 modelos de calçados – 16 femininos e um masculino.

Com mais de 90 empresas participando, a edição 2020 contará com um total de 50 operários e 40 alunos do Senai, que serão responsáveis pela produção de cerca de 3.500 pares. O projeto usará 132 máquinas e equipamentos. Calçados Ramarim e Grupo Arezzo são as indústrias que estarão produzindo modelos de calçados de suas marcas. A Escola do Calçado Senai participará com uma linha de produção de modelos desenvolvidos pelos alunos do curso de formação de técnicos de calçados.

Entre as inovações que estarão sendo mostradas na Fábrica estarão dois modelos de tênis com cabedal de knit com fios de poliamida biodegradável da Rhodia que conferem ao calçado percepção de leveza, alta capacidade de respirabilidade, absorção de umidade e conforto no calce. O comprometimento com a sustentabilidade ambiental fica evidenciado neste produto, uma vez que o Amni® Soul Eco se decompõe em menos de três anos, se descartado corretamente em aterros sanitários, pós-consumo. O tingimento dos fios é feito com corantes solúveis em água, permitindo sua reutilização no próximo ciclo da produção, depois do tratamento. Ou seja, a matéria-prima usada no cabedal é 100% sustentável.

O projeto envolve outros materiais importantes do ponto de vista da sustentabilidade, como os aplicados no solados e entressolas. Um desses materiais, aplicado na produção de PU e TPU para calçados, é ácido adípico produzido pela Rhodia em Paulínia (SP), cujo processo produtivo é comprometido com a sustentabilidade e pioneiro no abatimento de emissões de gases de efeito estufa e se tornou uma referência mundial no setor. “Em nossa unidade industrial para abatimento de gases de efeito estufa em Paulínia, eliminamos por ano 5,3 milhões de toneladas de CO2, o equivalente a retirar de circulação 1,2 milhão de veículos, e as emissões estão muito abaixo dos maiores players mundiais”, informa Eduardo Girote, Gerente de Marketing Estratégico de Poliamida e Fibras do Grupo Solvay.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/02/2020 0 Comentários 671 Visualizações
Business

Sicredi Vale do Rio Pardo investirá em usina fotovoltaica própria

Por Gabrielle Pacheco 17/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Sicredi Vale do Rio Pardo foi pioneira na linha de crédito para aquisição de equipamentos para geração fotovoltaica no Sistema Sicredi. Seguindo a linha do pioneirismo, na noite da última quinta-feira (13), foi aprovada por unanimidade, durante Assembleia Geral Extraordinária, a aquisição de um terreno para a implantação de uma usina fotovoltaica própria.

“Este é um projeto inédito dentro do Sistema Sicredi.”

Com o investimento estimado de R$ 2,5 milhões, as 1.250 placas solares irão gerar 500kWp de potência instalada. “Este é um projeto inédito dentro do Sistema Sicredi”, destaca o presidente da Sicredi VRP, Heitor Álvaro Petry.

O projeto da usina solar da Sicredi Vale do Rio Pardo foi apresentado durante a assembleia pelo consultor em Inteligência Energética, o engenheiro Hélio Pires, e pelo assessor Ricardo Brandt, que representou o Comitê de Sustentabilidade da Cooperativa. No estudo consta a necessidade de aquisição de uma área dentro das especificações técnicas necessárias.

A usina fotovoltaica irá gerar integralmente o consumo anual da Cooperativa, que é de 600 mil kWh/ano, visto que foram realizadas análises das faturas de energia elétrica das 17 unidades da instituição. Desta forma, o projeto se torna vantajoso e tem um tempo de retorno do capital investido em setes anos e quatro meses. O próximo passo será a elaboração de um termo de referência para cotações e seleção de fornecedores.

Financiamento

Desde 2017, a Sicredi Vale do Rio Pardo tem fomentado através de financiamento a instalação de microusinas solares, que produzem energia elétrica através da luz solar. Nestes três anos, são 691 projetos financiados, sendo 354 para Pessoa Física e 337 para Pessoa Jurídica, totalizando aproximadamente R$ 57 milhões.

