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sustentabilidade

Cidades

Canoas lança força-tarefa para coibir descarte irregular de resíduos

Por Ester Ellwanger 31/01/2022
Por Ester Ellwanger

A prefeitura de Canoas deflagrou, na noite desta quinta-feira, 27 de janeiro, a Operação Descarte Zero, uma força-tarefa criada para coibir o descarte irregular de resíduos na cidade. As ações de fiscalização se concentraram em pontos críticos de descarte de lixo nos bairros Mathias Velho, São Luiz, Guajuviras, Rio Branco e Niterói. Ninguém foi apreendido. Coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGI-M), a operação conta com a parceria das Segurança Pública, de Serviços Urbanos, Transportes e Mobilidade, Meio Ambiente e dos Direitos dos Animais.

Segundo o secretário de Segurança Pública, delegado Emerson Wendt, a operação será permanente. “O objetivo da Operação Descarte Zero é integrar todos os órgãos da Prefeitura no enfrentamento ao problema sério de descarte irregular de lixo e, também, abrir um canal de denúncias com a sociedade, chamando sua atenção, tanto pelo custo que o município tem para realizar o retrabalho de limpeza quanto pelo destino dos resíduos, entupindo os canais de escoamento de água e gerando, nas chuvas, os alagamentos”, ressaltou.

De acordo com a secretária de Serviços Urbanos, Alessandra Ramalho, o descarte irregular de lixo gera uma série de prejuízos ao município. “A Prefeitura gasta cerca de R$ 700 mil, em média, por mês, em função do retrabalho de limpeza, o que significa mais de R$ 8 milhões por ano. Além disso, o descarte irregular de lixo também entope bocas de lobo e bueiros, gerando alagamentos na cidade durante as fortes chuvas. Queremos que o canoense nos ajude a enfrentar esse problema”, destacou.

Descarte irregular de lixo é crime

A prefeitura de Canoas alerta: descartar lixo de forma irregular é crime e leva à multa. Os valores referentes às multas variam de R$ 656,80 a R$ 1.313,60. Denúncias podem ser feitas através da Central de Atendimento ao Cidadão no telefone: 0800-510-1234 ou denunciar para a Guarda Municipal no (51) 3425-7612.

Ecopontos

Canoas conta com cinco Ecopontos, com área e estrutura adequadas para receber diferentes tipos de resíduos sólidos, como sobras de obras, vegetação, móveis e outros. Dois destes ecopontos estão localizados no Bairro Guajuviras.]

Endereços dos Ecopontos

De segunda a domingo, das 8h às 18h
Ecoponto Espumoso: Rua Espumoso, nº 315, Bairro Mathias Velho
Ecoponto Rio Branco: Rua Hermes da Fonseca, nº 1770, Bairro Rio Branco
Ecoponto Esperança: Rua Esperança, Quadra Q, nº 19, Bairro Guajuviras
Ecoponto Nazário: Av. do Nazário, Estrada do Aterro Sanitário, Bairro Guajuviras
Ecoponto Niterói: Rua Jorge Lanner. Rua G, nº 141, Bairro Niterói (de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e sábado, das 8h às 16h)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/01/2022 0 Comentários 969 Visualizações
Business

Uso de energia solar já gerou economia de mais de R$ 82 milhões aos associados da Sicredi Pioneira

Por Ester Ellwanger 27/01/2022
Por Ester Ellwanger

Investir em energia solar é investir diretamente no desenvolvimento das comunidades locais. Desde 2016, somente na área de atuação da Sicredi Pioneira, foram mais de 5 mil projetos financiados no setor em uma carteira de cerca de R$ 260 milhões em crédito. Somente em 2021, foram concedidos mais de R$ 150 milhões em créditos novos e mais de 3,1 mil novos projetos. Valores que representam sonhos tirados do papel e negócios mais rentáveis e sustentáveis em nossa região.

Dentre os benefícios do investimento em energia solar, a redução da conta de luz é o mais direto deles. Em tempos de escassez, as placas solares são ótimas aliadas na redução e na previsibilidade do consumo, deixando o consumidor menos suscetível às variações dos preços. Somente entre os associados da Sicredi Pioneira, o total estimado de economia desde 2016 é de R$ 82 milhões.

Entre os exemplos dessa redução de consumo está a propriedade de Alexandre Rabaioli, associado Sicredi Pioneira de Estância Velha. As placas solares trouxeram mais conforto, sustentabilidade e economia para o seu dia a dia. “Nossa conta de energia média era em torno de R$ 500 por mês, e hoje a gente paga, em média, de fatura, R$ 85. Quando tem sol durante o dia, a gente tem custo zero para ter o conforto. Tendo em vista a parcela que a gente paga do financiamento, eu sempre digo que eu acrescentei apenas R$ 200 a mais do que eu pagava para ter mais conforto, ter um valor fixo, e a gente conseguiu isso pelo Sicredi. Existe, felizmente, uma linha de crédito específica com taxas muito atraentes. Foi uma mudança muito positiva e alegre”, explica Rabaioli.

Maior sustentabilidade

Além da redução no consumo, o investimento em energia solar, com financiamento de recursos como sistemas de montagem, inversores e placas de captação, traz benefícios para toda a comunidade local. Em médio e longo prazo, a maior adoção de fontes renováveis de energia garante uma maior geração de renda, empregos, tributos arrecadados, e uma comunidade mais sustentável e com melhor qualidade de vida.