“É uma importante contribuição da nossa cooperativa para a geração de energia na região, pois além de agregar economia financeira aos nossos associados, ainda é sustentável, a medida que produz energia limpa e renovável, com menor impacto ao meio ambiente”, ressalta Petry.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2020 0 Comentários 495 Visualizações
Cidades

Alunos de Gravataí criam projeto sustentável

Por Gabrielle Pacheco 05/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

Alunos de robótica do Serviço Social da Indústria – Sesi de Gravataí desenvolveram um projeto que utiliza placas solares e coletores de água da chuva para reduzir despesas dentro da própria escola. A iniciativa de tornar o ambiente em que estudam mais sustentável será apresentada durante o Torneio Sesi de Robótica First Lego League (FLL), que ocorrerá no início de março, em São Paulo. Este ano, os competidores terão que apresentar soluções para melhorar, por exemplo, o aproveitamento energético nas cidades e a acessibilidade de casas e prédios.

“Utilizamos placas solares para diminuir os gastos com energia. Conseguimos usar essas placas também em locais como a academia e pracinhas para as crianças, tudo dentro do Sesi. Com isso, a gente também conseguiu recolher energia cinética”, explica a aluna Fernanda Sturza, de 16 anos, uma das integrantes da equipe “Untitled”. Segundo Guiomar de Souza, professora de matemática e técnica da equipe, Fernanda e os colegas Emelly Padilha, Isaias Barbosa, João Vitor da Silva, Liriel de Souza e Matheus Martins se preocuparam também em mudar hábitos que geram desperdício, como lavar uma calçada por 15 minutos, que consome, em média, 300 litros de água.

“Eles pensaram: ‘se vou ajudar as cidades, por que não começar pela minha escola?’. A partir daí, elaboraram esse projeto que contemplava a redução nos custos de energia e de água, porque eram problemas que tínhamos na escola. Estávamos extrapolando os gastos com energia elétrica”, afirma. A instalação do painel solar, estima Guiomar, pode gerar uma economia de até 95% na conta de luz, além de não gerar impactos para o meio ambiente por ser uma energia limpa.

A professora se mostra orgulhosa e conta ainda que os jovens pensaram no projeto a partir de uma aula que tiveram sobre práticas sustentáveis e meio ambiente. “Eles elaboraram com a instalação dessas placas solares, sensores de luminosidade, sensores de presença em lugares que não eram muito acessados a todo momento e coleta da água da chuva, para ser usada nas descargas do banheiro, lavar o pátio da escola e irrigar a horta que a gente tem”, completa Guiomar.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
05/02/2020 0 Comentários 697 Visualizações
Cidades

Começam as obras do primeiro Posto de Saúde Sustentável do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 13/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Neste início de 2020, Santa Cruz do Sul inova ao contemplar saúde e meio ambiente em um mesmo projeto: o primeiro Posto de Saúde Sustentável do Brasil. Cerca de 4,2 mil pessoas serão beneficiadas com a nova unidade que começa a ser construída nesta semana e deve ser entregue até o fim do ano. O posto terá um sistema para coleta e armazenagem de água da chuva, que permitirá a utilização de recursos hídricos não-potáveis nas descargas dos vasos sanitários e também para regas nos canteiros e horta da unidade. As lâmpadas usadas serão 100% de led e 70% do abastecimento elétrico do local será feito com energia renovável. Para isso, placas fotovoltaicas serão instaladas e garantirão quase a totalidade da energia consumida no local.

“Além da questão ambiental, haverá economia aos cofres públicos, pois vamos gerar a energia que consumiremos”, explica o secretário Municipal de Saúde, Régis de Oliveira Júnior. “Não vejo como planejar a saúde das pessoas sem pensarmos no todo. Em um cenário de mudanças climáticas, aquecimento global, todos somos responsáveis. Por isso, optamos pela energia limpa, por exemplo. O poder público deve ser indutor e catalisador dessas mudanças. Espero que o nosso posto torne-se exemplo para todo o Brasil”, acrescentou Régis.