“Estamos pagando uma bandeira vermelha, uma sobretaxa por falta de energia. Esse conceito de sustentabilidade, aliado à economia também é muito importante. Hoje eu pago um financiamento do tamanho das minhas duas contas de luz. Gostaria que mais pessoas vissem e aplicassem nas suas casas e nos seus espaços para gerar economia e aproveitar essa riqueza toda que a gente tem que é o sol”, complementa o associado de Caxias do Sul, José Marcelo Luca.

Desenvolvimento dos negócios

Os investimentos em energia solar também têm impactado diretamente os negócios locais. Seja pela adoção da tecnologia em suas estratégias de crescimento. É o caso do associado Gustavo A. Fucks, sócio da Cristais de Gramado: “Energia elétrica sempre foi um custo muito alto para nós devido à climatização da empresa e da loja com ar-condicionado. Em 2017 instalamos o nosso sistema de energia solar e, a partir dali, tivemos uma redução de 70% na conta de energia elétrica. Para o mundo eu enxergo a energia solar como o futuro”, acrescenta.


Os benefícios também são para o desenvolvimento do próprio setor, com o investimento direto nas empresas que fornecem a tecnologia na região e participam do Programa de Desenvolvimento de Integradores de Energia Solar (PDI), uma iniciativa promovida pela Sicredi Pioneira em parceria com o Sebrae RS e a Universidade de Caxias do Sul (UCS). O programa oportuniza ao integrador a melhoria da sua gestão de negócios e de serviços oferecidos no setor de energia solar fotovoltaica, melhorando assim a qualidade dos trabalhos prestados. Ao todo já são mais de 500 parceiros homologados pelo programa e que vêm ampliando a sua participação no setor.

“A cooperativa acredita em negócios conscientes, pois através da energia solar possibilitamos maior geração de renda, empregos e sustentabilidade para a comunidade onde atuamos, isso vêm ao encontro do nosso propósito, de que Juntos Construímos Comunidades Melhores”, explica Julia Cornelli, gerente de Negócios de Energia Solar da Sicredi Pioneira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/01/2022 0 Comentários 552 Visualizações
Business

Vulcabras é certificada em nível máximo no Origem Sustentável

Por Ester Ellwanger 26/01/2022
Por Ester Ellwanger

Único programa de certificação de sustentabilidade na cadeia calçadista mundial, o Origem Sustentável certificou, em 25 de janeiro, durante a realização da 25ª edição do Inspiramais, em Porto Alegre, a Vulcabras. O evento contou com as presenças de dirigentes da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), entidades realizadoras do Programa.

Com uma produção de mais de 25 milhões de pares por ano e empregando mais de 16 mil colaboradores nas unidades produtivas de Horizonte/CE e Itapetinga/BA, no Centro de Distribuição de Extrema/MG, no Centro de Desenvolvimento de Parobé/RS e nos escritórios administrativos mantidos em São Paulo, a Vulcabras é considerada uma das maiores empresas do setor calçadista mundial. Durante o Inspiramais, a calçadista recebeu a certificação Diamante no Origem Sustentável, concedido a empresas que alcançam mais de 80% dos indicadores de sustentabilidade no processo produtivo.

 

Desde a implementação do sistema foram tratados mais de 60 milhões de litros de água.”

 

No âmbito da sustentabilidade, a empresa é a primeira calçadista nacional a utilizar energia 100% livre de emissão de CO2, com geração eólica. Além do fato, a Vulcabras possui 100% de reuso de água, por meio de tratamento próprio de efluentes na unidade de Horizonte/CE. No Centro de Distribuição de Extrema/MG o reuso é de 40%. Segundo o gerente de SGI (sistema de gestão integrada), Luiz Otávio Gói, o reuso na unidade cearense se faz ainda mais relevante devido ao contexto regional de crise hídrica. “Desde a implementação do sistema foram tratados mais de 60 milhões de litros de água”, conta Gói. Já na unidade de Itapetinga/BA, o destaque fica por conta do projeto Zero Aterro, que zerou a geração de passivo ambiental, com todo o resíduo sendo reaproveitado na produção de novos calçados e componentes. Conforme relatório de sustentabilidade da Vulcabras, em 2020, foram recicladas mais de 127 toneladas de plástico, 161 toneladas de EVA e 35 toneladas de TPU (poliuretano termoplástico).

Na área de produto, a Vulcabras lançou, no final de 2021, o tênis Corre ECO, da marca esportiva Olympikus. O produto foi desenvolvido por atletas de corrida com tecnologia 100% sustentável. O tênis possui cabedal produzido com pet reciclado, EVA verde (fabricado com cana de açúcar) e borracha especial extraída da Seringueira. Já as tags dos produtos são desenvolvidas com folhas de manjericão, que podem ser plantadas pelos consumidores.

 

Social

Na área social, a empresa trabalha com projetos de qualificação e capacitação profissional, caso do Programa Complementar de Alfabetização, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), e do Programa de Formação de Menor Aprendiz, este em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi) e Senai. No ano passado, conforme o Relatório de Sustentabilidade da Vulcabras, foram 525 atendidos.

Outro projeto que é destaque na área social é o Programa Corre Junto Brasil, que no auge da pandemia de Covid-19 ajudou milhares de pessoas a manterem trabalho e renda. Conforme o projeto, os vendedores recebiam comissão de 10% por vendas de produtos da Olympikus. Também com o objetivo de gerar autonomia para as pessoas, a Vulcabras passou a trabalhar, em 2020, com a Escola do Corre, uma plataforma digital gratuita com conteúdos sobre empreendedorismo.

Ainda na área social, a empresa trabalha fortemente a inclusão de pessoas com deficiência física nos setores produtivo e administrativo. “Hoje, cerca de 5% do nosso quadro de colaboradores é preenchido por pessoas com deficiência e temos as fábricas adaptadas para elas”, conta Gói.

 

Comitê de Sustentabilidade

Visando discutir os temas relativos à Sustentabilidade, a empresa possui um Comitê específico formado por colaboradores das mais diversas áreas e que tem por objetivo promover o conceito no dia a dia das unidades e das comunidades em que estão inseridas.

Segundo Gói, a certificação do Origem Sustentável celebra uma realidade já realizada há anos pela Vulcabras. “A certificação Origem Sustentável é uma proposta inovadora no campo da sustentabilidade, tendo alcançado a maturidade com um escopo completo de indicadores”, avalia.

 

Fornecedores

Outra importante função da certificação Origem Sustentável é a promoção da sustentabilidade na cadeia de fornecedores. Com mais de 800 fornecedores em todo o Brasil, a Vulcabras trabalha fortemente a necessidade de desenvolvimento de materiais sustentáveis. “O Origem Sustentável joga um holofote sobre a questão da sustentabilidade e instiga toda a cadeia produtiva. Desde a nossa adesão, notamos um movimento cada vez maior de fornecedores apresentando produtos que trazem o conceito no seu desenvolvimento”, conclui o gerente.

 

Mercado internacional

Presente na certificação da Vulcabras, o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Augusto Pestana, destacou a importância da promoção da cadeia calçadista como sustentável em âmbito internacional. “Vemos muitas distorções da imagem brasileira no exterior, especialmente no quesito sustentabilidade. Mostrar uma cadeia produtiva sustentável, como estamos presenciando aqui no Inspiramais, traz ganhos de imagem e competitividade no mercado internacional”, avaliou.

Em outubro passado, o Origem Sustentável foi lançado internacionalmente na Expo Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, despertando interesse de grandes players do setor em nível mundial.

 

Origem Sustentável

Levando em consideração as dimensões ambiental, econômica, social e cultural traduzidos em 104 indicadores desenvolvidos em consonância com parâmetros internacionais de ESG, o Origem Sustentável é o único programa de certificação de sustentabilidade da cadeia calçadista no mundo. O objetivo é certificar desde o fornecedores de componentes até o fabricante de calçados, fechando o ciclo produtivo. O programa certifica processos produtivos sustentáveis e conta com auditorias externas do Senai, SGS, Intertek, Bureau Veritas e DNV.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2022 0 Comentários 672 Visualizações
Variedades

Aneel divulga projeção de aumento na energia e leva brasileiros a buscarem novas soluções

Por Ester Ellwanger 21/01/2022
Por Ester Ellwanger

Se os aumentos gerais nos preços em 2021 causaram problemas para o bolso do brasileiro, a perspectiva para 2022 não é muito animadora. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a projeção de aumento no preço da energia elétrica para 2022 é de 21%.

Com a demanda de consumo cada vez mais alta, esse dado não é animador e demanda a busca por soluções que possam, ao menos, diminuir os gastos com energia elétrica.

 

Um dos mercados em franca expansão no Brasil e que acaba sendo uma solução para esse problema é o setor de energia fotovoltaica. A partir de um painel de placas solares que é instalado na residência, empresa ou indústria, o sistema fotovoltaico permite que “pequenas usinas” sejam criadas minando a necessidade de uso da energia “da rua”, ou seja, da energia fornecida pela rede elétrica convencional.

“Ainda existe um pouco de dúvidas quanto à eficiência e retorno desse tipo de energia, especialmente em relação ao uso domiciliar dela, mas, se a conta for feita, a conclusão é que as vantagens são insuperáveis”, relata Fernanda Mildemberger, Analista de Qualidade da Entec Solar, empresa paranaense que fornece esse tipo de tecnologia, da instalação ao monitoramento dos sistemas.

Sempre faça as contas

Os números são os melhores argumentos, sempre. Segundo dados do Boletim Mensal de Energia divulgado pelo site oficial do governo, até meados de 2021, a geração de energia elétrica solar cresceu no Brasil cerca de 67% em relação a 2020.

Isso porque as pessoas como um todo têm entendido o benefício que esse tipo de sistema traz. É claro que o investimento inicial é mais alto, mas a estimativa de payback (retorno sobre o investimento) é em torno de 3 a 5 anos. Mas vale a pena lembrar que esse tipo de sistema tem vida útil de, pelo menos, 20 anos, com baixíssima manutenção.

Outra vantagem é que o sistema fotovoltaico é passível de financiamento. Dessa maneira, não existem “surpresas” com o aumento da tarifa e com as oscilações de mercado.

Façamos uma conta básica. Imagine que os 21% de aumento para 2022 sejam efetivados. Isso quer dizer que, se diluirmos esse aumento pelos 12 meses do ano, teremos um aumento médio de tarifa de 1,75% ao mês. Certamente, essa taxa é maior em relação à taxa de financiamento, começando por aí a economia.

Sem contar que você não paga mais a energia “convencional” mensalmente. “Com os financiamentos disponíveis, você consegue pagar boa parte das parcelas com a economia de energia”, explica Fernanda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2022 0 Comentários 504 Visualizações
Business

Calçado sustentável com a assinatura do I’m greenT bio-based da Braskem

Por Ester Ellwanger 18/01/2022
Por Ester Ellwanger

A marca Life Shoes traz para o mercado o conceito Sustentabilidade com linhas de calçados contemporâneos e modernos nos mais variados modelos, com as características para um calce perfeito e com design arrojado para um clima tropical. A linha sustentável da Life Shoes é produzida EVA I’m green bio-based da Braskem, da Braskem, empresa pioneira na produção de biopolímeros em escala industrial. A resina é feita a partir da cana-de-açúcar, contribuindo para a redução das emissões de gás carbônico, um dos principais causadores do efeito estufa.