“Em um cenário de mudanças climáticas, aquecimento global, todos somos responsáveis.”

O local contará, também, com uma horta para cultivo de chás e plantas medicinais livres de agrotóxicos. Restos de alimentos, legumes e vegetais se transformarão em adubo orgânico através de composteiras que também serão instaladas na unidade. Com investimento de pouco mais de R$ 1 milhão, a estrutura física é completa por farmácia, salas de triagem, de recepção, de espera, de atividades coletivas, de agentes comunitários, de saúde, de vacinas, de administração, de procedimentos, de curativos e de observação; três consultórios médicos e um odontológico; central de material esterilizado simplificada; copa; quatro banheiros (dois acessíveis); depósito de material de limpeza; rouparia; varanda; e área de ambulância.

O projeto é assinado pela arquiteta do Município, Karianne Pacheco. A nova unidade carregará o nome de uma importante personalidade santa-cruzense, o sambista Alcemiro dos Santos. O prefeito Telmo Kirst destacou a merecida homenagem ao amigo. “Escolhi, pessoalmente, o nome desse meu amigo para denominar o primeiro posto sustentável do Brasil: Estratégia de Saúde da Família Pedreira Alcemiro dos Santos. O Alcemiro era uma pessoa extraordinária, inteligente e um dos melhores músicos que Santa Cruz produziu.”

O prefeito ainda pediu aos músicos e familiares do Senhor Alcemiro para que tocassem um samba para completar a homenagem. O momento foi marcado pela emoção que tomou conta dos presentes. A ESF Pedreira Alcemiro dos Santos será o primeiro de seis postos de saúde sustentáveis que serão construídos em Santa Cruz do Sul. Além do bairro Pedreira, em breve, também iniciarão as obras das novas unidades do Ana Nery/Figueira, Glória, Central, Aliança e Viver Bem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2020 0 Comentários 463 Visualizações
Business

Bottero recicla 60 toneladas de resíduos ao mês

Por Gabrielle Pacheco 09/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Grupo Bottero, com 14 plantas industriais no Rio Grande do Sul, decidiu radicalizar em sustentabilidade. Por isso, adotou uma série de processos para melhorar a qualidade de seus produtos e, mais que isso, também para reduzir ao máximo os impactos ambientais. O conjunto das ações já resulta na reciclagem de 60 toneladas de resíduos ao mês que, anteriormente, viravam lixo. Com esse total, a organização já está perto de atingir os 100% de reaproveitamento, em um processo que abrange todo o parque fabril – desde o refeitório até a fabricação do calçado. Atualmente, 97% do total dos resíduos já são reciclados ou reaproveitados.

“Lixo” que se transforma: palmilhas, fertilizantes e até combustível

Algumas parcerias são fundamentais para a reciclagem das 60 toneladas mensais. Uma delas é com a empresa Ambiente Verde, que resulta na produção de uma palmilha sustentável. O que antes era “lixo” se transforma em um novo material, que por sua vez retorna ao processo fabril em forma de novo e qualificado componente. Desde que a parceria teve início, há quatro meses, já foram recicladas mais de 8 toneladas de resíduos (o que resulta na média de 2 toneladas mensais). Como resultado, até agora a Bottero já utilizou 7,6 mil metros quadrados deste novo componente em forma de palmilhas.

Uma boa parcela dos resíduos da empresa (46 toneladas mensais) é transformada em nada menos que combustível. Esse processo é viabilizado pela Fundação Proamb, que encaminha esse novo produto para ser utilizado nos fornos de cimento. As cinzas geradas são totalmente incorporadas ao cimento. Além destas, uma parte dos rejeitos do Grupo Bottero também é destinada à empresa Ilsa, que transforma cerca de 12 toneladas de resíduos de couro em fertilizantes a cada mês. A parceria está completando dois anos agora em novembro.