O objetivo da marca é buscar alternativas sustentáveis e apresentar soluções inovadores para o mercado calçadista brasileiro, beneficiando diretamente o consumidor que está ávido por produtos alinhados com a preservação do planeta. “Uma das nossas soluções utiliza EVA I’m green bio-based da Braskem, que captura 2,1 toneladas de CO2 para cada tonelada de resina produzida”, diz Edson Buhler, diretor de marketing e comercial da Life Shoes. E acrescenta: “nossos produtos têm acabamento de alto padrão e são muito confortáveis, definimos como uma luva para os pés”, sublinha Buhler. Segundo ele, estas características são devido a matéria-prima, o EVA Expandido, que acentua o conforto, a leveza e a durabilidade do produto, proporcionando bem estar ao consumidor e uma excelente relação custo benefício. “Além disto, os nossos produtos não tem cheiro e são fáceis de limpar”.

A linha de produtos tem modelos como clogs, slides, papetes, birkens e sandálias com cartela de cores ousada e designs que seguem as tendências mundiais da moda para o dia a dia de mulheres, homens e crianças com grade completa de numeração a partir do 23/24.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

18/01/2022 0 Comentários 735 Visualizações
Business

Brazilian Footwear lança série internacional sobre sustentabilidade na indústria calçadista

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

O programa Brazilian Footwear, realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), acaba de lançar uma série com dez episódios voltados à sustentabilidade na indústria calçadista brasileira. O foco é o mercado internacional, marcando o posicionamento da indústria brasileira como player sustentável em nível mundial. Participam da série as empresas Beira Rio, Bibi, Grendene, Kidy, Klin, Pegada, Piccadilly, Ramarim, Urban Flowers e Usaflex. O lançamento oficial aconteceu durante a participação brasileira na Expo Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

A coordenadora de Promoção de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues, destaca que a série é parte de uma campanha do reposicionamento do Brazilian Footwear, que será lançada em 2022. “A sustentabilidade é um atributo de valor no Brasil, mas principalmente um requisito para atração de mais negócios. O posicionamento da indústria brasileira de calçados retratando a realidade prática de sustentabilidade reforçará ainda mais as oportunidades de negócios e a promoção da nossa imagem no exterior”, avalia, ressaltando que as empresas participantes, mais do que produtos sustentáveis, possuem processos produtivos alinhados com o conceito.

Para a gestora do Brazilian Footwear na ApexBrasil, Mariele Christ, a sustentabilidade, especialmente para empresas que desejam exportar seus produtos para mercados mais desenvolvidos, especialmente da Europa e América do Norte, já não é mais um diferencial, é uma necessidade. “Diante de todos os desafios climáticos e ecológicos, a sustentabilidade tem ganhado cada vez mais importância para os consumidores. É um movimento mundial”. Segundo ela, as ações de comunicação para o mercado internacional, em especial a série, ajudam a difundir um trabalho importante e com grande apelo no imaginário do consumidor. “A indústria calçadista nacional, cada vez mais, vem trabalhando a sustentabilidade. O fato é traduzido no Origem Sustentável, a única certificação mundial da cadeia na área de sustentabilidade”, conclui.

 

Tendência mundial

Uma das empresas que participam da ação é a Usaflex, de Igrejinha/RS. A analista de Marketing Internacional da empresa, Simone Strazburger, destaca que o futuro depende de um trabalho sustentável, não apenas ambientalmente, mas em todos os pilares econômico, social e cultural que dão base ao conceito da Sustentabilidade. “Novos olhares para a sustentabilidade, como o conceito de ESG (Environmental, Social and Governance), demonstram que cuidar do meio ambiente, ter responsabilidade social e adotar melhores práticas de governança são pilares indispensáveis para a prosperidade”, diz a analista.

“Percebemos uma maior preocupação com produtos sustentáveis em países da Europa e nos Estados Unidos, que já nos solicitam certificações e testes que comprovam a origem e tipo de material utilizado na fabricação de nossos calçados. Este movimento é bastante importante e precisa ser olhado com atenção pela indústria brasileira, pois geralmente são esses países que norteiam as tendências de consumo para o resto do mundo”, ressalta.

 

Simone conta que a Usaflex traz em seu portfólio de produtos, artigos visando a preocupação com o meio-ambiente, introduzindo tênis produzidos com fios reciclados de garrafa pet, uma proposta que renova o cuidado com o meio ambiente.”Este projeto foi apresentado na participação da empresa no saguão de Sustentabilidade, na Expo Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A recepção foi muito boa”, avalia. Além deste, ela conta que a empresa está trabalhando com uma linha de palmilhas chamada Re-Confort, constituída, na parte superior, por espumas de alta densidade e na parte inferior por compostos provenientes da reciclagem de espumas utilizadas na fabricação de outras palmilhas e na própria forração dos calçados Usaflex.

Para a analista, a série do Brazilian Footwear dá um passo importante na comunicação da sustentabilidade brasileira ao mercado internacional, que atualmente é realizada pela Usaflex por meio de treinamentos com vendedores das lojas parceiras ao redor do planeta (in loco e on-line), nos quais são apresentados os pilares do ESG traduzidos em ações realizadas pela empresa, tais como a logística reversa, descontaminação e reciclagem, uso de energias renováveis etc. Nas oportunidades, são apresentadas as formas de seleção dos fornecedores, que devem ter certificações como Leather Working Group e CSBC, que são certificações de rastreabilidade do couro para ser inserido e reprocessado dentro da cadeia produtiva do calçado.

 

Retornos positivos

A Klin, de Birigui/SP, também é parte da série do Brazilian Footwear. A gerente de exportação da empresa, Camila Chamoun, destaca que a sustentabilidade sempre foi uma marca da atuação da calçadista. “Há 38 anos, quando foi fundada a empresa, já existia essa preocupação com o meio ambiente. Então sempre foi muito verdadeiro para nós”, diz. Segundo ela, atualmente são realizados projetos que incentivam o crescimento profissional dos funcionários, promovem o reflorestamento das regiões de atuação, otimizam o uso de recursos naturais no processo produtivo, entre outros. “Mas também entendemos que a sustentabilidade precisa ser tangível, no produto”, acrescenta.

Para incentivar a cultura da sustentabilidade, a Klin tem entre seus destaques a Linha Semear. Camila explica que a sola e o cabedal do produtos são desenvolvidos com 20% dos seus materiais reciclados do processo produtivo (borrachas e tecidos). Além disso, os pares vêm com sementes para incentivar o plantio dos pequenos consumidores. Outro destaque é a linha Eco Klin, que traz calçados produzidos com garrafas pet recicladas – quatro pets por par. “É mais do que um produto comercial, é uma forma de comunicar ao mercado a preocupação ecológica da empresa, de forma genuína e tangível”, explica Camila.

 

Camila conta que a empresa tem reforçado a comunicação com o consumidor final, tanto brasileiro quanto internacional, e que a série do Brazilian Footwear certamente auxiliará no processo. “Quando apresentamos o vídeo da série em Dubai, durante a Expo, tivemos uma receptividade muito boa. Até mesmo após, quando enviamos a campanha para o nosso CRM, recebemos mais respostas do que o usual por parte de compradores internacionais parabenizando pela apresentação”, comemora a gerente, ressaltando que existe uma procura de clientes antigos e novos por produtos sustentáveis, especialmente nos mercados da Europa. “Apresentamos os produtos e notamos que eles ficam positivamente surpresos”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 721 Visualizações
Cidades

Comusa lança campanha uso racional da água, #FechaPraPreservar

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

Com a chegada do verão e do calor, mais do que nunca é hora de controlar o desperdício de água tratada e retomar hábitos que reduzem o consumo. Nesse período, o aumento no consumo é de quase 7%, principalmente nos sábados, que apresenta um aumento de 7,3% em relação aos outros dias da semana.

A Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo dá início a mais uma campanha de verão “#FechaPraPreservar”, com o foco em conscientizar a comunidade hamburguense e oferecer dicas de hábitos diários que auxiliem a evitar o desperdício. “Em 2020, tivemos a maior seca da história da Comusa e as expectativas para essa temporada é de um verão quente e com poucas chuvas.

Mesmo que estejamos melhorando a captação e armazenamento de água na autarquia, ainda é preciso um cuidado da população para economizar a água tratada, principalmente, pela questão ambiental”, justifica a diretora-geral interina, Andrea Braun. “Temos uma obrigação legal de fazer esse alerta, mas, nesse ano, é ainda mais importante conscientizar nossa população e trabalhar para que ela também propague essa mensagem”, explica.

A campanha foi produzida pela assessoria de imprensa da Comusa e vai apresentar, nas redes sociais e site, dicas e dados importantes sobre o desperdício de água.

 

Dicas para economizar água

No banho: fecha pra ensaboar. Em um banho de 15 minutos, economia de 162 litros
Lavando a louça: com torneira aberta = 243 litros. Fechada = 20 litros
Ao escovar/barbear: 5 minutos de escovação com torneira aberta = 12 litros de água em casa / 80 litros em apartamento. Fechada = 11,5 litros em casa/79 litros no apartamento
Lavar a roupa: 5 quilos de roupa consome 135 litros. Use em capacidade alta apenas 3 vezes por semana/reaproveite a água para lavar o quintal
Para regar as plantas: 10 minutos de mangueira aberta = 186 litros. Com regador ou esguicho-revólver = economia de 86 litros
Lavar o carro:  30 min com mangueira = de 216 até 560 litros. Com balde = 40 litros;
Lavar a calçada: 15 min. = 279 litros. Dica: use a vassoura para limpar calçada e quintal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

11/01/2022 0 Comentários 620 Visualizações
Business

Abree celebra inauguração da 10ª Central de Logística Reversa de Eletroeletrônicos

Por Ester Ellwanger 16/12/2021
Por Ester Ellwanger

Para iniciar uma nova etapa da logística reversa em Porto Alegre, seguindo as metas estabelecidas no Decreto Federal 10.240/2020, a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree) anuncia a assinatura do acordo de cooperação com a prefeitura de Porto Alegre. A parceria viabilizará a logística reversa “de ponta a ponta”, dando a destinação final ambientalmente correta de 100% dos produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos descartados.

Para celebrar a parceria e a inauguração do sistema de logística reversa de eletroeletrônicos na 10ª capital, foi realizado um evento no dia 13 de dezembro. Estiveram presentes na celebração Joaquim Leite (Ministro do Meio Ambiente), André França (secretário de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente), Sebastião Melo (prefeito de Porto Alegre), Guilherme de Souza (secretário adjunto do Meio Ambiente e Infraestrutura do Estado do Rio Grande do Sul), Ana Pellini (secretária Municipal de Parcerias), Mauricio Medeiros (prefeito em exercício de Cachoeirinha), Sergio de Carvalho Mauricio (presidente da Abree), entre outras autoridades e parceiros.

“Porto Alegre é a 10ª capital do cronograma de inaugurações de Centrais de Logística Reversa de Eletroeletrônicos em capitais e começará a operar a partir de agora. O primeiro passo do processo é a conscientização da população sobre o descarte correto pós-consumo, após isso, o trabalho da Abree e seus parceiros começa, para assegurar a destinação ambientalmente correta desses produtos coletados”, explica Sergio de Carvalho Mauricio, presidente da Abree.