A sustentabilidade é hoje, portanto, uma prioridade para o Grupo Bottero. Além da classificação correta dos resíduos, a organização mantém o foco na redução de lixo. “Somente este ano, por exemplo, já economizamos mais de 3 mil metros de couro, devido ao novo sistema de corte e treinamento dos colaboradores”, destaca Luiz André Simon, diretor industrial. “São ações fortes, de consciência social e produtiva, já institucionalizadas na empresa, e que repercutem junto ao meio ambiente e em favor do conjunto da sociedade”, aponta Luiz Roberto Bianchi, que responde pela imagem institucional do Grupo Bottero.

Foto: Rodrigo Fanti/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2019 0 Comentários 1,1K Visualizações
Cultura

Hamburgerberg Fest teve 50% menos resíduos

Por Gabrielle Pacheco 26/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma festa com milhares de pessoas, mais sustentável (50% menos lixo) e com muita valorização do patrimônio histórico e cultural da cidade. Assim foi a 22ª Hamburgerberg Fest, realizada neste final de semana (23 e 24), nas ruas do Centro Histórico de Hamburgo Velho, em Novo Hamburgo. A expressão “devia ter pelo menos duas vezes por ano” era ouvida repetidas vezes nas conversas em meio ao público, que aproveitou cada pedacinho dos muitos ambientes do evento.

“É muito gratificante ver toda essa movimentação, ver as pessoas ocupando esse espaço, entendendo a importância do patrimônio cultural da cidade e, ao mesmo tempo, se sentindo parte de tudo o que temos aqui. É para isso que a Hamburgerberg Fest existe”, destaca Ângelo Reinheimer, curador da Fundação Scheffel e coordenador geral da festa.

Foram 16 atrações musicais, grupo de dança, exposições de artes visuais e dezenas de expositores, desde artesanato e antiguidades até a gastronomia, passando por produtos naturais, flores, vinil, brechós e veículos antigos. A Casa Schmitt-Presser voltou a funcionar como armazém, com o Früshtück (espaço para lanches, pães e cucas). O novo Biergarten, no Jardim do Coreto, reuniu desde famílias com bebês até veteranos de muitas décadas, todos no mesmo espírito de harmonia que marca a Hamburgerberg Fest.

Até mesmo quem não fala Português teve facilidade para compreender a essência do evento. Destacando o ambiente agradável, os finlandeses Kyösti Tiainen, Riina Millymaki e Pekka Ivanoff elogiaram o belo lugar, o clima ameno e o chope de qualidade. Kyösti e Pekka estão há quatro meses em Novo Hamburgo, participando de um intercâmbio que segue até dezembro, na Universidade Feevale. A amiga Riina, também da Finlândia, aproveitou suas férias e veio ao encontro deles.

Sustentabilidade

Um dos aspectos inovadores desta edição foi a decisão da organização de não utilizar copos e canudos descartáveis. A estimativa é de que, só em chope, cerca de 7 mil copos deixaram de ser usados. Em parceria com a Meu Copo Eco (empresa que participa do Projeto Mares Limpos), a Hamburgerberg Fest ofereceu aos visitantes copos retornáveis para usar durante o evento. O Copo Eco é produzido com um material resistente, que pode ser higienizado várias vezes e, ao final de sua vida útil, é 100% reciclável.

Foram oferecidos copos com o tema da festa, além de outras opções de cores e estampas. Uma caução de R$ 8 era paga na retirada. Para quem não tinha interesse em ficar com o copo, bastava se dirigir ao guichê da Meu Copo Eco para entregar a unidade e receber de volta o valor da caução. A empresa higieniza os copos em um processo de lavagem industrial que consome 10% da quantidade de água necessária para produzir um copo descartável.