“Estamos aqui hoje, no Rio Grande do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre, entregando mais uma central de logística reversa de eletroeletrônicos. É importantíssimo dar o destino correto de um celular, de um fone de ouvido, de uma geladeira, de um fogão, de um micro-ondas, entre outros. É cuidando da qualidade das cidades, da qualidade ambiental, é que vamos transformar a realidade para a maioria dos brasileiros. Isso é super importante: conscientizar que devemos destinar corretamente aquele eletroeletrônico que não utilizamos mais.”, afirma Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente.

“Muito importante essa ação realizada agora em Porto Alegre, pois alerta toda a população sobre o descarte ambientalmente correto de eletroeletrônicos, do fone de ouvido à geladeira, o que preserva recursos naturais e evita o descarte inadequado, com proteção ao meio ambiente. Parabéns à Abree que chegou na 10ª capital e à prefeitura de Porto Alegre por esse importante passo. Podem contar com o apoio do Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente”, comenta André França, Secretário de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente.

No site da Abree a população encontrará informações sobre os pontos de recebimento de eletrônicos pós-consumo, além de uma lista completa de quais produtos podem ser descartados. São alguns exemplos: batedeira, ferro elétrico, fone de ouvido, liquidificador, máquina de costura, micro-ondas, purificador de água e televisão, entre outros. Para saber mais sobre o descarte ambientalmente correto entre no site.

A grande novidade para Porto Alegre é a coleta agendada gratuita para o munícipe e que pode ser feita de forma muito prática, sendo por meio do telefone: (51) 3469-0906, WhatsApp: (51) 98659-7295 ou e-mail: coletatrade@gmail.com. O munícipe deve informar o tipo de material além de enviar fotos. O prazo de coleta é de 1 a 7 dias após a solicitação e será informado via WhatsApp com 24h de antecedência.

O horário de atendimento do canal é das 8h às 18h e o peso estimado mínimo da coleta é de 30kg.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2021 0 Comentários 935 Visualizações
Business

Empresa da Serra lança veículo 100% elétrico para entregas do e-commerce

Por Ester Ellwanger 16/12/2021
Por Ester Ellwanger

Com o objetivo de otimizar as entregas do e-commerce, a startup Arrow Mobility, de Caxias do Sul, desenvolveu uma van 100% elétrica voltada para entregas do e-commerce. Batizado de Arrow ONE, o veículo otimiza a logística das entregas, além de contribuir para o meio ambiente por meio da não emissão de CO2.

O head de Estratégia e Marketing da empresa, Julio Balbinot, explica que a van possui um sistema inovador batizado de One Shot Loader, que faz o carregamento das encomendas em apenas um movimento. “O mecanismo prevê uma plataforma que será carregada do lado de fora do veículo e depois será inserida dentro da van, de forma automatizada”, conta Balbinot. “Nós colocamos o motorista e a sua carga como protagonistas do projeto do veículo e não o contrário”, complementa.

Ainda falando de eficiência, outra novidade do modelo é o conceito de “Walk-in van”. Inédito no Brasil, ele permite que o motorista tenha acesso à carga sem precisar descer do veículo. Com uma capacidade de carga de 17 metros cúbicos, 50% acima de uma van tradicional, a van conta com 250 quilômetros de autonomia, frenagem regenerativa e tempo de recarga total de menos de três horas.

 

Redução de custos

Segundo o head de Desenvolvimento de Negócios da startup, Marcelo Simon, não foi apenas a eletrificação que viabilizou o negócio, que já tem pedido das 100 primeiras unidades para a Unidas, líder no mercado de terceirização de frotas e a segunda maior locadora de automóveis do Brasil. A entrega dos veículos está prevista para o segundo semestre de 2022.

“O Arrow ONE agrega conceitos que o tornam uma solução verde, eficiente e com design inovador. O veículo elétrico custa mais que um a combustível fóssil, porém custa menos para rodar (custo por quilômetro), o que faz com que o investimento ‘se pague’ em pouco tempo”, diz, ressaltando que a van proporciona um ganho de produtividade de até 50% e um custo energético até 80% menor se comparado a um veículo tradicional movido a combustíveis fósseis. “Ou seja, para cada R$1,00 gasto com combustível, o Arrow ONE consome R$0,20 em energia elétrica”, destaca Simon.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2021 0 Comentários 828 Visualizações
Business

Empresas calçadistas investem em sustentabilidade

Por Ester Ellwanger 15/12/2021
Por Ester Ellwanger

Não é de hoje que a sustentabilidade vem chamando a atenção do mercado. Pesquisas apontam que o “argumento verde” vem ganhando importância no imaginário do consumidor, em um movimento influenciado por tendências globais.
Conforme pesquisa da Economist Intelligence Unit (EIU), encomendada pela WWF e realizada em 54 países, onde vive 80% da população mundial, a procura on-line por produtos sustentáveis cresceu 71%. Como não poderia ser diferente, a maior consciência do consumidor vem puxando o mercado de diversos setores, entre eles o calçadista.

“A tendência da sustentabilidade é global. Apesar de ser impulsionada pelos países mais desenvolvidos, especialmente na Europa, é um fenômeno que vem ocorrendo em economias emergentes, caso do Brasil. Semanalmente recebemos sondagens, especialmente de importadores, em busca de fornecedores sustentáveis aqui no País”, conta a coordenadora de Promoção Comercial da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Letícia Sperb Masselli, ressaltando que a oferta de calçados brasileiros sustentáveis pode ser encontrada na plataforma BrazilianFootwear.com.

Piccadilly

A fabricante de calçados femininos Piccadilly Company é um dos exemplos positivos do setor calçadista na área de sustentabilidade. A vice-presidente e diretora de produto da empresa, Ana Carolina Grings, destaca que, ciente de que a sociedade e os mercados estão rapidamente se transformando, concluindo a transição para uma sociedade mais sustentável, circular e de baixo carbono, a empresa tem inserido no seu dia a dia uma estratégia Environmental, social and corporate governance (ESG) e de sustentabilidade corporativa.


“Uma estratégia de sustentabilidade pressupõe um compromisso com a melhoria contínua, com o planejamento e a execução de projetos e ações ambientais, sociais, econômicas e culturais, alinhados com a política e os objetivos da companhia. Além disso, não há como falar em sustentabilidade sem inspirar e envolver toda a cadeia de valor”, diz a executiva, ressaltando que o consumidor “não quer saber o que você fala, mas o que você faz com o que fala”, revela.
Segundo ela, o tema da sustentabilidade é algo que vem sendo cada vez mais valorizado, especialmente pelas novas gerações. “Isso coloca a marca à frente no mercado, valorizando a imagem da empresa, agregando valor percebido ao produto, além de permitir uma margem mais interessante, pelo maior valor agregado”, acrescenta.

Contamos com o tênis So.Si Ecoar, que tem cada par fabricado com 3,5 garrafas PET retiradas do meio ambiente e de resíduos recuperados da indústria têxtil, além da linha Marshmallow, 100% desenvolvida com Eva reciclável”.

Entre os destaques sustentáveis da Piccadilly estão justamente os seus calçados, todos fabricados com matéria-prima livre de origem animal e que não deixam resíduos no meio ambiente. “Nossos produtos são confeccionados com PrimeTech, um material exclusivo de alta qualidade, super macio, prático para limpar, com tratamento antimofo e antibactéria, e repelente à água. Também contamos com o tênis So.Si Ecoar, que tem cada par fabricado com 3,5 garrafas PET retiradas do meio ambiente e de resíduos recuperados da indústria têxtil, além da linha Marshmallow, 100% desenvolvida com Eva reciclável”, conta Ana Carolina.

Com 66 anos no mercado, a Piccadilly emprega 1,5 mil colaboradores em duas unidades no Rio Grande do Sul e comercializa anualmente mais de 5 milhões de pares todos os anos, 35% deles para mais de 100 países.

Grendene

Outra gigante do setor calçadista brasileiro que vem se destacando na área é a Grendene. O gerente de Desenvolvimento Sustentável da empresa, Carlos André Carvalho, destaca que, há anos, a Grendene assumiu o compromisso de reduzir desperdícios, garantir mais eficiência nos processos, pesquisar e desenvolver materiais de menor impacto, reciclar produtos incentivando práticas circulares pelos programas próprios de logística reversa e contribuir para o bem-estar de funcionários e das comunidades onde tem fábricas inseridas.

“Hoje, observar aspectos de sustentabilidade é, também, olhar para tendências de consumo. Além disso, a sustentabilidade se manifesta cada vez mais na avaliação financeira das organizações e observar aspectos sociais, ambientais e de governança permitem custos mais baixos, diagnóstico de riscos, zelo pela imagem e reputação e maior preparo para a gestão de crises”, frisa.

Em termos de produto, a Grendene oferece ao mercado nacional e internacional produtos sem nada de origem animal e feitos com PVC 100% reciclável, atóxicos e livres de substâncias perigosas. Atualmente, a empresa comemora ter um portfólio de produtos 100% veganos registrados pela Vegan Society.

Carvalho cita algumas linhas de calçados que estão evoluindo para diminuir ainda mais impactos ambientais, entre elas a Melissa Free, o primeiro monobloco da marca em EVA derivado da cana-de-açúcar, feito com material com 20% de carbono renovável e que emite até 65% menos gases do efeito estufa em sua produção; a Melissa Flox M, feita 100% com material reciclado; o Rider R4, chinelo produzido com os princípios de recriar, reduzir, reutilizar e reciclar; e a Ipanema Recria, feita com material reciclado e com cascas de arroz, 100% reciclável e que conta com coletores de logística reversa em mais de 400 lojas parceiras para estimular o descarte correto de calçados sem condições de uso.

Fundada em 1971, a Grendene tem capacidade produtiva para mais de 250 milhões de pares de calçados todos os anos e emprega quase 20 mil pessoas em suas unidades de Farroupilha/RS, Fortaleza/CE, Sobral/CE e Crato/CE.

Bibi

Também com forte atuação na área de sustentabilidade, a Bibi é uma das mais tradicionais indústrias de calçados infantis do Brasil. A presidente da empresa, Andrea Kohlrausch, conta que a sustentabilidade faz parte do DNA Bibi, que há muitos anos produz calçados infantis com materiais atóxicos e seguindo os mais rígidos padrões internacionais e com resíduos industriais reciclados ou coprocessados, não sendo enviados aos aterros sanitários.

“A Bibi tem como objetivo promover o crescimento sustentável em todas as frentes do negócio. Desta forma, anunciou uma série de compromissos baseados no ESG até 2030. No que tange ao campo ambiental, a marca espera alcançar anualmente 100% de conformidade dos produtos fabricados na Norma Reach (Regulamento Nº 1907/2006 Parlamento Europeu) referente à toxicidade”, projeta a empresária.


No que diz respeito aos produtos, todos os calçados produzidos pela Bibi possuem características sustentáveis, visto que todos os processos de fabricação levam em consideração toda a cadeia de fornecedores. Um dos grandes destaques é o Bibi Eco. O calçado é composto por serragem, garrafas PET, cascas de arroz, fibras de bambu e materiais reaproveitados da produção das fábricas da marca.