De acordo com Mecanicapina, responsável pela coleta de lixo em Novo Hamburgo, a quantidade de lixo gerada na festa caiu em torno de 50%. Em 2018, foram retirados oito coletores de 1.000 litros cada, cheios de resíduos sólidos acumulados em dois dias do evento. Neste ano, o volume caiu pela metade, com apenas quatro coletores preenchidos.

“Temos um olhar sustentável em todo o nosso evento. Priorizamos a produção local, com artesãos e cervejeiros prioritariamente da cidade, promovemos a arte e a cultura, e o aspecto ambiental não poderia ficar de fora. O fim dos copos e canudos descartáveis foi mais uma conquista importante dentro da essência da Hamburgerberg Fest”, comemora a produtora executiva Luana Khodja.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2019 0 Comentários 495 Visualizações
Business

Cadeia coureiro-calçadista discute sustentabilidade

Por Gabrielle Pacheco 14/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Vista como vilã ambiental por parte dos consumidores anos atrás, especialmente no que diz respeito à produção de couros, a cadeia produtiva do setor está atualmente em outro patamar no quesito sustentabilidade, não somente com relação às questões ambientais, mas também nas sociais e econômicas. Porém, existe ainda um longo caminho a ser percorrido. Neste contexto, o dia de ontem (13) foi histórico.

Entidades ligadas à cadeia, lideradas pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), promoveram o evento “Sustentabilidade: é hora de avançar”, que reuniu um público de mais de 400 pessoas no Centro Cultural de Campo Bom/RS.

O encontro iniciou com a apresentação de Alexandre Birman, CEO da Arezzo&CO, uma das maiores empresas de calçados do Brasil. O grupo está em fase de adesão à certificação Origem Sustentável e foi um dos pioneiros na adoção da sustentabilidade em sua estratégia de negócios. Birman reconheceu os avanços já conquistados na área, porém lançou um desafio arrojado, para que a cadeia coureiro-calçadista se torne a primeira certificada como sustentável, de ponta a ponta, no mundo.

“É o nosso sonho e é por isso que a Arezzo luta há mais de 15 anos”, disse.

Com mais de 13 milhões de pares de calçados e 1,5 milhão de bolsas comercializados no ano passado, o grupo trabalha a cultura de sustentabilidade junto ao seu quadro de mais de 1,6 mil colaboradores. Além de envolver seu público interno, a empresa incentiva o engajamento de seu quadro de fornecedores, tendo lançado recentemente o Código de Conduta Socioambiental para esse público. O grupo tem como meta, até 2021, ter todos os fornecedores certificados pelos programas Origem Sustentável (cadeia de calçados e componentes) e CSCB (couros).

Convidada pela Arezzo&CO para trazer um olhar da sustentabilidade na moda, a jornalista especializada em Moda, Lilian Pacce, ressaltou a importância assumida pela sustentabilidade no setor, especialmente em resposta a uma demanda crescente do consumidor, principalmente da geração Z – pessoas nascidas em meados de 1990 até início de 2010. “Esse público está mais informado e mais preocupado com a sustentabilidade”, destacou.

Segundo Lilian, parte da cadeia já entendeu a importância do conceito, como as 32 marcas internacionais que assinaram o Fashion Pact, uma carta com objetivos comuns, como a eliminação de gases de efeito estufa até 2050, a restauração da biodiversidade, a proteção dos oceanos, entre outros. A carta foi apresentada na última reunião do G7, na França, e contou com o apoio de líderes políticos. Entre as signatárias, aparecem marcas como Adidas, Burberry, Chanel, Gap, H&M, Inditex e Kering.

“Ao invés da posse, as pessoas têm procurado mais o acesso, por meio de aluguel de roupas.”

“O fato é que o mercado está mudando, a forma de consumo não será mais a mesma. Ao invés da posse, as pessoas têm procurado mais o acesso, por meio de aluguel de roupas. Inclusive, o brechó tomou status de startup. As empresas precisam estar preparadas para isso”, disse, ressaltando que a sustentabilidade “não é uma onda, é um tsunami”. No Brasil, a jornalista citou como cases de sucesso a parceria com a marca francesa Veja, que deu origem à Vert, que produz calçados com látex da Amazônia e criou o primeiro tênis de corrida sustentável; e o da Osklen, que trabalha com couro de pirarucu e possui trabalho importante junto a comunidades ribeirinhas para capacitação e geração de renda.

Foto: Diego Rosinha/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/11/2019 0 Comentários 531 Visualizações
Saúde

Santa Cruz do Sul terá um novo posto sustentável

Por Gabrielle Pacheco 28/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Santa Cruz do Sul vai ganhar um segundo posto de saúde sustentável, dessa vez para atender as comunidades dos bairros Figueira e Ana Nery. O anúncio, a apresentação do projeto e o encaminhamento da licitação foram feitos na tarde desta sexta-feira (25), em ato realizado no salão nobre do Palacinho, com a presença do prefeito Telmo Kirst, secretários, vereadores e demais autoridades.

Nos mesmos moldes projetados para a ESF Pedreira, o posto Ana Nery Figueira terá 442,31 metros quadrados e será construído em alvenaria, com total acessibilidade e atendendo todos os requisitos do Ministério da Saúde (MS). A obra, que deverá ser entregue em 2020, está orçada em R$ 1.016.521,20 e será realizada com recursos do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), firmado com a Caixa Econômica Federal (CEF). O prazo para execução é de 10 meses, a contar do início dos trabalhos.

Atualmente as equipes da ESF Ana Nery Figueira e da ESF Faxinal dividem o mesmo local. Com a nova estrutura física, ambas passarão a contar com mais espaço e melhores condições para atender as populações referenciadas. Cerca de mil famílias são atendidas pela equipe da ESF Ana Nery Figueira e a cada mês são realizados 1.430 atendimentos, entre consultas, procedimentos e visitas das agentes de saúde.

A nova unidade terá sistema de coleta e armazenagem de água da chuva. A instalação de cisternas vai permitir a utilização de recursos hídricos não-potáveis nas descargas dos vasos sanitários e também para regas nos canteiros e horta da unidade. Já para manutenção das lâmpadas de led e aparelhos elétricos, será instalado um sistema para captação de energia solar, com placas fotovoltaicas, que vão garantir boa parte da energia consumida no local, proporcionando economia aos cofres públicos.

O projeto arquitetônico contempla a instalação de playground, bicicletário e área de estacionamento. Com espaços ventilados e janelas amplas para melhor aproveitamento da luz natural, o prédio contará com farmácia, salas de triagem, recepção, espera, atividades coletivas, de agentes comunitários de saúde, de inalação coletiva, de vacinas, de administração, de procedimentos, de curativos, de observação, três consultórios médicos e um odontológico, central de material esterilizado simplificada, copa, quatro banheiros, sendo dois acessíveis, depósito de material de limpeza, rouparia, varanda e área de ambulância.

Assim como na ESF Pedreira, também está prevista a implantação de uma horta para cultivo de chás e plantas medicinais, que sob orientação de profissionais de saúde poderão ser usadas na complementação de tratamentos. Essa ideia já é adotada na ESF Boa Vista. Plantas como babosa, boldo, citronela, erva cidreira, calêndula, funcho e poejo são as mais procuradas pelos usuários.
Segundo o prefeito Telmo Kirst, a tendência é que todos as unidades que venham a ser construídas no município, sigam o mesmo padrão, com foco na sustentabilidade.

“A utilização de energias renováveis é uma tendência mundial e precisamos avançar nessa questão”, disse.

Já o secretário municipal de Saúde, Régis de Oliveira Júnior, disse que a nova estrutura foi concebida para proporcionar conforto e bem-estar aos usuários, aliando a isso o cuidado e a proteção ao meio ambiente. “Queremos prestar um atendimento humanizado e que respeite o meio ambiente”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2019 0 Comentários 569 Visualizações
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