Andrea avalia que a empresa está sempre atenta às possibilidades de inserções de ações e produtos sustentáveis em seu mix. “Hoje, os consumidores estão mais atentos a essas questões e temos que acompanhar as modificações e os interesses dos nossos clientes, além de proporcionar um futuro melhor para os nossos pequenos. A Bibi acredita ser o papel das marcas despertar a curiosidade pela sustentabilidade e incentivar o cuidado que o meio ambiente precisa”, diz.

Fundada em 1949, a Bibi emprega 1,3 mil pessoas em suas duas unidades, em Parobé/RS e Cruz das Almas/BA. A produção é de mais de 2 milhões de pares por ano, sendo que 20% serão destinados à exportação para a América Latina e Europa.

Boaonda

Fundada em 2008, a Boaonda já nasceu com a sustentabilidade como parte do seu modelo de negócio. Em Sapiranga/RS, onde emprega 300 colaboradores que produzem mais de 1 milhão de pares todos os anos, a empresa investe em materiais inovadores e na produção com alto valor agregado em tecnologia e inovação, implementando e seguindo os princípios da sustentabilidade e os padrões internacionais de qualidade.

“A sustentabilidade é, para a Boaonda, mais do que uma tendência de mercado, é uma nova perspectiva de vida. Por isso, implantamos o projeto Walking To The Future, que instiga uma caminhada para o futuro através de ações imediatas com resultados de médio e longo prazos, por meio de três vieses de atuação: social, cultural e econômico”, comenta Letícia Vaccari Tatim, coordenadora de Marketing da empresa.

No projeto Walking To The Future, a empresa promove uma série de ações na área de sustentabilidade. No campo social, conta com a construção de parcerias com instituições, pessoas e marcas com propósitos semelhantes, como as collabs com o atleta de ciclismo Beto Bike, o artista plástico Jackson Brum, a Discovery Channel e o apoio ao Projeto Arborizar, que visa aumentar as espécies arbóreas nas cidades e levar educação ambiental para as escolas. Já na área cultural, o projeto conta com uma consultoria especializada em sustentabilidade para guiar ações e levar informações sobre o tema aos colaboradores, para que possam aplicá-las em seu cotidiano.

Na área da economia, o destaque é a criação da Linha Hope, que tem 60% dos materiais utilizados provenientes de reciclagem – reaproveitamento de resíduos de TR e Eva. “Além disso, a Hope é produzida com emissão de CO2 super reduzida, energia renovável, não faz uso de materiais de origem animal e tem 95% dos seus resíduos reutilizados”, explica Letícia.

Ainda na linha Hope, a Boaonda está lançando uma inédita parceria com a Discovery Channel com o intuito de incentivar atividades ao ar livre. São três modelos, o tênis Evo, a babuche Flow e o slide nuvem Soft, que poderão retornar para a produção depois de usados, no contexto da Logística Reversa. “Ficamos felizes em estarmos, já há algum tempo, juntos nessa provocação pela movimentação do setor para um cenário mais sustentável, consciente. Poder ver mais e mais empresas iniciando esse movimento é satisfatório, afinal é sobre nosso planeta e consumo, mas é preciso ser verdadeiro”, ressalta Israel Reis, supervisor do Mercado Externo da Boaonda.

Digitalização

Piccadilly, Grendene, Bibi e Boaonda são algumas das mais de 200 marcas que fazem parte da plataforma BrazilianFootwear.com, que visa conectar calçadistas brasileiras com compradores de todo o mundo.
A vice-presidente e diretora de produto da Piccadilly, Ana Carolina Grings, destaca que a digitalização é fundamental para a empresa. “Como maior vantagem, vemos grandes ganhos com agilidade, além da redução de custos, dando a possibilidade de crescimento em escala com uma distribuição mais direta e assertiva”, avalia, acrescentando que o site BrazilianFootwear.com tem auxiliado a marca na conexão com compradores internacionais de forma eficiente e ágil.

A digitalização do mercado ampliou expressivamente as possibilidades de negócios. Sem o entrave de barreiras geográficas, os canais digitais permitem uma conexão mais ágil entre as organizações e compradores.”

A Grendene enxerga a participação na plataforma como uma forma de transpor barreiras geográficas. “A digitalização do mercado ampliou expressivamente as possibilidades de negócios. Sem o entrave de barreiras geográficas, os canais digitais permitem uma conexão mais ágil entre as organizações e compradores. Por isso, acreditamos no potencial da plataforma BrazilianFootwear.com e esperamos que em um breve futuro negócios sejam fechados pelo canal”, projeta o gerente de Desenvolvimento Sustentável da empresa, Carlos André Carvalho.

Para a presidente da Bibi, Andrea Kohlrausch, a importância da digitalização ficou ainda mais evidente durante a pandemia de Covid-19 e as consequentes restrições aos encontros físicos. “Devido ao distanciamento social em decorrência da pandemia, a Bibi teve que se reinventar para manter contato com compradores internacionais. As plataformas digitais vieram para agregar na prospecção e aproximação de clientes, principalmente, com o cancelamento de feiras e visitas aos países parceiros”, comenta a executiva.

Na avaliação de Israel Reis, supervisor do Mercado Externo da Boaonda, a digitalização otimiza o tempo de aproximação no mercado B2B (business to business), especialmente no exterior. “O BrazilianFootwear.com tem reconhecimento no meio dos compradores internacionais e, por isso, entendemos que pode ser um bom centro de aproximação”, avalia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
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